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A presente proposta visa viabilizar nova edição do projeto Orquestra Vai à Praça, sendo as apresentações públicas e ao vivo em municípios brasileiros distantes de grandes centros culturais do país. Além das apresentações musicais o projeto ainda oferece para a comunidade por onde circula uma série de atividades paralelas de contrapartidas sociais tais como a realização de ações culturais envolvendo a temática da música instrumental brasileira.
O presente projeto propõe uma circulação com concertos de música instrumental, para 04 (quatro) municípios que receberão 01 (uma) apresentação cada, a saber: Marabá (PA); Parauapebas (PA); Canaã dos Carajás (PA) e Curionópolis (PA). Onde serão executadas de maneira instrumental obras musicais do repertório popular brasileiro, além de lançar uma atenção especial para a inclusão de obras musicais de compositores regionais. As apresentações ao vivo terão até 02 (duas) horas de espetáculo ao ar livre em praça pública. Além disso, será oferecido para estudantes e professores de escolas públicas e demais membros da comunidade de cada cidade que o projeto circular 01 (uma) contrapartida social com ações formativas de curta duração. Todas essas atividades terão classificação indicativa etária livre.
Objetivo Geral Promover em cidades do interior do Brasil concertos de orquestra e ações formativas culturais como medidas de contrapartidas sociais sobre música instrumental. A realização deste projeto e de suas atividades inerentes encontram legitimidade nos Incisos I, II, III, IV... do Artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023 conforme: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suasdimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade àsatividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Objetivos Específicos A) Realizar como produto principal 04 (quatro) concertos ao vivo e gratuitos de música instrumental e regional da Amazônia com execução de orquestra, sendo 01 (um) concerto por cidade da circulação; B) Realizar como atividades de contrapartida social/ações formativas culturais 04 (quatro) oficinas culturais sobre tema da música regional brasileira, sendo 01 (uma) em cada cidade alcançada pelo projeto.
O projeto Orquestra Vai à Praça surge da necessidade de democratizar o acesso à música instrumental de concerto, aproximando esse gênero artístico de comunidades que historicamente têm pouco ou nenhum contato com esse tipo de manifestação cultural, dando continuidade as apresentações de orquestras em praças púbicas no interior do Brasil. Os concertos serão realizados em praças e espaços públicos das cidades da Região de Integração Carajás no estado do Pará, rompendo com a lógica centralizadora que concentra eventos dessa natureza em teatros e centros culturais das grandes cidades. Além de valorizar a música instrumental como expressão artística acessível e potente, a iniciativa busca proporcionar experiências estéticas significativas em ambientes cotidianos, transformando-os em palcos de convivência, escuta e encantamento. A circulação das orquestras contribui para a formação de plateia, o fortalecimento da identidade cultural regional e a ampliação do repertório sensível das comunidades envolvidas, assim como nas contrapartidas sociais oferecidas pelo projeto. Nesse sentido, o projeto se justifica por seu caráter inclusivo, formativo e descentralizador, ao oferecer programações de alta qualidade artística em locais públicos, promovendo o encontro entre a música de concerto e o cotidiano das cidades do interior paraense. Além do impacto artístico e cultural, o projeto gera movimentação econômica nas localidades onde é realizado, priorizando a contratação de serviços e profissionais locais como hotelaria, alimentação, transportes, sonorização, montagem de palco e iluminação. Essa dinâmica promove a descentralização dos recursos investidos e contribui para a geração de renda e valorização da economia criativa regional. Ainda assim, a proposta está em total consonância com os princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), e o Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021. Nesse sentido o projeto fora elaborado atentando minuciosamente para o enquadramento em finalidades da legislação mencionada como por exemplo as que constam nos Incisos I, II, III, IV, VII e IX do Artigo 1º da Lei nº 8.313/1991, conforme a destacado a seguir: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Certamente essas finalidades serão cumpridas mediante o atendimento também de objetivos contidos na alínea "C", do Inciso II do Artigo 3º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 que nas suas devidas proporções a presente proposta se enquadra, a medida em que pretende fazer: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Ainda não foram definidos os beneficiários e nem os trechos de passagens aéreas, à medida em que a execução for se desenrolando estes serão oportunamente informados. A terceira edição deste projeto buscará inovar através de uma curadoria que permita apresentar novas orquestras e outros estilos musicais.
Os concertos serão executados ao vivo em praças públicas, a partir de estruturas de palco, som e luz especiamente montadas. Terão tradução simultanea para LIBRAS e Audiodescrição. O publico presente receberá um release de apresentação do projeto e o programa dos concertos. A plateia será acomodada em cadeiras de plastico sem braço.
1. Apresentação Musical - Produto Principal 1.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio. 1.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidos tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais. 1.3 Itens na planilha orçamentária: Locação de estruturas metálicas, locação de cadeiras, banheiros tipo PNE; Interpretes de LIBRAS; Narradores de audiodescrição, recepcionistas, bombeiros civis. 2. Contrapartidas Sociais/Ações formativas 2.1 Acessibilidade Física: O local de realização das ações formativas acontecerão em espaços adequados para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e também, deficientes físicos. Desta forma, o espaço oferecerá: piso tátil, rampas de acesso e banheiros adaptados. 2.2 Acessibilidade de Conteúdo: Além de contar com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, narradores de audiodescrição para atendimento de pessoas com deficiência visual e ainda disponibilizará monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência cognitiva. 2.3 Itens na planilha orçamentária: Interprete de LIBRAS; Narrador de audiodescrição; Monitores.
Conforme visto nos objetivos específicos, no plano de distribuição e na sinopse do projeto todas as atividades serão disponibilizadas à comunidade de maneira gratuita, além de garantir medidas de acessibilidade, segurança, conforto e sustentabilidade para todos. Entretanto, para além disso a fim de ampliar o acesso por meio das medidas de sua democratização conforme exige o Artigo 25 da Instrução Normativa Minc Nº 1 de 10/04/2023 o projeto se compromete a aderir os ditames dos Incisos V e VI do Artigo 28 da referida Instrução Normativa, conforme a seguir in verbis: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Maria do Carmo Pereira Gouveia é proprietária da empresa proponente fará a coordenação geral e produção executiva do projeto. Natacha Barros é a gerente de projetos da theroque produções e assumira a diretora de artes desse projeto: É designer, produtora e curadora de arte. O interesse por arte a levou para estudar projeto de produto na Universidade do Estado do Pará, em Belém. Na capital trabalhou com montagem de exposições de arte e na produção de eventos socioculturais e comerciais. Natacha Barros é curadora do Memorial Mestre Nato, coletivo que busca salvaguardar as obras e memória do artista plástico belemense, Raimundo Nonato (1952 - 2014). Em Marabá desde 2015 colabora com o Instituto de Arte Vitória Barros onde se ocupa das funções de curadoria e comunicação visual; na gerência das demandas de público (ações educativas), de artistas (exposições) e institucionais (de informação e conteúdo). Nayara Castro Silva (Diretora de produção) é natural de Parauapebas, no Pará. Empreende no setor gastronômico e faz produção cultural. Em abril de 2021, inaugurou o Laje Rooftop, bistrô que propõe valorizar e enaltecer a cultura local através da gastronomia regional, arte e música ao vivo. Já participou de importantes produções culturais, dentre as quais destacam-se: Festival Psica; Bacana Festival e Buffalo’s Gourmet. Gestão e produção - Laje Rooftop - é um espaço que acolhe os artistas e pessoas que simpatizam com a culinária afetiva que o restaurante proporciona. Além de enaltecer e valorizar a cultura da cidade, é uma ponte para as pessoas que estão de fora enxergarem o melhor que Parauapebas tem, já que é um lugar que recebe bastante visitantes. Bacana Festival, II Edição, Ano 2023. O Bacana Festival é um projeto que visa ampliar as possibilidades de eventos culturais em Parauapebas, fomentando artistas e valorizando a cultura local. Idealizado por três residentes de Parauapebas, busca se tornar referência no nicho de festivais alternativos da cidade. Na segunda edição, o festival apresentou nomes como Raidol (PA), Jeff Moraes (PA), artistas do cenário estadual paraense; Rádio Black e Jamburanas, artistas autorais da cena local de música de Parauapebas. Nessa edição, atuei como idealizadora, coordenadora e produtora executiva de todo o evento. Produção e formação de prática cultural: Estratégias de Marketing Digital para a Cultura – Movimenta Cultura Jan/2024; Empreendedorismo Cultural – Movimenta Cultura – Jan/2024; Uso do Design Thinking para Inovar e Desenvolver Projetos – Jan/2024; Elaboração de Projetos Culturais Módulo 2 - Movimenta Cultura – Out/2023; Elaboração e Gestão de Projetos Culturais - Movimenta Pará – Mai/2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.