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A proposta Mangue: Ecos e Fantasmas visa realizar uma exposição individual no espaço universitário da Galeria Lavandeira (UFPB), abordando o cruzamento entre memória, território e fabulação autobiográfica. A pesquisa parte da figura folclórica do Pai do Mangue, presente em relatos orais na região ribeirinha da Paraíba e Pernambuco, para construir uma dramaturgia visual que integra instalação, fotografia experimental e teatro de sombras. Como eixo formativo, será realizada uma residência artística com oito estudantes no Laboratório de Gravura da UFPB, intitulada Residência Artística Fábula, promovendo debates e criações a partir do tema da paisagem como narrativa. Os participantes receberão bolsa-auxílio e assinarão obras que comporão uma segunda exposição coletiva, vinculada ao projeto principal. A iniciativa busca valorizar saberes populares locais, fortalecer a produção artística universitária e propor uma imersão transdisciplinar entre arte, território e imaginário.
1. Exposição Individual – Mangue: Ecos e Fantasmas Mostra artística de Lohanna Oliveira a partir de sua pesquisa de mestrado, abordando paisagem, memória e cultura popular ribeirinha, com foco na figura do Pai do Mangue. A exposição utiliza linguagens como instalação, fotografia experimental, teatro de sombras e elementos gráficos. Classificação indicativa: Livre. 2. Exposição Coletiva – Fábula e Território Resultado da residência artística com 8 estudantes selecionados por convocatória. Apresenta obras autorais que dialogam com os temas de paisagem, memória e fabulação, produzidas durante os encontros formativos. Classificação indicativa: Livre. 3. Residência Artística Fábula Formação artística com duração de cinco semanas, envolvendo debates, oficinas e produção prática no Laboratório de Gravura da UFPB. Voltada para estudantes de artes e áreas afins. Classificação indicativa: 18 anos (voltada ao ensino superior). 4. Catálogo Digital Publicação gratuita contendo registros fotográficos das exposições, textos críticos das curadorias, depoimentos dos residentes e reflexões sobre o processo artístico. Será disponibilizado online. Classificação indicativa: Livre. 5. Material Educativo (impresso e digital) Material transdisciplinar voltado para professores e estudantes da educação básica, com atividades baseadas na exposição e alinhadas à BNCC. Terá versões acessíveis e circulará em escolas públicas. Classificação indicativa: Livre. 6. Oficinas abertas ao público (2 oficinas) Oficinas presenciais gratuitas com temas relacionados a arte, território, gravura, memória e cultura popular. Voltadas a estudantes, professores e interessados em geral. Classificação indicativa: Livre. 7. Ações de mediação cultural (2 rodas de conversa) Encontros presenciais com transmissão online, reunindo artistas, educadores e público para refletir sobre os temas da exposição, formação e memória local. Classificação indicativa: Livre. 8. Visitas Mediadas com Intérprete de Libras (4 sessões) Agendamentos específicos com intérprete de Libras para garantir acessibilidade ao público surdo. Acontecerão dois dias durante cada uma das exposições. Classificação indicativa: Livre. 9. Vídeo com visita mediada em Libras Registro audiovisual de uma visita mediada com intérprete de Libras, a ser disponibilizado por QR Code nas salas expositivas e no material digital. Classificação indicativa: Livre. 10. Doação de obra ao acervo da Pinacoteca da UFPB Como contrapartida institucional, será doada uma obra original da artista Lohanna Oliveira, integrando o patrimônio público da universidade. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral Promover a realização da exposição Mangue: Ecos e Fantasmas, vinculada à pesquisa de mestrado em Artes Visuais da proponente, abordando relações entre autobiografia, paisagem e memória oral por meio de linguagens visuais contemporâneas. A proposta se ancora na valorização da figura simbólica do Pai do Mangue, presente em narrativas folclóricas das regiões ribeirinhas da Paraíba e Pernambuco, e se desdobra em ações de formação, acessibilidade e difusão, com foco na democratização do acesso à arte e no fortalecimento da articulação entre universidade, território e comunidade. Objetivos Específicos Realizar uma exposição individual com entrada gratuita, na Galeria Lavandeira (UFPB), apresentando obras desenvolvidas a partir da pesquisa autobiográfica da artista, utilizando técnicas como instalação, fotografia experimental, colagem, teatro de sombras e narrativas visuais inspiradas na estética popular;Oferecer a segunda edição da Residência Artística Fábula, com foco em estudantes universitários da UFPB, propondo uma imersão criativa em torno da temática da paisagem como narrativa e da figura do Pai do Mangue, por meio de 10 encontros formativos no Laboratório de Gravura da universidade;Selecionar e remunerar 8 estudantes com uma bolsa-auxílio de R$ 1.000,00 cada para participarem da residência e desenvolverem suas obras autorais, que serão exibidas em uma exposição coletiva ao fim do processo, também com entrada gratuita e acessibilidade;Contratar dois curadores , sendo um responsável pela curadoria da exposição individual e outro pela coletiva, com acompanhamento crítico e conceitual das obras e organização da montagem expositiva;Desenvolver um catálogo digital que registre todo o processo do projeto, incluindo textos críticos, imagens das obras e relatos das residências, com acesso público online e gratuito;Contratar uma equipe de educativo, formada por dois oficineiros com dedicação de 20 horas por mês, para atuar nas mediações, agendamentos com escolas e proposição de oficinas de arte e reflexão ligadas à exposição;Garantir acessibilidade nas exposições através de: a) Contratação de intérprete de Libras para 4 dias de mediação guiada (2 dias na exposição individual e 2 na coletiva); b) Realização de audiodescrição das obras nas duas exposições, com recurso disponível no espaço e online;Produzir um material educativo multimídia, alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), voltado para escolas públicas, com sugestões de atividades para professores e alunos, permitindo o uso pedagógico da exposição mesmo sem visita presencial;Realizar ações de mediação cultural com foco em públicos diversos, promovendo o acesso à arte contemporânea por meio de rodas de conversa, visitas agendadas e oficinas com comunidades do entorno da UFPB;Ampliar o diálogo entre arte e território, reforçando a relevância da arte contemporânea enquanto ferramenta de escuta, fabulação e pertencimento, aproximando a universidade das realidades e narrativas populares locais.
O projeto Mangue: Ecos e Fantasmas justifica-se pela necessidade de incentivo à produção artística independente, à valorização das culturas populares e ao fortalecimento do vínculo entre universidade, território e comunidade. Trata-se de uma proposta transdisciplinar e acessível, que articula exposição individual, formação de estudantes em residência artística, ações educativas e recursos de acessibilidade para públicos com deficiência, promovendo o acesso à arte contemporânea de forma descentralizada. O financiamento via Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir a execução plena do projeto, considerando que ele se propõe a oferecer bolsas a estudantes, remuneração a curadores e oficineiros, ações de mediação cultural e materiais pedagógicos gratuitos para escolas públicas. Sem essa captação, não seria possível garantir a gratuidade das atividades, nem a estrutura mínima necessária para acessibilidade e formação. A proposta se enquadra no Art. 1º, incisos I e III da Lei nº 8.313/91, por: I _ estimular e valorizar as manifestações culturais; III _ preservar o patrimônio cultural material e imaterial. Além disso, contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º, especialmente: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira; VIII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nações. Ao valorizar a figura simbólica do Pai do Mangue e as narrativas orais das regiões ribeirinhas da Paraíba e Pernambuco, o projeto atua na preservação e reinterpretação de um patrimônio imaterial, integrando-o à linguagem contemporânea da arte e fortalecendo o diálogo entre tradição e experimentação. A residência artística e os materiais educativos ainda ampliam o impacto social e pedagógico da proposta, reafirmando seu caráter público e transformador.
A proposta Mangue: Ecos e Fantasmas parte de uma pesquisa de mestrado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFPB, onde a proponente foi aprovada em 1º lugar na linha de pesquisa em Processos Criativos. A relevância acadêmica da investigação também foi reconhecida por meio da concessão de bolsa da Fundação de Apoio à Pesquisa da Paraíba (FAPESQ), o que comprova a solidez conceitual do projeto. No entanto, esta proposta submetida à Lei de Incentivo à Cultura tem como objetivo ampliar o impacto dessa pesquisa para além do espaço universitário, promovendo ações públicas, acessíveis e interdisciplinares. O diferencial está em transformar o conteúdo da pesquisa acadêmica em ações artísticas, formativas e acessíveis, integrando estudantes, profissionais de diferentes áreas e públicos diversos. A proposta não solicita financiamento para a pesquisa em si, mas sim para a expansão do alcance público e pedagógico do que está sendo desenvolvido no âmbito acadêmico, criando pontes entre universidade e sociedade, arte e educação básica, teoria e experiência sensível. Ao integrar ações de acessibilidade, como audiodescrição e Libras, formação de alunos bolsistas, oficinas abertas, produção de material educativo alinhado à BNCC e a doação de obra a acervo público, o projeto reafirma seu compromisso com a circulação do conhecimento e com o direito à cultura. A intenção é contribuir para que mais pessoas tenham acesso ao conteúdo produzido na universidade, especialmente aquelas que estão fora dela. Além das parcerias já estabelecidas com os equipamentos culturais da UFPB (Pinacoteca, Galeria Lavandeira e Laboratório de Gravura), a proponente manifesta interesse em estabelecer novas conexões com instituições paraibanas que queiram recepcionar o projeto futuramente, criando desdobramentos possíveis após sua primeira montagem. A proposta está aberta a ajustes na execução conforme o volume de recursos captados e parcerias que venham a ser firmadas posteriormente, sem comprometer os princípios fundamentais de gratuidade, acessibilidade e democratização do acesso.
1. Exposição Individual – Mangue: Ecos e FantasmasDuração: 30 diasLocal: Galeria Lavandeira – UFPBTécnicas: instalação, fotografia experimental, colagem, objetos, teatro de sombrasMaterial: impressão em fine art, MDF cortado a laser, tecidos, vidro, objetos suspensos, iluminação controlada, runas em quartzoAcessibilidade: audiodescrição das obras, QR Codes com vídeos em LibrasClassificação indicativa: Livre 2. Exposição Coletiva – Fábula e TerritórioDuração: 30 diasLocal: Galeria Lavandeira – UFPBParticipantes: 8 estudantes residentesTécnicas variadas: gravura, instalação, fotografia, colagem e outros suportes escolhidos pelos participantesAcessibilidade: audiodescrição e visita mediada com intérprete de LibrasClassificação indicativa: Livre 3. Residência Artística FábulaDuração: 5 semanas (1 encontro por semana)Carga horária total: 20 horasLocal: Laboratório de Gravura – UFPBFormato: encontros formativos com acompanhamento de processos, oficina prática e orientação críticaProjeto pedagógico: temas como memória, paisagem, território, cultura popular, narrativa visual e fabulação serão abordados; metodologia horizontal, com incentivo à experimentação e ao debate coletivoClassificação indicativa: 18 anos 4. Catálogo DigitalPaginação estimada: 40 páginasFormato: PDF (distribuição gratuita online)Conteúdo: textos curatoriais, imagens das obras, ficha técnica, depoimentos dos participantes, textos reflexivosProjeto gráfico: a ser desenvolvido por designer contratadoAcessibilidade: versão com descrição de imagens, leitura em voz automatizada (acessível por app ou site)Classificação indicativa: Livre 5. Material Educativo (impresso e digital)Paginação estimada: 16 a 24 páginasFormato: PDF + versão impressa (tiragem a definir conforme orçamento)Conteúdo: textos introdutórios, atividades práticas alinhadas à BNCC, propostas interdisciplinares (artes, geografia, biologia, português), imagens das obras, glossárioProjeto pedagógico: acessível, com linguagem clara e proposta voltada para professores da rede pública; inclui versões adaptadas e com descrições visuaisClassificação indicativa: Livre 6. Oficinas Abertas ao Público (2 oficinas)Duração de cada oficina: 3 horasLocal: Galeria Lavandeira (ou sala anexa da UFPB)Formato: oficina prática sobre temas ligados à cultura popular, gravura, memória e paisagemMateriais: papel, tinta, matrizes simples, tecido, caderno de apoio (impresso ou digital)Acessibilidade: atendimento prioritário e assistência a participantes com deficiênciaClassificação indicativa: Livre 7. Ações de Mediação Cultural (2 rodas de conversa)Duração de cada roda: 2 horasFormato: encontros com transmissão online e participação do público, residentes e convidadosTema: cultura popular, arte contemporânea e narrativas locaisGravação: com legenda e interpretação em Libras para posterior disponibilização digitalClassificação indicativa: Livre 8. Visitas Mediadas com Intérprete de Libras (4 sessões)Duração de cada sessão: 1 horaTotal de dias: 4 (2 na exposição individual e 2 na coletiva)Formato: visitas guiadas com agendamento prévio, voltadas ao público surdo e grupos escolaresMaterial de apoio: guia impresso com linguagem acessível e QR Code para conteúdos digitaisClassificação indicativa: Livre 9. Vídeo com Visita Mediada em LibrasDuração estimada: 8 a 10 minutosFormato: vídeo com intérprete de Libras explicando a exposição, acessível por QR Code na galeriaProdução: gravação com captação de áudio e vídeo, edição e inserção de legendasDisponibilização: online e acessível via celularClassificação indicativa: Livre 10. Doação de Obra à Pinacoteca da UFPBTipo de obra: instalação ou objeto artístico originalMaterial: definido conforme a série Mangue (possivelmente vidro, madeira, metal, fotografia e elementos gráficos)Finalidade: integrar o acervo público da universidade como contrapartida institucionalDocumentação: entrega com termo de doação, ficha técnica e certificado de autenticidadeClassificação indicativa: Livre
Acessibilidade Física As exposições ocorrerão na Galeria Lavandeira da Universidade Federal da Paraíba, um espaço que já possui estrutura física adaptada, com rampas de acesso, banheiros acessíveis e circulação ampla. Será feita uma vistoria prévia para garantir que os percursos expositivos estejam livres de obstáculos, facilitando a mobilidade de pessoas com deficiência física. A sinalização será adaptada para facilitar a autonomia no espaço. Acessibilidade de Conteúdo Serão implementadas diversas estratégias para garantir o acesso ao conteúdo das exposições por diferentes públicos: -Intérprete de Libras em quatro dias específicos de mediação (dois na exposição individual e dois na coletiva), com agendamento prévio para grupos surdos;-Audiodescrição das obras principais das duas exposições, em versão impressa e digital, disponível para consulta no local e também por QR Code acessível via celular;-Material educativo acessível, produzido em versões adaptadas, com linguagem simplificada, imagens com descrições, iconografia de fácil leitura e possibilidade de versão em Braille para distribuição posterior. Esse material será alinhado à BNCC e à proposta pedagógica da UNED, para circulação em escolas públicas, mesmo fora do período expositivo;-Proposta de itinerância educativa com foco na continuidade do impacto formativo: o material será pensado para transitar entre diferentes contextos escolares, atendendo alunos com deficiências sensoriais, físicas e neurodivergentes, por meio de atividades que estimulem múltiplas formas de aprendizagem (visual, tátil, auditiva e sensorial);-Visita sensorial mediada (sob agendamento), com elementos táteis e sonoros, possibilitando uma experiência sensível para pessoas com deficiência visual ou neurodivergências;-Caso haja possibilidade orçamentária complementar, será considerada a produção de legendas descritivas em Braille para trechos selecionados do material curatorial.
Todos os produtos culturais gerados pelo projeto Mangue: Ecos e Fantasmas serão distribuídos gratuitamente, sem fins comerciais. A entrada para as duas exposições (individual e coletiva) será totalmente gratuita, com agendamento disponível para escolas públicas, grupos culturais e interessados em geral. As atividades educativas e de mediação também serão oferecidas sem custos ao público. O catálogo digital do projeto, contendo imagens das obras, textos críticos e registros do processo da residência artística, será disponibilizado gratuitamente por meio de link público e QR Code nas exposições. Não haverá venda de produtos físicos ou ingressos. O material educativo (impresso e digital) será distribuído gratuitamente para escolas da rede pública, bibliotecas comunitárias e professores da rede estadual e municipal, com conteúdo alinhado à BNCC. Esse material permitirá a continuidade pedagógica mesmo após o fim das exposições, sendo adaptado para diversos perfis de alunos, inclusive com recursos de acessibilidade. Para ampliar ainda mais o acesso ao projeto, serão realizadas duas oficinas abertas ao público, uma durante cada exposição, com inscrições gratuitas e vagas prioritárias para estudantes, artistas em formação e professores da rede pública. Também estão previstas duas ações de mediação cultural em formato de roda de conversa, transmitidas pela internet e com acessibilidade em Libras. Além disso, as visitas mediadas com intérprete de Libras e os materiais com audiodescrição garantirão que o projeto atenda a públicos diversos, ampliando o alcance da arte contemporânea em contextos nos quais o acesso costuma ser limitado. Toda a proposta é pensada para criar pontes entre universidade, território, cultura popular e comunidades diversas, promovendo o acesso real, sensível e inclusivo à arte. Também pretendo doar uma obra para o acervo da Pinacoteca UFPB, um museu universitário público e que pesquisa, valoriza e preserva a arte paraibana contemporânea.
Atuação da dirigente no projeto Lohanna Letícia da Silva Oliveira (Lonelas) atuará como coordenadora geral, artista expositora e gestora cultural do projeto Mangue: Ecos e Fantasmas. Lonelas/ Lohanna Oliveira é artista visual, pesquisadora e arte-educadora, nascida em Porto Velho (RO) e radicada em João Pessoa (PB). Graduada em Artes Visuais pela UFPB, onde cursa mestrado em Processos Criativos, desenvolve instalações multimídia que mesclam fotografia, escultura e desenho. Sua poética investiga as relações entre corpo, memória e território. Parte da escultura como ponto de partida para repensar objetos do cotidiano, como escadas, cadeiras, oratórios e redes de dormir, e seus potenciais simbólicos. Participou de exposições coletivas no Brasil e no exterior, como a Bienal Mundial de Arte e Fotografia para Estudantes (Sérvia, 2023), além de mostras em São Paulo, Bahia e várias cidades da Paraíba. Em 2024, realizou sua primeira individual no Sesc Paraíba. Já integrou programas como o II Entre II Arte e Acesso (Itaú Cultural) e Panapaná - Novembro das Artes Visuais (Funesc), atuando também como arte-educadora em festivais e feiras literárias.Sua atuação será remunerada e está diretamente vinculada à sua pesquisa de mestrado em Artes Visuais na UFPB. Entre suas atribuições estão: -Criação e produção das obras da exposição individual;-Planejamento, gestão e acompanhamento da Residência Artística Fábula, com encontros formativos e orientação aos estudantes;-Coordenação da equipe técnica, curatorial, educativa e de acessibilidade;-Elaboração de conteúdos para o catálogo e para o material educativo;-Paritipação na mediação de oficinas, rodas de conversa e visitas guiadas;-Supervisão da montagem, produção e prestação de contas;-Doação de uma obra original ao acervo da Pinacoteca da UFPB como contrapartida pública.-Após a aprovação do projeto, será publicado um edital público para seleção dos 8 participantes da residência artística e dos profissionais da equipe técnica e educativa, priorizando talentos locais e garantindo transparência no processo. A proponente também coordenará a contratação dos seguintes profissionais: -Equipe de acessibilidade: intérprete de Libras para quatro dias de visitas mediadas agendadas e produção de um vídeo com visita mediada em Libras, disponibilizado por QR Code durante as exposições;-Equipe de design e comunicação: responsável pela identidade visual, diagramação do material educativo e catálogo digital, além da divulgação do projeto em redes sociais e imprensa;-Equipe de montagem e produção técnica: para apoio logístico à montagem das exposições, iluminação, estrutura e suporte ao público;-Equipe educativa: dois oficineiros selecionados por convocatória pública para atuar nas mediações e ações educativas. Profissionais já confirmados no projeto -Maycon Albuquerque (curador): artista e pesquisador, formado em Artes Visuais pela UFPB, mestrando em Artes Visuais e História da Arte. Será o responsável pelas curadorias da exposição individual e coletiva, incluindo acompanhamento crítico dos residentes, organização da montagem e redação de textos curatoriais. Mestrando em Artes Visuais pela UFPE, Maycon Albuquerque atua há mais de sete anos na área de curadoria, com experiência em montagem de exposições, organização de acervos, catalogação e conservação de obras de arte. Passou por instituições como a Pinacoteca da UFPB, Galeria Archidy Picado (FUNESC), Museu Casa de Cultura Hermano José e Centro Cultural São Francisco, onde desenvolveu atividades ligadas à curadoria, mediação cultural e restauração. Foi premiado em editais da FUNARTE, Secult/PB e Sesc, e assinou curadorias em mostras como “Vestígios da Natureza” (Pinacoteca da UFPB), “Hermano por Hermano” (MCCHJ) e “Livre como arte” (FUNESC/CCTA). Possui domínio em história da arte, práticas artísticas e museologia, com forte atuação em ações de extensão e pesquisa acadêmica na interface entre arte, cultura e patrimônio. -Osmarina de Fátima Busatto da Silva (educadora e revisora): licenciada em Letras-Português pela UFPB, com formação complementar em acessibilidade e inclusão. Atuará na revisão textual dos materiais e na elaboração da audiodescrição com linguagem poética e sensível, alinhada à proposta artística. Osmarina de Fátima Busatto da Silva é revisora e professora de língua portuguesa, nascida em Cachoeira do Sul (RS), com trajetória entre os estados do Rio de Janeiro, Rondônia e, atualmente, Paraíba, onde vive e trabalha em João Pessoa. Formada em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tem formação anterior em Magistério pela Escola Pública Brizolão, em São João de Meriti (RJ). Foi concursada no estado de Rondônia, atuando por três anos como professora do Ensino Fundamental I na Escola Estadual Vila Gran Cabrita, em Porto Velho. Possui mais de 10 anos de experiência no ensino da língua portuguesa, incluindo EJA e aulas particulares. Atua como revisora de textos acadêmicos e culturais, com foco na norma culta, fluidez e clareza. -Silva Raquel Busatto da Silva Oliveira (bióloga): licenciada em Biologia pela UFPB, contribuirá na construção do material educativo, articulando temas como paisagem, território e meio ambiente de forma transdisciplinar. Silva Raquel Busatto da Silva Oliveira, licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB, 2010), com formação anterior em Magistério pelo Instituto de Educação de São João de Meriti (RJ). Atua como professora na área de Biologia, com experiência em projetos educacionais voltados à educação ambiental, ecologia e biodiversidade. Possui conhecimento aprofundado em temas ligados aos ecossistemas costeiros e ribeirinhos, contribuindo de forma significativa para a elaboração de conteúdos pedagógicos interdisciplinares. No projeto Mangue: Ecos e Fantasmas, sua atuação será fundamental para construir, a partir da perspectiva das ciências naturais, o material educativo voltado às escolas públicas, articulando a arte com o estudo do ambiente do mangue e suas relações com os seres vivos.-Marco Antônio de Oliveira (geógrafo e historiador): licenciado em Geografia com habilitação em História. Atuará na produção de conteúdos educativos voltados ao ensino interdisciplinar e contextualização territorial das obras, com base na BNCC.Marco Antônio de Oliveira é formado em Geografia com habilitação em História pelas Faculdades Integradas Augusto Motta (RJ, 1985), possui sólida trajetória como professor nas áreas de Ciências Humanas, com ênfase em análise territorial, história e meio ambiente. Sua atuação articula experiências em educação formal, pesquisa regional e leitura crítica da paisagem, oferecendo um olhar transdisciplinar que será essencial para o desenvolvimento do material educativo do projeto Mangue: Ecos e Fantasmas. Sua colaboração permitirá integrar temas como território, memória e cultura ribeirinha aos parâmetros da BNCC, garantindo conteúdos contextualizados e acessíveis para estudantes do ensino básico.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.