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O projeto Ateliê Yawa visa consolidar uma cooperativa de moda sustentável liderada por mulheres Yawanawá, promovendo autonomia econômica e preservação cultural. A proposta inclui a estruturação de um espaço físico com ateliê, tinturaria e loja, capacitação em técnicas de moda e gestão, produção de 500 peças autorais com grafismos tradicionais, e ações de comunicação para ampliar a visibilidade da marca. O objetivo é integrar saberes ancestrais a práticas ecoeficientes, gerando renda e fortalecendo a identidade cultural Yawanawá.
1. Programação de Eventos e Atividades CulturaisAlém das etapas já descritas, o projeto inclui uma série de eventos e ações culturais para ampliar o alcance e impacto do Ateliê Yawa. Lançamento da Coleção Autoral Local: Aldeia Nova Esperança.Programação: Desfile com modelos indígenas e convidados locais.Exposição interativa dos processos de tingimento natural e estamparia com grafismos "kene".Roda de conversa com as artesãs Yawanawá sobre o significado cultural das peças. Tema: "Moda Indígena e Sustentabilidade"Conteúdo: Oficina de tingimento natural com plantas da floresta.Demonstração de estamparia manual.Palestra sobre economia solidária e moda ética.2. Conteúdo Audiovisual e DigitalRegistros das aulas e dos bastidores Estratégia: Fotografias das peças em cenários naturais da aldeia.Vídeos curtos com depoimentos das artesãs (legendas em Português).Peças da coleção, matrizes de carimbos, fotos do processo e artefatos culturais Yawanawá.5. Encerramento com Ritual de CelebraçãoCerimônia "Yawarani" (Encontro das Forças) Atividades: Cantos e danças tradicionais.Batismo simbólico das peças com ervas sagradas.Entrega de certificados às participantes do projeto.
Objetivo Geral: Consolidar o Ateliê Yawa como uma cooperativa autônoma de moda sustentável, promovendo o desenvolvimento socioeconômico da comunidade Yawanawá, a preservação de sua cultura e o empoderamento das mulheres por meio da produção de peças autorais que integram saberes tradicionais e inovação. Os objetivos específicos do projeto Ateliê Yawa são: Estruturar fisicamente o Ateliê Yawa Construir e adequar um espaço multiuso na Aldeia Nova Esperança, incluindo ateliê de produção, sala de estamparia, área de tinturaria natural e loja física.Adquirir equipamentos de costura, insumos para estamparia, tinturaria e mobiliário adequado.Capacitar 25 mulheres Yawanawá Oferecer oficinas práticas e teóricas em: Moda, modelagem, corte e costuraTinturaria natural e estampariaGestão de negócios, comunicação e cooperativismoRealizar oficinas de empreendedorismo e economia solidária Integrar saberes ancestrais com técnicas modernas de gestão.Capacitar as participantes em vendas, marketing e logística.Fornecer assessoria técnica especializada Acompanhamento contínuo em design, branding e comercialização para posicionar as peças no mercado nacional e internacional.Produzir e comercializar 500 peças autorais Desenvolver uma coleção autoral com grafismos tradicionais Yawanawá ("kene"), utilizando fibras naturais e processos ecoeficientes.Promover a cultura Yawanawá Lançar campanhas digitais e conteúdos audiovisuais sobre o projeto.Participar em eventos culturais e feiras de moda sustentável.Constituir e formalizar a cooperativa
O projeto Ateliê Yawa: Moda Sustentável e Autonomia Yawanawá se enquadra perfeitamente nos mecanismos da Lei Rouanet, tanto pelo seu caráter cultural quanto pelo impacto social e econômico que promove. Abaixo, destaco os incisos do Art. 1º e os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que justificam seu financiamento via incentivo fiscal: 1. Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 atendidos pelo projeto:Inciso I _ "Apoiar projetos culturais que visem a produção, difusão e preservação de bens culturais." O Ateliê Yawa valoriza os grafismos tradicionais Yawanawá ("kene"), preservando e difundindo essa manifestação cultural por meio da moda sustentável.Inciso II _ "Estimular a produção cultural e artística brasileira." O projeto fomenta a produção autoral indígena, integrando técnicas ancestrais com inovação, contribuindo para a diversidade da moda nacional.Inciso III _ "Promover a formação de profissionais qualificados para atuar nos setores cultural e artístico." Capacita 25 mulheres Yawanawá em técnicas de moda, gestão e cooperativismo, profissionalizando-as para atuar no mercado criativo.Inciso IV _ "Favorecer a circulação de bens culturais de modo a ampliar o acesso da população à cultura." As peças produzidas e as campanhas digitais ampliam o acesso à cultura Yawanawá, nacional e internacionalmente.Inciso V _ "Contribuir para a preservação do patrimônio cultural material e imaterial." O projeto salvaguarda os saberes tradicionais de tingimento, estamparia e grafismos, patrimônio imaterial do povo Yawanawá. 2. Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 alcançados pelo projeto:Alínea "a" _ "Estimular a produção e difusão cultural." Produção de 500 peças autorais e participação em feiras de moda sustentável.Alínea "b" _ "Promover a descentralização geográfica e social dos bens culturais." O projeto é desenvolvido na Aldeia Nova Esperança (Acre), levando oportunidades a uma comunidade indígena distante dos grandes centros.Alínea "c" _ "Apoiar iniciativas que garantam a pluralidade da expressão cultural brasileira." Fortalece a identidade Yawanawá, destacando a diversidade cultural indígena.Alínea "d" _ "Contribuir para a formação artística e intelectual de crianças, jovens e adultos." Oficinas de capacitação para mulheres adultas e jovens, integrando educação e tradição.Alínea "e" _ "Fomentar o intercâmbio cultural." Parcerias com institutos (como Guardiões da Floresta) e participação em eventos ampliam redes de colaboração. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?O Ateliê Yawa transcende a moda, sendo um projeto de resistência cultural, empoderamento feminino e sustentabilidade. A Lei Rouanet é o mecanismo ideal porque: Viabiliza recursos para estruturar infraestrutura, capacitações e produção em uma comunidade com limitado acesso a financiamentos.Reconhece a moda indígena como expressão cultural, alinhando-se à missão da lei de preservar a diversidade brasileira.Atrai patrocínios via renúncia fiscal, incentivando empresas a investirem em um projeto com impacto social comprovado (ODS da ONU).Resposta à pergunta-chave:A Lei Rouanet é essencial para garantir os recursos necessários à preservação cultural Yawanawá, à geração de renda sustentável e ao empoderamento de mulheres indígenas, cumprindo os objetivos legais de democratização e valorização da cultura brasileira.
1. Articulação com Políticas Públicas e EditaisO projeto está alinhado ao Plano Nacional de Cultura (PNC) e à Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, reforçando o eixo de economia criativa indígena.2. Inovação Tecnológica com Respeito à TradiçãoUso de ferramentas digitais de baixo custo para design.Sistema híbrido de produção: Combina técnicas ancestrais (como o uso de fibras naturais) com tecnologias sustentáveis.3. Indicadores de Impacto Quantitativos e QualitativosAlém dos resultados esperados já citados, serão mensurados: Número de jovens Yawanawá envolvidos (meta: 15% dos participantes das oficinas).Uso de materiais 100% naturais desde o inicio do projeto.Índice de satisfação das artesãs (por meio de entrevistas semiestruturadas e rodas de avaliação).4. Sustentabilidade Financeira Pós-ProjetoModelo de negócio: Venda direta (loja física e e-commerce parceiros).Parcerias com marketplaces de moda ética (ex.: Ecoera, Originárias).Licenciamento de grafismos "kene" para coleções especiais (com royalties revertidos à comunidade).Fundo comunitário: 10% do lucro das vendas será reinvestido em educação e infraestrutura na aldeia.5. Adaptação a Cenários de Crise ClimáticaPlano de contingência para eventos extremos (enchentes/secas): Estoque estratégico de insumos em local elevado.Parceria com outras comunidades para compartilhamento de recursos.Logística reversa: Reutilização de retalhos em novas peças ou artesanato.6. Pesquisa e Documentação de SaberesMapeamento etnobotânico: Catalogação de plantas tintórias e suas aplicações.Acervo digital: Plataforma com tutoriais em vídeo (acessível Português) para preservação do conhecimento.Por que esses pontos são relevantes para a avaliação? Demonstram viabilidade a longo prazo e alinhamento com agendas globais.Refletem inovação na preservação cultural e adaptação a desafios contemporâneos.Fortalecem a transparência e governança do projeto.
Oficina de Costura: Manuseio e Manutenção de MáquinaIntrodução ao uso de máquinas de costura, com foco em manuseio, manutenção básica e técnicas de costura.Plano de Aulas: Máquinas caseiras: Funcionamento, tipos de agulhas, tensão, colocação de linha e bobina.Manutenção: Limpeza, exercícios práticos (costura reta, franzidos, acabamentos).Materiais: Tecido de algodão, malha, tesoura, linhas, alfinetes, máquina de costura.Oficina de Modelagem Geométrica – Corte e CosturaIntrodução à modelagem plana e costura para criação de peças autorais, respeitando diferentes corpos e estéticas.Plano de Aulas: Aulas 1-2: Introdução à modelagem (quadrados, retângulos), costura manual (alinhavo, pontos básicos).Aulas 3-4: Noções de tecido (fibras, viés), medidas, modelagem e cortes.Aulas 5-7: Desenvolvimento de mangas, golas, costura final e ajustes.Materiais: Tecido de algodão, papel kraft, esquadro, tesouras, fita métrica, ferro de passar.Modelagem e Costura Sob MedidaCriação de peças personalizadas com base no corpo do aluno, utilizando técnicas de modelagem plana e acesso a um acervo.Processo: Introdução à costura e tecidos.Desenvolvimento de modelagem sob medida (base superior, ajustes em peça piloto).Finalização com detalhes como golas, punhos e bolsos.Técnicas AdicionaisColagem Têxtil: Reutilização de retalhos para criação de peças únicas.Bordado em Linha: Técnicas de acabamento e desenhos manuais.Estamparia com Carimbos: Criação de estampas com carimbos de madeira ou eva.Oficina de Tinturaria NaturalCapacitação de mulheres Yawanawá na extração de corantes naturais para estamparia têxtil, aliando saberes tradicionais e sustentabilidade.Objetivos: Extrair tintas de plantas nativas para estampar 500 peças.Catalogar 10+ espécies tintóreas (nome científico, cor, método de uso).Criar um acervo físico e digital no Ateliê Yawa.Metodologia:Coleta e identificação de plantas.Extração e preparo de tintas.Estamparia em tecidos naturais.Catalogação e registro.Materiais: Tecidos naturais, panelas, pincéis, carimbos, equipamentos de registro.Resultados Esperados:500 peças estampadas.25 mulheres capacitadas.Acervo de espécies tintóreas preservado. Material Didático e Estrutura das Aulas da Oficina sobre Cooperativismo e Associativismo 1. Material Didático O material pedagógico foi desenvolvido com foco em cooperativismo e associativismo, adaptado às necessidades do grupo produtivo Ateliê Yawá, considerando aspectos culturais e práticos. Incluirá: ● Apresentações Visuais: ○ Slides com conceitos básicos de cooperativismo, associativismo, trabalho coletivo e estrutura organizacional. ○ Infográficos sobre os princípios do cooperativismo e exemplos de cooperativas de trabalho bem-sucedidas. ● Textos e Guias: ○ Apostila resumida com os principais tópicos da oficina. ○ Casos de estudo de cooperativas indígenas ou similares ao contexto do grupo. ● Dinâmicas e Jogos Educativos: ○ Atividades práticas para simulação de tomada de decisão coletiva. ○ Jogos de role-play para exercitar a divisão de tarefas e a gestão democrática. ● Materiais Audiovisuais: ○ Vídeos curtos com depoimentos de cooperados e exemplos reais. ○ Documentários sobre experiências de cooperativismo em comunidades tradicionais. ● Fichas e Formulários: ○ Modelos de estatutos e atas para organização interna. ○ Planilhas simples para gestão financeira e divisão de benefícios. 2. Estrutura das Aulas (20 horas presenciais em 5 dias) Dia 1: Introdução ao Cooperativismo e Identidade de Grupo ● Conteúdo: ○ Conceitos básicos de cooperativismo e associativismo. ○ Importância do trabalho coletivo e identidade grupal. ● Atividades: ○ Dinâmica de apresentação e discussão sobre expectativas. ○ Análise de casos inspiradores. Dia 2: Estrutura e Funcionamento de Cooperativas ● Conteúdo: ○ Modelos organizacionais (assembleias, cargos, divisão de tarefas). ○ Princípios de gestão democrática e transparência. ● Atividades: ○ Jogo de simulação de assembleia cooperativista. ○ Elaboração de um esboço de estatuto adaptado ao grupo. Dia 3: Desafios e Soluções Práticas ● Conteúdo: ○ Resolução de conflitos e tomada de decisão consensual. ○ Finanças coletivas e distribuição de resultados. ● Atividades: ○ Role-play com cenários desafiadores (ex: divisão de lucros). ○ Exercício de planejamento financeiro simples. Dia 4: Práticas de Sustentabilidade e Mercado ● Conteúdo: ○ Comercialização coletiva e vantagens competitivas. ○ Sustentabilidade econômica e cultural do empreendimento. ● Atividades: ○ Oficina de criação de um plano de ação para comercialização. ○ Discussão sobre marcas coletivas e identidade visual. Dia 5: Consolidação e Próximos Passos ● Conteúdo: ○ Revisão dos aprendizados e encaminhamentos. ○ Elaboração de um plano de ação para formalização (se aplicável). ● Atividades: ○ Dinâmica de avaliação coletiva da oficina. ○ Entrega simbólica de "certificados" ou compromissos escritos. 3. Métodos de Avaliação ● Participação nas dinâmicas e discussões. ● Produção de materiais práticos (ex: estatuto, plano de ação). ● Feedback oral e escrito ao final de cada dia. Detalhamento Técnico da Oficina de Gestão e Empreendedorismo1. Informações GeraisNome da Oficina: "Gestão e Empreendedorismo para Mulheres Indígenas"Local: Aldeia Nova Esperança (Cruzeiro do Sul)Público-alvo: Mulheres indígenas empreendedoras ou interessadas em desenvolver negócios sustentáveis.Duração Total: 16 horas (sugestão de 2 dias, com 8 horas diárias). 2. Estrutura e PaginaçãoPágina 1: Capa e título da oficina ("Gestão e Empreendedorismo").Página 2: Sumário (Visão Geral, Objetivos, Metodologia, etc.).Páginas 3-4: Visão Geral (contexto, justificativa e impacto esperado).Página 5: Objetivos e Metas (ex.: fortalecimento cultural, capacitação econômica).Página 6: Proposta Pedagógica (abordagem participativa e inclusiva).Página 7: Metodologia (dinâmicas, aulas expositivas, estudos de caso).Páginas 8-11: Conteúdo Programático (tópicos como finanças, marketing, sustentabilidade). 3. Materiais UtilizadosDidáticos:Apresentações em slides ou material impresso (textos teóricos e exemplos práticos).Recursos visuais (fotografias, vídeos de empreendimentos indígenas).Práticos:Flipcharts, papel A3, canetas coloridas, post-its.Materiais para atividades em grupo (cartolinas, cola, tesoura). 4. Projeto Pedagógico Participativa, com valorização da cultura indígena e troca de saberes. Métodos Aulas expositivas (20%), dinâmicas de grupo (30%), estudos de caso (20%), trabalhos práticos (30%). Avaliação Apresentação de planos de negócios desenvolvidos pelos grupos e feedback coletivo. Recursos Humanos Instrutores com experiência em empreendedorismo indígena e facilitadores locais. 5. Conteúdo Programático Detalhado Atividade 1. Introdução ao Empreendedorismo Sustentável 2h Aula expositiva + discussão em grupo. 2. Identificação de Oportunidades de Negócio 2h Dinâmica de mapeamento de recursos locais. 3. Gestão Financeira Básica 2h Exercício prático: planilha de custos. 4. Marketing e Comunicação 2h Criação de peças de divulgação com elementos culturais. 5. Networking e Parcerias 2h Roda de conversa com empreendedores convidados. 6. Elaboração de Planos de Negócio 4h Trabalho em grupo + apresentação. 7. Encerramento e Feedback 2h Avaliação coletiva e certificação.
1. Acessibilidade FísicaO espaço físico do Ateliê Yawa na Aldeia Nova Esperança será projetado para garantir inclusão e mobilidade segura a todos os visitantes, colaboradores e participantes. As medidas incluem: Rampas de acesso em todos os ambientes (atelier, loja, salas de oficina).Banheiros adaptados com barras de apoio e pias acessíveis.Piso tátil para orientação de pessoas com deficiência visual.Corredores amplos que permitam a circulação de cadeirantes.Sinalização em braille em áreas comuns e equipamentos.2. Acessibilidade de ConteúdoPara garantir que o projeto seja compreendido e vivenciado por todos, serão adotadas as seguintes medidas: Libras (Língua Brasileira de Sinais): Intérpretes em eventos e oficinas.Vídeos institucionais e campanhas com tradução em Libras.Braille: Materiais impressos (como cartilhas e catálogos) em braille.Etiquetas táteis nas peças da coleção com descrição dos grafismos Yawanawá.Audiodescrição e legendas descritivas: Conteúdos audiovisuais (documentários, campanhas) com audiodescrição e legendas.Visitas sensoriais: Experiências táteis guiadas para pessoas com deficiência visual, permitindo o contato com tecidos, tinturas naturais e grafismos.Oficinas adaptadas com materiais que estimulam múltiplos sentidos (toque, olfato).Justificativa:Essas ações garantem que o Ateliê Yawa seja um espaço verdadeiramente inclusivo, alinhado aos princípios de equidade e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 10 – Redução das Desigualdades). A acessibilidade fortalece a missão do projeto de empoderar e integrar toda a comunidade, incluindo pessoas com deficiência, valorizando a diversidade humana.
Democratização de Acesso no Projeto Ateliê Yawa1. Distribuição e Comercialização dos ProdutosO Ateliê Yawa adotará estratégias inclusivas para garantir que suas peças alcancem diversos públicos, valorizando tanto o comércio local quanto a expansão nacional/internacional: Loja física na Aldeia Nova Esperança: Espaço aberto à comunidade local e visitantes, com preços acessíveis para moradores da região.E-commerce e plataformas digitais: Vendas online (site próprio e parceiros como plataformas de moda sustentável).Catálogo digital com descrições detalhadas em múltiplos idiomas.Feiras e eventos de moda sustentável: Participação em feiras nacionais.Pop-up stores em centros culturais e espaços colaborativos.Parcerias com organizações sociais: Venda por meio de redes de economia solidária e cooperativas de comércio justo.Doação de parte das peças para museus e instituições que promovem culturas indígenas. 2. Medidas de Ampliação de AcessoPara além da comercialização, o projeto implementará ações que democratizam o contato com a cultura Yawanawá: Oficinas abertas à comunidade: Sessões mensais gratuitas na aldeia sobre tingimento natural, estamparia manual e gestão cooperativista.Kits didáticos distribuídos a escolas públicas com amostras de tecidos e pigmentos naturais.Transmissões ao vivo (live streaming): Demonstrações de técnicas artesanais no YouTube e redes sociais, com legendas e Libras.Bate-papos com as artesãs sobre empreendedorismo indígena e sustentabilidade.Ensaios abertos e exposições itinerantes: Justificativa:Essas estratégias garantem que o projeto ultrapasse barreiras geográficas e econômicas, alinhando-se aos ODS 10 (Redução das Desigualdades) e 12 (Consumo Responsável). Ao combinar comércio ético, educação cultural e tecnologia, o Ateliê Yawa transforma a moda em uma ferramenta de democratização cultural e geração de renda sustentável.
Instituição Proponente:Associação das Mulheres Yawanawá da Aldeia Nova Esperança (formalizada como cooperativa durante o projeto) Atividades Realizadas:Coordenação Geral do Projeto Supervisão da execução das etapas (pré-produção, produção, pós-produção).Articulação com parceiros (Instituto Guardiões da Floresta, Impact Hub Manaus, ateliê Maloca).Gestão Administrativa e Financeira Aplicação dos recursos conforme orçamento aprovado.Prestação de contas e relatórios aos financiadores.Facilitação das Oficinas Organização e logística das capacitações em moda sustentável e gestão.Mediação entre instrutores externos e as mulheres Yawanawá.Comercialização e Divulgação Curadoria da coleção autoral e estratégias de vendas (loja física, e-commerce, feiras).Produção de conteúdo para campanhas digitais (vídeos, redes sociais).Preservação Cultural Documentação dos saberes tradicionais (técnicas de tingimento, grafismos "kene").Organização de eventos para valorização da cultura Yawanawá. Currículo Resumido dos Principais Participantes1. Raquel Nawashahu com sua força, determinação e capacidade de organização é reconhecida liderança feminina de sua comunidade, a aldeia Nova Esperança, com quem faz a gestão dos trabalhos diários da aldeia juntamente com o cacique Biraci Jr. Isku Kuá. Juntos recebem na aldeia vivências, festivais e visitas, pessoas interessadas em compartilhar os modos de vida e conhecimentosde seu povo. Nawashahu vem se tornando precursora dos movimentos de empoderamento das mulheres e se dedica a desenvolver trabalhos que visem a autonomia financeira do núcleo de mulheres artesãs da aldeia. Formação: Conhecimento ancestral em artesanato e medicina tradicional.Experiência: Líder feminina da aldeia Yawanawá Nova Esperança.Coordenadora de projetos de empoderamento feminino na aldeia desde 2015.Participação em eventos internacionais sobre culturas indígenas (ONU, 2019).2. Coordenadora Geral Nome: Nara Mattos é Empreendedora Social e Produtora Cultural. Com mais de uma década de atuação, dedica-se à valorização das culturas indígenas e ao fortalecimento socioeconômico de comunidades tradicionais amazônicas. Lidera iniciativas que unem tradição e inovação, promovendo sustentabilidade e impacto social positivo por meio da comercialização de artes indígenas e projetos de desenvolvimento comunitário.3. Coordenadoora tecnica Priscilla Romão Formação Acadêmica ➔ 2010-Design de Moda, Universidade Candido Mendes ➔ 2019-Design em Sustentabilidade pelo Gaia Education Brasil. ➔ 2011/2012- Ateliê de Belas Artes de Paris (desenho, fotografia e cerâmica). ➔ 2011/2012- Formação em língua e cultura francesa, Sorbonne em parceria com a Universidade Paris 13. Experiências relacionadas ➔ 2007-Cursos de Personal Stylist, Produção de Moda e Desenho de Moda (Estácio, RJ), Produção de Vitrine (Senai Cetiqt) e “De vendedor a consultor de moda” (Oficina do Senac). ➔ 2007/2008- Estágio na área de Estilo na marca Cavendish. ➔ 2008-Experiências com Produção de Moda para Editoriais. Assistência de Produção para Carlos Moura (Cabéra). ➔ 2008/2009- Experiências com figurino ou assistência de figurino em filmes, documentários e peças teatrais. ➔ 2009-Assistente na área de Estilo na marca de acessórios feminino Andarella. ➔ 2010-Experiência como assistente de figurino na Rede Globo Produções. ➔ 2011/2012- Estágio pela BE-LINKED, no setor de pesquisa em moda ética e desenvolvimento sustentável e social à realidade econômica dos negócios. ➔ 2023-Atualmente é responsável pelo Núcleo Criativo e Direção de Estilo da Maloca, empresa de impacto social de artigos da América nativa. 10 anos atuando em moda ética na Amazônia.Mentoria em projetos como "Lab de Impacto" (Impact Hub Manaus).3. Consultoria em CooperativismoCaio Vargas Martins Advogado I Responsabilidade Social Corporativa I Auditoria e Consultoria aplicada ao Terceiro Setor I Filantropia Coorporativa & Assessoria em Investimento Social Privado Assessor de cooperativas na Amazônia Legal.Facilitador de oficinas de gestão participativa para comunidades indígenas. Ateliê Vivo (empresa parceira oficinas de moda) Projetos executados BIBLIOTECA DE MODELAGEM 2015 - 2025 A Biblioteca de Modelagem do Ateliê Vivo é a única biblioteca de modelagens do mundo. Existe como um ambiente de estudo, prática e alfabetização têxtil. O objetivo é que as pessoas reflitam sobre autonomia através da construção de uma roupa e de práticas da costura. O público pode escolher a modelagem (modelo), cortar e costurar a sua própria peça a partir do acervo de cerca de 700 modelagens doadas por diversas estilistas e marcas brasileiras, entre elas: Karlla Girotto, Alexandre Herchcovitch, Eduardo Inagaki, Jum Nakao, Fabia Bercsek, Wilson Ranieri, Fit, Nankini, Giselle Nasser, Fernanda Yamamoto, Ofélia Lotte, Creare, Gabriela Cherubini, Ateliê Vivo e frequentadores do espaçoCERRADO TÊXTIL Sesc - Franca, Brasil Cerrado, vasto universo de cores e texturas onde o silêncio é quebrado pelo canto dos ventos que acariciam as folhas secas e pelos murmúrios das árvores retorcidas. Solo, quente e áspero, guarda a memória das secas e das chuvas, onde em sua aparente dureza, esconde uma delicada teia de interações traduzidas em tramas que recordam a irregularidade do solo, a complexidade das formas da vegetação. Paletas quentes e terrosas, dos tons de marrom e bege da terra seca, aos verdes e dourados das plantas que resistem, as fibras naturais que representam a diversidade da flora, o contorno das raízes, a força das plantas nativas e o movimento das sombras nas tardes quentes — o tecido torna-se um eco poético da paisagem, transmitindo sua alma resistente e vibranteANTIMOLDE Fiesp - Sesi - São Paulo, Brasil O trabalho “Antimolde” surge com a reflexão vinda das etapas de processos na construção de roupas ao riscar com um giz o contorno da modelagem posicionada em cima no tecido e cortar este desenho do molde no tecido produzimos duas formas que se complementam: uma delas que foi projetada para ser a roupa e, o negativo dela que, em geral, é descartado. Esse desenho espontâneo da sobra de tecido, sem intenções, com seus picotes, ourelas, chamamos de “Antimolde”. O “Antimolde” é a coisa em si, o outro, a outra, outres, não é representação, é um corpo não corpo, é uma forma da não forma. É uma dualidade entre o que foi planejado e o que surgiu acidentalmente. É desta matéria que descobrimos novas formas e texturas que aparecem da combinação inesperada dos retalhos e que viram novos trabalhos. Essas composições enaltecem a ausência de padrões, abraçam a potência do material e celebram a ação de criar a partir da reutilização. Cada obra gerada a partir desse processo é única, fornecida de memórias e gestos das mãos que passaram e tocaram nesses tecidos. 4. Artesãs Yawanawá. Experiência Coletiva: Domínio de técnicas tradicionais (miçangas, fibras naturais).Participação na coleção cápsula de 2022 (parceria com Maloca).Protagonismo em ações de etnoturismo e artesanato na aldeia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.