Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto promove Oficinas de Graffiti, Slam e Projeção Vocal, Teoria Musical e Construção de Beat, além de duas imersões de três dias em Produção Cultural. A iniciativa capacita pessoas para atuarem na cultura por meio da prática artística e culmina na realização de um show, onde serão exibidos os resultados das oficinas. O festival incluirá batalhas de rima, live painting de graffiti, apresentação musical e performances de slam.
O projeto propõe um enriquecimento teórico e prático na área da produção cultural através da realização de três oficinas distintas, abrangendo: slam e projeção vocal, teoria musical e produção de beats, além de grafitti. As aulas ocorrerão semanalmente ao longo de oito meses, em locais culturalmente significativos de Sergipe, como o Centro de Criatividade, o Barracão Cultural Mãe Maria, e o estúdio da Adjá Produções, instituição proponente. Para intensificar a imersão cultural dos participantes, serão realizadas duas vivências de três dias cada, no Centro de Criatividade, com atividades práticas, como criação colaborativa, performances artísticas e discussões sobre o impacto da cultura na comunidade local. Paralelamente às oficinas, o projeto promoverá oito batalhas de rima, abrangendo tanto a capital Aracaju quanto os municípios de Lagarto, Itabaiana, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão. As competições culminarão em uma grande batalha final, realizada durante um show de encerramento que celebrará os resultados do projeto, contando com apresentações práticas das oficinas e imersões, exposição de live painting e shows musicais de talentos locais. Esse projeto busca não só formar e capacitar os participantes, mas também fomentar a expressão artística e valorizar a cultura local sergipana, conectando arte e comunidade de forma única e transformadora. Nota: Todos os profissionais/serviços necessários a execução do projeto serão selecionados em momento oportuno, a partir da captação de recursos e homologação do projeto para execução.
Objetivo Geral Fomentar a capacitação de profissionais em diversas áreas de produção cultural e artística a partir da integração com a comunidade do hip-hop sergipano e dar mais visibilidade à cena do hip-hop de Sergipe em aspecto nacional, além de ampliar a democratização do acesso aos produtos culturais resultantes deste projeto às demais pessoas da cidade. Objetivos específicos Oficinas: 1) Desenvolver 1 Oficina de Capacitação em slam e técnica vocal, com duração de duas horas semanais por turma (máximo de 2 turmas com vinte alunos cada); 2) Desenvolver 1 oficina de teoria e produção musical, com duração de duas horas semanais por turma (máximo de 2 turmas de 6 alunos cada); 3) Desenvolver uma oficina de graffitti, com duração de 3horas semanais por turma (máximo de 3 turmas); Carga horária: Total de 288 horas a serem trabalhadas pelo período de até 08 meses. Batalhas de Rima: 4) Produzir 9 batalhas de rima no período de 10 meses; Imersões em produção cultural: 5) Produzir 2 imersões em produção cultural pelo período de três dias cada imersão num período de 10 meses. Audiovisual: 6) produção de um audiovisual documental de até 120 minutos; Sites e canais de comunicação e transmissão ao vivo nas redes sociais 7) Criar canais de simultâneas das oito batalhas de rima e do show final que serão disponibilizadas através das redes sociais dos coletivos culturais e artistas participantes do projeto.
O projeto "Coligação Submundo Serigy: raízes em movimento" necessita do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar sua execução e ampliar seu impacto social e artístico. Por meio desses recursos, será possível contemplar os incisos I a X do artigo 1º da Lei nº 8.313/1991, promovendo a regionalização da produção cultural e artística brasileira e protegendo expressões culturais dos grupos formadores da sociedade, garantindo o pluralismo e a diversidade cultural nacional. Além disso, o projeto contribuirá para a preservação do patrimônio cultural brasileiro, considerando que o hip-hop foi reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil. Ao ofertar oficinas de capacitação com profissionais da cultura hip-hop sergipana, o projeto fortalece a identidade cultural local, resgatando suas raízes e fomentando o desenvolvimento de novos talentos. Dessa forma, ele se alinha aos objetivos do artigo 3º da Lei nº 8.313/1991, especialmente na valorização das manifestações culturais populares (inciso I, alíneas "b" e "c") e na democratização do acesso à cultura (inciso IV, alínea "a"), ampliando oportunidades para artistas e produtores da cena sergipana. Além disso, ao impulsionar a produção cultural e artística no estado (inciso II alíneas "a", "c" e "e"), ele também se enquadra na promoção da preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro (inciso III, alínea d), garantindo sua continuidade e relevância no cenário nacional. Por meio deste financiamento, o projeto poderá gerar visibilidade nacional para a cultura hip-hop sergipana, fortalecendo sua presença na cena artística brasileira e incentivando o crescimento sustentável da produção cultural na região.
PROJETO PEDAGÓGICO PARA OFICINAS Objetivo Geral Promover o desenvolvimento cultural, artístico e social de jovens entre 15 e 29 anos, por meio de oficinas práticas e teóricas de slam, técnica vocal, teoria musical, produção musical, graffiti e imersões em práticas culturais, incentivando a criatividade, a expressão pessoal e a inclusão social. Estrutura Geral Duração Total do Projeto: 8 mesesCarga Horária Total: 384 horasPúblico-Alvo: Jovens de 15 a 29 anos, com prioridade para comunidades de baixa renda.Metodologia: Abordagem prática e interativa, com atividades que integram teoria e prática, promovendo a participação ativa dos alunos. Oficinas e Conteúdo Programático 1. Oficina de Slam e Técnica Vocal Carga Horária Total: 64 horas (8 meses, 1 aula semanal de 2 horas)Número de Alunos: Até 20 por turmaConteúdo Programático:Introdução ao slam: história, relevância cultural e social.Técnicas de escrita criativa e composição de poemas.Técnicas vocais: projeção, dicção, ritmo e afinação.Performance: interpretação, presença de palco e expressão corporal.Atividade Final: Apresentação de um slam coletivo.Plano de Aplicação:Espaço físico equipado com microfones e sistema de som.Material didático: cadernos, canetas e textos de referência.Instrutores especializados em slam e técnica vocal.Suporte Bibliográfico:D'ALVA, Roberta Estrela. Slam: Voz de Levante. Direção e roteiro: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva. Produção: Exótica Cinematográfica. São Paulo: Pagu Pictures, 2017. DVD (94 min), son., color.ROCHA, Ruth. A Arte de Contar Histórias. São Paulo: Editora Moderna, 2002.EVARISTO, Conceição. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas Editora, 2014. EVARISTO, Conceição. Macabéa: Flor de Mulungu. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2023. EVARISTO, Conceição. Insubmissas Lágrimas de Mulheres. Belo Horizonte: Nandyala, 2011.NASCIMENTO, Beatriz. O Negro Visto por Ele Mesmo: Ensaios, Entrevistas e Prosa. São Paulo: Ubu Editora, 2022.SILVA, Cidinha da. Sobre-viventes! São Paulo: Editora Kuanza, 2020. SILVA, Cidinha da. Um Exu em Nova York. Rio de Janeiro: Pallas Editora, 2018.BRASIL. Ministério da Cultura. Cultura Viva: Políticas Públicas e Juventude. Brasília: Ministério da Cultura, 2018;BRASIL. Secretaria Especial da Cultura. Manual de Políticas Culturais para Juventude. Brasília: Secretaria Especial da Cultura, 2020.Nascimento, Abdias. "O Teatro Experimental do Negro: Trajetória e Reflexões." Rio de Janeiro: IPEAFRO, 1981. 2. Oficina de Teoria Musical e Produção Musical Carga Horária Total: 128 horas (8 meses, 2 aulas semanais de 1 hora por turma)Número de Alunos: Até 6 por turma (2 turmas)Conteúdo Programático:Teoria Musical:Ritmo, melodia e harmonia.Exploração de instrumentos musicais.Criação de melodias simples.Produção Musical:Introdução a softwares de produção (DAWs).Criação de beats e grooves.Técnicas de mixagem e masterização.Atividade Final: Produção de uma faixa musical completa.Plano de Aplicação:Espaço físico equipado com computadores, interfaces de áudio e instrumentos musicais.Material didático: apostilas de teoria musical e tutoriais de DAWs.Instrutores especializados em música e produção musical.Suporte Bibliográfico:MED, Bohumil. Fundamentos de Teoria Musical. São Paulo: Ricordi, 1981.ANHAIA, Paulo. Mixagem e Masterização na Prática. São Paulo: Independente, 2015.FUNARTE (Fundação Nacional de Artes). Manual de Educação Musical. Brasília: FUNARTE, 2017.BRASIL. Ministério da Cultura. Música e Juventude: Políticas de Incentivo. Brasília: Ministério da Cultura, 2019.INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN). Guia de editoração. Brasília: IPHAN, 2023. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/guia_editoracao_edicoes_iphan.pdf. Acesso em: 30 abr. 2025. 3. Oficina de Graffiti Carga Horária Total: 96 horas (8 meses, 1 aula semanal de 3 horas)Número de Alunos: Até 20 por turmaConteúdo Programático:História do graffiti e sua relevância cultural.Técnicas de desenho e pintura.Uso de materiais: sprays, stencils e pincéis.Criação de murais coletivos.Atividade Final: Produção de um mural em espaço público.Plano de Aplicação:Espaço físico ao ar livre ou em locais apropriados para pintura.Material didático: tintas, sprays, stencils e pincéis.Instrutores especializados em arte urbana.Suporte Bibliográfico:BRASIL. Ministério da Cultura. Arte Urbana e Inclusão Social. Brasília: Ministério da Cultura, 2016.FUNARTE (Fundação Nacional de Artes). Manual de Arte Urbana. Brasília: FUNARTE, 2018MANCO, Tristan. Graffiti Brasil. Londres: Thames & Hudson, 2005 4. Imersões em Práticas Culturais Carga Horária Total: 96 horas (2 imersões de 3 dias consecutivos, 8 horas por dia)Número de Participantes: Até 20 por imersãoConteúdo Programático:Visitas a espaços culturais (museus, teatros, centros culturais).Encontros com artistas e produtores culturais.Oficinas práticas de dança, teatro ou artesanato.Reflexão sobre a diversidade cultural brasileira.Atividade Final: Organização de um evento cultural comunitário.Plano de Aplicação:Transporte e ingressos para espaços culturais.Material didático: cadernos e materiais para oficinas práticas.Coordenação por equipe especializada em práticas culturais.Suporte Bibliográfico:ORTIZ, Renato. Cultura Brasileira: Temas e Situações. São Paulo: Brasiliense, 1988.SANTOS, José Luiz dos. Diversidade Cultural no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2006.OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson. Guia Brasileiro de Produção Cultural: Ações e Reflexões. São PaIPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Diversidade Cultural no Brasil. Brasília: IPHAN, 2015.BRASIL. Ministério da Cultura. Cultura e Juventude: Experiências Transformadoras. Brasília: Ministério da Cultura, 2021Resultados Esperados Produção de conteúdos artísticos (poemas, músicas, murais).Desenvolvimento de habilidades técnicas e criativas.Fortalecimento da identidade cultural e da autoestima dos participantes.
OFICINAS As aulas das oficinas serão ministradas no auditório do Centro De Criatividade de Sergipe, no Barracão Cultural Mãe Maria e no estúdio profissional da Adjá Produções, atendendo aos critérios legais de acessibilidade sempre que tecnicamente possível, segundo o Art. 22 da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 1, de 4 de fevereiro de 2022 e conforme a Lei nº 13.146/2015 e o Decreto nº 9.404/2018. Caso ocorram matrículas de estudantes com deficiência física, tais espaços contam com rampas de acesso, corrimão, guias rebaixadas e sanitários para cadeirantes. Os estudantes matriculados e público geral interessado terão acesso gratuito a todo material e suporte didático, tais como: partituras; letras de músicas; exercícios técnicos e demais conteúdos referentes às atividades desenvolvidas que serão disponibilizados através do site oficial que será desenvolvido para o projeto. Caso ocorram matrículas de estudantes com deficiência visual, o projeto irá disponibilizar um monitor leitor para deficientes visuais para apoio pedagógico dos materiais disponibilizados, tais como: partituras; letras de músicas; exercícios técnicos e demais conteúdos referentes às atividades desenvolvidas. No caso de matrículas de estudantes com deficiência auditiva o projeto contratará com um interprete de Libras para as aulas, além da utilização de mecanismos de emissão sonora para o aprendizado através da vibração das ondas, tais como: caixas de som e amplificadores. Da mesma maneira será disponibilizado a este grupo de alunos o conteúdo das aulas em vídeo legendado. APRESENTAÇÃO PÚBLICA: I - Acessibilidade Física: A apresentação pública será realizada na Concha Acústica do Centro de Criatividade, um espaço adaptado para receber todas as pessoas com deficiências conforme dispõe a lei nº 13.146, de 2 015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. O espaço possui rampas de acesso, elevadores e piso tátil. Além de guias rebaixadas, sanitários para cadeirantes e local adequado no auditório para cadeiras de roda. O espaço também possui vagas de estacionamento exclusivas para cadeirantes, idosos e gestantes. II - Acessibilidade Auditiva: A apresentação contará com Intérprete de Libras durante todo o evento, conforme dispõe a Lei nº 13.146/15. (rubrica para intérprete de libras consta na Planilha Orçamentária - Apresentação Pública). Além da impressão do programa da apresentação musical. III - Acessibilidade Visual: A apresentação contará com profissional responsável pela Audiodescrição das imagens do evento (rubrica para audiodescrição consta na Planilha Orçamentária - Apresentação Pública). Durante a apresentação o coordenador artístico realizará intervenções com informações didáticas entre as músicas executadas.
A participação nas aulas das oficinas, nas batalhas de rima e na imersão cultural será totalmente isenta de pagamento, assim como a entrada no show final será totalmente gratuita e aberta a todos os públicos, oferecendo oportunidades de participação/ensino ao público-alvo interessado. O projeto contará com as seguintes medidas de democratização de acesso, seguindo os parâmetros do artigo 28 da IN nº 01/2023: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27, visto que todo o projeto será executado sem custos à população e participantes; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, através do custeio do transporte dos participantes das seletivas que ocorrerem no interior do Estado; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal diante da transmissão das atividades desenvolvidas no projeto nos canais oficiais da Coligação e artistas envolvidos. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, visto que a previsão de execução da maioria das oficinas seja majoritariamente em espaços públicos, como o Centro de Criatividade da cidade de Aracaju, Barracão Cultural Mãe Maria, além de escolas públicas das cidades de Aracaju, Neópolis e Nossa Senhora do Socorro a serem decididas na fase de pré-execução; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação, visto a previsão de execução de oficinas de slam desenvolvidas no complexo prisional feminino de Sergipe. Além disso, buscando atender à Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 1 de 04 de fevereiro de 2022, o projeto irá: Art. 24 (...) II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; e) concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias; f) monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. X - produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas;
Proponente/dirigente/RESPOSNSÁVEL POR TODO O PROCESSO DECISÓRIO DO PROJETO: Laila Souza de Carvalho, possui graduação em Direito Bacharelado pela Universidade Tiradentes (2020), mestrado em Antropologia pela Universidade Federal de Sergipe (2023). Atualmente é advogada pela seccional OAB/SE e CEO e Diretora Executiva da Produtora Cultural Adjá Produções (2024) e pesquisadora integrante do Grupo de Estudos Culturais, Identidades d Relações Interétnicas (GERTS - dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5501616419064350). Desenvolve trabalhos interdisciplinares na área de gestão cultural, gestão de carreiras, pesquisa, educação e arte. Coordenadoria Pedagógica do Projeto: Laila Souza de Carvalho, possui graduação em Direito Bacharelado pela Universidade Tiradentes (2020), mestrado em Antropologia pela Universidade Federal de Sergipe (2023). Atualmente é advogada pela seccional OAB/SE e CEO e Diretora Executiva da Produtora Cultural Adjá Produções (2024) e pesquisadora integrante do Grupo de Estudos Culturais, Identidades d Relações Interétnicas (GERTS - dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5501616419064350). Desenvolve trabalhos interdisciplinares na área de gestão cultural, gestão de carreiras, pesquisa, educação e arte; Emanuele Caiane Dantas Vieira, possui graduação em Artes Visuais pela Universidade Federal de Sergipe (2025). Slamaster e Produtora do Coletivo Poesia Marginal (2018) e do Slam das Minas (2024), tendo sido a primeira campeã do primeiro slam sergipano – Slam do Tabuleiro (2017). Cantora e Mestre de Cerimônias desde 2016; Isabelly Santos Lima, possui graduação em fase de conclusão em Geografia Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (2025); Primeira MC e compositora da cidade de Estância(SE) a ser consagrada no cenário sergipano; Campeã Sergipana do SLAM SERGIPE (2020); Artista e militante do movimento Hip-hop desde 2019, quando deu início a trajetória nas batalhas de rima, com o freestyle, construindo e organizando, através do Coletivo Bueiro (coletivo formado totalmente por mulheres negras e periféricas) batalhas de rima, oficinas de formação e eventos culturais na feira do Rosa Elze, em São Cristóvão (SE); Produtora Cultural com formação pelo Movimento Cidade do ES (2023); Arte-educadora desde 2012, quando começou a utilizar a escrita como mecanismo de sobrevivência às violências que interferiram na construção de seu ser. Diretoria de Operações Artísticas e Culturais Lealdo Martins Paixão (MC Lê), produtor cultural, responsável pelo evento “Oeste Pelo RAP” (2017) e fomentador do hip-hop sergipano desde o ano 2000; artista independente e integrante do grupo de RAP “NPJ – Nordeste Por Justiça” (2004), da Banca “Família Zona Oeste” (2011), do Grupo “Expressão Sem Limites” (2012); compositor. Função no projeto: facilitador na Imersão em Produção Cultural; Lucas (Broko), artista visual, arte educador, produtor cultural integrante do Coletivo “Bueiro”, Grafiteiro, com 9 anos de experiência no universo do Graffiti, tem dedicado sua prática a ensinar essa expressão artística a pessoas de todas as idades, promovendo a criatividade e a valorização da cultura de rua. Função no projeto: facilitador na Oficina de Graffitti Marvin de Lima Santos, Produtor Musical, BeatMaker, Cantor, Compositor, Poeta e Musicista (instrumentos de cordas, teclas e percussão) sergipano, com atuação no mercado musical desde 2018; Função no projeto: facilitador da oficina de técnica vocal e BeatMaker; Vinicius Leite Crispim, Cantor, Compositor, Multi-instrumentista e Produtor Musical e BeatMaker sergipano, atuante na área desde 2009. Função no projeto: facilitador da oficina de Teoria Musical e produção musical; Mayara Samanta Paiva Bomfim (Sabá Poeta), educadora popular, oficineira e estudante de Pedagogia na Universidade Federal de Sergipe. Possui experiência com desenvolvimento de projetos educativos, incentivo à oralidade e formação cultural. Atua na organização de competições de poesia falada e oficinas de escrita criativa, com foco na construção do pensamento crítico e na valorização das identidades periféricas – Função no projeto: Diretora Criativa e Facilitadora da Oficina de Slam; Direção de fotografia e edição de vídeo Helena de Araújo Barbosa (Gasu), multiartista indígena periférica, estudante de Jornalismo/Comunicação Social pela Universidade Federal de Sergipe desde 2019. Atuação artística e profissional na fotografia desde 2020; responsável pela exposição “Paramopama Território Ancestral” (2022), selecionada para participar do 38º Festival de Artes de São Cristóvão e exposição no IPHAN (2025); fotógrafa do projeto “Protestos, Alegrias e Lamentos”, de Danilo Duarte, integrante do “Slam das Minas Sergipe”, com atuação na Maloca (SE), em escolas e no Presídio Feminino de Sergipe; orientanda de Tatiane Macena , no site Periféricos, como repórter e fotojornalista (2024); integrante dos Coletivos “Bueiro” e “Ideia Chek”. Função no projeto: captação de imagens, edição de vídeo, diretoria criativa do audiovisual; Luiz Davi dos Santos Moura (Conceito Fotografia), fotógrafo, videomaker e social media, com atuação profissional na cobertura de eventos culturais, artísticos e esportivos, além de produção e edição de audiovisuais e gerenciamento de redes sociais. Função no projeto: captação de imagens e edição de vídeo, direção técnica de audiovisual, gerenciamento de mídias sociais; Milena Rodrigues Lima Santos, designer amadora e social media responsável pela mídia social e comunicação digital do Coletivo Bueiro, do qual faz parte desde 2024. MC de batalha, produtora cultural e escritora. Função no projeto: comunicação digital, na criação dos cards e no apoio à execução do evento.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.