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Cria Nativa é uma proposta Artística-Cultural-Pedagógica alicerçada na valorização da arte e cultura popular através de oficinas ministradas por Mestres e Mestras de Itapuã (Salvador) e profissionais de diferentes linguagens artísticas (fotografia, ilustração e literatura), em parceria com organizações locais, resultando em produtos artísticos inspirados nas tradições culturais do bairro e da literatura de cordel. O projeto estimula o ensino formal e informal da Arte Popular através da abordagem triangular de Ana Mae Barbosa, com foco na compreensão histórica, o fazer e o apreciar. Promove-se diálogos com a cultura nordestina/afro-brasileira por meio de narrativas que retratam as manifestações e símbolos tradicionais da cultura Itapuanzeira. Serão apresentadas aos jovens nativos de itapuã, possibilidades estéticas e educativas, oportunizando aos participantes a capacidade de reconhecer as manifestações culturais populares de Itapuã, bem como a capacitação para empreender.
1. Rodas de Conversa e Vivência Cultural com Mestres e Mestras de ItapuãA atividade busca introduzir e fortalecer os conhecimentos acerca das culturas popular e tradicional do bairro de Itapuã, destacando sua história e tradição por meio de encontros mediados pelo Professor Carlinhos e convidados Nativos de Itapuã, Mestres e Mestras da Cultura Popular e organizações como o Malê deBalê. Esta atividade é aberta para o público geral e acontecerá em espaços públicos do bairro como praças, escolas, espaços culturais e pontos de cultura, visando ampliar a transmissão da história do bairro entre os moradores e demais interessados que queiram participar dos encontros. Os encontros terão como disparadores de conversa os seguintes temas e convidados: 1º Encontro: Contextualização histórica Prof. Carlinhos convida S. Pedreira e os artistas Ives Quales e Cristiano Loureiro, responsáveis pela criação das Baleias de Itapuã, para conversar sobre a Festa da Lavagem de Itapuã, a origem do símbolo da baleia para o bairro e outros elementos do festejo. O encontro tem por objetivo promover o reconhecimento e o fortalecimento do principal e mais antigo festejo do bairro. 2º Encontro: O Bando Anunciador Prof. Carlinhos convida Nazaré Araújo, sobrinha de Dona Nini, e Celso Nissu, responsáveis pela continuidade da tradição do Bando no bairro, para uma conversa sobre o resgate e a importância da continuidade do Bando Anunciador nos festejos do bairro, visando a aproximação dos jovens desta manifestação cultural. 3º Encontro: Malê deBalê - O maior balé afro do mundo Prof. Carlinhos convida o coreógrafo Agnaldo Fonseca e Lorena Bispo, rainha do Malê, para uma imersão na história e tradição do bloco. A atividade prevê a visita ao espaço cultural do Malê, além de momentos de vivência em dança com o coreógrafo Agnaldo e oficina de Turbante com a Rainha do Malê Ninha. 4º Encontro: Escola de Samba Unidos de Itapuã Prof. Carlinhos convida Junior Arabaca para uma conversa sobre uma das últimas escolas de samba de Salvador, com sede em Itapuã. A atividade inclui uma visita ao quintal de Dona Cabocla, responsável por fomentar as rodas de samba no bairro. 5º Encontro: As ganhadeira de Itapuã Prof. Carlinhos recebe os músicos locais Pedro Abib e Seu Regi para contar a história e a tradição das Ganhadeiras de Itapuã e da Festa de São Tomé. A atividade inclui a visita à varanda das Ganhadeiras, culminando em uma roda de samba. 2. Laboratório de Escrita CriativaO Laboratório de Escrita Criativa baseia-se na metodologia da escrita livre a partir da vivência dos participantes. Será promovido um espaço de escrita livre sobre o que vivenciaram nas rodas de conversa com os mestres e mestras do bairro e demais convidados da atividade. Ao final do Laboratório, o material será utilizado na produção de um livro coletivo com a equipe. As produções terão como inspiração a literatura de Cordel, como manifestação artística composta por escrita e ilustração, e prática oriunda da Cultura Popular, dialogando com a proposta de promoção da cultura nordestina afro-brasileira do projeto. 3. Oficina de Desenho e IlustraçãoA Oficina de Desenho e Ilustração conecta-se às inúmeras possibilidades de trabalharmos com arte educação, visando a autoconfiança em se expressar, promovendo autoestima individual e coletiva, quebra de preconceitos acerca da arte e de quem “pode” produzi-la, além de estimular a coordenação motora, ludicidade e criatividade. As Oficinas de ilustração desempenham um papel fundamental no projeto uma vez que o produto final a ser realizado aproxima-se da literatura de cordel, que é composto por textos e imagens. Nos encontros serão trabalhadas diferentes técnicas para ilustrar uma ideia, incluindo técnicas como xilogravura. 4. Oficina de Fotografia e processos artísticos com imagens A Oficina de Fotografia visa apresentar aos participantes as possibilidades dessa linguagem para registro artístico e documental, promovendo este formato enquanto possibilidade de expressão e de profissionalização na área, entendendo que a produção de imagens é hoje uma demanda contemporânea em qualquer espaço/evento. Além disso, as imagens produzidas serão impressas e expostas pelo bairro em formato lambe-lambe, valorizando a criação dos participantes e seu olhar para a comunidade da qual fazem parte. 5. Oficina de Criatividade e Empreendedorismo Além das linguagens artísticas, o projeto promove ao final do ciclo formativo uma oficina com foco em empreendedorismo para criativos, buscando apresentar possibilidades de geração de renda a partir das habilidades desenvolvidas ao longo dos encontros. A atividade tem como foco a transmissão de conhecimentos de profissionalização para artistas, gestão de micro-empresas, estratégias de marketing, precificação e vendas a partir da criação de produtos artísticos e culturais criativos, de poucos recursos para realização, como o livreto (cordel), que além de gerar renda contribui para o fomento da arte e cultura local, podendo este produto atingir inúmeros espaços e ganhar destaque em especial se lançado e distribuído de maneira adequada. A oficina contará ainda com parceria com o projeto Parque Social - Colabore (IN PACTO Incubadora de negócios), organização local de acompanhamento de negócios locais do bairro de Itapuã. 6. Prouto Livreto: “Cria Nativa – Vozes de Itapuã”Publicação impressa e digital composta por textos autorais (cordéis, contos curtos e narrativas poéticas), ilustrações e relatos de vivências produzidos por jovens do bairro de Itapuã ao longo do processo formativo do projeto. A obra reúne temas como ancestralidade, afetividade, território, cultura negra, autoestima e memória. Classificação indicativa: Livre.Também integra a obra a realização de um evento de lançamento com leitura pública dos textos, exposição das ilustrações e apresentações artísticas, em formato de sarau poético.
O projeto "Cria Nativa _ Edição Itapuã" visa promover a formação e capacitação de alto impacto para até 30 jovens de 15 a 29 anos de Itapuã, unindo o aprendizado artístico à vivência de empreendedorismo criativo por meio de oficinas de capacitação técnico-artística e de cultura popular e tradições históricas do bairro de Itapuã (Salvador-BA), possibilitando que os participantes adquiram habilidades tanto criativas quanto empreendedoras, além de promover também uma aproximação às tradições nativas do bairro visando a sua preservação, continuidade e inspiração nos processos criativos dos participantes do projeto. Através desta atividade, busca-se atingir os seguintes objetivos específicos: - Realizar 05 (cinco) Rodas de conversa e vivência cultural com Mestres e Mestras de Itapuã, visando a transmissão, preservação e continuidade das tradições nativas do bairro. Os encontros serão realizados em espaços públicos (praças, escolas e feiras culturais) com temáticas como introdução à literatura de cordel, ilustração livre e história oral; - Realizar 01 (um) Laboratório de escrita criativa, no qual os participantes se aproximam da literatura de cordel como uma ferramenta de expressão artística e cultural, além de um produto de baixo custo de produção que poderá se tornar um material de vendas; - Realizar 01 (uma) Oficina de ilustração e desenho, de modo a complementar o laboratório de escrita criativa e contribuir na produção de livretos em formato de cordel; - Realizar 01 (uma) Oficina de fotografia e processos artísticos com imagens, visando incentivar o olhar sensível e atento ao território do qual os participantes fazem parte, estimulando o registro das manifestações culturais tradicionais do bairro; - Realizar 01 (uma) Oficina de criatividade e empreendedorismo, voltada para a profissionalização dos participantes, objetivando a continuidade do desenvolvimento das habilidades técnico-artísticas apreendidas ao longo das oficinas, visando a inserção dos participantes no mercado de trabalho; - Produzir coletivamente 01 (um) livreto literário acessível, que se tornará uma ferramenta de divulgação e valorização da rica cultura local, sendo distribuído tanto na comunidade quanto em espaços culturais e educacionais da cidade. Os criadores do produto também terão acesso a uma quantidade da tiragem dos livretos para que possam comercializar individualmente. - Promover o lançamento do produto (livreto) coletivo e exposição de produtos secundários desenvolvidos pelos participantes ao longo das oficinas, como fotografias, desenhos e textos.
O projeto "Cria Nativa" foi nomeado desta forma por carregar a força simbólica das identidades locais. No vocabulário popular baiano, especialmente nas periferias e territórios tradicionais como Itapuã, o termo "cria" refere-se àquele ou àquela que foi criado(a) em determinado lugar, enquanto "nativo" ou "nativa" designa aquele que é oriundo ou pertencente a um território. A junção desses termos expressa pertencimento, raiz e continuidade geracional. A escolha do bairro de Itapuã como território de atuação não é aleatória. Trata-se de uma localidade emblemática da cidade de Salvador, marcada pela presença de comunidades tradicionais, expressões culturais de matriz africana e um patrimônio imaterial que resiste à gentrificação e ao apagamento histórico. No entanto, muitos jovens do bairro ainda carecem de oportunidades que lhes permitam acesso ao universo da criação artística, da valorização de suas raízes e da geração de renda a partir de seus talentos e narrativas. Por isso, o projeto Cria Nativa _ Edição Itapuã almeja proporcionar uma formação cidadã, sensível e afetiva, em que os participantes possam reconhecer-se como sujeitos históricos, produtores de cultura e agentes de transformação social. A Lei de incentivo à Cultura, Rouanet da Juventude, se apresenta enquanto uma oportunidade de promover uma ação estruturada e interdisciplinar no bairro, que carece de apoios sólidos às atividades deste gênero na localidade. Apesar da notável resiliência dos itapuanzeiros na continuidade das suas tradições, muito poucos recursos têm sido direcionados ou acessados por pessoas da localidade, especialmente no que diz respeito à manutenção de atividades voltadas à juventude do bairro. Destacam-se mestres e mestras que mantém as tradições culturais ativas em Itapuã, como Cláudio Araújo, responsável pelo "Malê deBalê", maior balé afro do mundo, Júnior Arabaca a frente da "Escola de Samba Unidos de Itapuã", e outras entidades que mantém viva a memória do bairro, em tradições como as "Ganhadeiras de Itapuã", a "Lavagem de Itapuã", a "Festa de São Thomé", tradições importantes na cultura de festas de largo na cidade de Salvador, mas que correm o risco de se perder devido a ausência de reconhecimento destes festejos como oficiais da cidade e ao distanciamento dos jovens destas tradições. A necessidade de inserção no mercado de trabalho e o desenvolvimento de atividades que gerem renda às famílias conduzem os jovens itapuanzeiros para atividades que se distanciam destas tradições. No entanto, o Cria Nativa busca conectar essas diferentes necessidades do bairro, proporcionando aos participantes uma imersão em práticas culturais tradicionais e contemporâneas, aliada à capacitação em técnicas de criação e produção. Ao final do ciclo de atividades, o projeto visa a promoção da autonomia crítica, criativa e empreendedora dos participantes das oficinas a partir do estímulo ao conhecimento e valorização cultural, à expressão artística em diferentes linguagens e ao conhecimento técnico de empreendedorismo. Além disso, durante as oficinas os participantes irão criar e desenvolver projetos que integrarão uma publicação coletiva no formato semelhante ao Cordel. Mesmo não estando em formatos e suportes originais, a produção garante aprendizagens essenciais, especialmente de expressão regional promovendo o desenvolvimento das linguagens das artes visuais e da escrita literária conforme previsto nas definições da BNCC - Base Nacional Comum Curricular. Considerando que esse gênero literário foi introduzido por artistas no período colonial e transmutado ao chegar em nosso território, compreende-se a riqueza da possibilidades de trabalhar com este produto como instrumento de Arte Educação que fomenta compreensões artísticas e históricas através de uma arte popular resultante de hibridismo cultural, e que hoje é patrimônio cultural brasileiro. A literatura de cordel pode atuar como uma ferramenta poderosa de fortalecimento da identidade cultural de um grupo, principalmente em contextos onde a cultura popular foi historicamente marginalizada.
1. Rodas de Conversa Formato: Encontros abertos ao público geral Carga Horária: 05 (cinco) encontros de até 3h cada, totalizando 15h 2. Laboratório Formato: Aulas expositivas e atividades práticas Tema: Escrita Criativa e Literatura de Cordel Carga Horária: 04 encontros quinzenais de 4h cada, totalizando 16h 3. Oficinas Formato: Aulas expositivas e práticas ministradas por facilitadores profissionais das áreas Temas: Desenho e Ilustração; Fotografia e processos artísticos com imagens; Criatividade e Empreendedorismo Carga Horária: 03 (três) oficinas com 04 (quatro) encontros quinzenais de 4h cada, totalizando 48h 4. Livro “Cria Nativa – Vozes de Itapuã” Formato: A5 (14,8 cm x 21 cm);Número de páginas: Aproximadamente 60 páginas;Tiragem: 3.000 exemplares impressos + versão digital em PDF acessível (com recursos de leitura de tela);Conteúdo: Cordéis, narrativas autorais, desenhos, textos poéticos e crônicas curtas produzidos pelos jovens participantes;Materiais utilizados: Papel reciclado, capa colorida em papel couchê, miolo em papel offset 90g;Projeto pedagógico: Organizado a partir da pedagogia do afeto, metodologias participativas e saberes ancestrais, em consonância com a arte-educação e a valorização das juventudes negras.
Acessibilidade Física: projeto será executado em espaços previamente mapeados e adequados para garantir o acesso universal de todos os participantes, inclusive pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Serão priorizados para a realização das oficinas e vivências locais que contam com: - Acesso por rampas e/ou elevadores;- Sanitários adaptados para cadeirantes;- Espaços com largura mínima adequada para circulação de cadeiras de rodas;- Sinalização visível e em altura acessível;- Prioridade na escolha de espaços comunitários com infraestrutura inclusiva já existente, como escolas públicas, centros culturais ou ONGs locais parceiras. Será realizado um mapeamento prévio das necessidades específicas dos(as) jovens selecionados(as), de modo a garantir que ninguém seja excluído do processo formativo por barreiras físicas ou estruturais. Acessibilidade de Conteúdo: A equipe do Cria Nativa terá o compromisso de desenvolver estratégias de acessibilidade comunicacional e didática, a fim de garantir a plena participação de pessoas com deficiência sensorial (visual ou auditiva), neurodivergência ou outras necessidades específicas. Entre as medidas previstas: - Tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) nos momentos coletivos de formação e apresentações públicas;- Utilização de audiodescrição nos vídeos e imagens que compuserem os produtos finais do projeto;- Legendas descritivas em todos os vídeos, incluindo sinais sonoros, músicas e ambientações;- Elaboração de versões acessíveis do livreto final em formato digital compatível com leitores de tela, além de uma versão em áudio narrado. A equipe de coordenação pedagógica será capacitada para aplicar os princípios de educação inclusiva, respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem, promovendo a participação equitativa e oferecendo apoio individualizado sempre que necessário.
O projeto Cria Nativa – Edição Itapuã foi concebido a partir da premissa da democratização cultural como direito fundamental, pautando-se por ações concretas que assegurem o acesso gratuito, diverso e descentralizado ao conhecimento, à produção artística e ao patrimônio imaterial do bairro de Itapuã. Acesso às ações formativas Visando o alcance amplo do público local, todas as atividades realizadas serão gratuitas e, como estratégias de comunicação voltadas à atração dos interessados para as oficinas, a divulgação das inscrições em meio digital e físico, por meio de cartazes e panfletos. O processo de inscrição para as oficinas também ocorrerá tanto por formulário online, como os interessados poderão se dirigir a um local físico onde contará com apoio para realizar a sua inscrição no projeto. Distribuição e Comercialização dos ProdutosO livreto “Cria Nativa – Vozes de Itapuã”, principal produto resultante da experiência formativa, será distribuído gratuitamente em: - Escolas públicas do bairro e de regiões adjacentes;- Bibliotecas comunitárias;- Pontos de cultura;- Centros culturais municipais e estaduais;- Equipamentos públicos de juventude, como CRAS, Casas de Juventude e Espaços Culturais da SECULT/BA. Uma parte da tiragem será destinada aos próprios jovens autores, para que possam comercializá-la como fonte de renda alternativa, de forma autônoma e sob orientação da equipe do projeto. Tal estratégia visa fomentar o senso de autoria, protagonismo e sustentabilidade dos produtos culturais gerados. Outras Ações de Ampliação de AcessoAlém da formação central, o projeto promoverá: Exposição pública dos cordeis e ilustrações produzidas, em formato de varal literário e paineis nas ruas do bairro;Lançamento do livreto com transmissão online, via redes sociais e plataformas gratuitas, garantindo que pessoas de outros bairros, estados ou países possam ter acesso ao conteúdo;Disponibilização da versão digital do livreto no site institucional do projeto e em plataformas públicas de educação e cultura. Dessa forma, o Cria Nativa reafirma seu compromisso com o acesso pleno, democrático e gratuito à cultura, à informação e ao conhecimento, atuando de forma inclusiva e descentralizada.
1. Gisele Caldas França - Produtora e Facilitadora Oficina de Empreendedorismo Turismóloga e psicóloga com formação em Gestalt-terapia, guia de turismo, coordenadora de projetos sociais, baiana de acarajé e idealizadora da Agência Expedição Raízes, que atua no eixo do afroturismo, promovendo experiências imersivas de valorização da ancestralidade e cultura afro-brasileira. Gisele realiza há mais de 10 anos projetos voltados à educação popular, empoderamento da juventude negra e fortalecimento das identidades periféricas. 2. Diana Reis - Produtora e Coordenadora de Produção Mestranda no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA (PósCom/UFBA) e Bacharela em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual pela UFBA (IHAC/UFBA). Atua como produtora cultural há 7 anos. É uma das realizadoras do Cineclube Violeta, projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo. É idealizadora e produtora do Lesbos Videocast (Lei Aldir Blanc 2020/ Lei Paulo Gustavo 2024). Foi diretora de produção do III Festival Mimoso de Cinema (2024, Luís Eduardo Magalhães). Foi Coordenadora de Curadoria da Mostra de Cinema Infantil SACI (2023, Curitiba). Entre 2018 e 2024 foi produtora do Panorama Internacional Coisa de Cinema (Salvador). 3. Ailla Melo - Produtora e Coordenadora Pedagógica Ailla Melo é Artista Visual, Roteirista e Produtora, Bacharel em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Bahia. Pós Graduada em Arte Educação pelo SENAC-SP. Mestranda em Comunicação (Poscom-UFBA). Premiada em 2020 com apoio financeiro na categoria literatura do Prêmio das Artes Jorge Portugal, da Funceb, com a HQ "Relicário de Memórias", projeto com mansão de aplausos pelo TCE – BA. Com obra documental com passagem em Festivais, acumula experiências em Produção Executiva no Irdeb - TVE 2022- 2024, bem como em projetos aprovados pela Lei Paulo Gustavo como: III Festival Mimoso de Cinema em 2024 / Projeto Audiovisual Vaqueiros do Raso da Catarina 2024 - 2025. Lesbos VideosCast 2004 -2025. E Produção de Atividades Formativas do Festival Panorama Coisa de Cinema 2020 - 2025. 4. Antônio Carlos Santos da Silva (Professor Carlinhos) - Mediador de Rodas de conversa 62 anos, MESTRE em Educação e Contemporaneidade (UNEB, 2020), funcionário público estadual, professor de Língua Portuguesa, Redação, Filosofia, Sociologia, agente cultural, Coordenador dos Projeto em ação hora de brincar e DOAÇÃO EM REDE, participante de grupos culturais como Resgateiros, Coletivo Cultural Rumo do Vento, poeta, compositor, integrante da ala de compositores do Bloco Afro Malê Debalê, Coordenador do setor de imagens e documentos do Centro de Referência da Memória da Educação da Bahia 5. Pedro Abbib - Articulador Cultural e Assistente de Produção Pós-doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Lisboa (2009), doutor em Ciências Sociais aplicadas à Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2004) e mestre em Educação pela Universidade Federal da Bahia (1997). Professor Adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Líder do Grupo de Pesquisa “Culturas Populares e Diáspora Africana”, ligado ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Ufba. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Identidade e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: capoeira, samba, cultura popular, memória, cultura, identidade e educação não-formal, além de também atuar nas áreas de música e cinema. É sambista, compositor, intérprete, Autor de 5 álbuns com músicas autorais, além de livros e filmes documentários sobre cultura popular em geral, com foco no samba e capoeira. 6. Laura Castro - Facilitadora Laboratório de Escrita Criativa Poeta, performer e professora adjunta no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Brasil, atua no Bacharelado Interdisciplinar em Artes e o Programa de Pós-graduação em Artes Visuais. Tem Doutorado em Artes, Mestrado em Literatura e Bacharelado em Letras. 7. Mestre Bule Bule - Facilitador Laboratório de Escrita Criativa Antônio Ribeiro da Conceição, Mestre Bule-Bule, natural de Antonio Cardoso (BA). Músico, escritor, compositor, poeta, cordelista, repentista, ator e cantador, Defensor de gêneros musicais nordestinos e Mestre da Cultura popular. Possui mais de 45 anos de carreira, gravou mais de seis CDs , mais de quatro livros editados, mais de 80 cordéis escritos, participação em vários seminários como palestrante, várias peças teatrais e publicitárias, agraciado pelo Prêmio Colunista, além de milhares de apresentações durante a sua carreira. Já foi Diretor Associação Baiana de Sambadores e Sambadeiras do Estado da Bahia e da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. Premiado com o Prêmio Hangar de Música (RN) 8. Olga Gómez - Facilitadora Oficina de Desenho e Ilustração Formada pelas Escolas de Bellas Artes Manuel Belgrano e Prilidiano Pueyrredon, é artista visual, escultora, professora de desenho, pesquisadora e encenadora de formas animadas. Nasceu em Buenos Aires, Argentina, e reside em Salvador, Bahia, desde 1986. Dirige a companhia A RODA desde sua formação em 1997, sendo também responsável pela criação e construção das figuras e bonecos articulados utilizados pelo grupo. 9. Bruno Marcelo - Facilitador Oficina de Desenho e Ilustração Trabalha com quadrinhos, ilustração, game designer e professor de desenho. Já foi professor substituto na EBA UFBA, já participou de diversas exposições em Salvador, São Paulo e Buenos Aires. Contribuiu com diversas publicações e desde de 2011 participa de feiras de quadrinhos e arte impressa. 10. Victor Augusto - Facilitador Oficina de Desenho e Ilustração Bacharel Interdisciplinar em Artes pelo IHAC – UFBA. Desenhista e artista visual, ilustrador de obra premiada em 2020 com apoio financeiro na categoria literatura do Prêmio das Artes Jorge Portugal, da FUNCEB, com a HQ "Relicário de Memórias", projeto com menção de aplausos pelo TCE – BA. 11. Milena Palladino - Facilitadora Oficina de Fotografia Poções-BA, 1983, vive e trabalha em Salvador-BA. É fotógrafa, tem graduação em Jornalismo (UNIME), é graduanda em Artes Plásticas (UFBA). Atua desde 2009 na área da fotografia de Jornalismo, Marketing Cultural e Cinema. Quer pegar a fotografia e fazer dela poesia. Não necessita de nenhum acontecimento raro, incrível ou extravagante para transformar um breve momento em rima. São as coisas singelas que a põem feliz e gerenciam a profusão de imagens que produz. Dotadas de simplicidade, as imagens e os sentidos se reforçam mutuamente a cada captura. Dessa forma, o seu olhar zeloso conjuga liberdade, singularidade e equilíbrio estético. Todo o efeito vem na verdade desses elementos harmonizados e do seu intenso carregamento poético. Em 2010 realizou a Exposição “Itabuna e Outros Ângulos” na cidade de Itabuna-BA, Shopping Jequitibá, comemorando o centenário da cidade em que morou por 5 anos. Em 2013 lançou pela editora Mondrongo o livro SOBRETONS (ISBN 978-85-65170-36-9) que reúne Fotografia e Poesia. Em 2018 criou o projeto de arte contemporânea “pés no chão coração na mão” onde usa fotografias das mulheres da sua família para criar colagens que abordam o feminismo. 12. Pablo Cordier - Facilitador Oficina de Fotografia Natural de Itabuna, Bahia. Vive e trabalha em Salvador, Bahia, desde 2011. Artista visual, trabalha com fotografia, vídeo, instalação, objeto e pintura. Investiga as possibilidades estéticas da extinção do corpo, desmaterialização do espaço, aproximações entre sonho e realidade e os efeitos das experiências fenomenológicas que atravessam o seu caminho. É graduado em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia (2018), onde também cursou como aluno especial dois componentes do Mestrado em Processos Criativos (2023 e 2024). Participou de exposições em galerias e museus dentro e fora do estado da Bahia e, em 2014, participou como artista convidado da residência Câmbio 14, na Cidade do México.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.