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Instalação imersiva de Land Art com realização de oficinas de arte contemporânea para escolas, visitação pública e website, ações referentes à área com influência histórica colonial na região do Vale do Café (Rio de Janeiro).
“Derrama” é uma instalação de Land Art projetada para evocação da rica história da mineração no Brasil Colônia, destacando a cobrança forçada de impostos durante esse período. Localizada na desativada pedreira da Fazenda Velha de Santa Rita, em Paty do Alferes, a obra utiliza pedras monumentais para criar um espaço imersivo, representando um "jardim de pedras" que simboliza o impacto da exploração do ouro e as consequências da “Derrama”. Com esculturas em pedra pintadas nas cores dourado e preto, a instalação reflete o contraste entre a opulência da riqueza mineral e a tristeza pela sua efemeridade. A escolha das cores também representa a dualidade entre luz e sombra, riqueza e simplicidade, proporcionando uma experiência sensorial e educativa ao visitante. Durante o percurso de visitação, que se estende por seis meses, escolas e comunidades são convidadas a participar de oficinas de arte contemporânea e visitas guiadas. O projeto contempla a acessibilidade, garantindo que todos os visitantes, independentemente de suas capacidades, possam apreciar a obra. Com uma proposta de fomento à educação e consciência histórica, “Derrama” promete não apenas ser um marco artístico, mas também um centro de aprendizado sobre temas cruciais da história brasileira e suas repercussões contemporâneas.
Objetivo Geral Criar ações que promovam o resgate da história do Brasil Colonial, celebrando a riqueza cultural e histórica da Fazenda Velha de Santa Rita e despertando uma reflexão sobre a formação da identidade nacional. No futuro, outras ações irão complementar a narrativa, explorando outros aspectos da vida colonial da região, como arquitetura, arte, música, culinária e a vida cotidiana. A proposta é realizar ações que provoquem uma imersão do visitante na rica história colonial brasileira, com foco nesta locação que fez parte do Caminho Novo do Ciclo do Ouro no trajeto que ligava Minas Gerais ao Rio de Janeiro. Nos campos da educação e do turismo, o projeto pretende oferecer um espaço de visitação para o aprendizado e a reflexão sobre a história do Brasil, promovendo a valorização da cultura e do patrimônio histórico e artístico. A proposta do projeto é promover benefícios aos diversos setores educacionais e sociais, atraindo visitantes e fomentando o turismo cultural e o desenvolvimento da região. Objetivo Específico A ação proposta para essa primeira abordagem será a realização da obra "Derrama" de Land Art, uma vertente das artes contemporâneas, onde será apresentada ao visitante uma representação artística da história da mineração: com foco na cobrança forçada de impostos no Brasil Colônia, esta ação criará uma experiência imersiva ao público visitante através de conjuntos esculturais. Este será o início da narrativa para posicionar a ação como o ponto de partida para a exploração da rica história da região, introduzindo o visitante à temática da riqueza e da exploração. Esta obra é uma instalação de arte imersiva com pedras monumentais, representando um rio nomeado de "jardim de pedras", que destaca um momento crucial da história do Brasil: a exploração do ouro e as consequências da "Derrama" (cobrança de impostos por Portugal). Esse trabalho se utilizará de esculturas em pedra pintadas de dourado e preto para criar uma experiência sensorial e educativa, tornando a história mais palpável e interessante. A metodologia de construção conceitual do projeto parte de uma pesquisa com estudo aprofundado da história da Fazenda Velha de Santa Rita, localizada no Município de Paty do Alferes, por onde passava o Caminho Novo do Ouro — que ligava as Minas Gerais ao porto do Rio de Janeiro. A proposta avança com a criação de um projeto de Land Art, que respeita a história do local, recupera a ecologia e proporciona fomento à educação com a visitação de escolas da região do Vale do Café. O desenvolvimento dessa instalação artística consistirá em uma intervenção em área pedregosa de cerca de 700 metros por 50 metros, numa montanha onde funcionava antiga pedreira, hoje desativada. Trata-se de destacar através da pintura e do paisagismo, conjuntos esculturais formados por pedras em seu estado natural e outras já manipulas em antigas extrações. O assentamento e a disposição das pedras da obra de Land Art serão planejados a partir de um projeto básico e de um projeto executivo com cálculo estrutural e da contratação de uma empresa de engenharia responsável pelo acompanhamento da execução da instalação. Nas pinturas em preto e dourado, temos simbolicamente as cores representativas do ouro presente nas minas e no apagamento visual da matéria após a sua subtração: a opulência do ouro e o luto pela morte da riqueza efêmera. Alto contraste entre o preto e o dourado, representando equilíbrio entre os opostos, luz e sombra, riqueza e simplicidade. A instalação contará também com a criação de materiais educativos através das oficinas oferecidas às escolas da região, além de painel informativo e monitoria de visitas guiadas na locação. Após a conclusão da obra de Land Art, esta ação oferecerá durante 6 meses visitação guiada ao local da instalação a escolas e comunidades da região, além de turistas nacionais e internacionais, interessados em história e cultura. Inicialmente, o projeto realizará parcerias junto a escolas e secretarias de educação nas cidades de Paty do Alferes e Miguel Pereira: essas cidades totalizam mais de 50 escolas (no futuro, outras cidades da região serão contempladas). O projeto também realizará gratuitamente 4 oficinas de arte contemporânea por mês ao longo de 6 meses que serão oferecidas a estas escolas da região.
Este projeto depende da utilização das leis de incentivo para poder ser viabilizado, uma vez que os custos de sua realização são altos e não há disponibilidade de verba para um empreendimento deste porte. Ao iniciar esse projeto pela visita à instalação da obra de Land Art "Derrama", o projeto estabelece um impacto cultural e histórico que remete o visitante às memórias do passado colonial brasileiro. A temática da "Derrama", marcada por contrastes entre riqueza e miséria, poder e opressão, serve como um ponto de partida para explorar os diversos aspectos da vida colonial. Além disso, a utilização de esculturas monumentais torna a experiência mais atraente para um público contemporâneo, especialmente para jovens. A história de Paty do Alferes no estado do Rio de Janeiro se entrelaça com a de Garcia Rodrigues Paes — filho de Fernão Dias Paes, o lendário "Caçador de Esmeraldas", lá no ano de 1700, quando foi aberto por ele o Caminho Novo para escoamento do ouro de Minas Gerais ao Rio de Janeiro. A partir da ocupação de terras da sesmaria da Fazenda de Pau Grande, Paty do Alferes — que começou a florescer ainda no século XVII — se desenvolveu em ritmo acelerado. Muitos sesmeiros logo se agruparam em torno do primeiro núcleo. Na viagem que o Duque de Luxemburgo fez ao Brasil, trouxe em sua comitiva, Auguste de Saint-Hilaire que escreveu, em 1823, o livro "Viagem pelas Províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais", onde foram descritas minuciosamente as construções, os hábitos e até mesmo as tecnologias que eram usadas para a manufatura do açúcar, tornando-se um dos melhores e mais ricos relatos históricos das fazendas e engenhos dessa região. Esse livro descreve a Fazenda de Pau Grande como sendo uma roça que principiava, desbravada em plena selva, onde encontrou um dos maiores Engenhos de Açúcar no Brasil, com complexas estruturas das mais diversas moendas hidráulicas, cujo projeto foi elaborado por Engenheiro encaminhado especificamente pelo Marquês de Pombal. Essa imersão histórica transportará o visitante para o período da mineração, evidenciando a importância do que foi a "Derrama" e qual era o tamanho da riqueza da confiscada pelo governo português da época. Com uma forte crítica social, a obra pretende refletir sobre as consequências da política da "Derrama" na história do Brasil, um momento de grande tensão e sofrimento para a população brasileira.
1. Conceito e Temática - Tipo de Obra: Instalação de Land Art. - Tema Central: Exploração do ouro no Brasil Colônia e a cobrança de impostos conhecidos como “Derrama”. - Localização: Pedreira desativada da Fazenda Velha de Santa Rita, Paty do Alferes. 2. Materiais Utilizados - Pedras: Utilização de pedras monumentais em seu estado natural e pedras manipuladas de antigas extrações. - Pintura: Cores predominantes: dourado e preto em tinta de esmalte epóxi. - Materiais Educativos: Desenvolvimento de materiais impressos e barro/argila, incluindo vídeos gravados com audiodesscrição. 3. Dimensões da Instalação - Área Total: Aproximadamente 4.000 m² da área da pedreira. - Altura Média das Esculturas: Variável, com algumas pedras esculturais móveis alcançando até 2m de cada lado. Há muitas pedras que são paredões e lajes. - Comprimento da obra: Pedras de diferentes tamanhos espalhadas pela instalação geram uma estrutura de cerca de 260m de comprimento por entre 10m e 15m de largura que sobe cerca de 130m em relação à base. 4. Acessibilidade - Caminho de Acesso: Pavimentado para permitir o acesso de deficientes motores à base da instalação, com largura mínima de 2 metros. - Disponibilidade de Materiais Acessíveis: Materiais educativos com linguagem clara e vídeos com legendas para deficientes auditivos. 5. Visitas Guiadas e Oficinas - Duração das Visitas: Aproximadamente 1-2 horas por grupo. - Número de Oficinas: 4 oficinas de arte contemporânea por mês, durante 6 meses, abordando diferentes aspectos da instalação e da história da mineração. 6. Impacto Ambiental - Compensação Ambiental: Plantio de 50 árvores em locais designados, mediante orientação de uma OSCIP certificada pelos órgãos oficiais de meio ambiente.
Será pavimentado o caminho de acesso à base da obra de Land Art para que deficientes motores possam visitar a instalação. As oficinas oferecidas às escolas serão registradas em vídeo para posterior publicação no website do projeto com audiodescrição e legenda descritiva destinada a deficientes auditivos.
O local da instalação “Derrama” terá visitação gratuita para o público e todo material disponibilizado no website do projeto terá acesso gratuito também. O projeto promove parcerias com escolas locais, permitindo que mais de 50 instituições da região do Vale do Café participem de visitas guiadas e oficinas de arte contemporânea, atendendo a uma média entre 100 e 150 alunos de cada escola. Essas oficinas serão gratuitas e desenhadas para envolver alunos de diversos níveis, proporcionando aprendizado sobre história, arte e conscientização ambiental de maneira interativa.
Beatriz Calmon (Artista) Beatriz Calmon é carioca e cresceu no meio das artes com abordagem investigativa. Sua formação é bastante abrangente, proporcionando à artista diversos saberes que lhe conferem condições para realizar projetos em grandes formatos. Em 1983, com apenas 7 anos de idade, já acompanhava sua mãe professora e participava das aulas de Artes Plásticas na PUC (Rio de Janeiro). Em 1989, aos 13 anos de idade, iniciou estudos de pintura em Porcelana. Cursou Psicologia na UFRJ (1994). Posteriormente, estudou Teatro no Tablado (2003) e frequentou o curso livre de Cinema no Estação Botafogo (Rio de Janeiro, 2004); fez curso de Paisagismo no SENAC (2005); fez também cursos particulares de piano e escultura. No campo da Advocacia, se formou em Direito (1998) e concluiu MBA em Advocacia Criminal (2003) pela Universidade Cândido Mendes. Em 2004 cursou Faculdade de Moda e em 2009 fez Design de Interiores, ambas também na Cândido Mendes. Estudou Gastronomia na Escola Oficina de Gastronomia em Botafogo (2011) e se formou como sommelier pela Associação Brasileira de Sommeliers (2016). Em 2018, obteve formação de MBA em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá (Rio de Janeiro). Em 2019, obteve formação em Auditoria e Controladoria pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Em 2021, obteve formação de MBA Coorporativo em Gestão pela COPEAD Executivo da UFRJ. Desde 2000, participa de diversas oficinas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro), entre elas o curso de Desenho e Pintura com a artista Suzana Queiroga (2010); de Cerâmica (2022); e diversas oficinas ministradas pelo artista visual Davis Cury (entre 2008 e 2024). Atualmente nessa mesma escola de arte, integra a oficina Antiformas de Intervenção também de David Cury. Dentre as diversas exposições coletivas e individuais da artista, estão “Derrama” (1996), realizada na Fazenda Velha de Santa Rita (Paty do Alferes, Rio de Janeiro), no Caminho Novo do Ciclo do Ouro — onde realizou intervenção com obra de Land Art ao longo de uma montanha de 700 metros. Promoveu nesse local a desativação da pedreira com manipulação da vegetação. A obra de Land Art gerou escultura e pintura com tinta esmalte e cobertura vegetal nas formações rochosas. Em outras mostras através da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, participou de duas exposições coletivas nas Cavalariças: Mostra EAV (2017) e Ocupação EAV (2022). Em 2023, participou com artistas oriundos de diversos países da coletiva “Territórios Insustentáveis” no Consulado Geral da República Argentina (Praia de Botafogo, Rio de Janeiro). Em 2024, realizou a exposição individual “Mosaico” na Casa de Cultura Gerson Brener (Ipanema, Rio de Janeiro). Carlos Calmon (Coordenador Geral) Carlos Calmon é um profissional com vasta experiência em engenharia, gestão empresarial e docência, possuindo uma sólida formação acadêmica a nível técnico-administrativo. É graduado em Engenharia Eletricista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com especializações e MBAs nas áreas de Administração, Finanças e Telecomunicações, além de um mestrado em Desenvolvimento e Administração Empresarial. Tem habilidades significativas em coordenação de projeto e implantação de sistemas, gerenciamento de equipes, planejamento estratégico, e práticas de governança e controle interno. Iniciou sua trajetória profissional em 1971 como estagiário na CETUC da PUC-RJ, e ao longo dos anos trabalhou em diversas empresas de destaque, como STANDARD ELÉTRICA, GEOTRON Engenharia Eletrônica, MULTITRON, e no Comando da Aeronáutica. Em sua trajetória, ocupou posições de responsabilidade, como diretor executivo e chefe de seções de engenharia, onde liderou projetos de inovação e reestruturação. No campo acadêmico, atuou em diversas instituições, incluindo a Universidade Estácio de Sá, onde lecionou por 15 anos, e coordenou disciplinas em áreas como tecnologia da informação, gestão de projetos e estatística. Recebeu diversos reconhecimentos, incluindo homenagens e prêmios por sua prática pedagógica e contribuição ao desenvolvimento de currículos e sistemas de ensino. Também se destacou como palestrante em diversos eventos relacionados à gestão de projetos e telecomunicações, contribuindo para a formação de profissionais no setor. Nos últimos anos, continuou sua formação e desenvolvimento profissional, participando de cursos e seminários sobre gestão de riscos, planejamento estratégico e metodologias ágeis, como Scrum. Sua carreira ao longo das décadas demonstra compromisso contínuo com a excelência em engenharia e educação, sempre buscando inovar e compartilhar conhecimentos. Carlos Calmon possui ampla experiência em engenharia, gestão empresarial e ensino acadêmico, com destaque em planejamento estratégico, liderança e governança corporativa. É engenheiro eletricista pela PUC-RJ, com MBA em Administração e Finanças (COPPEAD/UFRJ) e Gerência de Telecomunicações (FGV), além de mestrado em Administração Empresarial (Estácio de Sá). Especialista em comunicações via satélite, redes de dados e gestão de riscos, atuou em empresas como Standard Elétrica, ENCAL, Geotron e Multitron, além do Comando da Aeronáutica. Foi docente em instituições como Estácio de Sá e UERJ, com forte atuação em cursos de graduação e pós-graduação. Recebeu diversas homenagens por sua contribuição acadêmica e profissional. Desde 2015, coordena o Escritório de Gerenciamento de Projetos no PAME-RJ, com foco em governança administrativa e gestão de riscos. Detém certificações como Scrum Fundamentals, Agile Coach e Coach Profissional. Luiz Nogueira (projeto gráfico, webdesign, edição de vídeo) À frente da LN COMUNICAÇÃO desde 1994, Luiz Nogueira é Graduado em Performance in Guitar and Arranging pela BERKLEE COLLEGE OF MUSIC, Boston, USA (1981-82) e pela PUC/RJ - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA em Análise de Sistemas (1976); em Português-Literatura pela FACULDADE NOTRE DAME do Rio de Janeiro (1976), em Economia (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ – Rio de Janeiro – 1976). Desenvolveu em 1994-1995, o Sistema VILLA-INFO — DO MUSEU VILLA-LOBOS. Publicou CD-ROMs multimídia de VIDA & OBRA DE HEITOR VILLA-LOBOS (1995) e de ERNESTO NAZARETH, REI DO CHORO (1996). Desde 2006, presta consultoria e mantém parceria com FILE RIO e com FUNDAÇÃO ONDAZUL (dirigida por Gilberto Gil). Participou do projeto ENSINO_ARTE_REDE do Núcleo de Arte Tecnologia na EAV (2007 a 2009). Entre 2008 e 2010, coordenou, produziu e dirigiu o projeto CABARÉ CARUSO com CHICO CARUSO e 25 artistas do elenco. Em 2010, realizou projeto de música experimental ITINERÁRIO DO SAL com grupo português MISO ENSEMBLE. Em 2013, inicia a realização do projeto MOMENTO CULT, uma série de programas em vídeo apresentando coletâneas de personalidades da história mundial que se destacaram nos diversos segmentos das artes. Em 2014-2017, prestou consultoria e assessoria junto ao Instituto Cultural Brasil-Japão, ao Consulado do Japão e outras instituições. Em 2015, realizou o projeto AMARÉFUNK, um trabalho social com música e dança, representantes do mundo do funk carioca e produtores culturais, em eventos abertos ao público na LONA CULTURAL HERBERT VIANNA, Rio de Janeiro, além da publicação do livro de arte MURIQUI, com imagens do fotógrafo Luciano Candisani (Revista National Geographic) e textos da jornalista Miriam Leitão, do comentarista de eco-sociologia da rádio CBN, Dr. Sergio Abranches, da antropóloga americana Karen Strier e do Dr. Russell Mittermeier da ONG CONSERVATION INTERNATIONAL. Licenciou a primeira temporada do projeto Um Café Lá em Casa para o canal ARTE1. Webdesign da Transparenza Investimentos. Publicou o livro de arte Luiz Nogueira realizou inúmeras exposições de artes visuais, publicações de livros de arte e de sites na internet. Presta consultoria a diversas instituições do setor cultural. Desde 2018, coordena o projeto Um Café Lá em Casa com canal no YouTube com mais de 287 mil seguidores e 31 milhões de curtidas. Um Café Lá em Casa recebeu patrocínio da PETROBRAS no projeto Música em Movimento, entre outros projetos. Veja nossos projetos (https://www.ln.com.br/projetos.html).
PROJETO ARQUIVADO.