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O projeto propõe a produção de média metragem documental com aproximadamente 30 minutos de duração, em qualidade 4K para resgatar e registrar a história e a evolução dos polos têxteis catarinenses, destacando seu impacto na moda como expressão artística e cultural em Santa Catarina e no Brasil.
Moda Brasil/SC : nas tramas dessa história mergulha nas raízes da indústria têxtil, resgatando memórias de processos produtivos, tradições artesanais e inovações que marcaram a evolução do segmento e seguem em plena expansão. A produção traz depoimentos de designers, estilistas, historiadores, trabalhadores e empresários, criando uma narrativa envolvente que conecta o passado ao presente, ao mesmo tempo em que reflete sobre os impactos da globalização, a relevância do resgate e preservação histórico/cultural, aliados aos contextos de sustentabilidade.
Geral: Produzir documentário em média metragem com propósito de resgate histórico e cultural a partir da abordagem da história, tradições têxteis trazidas pelos colonizadores, a evolução tecnológica, a sustentabilidade e o impacto dos polos têxteis na moda e cultura de Santa Catarina e no Brasil. Específicos: · Realizar pesquisa histórica por meio de pelo menos 10 entrevistas com especialistas da área e profissionais; · Documentar em 1 audiovisual esse resgate com gravações de pelos menos 5 entrevistados , dramatizações e documentos de arquivo para sistematizar a narrativa e promover o resgate histórico e cultural da moda e indústria têxtil em SC; · Destacar por meio do audiovisual a moda como expressão cultural e forma de preservação histórica, valorizando o conhecimento transmitido por gerações e as práticas artesanais que ainda resistem no estado; · Evidenciar o impacto econômico e social da indústria têxtil em Santa Catarina, mostrando como o setor influencia a identidade e a economia local; · Promover a fruição sobre o papel da moda na formação identitária do povo catarinense e brasileiro.
Desde o surgimento dos primeiros polos têxteis até os dias atuais, a moda no Brasil se mostra como uma expressão estética e artística cheia de personalidade. Tem sido uma forma de resistência, adaptação e inovação, refletindo a diversidade e a riqueza cultural do país. Mais do que uma expressão estética, a moda é um reflexo da cultura, da história e da identidade de um povo. Em Santa Catarina, a indústria têxtil e de confecções não apenas impulsionam a economia, sendo uma das principais fontes de geração de renda do estado, mas também carrega consigo uma rica tradição cultural, influenciada por uma diversidade étnica e histórica. Colonizadores alemães, italianos, poloneses e açorianos trouxeram técnicas têxteis, padrões estéticos e tradições que, ao longo do tempo, se fundiram com a cultura local, criando novas identidades e fortalecendo a produção de moda catarinense. Cada região do estado possui características únicas que influenciam a produção de moda. No Vale do Itajaí por exemplo, destaca-se a tradição do jeans e das malhas, com inovações tecnológicas que ganham relevância no mercado internacional. No litoral, a moda praia se reinventa constantemente, buscando inspiração na sustentabilidade e na cultura das comunidades pesqueiras, onde mulheres artesãs transformam subprodutos da pesca em peças criativas. O documentário Moda Brasil/SC: Nas tramas dessa história, revisita as técnicas têxteis trazidas pelos colonizadores e explora a evolução dos processos, materiais, indústrias e conceitos sustentáveis que compõem o setor têxtil catarinense. A produção audiovisual trará entrevistas e registros que destacam como a moda alia estética, funcionalidade e sustentabilidade, construindo coleções que narram a história do estado e do país. A abordagem estética trará uma concepção exploratória e expositiva a partir dos depoimentos direcionados a responder questões que esclarecem a trajetória do contexto, seus desafios, evoluções, inspirações e impactos. Empregando depoimentos e imagens de apoio em locações como fábricas, ateliês, estúdios, desfiles , além de documentação fotográfica histórica e dramatizações pontuais. O documentário terá uma narrativa linear , fundamentalmente a partir de depoimentos com a interlocução da direção em busca de conhecer e reconhecer essa trajetória. Com uma fotografia quente e acolhedora usará recursos da luz e efeitos para conduzir o espectador a tempos passados. A edição e montagem seguirá a proposta da linearidade e exposição de ideias articuladas ao tema do episódio. A trilha sonora irá mesclar momentos de suavidade para os momentos nostálgicos com outros de intensidade _ conforme a narrativa evolui para questões relacionadas ao futuro. Ao longo da narrativa o espectador irá acompanhar os relatos dos atores sociais com as provocações assertivas da direção , empregando também cenas de apoio captadas nos espaços relacionados as temáticas abordadas e dramatizações. Essas serão o diferencial da proposta que vai ilustrar a narrativa e aplicar o conceito estético pretendido - com uma fotografia que evidencia a nostalgia nas dramatizações valorizando equiapamentos empregados nas indústrias em épocas passadas, bem como figurinos. O design de áudio da produção também seguirá a proposta dessa estética junto a proposta de edição que com a finalização de cor chegará ao resultado esperado. Compreende-se que o projeto MODA Brasil/SC: Nas tramas dessa história , atende à Lei 8.313/91, ao propor o resgate, a preservação e a difusão da cultura da moda brasileira e catarinense, e está alinhado aos seguintes incisos do artigo 3º da norma: · II - Preservação do patrimônio cultural brasileiro: ao documentar a história da moda, o projeto contribui para a salvaguarda do patrimônio imaterial vinculado às técnicas e tradições têxteis; · III - Produção e difusão de bens culturais: promove a criação de conteúdo audiovisual acessível, ampliando o conhecimento sobre a história da moda no Brasil; · IV - Formação e valorização de recursos humanos na área cultural: o projeto envolverá profissionais e estudantes de moda, história e audiovisual, incentivando novos talentos e fortalecendo a cadeia produtiva do setor; · V - Descentralização da produção cultural e desenvolvimento regional: ao destacar diferentes polos têxteis, o projeto amplia o acesso à cultura e fomenta o desenvolvimento regional. A produção do média metragem Moda Brasil/SC: Nas tramas dessa história é uma iniciativa essencial para a documentação e valorização da história da moda catarinense. O projeto não apenas celebra o passado, mas também inspira o futuro ao mostrar a moda como um agente de transformação cultural, econômico e social. Assim, entendemos a relevância da Lei Rouanet como um mecanismo fundamental para viabilizar sua execução, garantindo a geração de renda para os profissionais envolvidos e a preservação de um setor de forte impacto nas questões econômicas do país e essencial para a identidade cultural de Santa Catarina e do Brasil. Diante do exposto, o projeto está alinhado tanto à preservação da memória cultural quanto à promoção e difusão da produção cultural acessível, inclusiva e educativa.
Argumento A abordagem combina registros documentais e entrevistas com dramatizações pontuais, filmadas prioritariamente em centros de memória, museus e fábricas históricas. As dramatizações têm função pedagógica e estética: tornam visíveis processos técnicos, traduzem conflitos históricos e humanizam dados econômicos, sem substituir a dimensão factual do relato. A linguagem do documentário traz o expositivo – exploratório a partir da escuta de personagens que vão de empresários, a historiadores , contemplando as memórias de operários e designer em um tom didático/poético. A presença da direção será no sentido de instigar as memorias para articular a narrativa. Trama fios – como uma metáfora a ser usada no desenvolvimento narrativo . Começamos com o gesto de entrelaçar o fio a partir de mãos de várias épocas... artesanal X industrial.... e na tramas que ea história via sendo construída com as memórias Na dramatização para um prologo ( ambientação em uma atmosfera que será replicada com as questões históricas.... continuidade visual com os proximos docs) – aliar o passado e a modernidade, a industrialização com o artesanal . · O que a industria textil catarinense traz do passado. A estrutura deve seguir a cronologia histórica / contrapontos – com os flashbacks dramatizados quando necessário para compreensão Eixos: o Origem- colônia/império ( teares sendo trazidos em navios , sendo escondidos.... queima dos teares – dramatização) o Nascimento da industria em SC – imigrantes - podemos valorizar os teares artesanais.... surgimentos nas casas ...o No museu hering – recriar uma antiga fábrica, com operários da época....)o Os desafios enfrentados para a Industria textil se consolidar.... o O artesanato da renda de bilro – espaço conquistado o O deslocamento do textil para a confecção ( 1980)o A formação superior/ técnica – os designerso Práticas e desafios sustentáveis / moda circular Pesquisa - P.I1 - A Evolução da Indústria Têxtil no Brasil (Período Colonial ao Final do Século XIX)A trajetória da indústria têxtil no Brasil remonta ao período anterior à colonização portuguesa, quando a prática da tecelagem já se encontrava amplamente difundida entre os povos indígenas. Utilizando fibras vegetais, especialmente o algodão nativo, essas populações produziam artefatos fundamentais para o cotidiano, como redes, mantas e vestimentas, evidenciando um saber técnico consolidado e culturalmente significativo. Os primeiros registros escritos dessa produção aparecem já no momento do contato europeu, como na carta de Pero Vaz de Caminha, que descreve o uso de tecidos e redes no interior das habitações indígenas, confirmando a existência de uma atividade têxtil organizada antes da colonização.Com a ocupação portuguesa, o cultivo do algodão ganhou maior relevância econômica, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. A atuação dos missionários jesuítas foi decisiva nesse processo, pois, ao organizarem os povos indígenas, introduziram novas técnicas de produção, como rendas e bordados, integrando esses saberes à dinâmica colonial. Entre o final do século XVIII e o início do XIX, essa produção passou a atender à crescente demanda do mercado externo, especialmente da Inglaterra, em plena Revolução Industrial. Esse contexto marcou a incorporação de uma prática local, baseada em conhecimentos tradicionais, a um sistema mercantil global, no qual a produção passou a ser orientada pelas exigências do mercado internacional.Apesar dessa base produtiva e da abundância de matéria-prima, a política colonial portuguesa impôs severas restrições ao desenvolvimento industrial no Brasil. Orientada por princípios mercantilistas, a Coroa buscava manter a colônia como fornecedora de produtos primários e consumidora de manufaturados europeus. O principal instrumento dessa política foi o Alvará de 1785, que determinou o fechamento e a proibição das fábricas têxteis na colônia, sob a justificativa de evitar o desvio de mão de obra das atividades agrícolas e mineradoras. A única exceção permitida foi a produção de tecidos grosseiros destinados ao vestuário da população escravizada e ao acondicionamento de mercadorias, evidenciando o caráter pragmático, e não industrializante, da medida.Esse quadro começou a se modificar a partir de 1808, com a transferência da Corte portuguesa para o Brasil. A revogação do Alvará de 1785 e a abertura dos portos criaram condições legais para a instalação de manufaturas. Contudo, tais avanços foram limitados pelo Tratado de Cooperação e Amizade de 1810, firmado com a Inglaterra, que estabeleceu tarifas alfandegárias extremamente baixas para os produtos ingleses. Essa política favoreceu a importação de tecidos estrangeiros, de menor custo e melhor qualidade, dificultando a consolidação das manufaturas nacionais e mantendo a indústria têxtil em posição marginal ao longo do período imperial.Um ponto de inflexão ocorreu com a promulgação da Tarifa Alves Branco, em 1844. Embora concebida como uma medida fiscal para equilibrar as contas públicas, a elevação das tarifas de importação acabou funcionando como um mecanismo indireto de proteção à produção nacional. Ao encarecer os produtos estrangeiros, a tarifa estimulou o crescimento da indústria interna e favoreceu investimentos no setor têxtil. Medidas complementares, como a isenção de impostos para a importação de máquinas, contribuíram para a modernização das fábricas e para a ampliação da capacidade produtiva.A partir da segunda metade do século XIX, a indústria têxtil brasileira entrou em uma fase de consolidação e expansão. Inicialmente, a Bahia destacou-se como o principal polo industrial, beneficiada pela abundância de algodão, pela disponibilidade de mão de obra e pela existência de fontes de energia hidráulica. Posteriormente, o eixo produtivo deslocou-se para a região Centro-Sul, especialmente para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, impulsionado pela expansão da malha ferroviária, que facilitou o transporte de matérias-primas e a distribuição dos produtos.O crescimento do setor foi sustentado por diversos fatores, como o acesso ao crédito, a formação de sociedades anônimas, a incorporação de mão de obra especializada estrangeira e a adoção de novas tecnologias. Houve também uma transição nas fontes de energia, com a substituição gradual da força hidráulica pelo vapor, o que ampliou a capacidade produtiva das fábricas. Dados estatísticos do período evidenciam essa expansão, com aumento significativo no número de estabelecimentos, teares e trabalhadores empregados.Ao final do século XIX, a indústria têxtil brasileira apresentava não apenas crescimento quantitativo, mas também diversificação regional, com a instalação de fábricas no Sul do país, destacando-se iniciativas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Em Santa Catarina, a consolidação inicial da indústria têxtil ocorreu a partir da atuação de empresas pioneiras fundadas no final do século XIX, responsáveis por estruturar uma base produtiva regional sólida. Destacam-se a Comercial Gebrüder Hering, fundada em 1880 em Blumenau; a Roeder, Karsten & Hadlich, criada em 1882, também em Blumenau; a Döhler, fundada em 1881 em Joinville; e a E. von Buettner & Cia, fábrica de bordados instalada em 1898 em Brusque. A implantação dessas indústrias foi decisiva para a consolidação do Vale do Itajaí e do Norte do estado como importantes polos da indústria têxtil brasileira ao final do século XIX, evidenciando o papel estratégico dessas regiões no processo de industrialização catarinense e sua inserção no cenário nacional. ENTREVISTAS: Renato Riffel e Darlan Jevaer SchmidtPLano de Mídia: ações digitais e offline: Criação de perfil em redes sociais: publicações em carrosseis com imagens e fatos sobre a temática . Stories diários com making of. Publicação convite lançamento do documentário em jornal local / outdors / bus dor assessoria de imprensa - entrevistas em radios e tvs regionais
Média metragem documental histórico /cultural digital em 4K ( ultra HD – 3840 x2160) , com aproximadamente 30 minutos de duração. Proporção de tela - 16:9Master de preservação - Arquivo digital em 4K conforme difinido em normativa Versão para exibição pública e festivaisFull HD (1920x1080)Formato: .MP4 (H.264 ou H.265)
O documentário terá versão com audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e tradução para LIBRAS. Além disso, a tipografia será legível e contrastada. As exibições públicas serão realizadas em locais com acessibilidade física completa com banheiros adaptados, rampas e guias táteis e profissionais preparadaos para atender demandas de acessibilidade.
O documentário será lançado em 4 sessões com exibições públicas nos polos têxteis do Brasil e terá exibição online na internet durante 60 dias com versão acessivel em libras e audiodescrição. Com vistas a responsabilidade social, propomos como ação nesse sentido ( contrapartida), formação técnica para público de até 15 jovens mulheres em vulnerabilidade social, a partir do curso " Moda, Identidade Cultural e Upcycling" com o objetivo de capacitar jovens a compreender e valorizar a diversidade cultural brasileira através da moda, promovendo também habilidades de produção sustentável e empreendedorismo. Trata-se de oficina com carga-horária de 8 horas/aula para até 15 alunas selecionadas a partir de inscrição em formulário especifico : considerando critérios de vulnerabilidade social, apontadas pela secretaria de desenvolvimento e assistencia social do polo têxtil que irá sediar a atividade. Para tanto teremos como parceiros empresas e professores de cursos de Moda como a Univali - Universidade do Vale do Itajai. O curso terá em seu conteúdo questões sobre conceitos de moda, moda sustentável, identidade cultural, processo criativo, upcycling X reciclagem, materiais e técnicas, noções de costura e empreendedorismo com orientações para a criação e um plano de negócios na área da moda sustentável a partir do upcycling.
• Coordenação do Projeto/ Produção Executiva : Denise Serafini Graduada em Comunicação Social: Rádio, TV e Vídeo, especialista em EAD e mestre em Educação, com sua pesquisa em torno da Linguagem Audiovisual nos processos educativos. Há mais de 20 anos atua com comunicação, audiovisual e cultura. Atuou no rádio e TV como locutora, repórter, editora e apresentadora ( RBSTV Erechim – Passo Fundo e Santa Maria) e UPF TV /Canal Futura, onde atuou na produção e direção de dezenas de programas documentais e reportagens especiais, entre elas a premiada “ A extensão rural no RS” / EMATER. Âncora de TJ com prêmio destaque ( RBS TV em 1998, 1999 e 2000).Como professora universitária atua nas disciplinas que envolvem comunicação e expressão, redação, jornalismo audiovisual, produção cultural/ audiovisual, documentário e Projeto Comunitário de Extensão Universitária. Atuou como coordenadora dos cursos de Produção Audiovisual e de Fotografia da UNIVALI de 2015 a 2022. Os projetos profissionais envolvem a produção executiva, produção geral, direção, roteiro e montagem de documentários realizados a partir de leis de fomento, premiações e patrocínios diretos. Entre seus trabalhos estão os documentários Expedições à Cidade Shnneburg ( 2013) Vozes do Meu Vale (2027) GUABIRUBA ( 2022) FENARRECO - A história mais gostosa do Brasil ( 2023) - todos viabilização pela Lei de Incentivo à Cultura. Diretora, produtora executiva e roteiritsa do projeto documentários Histórias da Gente - contemplado pela Lei Paulo Gustavo ( FCBC - em Balneário Camboriu-SC). • Direção : Darlan Jorge Serafini Natural de Erechim, RS é formado em Ciências da Computação pela URI – Universidade Regional do Alto Uruguai e das Missões e possui MBA em Gestão Empresarial pela UNIVEL – Universidade de Cascavel - PR. Trabalha com edição e produção de vídeo a mais de 19 anos e a 18 é proprietário da Prime Filmes Ltda, produtora de vídeo situada na cidade de Brusque, Santa Catarina, especializada em produção de vídeos institucionais, publicitários e Documentários.Trabalhou como Diretor do Documentário “EXPEDIÇÕES À CIDADE SCHNEEBURG” aprovado pela Lei Rouanet e produzido em 2013.Diretor do DOC “VOZES DO MEU VALE”, aprovado pela Lei Rouanet e lançado em 2017 com exibição em sala de cinema no município de Brusque. Diretor do Curta “NAS MÃOS DE DEUS” produzido em 2014, com Co-produção de Saulo Adami. Concorreu a Melhor Curta no Concurso Johnnie Walker.Atuou como Diretor e Produtor do Curta “CARTAS DA PRISÃO”, produzido em 2017. Diretor do Curta “AYRES GEVAERD”, aprovado pelo Edital da Fundação Cultural do Município de Brusque, Santa Catarina e produzido em 2017.Atuou como Diretor do Documentários “Quando as Águas Baixaram” aprovado pela Lei Rouanet e lançado em 2019 com exibição em sala de cinema no município de Brusque. Atuou como produtor executivo do Documentário “GUABIRUBA” Produzido em 2021. • Edição/ Direção de Fotografia : Juliano Freitas Graduando em Produção Audiovisual na Universidade do Vale do Itajaí, campus Itajaí. Atuou em diversas produções de publicidade e cinematográficas. Foi 2º assistente de câmera no curta-metragem Eles Não São Estrangeiros do diretor Pedro Bughay, o qual foi realizado pela Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú, e, posteriormente selecionado no 27º Festival Cine PE. Roteirista, diretor e finalizador do videoclipe Colateral (2022). Atuou como 2º operador de câmera, editor e finalizador do documentário A Cidade que um País Esqueceu (2022) e como assistente de câmera e assistente de montagem no documentário Fenarreco: a história mais gostosa do Brasil (2022). Ambos, projetos patrocinados pelo Governo Federal por meio da lei ROUANET. Foi assistente de som no curta-metragem de ficção intitulado Luz e Sombra - O Filme (2022), vencedor do primeiro lugar no Concurso nº 001/2022 FCG, viabilizado pelo 10º Edital de Chamamento Público nº 001/2022 da Fundação Cultural de Guabiruba. Roteirista, diretor, diretor de Fotografia, editor e finalizador no curta-metragem de ficção O Último Toque (2023). Finalizador no curta-metragem de ficção O Sol Vai Brilhar (2023), vencedor do Prêmio Municipal de Apoio à Cultura Wilson Dos Santos. Diretor de Fotografia, Editor e Finalizador na web série Guabiruba: ontem - hoje - amanhã, projeto aprovado pelo Governo Federal por meio da lei ROUANET, que está em fase de pós-produção e será finalizado ainda em 2023. • Produção : Caroline Hilbert Graduada em Produção Audiovisual na Universidade do Vale do Itajaí. Atuou em diversas produções de publicidade e cinematográficas. Alguns projetos que participou: assistente de fotografia na gravação de DVD da cantora Bruna Caram, feito em São Paulo (2019) pela produtora Monstera. Assistente de direção de arte e assistente na prestação de contas no média-metragem chamado As Paredes Falam (2020), do diretor Sérgio Azevedo. Roteirista e diretora do curta-metragem experimental de conclusão de curso, Humanidade (2021). Assistente de produção nos documentários Fenarreco: a história mais gostosa do Brasil (2022) e A Cidade que um País Esqueceu (2022), projetos patrocinados pelo Governo Federal por meio da lei ROUANET. Assistente de produção e montadora do curta-metragem de ficção intitulado Luz e Sombra - O Filme (2022), vencedor do primeiro lugar no Concurso nº 001/2022 FCG, viabilizado pelo 10º Edital de Chamamento Público nº 001/2022 da Fundação Cultural de Guabiruba. Diretora de produção no curta-metragem de ficção O Último Toque (2023). Diretora de produção no curta-metragem de ficção O Sol Vai Brilhar (2023), vencedor do Prêmio Municipal de Apoio à Cultura Wilson dos Santos. Diretora de produção e Assistente de Direção na web série Guabiruba: ontem - hoje - amanhã, projeto aprovado pelo Governo Federal por meio da lei ROUANET, que está em fase de pós-produção e será finalizado no ano de 2024. * Roteirista : Kristel Kardeal Kristel Kardeal é cineasta e escritora. Bacharel em Cinema pela UFSC com honra ao mérito e especializada em roteiro pela Universidade de Montréal e Academia Internacional de Cinema. Com mais de 50 roteiros produzidos, teve obras premiadas no Brasil, Índia, EUA e França. Entre seus principais trabalhos estão o curta “E aí, Campeão?”, as séries de ficção “Medievália” (Prime Box) e “Rainhas das Águas” (Canal Futura), e o longa “Máfia do Crochê” (Prêmio ECM, SAPCINE, MAEF, Bolsa Ibermedia, Prêmio Catarinense de Cinema). Já participou dos principais eventos e laboratórios do setor, como Rio2C, BrLab, FAM e FRAPA, tanto como participante quanto como player. Publicou dois livros, Imagenações (Prêmio Elisabete Anderle e semifinalista do prêmio Jabuti) e A Mulher que Morreu Gritando (Lançado na FLIP). Atua também com o júri e ministra palestras sobre roteiro e adaptação cinematográfica em universidades e eventos culturais, incluindo o Encontro Nacional de Escritoras 2024 ou a Semana Internacional do Cinema da PUC -SP 2026. Acredita sobretudo na arte como forma de reflexão e resistência. * Consultor/ Pesquisador : Renato Riffel Mestre em História (PPGH/UDESC), Especialista em Moda (CEART/UDESC) e Licenciatura em História, desenvolve pesquisas sobre história da moda, moda e gênero, moda e patrimônio e educação patrimonial. Tem experiência na área de desenvolvimento de produtos de moda e no campo da conservação e salvaguarda de artigos têxteis e de moda, com atividades de curadoria e montagem de exposições e também na área de patrimônio histórico e cultural. Desde 2011 é professor da UNIVALI - Universidade do Vale do Itajaí, onde leciona disciplinas na área de história e onde coordena os cursos de Design e Design de Moda. Coordenou a Modateca da instituição entre 2020 e 2022, exercendo atividades de conservação e catalogação de artigos de moda, tendo realizado a curadoria e montagem de mais de 30 exposições temáticas.
Análise técnica concluída