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PRONAC 252012Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Conexões em Movimento - Teresina e Cachoeira

LA EVENTOS E TREINAMENTOS PROFISSIONALIZANTES LTDA
Solicitado
R$ 311,0 mil
Aprovado
R$ 311,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PI
Município
Teresina
Início
2025-06-02
Término
2025-11-28
Locais de realização (2)
Cachoeira BahiaTeresina Piauí

Resumo

Esta proposta visa promover e fomentar um programa de formação artística voltado para jovens artistas da dança, com idades entre 15 e 29 anos, residentes nas cidades de Teresina (PI) e Cachoeira (BA). A iniciativa surge a partir do reconhecimento das dificuldades enfrentadas por essa juventude para acessar oportunidades de qualificação e inserção no campo das artes. Tanto em Teresina quanto em Cachoeira, muitos jovens artistas encontram barreiras como a escassez de políticas públicas continuadas, a falta de acesso a espaços adequados de formação e apresentação, bem como a precariedade das condições para o desenvolvimento de uma trajetória artística. Ainda assim, essas juventudes resistem e produzem arte potente, enraizada nas suas realidades e saberes. A proposta parte da articulação entre dois grupos de referência em seus territórios: o Balé Folclórico do Piauí, com atuação consolidada em Teresina (PI), e o Balé do Recôncavo, sediado em Cachoeira (BA), reconhecido pela valorização das tradições afro-brasileiras. Ambos têm histórico de formação artística de jovens e atuação comunitária.

Sinopse

Se apresenta como um programa de formação artística voltado para jovens artistas da dança, com idades entre 15 e 29 anos, residentes nas cidades de Teresina (PI) e Cachoeira (BA). A iniciativa surge a partir do reconhecimento das dificuldades enfrentadas por essa juventude para acessar oportunidades de qualificação e inserção no campo das artes. Tanto em Teresina quanto em Cachoeira, muitos jovens artistas encontram barreiras como a escassez de políticas públicas continuadas, a falta de acesso a espaços adequados de formação e apresentação, bem como a precariedade das condições para o desenvolvimento de uma trajetória artística sustentável. Ainda assim, essas juventudes resistem e produzem arte potente, enraizada nas suas realidades, saberes e tradições. A proposta parte da articulação entre dois grupos de referência em seus territórios: o Balé Folclórico do Piauí, com atuação consolidada em Teresina (PI), e o Balé do Recôncavo, sediado em Cachoeira (BA), reconhecido pela valorização das tradições afro-brasileiras. Ambos têm histórico de formação artística de jovens e atuação comunitária, sendo fundamentais para a realização desta iniciativa.

Objetivos

Objetivo Geral Promover e fomentar a formação artística de jovens entre 15 e 29 anos, por meio de um intercâmbio entre grupos de dança de Teresina (PI) e Cachoeira (BA), fortalecendo trajetórias artísticas, identitárias e coletivas. Objetivos Especificos - Oferecer atividades durante 06 meses duas vezes na semana, totalizando 60 aulas de 50h/ a duração do projeto, ações formativas em dança contemporânea, danças afro-brasileiras e produção cultural. - Estimular o diálogo intercultural e o compartilhamento de experiências entre jovens artistas dos dois territórios.- Ampliar o repertório técnico e criativo dos participantes, .- Promover ações públicas de apresentação e compartilhamento com as comunidades locais.- Contribuir para a articulação de redes colaborativas entre coletivos artísticos do Norte e Nordeste do Brasil, com o produto apresentação dos espetáculos, onde realizaremos 20 apresentações de Dança; - Contrapartirda social: Realizar ensaios abertos do espetáculo em 10 escolas públicas de Teresina (PI) e 10 escolas públicas de Cachoeira (BA) .

Justificativa

O projeto "Conexões em Movimento - Teresina e Cachoeira", surge da necessidade de valorizar e ressignificar o potencial formador artístico e cultural do encontro entre o Balé Folclórico do Piauí e o Balé do Recôncavo Baiano, através do protagonismo juvenil. Em um contexto de crescente desvalorização das culturas tradicionais e falta de oportunidades para a juventude em situação de vulnerabilidade, o projeto durante o seu processo busca ser um meio possível e real de transformação social e econômica por meio da arte. A dança é uma linguagem artística potente de identidade cultural, pertencimento e resistência, especialmente em comunidades onde a tradição oral e corporal é um dos principais meios de transmissão cultural. O Balé Folclórico do Piauí e o Balé do Recôncavo Bahiano carregam a ancestralidade afro-brasileira, os saberes populares e a força simbólica dos territórios de forma significativa, sendo essenciais para o fortalecimento de uma juventude que deseja se reconhecer em suas origens, ao mesmo tempo em que se capacita para atuar no mundo contemporâneo. Além do aspecto artístico e cultural que iremos oportunizar o projeto se compromete também em promover uma formação empreendedora na área artistica e cultural de forma direta e indireta na vida profissional dos jovens participantes. Ao integrar oficinas de Poéticas Populares, Técnica Orton, Iluminação artística, Letramento Racial na prática de Dança, Processos Criativos e Vizagismo, buscaremos desenvolver competências que estimulem a autonomia, a geração de renda e a inserção produtiva no mercado da cultura. O empreendedorismo aqui é entendido como uma estratégia de empoderamento e transformação, permitindo que os jovens se tornem agentes culturais em suas comunidades com foco na área artistica da Dança e seus possíveis desdobramentos. O público-alvo do projeto são jovens entre 15 e 29 anos, preferencialmente de comunidades periféricas e tradicionais, com ou sem experiência prévia em dança. O projeto será implementado de forma descentralizada, buscando alcançar territórios fora dos grandes centros urbanos, promovendo acesso democrático à cultura e à formação artística de qualidade. Alinhado aos objetivos do Programa Rouanet da Juventude, o projeto promove o fortalecimento de políticas públicas de inclusão e diversidade, contribuindo para o desenvolvimento integral da juventude brasileira através da arte, da cultura e do empreendedorismo cultural. Sua relevância está no resgate da cultura popular como potência criativa, na profissionalização da juventude e na articulação de redes culturais sustentáveis que ultrapassem o período de execução do projeto.

Acessibilidade

1. Acessibilidade Física: Os locais das apresentações terão acesso por rampas, piso tátil direcional, sinalização em alto-relevo, além de banheiros adaptados.Serão reservados espaços adequados para cadeirantes e acompanhantes com visibilidade garantida do palco. Haverá apoio de equipe treinada para auxiliar na locomoção e orientação do público com deficiência. - Acessibilidade de Conteúdo: Todos os espetáculos contarão com intérprete de Libras, posicionado lateralmente no palco e iluminado adequadamente.Será disponibilizado recurso de audiodescrição, transmitido via aplicativo ou equipamento próprio. As apresentações terão legenda descritiva sincronizada, com falas (se houver), trilha sonora e sons do ambiente. O material de apoio (programa, folder) estará disponível em fonte ampliada e PDF acessível.Serão oferecidas visitas sensoriais guiadas antes das apresentações, com linguagem simples, interação com figurinos e trilhas sonoras, para o público com deficiência visual e intelectual. 2. Produto - Oficinas de Produção e de Dança Acessibilidade Física: Os espaços das oficinas serão acessíveis com rampas, piso tátil, portas largas, mesas e cadeiras adaptadas, além de banheiros acessíveis.Será disponibilizado monitor de apoio para participantes com deficiência física ou intelectual que necessitarem de suporte extra. Acessibilidade de Conteúdo: Todas as oficinas contarão com intérprete de Libras para alunos surdos ou com deficiência auditiva.Os conteúdos das oficinas (apostilas, exercícios, apresentações) serão oferecidos em PDF acessível, áudio, e versão em Braille, conforme a necessidade dos participantes.Uso de linguagem simples e clara com suporte visual e recursos interativos para facilitar a compreensão por participantes com deficiência intelectual.A oficina de dança contará com metodologias inclusivas, como dança em cadeira de rodas, estímulos sensoriais, e adaptações de movimentos.As aulas terão vídeos com legendas e audiodescrição, para revisão do conteúdo em casa.

Democratização do acesso

Com o objetivo de garantir o acesso amplo, inclusivo e democrático aos produtos culturais resultantes deste projeto — espetáculos de dança e oficinas de produção e dança — adotaremos as seguintes medidas, conforme orientações do edital: 1. Distribuição - Os ingressos para os espetáculos de dança serão distribuidos com ampliação de caráter social, Será garantida a gratuidade obrigatória do projeto com caráter social para comunidade em geral, instituições de ensino públicas, ONGs, centros comunitários e grupos de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.A distribuição será feita em canais online e pontos físicos acessíveis, com opção de reserva antecipada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 2. Ações de Ampliação de Acesso a) Transporte Acessível Gratuito (Inciso III)Será oferecido transporte gratuito para o público em situação de vulnerabilidade, com veículos adaptados para cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo o deslocamento até os espaços de apresentação e realização das oficinas. b) Registro e Transmissão Online (Inciso IV e V)Todos os espetáculos e oficinas serão registrados em vídeo e disponibilizados gratuitamente pela internet, com recursos de acessibilidade como legenda, Libras e audiodescrição. Buscaremos parcerias com redes públicas de televisão e plataformas digitais gratuitas para ampliar o alcance e promover a difusão do conteúdo artístico e formativo. c) Ensaios Abertos e Atividades Paralelas (Inciso VI)Serão realizados ensaios abertos gratuitos à comunidade, com foco em escolas públicas, grupos culturais periféricos e público com deficiência.Além disso, o projeto oferecerá oficinas paralelas de dança e produção cultural em espaços comunitários e instituições sociais parceiras. d) Parceria para Formação de Agentes Culturais (Inciso IX)Estabeleceremos parceria com um centro cultural local ou universidade pública para a capacitação gratuita de jovens agentes culturais, oferecendo vagas nas oficinas de produção como forma de formação técnica e incentivo à profissionalização.

Ficha técnica

1. Formações e Oficinas Oficinas Principais - Técnica Horton - Elisio Pitta (BA); - Elísio Pitta - Bailarino, Coreógrafo, Diretor Geral e Artístico do Balé do Recôncavo Nascido emSalvador, Bahia, Elísio Pitta é especialista em gestão cultural. Mestre em Artes Cênicas (MFA)pela UniversityofBritish Columbia,Canada e Administração de Empresaspela BCTI Business Center and Technology, Seattle. Com experiência de mais 45 anos de atividades artísticas initerruptas; abrangem: dança, música, teatro e cinema. Pitta estudou e trabalhou com renomados mestres das artes de várias partes do mundo, dentre eles: Mestre Waldemar da Paixão; Raimundo King; Clyde Morgan, Lia Robatto, Arthur Hall, Maria Fux, Rubens Cuello, Alvin Ailey, Maurice Bejart, Neide Aquino, e outros. Elisio Pitta tem atuado como artista convidado em várias companhias fora do Brasil: Ballet Miguel Angel Maguiña, Peru; Ballet of XX Century, Bélgica; Maria Fux Dance Company, Argentina; Geni Le Gon Dance Ensemble, Marang Drum and Dance Ensemble, Guarany Music Company, Pacific Motion Dance Company e Axé Brasil, Canadá; Olatunji Drums of Passion, Ocheami African Dance Ensemble, Spectrum Dance Theater, USA; Kinetika Arts Links, Inglaterra, Resurrection Dance Theater, Haiti. - Danças Negras - Clayde Morgan (BA); - Clyde Alafiju Morgan é natural de Cincinnati, Ohio, e graduado pela Cleveland State University. Após dois anos de pós-graduação em dança no Bennington College, fez sua estreia profissional com a Companhia de Dança José Limón. Seus estudos profissionais em Nova York incluem trabalhos com Merce Cunningham, New Dance Group, Robert Joffrey, Paul Sanasardo e Ballet Russe de Monte Carlo. Apareceu como solista nas companhias de Babatunde Olatunji, Sophie Maslow, Daniel Nagrin, Louis Falco, Pearl Lang e Anna Sokolow. A segunda fase de sua carreira o viu trabalhando como coreógrafo e diretor artístico no Brasil. Ele então lecionou na Universidade de Wisconsin, continuando a ensinar e se apresentar na Europa, Haiti, Brasil e África Ocidental. Aos 82 anos, Clyde Morgan se reveza entre a vida em Nova York e Salvador. Na cidade norte-americana ocupa o cargo de Professor Associado de Dança Africana e Diretor Artístico de Dança Africana Sankofa e do Ensemble Tambo na SUNY College, em Brockport - Percussão corporal e musicalidade para dança - Ivaldino Junior (BA) - Diretor Musical, Professor, Editor de Vídeos, Trilhas e Ativista do Movimento Negro. Percussionista há 17 anos, sua formação teve início no Instituto Oyá, onde através das aulas de música, teatro, capoeira e dança. Identificou muito cedo que a arte era o caminho a ser seguido. Tornou-se monitor do projeto que entrara inicialmente como aluno, com passagens pela Banda Cortejo Afro e fazendo parte de alguns projetos como; Balé da Mata (Elísio Pitta), Tradições de uma Bahia (Denis Silva), Grupo de Teatro É o Quadrado com oficinas de Percussão, Maestro no Afro&Arte (Igas Eloy) Cofundador do Kilombo da Zefa e do CRP – Coletivo Resistência Preta. Como um dos trabalhos mais recentes músico convidado para compor parte da trilha sonora do documentário Alafijú. Diretor Musical nos Espetáculo Olokun e Rio Sem Magens, ambos interpretados por Elísio Pitta e com Direção de Gatto Larsen. Atualmente compõe a Sociedade responsável pela gestão da Plataforma E-Fórum Artes e Ideias, faz o Gerenciamento dos eixos educacionais do Instituto Oyá, atua como Professor no Projeto Percuceiros e é Diretor Técnico no Balé do Recôncavo. - Letramento racial nas práticas de dança - Luzia Amélia (PI). - Doutora em Dança pala Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mestra em Dança, (UFBA) . Especialista em Dança, (UFBA). Especialista em Artes Visuais e Metodologia do Ensino da Arte pela Universidade Federal do Piauí, (UFPI)- Graduada em Artes Visuais pelo Instituto Camilo Filho, (ICF). Professora Substituta do Instituto de Cultura e Arte (ICA) da Universidade Federal do Ceará Criadora e coordenadora dos projetos: Expedições de Dança (Piauí - Brasil), Fórum Nacional 1 Minuto para a Dança-Piauí. Corpo, Territórios e Singularidades, projeto Terremoto e Painel Coreográfico de Teresina.Diretora coreógrafa do Balé Folclórico do PiauíDurante 12 anos foi diretora artística e pedagógica do Projeto Escola Balé de Teresina.Bailarina de formação contemporânea protagonizou espetáculos e foi fundadora de diversos grupos de dança da cidade de Teresina, como coreógrafa projetou a dança piauiense para o Brasil e o exterior. Criou espetáculos como "A Dança do Calango" (1997), "Piauiês" (1998), "Mercado Central" (2005), "Sangue" (2009), "Fogo" (2012), "Luzia" (2013), "Lá Rumentas" (2024), dentre outros. - Criação e composição em dança - Andréia Barreto (PI); - Mestra em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Arte Educadora / Pedagoga com atuação em Docência, Educação Infantil e Supervisão de Estágio Escolar. Procura especialmente investigar e pesquisar as implicações dos processos educacionais na educação básica juntamente com as Configurações da Dança Contemporânea nos dias atuais no Brasil. Formada em Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação em Gestão Escolar e atuação em Espaços não escolares (2009). Pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (2012), Especialização em Docência do Ensino Superior (2011), Educação Infantil e Inclusão (2021) Atualmente Gestora do Centro Municipal de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação - SEMEC, Professora bolsista CAPES Formadora II do PARFOR/UFPI (2022/2023), fui também bolsista CAPES como professora preceptora do Programa Residência Pedagógica nos anos (2017/2018), (2019/2021) e (2020/2022). Atuo desde 2019 na equipe de gestão do Centro de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação de Teresina SEMEC. Acompanho, supervisiono e avalio alunos estagiários, na qualidade de Professora/Supervisora de Estágio Obrigatório junto a Professora/Supervisora da disciplina Estágio Supervisionado na Educação Infantil do curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Piauí - UESPI. - Iluminação para a cena de dança - Angelo William (CE); - Dançarino, poeta e pesquisador em Danças Urbanas. Desenvolve trabalhos cênicos, bem como trabalhos de iluminação para grupos e/ou coletivos de dança e teatro. Em 2015, participou do Curso Técnico em Iluminação Cênica, estagiando na Bienal de Dança, em Fortaleza, nos anos de 2015 e 2016. Em 2017, participou, como aluno, da Escola de Formação Básica em Dança do Centro Cultural Bom Jardim. Atualmente, é aluno da VI Turma do Curso Técnico em Dança – 2018/20, no Porto Iracema das Artes. 2. Oficinas Complementares - Dramaturgia do corpo na dança afro-brasileira - Elisio Pitta (BA) e Clayde Morgan (BA) Investigação da corporeidade a partir das matrizes afro-brasileiras, propondo práticas que articulam memória, narrativa e ancestralidade no corpo em movimento. Desenvolvimento da escuta rítmica e da expressão por meio da percussão corporal, integrando ritmo, movimento e tradição oral. - Criação coletiva em dança - Luzia Amélia (PI) Espaços de experimentação de processos criativos colaborativos, nos quais bailarinos e participantes constroem juntos cenas coreográficas a partir de suas histórias e vivências. Princípios Metodológicos das oficinas - A Metodologia apoia-se em três pilares fundamentais: 1. Ancestralidade como fonte de saber Os corpos negros carregam histórias, rituais e conhecimentos que atravessam o tempo. A dança ativa essas memórias, individuais e coletivas. 2. Coletividade como estratégia de fortalecimento O aprendizado acontece de forma horizontal: todos são mestres e aprendizes. A roda, o diálogo e a escuta são os principais instrumentos pedagógicos. 3. Territorialidade como dimensão pedagógica

Providência

PROJETO ARQUIVADO.