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PRONAC 252006Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ritmos de Raízes: Encontros de Dança Afro.

VANESSA SILVA DAS NEVES BAIA
Solicitado
R$ 482,1 mil
Aprovado
R$ 482,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Parauapebas
Início
2025-08-01
Término
2026-08-01
Locais de realização (1)
Parauapebas Pará

Resumo

Promover a cultura afro-brasileira e fortalecer as raízes históricas e culturais por meio da dança afro, integrando mulheres, jovens, crianças, pessoas com deficiência (PCD) e a comunidade em geral de Parauapebas e Canaã dos Carajás. O projeto visa transmitir conhecimentos sobre danças tradicionais, promover oficinas de dança, palestras educativas e espaços de expressão artística, promovendo a inclusão de todos os públicos.

Sinopse

1. Oficinas de Cultura Afro-brasileiraEspaços interativos voltados ao público jovem e infantil, com atividades práticas como confecção de turbantes, contação de histórias afro, musicalidade dos orixás e expressão corporal. Buscam promover identidade, autoestima e consciência histórica. Classificação indicativa: Livre 2. Aulas de Dança AfroAulas semanais abertas à comunidade, com foco em ritmos tradicionais como ijexá, afoxé, maracatu, samba de roda e danças dos orixás. Ministradas por profissionais especializados, as aulas trabalham corpo, ritmo e ancestralidade como ferramenta de fortalecimento cultural. Classificação indicativa: A partir de 6 anos 3. Palestras e Rodas de ConversaEncontros com lideranças negras, pesquisadores e religiosos de matriz africana para discutir temas como religiosidade, racismo estrutural, cultura afro e o papel da mulher negra. Momentos de escuta e aprendizado coletivo. Classificação indicativa: A partir de 12 anos 4. Espetáculo de Encerramento “Ritmos de Raízes”Apresentação artística coletiva com coreografias desenvolvidas durante as aulas, mesclando dança, música e elementos visuais que representam os orixás e a força da ancestralidade africana no Brasil. O espetáculo será apresentado em espaço público, com entrada gratuita. Classificação indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo GeralPromover a cultura afro-brasileira e fortalecer as raízes históricas e culturais por meio da dança afro, integrando mulheres, jovens, crianças, pessoas com deficiência (PCD) e a comunidade em geral de Parauapebas e Canaã dos Carajás. O projeto visa transmitir conhecimentos sobre danças tradicionais, promover oficinas de dança, palestras educativas e espaços de expressão artística, promovendo a inclusão de todos os públicos. Público-alvoMulheresJovensCriançasPessoas com deficiência (PCD)Comunidade em geral de Parauapebas e Canaã dos Carajás MetodologiaA metodologia será dividida em várias fases, incluindo oficinas, palestras, atividades educativas e apresentações culturais, sempre com foco na inclusão e na valorização da cultura afro-brasileira. Fases do ProjetoFase 1: Sensibilização e Educação Cultural Palestras educativas em institutos federais, centros comunitários e espaços públicos, abordando a história da cultura afro-brasileira, a importância das raízes culturais e a valorização da diversidade.Oficinas de contação de histórias e rodas de conversa com temas relacionados às tradições afro, para crianças, adolescentes e adultos.Fase 2: Oficinas de Dança Afro Oficinas práticas de dança afro, voltadas para mulheres, jovens, crianças e PCD, com adaptações para acessibilidade.Oficinas de percussão e ritmo, ensinando instrumentos tradicionais afro e promovendo a integração sensorial e cultural.Atividades de expressão corporal e criatividade, estimulando a participação de todos os públicos.Fase 3: Encontros Culturais e Interativos Encontros mensais em Canaã dos Carajás ou Parauapebas, com apresentações de grupos de dança afro, rodas de samba, capoeira e outras manifestações culturais.Espaços de troca de experiências entre os participantes, promovendo o fortalecimento da identidade cultural e o empoderamento feminino.Fase 4: Evento Final e Grande Show Uma grande celebração na cidade de Parauapebas, reunindo todos os envolvidos, com apresentações de grupos de dança, música afro e convidados especiais, incluindo bandas famosas afro e o artistas.Culinária típica, feira cultural e atividades de convivência para fortalecer o senso de comunidade e celebrar as raízes culturais. Inclusão e AcessibilidadeAs oficinas e atividades serão adaptadas para garantir acessibilidade às pessoas com deficiência.Espaços acessíveis, intérpretes de libras e recursos sensoriais serão utilizados para garantir a participação de todos.Incentivo à participação de mulheres, crianças, adolescentes e idosos, promovendo a equidade de gênero e geracional. Resultados EsperadosFortalecimento da identidade cultural afro-brasileira na região.Inclusão de diferentes públicos na prática da dança e cultura afro.Sensibilização sobre a importância da diversidade e do respeito às diferenças.Formação de uma rede de artistas, educadores e comunidade engajada na preservação cultural.Realização de um evento final que celebre a cultura afro e a diversidade, promovendo o orgulho e a valorização das raízes culturais.

Justificativa

A Lei nº 8.313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura, é uma ferramenta fundamental para fomentar e valorizar a produção cultural no Brasil, permitindo que empresas e pessoas físicas possam apoiar projetos culturais por meio de incentivos fiscais. Essa lei é importante porque amplia as possibilidades de financiamento, democratiza o acesso à cultura e incentiva a realização de projetos que contribuem para o desenvolvimento social, econômico e artístico do país. Ao utilizar o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conseguimos garantir recursos essenciais para a execução de atividades culturais, promovendo a diversidade cultural, preservando o patrimônio e estimulando a criatividade. Além disso, esse mecanismo possibilita que o projeto seja reconhecido e apoiado oficialmente, aumentando sua visibilidade e impacto. No que diz respeito à legislação, o projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que trata dos incentivos fiscais destinados a projetos culturais, especialmente: Inciso I: "Projetos culturais de relevância social, artística ou histórica."Inciso II: "Projetos que promovam a cultura, a arte, a história e a memória do país."Inciso III: "Projetos que contribuam para a formação de públicos e o fortalecimento da cultura local e regional."Quanto aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, eles incluem: Promover a democratização do acesso à cultura.Incentivar a produção cultural e artística.Valorizar a diversidade cultural brasileira.Estimular a participação da iniciativa privada no apoio à cultura.Contribuir para o desenvolvimento social e econômico por meio da cultura.Portanto, o uso do mecanismo de incentivo é essencial para garantir o financiamento necessário, ampliar o alcance do projeto e cumprir os objetivos de fortalecimento e democratização da cultura brasileira, conforme previsto na legislação.

Especificação técnica

1. Oficinas de Cultura Afro-brasileiraPúblico-alvo: Crianças, adolescentes e mulheres da comunidade e PCD.Duração: 4 módulos com 2h de duração cada (total: 8 horas por localidade).Formato: Presencial, com atividades práticas e dinâmicas participativas.Material necessário: Tecidos para turbantes, instrumentos de percussão (atabaques, agogôs), papel, canetas coloridas, tintas, espelhos, som portátil.Projeto pedagógico: Fundamentado na educação popular e na pedagogia afrocentrada, com valorização da oralidade, memória coletiva e construção da identidade racial de forma lúdica e respeitosa. 2. Aulas de Dança AfroPúblico-alvo: Jovens e adultos a partir de 6 anos.Duração: Ciclo de 8 encontros com 1h30 de duração cada (total: 12 horas por localidade).Formato: Aula prática com momentos teóricos sobre os ritmos (ijexá, afoxé, maracatu etc.).Material necessário: Aparelho de som, roupas confortáveis, lenços, tecidos, instrumentos percussivos.Projeto pedagógico: Inspirado em danças de matriz africana e suas simbologias. A construção coreográfica é colaborativa, buscando fortalecer a expressão individual e o respeito à ancestralidade. O método valoriza o ritmo, o corpo como linguagem e o trabalho em grupo. 3. Palestras e Rodas de ConversaPúblico-alvo: Público geral a partir de 12 anos.Duração: 3 encontros de 2h por cidade (total: 6 horas por localidade).Formato: Roda de conversa com mediação e participação ativa dos presentes.Material necessário: Microfone, data show, cadeiras em círculo, bloco de anotações, mesa de apoio.Projeto pedagógico: Metodologia horizontal e dialógica, que favorece a escuta ativa, o acolhimento e o compartilhamento de experiências pessoais e coletivas. Os temas são definidos conforme o interesse local e relevância social. 4. Espetáculo de Encerramento “Ritmos de Raízes”Público-alvo: Comunidade em geral (evento gratuito).Duração: Aproximadamente 40 minutos de apresentação.Formato: Espetáculo aberto com coreografias desenvolvidas nas oficinas e aulas.Material necessário: Espaço público (praça, quadra ou teatro), sistema de som, figurinos temáticos, adereços cênicos.Projeto pedagógico: O espetáculo é a culminância do processo formativo e artístico. Cada apresentação representa um orixá ou elemento cultural afro-brasileiro, como forma de devolver à comunidade o aprendizado construído coletivamente. O formato é acessível, sensível e celebrativo, Show aberto com as apresentaçoes de artistas locais e nacionais.

Acessibilidade

Acessibilidade no Projeto "Ritmos de Raízes: Encontros de Dança Afro" Para assegurar que todas as pessoas possam participar plenamente das atividades e eventos do projeto, serão adotadas diversas medidas de acessibilidade, tanto na infraestrutura quanto nos materiais e na comunicação. Essas ações visam promover a inclusão de pessoas com deficiência (PCD), bem como garantir que mulheres, crianças, jovens e idosos tenham acesso às manifestações culturais afro-brasileiras de forma segura e confortável. Acessibilidade Física: Os espaços utilizados para oficinas, palestras, encontros e o evento final serão adaptados, com rampas de acesso, portas largas e sanitários acessíveis.As áreas de circulação serão planejadas para facilitar o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo: Materiais informativos, cartazes e programas serão disponibilizados em formatos acessíveis digitalmente.Intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) estarão presentes durante as palestras, oficinas e apresentações culturais, garantindo a compreensão e participação de pessoas surdas.Serão utilizados recursos sensoriais, como audiodescrição e recursos visuais com alto contraste, para facilitar a compreensão de conteúdos por pessoas com deficiência visual ou auditiva.Adaptações nas Atividades: As oficinas de dança, percussão e expressão corporal serão planejadas com adaptações para diferentes necessidades, incluindo atividades sensoriais e de movimento que possam ser acessadas por todos.Espaços de convivência e troca de experiências serão pensados para acolher diferentes formas de participação, promovendo o respeito às individualidades.Incentivo à Participação de Todos: Serão promovidas ações de sensibilização e formação para os facilitadores e participantes, reforçando a importância da inclusão e do respeito às diferenças.A participação de mulheres, crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência será incentivada de forma equitativa, promovendo a diversidade e a equidade de gênero e geração.

Democratização do acesso

Serão incluida estratégias como a criação de canais de venda acessíveis, parcerias com diferentes pontos de distribuição e sem cobraça de preços para garantir que mais pessoas possam adquirir o projeto. Além disso, outras medidas para ampliar o acesso incluem a realização de ensaios abertos, que permitem que o público participe e conheça melhor o projeto; oficinas paralelas, que oferecem treinamentos e informações de forma prática e interativa; e transmissões pela internet, que possibilitam alcançar um público maior, independentemente da localização geográfica. Essas ações vão ajudam a democratizar o acesso, promovendo maior inclusão e participação de diferentes comunidades.

Ficha técnica

Mãe Vanessa de Oxum (Coordenadora Geral e Curadora Cultural)Dirigente espiritual do Templo Águas de Oxum com mais de 10 anos de atuação em religiões de matriz africana.Líder comunitária com experiência em projetos sociais voltados à valorização da cultura afro-brasileira e empoderamento feminino e inclusão social. Facilitadora de rodas de saberes e oficinas de fortalecimento espiritual e cultural de mulheres, crianças e jovens.Atua com foco em acolhimento, espiritualidade, cultura e educação popular nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás. Prof. Sindima Pinto (Facilitador de Dança Afro e mestre cultural)Professora de Danças Afro-brasileiras.Mais de 15 anos de atuação em escolas, festivais culturais e coletivos artísticos do Pará.Trabalha com danças como afoxé, ijexá, maracatu, samba de roda e dança dos orixás.Experiência em projetos culturais com crianças e inclusão social, adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade. Marina Lisboa (Psicologa, Educadora Social e Oficineira)Educadora popular, arte-educadora e pesquisadora de culturas afro-brasileiras.Atua com oficinas de dança, confecção de turbantes, contação de histórias afro e rodas de empoderamento feminino.Coordenadora de projetos sociais com foco em infância e juventude em comunidades periféricas de Parauapebas. Yasmim Fernandes (Produtora Cultural e Assistente de Coordenação)Técnica em produção cultural, com experiência em organização de eventos comunitários, festivais de cultura negra e projetos sociais.Atua como apoio logístico e administrativo no Templo Águas de Oxum.Responsável pela articulação com escolas, parceiros e espaços públicos para realização das atividades.Responsável também pela documentação, prestação de contas e cronograma geral do projeto. Prof. Robson Lima (Professor e oficineiro)Professor de Artes visuais, Mais de 15 anos de atuação em escolas, festivais culturais e coletivos artísticos do Pará.Trabalha com oficinas de imagens, adereço, confecção de fantasias e instrumentos Experiência em projetos culturais com crianças, adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.