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PRONAC 251932Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Gonzaguinha 80 anos Paralelo B

PAVAO ARTE E CENOGRAFIA LTDA
Solicitado
R$ 3,25 mi
Aprovado
R$ 3,25 mi
Captado
R$ 10,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2025-06-20
Término
2026-10-31
Locais de realização (12)
Manaus AmazonasSalvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáBelém ParáRecife Pernambuco

Resumo

Em 2025, Daniel Gonzaga estreia a turnê "Gonzaguinha Paralelo B", em homenagem aos 80 anos de seu pai, o cantor e compositor Gonzaguinha. O show, que rodará o Brasil até 2026, revisita canções menos conhecidas do artista, entrelaçando memória afetiva, política e história nacional. Com formato intimista e narrativa envolvente, Daniel compartilha suas lembranças musicais, resgatando a essência do pai. A produção busca modernizar os arranjos sem perder a alma da obra original. Mais que um tributo, o espetáculo é uma celebração da música como instrumento de transformação e memória.

Sinopse

Em 2025, o Brasil será agraciado com uma turnê especial que celebra não apenas a música, mas também a memória e a história de vida de um dos maiores ícones da música popular brasileira, Gonzaguinha. “Gonzaguinha Paralelo B”, show que será comandado por seu filho, Daniel Gonzaga, promete ser um marco para o público brasileiro, trazendo à tona um repertório emocionante e muitas vezes esquecido do mestre da MPB. Daniel Gonzaga, músico, compositor e produtor, dá um passo corajoso e delicado ao revisitar o legado de seu pai, ao escolher, para o espetáculo, canções menos conhecidas de Gonzaguinha. Com estreia marcada para o dia 22 de setembro de 2025, data em que o grande cantor completaria 80 anos, o show será mais do que uma simples homenagem – será uma verdadeira viagem no tempo, entrelaçando memória, afeto e reflexão política, como apenas a música de Gonzaguinha poderia fazer. O espetáculo, que terá duração de um ano, até o mesmo dia 22 de setembro de 2026, não apenas celebra a obra de Gonzaguinha, mas também reflete sobre a relação de Daniel com essas músicas e com a figura paterna. Em uma tentativa de reviver as primeiras memórias musicais de sua vida, Daniel compartilha com o público as músicas que marcaram sua infância e juventude, aquelas que, mesmo longe da fama, eram tocadas por seu pai em momentos íntimos. Ele conta: “A brincadeira é essa. Descobrir, dentro de mim, não só as músicas que eu gosto, mas quais foram as primeiras músicas que eu escutei do meu pai, e fui conhecendo ao longo desse caminho.” A turnê de Daniel Gonzaga será um espetáculo multifacetado, onde música e narrativa se entrelaçam para contar a história não só de seu pai, mas também do próprio Brasil, da sua política e das transformações sociais que marcaram as décadas passadas. Cada música escolhida por Daniel traz consigo uma memória afetiva, uma reflexão sobre a história do país e da luta constante pela liberdade e pelos direitos do povo brasileiro, características tão presentes na obra de Gonzaguinha. O formato da apresentação se distanciará da ideia convencional de um show, criando um ambiente que remete a um grande bate-papo, onde histórias e músicas se misturam e formam uma narrativa única, com toques de intimidade e emoção. A produção musical, liderada por Digo Ferreira, promete imprimir uma sonoridade moderna, mas sem jamais perder de vista a essência do legado do homenageado. O show, que promete emocionar e surpreender, circulando pelo Brasil, será uma oportunidade única de celebrar a memória de Gonzaguinha. Mais do que recordar suas músicas, Daniel Gonzaga oferece ao público uma nova interpretação do legado de seu pai – com as canções que o imortalizaram e, ao mesmo tempo, com aquelas que, muitas vezes, ficam à margem, mas que, no fundo, formam a alma de um dos maiores compositores da nossa história. Em "Gonzaguinha Paralelo B", Daniel Gonzaga transforma a música de seu pai em um elo vivo, que atravessa o tempo e o espaço, reconectando gerações e trazendo à tona a força transformadora da música brasileira. É mais do que uma turnê: é uma celebração da vida, da memória e da liberdade. A classificação dos shows é livre, permitida a entrada e permanência de crianças e adolescentes de 5 a 15 anos de idade, desde que acompanhados dos pais ou responsáveis legais, e de adolescentes de 16 e 17 anos, mesmo que desacompanhados.

Objetivos

Objetivo Geral Comemorando os 80 anos de nascimento de Gonzaguinha, a turnê nacional "Gonzaguinha Paralelo B" tem como objetivo central a difusão e valorização da obra do artista a partir de um olhar mais profundo e inusitado sobre sua trajetória. Mais do que um espetáculo musical, o projeto propõe uma verdadeira jornada de redescoberta, que convida o público a revisitar o legado de um dos mais emblemáticos compositores da música popular brasileira, não apenas por meio de sucessos consagrados como Lindo Lago do Amor e Sangrando, mas, sobretudo, através do repertório menos explorado — os chamados "lados B" de sua discografia. A proposta nasce do desejo de ampliar o conhecimento coletivo sobre a potência poética, política e emocional de canções que, apesar de não estarem no centro das paradas, são essenciais para entender a profundidade da obra de Gonzaguinha. São músicas que abordam com sensibilidade temas como desigualdade, liberdade, afeto e resistência — canções que dialogam com o Brasil real, com sua história e suas contradições. Ao iluminar esse acervo pouco difundido, o projeto atua como ferramenta de preservação da memória cultural brasileira e de reintegração de vozes importantes ao imaginário nacional. Idealizada e protagonizada por Daniel Gonzaga, filho do homenageado, a turnê propõe um encontro entre gerações, um gesto de escuta e afeto que transforma o palco em espaço de diálogo entre passado e presente. O espetáculo aposta em uma narrativa fluida, onde a música encontra a palavra, a lembrança e o afeto. Ao circular por 12 capitais brasileiras, o projeto busca não apenas alcançar diferentes regiões do país, mas também democratizar o acesso à arte e fomentar o debate sobre identidade, pertencimento e história através da música. Mais do que celebrar um legado, "Gonzaguinha Paralelo B" convida o público a refletir sobre o que somos, de onde viemos e o que ainda precisamos cantar para seguir adiante. Objetivo Específico O projeto "Gonzaguinha Paralelo B" tem como objetivo específico realizar uma turnê nacional com 13 apresentações musicais em formato híbrido (show-recital), em 12 capitais brasileiras, ao longo de 12 meses, com foco na difusão da obra menos conhecida de Luiz Gonzaga Jr., o Gonzaguinha. Cada apresentação contará com uma cota ingresso solidário. A modalidade, que oferece desconto no valor do ingresso mediante a doação de um item como 1 kg de alimento não perecível, tem a proposta de unir cultura e responsabilidade social, permitindo que mais pessoas tenham acesso ao evento enquanto contribuem para causas sociais. Essa estratégia visa garantir inclusão, promover diversidade e ampliar o alcance do projeto junto a diferentes segmentos da população, sobretudo em contextos historicamente excluídos da fruição cultural. O espetáculo também propõe uma abordagem inovadora, sensível e educativa, estabelecendo um elo entre gerações e conectando o Brasil contemporâneo à potência histórica e política da música de Gonzaguinha. Os shows terão ambientação cênica intimista e narrativa fluida, que mistura relatos pessoais, contexto histórico e performance ao vivo, reforçando o caráter imersivo e afetivo da proposta. A circulação do projeto contemplará as seguintes regiões brasileiras: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com previsão de realização em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, São Luís, Belém, Manaus, Brasília, Curitiba e Porto Alegre Com isso, o projeto não só reafirma o legado de Gonzaguinha como símbolo da consciência social na música brasileira, mas também propõe um reencontro poético com a história nacional, ampliando o repertório afetivo e crítico das novas gerações. "Gonzaguinha Paralelo B" é, portanto, um produto cultural de impacto social, artístico e educativo e com acessibilidade garantida, reafirmando a cultura como direito de todos e instrumento de cidadania.

Justificativa

Mais do que uma celebração, o espetáculo musical "Gonzaguinha Paralelo B" trata-se de um reencontro entre gerações, de um resgate necessário e de uma redescoberta poética da história do país através da arte. A proposta da turnê vai além do tradicional. "Gonzaguinha Paralelo B" mergulha no repertório menos explorado do artista homenageado, revelando canções de grande profundidade poética, emocional e política que, apesar de menos conhecidas, são igualmente fundamentais para compreender a trajetória de Gonzaguinha e seu papel no desenvolvimento da música popular brasileira. Ao invés de se apoiar exclusivamente nos clássicos consagrados pelo público e pela mídia, Daniel Gonzaga opta por iluminar os "lados B" da obra do pai — um gesto artístico ousado, sensível e de imenso valor cultural. Gonzaguinha foi um dos principais porta-vozes da consciência social na música brasileira. Suas composições trataram com crueza e beleza temas como desigualdade, ditadura, liberdade, amor e resistência. Sua obra atravessa décadas da história do Brasil e serve, até hoje, como espelho e bússola. Recuperar canções menos difundidas é, portanto, reintegrar à memória coletiva partes essenciais da nossa história, da nossa formação como povo, da nossa luta por democracia e dignidade. Por isso, "Gonzaguinha Paralelo B" cumpre um papel essencial de preservação e difusão da cultura nacional. É um projeto que resgata, reinterpreta e apresenta ao público um patrimônio artístico que corre o risco de se perder na superficialidade das playlists instantâneas e da lógica de mercado. Ao fazer isso com cuidado, contexto e paixão, Daniel Gonzaga cumpre uma função educativa, artística e social. Além da relevância cultural, a turnê é também uma viagem emocional e pessoal. Daniel Gonzaga revisita as músicas que embalaram sua infância, não apenas como filho de um ícone da música, mas como alguém que viveu os bastidores da criação, os ensaios no quintal, os versos sussurrados ao entardecer. Ele abre ao público um baú de memórias, misturando histórias íntimas com canções que revelam a essência de Gonzaguinha. Essa dimensão afetiva é, talvez, o coração pulsante do projeto. Daniel não canta apenas para homenagear o pai; ele canta para dialogar com ele, para entender seu legado, para transmiti-lo a novos ouvidos e corações. A escolha do nome da turnê, "Paralelo B", já indica essa intenção de andar por trilhas menos conhecidas, porém cheias de beleza e sentido. Em gesto raro e generoso, Daniel Gonzaga abriu ensaios ao público nos meses que antecedem a turnê, convidando as pessoas a sugerirem músicas, compartilharem histórias e refletirem sobre o impacto que a obra de Gonzaguinha teve em suas vidas. Esse movimento de escuta ativa transforma o espetáculo em uma construção coletiva, onde público e artista se encontram no afeto, na memória e na música. É um show, mas é também uma conversa. Um momento de trocas verdadeiras, que aproxima Daniel de seu público e faz de "Gonzaguinha Paralelo B" um evento vivo, mutável, em constante diálogo com o Brasil profundo — aquele que sente, canta e sonha. Com direção musical de Digo Ferreira e proposta cênica inovadora, a turnê propõe um formato híbrido, entre show e recital, com narrativa fluida, ambientação intimista e alta qualidade artística. A circulação nacional em 13 capitais da federação permitirá que diversas regiões do Brasil sejam alcançadas, democratizando o acesso à música e à cultura. Em tempos em que se faz urgente reconectar o país com suas raízes, com sua história e com suas vozes mais potentes, "Gonzaguinha Paralelo B" surge como um projeto transformador — que olha para o passado para iluminar o presente, que transforma saudade em presença, e que reafirma a força da música como ato de resistência, memória e amor.

Estratégia de execução

A turnê “Gonzaguinha Paralelo B”, que celebra os 80 anos de nascimento de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior — o Gonzaguinha — ganha um novo e potente desdobramento: a produção de um documentário que promete não apenas registrar os bastidores da turnê, mas oferecer ao público um olhar íntimo, inédito e profundamente humano sobre o artista e sua obra menos conhecida.Idealizado durante a preparação da turnê, o documentário nasce com o propósito claro de eternizar um projeto que se propõe a revisitar o lado B de Gonzaguinha — aquele repertório menos tocado nas rádios, mas carregado de poesia, emoção e crítica social. São canções que não figuraram entre os grandes sucessos comerciais, mas que ocupam lugar central na construção da identidade artística do cantor e compositor, cuja obra sempre foi marcada por uma rara combinação de lirismo, contundência e sensibilidade política.No centro desse trabalho está Daniel Gonzaga, cantor, compositor e neto de Luiz Gonzaga, que conduz a homenagem não apenas como músico, mas como herdeiro afetivo e testemunha direta da intimidade criativa de seu pai. Ao assumir o protagonismo da turnê e do documentário, Daniel transforma o palco em memória viva. Entre ensaios, conversas e viagens, ele compartilha histórias que habitam o fundo do baú — lembranças de infância, versos improvisados no quintal, canções que nasceram entre sorrisos e silêncios.A câmera que acompanha esse processo tem a missão de revelar muito mais do que os aplausos ao fim de cada apresentação. O documentário busca registrar o processo criativo, as decisões artísticas, os reencontros emocionados com músicos que fizeram parte da história de Gonzaguinha e o impacto do repertório em novas plateias. A produção é, sobretudo, uma declaração de que preservar a memória cultural exige também olhar para as camadas mais profundas da obra de nossos artistas.Registrar os bastidores dessa turnê é também um ato de resistência contra o esquecimento seletivo. Ao lançar luz sobre o Paralelo B de Gonzaguinha, o documentário não apenas amplia o acesso a um repertório menos explorado, mas reposiciona o artista como uma das vozes mais plurais da MPB — um poeta que cantava com igual paixão o amor, a infância, a revolta e a esperança.A iniciativa de transformar essa turnê em um filme documental revela a importância de manter viva a memória de Gonzaguinha em toda a sua complexidade. Trata-se de um gesto artístico e político: mostrar que, mesmo quatro décadas após seus grandes momentos nos palcos, a obra de Gonzaguinha continua atual, necessária e inspiradora.

Especificação técnica

Com duração prevista de 12 meses, a turnê Gonzaguinha Paralelo B promete uma imersão sensível e contemporânea na obra do compositor que marcou a música popular brasileira com poesia e engajamento. O projeto passará por 12 capitais brasileiras, totalizando 13 apresentações que revisitam canções menos conhecidas — mas igualmente potentes — do repertório de Gonzaguinha.Além dos shows, a iniciativa contempla a produção de um documentário audiovisual exclusivo, que acompanhará os bastidores da turnê, os encontros com o público e depoimentos sobre o impacto artístico e social da obra de Gonzaguinha. O material será lançado após o encerramento da temporada, reforçando o caráter documental e de preservação cultural do projeto.

Acessibilidade

A turnê "Gonzaguinha Paralelo B" se destaca não apenas pela qualidade artística, mas também por seu compromisso com a inclusão. Todos os teatros que recebem o espetáculo contam com um plano de acessibilidade cuidadosamente estruturado, garantindo que pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência possam desfrutar da experiência de forma plena e segura. Entre as medidas adotadas estão a disponibilização de vagas acessíveis nos estacionamentos, banheiros adaptados, rampas de acesso e guias táteis que auxiliam na locomoção de pessoas com deficiência visual. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a produção do espetáculo e os equipamentos culturais, reforçando a importância da acessibilidade como parte essencial da política de democratização do acesso à cultura. Além das apresentações, a turnê resultará em um documentário exclusivo, que trará não só os bastidores e as performances do espetáculo, mas também será inteiramente acessível com o uso de legendas em língua estrangeira, áudio descrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo que o conteúdo atinja públicos historicamente excluídos das experiências culturais. A iniciativa reforça a importância da democratização do acesso à arte e da valorização da diversidade, alinhando-se a práticas culturais inclusivas cada vez mais urgentes e necessárias.

Democratização do acesso

Em um movimento que reafirma o compromisso com a inclusão, o projeto realizará cinco ensaios abertos ao público antes do início oficial da turnê. A iniciativa busca aproximar a arte do cotidiano das pessoas, criando espaços de convivência e fruição cultural ainda durante o processo criativo. Além dos ensaios abertos, a democratização do acesso se estende à bilheteria dos shows. Uma cota dos ingressos será destinada à modalidade “ingresso solidário”, com valores reduzidos mediante a doação de alimentos, incentivando a participação com consciência social. Outra parte da bilheteria será reservada a preços acessíveis para profissionais da educação, reconhecendo o papel fundamental desses trabalhadores na formação crítica e cultural da sociedade. Com essas ações, a turnê “Gonzaguinha Paralelo B” não apenas celebra o legado de um dos grandes nomes da música brasileira, mas também reafirma o papel da arte como ferramenta de transformação social.

Ficha técnica

Daniel Gonzaga ( Cantor e produtor artístico) Daniel Gonzaga tem uma história de vida incomparável. Cantor, compositor, tem a sorte de ser fruto de uma família de reconhecidos músicos brasileiros. Realiza seu trabalho baseado na pura MPB, mesclando a diversidade dos ritmos brasileiros em suas composições, com destaque para a música nordestina. Com sete discos e um DVD lançados, é um artista inquieto e flerta com vários estilos e tendências. Do forró ao samba de enredo. Do rock ao pop. Guilherme Zoldan ( Produtor de Base e logística) Produtor cultural, cenografista e cineasta, tem como experiências festivais FLIP ( Festa Literária Internacional de Paraty), Paraty em foco ( Festival Internacional de fotografia de Paraty), Festival Internacional de Cerâmica de Cunha, assina também a produção dos documentários Cunha: Um elo entre o caipira e o caiçara, Senzala: Nos territórios da Capoeira e Nascente, assim como os festivais pramode Caipira, Festival de Culturas da Bocaina e Viola Causos e Prosas Thayana Costa ( Diretora Cinematográfica) Jornalista desde 2002, atua como repórter, produtora, roteirista e escritora em diversas mídias, incluindo revistas, sites e jornais, como revista EleEla; jornal O Estado de São Paulo e portal Catraca Livre, abordando temas como arte, economia, construção civil, agronegócio, comportamento, tecnologia e política. Também atuou como produtora e locutora em rádios como Transamérica; Rádio Capital e Rádio Cultura, de Curitiba, além de produzir para HBO e Channel 2, de Israel. Com vasta experiência na televisão, passou por emissoras como EPTV; TV Bandeirantes; RedeTV! e TV Cultura, onde atuou como repórter, coordenou equipes e produziu conteúdos factuais e especiais. Atualmente, é editora de texto e documentarista na Rede ALESP, TV da Assembleia Legislativa de São Paulo. Raphael Capucho ( Produtor Executivo) Raphael Capucho, gestor cultural, produtor audiovisual, roteirista e pesquisador, é produtor executivo, apresentador e roteirista da série "Vale Prosear", assim como o roteiro e produção executiva de documentários como “Cunha: Um elo entre o caipira e o caiçara”, Senzala: Nos territórios da Capoeira, Nascente : Os personagens e territórios na nascente do rio Paraitinga/ Paraíba do Sul. Na gestão cultural está diretor de cultura de Cachoeira Paulista, tendo também experiências em assessoria cultural. Assina a idealização e produção dos festivais por todo o Vale do Paraíba, dentre eles o Festival de Cultura Negra Ruth Guimarães, o Festival de Culturas na Bocaina e o Festival “Pramode Caipira”, também a co produção projeto “Assim na Serra como no Mar” em parceria com o compositor e cantor Luís Perequê, tendo experiências em edições dos grandes festivais culturais de Paraty (Fip/Festa Literária Internacional de Paraty, Paraty em Foco/Festival Internacional de Fotografia de Paraty e o MIMO/Festival de música clássica e erudita nas igrejas históricas), além de uma vasta trajétoria na cultura popular, transitando em grupos expoentes como o maracatu Palmeira Imperial em Paraty. Bruno Espíndola (Diretor técnico) Bruno Espindola, nascido em Cachoeira Paulista, iniciou sua carreira profissional como assistente de áudio em shows nos eventos realizados na sede da Canção Nova no ano de 2000. No final de 2002, começou sua carreira em estúdio de gravação como Técnico de Áudio. Trabalhou na gravação de centenas de CD's e DVD'’. Também atuou na produção de DVDs, como "Rosa de Saron - Acústico" , "Anjos de Resgate - Ao vivo em Brasília" entre outros. Em 2016, junto a fotógrafa Maiara Augusto, iniciam a Produtora Mangata Audiovisual, onde executam diversos trabalhos audiovisuais, como o Podcast "PassaporteFC" , gravado no Estádio do Morumbi com influencers, ídolos e personalidades. Em 2023 inicia a produção do programa "Vale Prosear", entre outros diversos DOCS e projetos culturais. Digo Ferreira ( Diretor Musical) Músico, compositor, arranjador e pesquisador da linguagem da música regional brasileira, contracenando com a música contemporânea e o jazz. Em 2024 lançou seu 5º álbum Guitarrada no Forró, com participações de Tato Falamansa, Daniel Gonzaga, Toninho Ferraguti e Nicolas Krassic. Nesse mesmo ano recebeu o 3º lugar no Prêmio Anastácia de Forró, na categoria pesquisa no forró, feito pela Câmara dos Vereadores de São Paulo. Em sua carreira solo, além desse já lançou outros 4 álbuns autorais, sendo eles: DVD Feijão e Farinha (2023), Feijão e Farinha ao vivo no CCSP (2023), Conexões (2019) e Renascendo (2016). Em 2024 se apresentou com seu trabalho Digo Ferreira - Feijão pela segunda vez no importante Festival de Jazz de São Roque ao lado de grandes nomes do cenário nacional como Ivan Lins e Mestrinho. Recebeu o título de Mestre em Guitarra no Forró pela UNICAMP em 2023. Esse trabalho inédito na academia, fruto de uma pesquisa de mais de 20 anos nos ritmos nordestinos. Digo Ferreira vem atuando com muita intensidade em shows e gravações de forró pé de serra, se tornando um dos músicos mais requisitados. É autor de duas videoaulas, disponíveis em seu canal no Youtube, que ensinam a reproduzir e adaptar à guitarra as linguagens e ritmos como forró, frevo, maracatu e bumba meu boi. Músico premiado nos concursos: 1º lugar no Concurso Souza Lima - Bass Festival em 2007, 3º lugar no Souza Lima - Guitar Festival em 2008, Melhor Instrumentista no Festival da Lua Cheia em 2022 e 2023. Carolina Albuquerque ( Diretora de produção) Profissional com mais de 10 anos de experiência na produção cultural, atuando na realização de shows, projetos audiovisuais e grandes festivais. Ao longo da carreira, desenvolveu sólida expertise em gestão artística, logística de eventos e coordenação de equipes multidisciplinares. É responsável pela carreira de dois grandes nomes da música brasileira: Anastácia, considerada a rainha do forró, e Daniel Gonzaga, herdeiro do legado musical de Gonzagão e Gonzaguinha. Reconhecida por sua dedicação, sensibilidade artística e capacidade de transformar projetos culturais em experiências marcantes para o público. Jodele Larcher é diretor e produtor de audio visual e atua também como VJ . ( Diretor de Projeções) É realizador e curador do Video Ataq, festival internacional de artes visuais no Rio de Janeiro que tem no histórico 9 edições. O Video Ataq promove o protagonismo da imagem aliando arte, tecnologia, música e poesia, tendo a presença de alguns dos melhores VJs do mundo para performances A/V, instalações e projeções mapeadas. O evento já integrou a programação da Virada Cultural Carioca por duas vezes e teve uma das edições patrocinada pela Funarte e outra pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Sempre preocupado com a formação de novos talentos, ministrou cursos de VJ na Escuela Internacional de Cine y TV em Cuba, e no Rio de Janeiro, no Dama de Ferro, Rio Music Conference, POP - Polo de Pensamento Contemporâneo e IATEC. Assinou video-cenário para vários artistas e bandas como Lulu Santos, Roberto Carlos, Jota Quest, Capital Inicial, Kid Abelha, Alcione e Gilberto Gil, entre outros. Criou apresentações de videomapping para shows de Natal nas fachadas do Teatro Amazonas, em Manaus; do Teatro Carlos Gomes em Vitória-ES e de sete igrejas em Florianópolis-SC incluindo a Catedral Metropolitana. Seus trabalhos atuais: Video cenário para o espetáculo teatral “Buscado” que ficou em cartaz no Oi Futuro Flamengo em Abril e Maio de 2016 , e volta para nova temporada em Out 2016, no Teatro Alcione Araújo, na Biblioteca Parque Estadual . Video mapping para o comercial “Aniversário do Supermercado Mundial “(Set 2016) Video Mapping e VJ para o Festival Sotaque Carregado na Praça Tiradentes,patrocinado pelo CRAB (Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro)Ago e Set de 2016. Em produçao o video cenário para o DVD da banda Os Raimundos a ser gravado em Nov 2016.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Porto Alegre Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
São Paulo São Paulo