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Circuito de oficinas de Cenotécnica ribeirinha-urbana, Indumentária cênica ecossustentável, Sonoplastia amazônica e Produção Cultural/Teatral Amazônica nas cidades de Macapá, Mazagão Velho, Belém, Manaus e Tefé, em regiões ribeirinhas e urbanas nessas cidades e municípios amazônicos.
Todas as atividades oferecidas são gratuitas. - Oficinas de Cenotécnica Ribeirinha-urbana: Serão ofertadas oficinas de iniciação às técnicas da cenografia e iluminação com base nas estruturas do cotidiano e espaço amazônico, voltadas para jovens e adultos. Período: 5 dias. Carga horária: 20h Classificação: 14 anos - Oficinas de Indumentária cênica Ecossustentável: Serão ofertadas oficinas de iniciação às técnicas da elaboração de indumentárias cênicas com base em matérias primas naturais da fauna e flora amazônica, voltadas para jovens e adultos. Período: 5 dias. Carga horária: 20h Classificação: 14 anos - Oficinas de Sonoplastia Amazônica: Serão ofertadas oficinas de criação de sonoridades e paisagens sonoras para espetáculos a partir de instrumentos de percussão natural em diálogo com música eletrônica voltadas para jovens e adultos. Período: 5 dias. Carga horária: 20h Classificação: 14 anos - Oficinas de Produção Cultural e Teatral Amazônica: Serão ofertadas oficinas de elaboração de projetos culturais, coordenação e produção executiva de eventos artísticos, educacionais e culturais a partir de tradições populares amazônicas para jovens e adultos. Período: 5 dias. Carga horária: 20h Classificação: 14 anos
OBJETIVO GERAL Contribuir para a formação técnica e artística de cenotécnicos, figurinistas, sonoplastas, produtores culturais e teatrais em regiões ribeirinhas e urbanas/periféricas do Amapá, Pará e Amazonas para o estímulo à atuação de jovens no mercado de trabalho artístico e cultural nesses Estados. OBJETIVOS ESPECÍFICO 5 Oficinas de Cenotécnica Ribeirinha-urbana, Carga Horária: 20h cada, Número de Vagas: 20, sendo 1 em cada local: Macapá (Vila Progresso-Bailique-AP), Mazagão Velho (AP), Belém (Ilha de Caratateua-PA), Manaus (AM) e Tefé (AM); 5 Oficinas de Indumentárias cênicas ecossustentável, Carga Horária: 20h cada, Número de Vagas: 20, sendo 1 em cada local: Macapá (Vila Progresso-Bailique-AP), Mazagão Velho (AP), Belém (Ilha de Caratateua-PA), Manaus (AM) e Tefé (AM); 5 Oficinas de Sonoplastia Amazônica, Carga Horária: 20h cada, Número de Vagas: 20, sendo 1 em cada local: Macapá (Vila Progresso-Bailique-AP), Mazagão Velho (AP), Belém (Ilha de Caratateua-PA), Manaus (AM) e Tefé (AM); 5 Oficinas de Produção Cultural e Teatral Amazônica, Carga Horária: 20h cada, Número de Vagas: 20, sendo 1 em cada local: Macapá (Vila Progresso-Bailique-AP), Mazagão Velho (AP), Belém (Ilha de Caratateua-PA), Manaus (AM) e Tefé (AM); Atingir uma média de 400 participantes nas oficinas nos Estados do Amapá, Pará e Amazonas.
Como é sabido, a Lei Rouanet é responsável pelo fomento à cultura nacional, sendo assim, o projeto MALHADEIRA DE SABERES E PRODUÇÃO CULTURAL é importante principalmente ao estímulo à formação e capacitação técnica profissional de jovens para o mercado de trabalho das artes cênicas em suas localidades na região norte do Brasil. O projeto difunde um conjunto de 5 oficinas voltadas para as áreas da cenotécnica (cenografia e iluminação), indumentária cênica ecossustentável, sonoplastia e produção cultural/teatral aliada às influências e manifestações culturais da região amazônica. A oficina de cenotécnica dialoga em suas práticas e metodologias com as tradições das arquiteturas, cores, tecnologias e materiais de construção de casas, pontes e portos de comunidades ribeirinhas e periferias urbanas da Amazônia. A oficina de indumentárias ecossustentáveis visa suscitar práticas de cuidado e extrativismo sustentável com elementos da fauna, flora e vegetação amazônica para a criação de indumentárias naturais, possíveis de serem utilizadas em apresentações cênicas como as quadrilhas e festivais juninos regionais, bem como abre possibilidades de geração de renda pela produção de artesanato e biojoias a partir de práticas de ecoarte. A pesquisa e criação de sonoplastias se dará a partir de sons da floresta, rios, animais e objetos do cotidiano ribeirinho e urbano amazônico, capazes de serem processados em equipamentos eletrônicos para invenção de musicalidades em diálogo com ritmos que são patrimônios das culturas populares amazônicas como o tecnobrega, o marabaixo, o beiradão e o carimbó. Oportunizando horizontes de inserção de jovens no mercado da produção sonora de baixo custo, sofisticada qualidade regional e contemporânea para o trabalho criativo sonoro em espetáculos cênicos, performativos e musicais. A oficina de produção cultural e teatral amazônica visa oportunizar estratégias de atuação no meio cultural enquanto produtores de eventos, espetáculos, projetos de arte educação, festivais, residências artísticas, dentre outras modalidades. Tendo como foco de trabalho as festividades tradicionais populares repletas de elementos cênicos e espetaculares como a Festa de São Tiago em Mazagão Velho (AP) que há 248 anos ocorre neste município tendo como um dos pontos altos a encenação da batalha entre mouros e cristãos remontando uma tradição trazida da África para Amazônia amapaense no século XVIII. Por fim, apontamos que os resultados a serem atingidos trarão uma repercussão positiva capaz de impactar as regiões onde serão ofertadas, seus cidadãos, impulsionando a cadeia produtiva local de cultura e educação em diferentes Estados do Norte do país. A equipe do projeto é formada majoritariamente por profissionais residentes e com longa trajetória de projetos artísticos e educacionais na Amazônia e em outras regiões do Brasil e do exterior. O projeto também busca dirimir barreiras socioeconômicas de acesso e avançar na inclusão social de jovens de baixa renda com a oferta de uma bolsa incentivo para 50% do número de vagas disponíveis em cada oficina em todas as 5 cidades (Macapá, Mazagão Velho, Belém, Manaus e Tefé). A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art. 1° da Lei 8.313/1991, Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art. 3º da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313, atenderá, o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II: fomento à produção cultural e artística, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) circulação do projeto de forma gratuita por estados da Região Norte.
A proponente Associação Gira Mundo ao longo dos seus 20 anos de existência vem alicerçando seu trabalho junto a setores e agentes atuantes nas áreas da educação, artes, meio ambiente, saúde e comunicação social nas regiões nordeste, sudeste e mais especificamente desde 2012 no norte do país, no Estado do Amapá em parceria com artistas e produtores culturais dos demais Estados da Amazônia. Desde 2012 realiza a Residência Artística Tecno Barca no Arquipélago do Bailique (AP) (premiada nos editais Rede Nacional Funarte de Artes Visuai 2011, Prêmio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente 2012 e Editais 03/2020 e 09/2020 da SECULT-AP com recursos da Lei Aldir Blanc). Em 2024 realizamos a Exposição Tecno Barc Bailique no Espaço Cultural do Banco da Amazônia em Belém do Pará no período de outubro a dezembro. Em 2023 realizou a sexta edição da Tecno barca residência e festival de artes em 3 comunidades ribeirinhas da região do Curuá, no Arquipélago do Bailique, alcançando um público de mais de 2 mil pessoas em atividades de oficinas, apresentações artísticas e cine clube. As últimas edições do projeto contaram com o apoio do Instituto Unibanco e ICS (Instituto do Clima e Sociedade). Em setembro de 2022 realizamos o Festival Tecno Barca Por uma Amazônia Viva, levando 3 dias de programação cultural para as Vilas Progresso e Jaranduba em prol das comemorações do Dia da Amazônia que foi celebrado juntamente com outros 8 Festivais de Música simultâneos nas cidades de Macapá, Belém, Manaus, São Luís, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. A Associação Gira Mundo realizou no período de 01 a 15 de novembro a quinta edição da residência artística Tecno barca em 8 comunidades do Bailique (AP) com 10 artistas oriundos dos estados do Amapá, Pará, Ceará, São Paulo e Minas, firmando parcerias com as escolas públicas da região para onde foram levadas oficinas artísticas, exposição em um barco e sessões de cine clube com produções audiovisuais da Amazônia. Nosso intuito é estimular o movimento de ações e fortalecimento comunitário a partir das periferias do Brasil, entendendo a importância da formação de redes com fazedores de cultura, movimentos sociais e instituições com perfil de atuação socioambiental regional, nacional e internacional de forma a intensificar a circulação de oportunidades de desenvolvimento humano e social consciente, crítico e propositivo junto aos cidadãos e coletivos envolvidos, onde todos tenham garantido seus direitos e lugares de fala, escuta e participação ativa. Somos Ponto de Cultura Gira Mundo, certificado pelo Minc e também Ponto de Leitura Biblioteca Comunitária Zeniude Pereira, situada na zona norte de Macapá, no bairro do Infraero I. Ali desenvolvemos um série de oficinas gratuitas voltadas para as artes cênicas, visuais, literatura e audiovisual. Em nossa composição fazem parte os grupos Frêmito Teatro, Cia Supernova Produtora Cultural, Art Presença e Ap Delas+
Oficina de Cenotécnica Ribeirinho-urbana Público alvo: Adolescentes e adultos Carga horária: 20 h Projeto Pedagógico: CONTEÚDO: Teórico e Prático OBJETIVO GERAL: Capacitação Básica para jovens e adultos, através de uma aproximação direta teórica e prática com a área da Cenotécnica (cenografia e iluminação) OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Possibilitar uma experiência prática através da construção e percepção de formas, cores e texturas presentes no espaço ribeirinho e urbano de comunidades e bairros de capitais e municípios da Amazônia. 2. Abordar metodologias e técnicas de planejamento para execução de projetos cenográficos físicos e digitais. EMENTA DA OFICINA: ● Apresentação Geral dos participantes e Instrutor ● Aspectos históricos sobre os conceitos de Cenografia e Iluminação ● Panorama da Cenografia e Iluminação cênica na Amazônia ● Estudo de campo de arquiteturas, espaços naturais e urbanos amazônicos Experiências com luzes naturais e artificiais no espaço● Instruções: “Briefing” e Projeto Cenográfico ● Atividade em Dupla: “Briefing” (dividir entre a turma diferentes concepções para elaboração dos projetos) ● Apresentação dos trabalhos pelas duplas do dia anterior ● Considerações sobre a atividade (houveram desafios? Quais?) ● Instruções: Projeto Cenográfico (Rascunho/ Maquete Física e Digital) ● Apresentação individual das maquetes Oficina de Sonoplastia Amazônica Público alvo: Adolescentes e adultos Carga horária: 20 h Projeto Pedagógico: CONTEÚDO: Teórico e Prático OBJETIVO GERAL: Sensibilizar a audição para as sonoridades do espaço amazônico e produzir paisagens sonoras através de instrumentos percussivos e samples de hits regionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Ampliar a percepção auditiva para a riqueza de sons presentes em ambientes naturais e urbanos na amazônia 2. Proporcionar experiências de captação, produção e montagem de sonoplastias a partir de elementos sonoros e culturais da amazônia EMENTA DA OFICINA: Apresentação do instrutor e participantesO que é paisagem sonora?Escuta sensível de ambientes naturais e urbanos na amazôniaRitmos regionais amazônicos: tecnobrega, marabaixo, carimbó e regatãoFormas e equipamentos de captação de sons em ambientes diversosProjeto de criação de paisagem sonoraProdução de sons a partir de instrumentos de percussãoMontagem e edição de sons em programas digitaisApresentação de paisagens sonoras criadas pelos participantes Oficina de Indumentária Cênica Ecossustentáveis Público alvo: Adolescentes e adultos Carga horária: 20 h CONTEÚDO: Teórico e Prático OBJETIVO GERAL: Oficina de indumentária com matéria-prima natural dialoga com material reciclado ou com material reaproveitado é uma atividade que almeja ensinar o processo de criação de figurinos e indumentárias cênicas utilizando recursos naturais e materiais que serão descartados pela própria natureza. A oficina aborda o estudo de materiais e tecidos, cores e texturas, e a aplicação de técnicas de costura, tecelagem e macramê para a produção de vestimentas adequadas para diferentes espetáculos e projetos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Ampliar o conhecimento dos participantes sobre diferentes materiais e técnicas de criação, promovendo a sustentabilidade e o uso responsável dos recursos naturais. 2. Estimular a criatividade e a expressão artística, incentivando a produção de peças de figurino inovadoras, originais e únicas. EMENTA DA OFICINA: Utilizar as palhas de palmeiras como matéria prima para a produção de indumentárias. As palhas de palmeiras como açaízeiro, bacabeira e coqueiro são materiais naturais sem destinação, descartado em feiras das cidades e encontradas em abundância nas florestas amazônicas. O objetivo da oficina é potencializar o uso de materiais orgânicos para a criação de figurinos e indumentárias cênicas, a fim de que se torne um produto que possa gerar uma fonte de renda. A oficina mostrará a preparação da palha, o tingimento e como essa matéria prima pode ser utilizada na confecção de flores e adornos para cabeça, pescoço e orelhas. Pretende oferecer ferramentas práticas e teóricas para que os participantes desenvolvam indumentárias cênicas a partir da ótica da biodiversidade e sustentabilidade. Além de gerar retorno financeiro, é uma atividade que trabalha com outros recursos naturais da floresta como sementes, folhas, caroços, fibras e outros materiais orgânicos que beneficiados com técnicas específicas ganham alto teor estético e sustentável. A oficina pode ser aplicada em diferentes contextos, como espetáculos teatrais, filmes, eventos culturais, e até mesmo para a criação de roupas e acessórios do cotidiano no metiê da moda conceitual. Oficina de Produção Cultural e Teatral Amazônica Público alvo: Adolescentes e adultos Carga horária: 20 h Projeto Pedagógico: CONTEÚDO: Teórico e Prático OBJETIVO GERAL: Analisar e planejar a execução de ações de produção cultural e/ou teatral a partir das festividades populares e tradições culturais amazônicas OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Identificar os modos de produção cultural presentes em tradições culturais ancestrais na Amazônia como a Festa de São Tiago (Mazagão Velho-AP), Festival da Cobra Grande (Ilha de Caratateua-PA) e Festa da Castanha (Tefé-Amazonas) 2. Oferecer ferramentas criativas para o desenvolvimento de projetos e ações cênicas ou performativas de produção cultural em diálogo com as heranças culturais de cada localidade; EMENTA DA OFICINA: Serão realizados estudos de caso de iniciativas populares na área da produção cultural tradicional na Amazônia em municípios dos Estados do Amapá, Pará e Amazonas que comungam entre si a busca pela valorização do legado artístico e cultural regional repassado de geração para geração, a exemplo da Festa de São Tiago (Mazagão Velho-AP), Festival da Cobra Grande (Ilha de Caratateua-PA) e Festa da Castanha (Tefé-Amazonas). Ao longo da oficina os/as participantes serão preparados/as para elaborar projetos e ações na área da produção cultural e/ou teatral de acordo com seus desejos, ideias e realidades pessoais ou coletivas na Amazônia, estimulando o protagonismo e impulso propositivo atentos aos contextos locais, regionais, nacionais e internacionais.
PRODUTO: OFICINAS DE CENOTÉCNICA RIBEIRINHO-URBANA, INDUMENTÁRIA CÊNICA ECOSSUSTENTÁVEL, SONOPLASTIA AMAZÔNICA E PRODUÇÃO CULTURAL E TEATRAL AMAZÔNICA EM MACAPÁ (VILA PROGRESSO-BAILIQUE), MAZAGÃO VELHO, BELÉM (ILHA DE CARATATEUA), MANAUS E TEFÉ * ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras nas oficinas e Legendagem dos vídeos que serão utilizados; * ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) * ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaços reservados e identificados para portadores de deficiência e idosos participarem das atividades culturais do Projeto; * ACESSIBILIDADE PARA AUTISTAS: A equipe de apoio e oficineiros receberá um treinamento para lidar com pessoas autistas durante as oficinas, buscando formas de uma comunicação bastante objetiva, simples e sensível às demandas desses visitantes.
O projeto terá todas as suas ações ofertadas gratuitamente, e por ser um iniciativa realizada com recurso público, tem obrigatoriamente, um compromisso ético de retornar aos cidadãos de cada cidade, ações que fomentem o desenvolvimento local. As ações do projeto buscam impactar 03 diferentes Estados do Norte do país (Amapá, Pará e Amazonas), com suas regiões ribeirinhas e urbanas nas capitais Macapá, Belém, Manaus e nos municípios de Mazagão Velho (AP) e Tefé (AM), de forma a expandir o seu alcance na região amazônica, impulsionando a visibilidade para as problemáticas socioambientais da região e a expansão de redes de fomento à produção artística e educacional por meio da parceria com artistas, produtores locais e comunidade escolar. Todas as atividades serão oferecidas de forma gratuita, possibilitando dessa forma diminuir barreiras econômicas no acesso aos bens culturais resultantes do projeto. Será ofertado uma bolsa incentivo no valor de R$ 100,00 para 50% do número de participantes em cada oficina que se autodeclararem pertencentes a grupos em situação de vulnerabilidade social (PCD, mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, indígenas, dentre outros). Serão realizados contatos e convites para a comunidade escolar das proximidades dos espaços onde as oficinas ocorrerão, buscando envolver no projeto estudantes, suas famílias, professores, gestores e trabalhadores das escolas públicas de ensino médio, cursos técnicos e EJA. Adotaremos as seguintes medidas previstas no art. 24 da IN nº 1/2022 do Ministério da Cidadania: II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, sarau e eventos presenciais, acompanhando com libras e audiodescrição; III- permitir a captação de imagens das atividades ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
A proponente Associação Gira Mundo é atuante na totalidade do projeto e participará ativamente desde a pré-produção, contratação dos profissionais, fiscalização de todas as atividades e acompanhamento do projeto em sua integralidade, trabalhando incansavelmente por seu sucesso. A Coordenação do projeto e a oficina de Produção Cultural será realizada por Wellington Dias (atual Diretor Tesoureiro), Coordenação de produção de Marina Brito (atual Diretora Secretária) e Carla Thaís (atual Diretora Presidenta). Coordenação do Projeto/ Oficineiro de Produção Cultural: Wellington DiasArtista, Produtor Cultural, Professor do curso de Teatro da ESAT-UEA (Manaus-AM) e Curador da Residência Artística Tecno Barca que ocorre desde 2012 no Arquipélago do Bailique no litoral do Amapá, intercambiando artistas brasileiros e estrangeiros junto às comunidades ribeirinhas da região e já foi agraciada com os seguintes prêmios: Rede Nacional Funarte de Artes Visuais 2011, Prêmio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente do Banco da Amazônia e Ministério da Indústria e Comércio Exterior em 2012 e Editais da Lei Aldir Blanc em 2020 da SECULT-AP. Co-fundador e Diretor Tesoureiro da Associação Gira Mundo (AP). Coordenador de Produção e Ator do espetáculo [B] ERRANTES, uma co-produção internacional da Associação Gira Mundo e La Corte de los Milagros (México), contemplado no Rumos Itaú Cultural 2024-2025 e Fundo Iberescena 2024-2025. Realizou a performance “Descamando” na Exposição Casa Comum no Futuros Arte e Tecnologia no Rio de Janeiro em março/2024. Coordenador de Produçao e Curador da Exposição Tecno Barca Bailique no Espaço Cultural Banco da Amazônia (Belém-PA) de outubro a dezembro/2024. Curador e Coordenador de Produção da Tecno Barca VII: Residência e Festival de Artes no Arquipélago do Bailique em dezembro/2023 com patrocínio do ICS e Instituto Unibanco. Coordenador de Produção da Exposição Tecno Barca Bailique na Casa do Artesão e Casa Viva em Macapá (Abril/Maio-2023). Coordenador de Produção do projeto “Bailique Rede de saberes e conexões amazônicas” patrocínio do Banco da Amazônia em 2023. Em 2022 foi produtor e curador da Tecno Barca V Residência Artística no Amapá. Em 2021 atuou no espetáculo A DESCOBERTA DO RIO DAS AMAZONAS, uma co-produção dos grupos Frêmito Teatro (Macapá-Amapá-Brasil) e El Derrumbe Teatral (Quito-Ecuador) com patrocínio do Programa Iberescena 2020/2021. Em 2021 participou como artista convidado da Residência Artística CASA COMUM, uma coprodução entre o diretor carioca Renato Rocha e o estúdio de arte digital londrino SDNA e artistas da Amazônia brasileira financiada pelo British Council. Em 2020 foi diretor Teatral do espetáculo “Queimar a casa”, atuação e dramaturgia de Caio Muniz com estreia e temporada na sede do grupo Jurubebas em Manaus (AM) através do Edital de Teatro da Lei Aldir Blanc promovido pela Manauscult. Em 2019 realizou a Exposição Multimídia Itinerante Tecno Barca no Museu Sacaca (Macapá-AP) e Casa Viva (São Paulo-SP). Atuou no espetáculo “The Dark world speaks”, direção de Christian Marimaan, com estreia e circuito de apresentações em 2015 nos seguintes Festivais: ITS Festival Amsterdam (Holanda), Festival Futur Liquide em Kortrijk (Bélgica), Festival De Maan em Merchelen (Bélgica) e Mayday Mayday Festival em Ghent (Bélgica). Foi Diretor Teatral dos espetáculos “Fissura Pueri” (2016), “Inadapted” (2017) e “Being” (2017) em Bruxelas, na Bélgica com temporadas no Bronks Theater, Erasmus Anderlecht e Zinneke Space, respectivamente. Realizou a performance ROLO no MAXXI MUSEO NAZIONALE DELLE ART DEL XXI SECOLO, em Roma- Itália à convite do Transnational Dialogue: Europa, China e Brasil (2014) e na Mostra (re) fluxus performances pós almoço no II Seminário Internacional Corpo Cênico na UNIRIO (2013). Participou do 1º Festival Circuitos Integrados Coproducciones de Arte en Cruce (2016) com os registros da performance “A liberdade passeia de carroça” em Buenos Aires (Argentina) realizada no Fórum Social Mundial 2009 nas ruas de Belém do Pará. Realizou a gravação de “Two poems concrets by Paulo Leminski” em parceria com o etnógrafo Jamie Duncan para a revista eletrônica Modern Poetry in translation- Inglaterra (2014). Coordenação de Produção: Marina BritoProdutora cultural, arte-educadora, atriz, diretora teatral, escritora e preparadora de elenco. Professora Substituta no Curso de Teatro da UNIFAP. Formada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e especialista em Gestão e Docência no Ensino Superior pela FATECH. Atua de forma recorrente na cena e produção cultural no Amapá, com destaque para projetos socioculturais que integram também áreas como educação e meio ambiente.É presidente e fundadora do Instituto e Cia Teatral Art Presença, além de diretora-secretária da Associação Gira Mundo. Sua atuação como produtora cultural inclui iniciativas que buscam democratizar o acesso à arte e valorizar as vozes amazônidas. Produziu o filme “Katarina” (2024), exibido em cineclubes, escolas públicas e festivais literários como o FLIMAC, com foco na valorização do audiovisual independente. Também produziu o espetáculo “Olhos Vermelhos”, que trata da saúde mental na juventude, com apresentações presenciais e exibição online, e o espetáculo “Um Anjo Nada Angelical”, com temática natalina voltada para comunidades em situação de vulnerabilidade.Marina assina a direção e produção da Leitura Dramática “Casa 87”, um projeto audiovisual que aborda traumas psíquicos com sensibilidade e profundidade. Participou da produção do Festival Nossa Amazônia (edições de 2022, 2023 e 2024), atuando na organização da tenda de informações e ações de conscientização ambiental, e na comunicação e publicização, e na cobertura do evento. Em 2024, atuou na produção do cortejo “Vozes do Bailique”, promovido pela Associação Gira Mundo, dando visibilidade à crise climática vivida pelas populações ribeirinhas do arquipélago do Bailique.Em 2025, integrou a equipe de produção do projeto “Bailique em Ação, Território em Movimento”, com ações formativas para as lideranças comunitárias do arquipélago, atuando na logística e comunicação. Também é produtora do projeto “EntreElas”, iniciativa da Art Presença Cia Teatral voltada à valorização das vozes femininas, através de ações artísticas e formativas com foco em protagonismo, escuta e empoderamento de mulheres.Entre 2024 e o início de 2025, produziu junto a Associação Gira Mundo diversas oficinas no Ponto de Leitura Zeniude Pereira, voltadas à formação cultural em escolas periféricas, comunidades quilombolas e espaços de leitura da zona norte de Macapá, com ênfase em teatro, poesia e literatura. Ainda, desde 2022, coordena e ministra oficinas de teatro para iniciantes no Instituto e Cia Teatral Art Presença, incentivando a formação de novos artistas e o acesso à arte entre jovens amapaenses. Produção Executiva (AP): Carla ThaísAtriz, professora e arte-educadora. Membro fundadora do Instituto Art Presença e da Art Presença Cia Teatral. Diretora presidente da Associação Gira Mundo. . Especialista em Gestão e Docência no Ensino Superior - FATHEC, Licenciada em Teatro - UNIFAP - Formação Superior. Coordenadora do Ponto de Leitura Biblioteca Zeniude Pereira e do Ponto de Cultura Gira Mundo em Macapá. Participou da produção do Festival Nossa Amazônia (edições de 2022, 2023 e 2024), atuando na organização da tenda de informações e ações de conscientização ambiental, e na comunicação e publicização, e na cobertura do evento. Em 2024, atuou na produção do cortejo “Vozes do Bailique”, promovido pela Associação Gira Mundo, dando visibilidade à crise climática vivida pelas populações ribeirinhas do arquipélago do Bailique.Em 2025, integrou a equipe de produção do projeto “Bailique em Ação, Território em Movimento”, com ações formativas para as lideranças comunitárias do arquipélago, atuando na logística e comunicação. Também é produtora do projeto “EntreElas”, iniciativa da Art Presença Cia Teatral voltada à valorização das vozes femininas, através de ações artísticas e formativas com foco em protagonismo, escuta e empoderamento de mulheres. Entre 2024 e o início de 2025, produziu junto a Associação Gira Mundo diversas oficinas no Ponto de Leitura Zeniude Pereira, voltadas à formação cultural em escolas periféricas, comunidades quilombolas e espaços de leitura da zona norte de Macapá, com ênfase em teatro, poesia e literatura. Ainda, desde 2022, coordena e ministra oficinas de teatro para iniciantes no Instituto e Cia Teatral Art Presença, incentivando a formação de novos artistas e o acesso à arte entre jovens amapaenses. Produção Executiva (PA): Samíra RodriguesProdutora cultural atuante há mais de 10 anos com experiência na concepção, planejamento e execução de projetos culturais e institucionais. Desde 2019 é assistente da Equipe Técnica de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Pará. Produtora Executiva da Exposição Tecno Barca Bailique no Espaço Cultural Banco da Amazônia (Belém-PA) de outubro a dezembro/2024. Foi Gerente Cultural do Espaço 310 em 2019 em Belém do Pará. Foi Coordenadora Municipal da Juventude de Belém do Pará, como Gerente de Programas no período de 2013-20215. Oficineiro de Cenotécnica: Juca Di SouzaIniciou seus estudos na cidade de São Paulo/SP a partir do ano de 2002 quando houve a retomada das grandes franquias de Teatro Musical no sudeste do país. Em 2023 concluiu o Curso Superior de Licenciatura em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) apresentando como Trabalho de conclusão de Curso sua pesquisa voltada para o Teatro Musical Brasileiro estruturada nas cidades de Manaus/AM, São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. Na área de Cenografia assina as obras: Matilda, o Musical, Os Saltimbancos e a Máquina, Os Saltimbancos, a Bela e a Fera, A pequena Sereia, Tempestade Mental, O Circo da ilusão, O Pequeno Príncipe, Shakespeare para o seu tamanho, Cabaré Chinelo, dentre outras. Foi estagiário da cenógrafa Giorgia Massetani e do Cenotécnico Alicio Silva no núcleo de cenografia da Central Técnica de Produção/CTP, colaborando na execução e montagem cenográfica das obras: Peter Grimes, de Benjamin Britten, O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar e Il Tabarro, de Giacomo Puccini. Participou da montagem e contraregragem do espetáculo natalino O encanto do Natal realizado no ano de 2022 no Teatro Amazonas. Como aperfeiçoamento técnico na área, integrou o Núcleo de Pesquisa em Cenografia do Galpão Cine Horto (Grupo galpão/ MG), foi aluno do Cenógrafo Rogério Falcão (Moeller & Botelho/SP) no curso de Cenografia para Teatro Musical, e aluno do Prof. Dr. Marcelo Denny (USP) no curso Novas poéticas da Cenografia Contemporânea. Possui formação nos programas Sketchup e V-ray, com cursos direcionados para Arquitetura e Projetos de Interiores, todos certificados pela Escola Sketch 3D Treinamentos. Na área do Audiovisual foi aluno do professor Paulo Leônidas no curso A Arquitetura do Cinema e do Professor Celso Costa no curso Produção de Cenografia (teledramaturgias e programas de TV). No campo da Museografia e Expografia participou pelo Itaú Cultural do curso Entre a caixa preta e o cubo branco – Introdução à Cenografia e Expografia. É Marceneiro, formado pelo Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro através do Curso Marcenaria Básica e Economia Criativa, com os professores: M.e Geraldo Lira, Tec. Antonio Luís e M.a Jessica Elvas. Atualmente mantém ativo nas redes digitais Instagram e Youtube um canal chamado Athos Cenografia (@athoscenografia), onde estabelece um contato direto com estudantes e profissionais diversos em diferentes regiões do país, principalmente das áreas de Cenografia, Arquitetura e Arte Visual com o objetivo de expandir, trocar e democratizar conhecimentos no campo da pesquisa em Cenografia. Oficineiro de Cenotécnica: Emerson Rodrigues é um destacado profissional das artes cênicas no Amapá, com atuação contínua no cenário cultural desde 2005. Sua trajetória abrange diversas especialidades, com ênfase em iluminação cênica, área na qual iniciou em 2016 durante o 26º Festival de Teatro Amador de Santarém (PA), consolidando sua experiência posteriormente no projeto Amazônia das Artes (SESC). Como iluminador cênico, conquistou importantes reconhecimentos, incluindo prêmios na 4ª edição do Festival Curtas Cenas e no 1º Festival In Solos Tucujus. Seu portfólio inclui trabalhos significativos tanto para produções teatrais quanto para espetáculos de dança, demonstrando versatilidade e expertise técnica. Acadêmico do curso de Teatro da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e com formação em Auxiliar em Cenotecnia pelo Instituto Federal do Amapá (IFAP), Emerson soma à sua prática artística uma sólida base teórica e técnica. Na direção artística, assina trabalhos marcantes como Faces de Cristo, Virtuose e Imersão. Como iluminador, deixou sua marca em produções como Canto Azul, Imersão, Flor do Bolão, Se Deixar Ela Canta e Negro Pássaro - este último especialmente relevante por ter sido selecionado para a Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 2025, no Recife, destacando seu trabalho em âmbito nacional. Sua carreira reflete um compromisso constante com a excelência artística e o desenvolvimento da cena cultural amapaense, posicionando-o como um dos nomes de referência na produção cênica regional. Oficina de Indumentária Cênica Ecossustentável: Mapige GemaqueMestra em Artes/UFPA, Licenciada em Artes Visuais (UNIFAP), Especialista em Artes Visuais Cultura & Criação (SENAC/AP), Especialista em Metodologia do Ensino de Artes (APOENA) e docente do Governo do Estado do Amapá (GEA). Tem Formação em Desenho Artístico e Pintura pelo Centro de Educação Profissionalizante em Artes Visuais Cândido Portinari, Formação em Gestão Cultural & Empreendimentos Criativos (SENAC/DF). Professora Artista, performer, artesã e desenvolve pesquisas e experimentos sobre processos de criação po(é)ticos na escola na cidade e em comunidades das ribeiras amazônicas. fez parte do grupo de pesquisa GEPETU (Grupo de Estudo, Pesquisa e Experimentação em Teatro e Universidade/UFPA) e do Programa Nacional de Interferência Ambiental (PIA/UNE), atualmente realiza seus trabalhos com o Coletivo Camaradas Crato-CE e Coletivo Psicodélico-AP . É artista-professora, premiada pelo edital 005 de premiação pela SECULT/AP através da Lei Aldir Blanc com projeto arte contemporânea na escola, ganhou o edital circula Amapá com o projeto estante do invisível da SECULT/AP, expôs na galeria donsenado em Brasília com a obra mulheres de fibras: Mulheres do igarapé das mulheres , foi premiada pela FUMCULT/AP com o edital da lei Aldir Blanc em 2021 pela sua trajetória, premiada pela SECULT/AP com o projeto de ecobiojoia no Amapá em 2021, 3 Güera Sala Arthur Leandro Táta Kinamboji de Ensino, Arte e Cultura Afro Amazônica, participei da residência virtual do projeto tecno barca, mostra internacional Rizoma com o Coletivo Psicodélico/AP, participou do festival de performance Corpos urbis no Amapá, da mostra IP com Coletivo Camadas, projeto rotações de cultura premiado pela 10 edição do prêmio FUNARTE para as artes visuais 2014 com intercambio em curitiba no Museu Oscar niemeyer e na Fundacão Curro Velho/PA, residência artística com coletivo camaradas no Crato Ceará em 2013, curadoria e vicencia artística com coletivo camaradas no Centro Cultural Banco do Nordeste em Juazeiro Norte 2011 com a exposição pedaços incubados, exposição (OU)VIMOS SESC/AP 2011, Exposição Demarcações SESC/AP, Exposição Fluxos urbanos SESC/AP 2008, performanace o expurgo acadêmico Faculdade de musica da Rio Grande do Norte, video performance silendus o corpo transformado exposto no Paço das Artes na USP 2007. Oficineiro de Indumentária Cênica Ecossustentável:Débora BararuáLicenciada em Teatro pela Universidade Federal do Amapá - UNIFAP. Especialista no Curso de Estudos Teatrais Contemporâneo - UNIFAP. Professora de Teatro, fundadora e presidente da Cooperativa de Trabalho Arte e Cultura Imagem e Cultura. Produtora Cultural, atriz, palhaça e artista visual. Há 19 anos atua na cena cultural do estado do Amapá. Seu trabalho de performer de estátua viva é reconhecido na cena do Estado, atua ainda no audiovisual é produtora do Festival de Curtas de Ficção do Amapá e incentivada pelo grupo Imagem e Cia escreve dramaturgias para serem encenadas. Como pesquisadora busca em seus trabalhos o encontro com sua ancestralidade. Oficineiro de Sonoplastia: Marcelo Rosa Natural de Manaus/AM, é um artista e ativista cultural dedicado à preservação e disseminação da cultura popular, com ênfase no Maracatu de Baque Virado. Sua trajetória artística iniciou-se em 2014 como batuqueiro de Maracatu, e desde então, tem trabalhado incansavelmente para fortalecer a presença da cultura afro-brasileira na região Norte do país. Em 2016, após um intercâmbio cultural em Recife/PE, onde integrou a Nação do Maracatu Porto Rico (fundada em 1916), Marcelo fundou o Grupo de Maracatu Pedra Encantada, o primeiro do Norte do Brasil apadrinhado por uma Nação tradicional. O grupo tem como missão promover a visibilidade de corpos pretos, indígenas e LGBTQIAPN+ na Amazônia, combatendo o apagamento histórico da comunidade negra na construção cultural da região. Como líder do Pedra Encantada, Marcelo coordena oficinas abertas de Maracatu em praças e parques de Manaus, ensinando toques de instrumentos como alfaias, agbês e atabaques, além de transmitir histórias e cantigas ancestrais através da oralidade. Essas oficinas culminam em "baques" públicos, onde participantes e o grupo se apresentam em cortejos que celebram a resistência cultural. Além das atividades educativas, Marcelo atua como produtor geral, designer e coordenador administrativo do grupo, gerenciando logística, projetos artísticos e a identidade visual das ações. Em 2018, o Pedra Encantada foi destaque no Festival Folclórico de Parintins, integrando o Boi Caprichoso com o tema "Sabedoria Popular: Uma Revolução Ancestral".Durante a pandemia, Marcelo adaptou suas ações, criando a exposição "A Batida do Gueto" (2021), que uniu Maracatu e Hip Hop através de alfaias customizadas por artistas de graffiti, lives com rappers e performances. O projeto foi contemplado pelo edital Prêmio Feliciano Lana (Lei Aldir Blanc). Sua atuação multidisciplinar inclui ainda colaborações com teatro, como a sonoplastia do espetáculo "Lágrimas Negras" (sobre a Revolta da Chibata), onde mesclou instrumentos tradicionais com violão para narrar a história de João Cândido. Marcelo Rosa segue mobilizando editais públicos (como Conexões Culturais/Manaus) para viabilizar intercâmbios com mestres da Nação Porto Rico, como Rumenig Dantas e Luiz Água, reforçando a manutenção dos saberes tradicionais. Sua obra é um manifesto político-artístico que afirma: "Somos corpos organizados que usam arte, cultura e educação para construir espaços para pessoas pretas e povos originários".
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.