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A ação cultural consiste na realização de uma exposição de arte temporária que toma o conceito de "sertão" como um ponto de inflexão para se pensar a construção da identidade regional nordestina, distanciando-se da perspectiva "folclorizada" e "naturalizada" do tema. Projetada para atender especialmente o público da educação básica escolar da zona Oeste do município de Natal/RN, a mostra busca ser um "passeio" elucidativo e edificante, uma "excursão" estética e cognoscente pelos "sertões" dos nossos afetos e do conhecimento. Para tanto, serão agenciadas produções artísticas (esculturas, pinturas, desenhos, gravuras) de artistas e mestres artesãos de diversas partes do Nordeste brasileiro, de modo especial, do Estado do Rio Grande do Norte, tanto do passado como do presente, e também de outras regiões do país, que de alguma forma contribuem e/ou contribuíram para a concepção dos sentidos e significados construídos historica e artisticamente em torno do conceito de "sertão".
A narrativa expositiva: A escolha da narrativa a ser desenvolvida em uma exposição de arte, é uma das partes mais importantes num projeto expositivo, uma vez que toda mostra busca sempre “contar” uma história, transmitir ou comunicar uma ideia, devendo para isso desenvolver em sua disposição, em seus módulos narrativos, um enredo didaticamente articulado, sem o qual sua mensagem correria o risco de não ser compreendida. Em vista disso, construir a narrativa de uma exposição implica necessariamente em fazer escolhas e supressões atentando para o manejo dos artifícios e linguagens (visuais, sonoras, tecnológicas etc.), já que também não se pode “dizer” tudo sobre algo num espaço físico limitado. Assim, considerando as dimensões do espaço físico destinado à exposição (uma área com aproximadamente 96m²) e o longo percurso cronológico a ser percorrido pela mostra – a história da conversão da categoria sertão na ideia de Nordeste, da construção dessa identidade –, optou-se no presente projeto pela aplicação da técnica sumária de narração a ser desenvolvida ao longo de 5 (cinco) módulos expositivos, que consiste na redução das informações às suas ideias centrais essenciais e a ampliação do enfoque sobre as passagens que forem de maior relevância para a compreensão geral do argumento. Diante disso, podemos estruturar a narrativa expositiva em cinco eixos principais, acrescida de um mote abalizador: I. A origem etimológica e a perspectiva histórico-cultural do conceito de “sertão” e suas reverberações nas artes (abordagem introdutória) II. Os significados de “sertão” e suas representações míticas e cartográficas nos primeiros séculos de colonização lusitana na América (Brasil): presenças estéticas na arte contemporânea de mestres artesãos brasileiros e nordestinos III. O “sertão” e o “sertanejo” como categorias explicativas no processo de construção ideológica da ideia de nação no Brasil: traduções e tradições estéticas na arte brasileira IV. O sequestro do conceito de “sertão” pelo discurso regionalista nordestino e a contribuição das artes nesse processo V. Os muitos “ser(tões)” que cabem na gente: para além dos cercados de um aprisionamento Módulos expositivos: Como já apontado anteriormente, a proposta curatorial será desenvolvida em 5 (cinco) módulos expositivos divididos por assuntos, porém interligados e conexos, observando-se a sequência narrativa a ser percorrida pelo visitante. No primeiro módulo (módulo 1) intitulado “Sertão, sertões”, será apresentado introdutoriamente o tema geral da exposição contendo as noções básicas do conceito de sertão a ser desenvolvido na mostra e suas reverberações nas artes visuais, especialmente, bem como o contexto histórico em que se deu a origem etimológica da palavra, ou seja, os grandes empreendimentos comerciais e marítimos portugueses dos séculos XV e XVI (ou as Grandes Navegações Portuguesas), convidando o público visitante a percorrer atentamente os módulos seguintes. Como se trata de um módulo introdutório pensado para despertar a atenção do visitante para o tema proposto, serão adotadas estratégias dialógicas, como o uso de guias de visitação, que promovam a interação entre o público e o acervo expográfico. No segundo módulo (módulo 2) intitulado “Ser(tão) colonial”, serão apresentadas suscintamente as noções de sertão surgidas da experiência colonizadora lusitana na América e suas presenças estéticas na arte contemporânea de mestres artesãos nordestinos (Francisco Graciano, Ivan do Maxixe, Bento de Sumé e outros), enfatizando o imaginário fabuloso da conquista do Brasil – inicialmente imaginado como um “grande sertão” a ser explorado e conquistado pelos colonizadores –, passando pela conquista do interior do território através dos “Caminhos do sertão” até o desenvolvimento da “Civilização do Couro”. Esse módulo será desenvolvido em 3 (três) ilhas semânticas ou expositivas, estrategicamente divididas e conectadas, contendo cada uma delas elementos que sirvam de comentário ou ilustração para o seu argumento central. No terceiro módulo (módulo 3) intitulado “Ser(tão) brasileiro”, serão apresentadas as noções de sertão e sertanejo mais recorrentes no século XIX e como essas categorias explicativas influenciaram no processo de construção ideológica da ideia de nação no Brasil, sobretudo após o processo de Independência do país (1822), sendo exploradas principalmente pela literatura regionalista, pelas artes visuais e pelo pensamento social brasileiro, especialmente pela “geração de 1870, com destaque para a notável figura de Euclides da Cunha e sua obra “Os Sertões”, contribuindo para o surgimento de traduções e tradições estéticas que podem ser lidas nas produções contemporâneas de mestres artesãos brasileiros e nordestinos, em particular. Esse módulo será desenvolvido em 2 (duas) ilhas expositivas, estrategicamente divididas e conectadas, contendo cada uma delas elementos que sirvam de comentário ou ilustração para o seu argumento central. No quarto módulo (módulo 4) intitulado “Ser(tão) nordestino”, será apresentado suscintamente como se deu o "sequestro" do conceito de “sertão” pelo discurso regionalista nordestino e a contribuição da literatura e das artes visuais, especialmente, nesse processo, com destaque para importantes mestres e artistas da chamada “arte popular” e acadêmica (Cândico Portinari, Mestre Vitalino, José do Carmo, Zé Caboclo, Joel Borges, Aldemar Martins e outros). Esse módulo será desenvolvido em 4 (quatro) ilhas expositivas, estrategicamente divididas por modalidade ou expressão artístico-cultural (literatura, música, cinema e "artes plásticas", especialmente), contendo cada uma delas elementos que sirvam de comentário ou ilustração para o seu argumento principal, formando, assim, um circuito lógico a ser percorrido pelo visitante. No quinto módulo (módulo 5) intitulado “Ser(tão) de mim mesmo”, serão apresentadas produções artísticas (pinturas, desenhos, fotografias e esculturas, principalmente) de artistas potiguares e de alunos da sede expositiva que expressem o “sertão” que cada um pode carregar consigo em memórias, falares, valores e vivências, para além de seus estereótipos culturais e imagéticos cristalizados. Serão selecionados no máximo 10 (dez) trabalhos/obras de melhor feitura e valor estético, três dos quais de autoria dos educandos da sede de exibição, que tratem desses “outros sertões”, dos “sertões existenciais”, que permeiam a vida humana diante do incompreendido, do ainda pouco conhecido, do fantasmagórico, do distante e do inalcançável. Um sertão que se revela na arte, não como um espaço determinado e localizado no mundo físico ou que faça alusão a ele, mas um sertão que se expresse como um “estado de espírito”, uma experiência de ser e sentir no mundo, uma forma de enunciar. Esse módulo será acompanhado de 1 (um) espaço interativo destinado a realização de “dinâmica” voltada ao público visitante, completando o decurso final da exposição.
Objetivo Geral: Realizar uma exposição de artes temporária em escola situada na zona oeste do município de Natal/RN, com o objetivo de desenvolver no visitante, especialmente no público estudantil assistido pela rede pública municipal e estadual de ensino, um olhar crítico e sensível sobre o conceito de "sertão" e de "sertão nordestino" recorrente na produção cultural brasileira. Objetivos específicos: Pomover o contato de educandos e demais visitantes com importantes obras de artistas e mestres artesãos de diversas partes do Nordeste brasileiro e, de modo especial, do Estado do Rio Grande do Norte, e também de outras regiões do país Promover a divulgação do trabalho artístico de importantes mestres artesãos brasileiros e nordestinos, de modo particular, daqueles atuantes no Estado do Rio Grande do Norte Possibilitar à estudantes e a comunidade escolar, sobretudo, do Bairro Quintas e entorno, região periférica do município de Natal/RN, o acesso democrático à arte, especialmente, a arte popular, manifesta nas produções escultóricas e pictóricas de importantes mestres artesãos nordestinos Contribuir de forma positiva para a incrementação da economia criativa do município de Natal/RN e, consequentemente, para o desenvolvimento da cadeia produtiva da região, buscando priorizar produtores, bens e serviçoes situados localmente Valorizar, além das obras artísticas de importantes mestres artesãos nordestinos, o patrimônio museológico, musical, literário e cinematográfico legado do passado, que de alguma forma contribuíram para os sentidos e significados construídos em torno do conceito de "sertão nordestino" Valorizar as produções artísticas de estudantes em processo de formação escolar, proporcionando a eles a oportunidade de expor publicamente suas obras
Concebida para ser desenvolvida no ambiente de aprendizado escolar, a proposta de exposição de arte "Sertanejar", se justifica principalmente pela visão ainda muito presente e difundida entre os estudantes dos diversos níveis de ensino de nossa educação básica, de que sertão se resume à um lugar atrasado, seco, de gente pobre e miserável, castigada pela falta de chuva e vivendo ainda apegada a tradições e costumes ancestrais, surgindo, portanto, de forma estereotipada, folclorizada e naturalizada no discurso estudantil. Essas visões imaginárias, reforçadas por diversos mecanismos, dentro os quais a cultura cinematográfica,televisiva, literária e escolar, tem contribuído para um entendimento unidimensional e reducionista da ideia de sertão e servindo para a sustentação de velhos (pré)conceitos e estigmas, colaborando para a manutenção de narrativas hegemônicas que se aportam em certo "engessamento" identitário, não deixando muitas margens para a construção crítica desta realidade. Desse modo, introduzir no contexto escolar, um projeto expositivo que possibilite ao estudante do nível básico de ensino perceber a ideia de sertão a partir de uma abordagem crítica que o leve a entendê-la como uma construção sociocultural e artística que se processou na história com suas implicações sociais _ perspectiva histórica inovadora em efetiva circulação no meio acadêmico brasileiro, como demonstra os estudos de Durval Albuquerque Júnior em sua aclamada obra "A invenção do Nordeste e outras artes" (1999), mas ainda pouco difundida no contexto da educação básica escolar _, contribuirá para a ressignificação e afirmação de identidades, colaborando a expografia de forma mais efetiva com a escola no processo de formação e empoderamento dos sujeitos que a constitui. Do ponto de vista sociocultural, o projeto será de muita importância, pois contribuirá com a recuperação da autoestima de populações marginalizadas ao promover entre jovens e adolescentes moradores de áreas vulnerabilizadas da zona oeste de Natal/RN, onde as ofertas culturais são notoriamente deficientes e precárias, o acesso democrático à arte, especialmente, a arte popular, combatendo os preconceitos de classe social e de lugar disseminados sobre essas coletividades e contribuindo para o reconhecimento e visibilidade de uma existência que é socialmente negada e excluída _ parte da clientela estudantil da Escola Estadual Felizardo Moura, instituição educativa localizada no bairro Quintas onde se realizará a ação cultural, provém das comunidades do Mosquito e do Novo Horizonte (antiga Favela do Japão), grupos situados nos entornos limítrofes da região que convivem diariamente com a violência arbitrária de facções criminosas que em muito contribuem para a sua estigmatização social, especialmente, aquela lançada pelos meios de comunicação de massa locais. Muito ainda contribui para justificar a realização da proposta expográfica em espaço educativo situado no referido distrito, o fato de ser este reconhecido como um dos bairros mais "sertanejos" da capital potiguar, como apontam os diversos estudos históricos que investigam a genealogia do bairro, dentre os quais aqueles realizados por Câmara Cascudo em sua obra "História da cidade do Natal", sendo quase todos eles unânimes em destacar a participação de migrantes do sertão nordestino no desenvolvimento urbano e cultural da comunidade, fato também revelado em muitos costumes culturais (modus vivendi) ainda observáveis entre seus habitantes. Concatenado a isso, a escolha da Escola Estadual Felizardo Moura como local definido para a realização da ação cultural (sede expositiva), se justifica, além do seureconhecimento como uma das primeiras instituições públicas de ensino surgidas na localidade, pela sua localização central de fácil acesso em importante avenida urbana movimentada da capital potiguar e, também, por esta contar com uma infraestrutura física demelhor adaptação e acessibilidade pública ao projeto expositivo, além de dispor de contraturno escolar com horários disponíveis para visitação do público interessado. Por tanto, realizar no referido distrito uma proposta curatorial que possibilite a estudantes e moradores locais o acesso conduzido e mediado a referências artísticas e culturais que de alguma forma estão atreladas à constituição histórica e identitária do bairro e que de outra forma permaneceria restrito a um grupo seleto, contribuirá para a construção de uma sociedade mais informada e engajada, despontando como uma poderosa ferramenta para a disseminação de conhecimento e cultura. Ainda justificando a importância da ação cultural, não poderia deixar de mencionar o fato de que a proposta expositiva também contribuirá para a promoção e o reconhecimento público de artistas e mestres artesãos potiguares produtores da arte popular, tanto do passado como do presente, especialmente aqueles ainda não inseridos ou com pouca visibilidade no sistema de arte local, ao promover o marketing e o destaque fundamentado de suas obras, cooperando, assim, para sua inserção e valorização no circuito artístico regional. Além disso, há de se considerar ainda, que a realização do projeto também atingirá de forma positiva a economia local, ao mobilizar em seu intento produtores, bens e serviços contratados localmente, gerando emprego e renda e desenvolvendo a cadeia produtiva da região.
Acervo expográfico O acervo expográfico será composto por aproximadamente 240 itens de categorização híbrida, dentre esculturas de mestres artesãos nordestinos e de outras regiões do país, tanto do passado como do presente, que de alguma forma contribuíram e/ou contribuem para a concepção dos sentidos e significados construídos historicamente em torno do conceito de “sertão” (Mestre Vitalino, Zé Caboclo, Manuel Eudócio, José do Carmo, Daniel dos Bonecos, Etevaldo Santiago, Chico Santeiro, Antônio Tomé de Nascimento, Humberto Oliveira, Ana das Carrancas, M. Guimarães, Francisco e Manuel Graciano, Irinea, Maria Otília, Bento de Sumé, Ivan do Maxixe, Ulisses Mendes, Carlos Antônio da Silva, João Alves e outros); reproduções gráficas e originais de gravuras, desenhos, quadros e pinturas de artistas que expressaram e/ou expressam a ideia ou o conceito referencial de "sertão" em suas produções ou a ele se referiram na história (Aldemir Martins, Joel Borges, Percy Lau, Mestre Noza, José Costa Leite, Portinari, Chico da Silva, Francisco Graciano e outros); fotografias e mapas (reproduções gráficas), vídeos, músicas e livros com o mesmo referente conceitual (edições raras de obras referenciais da chamada “literatura da seca” e da ensaística nordestina, que contribuíram para a criação de um depósito imagético sobre a ideia de sertão nordestino: “Os Retirantes”, de José do Patrocínio, “O quinze”, de Raquel de Queiroz, “Ao som da Viola”, de Gustavo Barroso, “Meu Sertão” de Catulo da Paixão Cearense, “Violeiros do Norte ”, de Leonardo Mota dentre outros) e ainda artefatos museológicos e etnográficos possuidores de sentidos simbólicos compartilhados pelo conjunto do acervo, que servem de chave associativa de contexto dentro da lógica discursiva. Discriminação: a) Escultura: 120 peças em madeira, pedra, metal e cerâmica, com tamanhos variados (entre 14 e 100cm de altura) b) Gravuras, quadros, mapas e pinturas: 45 peças, entre originais e reproduções gráficas c) Fotografias: 6 peças reproduzidas de originais em preto e branco d) Livros: 12 peças originais e) Objetos etnográficos/cenográficos: 36 peças, entre artefatos materiais da cultura indígena, africana e sertaneja (objetos de culto, utilitários e recreativos) f) Músicas: 10 peças, retiradas de gravações sonoras (LP's) originais do compositor e cantor brasileiro Luiz Gonzaga g) Vídeos: 13 peças editadas, retiradas de gravações originais da filmografia do cineasta brasileiro Glauber Rocha e de apresentações televisivas do compositor e cantor Luiz Gonzaga e ainda de documentários antigos diversos (5 horas de vídeos mixados) Agenciamento do acervo Será realizado a partir de contrato de empréstimo (Carta ou termo de solicitação de empréstimo), na forma de comodato, no caso das obras não pertencentes ao acervo particular do proponente, mas consideradas de relevante importância para a representação do discurso curatorial, estabelecido entre o coordenador da exposição e os responsáveis pelos acervos particulares situados na grande região metropolitana de Natal/RN, cidades vizinhas e ainda em outros Estados limítrofes. Inicialmente, será feito o contato prévio com o cedente/comandante, gestor da(s) obra(s) de arte(s), através de ligação telefônica ou do WhatsApp, relatada a proposta expositiva e acertado o agendamento da visita técnica para a seleção e levantamento do acervo. Feita a visita técnica e firmada a relação de contrato, se acertará com o comandante o dia e hora de retirada dos itens arrolados, que será feita sob a orientação de cuidado e segurança do curador ou do coordenador do projeto. O agenciamento das obras a serem adquiridas por meio da encomenda, não disponível para empréstimo, será realizado através do contrato formal de compra e venda firmado diretamente com o artífice/artesão ou galerista, cabendo a dotação necessária para a sua execução à verba subvencionada no orçamento do projeto. Já os trabalhos dos educandos a serem expostos, serão agenciados a partir de seleção realizada pela equipe organizadora da exposição em parceria com o professor de artes da Escola (sede expositiva) a partir de agenda previamente definida e de cronograma de execução próprio especificamente elaborado para esse fim. No que se refere as reproduções gráficas das obras de arte (desenhos, pinturas, fotografias, mapas e ilustrações), estas serão adquiridas através de contrato de compra e venda a ser firmado diretamente com o prestador de serviços observando os critérios de licenciamento de imagens. Segurança do acervo Com o intuito de promover a proteção e a segurança física do acervo, serão adotados os seguintes procedimentos táticos: · Emprego de um fiscal/guia de visitação em cada sala de exposição (ccordenador de sala) · Limite de circulação de até 30 (trinta) visitantes em cada sala de exposição · Proibição de circular em sala de exposição portando sacolas, mochilas, bolsas, pacotes e outros guardas volumes de qualquer natureza (Observação: os mesmos deverão ser recolhidos na recepção e depositados em local reservado para esse fim). · Utilização de expositores vitrines nos casos de obras e objetos de maior fragilidade e delicadeza · Emprego de monitoramento por câmeras de segurança 24h nas salas de exposição · Limpeza preventiva das salas de exposição e higienização com regularidade de suportes e acervo · Contratação de vigilante noturno para reforço da segurança dos bens expostos durante a vigência da exposição Suportes e painéis Para garantir o amparo, a acomodação, o destaque e proteção do acervo, como também proporcionar uma melhor experiência estética aos visitantes, serão confeccionados suportes expográficos em MDF, considerando o tamanho, o peso e o tipo de cada item a ser exposto, bem como os recursos, espaços e materiais disponíveis, conforme os modelos, quantidades e medidas (largura x comprimento x altura) especificados abaixo (ver layouts em anexo): 8 expositores pedestais cubo branco para esculturas ou artefatos, medindo 35cm x 35cm x 90cm 2 expositores pedestais cubro branco para esculturas ou artefatos, medindo 45cm x 45cm x 85cm 2 expositor pedestal cubro branco para esculturas ou artefatos, medindo 45cm x 45cm x 60cm 2 expositores cubo branco de bancada para esculturas e artefatos, medindo 37cm x 80cm x 75cm 1 expositor cubo branco de bancada para esculturas e artefatos, medindo 37x 100x 70cm 4 mesas expositoras vitrine para livros e peças, medindo 40cm x 100cm x 120cm 3 painéis modulados divisória medindo cada um 0,25 x 1,40 x 2,0m 4 painéis de LED para exibição de vídeos (3 de 1000x500mm e 1 de 640x480mm) 1 painel expositor totem display com placa inclinada e apoio acoplado, medindo a placa 65 x 50 cm e 150cm de altura total para texto intermediário 1 Gabinete expositor com plataforma e bancada elevada para escultura, comunicação escrita (texto setorial /intermediário) e quadros, medindo 1,40 x 0,45m e 2,0 m de altura 2 Gabinetes expositores com bancada para escultura e comunicação escrita (texto setorial/intermediário), medindo 1,40 x 0,45m e 2,0 m de altura 1 Gabinete expositor com plataforma elevada para cenografia, comunicação escrita (texto setorial /intermediário) e quadros, medindo 1,40m x 0,50m e 2,0 m de altura 1 Gabinete expositor “baú” dupla parte com plataforma, bancada e prateleiras para esculturas, comunicação escrita (texto setorial /intermediário), quadros, cenografia e expositor vitrine acoplado para ferramentas e pequenos objetos de metal, medindo 2,50m x 0,45m x 2,0 m de altura 1 Gabinete expositor “baú” dupla parte com plataforma, bancada, 4 prateleiras e 5 nichos para esculturas, comunicação escrita (texto setorial /intermediário), quadros e cenografia, medindo 2,50m x 0,45m x 2,0 m de altura 1 Gabinete expositor “baú” dupla parte com plataforma, bancada, 8 prateleiras e 10 nichos para esculturas e comunicação escrita, medindo 2,50m x 0,40m x 2,0 m de altura
Conceito de exposição: Nesse ponto, é importante elucidar o conceito de exposição que será adotado na mostra, já que será ele o responsável por orientar todo o processo de construção curatorial a ser desenvolvido no projeto expositivo. Assim, tendo em vista os objetivos e metas a serem alcançados e considerando o fato de tratar-se de uma proposta artístico-pedagógica concebida para ser desenvolvida no espaço escolar, optou-se por adotar uma perspectiva mais retrospectiva e cronológica de exposição, tomando como eixo ordenador os múltiplos significados e sentidos atribuídos a ideia de “sertão” ao longo da história brasileira e seus desdobramentos, nomeadamente, no universo das artes visuais, da literatura e do pensamento social. Diante disso, faz-se necessário aqui tecer algumas considerações importantes: como se trata de desenvolver em um plano expositivo um percurso cronologicamente muito extensonum espaço físico reduzido – uma área com o total de noventa e seis metros quadrados (96m²) –, torna-se cogente pensar o seu modo de apresentação a partir do condensamento dos conteúdos. Sendo assim, para que se obtenha o efeito pretendido, serão adotados os seguintes procedimentos expositivos: Seleção e agenciamento do acervo levando em consideração as escolhas narrativas pré-estabelecidas e que sustentem, corroborem ou ilustrem os principais argumentos que envolvem a história do conceito de “sertão” no Brasil Escolha e agenciamento de trabalhos e objetos de categorização híbridas (esculturas, pinturas, gravuras, desenhos, mapas, vídeos, músicas, fotografias, excertos literários e jornalísticos, artefatos museológicos, etnográficos etc.), que ofereçam ao visitante uma múltipla experiência estética, sensorial e cognitiva e dialoguem com o conceito da exposição. Entendimento de acervo associado a noção de “documentação” em seu sentido genérico, isto é, de fonte de informação não necessariamente comprobatória, independentemente do formato ou suporte utilizado para registrá-la. Como solução expográfica para os “vazios documentais”, serão adotadas estratégias como a reprodução gráfica de originais, observando nos enunciados a técnica adotada. Inserção e acomodação das obras de artes, das peças literárias e dos objetos museográficos/cenográficos no seu contexto narrativo de forma que cada conjunto signifique a ideia ou conceito referencial compartilhado pelos objetos que o formam Elaboração de textos setoriais e intermediários em linguagem direta, simples, concisa e de fácil acesso, que contribua para a rápida assimilação de sua mensagem Acomodação dos conteúdos textuais em compactados painéis de compensado/MDF colocados numa justaposição com as obras de artes e demais objetos expográficos, orientando a sequência a ser percorrida pelo visitante e conferindo um diálogo dinâmico entre o argumento, os artefatos e os diversos suportes expositivos Confecção de etiquetas personalizadas contendo as informações de autoria, título, data, técnica e dimensões das obras de artes, produzidas em linguagem transparente e acessível a todos os visitantes e concebidas em designer discreto e sóbrio, para não desviar o olhar da obra que busca valorizar. Utilização de recurso audiovisual e multimídia, como óculos de realidade virtual 3d, painéis de LED e totem interativo touch screen para uso pelo visitante como terminal de informação, que estimulem o desempenho dos diversos sentidos (visão, audição e tato) e contribuam para uma maior experiência imersiva do público visitante na exposição, potencializando, assim, sua interação com o acervo. Utilização de “música ambiente” que enfatize a atmosfera “deambulante” e “desbravadora” da exposição, como sons, melodias e ruídos que lembrem o ato de caminhar pela floresta, cavalgar e vagar pela caatinga, passear pela zona rural, viajar e aventurar-se por terras distantes, desconhecidas e que ative e encoraje no visitante a sensação de curiosidade e contemplação. Fabricação de suportes expositivos adequados para a acomodação dos objetos expográficos, considerando o tamanho, o peso e o tipo de cada item a ser exposto e os recursos, espaço e materiais disponíveis, em sintonia com o argumento curatorial em queserá inserido Fabricação de estruturas cenográficas modulares com o objetivo de estimular no visitante a sua participação ativa na proposta curatorial Divisão e esquematização da exposição em módulos expositivos coesos, concisos e interligados, contendo cada qual uma “mensagem” própria, perfazendo um circuito narrativo serial (sequencial), com uma introdução, desenvolvimento e conclusão, que estimule no visitante a sensação de estar deambulando por uma história. Cada módulo será desenvolvido dentro do seu contexto narrativo próprio em conexão com os demais, contendo pequenas “ilhas” expográficas com objetos expositivos que corroboram, sustentem ou ilustrem a narrativa contada em cada nicho, explorando os “elementos” (personagens, acontecimentos, ideias e discursos) mais importantes e significativos para a compreensão geral do enredo. Assim, não será explorado tão-somente o valor estético da obra de arte que compõe cada fragmento modular, mas o discurso, a ideia que ela traduz em sua materialidade dentro de um contexto histórico-cultural mais amplo que permitiu o seu surgimento. Uso de lâmpadas leds com focos de luz branca e quente sobre trilhos que provoquem a sensação de se estar caminhando sob a luz de candeeiro, direcionados para o elemento a ser iluminado (focalizado). Revestimento das paredes e janelas das salas de exposição com textura elaborada de papel semi-kraft branco que imita as paredes caiadas de uma casa de taipa sertaneja Instalação de estrutura de carpintaria efêmera a ser acondicionada nas laterais da sala de exposição (painéis) acoplada com traves aéreas transversais sustentadas por pilastras, visando despertar no visitante a sensação de se estar caminhando no interior de uma habitação rústica sertaneja Comunicação visual (especificações técnicas básicas) Textos explicativos Relativamente ao projeto expográfico, compreendem os textos explicativos, tanto aqueles classificados como “setoriais”, quanto os intermediários que compõem as ilhas e os módulos expositivos e mais ainda o “texto introdutório” (de abertura) da exposição. Estes serão elaborados levando em consideração as extensões formais da composição (tamanho dos textos), as dimensões dos espaços destinados à sua acomodação (painéis e nichos) e os critérios convencionais de legibilidade, como as cores do texto e do fundo, o tipo e o tamanho de letra a serem utilizados, a extensão das linhas, a quantidade de texto e a hierarquia das informações, conforme as instruções especificadas abaixo: i) uso de “pesos” da família Argent com serifa no corpo da redação; ii) emprego de linhas curtas e espaçamento de 1,5 no entrelinhas; iii) formatação do texto alinhado à esquerda sem hifenização; iv) corpo ou tamanho da letra 18 ou 20, podendo haver alteração para mais quando se julgar exequível e adequado; v) uso de caracteres escuros num fundo claro ou vice-versa, evitando a ocorrência de ruídos (emprego do “preto no bege”, do “preto no branco”, do “branco no marrom” ou do “branco no amarelo ocre”) vi. emprego de letras maiúsculas apenas nos títulos e em uma ou outra palavra de destaque, de preferência nas cores preta, branca sobre um fundo escuro ou marrom sob um fundo claro. Etiquetas e legendas As etiquetas serão impressas em papel offset adesivo fosco 180g, 2x0 cores, nas dimensões 22 x 15cm (altura x comprimento), usando uma fonte de tamanho 18 e colocadas do lado direito das produções, alinhadas pela base, no suporte ou painel, com uma linha de visão fixa (sempre à mesma altura em relação ao chão), contendo basicamente as seguintes informações: autor da obra, título, data, técnica, dimensões, localização e quando possível, um quadro conciso com a biografia do artista.
Como forma de promover a apropriada orientação do público no interior do espaço expositivo, como também o melhor desfrute e acesso sensorial e intelectual às informações e ao acervo expostos de pessoas com deficiência e/ou com limitação visual, motora e cognitiva, serão adotados os seguintes procedimentos e medidas: o Disposição dos objetos e materiais expográficos levando em consideração os dados antropométricos de um visitante em cadeira de rodas, respeitando o espaço necessário para sua passagem, fruição e circulação na sala de exposição, conforme os parâmetros definidos pela Norma NBR 9050/2015, referente à acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos o Emprego de guias de visitação, que promovam a interação entre o público e o acervo expositivo, incluindo o uso da técnica de audiodescrição "ao vivo" (falada) e de recursos táteis para pessoas com deficiência visual o Utilização de sinalização visual e tátil no piso e paredes, com contraste adequado e fontes legíveis, para orientar os visitantes com deficiências visuais, bem como de letras aumentadas que atendam tanto o público com baixa visão, quanto o público com deficiência, de acordo com o preconizado pela Norma NBR 9050/2015, já citada anteriormente o Identificação de cada módulo e ilha expositiva com uma placa numérica indicando uma sequência a ser percorrida pelo visitante. Nesse procedimento, será adotado o sistema numérico decimal de maior vulgarização, devendo a placa com o algarismo ser posicionada na parte superior direita de cada painel contendo um texto explicativo. o Elaboração e utilização de placas sinalizadoras indicando os seguintes espaços de interação: “Balcão de Visita/Recepção”, “Sala de Exposição”, “Guarda Volumes”, "Entrada", "Saída", "Banheiro", dentre outros o Adaptação dos banheiros da sede expositiva para acesso por pessoas com deficiência, como a aquisição e instalação de suportes, maçanetas, torneiras acessíveis, barras de apoio, sinalização e iluminação adequada.e outros itens para prevenir acidentes de acordo com a Norma NBR 9050/2015
Como forma de promover a democratização e a ampliação do acesso à proposta cultural, serão adotados os seguintes procedimentos: o Acesso livre e gratuito de jovens e estudantes provenientes de escolas públicas do município de Natal/RN, assim como dos demais visitantes, às salas de exposição o Divulgação “boca-a-boca” da proposta cultural nas escolas da rede pública de ensino situadas na zona oeste do município de Natal/RN e em outras instituições congêneres situadas na região; no ato de divulgação, será feito o convite verbal aos jovens e estudantes, incentivando-os a visitarem a exposição em companhia dos pais ou responsáveis o Postagens de feed e stores em rede social do Instagram criado em função do projeto, com o intuito de disponibilizar, na internet, registros audiovisuais e fotográficos da mostra e das ações educativas desenvolvidas pelo projeto, acompanhados, quando possível, da descrição de imagens o Realização de oficinas gratuitas de produção artística e de palestras sobre a temática da exposição voltadas para os estudantes da escola/sede de exibição com o intuito de mobilizar os alunos para a proposta cultural e para a recepção do público visitante externo; no final dessa ação, será realizado o processo de seleção das 10 (dez) melhores produções artísticas desenvolvidas pelos alunos para serem exibidas na mostra. o Realização de visitas guiadas gratuitas à exposição com agenda prévia voltadas à fruição dos estudantes e educadores da rede pública de ensino do município de Natal/RN. À instituição solicitante, será disponibilizado contato telefônico ou de whatsapp para agendamento e informação (serviço de recepção).
Nome: Luciano Aciolli Rodrigues dos Santos (Proponente) Cargo ou função no projeto: Coordenador geral Atividades a serem desempenhadas: 1. Agenciamento da sede de exibição e aquisição do material e equipamento de suporte administrativo para início do projeto 2. Cooptação da equipe de trabalho e dos prestadores de serviços especializados 3. Elaboração e fechamento de contratos de prestação dos serviços técnico especializados e de apoio e de aquisição de bens (contratos de compra e venda) 4. Acompanhamento pontual e orquestrado de todo processo operacional (etapas, fases e serviços) do projeto expositivo com fito no controle de qualidade 5. Direção e controle dos trabalhos das equipes em observância ao cronograma adotado 6. Elaboração do “Dossier da exposição” com base no projeto curatorial para distribuição entre todos os interlocutores do projeto (documento base de elucidação sobre o conteúdo da exposição) 7. Redação das cartas de solicitação de empréstimo de obras, emissão dos “Formulários de empréstimos” e manutenção das correspondências com os comandantes 8. Fornecimento de documentos detalhados das especificações técnicas das obras a serem expostas e sua conversão em "base de dados" 9. Entrega aos agentes que irão trabalhar na exposição de todas as especificações de montagem (iluminação, climatização, instrução de colocação, montagem fina e grossa etc.) e de todas as exigências feitas pelos comandantes 10. Elaboração dos cadernos de especificações técnicas para o transporte do acervo e montagem da exposição 11. Supervisionamento das salas de exposição uma vez por semana para checagem das condições normativas 12. Elaboração do Relatório de Execução Cultural da proposta e da memória final da exposição Nome: Clóvis Aladim Monteiro Cargo ou função no projeto: Curadoria e Direção de produção Formação: Possui graduação em comunicação social/jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e mestrado em artes visuais pelo Instituto Europeu de Designer (IADE), Lisboa/Portugal Experiência: Desde 1996 se dedica a fotografia e as artes visuais. Trabalha como diretor criativo para diversas marcas de moda no Estado da Paraíba. Consultor Sebrae em desenvolvimento de produto e Visual merchandising. Coordena as mostras visuais do festival de Inverno de Campina Grande/PB e é membro do Cineclube Lívio Wanderley. Foi diretor da marca Valettinho (2005-2017) e diretor criativo da marca Rutra (2028) e ainda professor do curso de especialização de moda e mercado do SENAC-PB. Atualmente desenvolve consultoria e produz ações ligadas a cultura visual. Realizações artísticas: 1. Bienal de Arte Pequeno Príncipe – 2006 Curadoria e participação como artista da Bienal do Pequeno Príncipe. Campina Grande/PB. 2. Exposição Minha Paris – 2009 (Exposição de fotografias) Série de imagens retratando a cidade luz. Aproximadamente 100 imagens foram impressas em processo fine art para homenagear o ano da França no Brasil. 3. Exposição Ave de Prata – 1. – set. a out. 2021 Série de imagens feita da cantora Elba Ramalho. A mostra teve sua primeira vernissage no ano em que a cantora fez 40 (quarenta) anos de carreira. A mostra é itinerante e está atualmente na galeria Eneida Agra Maracajá, espaço localizado na Vila do Artesão. 4. Exposição Multimídia Festa (Festival de Inverno 2021) Série de fotografias (apropriações) dos cartazes do festival de inverno de Campina Grande. Os cartazes transformados em Kaftans, junto a manequins de madeira, compõe com mais 4 vídeo arte uma instalação que mistura artesanato e tecnologia. Nome: Helder do Nascimento Viana Cargo ou função no projeto: Consutor Formação: Possui graduação em História pela Universidade Federal da Paraíba (1990), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (1995), doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e Pós-doutorado no programa de Museologia interunidades da Universidade de São Paulo (USP) Experiência: Dedica-se desde 1993 a docência na área de História, com ênfase em História Moderna e Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes campos de conhecimento: museu, colecionismo, memória, patrimônio, consumo, técnica e tecnologia. Entre 2015 e 2020, compôs a equipe de elaboração do projeto museográfico (Plano Diretor) do Museu Câmara Cascudo, unidade suplementar pertencente a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, chegando a prestar contribuições significativas ao núcleo (seção) de arte popular da referida instituição em período posterior. Ministrou por vários anos consecutivos (2003-2015) as disciplinas de Museologia, Coleções, museus e imagens e Elementos do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Brasileiro, nos cursos de graduação e especialização em história e Turismo da UFRN. Em 2024, publicou livros com temática sobre os museus, entre os quais a obra "Os usos do popular: coleções, museus e identidades na Bahia e em Pernambuco, do início do século à década de 1950", pela editora Caule de Papiro (Natal/RN). Nome: Sheyla de Azevedo Andrade Cargo ou função no projeto: Assessoria de comunicação/Marketing Formação: É formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, mestra e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN Experiência: Repórter do Diário de Natal (1999 a 2008); Chefe de reportagem do Novo Jornal (2009 a 2011); cronista durante mais de 15 anos em jornais. Autora dos livros "Ensaio Biográfico Navarro: Um Anjo Feito Sereno", sobre o escritor e pintor Newton Navarro (Caravela Selo Cultural e Editora UFRN) e "Religare - Os Caminhos da Fé (Caravela Selo Cultural - junho 2022). Editora de revistas culturais como Brouhaha (Edição digital Novembro de 2017); editora do encarte literário do jornal Tribuna do Norte Letras Ideias (2013; 2014; 2015 e 2017). Assessoria de Imprensa da Fundação José Augusto (2009-2011); Assessora de Imprensa do senador Paulo Davim (2011-2014); Assessora de imprensa da Cooperativa Cultural Universitária (2016-2017). Conselheira da Cooperativa Cultural.
Periodo para captação de recursos encerrado.