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PRONAC 251896Autorizada a captação total dos recursosMecenato

As Bruxas: feitiçaria e perseguição em Curitiba e no mundo, ontem e hoje

UMMA PRODUTORA LTDA
Solicitado
R$ 305,0 mil
Aprovado
R$ 305,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod Av Radio/Podcast
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-03-02
Término
2027-02-01
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Produção do PODCAST "As Bruxas: feitiçaria e perseguição em Curitiba e no mundo, ontem e hoje" com 10 (dez) episódios de 20 minutos cada.

Sinopse

Embora o ápice da caça às bruxas promovida pela Inquisição tenha acontecido em países como Alemanha e França, nos séculos 16 e 17, a sanha punitiva do catolicismo europeu também respingou na colônia portuguesa do Novo Mundo, no século 18. Prova disso foi o que ocorreu nesse período na então Vila de Curitiba, que apesar de ser uma comunidade pequena e isolada, viu correr em poucos anos pelo menos dois processos contra mulheres consideradas feiticeiras. A história é pouco conhecida do público em geral, mas foi levantada em minúcias pela advogada e professora da UFPR Danielle Wobeto Araújo na tese de doutorado “Um ‘cartório de feiticeiras’: direito e feitiçaria na Vila de Curitiba (1750-1777)”, defendida em 2016 no Setor de Ciências Jurídicas da UFPR. Agora, pretendemos transformar a tese de Danielle no ponto de partida de um podcast documental que analisará como a religiosidade atuava sobre um território até então caracterizado pela pobreza econômica, pela carência de recursos médicos, pela dispersão de sua população, pelo isolamento e por uma maneira prática de aplicar o direito. A tese de Danielle aborda dois processos completos, que juntos dão conta de três acusações de feitiçaria ocorridas na Vila de Curitiba. O estopim do mais rumoroso dos casos aconteceu no dia 7 de março de 1763, quando o juiz ordinário Manoel Gonçalves Sampaio acatou a denúncia de um morador da região, que dizia que cinco mulheres de sua família – a esposa e mais quatro irmãs, todas brancas e católicas – haviam sido enfeitiçadas. Um padre exorcista jesuíta chegou a ser chamado de Santa Catarina para tentar a cura, mas acabou se transformando no gatilho de pelo menos outras 30 denúncias que recaíram sobre oito mulheres nativas e “administradas” (um termo usado na época para designar a escravidão indígena). Ao juiz, a acusação garantia que a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinheirais de Curitiba era dominada por feiticeiras, e havia o temor de que aquilo se alastrasse como uma epidemia. Uma mulher chamada Cipriana foi incluída posteriormente no mesmo processo sem nenhuma justificativa plausível. Mesmo sem julgamento, acabou presa por dez anos e acredita-se que tenha morrido na cela. O outro processo abordado na tese de Danielle Araújo remonta ao dia 3 de janeiro de 1775, quando o ouvidor-geral de Paranaguá, Antonio Barbosa de Matos Coutinho, instaurou uma devassa geral na Vila de Curitiba, a fim de verificar a presença de benzedeiras, feiticeiras e pessoas com pacto com o Diabo. Cinco habitantes do povoado denunciaram duas mulheres por feitiçaria. Segundo eles, era “público, notório e de fama” que elas usavam “inventos diabólicos prejudicando muita gente”, incluindo o uso de remédios que causavam mortes, deficiências físicas e doenças. As duas mulheres, Francisca Rodrigues da Cunha e sua filha, Luiza, também eram indígenas e “administradas”. Nesse caso, ambas acabaram absolvidas, mas não sem antes penar no tribunal. A tese de doutorado de Danielle Wobeto Araújo deve ser o ponto de partida do nosso podcast. A partir daí, ampliando a pesquisa documental que ela já levantou no Arquivo Público do Paraná e promovendo entrevistas com historiadores, antropólogos, religiosos, entre outros, pretendemos demonstrar e contextualizar a influência da religiosidade na vida de quem, no século 18, morava numa comunidade como a Vila de Curitiba, nos confins do Império Português. O interesse é acima de tudo histórico. Nos parece importante jogar luz num período pouco difundido da história da capital paranaense, quando a cidade ainda não passava de um povoado e estava muito longe de atingir o status de modernidade e de vanguardista que iria adquirir nas últimas décadas do século 20. As histórias das mulheres acusadas de feitiçaria deixarão claro que, apesar de elas não terem sido vítimas de processos tão bárbaros e sangrentos quanto os que aconteceram na Europa e na América Espanhola, por aqui o catolicismo também perseguiu quem parecia não se enquadrar em sua ética e em seus regulamentos. Nesse ponto, o caso de Cipriana, uma mulher enviada para a prisão para definhar por uma década por basicamente apresentar “maus modos”, é particularmente ilustrativo. Por isso, explorar o que aconteceu na então Vila de Curitiba na segunda metade do século 18 pode ser particularmente proveitoso no atual momento, em que as discussões de gênero ganham cada vez mais impulso e cada vez mais impregnam o tecido social. Em nosso podcast, vamos desvendar como e por que as formas que o direito era aplicado nos delitos de feitiçaria atingia em cheio as mulheres, principalmente aquelas que eram pobres e submetidas a algum tipo de escravidão. É possível que esse período tenha algo a nos dizer, algum reflexo nos dias de hoje? Esse é o tipo de pergunta que só pode ser respondido quando o ciclo de pesquisa para este projeto estiver completo.

Objetivos

Objetivo Geral A proposta cultural do projeto promoverá a difusão de uma pesquisa histórica sobre a caça às bruxas bem pouco conhecida e este é o objetivo deste projeto, tornar pública esta pesquisa sobre acontecimentos reais ocorridos do Brasil nos anos 1700. Da mesma forma queremos incentivar outras produções com histórias sobre nosso patrimônio imaterial que se encontrem ainda sem o reconhecimento público ou ainda, sem os meios para divulgar. Objetivo específico Ações que serão desenvolvidas: 1. PESQUISA DE CAMPO 2. PESQUISAS ACADÊMICAS NAS ÁREAS HISTÓRIA, ANTROPOLOGIA e DIREITO 3. PRODUÇÃO DE UM PODCAST Essas ações resultarão na PRODUÇÃO DE UM PODCAST, dividido em 10 (dez ) episódios de aproximadamento 15 minutos cada que conterão depoimentos e entrevistas com os profissionais envolvidos nas pesquisas. Sobre a PESQUISA DE CAMPO Preliminarmente realizaremos as atividades de mapeamento, contatos e agendamento com as fontes preliminarmente levantadas em pesquisa da professora Daniele Wobeto. Com esses dados, será possível definir o roteiro de personagens, temas/quesitos para a entrevista final de cada participante. Sobre as PESQUISAS ACADÊMICAS NAS ÁREAS DE HISTÓRIA, ANTROPOLOGIA E JORNALISMO As pesquisas acadêmicas serão realizadas por profissionais das áreas de História, Antropologia e Jornalismo. Os pesquisadores acadêmicos investigarão e argumentarão em suas conclusões finais

Justificativa

Com base no Art. 1º da Lei 8313/91, nossa proposta irá atender os seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Este inciso será atendido com a distribuição gratuita do produto cultural resiltante do projeto. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Com este inciso estamos contribuindo para a regionalização de distribuição de recursos, fora do eixo do Sudeste. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Entendemos que jogar luz a um acontecimento histórico contribui para salvaguardar a memória e nosso patrimônio imaterial. Com base no Art. Art. 3° da Lei 8313/91, nossa proposta irá atender os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

CONCEITO E FORMATO O podcast será composto ao todo por dez episódios, com cerca de 15 minutos cada. A narração será feita em terceira pessoa, pela atriz curitibana Simone Spoladore. A pós-produção e a trilha sonora ficarão a cargo do músico e produtor musical Ulisses Galetto. O roteiro será do jornalista Sandoval Matheus, com consultoria da pesquisadora Danielle Wobeto Araújo. Ao longo da trama, haverá inserções de entrevistas feitas com estudiosos das áreas de história, religião, antropologia, epistemologia, raça e gênero – além, é claro, da própria pesquisadora Danielle Wobeto Araújo. A pesquisa bibliográfica também será um importante pilar. Alguns exemplos de obras que serão utilizadas: “História da Bruxaria” (de Jeffrey B. Russel e Brooks Alaxander), “As Bruxas: intriga, traição e histeria em Salem” (Stacy Schiff), “História do Medo no Ocidente (1300-1800)” (Jean Delumeau), “Magistrados e Feiticeiros na França do Século XVII” (Robert Mandrou), “Pensando com Demônios” (Stuart Clark), “Uma História do Diabo” (Robert Muchemblend), “História da Inquisição Portuguesa 1536-1821” (Giuseppe Marcocci e José Pedro Paiva), “O Diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil Colonial” (Laura de Mello Souza), “Inferno Atlântico: demonologia e colonização (séculos XVI-XVIII)” (Laura de Mello Souza), “Tribunais da Consciência: inquisidores, confessores, missionários” (Adriano Prosperi). Para discutir acontecimentos tão sombrios, o roteiro deve respeitar uma linguagem e um tom sóbrios, uma abordagem jornalística firmemente baseada em entrevistas com especialistas e pesquisa bibliográfica. O mais importante é conteúdo histórico, que deve ser cuidadosamente contextualizado. A austeridade do texto também se justifica por outro fator: estamos em um terreno delicado. Por séculos, bruxas alimentaram o imaginário ocidental, estereotipadas em filmes, livros infantis e desenhos animados. Essa iconografia cartunesca deve ser evitada, para que o roteiro não derrape na reconstituição dos fatos, a fim de dar ao podcast ares excessivamente sinistros e apelativos A seguir, falaremos um pouco da estrutura dos episódios. No primeiro capítulo, trataremos da história da Inquisição, começando pela Europa, que assistiu ao auge da caça às bruxas nos séculos 16 e 17, em países como França e Alemanha. Nessa introdução, também discutiremos as diferenças na forma de agir do Santo Ofício nos diferentes impérios. Na sequência, explicaremos como as acusações de feitiçaria cruzaram o Atlântico, se instalaram na colônia e, mais do que isso, viajaram até os pontos mais longínquos do Novo Mundo, como a Vila de Curitiba. Tudo isso é importante para fornecer contexto e garantir uma melhor compreensão dos casos específicos de que o documentário cuidará. A segunda, terceira e quarta partes serão dedicadas a falar especificamente dos casos ocorridos em Curitiba e Paranaguá. Primeiro será preciso entender melhor como era viver nessas duas vilas na segunda metade do século 18. Como era o cotidiano? No que as pessoas trabalhavam? A quem recorriam quando ficavam doentes? Quanto tempo viviam? Por que eram tão pobres? E, mais importante, qual era o efetivo peso da Igreja no dia a dia delas? Depois disso, entraremos efetivamente na história dos três processos das mulheres acusadas de bruxaria em Curitiba e Paranaguá. A última etapa será o momento de conectar tudo isso a tempos mais recentes. Por incrível que pareça, a caça às bruxas não ficou restrita ao passado da humanidade. Em Curitiba mesmo, na virada do século 19 para o século 20, o jornal Diário da Tarde gostava de publicar as supostas histórias de bruxaria atribuídas à feiticeira Anna Formiga, que teria inclusive assassinado com sortilégios a esposa de um cabo da cavalaria. No México, era comum bruxas serem linchadas até pelo menos a década de 70. No mundo, de acordo com a ONU, 22 mil vítimas foram acusadas de bruxaria de 2011 até 2021. Em pelo menos 50 países, ainda existe a caça às bruxas, em alguns deles legalmente. Só na Tanzânia mais de mil pessoas morrem anualmente por esse motivo. Na Índia, entre 2000 e 2016, a polícia registrou 2,5 mil assassinatos por suspeita de bruxaria. Mas não precisamos ir tão longe. No início da década de 1990, no Paraná, uma mãe e uma filha ficaram conhecidas como “as bruxas de Guaratuba” depois de serem acusadas de sacrificar um menino num ritual de magia negra. O caso ganhou manchetes nacionais. Hoje se sabe que para confessar o crime as duas foram selvagemente torturadas pela polícia. De acordo com matéria da revista Piauí, na época os agentes chegaram mesmo a verbalizar que fariam “uma Inquisição” e iriam “queimar bruxas”. Só em 2022 elas receberam um pedido de desculpas públicas do Governo do Estado pelas “sevícias indesculpáveis cometidas no passado”. Em 2022, a doutora e professora de história moderna da Inglaterra Gemma Allen publicou um artigo na BBC sobre a caça às bruxas em seu país nos séculos 16 e 17. No texto, ela explica: “A vida na Inglaterra da época era muito difícil. As pessoas estavam frequentemente passando fome, indignadas e temerosas. A maioria vivia em pequenas comunidades rurais – e o país viu sua população mais que dobrar entre 1530 e 1630. Havia ainda surtos de doenças e eventos climáticos ligados à ‘pequena era do gelo’ pela qual passava a região, e que com frequência levava as colheitas ao fracasso. Acontecimentos ruins do cotidiano podiam ser interpretados como punição de Deus, puro azar ou reflexos de atos de bruxaria. Havia uma disseminada crença de que bruxos e bruxas eram capazes de causar tempestades, destruir rebanhos, levar pessoas à loucura ou mesmo matá-las.” Gemma Allen conclui o artigo da seguinte forma: “Foi um período curto e trágico na história do país. Nos séculos 16 e 17, muita gente acreditava na necessidade de caças a bruxas (e bruxos) para proteger suas comunidades. Essas perseguições, porém, também podem ser vistas como uma forma de culpar pessoas vulneráveis pelas dificuldades da época. Hoje vivemos em um mundo muito diferente, mas será que a mentalidade de caça às bruxas realmente despareceu? Ainda temos a tendência de aceitar respostas fáceis para problemas complexos. As redes sociais alimentam tanto teorias da conspiração quanto a humilhação pública de pessoas. Medo e incerteza continuam sendo usados para transformar setores vulneráveis da sociedade em bodes expiatórios. Embora o contexto seja diferente, parece que as caças às bruxas seguem vivas e fortes”.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA O PODCAST Inclusão das seguintes medidas para deficientes auditivos a) Audiodescrição Será feita a audiodescrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA O MATERIAL EXTRA PARA AS REDES SOCIAIS Inclusão das seguintes medidas para deficientes auditivos a) Legendagem descritiva b) Audiodescrição c) Libras

Democratização do acesso

O produto final do projeto será disponibilizado integralmente por meio de distribuição e inserção integral em plataformas de áudio. Não haverá comercialização do produto. MATERIAIS EXTRAS DA SÉRIE DOCUMENTAL Como forma de dar maior visibilidade e acessibilidade ao projeto, iremos disponibilizar todos os conteúdos relativos as pesquisas, assim como vídeos, fotografias e documentos que serão produzidos e/ou adquiridos, gratuitamente ao público, por meio da criação de um Site e de Mídias Sociais, que serão específicos do projeto. Estes ambientes virtuais terão mecanismos de orientação para a navegação, inclusive para deficientes visuais. O Site ficará indefinidamente. Informações sobre a estrutura do site: Na HOME PAGE (página de apresentação do projeto) serão colocadas em grande evidência as LOGOMARCAS institucionais vinculadas ao projeto. O conteúdo no site será diagramado de forma a oferecer fácil navegação pelo, sendo: Matérias oficiais do projeto; Matérias extras (depoimentos que não constaram na edição normal em razão da limitação do tempo); Galeria de fotografias; Depoimentos e textos/artigos oriundos das pesquisas; Depoimentos de cada participante do projeto contendo vídeo individual, foto e texto do depoimento; Disponibilizará o contato e viabilizará a participação de interessados em contribuir com sugestões ao projeto. Sobre as mídias sociais: Criação e inserção de conteúdos nas MIDIAS SOCIAIS para impulsionar a divulgação e a difusão do próprio SITE, e ficará também a disposição dos interessados em contribuir com sugestões no decorrer do projeto. Nestas inserções serão priorizadas a visualização das LOGOMARCAS institucionais

Ficha técnica

UMMA PRODUTORA LTDA - PRODUÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO - Produtora cultural e de eventos desde 2002, tendo passado em diversas agências como Master, CCZ, Bridge,Combo Promocional, Ação e W. Sul, coordenando campanhas para clientes como: Unilever, Boticário, ReckittBenckiser, Ambev, Tim, Vivo, Brasil Telecom, Sadia, Kaiser, Pepsico, Souza Cruz, Kraft entre outros.- Por 3 anos fui responsável pela comunicação e eventos culturais no Provopar - Governo do Paraná -como as campanhas Arte Nossa de Artesanato, Campanha do Agasalho, Desfiles do projeto Costurando aLiberdade entre outros eventos. PRODUÇÕES CULTURAIS: * Produção executiva do documentário "A construção de um mundo novo" do edital Paulo Gustavo;* Produção da gravação do videoclipe do espetáculo Cirandar. * Produção dos espetáculos Cirandar em 2018, 2019, 2020 do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba;* Produção do documentário Sultaque, do Programa Estadual de Incentivo à Cultura do Estado do Paraná. * Produtora do projeto "RELIGIÕES EM CURITIBA" – livro de pesquisa sobre as religiões presentes em Curitiba, aprovado e captado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba;* Produtora do projeto "ARTESANATO, UMA ARTE DE FATO" – oficinas de música, artes plásticas e artesanato, aprovado e captado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba;* Produtora do projeto "LENDAS BRASILEIRAS" – livro de contos sobre folclore, aprovado e captado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba;* Elaboração e captação do projeto "CONEXÃO ACÚSTICA" – CD música de Zorba Mestre Dallanana, aprovado e captado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba;* Elaboração e captação do projeto "NO BATUQUE DO CORAÇÃO" CD música de Sidail Cesar, aprovado e captado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba;* Produtora do CIRCUITO MUSICAL NISSEI, uma série de shows com Almir Sater, Sérgio Reis e Emerson Nogueira. DANIELLE REGINA WOBETO DE ARAUJO - PESQUISA HISTÓRICA Doutora e Mestra em Direito (História do Direito) pela Universidade Federal do Paraná, com período sanduíche na Scuola Normale Superiore (SNS), em Pisa, Itália. Pós-graduada em Direito Constitucional pela UNIBRASIL e em Teoria do Direito pela Academia Brasileira e Direito Constitucional (ABDConst).Graduada pela Faculdade de Direito pelas Faculdades Integradas Curitiba (2000). Autora dos livros: "Intrusos no Eldorado: uma crítica à cultura policial da Revolta dos Posseiros (1957)" Porto Alegre: Editora Fi, 2020, e "Processo dos Delitos e das Heresias: um guia de leitura das Ordenações Filipinas (1603) e do Regimento Inquisitorial de 1640". Porto Alegre: Editora Fi. 2019 Realizou estágio pós-doutoral no Projeto Movimentos Sociais, Terra e Cidadania nos tempos de JK: estudos da Revolta dos Posseiros no sudoeste paranaense (1957), financiado pela Capes, na UFPR. Pesquisadora do Núcleo Direito, história e Subjetividades da UFPR. Pesquisadora Visitante em diversas Bibliotecas e Arquivos, dentre os quais se destacam Vaticano, dos Jesuítas, da Congregação para Fé, nos seguintes temas da História do Direito: direito e justiça na América Portuguesa, história do direito criminal e processual criminal, história cultural, feitiçaria, gênero, Teoria do direito e direito público. Professora de História de Direito no Curso de Direito na Universidade Federal do Paraná (2015; 2019-2021), Professora em diversas instituições privadas de Graduação e Pós-Graduação em Direito, Conteudista de material didático em história para ensino fundamental e médio. Links para CV:https://independent.academia.edu/DWobetodeAraujohttps://lattes.cnpq.br/ ID Lattes: 4434684980998734 SIMONE SPOLADORE - NARRADORA Nascida em Curitiba, aos 8 anos entrou na Escola de Dança do Teatro Guaíra onde ficou até os 16 anos praticando dança clássica. Foi com essa idade que fez sua estreia profissional no teatro, trabalhou com importantes diretores como Fernando Kinas, Felipe Hirsh, Marcio Abreu, Aderbal Freire Filho. Em 2012, Interpretou Maggie de Depois da Queda de Arthur Miller com direção de Felipe Vidal e em 2023, protagonizou O Tempo e a Sala de Botho Strauss com direção de Leandro Daniel. Faz sua estreia no cinema em Lavoura Arcaica, trabalhando em mais de trinta filmes, entre eles: Desmundo de Alan Fresnot, Elvis e Madona de Marcelo Laffite, Sudoeste de Eduardo Nunes, A Memória que me contam de Lúcia Murat, O Livro dos Prazeres de Marcela Lordy, Aos Pedaços de Ruy Guerra, Leme do Destino de Julio Bressane. Com a diretora Helena Ignez fez 4 filmes: O Poder dos Afetos e Ralé. Seus últimos trabalhos na TV foram Éramos Seis da TV Globo e Cidade Invisível da Netflix. Atuou em filmes como A Canção de Baal, A Volta do Bandido da Luz Vermelha ULISSES GALETTO DE MORAES - MONTAGEM, MIXAGEM E TRILHA ORIGINAL - Doutor em História pela Universidade Federal do Paraná, com o tema "Políticas Públicas para o Cinema e Audiovisual";- Mestre em História pela mesma Universidade com o tema "Políticas Públicas e Produção de Música Popular em Curitiba – 1971 a 1983";- Graduação em História, também pela UFPR. - Compositor e arranjador;- Músico e produtor cultural;- Design de som para cinema e TV;- Produtor musical (técnico de gravação, mixagem e masterização);- Professor universitário – FAP / UNESPAR nas áreas de legislação cultural, design de som, acessibilidade (audiodescrição), produção cultural e música. - Atuação como músico, compositor e produtor executivo na "Grupo FATO - Turnê Paraná", com shows em 9 cidades do Estado (2023 e 2024); - Atuação como músico, compositor e produtor executivo na "Grupo FATO - Turnê Mercosul", (Buenos Aires, Montevidéu, Porto Alegre e Curitiba, 2022); - Composições, arranjos e produção executiva do show "Claro_Movimento", do Grupo FATO, que estreou em 20 de abril de 2022 em Buenos Aires, depois seguiu para, Montevidéu (24/04), Porto Alegre (27/04) e Curitiba (de 4 a 7 de maio);- Composições, arranjos, gravações adicionais, edição, mixagem e masterização do CD "Claro_Movimento", do Grupo FATO, lançado em abril de 2020;- Design de som (edição e mixagem): longas metragens: "Mulheres Indígenas da BR277", direção Taylla Sirino (Curitiba, 2024); "Aldeia Natal", de Guto Pasko (Curitiba, 2023); "Franco no Trem do Medo", de Salete Sirino (Curitiba, 2023). Série de ficção: "Poing" (13 EPs), direção de Paulo Munhoz (Curitiba, 2024); "Frequência Positiva" (13 EPs), direção de Eduardo Nunes (Rio de Janeiro, 2019). Médias metragens: "Geração Cinemateca", de Miriam Karam (Curitiba, 2022); "Rádio Educativa do Paraná", de Geraldo Piolli (Curitiba, 2022). Curtas metragens: "Areia", de Ive Machado (Curitiba, 2024); "Um lugar bem distante", de João Castelo Branco (Curitiba, 2022).- Finalização (edição e mixagem) do DVD/CD "+ Próximo", do Grupo FATO, com participação de Alexandre Nero, João Cavalcanti, Maurício Pereira e Pedro Luís;- Produção executiva: projeto PARANATAMANCALHA – 2014 a 2016; CD "Próximo" – 2014 a 2015; "DVD "FATO da Tamancalha ao Sampler" – 2012; todos com o Grupo FATO;- Shows: "Grupo FATO + Pedro Luís" – Teatro SESI Curitiba (PR); "Grupo FATO + Mauricio Pereira" – Teatro Itaú Cultural São Paulo (SP); "Grupo FAO + João Cavalcanti e Alexandre Nero" – Teatro BNDES Rio de Janeiro (RJ).INFORME SOBRE PRODUÇÕES CULTURAIS- Como músico, arranjador e produtor executivo, no show "Claro_Movimento", do Grupo FATO, que estreou em abril de 2022, com consequente Turnê Mercosul (Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre), em abril de 2022 e Turnê Paraná, entre 2023 e 2024, com shows em Curitiba e interior do Estado;- No cinema, trabalhou como designer de som nos longas-metragens "Mulheres Indígenas da BR277", direção Taylla Sirino (Curitiba, 2024); "Franco no Trem do Medo", de Salete Machado (2023); "Aldeia Natal", de Guto Pasko (2022);; "Uma morte qualquer", de Juliana Sanson (2018); "Alex Camera 10", de Caue Serur (2018); "Travessias", de Salete Machado (2015); A Linha Fria do Horizonte, de Luciano Coelho (2014), Curitiba Zero Grau, de Eloi Pires Ferreira (2009), Era uma vez (Breno Silveira) e Lula o filho do Brasil (Luiz Carlos Barreto); e nas séries "Frequência Positiva" (2020), e "Filhos do Carnaval" (HBO) e "Som e Fúria" (Rede Globo), ambas da produtora O2, além de dezenas de médias e curtas metragens.- Como produtor musical, técnico de gravação, editor e mixador: "Claro_Movimento" (2020), "+ Próximo" (2018), "Próximo" (2014); "FATO da Tamancalha ao Sampler" (2012); "MUSICAPRAGEADA" (2006); "Oquelatá Vivo" (2002); "Lilah, e Wandula", de Edith de Camargo (2001); Antara (2000).- Como escritor, publicou os seguintes livros: "O Sentido do Som" (Appris, 2021), "Leis de Incentivo e Sistemas Colaborativos de Financiamento" (Editora Intersaberes, 2017, 1˚ Edição e 2023, 2˚ Edição); "A Construção da Modernidade" (Annablume, 2009). - Integrante dos grupos Acordança (1990 a 1992); Ímpar Perfeito (1990 a 1993) e FATO (www.fato.org) de 1994 até os dias atuais, atuando como músico, arranjador, compositor, produtor executivo, técnico de gravação, edição e mixagem dos CDs fato (1995), Fogo Mordido (1996), Oquelatá Quelateje (2000), Oquelatá VIVO (2002) e MUSICAPRAGEADA (2006), FATO da Tamancalha ao Sampler (2012), Próximo (2014) e + Próximo (2018), além de 13 shows, três videoclipes e apresentações por todo o Brasil. Destacam-se também o espetáculo Concerto para Curitiba, com a Orquestra Sinfônica do Paraná e apresentações em Paris, França, no evento Ano do Brasil na França. Em 2006, também assinou a direção musical do show Respiro, de Michelle Pucci, entre outros.- Composição de dezenas trilhas sonoras para teatro desde 1993, destacando-se "Menestrel Conta Imigração no Paraná" (2019) e "Malaika e os Elefantes" (2020), ambos de Marcello Karagosk; "A Casa de Bernarda Alba" (1993) de Federico Garcia Lorca, com direção de Sandra Pires; "O Rei que ficou cego" (2002), de Ricardo Azevedo, com direção de Marcello Santos e Sônia Viegas; "Tainahakã – a estrela Vésper" (2001), de Marilda Chautard; "Pluft, o fantasminha" (2001), de Maria Clara Machado, "Boti – uma aventura no planeta água" (2002), de Paulo Afonso de Souza Castro, "João e Maria", "Margarida Curiosa" (2005), "Encanta Brasil" e "Eu, Joana" (2007), com direção de Manoel Kobachuk; "O vôo do poeta", balé do Corpo de Baile do Teatro Guaíra – G2 e "O Corcunda de Notre Dame" (2005), com direção de Mario Shoenberg e Enéas Lour, dentre dezenas de outras. - Organizador, em parceria com Débora Opolski e Demian Garcia, do Simpósito "Design de Som: procedimentos e criação", realizado nos anos de 2017, 2018, 2019, 2021, 2023 e 2024, no Seminário Nacional Cinema em Perspectiva da Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR;- Publicação de artigo e participação como palestrante no "VII Seminário Internacional de Políticas Culturais" – Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro (RJ) – 17 a 20 de maio de 2016 SANDOVAL MATHEUS POLETTO - ROTEIRO E DIREÇÃO CRIATIVA Jornalista, redator, roteirista, cronista, assessor de imprensa * Roteirista documentário "A construção de um novo mundo", do edital Paulo Gustavo* Autor da peça "A Fronteira", durante o Núcleo de Dramaturgia do Sesi/PR, em 2019.* Autor do livro "O Jornalismo e as Fake News", publicado pela Positivo Soluções Didáticas.* Autor de mais de 90 crônicas publicadas no jornal Plural do início de 2019 até o fim de 2021. * Assessoria e redação para projetos da CUT Brasil.* Roteiros para o canal do Youtube Meteoro Brasil.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.