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PRONAC 251948Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Tem que ser agora

CATIA LUCIENE PEREIRA DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 396,0 mil
Aprovado
R$ 396,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Duque de Caxias
Início
2025-06-02
Término
2026-06-30
Locais de realização (6)
Campinas São PauloItapeva São PauloRegistro São PauloSantos São PauloSorocaba São PauloSão José dos Campos São Paulo

Resumo

O projeto contempla a realização de uma mini turnê musical gratuita da cantora Catia Gonzaga, intitulada "Tem que ser agora", além da transmissão ao vivo, pela internet, de uma das apresentações musicais.

Sinopse

"Tem que ser agora" é um espetáculo vibrante e repleto de significado da cantora Catia Gonzaga, que resgata a tradição do samba e reafirma o papel da mulher nesse universo musical. Com 75 minutos de duração e um repertório de 18 canções inéditas, o show apresenta composições autorais e de novos talentos ainda desconhecidos do grande público, criando um mosaico sonoro que une passado, presente e futuro do gênero. Dividido em três blocos temáticos, "Tem que ser agora" conduz o público por uma jornada sensível e potente. No primeiro momento, Catia Gonzaga revisita sua trajetória artística, trazendo suas criações e destacando sua evolução dentro da música. Essa introdução é um convite para que o espectador conheça a artista em sua essência, compreendendo as influências e experiências que moldaram seu trabalho. O segundo bloco, intitulado "Fé", reflete sobre a importância da tolerância religiosa e da união entre os povos. Catia Gonzaga, com sua interpretação intensa e apaixonada, propõe uma mensagem de respeito e aceitação, derrubando barreiras e aproximando diferentes crenças por meio da música. No terceiro e último ato do espetáculo, a artista exalta o empoderamento feminino, reafirmando o papel da mulher no samba. Ex-passista, Catia incorpora à sua performance a força e a elegância da dança, demonstrando como a presença feminina é essencial para a perpetuação e renovação do gênero. O repertório de "Tem que ser agora" também presta tributo a grandes mestres da música brasileira, como Cartola, João Bosco e Ivan Lins, estabelecendo um diálogo entre sua própria identidade artística e as referências que ajudaram a construir sua musicalidade. Através dessa conexão, o show não apenas homenageia o legado do samba, mas também reafirma a capacidade de renovação do gênero, trazendo uma sonoridade contemporânea e singular. Mais do que um espetáculo, "Tem que ser agora" é um manifesto. Com uma performance intensa, enérgica e emocionalmente envolvente, Catia Gonzaga transforma o palco em um espaço de celebração, resistência e transformação. Sua voz potente e sua presença marcante reafirmam a importância da mulher na história do samba, promovendo um diálogo contínuo entre tradição e inovação. Com "Tem que ser agora", Catia Gonzaga não apenas canta samba – ela o vive, o reinventa e o projeta para o futuro.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a mini turnê "Tem que ser agora" da cantora Catia Gonzaga com repertório que celebra a herança cultural do samba e diversidade afro-brasileira. Objetivos Específicos 1) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL 1.1) Realizar a mini turnê "Tem que ser agora" da cantora Catia Gonzaga em teatros de 6 cidades do estado de São Paulo, com shows gratuitos, censura livre e acessibilidade. 1.2) Transmitir e disponibilizar na internet, o registro audiovisual do show "Tem que ser agora", acompanhado com libras e audiodescrição. Essa é a medida de ampliação de acesso ao público.

Justificativa

O projeto "Tem que ser agora" nasce da necessidade de valorização e difusão do samba e da cultura afro-brasileira, representados na trajetória e no repertório da cantora e compositora Catia Gonzaga. Com uma carreira construída entre Rio de Janeiro e São Paulo, Catia sempre teve a música como elemento central de sua vida, sendo influenciada desde a infância por seu pai, Luiz Gonzaga, seresteiro apaixonado pelo violão. A artista lançou seu primeiro EP em 2019 e, desde então, vem consolidando sua identidade musical, explorando as diversas vertentes do samba e buscando uma expressão autêntica e inovadora. O show "Tem que ser agora" reflete um momento de virada na trajetória de Catia Gonzaga, que, aos 50 anos, decidiu assumir integralmente sua carreira artística, deixando para trás as incertezas que a afastavam de seu sonho. O espetáculo celebra a riqueza da música brasileira, transitando entre gêneros como samba rock, partido alto, samba reggae, samba canção, choro e bossa nova. Além disso, o projeto destaca a importância da mulher no samba, gênero historicamente marcado por figuras masculinas, contribuindo para a ampliação da representatividade feminina no cenário musical. A realização deste projeto justifica-se pela necessidade de garantir espaços de visibilidade para novas composições autorais no universo do samba. O repertório do show é composto exclusivamente por músicas inéditas, tanto de Catia quanto de compositores ainda desconhecidos pelo grande público, como Edu Costa, autor de sete das canções apresentadas. O projeto reafirma o compromisso com a valorização da cultura nacional, fomentando a diversidade musical e a preservação do samba como patrimônio imaterial do Brasil. A utilização de recursos públicos por meio do mecanismo de incentivo a projetos culturais se faz necessária para viabilizar a circulação do espetáculo em diferentes cidades, ampliando o acesso do público a um repertório autêntico e inovador. A captação de recursos permitirá a contratação de músicos, equipe técnica, produção e infraestrutura necessária para a execução do show, garantindo a qualidade da apresentação e a sua continuidade em espaços culturais diversos. O incentivo também possibilitará ações de acessibilidade, como audiodescrição e interpretação em Libras, promovendo a inclusão de públicos com deficiência. O projeto se enquadra nos incisos III e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91. O inciso III fundamenta-se na proposta de apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores, o que se reflete na apresentação de um repertório autoral e na promoção de artistas independentes. Já o inciso IX justifica-se pelo fato de o espetáculo priorizar o produto cultural originário do país, ao ressaltar o samba e suas diversas vertentes como expressões fundamentais da identidade brasileira. Além disso, conforme o Art. 3º da mesma lei, o projeto atende ao objetivo de fomento à produção cultural e artística, conforme inciso II, alínea "c", ao viabilizar a realização de espetáculos musicais. Dessa forma, "Tem que ser agora" não apenas fortalece a carreira de Catia Gonzaga, mas também contribui para a difusão e preservação do samba, promovendo sua renovação e continuidade para as futuras gerações.

Estratégia de execução

Continuação Ficha Técnica Leonardo de Lima Bernardo "Leo Bernardo" Função: Músico (Sax Soprano, Tenor e Flauta) Leo Bernardo nasceu em Magé e é morador de São João de Meriti. Iniciou sua carreira musical na Igreja Assembleia de Deus em Piabetá/Magé. Após breves estudos na Escola de Música Villa-Lobos, formou-se em Licenciatura em Música e possui pós-graduação em Educação Musical pela Faculdade Campos Elísios e em Regência pela Faculdade Alpha Facec. Com uma trajetória profissional sólida, Leo colaborou com diversos artistas e grupos renomados, como Fundo de Quintal, Dudu Nobre, Bebeto, Dhema e Neguinho da Beija- Flor, além de Swing Suburbano. Ele também participou do lançamento do show "Tem Que Ser Agora", de Catia Gonzaga, como Saxofonista Soprano, Tenor e com flauta. Sua versatilidade e paixão pela música o tornaram uma referência na cena musical carioca. Hoje, Leo continua a expandir sua carreira, integrando conhecimento acadêmico e experiência prática para enriquecer a música e a educação, sempre buscando novas conexões com o público. Paulo Custódio Camilo Cabo Verde “PC” Função: Técnico de Iluminação e Cenotécnico Natural de Portugal, PC é técnico de iluminação e apaixonado pelo universo dos eventos e da música, atuando na área desde 1995. Residente em São João de Meriti há 28 anos, construiu uma sólida trajetória trabalhando com grandes nomes da música brasileira, como Tim Maia, Fernanda Abreu, Gabriel O Pensador e Cássia Eller. Sua experiência se estende a artistas de diversos estilos, incluindo Naldo Benny, Lan Lanh, Nego do Borel, Cantor Delacruz, TZ da Coronel e Kevinho o Chris. Além disso, PC participou de festivais de renome, como TIM Festival e Free Jazz Festival. Sua dedicação e talento fazem de sua iluminação um elemento essencial para criar momentos inesquecíveis no palco. Fernando Vieira Capão “Fernando Capão” Função: Técnico de som Fernando Capão, profissional de áudio desde 1978, tem dedicado sua carreira à música ao vivo, participando de projetos como "Pixinguinha", "Palco Sobre Roda" e "Carreta da Cultura". Atuou em importantes centros culturais como CCBB, BNDES, Espaço Cultural Sérgio Porto, CEF, SESC e SESI. Ele também foi responsável pela sonorização de musicais como"Flor Tapuia", "Deixa Clarear", "Tropicalistas", "Puro Ney" e "Charles Aznavour - Um Romance Inventado", além de operar som para vários grupos vocais e corais, incluindo São Vicente de Paula a Capela, Dá no Coro, BR6 e Ordinários, e artistas como Marcos Sacramento, Elza Soares, Moacyr Luz, Mestre Monarco e Marcio Gomes. Nos últimos anos, Fernando Capão realizou vários projetos de sonorização e operação de som: Projeto de sonorização e operação do musical "Charles Aznavour -Um Romance Inventado" no Teatro das Artes, Shopping da Gávea, RJ, em 2021. Sonorização, operação de som e fornecimento de equipamento e equipe para "Fim de Tarde", dirigido por Haroldo Costa, no Teatro João Caetano, RJ, em 2021. Sonorização, operação de som e fornecimento de equipamento para o Festival de Corais de Catanduva, SP, para o Conservatório Santa Cecília, de 2019 a 2021. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para "Do Palais a Paris – 100 anos Dos Oito Batutas" no CCBB RJ/SP/MG, de 2019 a 2020. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para "Lady Crooner – Uma Homenagem à Diva Ângela Maria", dirigido por Francis Mayer e Leandro Braga, em vários teatros, em 2018. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para "MPB - Era dos Festivais", dirigido por Edu Krieger, em vários teatros, de 2015 a 2021. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para "MPB EVA" na Fundação Casa Museu Eva Klabin, de 2015 a 2019. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para o musical "Deixa Clarear", dirigido por Isaac Bernat e Alfredo Del Penho, em vários teatros, de 2017 a 2021.Sonorização, operação de som e fornecimento de material para "Rio Eu Gosto de Você", idealizado por Carlos Alberto Serpa na Fundação CESGRANRIO, em 2016. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para o show "Libertango" no Centro Cultural da Caixa Econômica, RJ, em 2016. Sonorização, operação de som e fornecimento de material para "Encontro com o Compositor Carioca" no Centro Municipal de Referência da Música Carioca, em 2016.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

1) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL 1.1) Acessibilidade física (arquitetônica) para PcD físicas, mobilidade reduzida e idosos: os teatros deverão conter, dentre outras características, rampas de acesso, espaço para cadeiras de rodas e assentos acessíveis na plateia; banheiros adaptados, atendendo aos padrões de acessibilidade e espaço para cadeiras de rodas; áreas de circulação acessíveis, com espaços amplos e sem barreiras arquitetônicas; estacionamento acessível, incluindo vagas para pessoas com deficiência física e idosos. Acessibilidade comunicacional para PcD visuais: audiodescrição. Acessibilidade comunicacional para PcD auditivos: intérprete de libras. 1.2) Medida de Ampliação de Acesso Acessibilidade comunicacional para PcD visuais: audiodescrição. Acessibilidade comunicacional para PcD auditivos: janela de libras.

Democratização do acesso

O Plano de Distribuição do projeto prevê medidas de democratização do acesso ao produto cultural. 1) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL 1.1) Ingressos: 1.800, sendo 300 ingressos por cidade. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente 1.2) Uma das apresentações musicais será transmitida e disponibilizada integralmente online, de forma gratuita, em conformidade com o inciso III do art. 47 da IN 23/2025.

Ficha técnica

Catia Luciene Pereira de Oliveira “Catia Gonzaga” Função: Dirigente, Artista Catia Gonzaga é uma cantora e compositora carioca, formada em Secretariado Executivo e Letras, e com uma trajetória musical profundamente influenciada pelo seu pai, o seresteiro nordestino Luiz Gonzaga. Desde a adolescência, Catia se dedicou à música, mudando-se para São Paulo, onde passou 30 anos e desenvolveu sua carreira artística ao lado de outras atividades profissionais. Ao longo dessa trajetória, Catia teve a oportunidade de atuar em diversos formatos musicais, como em uma banda de rock'n roll, num trio de mulheres, numa banda de axé, e em um duo de MPB, até que retornou ao samba, seu verdadeiro berço musical. Após quase três décadas no mercado formal de trabalho, Catia decidiu, aos 50 anos, dedicar-se integralmente à música. A canção "Tem que ser Agora" marcou sua transformação pessoal e artística, consolidando uma nova fase em sua carreira. Em 2019, lançou o single "A Carta" e o EP "Chega pra Cá", e segue gravando novas músicas com previsão de lançamento para 2025. Em 2024, a artista pré-estreou o show "Tem que ser Agora" no Centro da Música Carioca, no Rio de Janeiro, e o espetáculo também foi parte de dois festivais: o Festival X-Todas e o I Festival do Galpão de Artistas e Artesãs de Duque de Caxias, ambos realizados no Sesi Caxias. Além de sua carreira como cantora, Catia Gonzaga é também produtora de seus próprios shows, como o espetáculo “Catia Canta Marisa” (2017) e um samba jazz autoral (2023), ambos realizados em São Paulo. Defensora de causas sociais, Catia tem se envolvido com diversos festivais voltados para as Matrizes Africanas, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, e recebeu prêmios como cantora revelação e melhor intérprete. Com uma forte ligação com a comunidade LGBT, participou do Coral LGBT e se apresentou com o grupo em diversos espaços culturais do Rio de Janeiro. Em 2023 e 2024, se apresentou na Parada LGBT de Copacabana. Catia também faz parte da Iª Escola de Samba de Mulheres, TPM (Todas Pela Paz de Madureira), utilizando a música como ferramenta de expressão para promover igualdade e inclusão. Em sua trajetória, ela se apresentou em locais emblemáticos como o Beco das Garrafas, o Beco do Rato, a Rua do Ouvidor, o Museu Mar, o Teatro Baden Powell, o Jockey Club, além de uma apresentação internacional em Toronto, no Canadá. A realização deste projeto é essencial para ampliar o acesso ao samba e à cultura afro-brasileira, fortalecendo o reconhecimento de artistas independentes que atuam no gênero. Além disso, o projeto fomenta a valorização da música popular brasileira e contribui para a diversidade cultural. O uso de recursos públicos permitidos pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se justifica pelo interesse coletivo e pelo impacto social da turnê, que oferece shows gratuitos e medidas de acessibilidade para um público diverso. O projeto promove a democratização do acesso à cultura e estimula a circulação de produções musicais autorais em espaços alternativos. Lucianna da Silva Vieira “Lu Vieira” Função: Diretora Artística Lu Vieira é uma artista multifacetada com uma carreira consolidada no teatro musical e no audiovisual brasileiro. Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade CAL, atua como atriz, cantora, autora e diretora. No audiovisual, integrou o elenco da novela "Guerreiros do Sol" (Globoplay) e deu vida à personagem Hellen em "Vai Na Fé" (TV Globo). No cinema, participou dos filmes "Dona Vitória", dirigido por Breno Silveira e Andrucha Waddington, e "A Revolta dos Malês", dirigido por Jeferson De. Nos palcos, Lu Vieira se destacou em grandes produções, incluindo "Zeca Pagodinho – O Musical", "Gonzagão – A Lenda" e "Andança – Beth Carvalho, O Musical", reafirmando sua versatilidade artística. Como diretora e autora, foi responsável pela concepção de espetáculos marcantes, como “Jorge, Um Viajante do Espaço-Tempo” e “Gota D'Água In Concert”, na Escola de Canto Pedro Lima, instituição da qual é coordenadora e fundadora. Além disso, assinou a direção artística do show “Tem que ser agora”, com Catia Gonzaga e Daniel Delavusca, que teve sua pré-estreia em abril de 2024, recebendo grande aclamação do público. Daniel Delavusca Prestes Função: Arranjador, Diretor Musical e Cavaquinista Radicado no Rio de Janeiro desde maio de 2012, Daniel Delavusca é cantor, compositor, cavaquinhista, arranjador, produtor e diretor musical. Formou-se em Música pelo Centro Universitário Metodista do Sul (Instituto Porto Alegre – IPA) em 2010 e acumula mais de uma década de experiência no ensino musical. Seu trabalho mais recente como professor foi no programa “Orquestra nas Escolas”, da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde lecionou Cavaquinho de 2018 até o início da pandemia em 2020. Atualmente, é responsável pela “Escola Cavaquinho Delavusca”, por onde já passaram mais de 100 alunos. Como compositor, teve suas músicas “Prece à Oxum” e “Qual é o seu talento?” gravadas em 2018 pela atriz e cantora Jessica Ellen. No mesmo ano, lançou “Qual é o teu talento?” e “Pescador” com o grupo Nós de Cabrália. Em 2019, apresentou seu primeiro videoclipe, “Em São João / Feito Com Amor”. No campo dos arranjos, estreou em 2021 com três trabalhos de destaque: o álbum do grupo Awurê, na faixa “Awurê”; o álbum "Afrogaúcho" de Marcelo Amaro (assinando todos os arranjos); e o disco “Raiz e Folha: O Cancioneiro de Zeh Gustavo”, no qual também atuou como produtor e diretor musical. Ainda em 2021, arranjou e produziu “O que é bom cultuar”, interpretada por Fabiola Machado. Em 2022, assinou os arranjos e a produção da releitura de “Beto Bom de Bola”, lançada por Zeh Gustavo. No ano seguinte, trabalhou em “Sambáfrica”, música de Marcelo Amaro lançada em maio de 2023. Em 2024, assumiu os arranjos e a direção musical do show “Tem que ser agora”, no qual também atuou como cavaquinista. O espetáculo teve apresentações no Teatro Artur da Távola e no Teatro do Sesi Caxias, ambos no Rio de Janeiro. Atualmente, Daniel Delavusca é diretor musical do espetáculo “Mãe África”, do grupo Awurê. ***Continua em 'Outras informações'***

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.