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GUIANÇA é um documentário de média - metragem (até 70 min) sobre a relação entre pessoas com deficiência visual e cães-guias, mostrando como esse encontro pode criar novos modos de estar no mundo. A temática é desconhecida da maior parte da população, por isso, é um projeto inovador. Com uma abordagem intimista e poética, o doc contará com entrevistas, imagens do treinamento e convivência, cuidados, comportamentos e reações, mostrando a linguagem criada entre as espécies e provocando uma experiência sensorial no espectador. Além da produção do documentário, o projeto abrange a exibição do filme em 6 escolas públicas e 1 comunidade na cidade do Rio de Janeiro, além de exibição para patrocinadores, seguidas por debate com a diretora. O documentário se destina à um público de várias faixas etárias, culturas e classes socioeconômicas e, em especial, às pessoas com deficiência visual. O projeto é inclusivo e terá várias formas de acessibilidade.
GUIANÇA Dizem que toda vez que acontece um encontro perfeito entre um cão-guia e um cego, em algum lugar do mundo nasce um ser capaz de inventar uma coisa que nunca existiu antes. Este filme é sobre a fertilidade deste encontro e as coisas incríveis que dele nascem. O Brasil tem 7 milhões de pessoas com alguma deficiência visual e menos de 200 cães-guias. Queremos falar sobre como o encontro entre estas minorias cria novos modos de estar no mundo. Aqui a parceira humano-animal entre pessoas cegas e seus cães-guias é um encontro simbiótico entre espécies companheiras que nos faz refletir sobre as relações de co-dependência, enquanto repensa temas como acessibilidade e inclusão. O documentário conta as histórias de três pessoas cegas que tiveram suas vidas transformadas no encontro com seus cães-guias. Acompanharemos diferentes momentos da vida de Claudine, Camila, Jonas e seus cães: o treinamento, o encontro entre os parceiros, o delicado e longo período de adaptação, as descobertas que nascem na convivência, a sintonia criada entre as espécies, os cuidados, a amizade que se fortalece ao longo dos anos juntos, a velhice e a aposentadoria do animal, as despedidas e os ciclos que se renovam. Afeto, amor, companheirismo, o gesto de cuidar e o abandonar-se aos cuidados do outro. Estes são aspectos que queremos explorar com profundidade e delicadeza neste filme. Personagens · Camila e os cães Puca, Astor e Pix Ainda criança Camila começou a apresentar sintomas da doença degenerativa que a deixou totalmente cega aos 15 anos. Aos 18 veio para o Rio de Janeiro estudar psicologia. Tendo conhecido desde cedo as barreiras que a diversidade traz, física, mas principalmente sociais, Camila iniciou um percurso de reabilitação no Instituto Benjamin Constant, onde aprendeu a andar de bengala, a pegar ônibus e a realizar tarefas domésticas. Após 2 anos veio a oportunidade de realizar o sonho de conviver com um cão-guia, a cadela Puca treinada especialmente para ela. Junto com Puca veio a segurança e a maior autonomia. "Ela me trouxe de volta o meu tempo. Eu não precisava mais pedir para outras pessoas me levarem ao banheiro, à praia, sair para passear. Eu passei a ter uma relação com lazer e prazer. Antes com a bengala era tudo uma luta. Com Puca eu passei a acordar e ter vontade de dar uma volta!" Depois de 7 anos Puca teve uma catarata que também a deixou cega em pouco tempo, obrigando-a a se “aposentar”. A namorada de Camila tentou assumir os cuidados com o animal para que ela pudesse se dedicar ao período de adaptação ao novo cão-guia, mas Camila quis cuidar de Puca pessoalmente. A inversão dos papéis entre elas criou uma série de mudanças na rotina da família, e também no modo de perceber o significado do que é útil, daquilo que fazemos simplesmente para "facilitar nossa vida", e do que, apesar de todas as dificuldades, é cuidar do outro e buscar o seu bem estar. Com Puca aposentada e cega em casa, Camila recebeu Astor, seu segundo cão-guia, que viveu com ela por 8 anos até morrer. Agora Camila está se adaptando ao seu novo cão, Pix. · Jonas e os cães Zuca e Trevor O músico Jonas também ficou cego gradualmente por causa de uma doença degenerativa, e na adolescência já não via mais. Para ele, que nunca se sentiu à vontade com a bengala, o convívio com seu primeiro cão-guia, Zuca, foi transformador. Zuca, sempre entusiasmada e cheia de energia, possibilitou que o espírito aventureiro de Jonas se realizasse, e ele começou a praticar esportes como escalada e vela. Juntos até subiram no pódio de uma regata no Rio. Quando Zuca ficou velha e cega e se aposentou, chegou Trevor, que assumiu a guia. Os três passaram a conviver, cada um com seu papel, e entre eles a amizade e o companheirismo. Com Trevor Jonas iniciou seus estudos de música, e em sua formatura lá estava o parceiro Trevor. “Eu cuidava de Zuca e Trevor cuidava de mim. Ele me guiava nas minhas atividades, e depois eu saía sozinho com Zuca para guiá-la em seus breves passeios”. A morte de Zuca fechou um ciclo na vida de Jonas, que depois de alguns anos também perdeu Trevor de modo repentino. Mesmo de luto e muito triste, ele entrou de novo na lista de espera para um novo cão, consciente que uma nova fase vai se iniciar em sua vida. · Claudine e Vince Claudine desde os trinta anos conviveu com problemas na visão que se iniciaram após uma cirurgia mal feita, e ficou totalmente cego em idade já madura. Hoje, aos 74 anos, ele se tornou o cego mais idoso do Brasil a ter um cão guia. Viúvo, vive com uma das filhas, que até pouco tempo fazia tudo dentro de casa e o ajudava. Mas com a chegada de Vince Claudine diz querer recomeçar a ser mais ativo e independente. “Do Vince sou só eu quem vai cuidar, para sempre”. Além disso, ele que saía pouco e só pelas redondezas de casa, agora quer começar a dar mais passeios, pois “até agora, nesse breve período de adaptação, o que mais gostei foi poder caminhar mais rápido e confiante, e sentir de novo o vento em meu rosto”. O período de adaptação pode ser longo e difícil, a presença de um cão também exige mudanças em casa e nos hábitos, mas Claudine, como conta o treinador George, “está disposto a recomeçar como nenhum outro, ele já transformou muita coisa em sua vida antes mesmo da chegada de Vince, e também por isso eu soube que ele estava apto a receber o cão”. · George e seus cães George desde muito jovem decidiu ser um adestrador de cães, mas quando descobriu o papel de treinador de cães-guias sentiu-se imediatamente destinado àquele trabalho. Um trabalho que “aprendi sozinho, lendo, viajando, inventando, improvisando, tudo porque não existe no Brasil um curso deste tipo de adestramento”. Um trabalho pouco conhecido, na verdade mais que isso, um trabalho raríssimo. Mesmo porque, como ele explica, tudo no Brasil, e principalmente nas grandes cidades como o Rio de Janeiro, exige uma experiência que não se aprende na escola. “Os obstáculos de nossas cidades desconcertam os treinadores americanos e europeus. Nossos cães, mesmo sendo ainda poucos, são sem dúvida os mais bem preparados do mundo, pois precisam desenvolver muita criatividade e iniciativa”. George treinou todos os cães de Camila, de Jonas e o cão de Claudine, e atualmente está preparando 4 novos cães. Arco temporal Enquanto Camila enfrenta as dificuldades de se adaptar a um novo cão, Claudine (a pessoa cega mais idosa do Brasil a ter um cão-guia) está em treinamento para saber se está apto para receber Vince, seu primeiro cão-guia. O treinador George tem a difícil tarefa de ensinar-lhe a conduzir o cão e a confiar nele. Ao mesmo tempo George precisa se afastar afetivamente de Vince, que ele treinou por tantos meses. As dificuldades de Jonas são ainda mais desafiadoras, pois, muito triste, ainda está se recuperando da morte de seu cão Trevor, com quem dividia todos os seus momentos, desde o trabalho até as viagens e os esportes. Além disso Jonas, de novo na fila de espera para o próximo cão, está se readaptando à bengala, que não usava há muitos anos. Camila, apesar da experiencia de 8 anos com a cadela Puca, e mais 9 anos com Astor, conta que agora, com Pix, é como um recomeço: “estou tendo que reaprender tudo, e até esquecer o que eu já sabia, pois os cães são muito diferentes, e com isso sinto que até eu me torno diferente”. Depois de superar o primeiro treinamento, Claudine finalmente recebe Vince em casa, onde se inicia uma nova etapa de adaptação para os dois. Mas ele está confiante e contente, pois vislumbra a conquista de uma nova autonomia: “já sinto Vince como um amigo, pois ele em tão pouco tempo já fez tanto por mim e me trouxe tanta alegria”. Finalmente George entrega a Jonas seu terceiro cão-guia, Xis. A alegria é tanta, assim como os desafios. Jonas inicia um complexo período de adaptação, pois a personalidade do novo parceiro é muito diversa do que ele esperava. “Eu pensava que não teria mais surpresas com os cães, que já sabia tudo. E agora estou aqui tentando entender quem é este ser, e o que posso fazer para me comunicar melhor com ele.” Equanto isso Camila vive um momento de preocupações com a saúde de Pix, que não está muito bem. Ainda numa fase de adaptação, ela tenta descobrir o que Pix tem para poder ajudá-lo. Já Claudine, com a vida totalmente transformada, diz nunca ter se sentido tão vivo e feliz como agora, e nos mostra como Vince mudou suas pequenas e grandes rotinas. Em Niterói o treinador George treina outros filhotes, e nos ajuda a compreender quem são esses animais e como eles se tornam seres tão transformadores para os humanos que acompanham.
Objetivo geral GUIANÇA é um projeto de documentário original, que irá promover a reflexão sobre a importância da parceria entre as pessoas cegas e os cães guias, estimulando novos olhares sobre a deficiência visual, acessibilidade e inclusão. Objetivos específicos · Realizar 1 filme documentário de média metragem (de 50 à 70 min) focando nas relações entre Humanos e Animais, através do universo das pessoas cegas e cães guias. · Mostrar como a presença de um cão-guia pode enriquecer a vida de uma pessoa cega, como cão e humano podem tornar-se cúmplices de uma outra sensorialidade e como juntos podem criar uma nova linguagem. · Expandir a reflexão sobre a cegueira e os diversos modos de vivenciá-la, estimulando também o debate sobre diversidade e inclusão. · Utilizar uma abordagem intimista e poética, construída a partir de entrevistas, imagens do treinamento e do cotidiano da convivência, dos cuidados, comportamentos e reações, da linguagem criada entre as espécies, provocando uma experiência sensorial no espectador. · Atingir com o documentário, um público de várias faixas etárias, culturas e classes socioeconômicas. · Contribuir para a formação de plateia · A partir do caráter educativo e sensível do documentário, exibi-lo em 6 escolas da rede pública nas regiões da AP3 e AP4 do Município do Rio de Janeiro e 1 comunidade situada na AP2 (Vidigal) em parceria com a ONG Nós do Morro. Além disso, o projeto prevê 1 exibição para patrocinadores. Público estimado 600 pessoas (100 por escola), 200 pessoas na comunidade e 100 em local a combinar para os patrocinadores, totalizando 900 pessoas. ● Utilizar ferramentas de acessibilidade no projeto como: legendagem descritiva, audiodescrição, intérprete de libras nas exibições públicas com debate, local com acessibilidade para cadeirantes, etc
Guiança é um documentário importante e urgente. O Brasil tem 7 milhões de pessoas com alguma deficiência visual e menos de 200 cães-guias. O filme mostrará algumas minorias que vivem essa parceria humano-animal e nos fazem refletir sobre a co-dependência entre espécies, sobre acessibilidade e inclusão. As histórias entre pessoas cegas e seus cães são totalmente desconhecidas para a maior parte da população e esse é um dos grandes diferenciais deste projeto inovador. Mas mais do que informar, desejamos romper preconceitos, surpreendendo o público de modo poético e emocionante. Com o protagonismo de deficientes visuais e seus animais, o projeto é original e terá o Rio de Janeiro, com sua diversidade de pessoas e ambientes, como pano de fundo. A relevância do projeto é justificada também por mostrar como cão e humano podem criar incríveis recursos para ir além de suas limitações, como podem tornar-se cúmplices de uma outra sensorialidade, e como juntos podem criar uma nova linguagem que nos leva inclusive a questionar conceitos como deficiência, dependência e autonomia. As histórias dos personagens serão entrelaçadas em blocos temáticos: o encontro entre os parceiros, o delicado período de adaptação, as descobertas na convivência, a sintonia criada e a amizade que se fortalece ao longo dos anos, a velhice e a aposentadoria do animal, as despedidas e os ciclos que se renovam. A narrativa será composta pela fala dos personagens em forma de conversa, cenas do cotidiano, do convívio, da guiança, da intimidade. Também serão utilizados materiais de arquivo. Vale também destacar como o documentário poderá ser um veículo educativo, promovendo a reflexão e o debate, ao ser exibido gratuitamente para alunos de escolas públicas e moradores de comunidade. Sem falar que nessa ação, o projeto estará praticando a democratização do acesso aos grupos com menos oportunidades de contato com os produtos culturais. Portanto, diante deste contexto, o projeto cumpre com várias funções que justificam o apoio da Lei Rouanet de incentivo à cultura. O documentário GUIANÇA, está perfeitamente alinhado com as disposições da Lei nº 8.313: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Além disso, o projeto está de acordo com os seguintes objetivos da referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Importante citar que, nestes 5 anos em que a produtora Dupla Mente Filmes vem trabalhando com a temática Humanos e Animais, foram estabelecidas diversas parcerias importantes com Santuários, ONGs que defendem a causa animal, personalidades e profissionais da área, além de um público que acompanha as temporadas da série Amor de Bicho, também da diretora Monica Prinzac. A temporada 1 foi patrocinada pela UOL e ainda é exibida na plataforma UOL PLAY, com mais de 1 milhão de visualizações. A última temporada que fala sobre Cães- guias e pessoas com deficiência visual, foi lançada com o apoio da Riofilme e lançada em maio de 2024, contando atualmente com mais de 200 mil visualizações. Portanto, podemos afirmar que o documentário GUIANÇA nascerá já contando com uma divulgação consistente.
· O projeto terá duração de 12 meses e abordará histórias de 3 personagens que são pessoas cegas e seus cães guias. · Serão selecionadas locações no Estado do Rio de Janeiro. · As exibições nas escolas e comunidade deverão durar os 70 min do documentário e aproximadamente 30 min para o debate. · Em todas as exibições , a diretora Monica Prinzac estará presente e fará o debate com o público · Em todas as exibições, priorizaremos espaços acessíveis e contaremos com a presença de uma intérprete de libras · As exibições nas 6 escolas públicas, comunidade e sessão para patrocinadores, terão um público estimado de 900 pessoas · O documentário alcançará um público diverso, formado por várias faixas etárias, culturas e classes socioeconômicas. · A divulgação do documentário GUIANÇA, será potencializada pela rede de acessos das 2 temporadas da websérie AMOR DE BICHO, realizadas pela proponente e que possuem mais de 1 milhão e 200 mil visualizações, com um público cativo e interessado pela temática. Desta maneira, o retorno social será muito relevante pelo aspecto quantitativo, pelo acesso gratuito à arte- cultura e pelo contato com um tema que pode contribuir para um outro entendimento de mundo capaz de transformar realidades. Visão do diretor O objetivo do documentário Guiança é mostrar como cão e humano podem criar incríveis recursos para ir além de suas limitações, como podem tornar-se cúmplices de uma outra sensorialidade, e como juntos podem criar uma nova linguagem que nos leva inclusive a questionar conceitos como deficiência, dependência e autonomia. Embora o discurso verbal seja importante, com os personagens falando de suas experiências cotidianas e também íntimas, a abordagem poética deste documentário buscará imagens expressivas e sugestivas que enfatizem o que há de incomensurável na experiência cego-cão guia. Um tratamento especial será dado à captação do som para criar um universo sonoro poético e diferenciado garantindo uma imersão na história além do campo visual. A narrativa será composta por alguns elementos de igual importância que caminharão juntos: a fala dos personagens em forma de conversa, cenas do cotidiano, do convívio, da guiança, da intimidade. Também utilizaremos material de arquivo. Com uma equipe reduzida e de forma intimista, as principais estratégias de abordagem são: Entrevistas: com o personagem em atividade, informal em forma de conversa, com clima descontraído e em ambiente familiar. Câmera observativa: fixa e takes longos apenas observando os personagens convivendo; o carinho, a diversão, o trabalho, a guia, a simples presença, os momentos íntimos e espontâneos. Câmera íntima e lenta: acompanha de perto a interação com o animal; os cuidados, o comportamento, as reações, a zona de contato alcançada. Em primeiríssimo plano um foco nos olhares e nos detalhes. Ponto de vista do animal: uma câmera Gopro acoplada ao corpo do animal buscaremos o olhar afetivo do bicho para o humano e para o ambiente que o cerca. Há tantos detalhes que só os animais conseguem perceber e é fascinante pensar sobre como eles podem olhar o mundo de um jeito diferente de nós. Obra de referência: Honeyland
A temática do documentário GUIANÇA, através da relação entre pessoas cegas e cães guia, promove uma reflexão sobre inclusão e acessibilidade. Além disso, o produto audiovisual gerado será legendado e terá audiodescrição. Todas as exibições em 6 escolas públicas do Município do RJ nas regiões da AP3 e AP4, 1 comunidade na AP2 (preferencialmente no Vidigal) e local a combinar para patrocinadores, serão acompanhadas por intérprete de libras e deverão ocorrer em locais com acesso para deficientes físicos.
O documentário GUIANÇA será exibido em 6 escolas públicas das regiões AP3 e AP4, além de uma comunidade na AP2, ou seja, para um público com menos acesso a produtos culturais. Estimamos atingir 600 alunos nas escolas (100 em cada) e 200 pessoas na comunidade, totalizando 800 pessoas. Para a exibição destinada aos patrocinadores, prevemos um público de 100 pessoas. Todas as exibições do documentário serão gratuitas seguidas de debate com a diretora. O documentário é direcionado a um público bem diverso, formado por várias faixas etárias, classes sociais e culturas. Em especial, profissionais do audiovisual e economia criativa, profissionais que trabalham com PCDs e as próprias pessoas com deficiência.
A representante da proponente, será responsável pelo roteiro e direção do documentário e também responsável pelos debates nos locais onde o filme será exibido. Equipe: Diretora GUIANÇA – Monica Prinzac - Doutora em Estudos da Linguagem / PUC Rio. Roteirista e diretora de audiovisual, é autora da série documental Amor de Bicho – temporada 1 - pela UOL Play (2020-2023) e temporada 2, lançada em maio de 2024 com apoio de edital da RioFilme. Monica é diretora da Dupla Mente Filmes desde 2002. Dirigiu e roteirizou cinco curtas-metragens, dois premiados: Apego (2003) - Festival Curta a Sessão e Juracy (2004) - Festival Mundial do Minuto. Mestre em Teatro pela Uni-Rio, formada em Direção Teatral pela UFRJ, no teatro escreveu e dirigiu quatro peças: A Farsa (2000), Um Coração na Mala (2001), Afeto (2003) e Apego (2004/2005) Em 2024, teve projeto selecionado no edital SESC PULSAR , para realização do curta metragem chamado Cão Guia – o milagre da sintonia. Diretor de Fotografia – Manuel Águas aos 21 anos foi morar na Inglaterra onde recebeu um “BTEC” em fotografia e design pelo City College de Liverpool. Trabalhou como técnico de laboratório de fotografia preto e branco, participando da equipe das Nações Unidas durante a ECO 92. Em fotografia de cinema, começou como foquista de renomados diretores de fotografia como Walter Carvalho, Edgar Moura e Dib Lutfi. Em 2005 fez seu primeiro longa-metragem como Diretor de Fotografia: “Surf Adventures” de Roberto Moura. Fotografou vários filmes documentais como “Eliezer Batista, o engenheiro do Brasil” de Victor Lopes, “Vou rifar meu coração”, de Ana Riper, “Beatriz Milhazes, Arquitetura de Cor” de José Henrique Fonseca, “Relatos do Front” de Renato Martins e “Art e Fight” de Gringo Cardia. Editora e colorista – Rita Carvana - Carioca, atenta às narrativas femininas, Rita Carvana é montadora com experiência em filmes e séries documentais. Entre seus principais trabalhos estão: séries “O Som do Vinil” (2012- 2016), “Tempero de Família” (2016), “Saideira” (2017 – 2019), “Amor de Bicho” (2020), “O Som da Rua” (2020), “Crias da Casa” ( 2023), Produtora – Gisele Costa – Atua há mais de 18 anos nas áreas cultural, educacional e social. É produtora cultural e produtora executiva da área audiovisual. Especialista em Elaboração e Gestão de projetos para editais e leis de incentivo. É Coordenadora Acadêmica e Gerente de Projetos na Academia Internacional de Cinema, desde 2015 Atualmente faz a gestão do projeto De Boa na Gamboa, aprovado na lei do ISS, pela Fundação Darcy Vargas. É também responsável pela captação de recursos e elaboração de projetos para a Associação Circo da Lua e Dupla Mente Filmes. Em 2024, elaborou mais de 20 projetos para editais e leis de incentivo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.