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PRONAC 252043Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cursos de Formação Inicial em Teatro e Dança do Grupo Odoyá

FRANCISCO OSMAR MENDES JUNIOR
Solicitado
R$ 193,7 mil
Aprovado
R$ 193,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Barreiras
Início
2026-01-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Barreiras Bahia

Resumo

Realizar projeto intitulado "Curso de Formação em Teatro e Dança do Grupo Odoyá", que propõe por meio da arte-educação, qualificar, treinar e profissionalizar jovens, prioritariamente matriculados em redes públicas de ensino de Barreiras, nas linguagens de dança e teatro. Para isso serão desenvolvidas dois cursos de formação inicial para jovens, sendo uma de dança e uma de teatro, além de um treinamento pedagógico para a equipe executora.

Sinopse

Produto:Curssos de Formação inicial eem Dança e Teatro do Grupo ODOYÁ: Curso 1: Dança, Identidade e Decolonialidade: Corpo, Memória e Profissionalização Curso 2: Teatro Decolonial: Cena, Política e Ancestralidade

Objetivos

Objetivo Geral Realizar projeto intitulado Curso de "Formação em Teatro e Dança do Grupo Odoyá", propõe por meio da arte-educação, formar, treinar e profissionalizar quarenta jovens, prioritariamente matriculados em redes públicas de ensino do município de Barreiras (Território da Bacia do Rio Grande), em artes cênicas nas linguagens de dança e teatro. Busca promover a formação sensível-histórico-crítica, potencializando o ingresso de novos (jovens) profissionais no mercado de trabalho da cultura, artes e economia criativa Objetivos específicos Promover 2 cursos formativos profissionalizante em artes cênicas, nas linguagens artísticas de dança e teatro;Desenvolver 2 planos de cursos amparados nos estudos decoloniais e transversalizando os conhecimentos artísticos com as Ciências Sociais e Humanas; Formar duas turmas de artes cênicas com no máximo 20 discentes cada uma, sendo uma de dança e a outra em teatro; Fundamentar a formação profissional com base nas leis educacionais 10.639 de 2003 e a Lei 11.645 de 2008 que garante o ensino obrigatório de história e cultura afro-brasileira e indigena; Celebrar parceria com professores e profissionais qualificados atuantes no mercado da cultura e das artes cênicas (grupos, coletivos, artistas, professores); Realizar chamamento público para jovens, com idade entre 15 e 29 anos, para formação das turmas; Formar duas turmas de artes cênicas, sendo uma de dança e a outra em teatro; Profissionalizar jovens artistas em artes cênicas (dança e teatro), para o mercado de trabalho da cultura e economia criativa; Contribuir com a inserção de profissionais qualificados para atuarem de forma sensível-histórico-crítica com a cadeia criativa do território de identidade da bacia do rio grande; Motivar a criação de redes de relacionamento entre os novos discentes/profissionais e os artistas profissionais e agentes culturais atuantes no mercado.

Justificativa

As artes cênicas perpassam diversos contextos, saberes, habilidades e competências que potencializam o processo de ensino-aprendizagem, uma vez que estimula a criatividade, a interdisciplinaridade, o trabalho coletivo e a pesquisa, colaborando para a formação do discentes e futuros profissionais das artes. Desenvolve os aspectos sociais, afetivos, éticos, cognitivos e lúdicos ao mesmo tempo, reflete e relaciona-se com questões que envolvem o cotidiano do ator social artista, com a cultura do Território de Identidade da Bacia do Rio Grande, a partir da realidade social dos povos tradicionais. O projeto do Grupo Cultural Afro Caboclo Odoiá (1993) que propõe o "Curso de Formação em Teatro e Dança do Grupo Odoyá", justifica-se primeiramente pela sua atuação a mais de três décadas no território de identidade da Bacia do Rio Grande, desenvolvendo ações estratégicas de valorização e ressignificação da cultura popular, profissionalizando jovens e adultos em artes cênicas (dança e teatro), e em outras linguagens, interseccionando com os marcadores sociais de classe, gênero e raça. Os cursos de formação do Grupo Odoyá, contemplam os estudos da Etnocenologia, teatro do oprimido, dança popular, afro-contemporânea e da desaprendizagem, este último diz respeito aos conhecimentos produzidos por grupos subalternizados. Os conteúdos citados "objetos da aprendizagem" são de extrema importância para formação integral dos futuros profissionais das artes cênicas, pois amplia o espaço de presença e pertencimento dos jovens discentes, favorecendo uma formação técnica humanizada e sensível à diversidade presente em nossa sociedade, ou seja um cidadão sensível-histórico-crítico. Artistas profissionais sensível-histórico-crítico, protagonizam e desenvolvem ações relevantes na área da cultura, sobretudo em suas comunidades, potencializando a valorização da cultura local, sendo assim multiplicadores de saberes, fazeres das práticas espetaculares dos seus territórios. A adesão ao edital Rouanet da Juventude é relevante, pois o projeto será realizado em um dos territórios de identidade mais distantes da capital baiana (Salvador), que historicamente, tem acesso quase inexistente às políticas públicas nas áreas de cultura e arte, nas três esferas ou seja, municipal, estadual e federal. Sendo assim o Curso de formação em Teatro e Dança do Grupo Odoyá, contribui com a descentralização dos recursos públicos destinados para a cultura e arte. O acesso a investimentos culturais "realizado com recursos incentivados da Lei n.o 8.313, de 1991 - Lei Rouanet" (MINC 2025) e privado (Marketing cultural), também são bastante precário na região em que o projeto se propõe atuar. A proposta poderá diminuir as desigualdades socioculturais, regionais e nacionais, por meio do investimento em cultura, contribuindo com a qualificação profissional e com a construção de novas subjetividades no campo das artes cênicas, ampliando o acesso a "aço~es afirmativas e de acessibilidade"(MINC 2025) incremento investimentos culturais no Nordeste, no interior mais remoto do Estado da Bahia impactando de forma relevante os aspectos socio-econômicos do territorio da Bacia do Rio Grande. Os profissionais que colaboram na elaboração pedagógica do curso de formação do Odoyá, são altamente qualificados, são licenciados, graduados, especialistas, mestres e doutores nas seguintes áreas: dança, teatro, cultura e sociedade, assistente social e sociologia, como também estudantes de licenciatura em artes cênicas e em áreas transversais que atuam efetivamente na cena cultural do território. O plano de curso investe em uma perspectiva multidisciplinar e plureepstemico, dialogando com conhecimentos contemporâneos contra-coloniais, da arte e tecnologia, da educomunicação, e saberes e fazeres dos povos originários, neste ultimo contaremos com a colaboração de mestres e griôs das culturas tradicionais, geraizeiros e ribeirinhos. Com o intuito de contribuir com a horizontalização e combater a colonialidade presente e implementada pela monocultura colonizadora, presente na região oeste da Bahia, especificamente pela agroindústria que domina e segrega a região a mais de a quase meio século, oprimindo a população local e os povos tradicionais já citados e ridicularizando as suas culturas. Um processo perverso de gentrificação que perdura até os dias atuais. Enfim, o projeto contempla de forma significativa o Art. 1º da Lei 8313/91 A que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), enquadrando-se nos seguintes incisos da lei citada: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Como também conflui atendendo alguns dos objetivos do Art. 3° da Lei já citada, vejamos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

Plano de Curso: Formação em Teatro e Dança do Grupo Odoyá 1. Apresentação Os Cursos de Formação em Teatro e Dança do Grupo Odoyá integram um projeto de arte-educação voltado para a qualificação, treinamento e profissionalização de jovens (15 a 29 anos), prioritariamente matriculados em escolas públicas de Barreiras (BA), no Território da Bacia do Rio Grande. O curso busca desenvolver as linguagens artísticas do teatro e da dança com abordagens decoloniais, valorizando a história e cultura afro-brasileira e indígena, conforme as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008. PLANO DE CURSO 1: FORMAÇÃO INICIAL EM DANÇA (200h) Título: "Dança, Identidade e Decolonialidade: Corpo, Memória e Profissionalização" 1. Objetivos - Capacitar jovens em técnicas de dança (popular, afro-contemporânea e urbana). - Integrar saberes tradicionais afro-indígenas com linguagens contemporâneas. - Promover consciência corporal e crítica sobre o papel da dança na cultura local. - Preparar para atuação profissional no mercado da economia criativa. 2. Público-Alvo - Jovens de 15 a 29 anos, prioritariamente da rede pública de Barreiras (BA). - Pessoas com deficiência (com adaptações pedagógicas e físicas). 3. Estrutura Curricular Módulo - Conteúdos - Carga Horária ________________________ 1. Corpo e Território - Danças tradicionais da Bacia do Rio Grande, matrizes africanas e indígenas - 30h 2. Técnicas de Dança - Dança afro-brasileira, contemporânea, popular e urbana - 40h 3. Processos Criativos - Composição coreográfica, improvisação, elementos cênicos - 40h 4. Dança e Tecnologia: Videodança, registros digitais, redes sociais para artistas - 20h 5. Profissionalização: Elaboração de projetos, leis de incentivo, empreendedorismo cultural - 20h 6. Montagem Cênica: Criação coletiva de espetáculo final - 40h Apresentação Pública - Mostra aberta à comunidade - 10h 4. Metodologia - Aulas práticas e teóricas: com mestres griôs e artistas locais. - Rodas de conversa sobre identidade, gênero e raça na dança. - Intercâmbios com grupos culturais da região. - Acessibilidade: Materiais em áudio, libras e adaptações físicas. 5. Avaliação - Participação em atividades coletivas. - Desenvolvimento técnico e criativo. - Apresentação final e relatório reflexivo. ______________________________ PLANO DE CURSO 2: FORMAÇÃO INICIAL EM TEATRO (200h) Título: "Teatro Decolonial: Cena, Política e Ancestralidade" 1. Objetivos - Formar atores críticos com base no Teatro do Oprimido e etnocenologia. - Valorizar dramaturgias afro-indígenas e narrativas locais. - Instrumentalizar para atuação em produções artísticas e culturais. 2. Público-Alvo - Jovens de 15 a 29 anos, com ou sem experiência prévia. - Prioridade para estudantes de escolas públicas e PCDs. 3. Estrutura Curricular Módulo - Conteúdos - Carga Horária _____________________ 1. Introdução ao Teatro: História do teatro brasileiro e mundial, com foco em produções negras e indígenas - 30h 2. Corpo e Voz: Expressão corporal, vocalização, jogos teatrais - 40h 3. Dramaturgias Decoloniais - Textos de autores afro-brasileiros e indígenas - 30h 4. Teatro do Oprimido - Técnicas de Augusto Boal aplicadas a conflitos locais - 30h 5. Cenografia e Figurino - Criação com materiais sustentáveis e recicláveis - 20h 6. Montagem Cênica - Processo colaborativo de espetáculo temático - 40h Apresentação Pública - Peça teatral aberta à comunidade - 10h 4. Metodologia - Oficinas com mestres de cultura popular. - Pesquisa de campo em comunidades tradicionais. - Aulas multimídia (documentários, filmes etnográficos). 5. Avaliação - Engajamento nos exercícios cênicos. - Participação na montagem coletiva. - Autoavaliação escrita sobre o processo. _______________________ DETALHES COMUNS AOS DOIS CURSOS - Duração: 6 meses (encontros semanais). - Local: Espaço "Brilho do Rio - Multicultura” (GICA coletivo). - Certificação: Reconhecida pelo Grupo Odoyá e parceiros. - Seleção: Chamamento público com critérios de equidade e inclusão. Observação: Ambos os cursos seguem as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, integrando arte, educação e direitos culturais. ________________________ Realização: Grupo Odoyá Apoio: Lei Rouanet / Ministério da Cultura

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO: CURSOS DE FORMAÇÃO INICIAL EM TEATRO E DANÇA DO GRUPO ODOYÁ 1. IDENTIFICAÇÃO - Título :"Formação Sensível-Histórico-Crítica em Teatro e Dança: Corpo, Memória e Profissionalização" - Realização: Grupo Odoyá e GICA Coletivo - Local: Barreiras (BA) – Território da Bacia do Rio Grande - Público-Alvo: Jovens de 15 a 29 anos (prioritariamente da rede pública) - Carga Horária Total: 400h (200h por curso) - Duração: 8 meses (encontros semanais) - Leis Norteadoras: 10.639/2003 e 11.645/2008 (culturas afro-brasileira e indígena) 2. FUNDAMENTAÇÃO PEDAGÓGICA Eixos orientadores: - Decolonialidade: Integração de saberes tradicionais e contemporâneos. - Interdisciplinaridade: Diálogo entre artes cênicas, ciências humanas e tecnologia. - Acessibilidade: Inclusão física e pedagógica para PCDs. - Economia Criativa: Formação para o mercado cultural regional. Metodologia: - Aulas prático-teóricas com mestres griôs e artistas locais. - Rodas de conversa sobre identidade, gênero e raça. - Laboratórios criativos com foco em processos coletivos. - Mostras públicas como avaliação final. 3. ACESSIBILIDADE - Física: Adaptação do espaço "Brilho do Rio Multicultura" (rampas, banheiros acessíveis). - Pedagógica: Materiais em múltiplos formatos (áudio, libras, legendas). - Atitudinal: Capacitação da equipe em inclusão. 4. SELEÇÃO E DEMOCRATIZAÇÃO - Chamamento Público: Divulgação em escolas públicas e redes sociais. - Critérios de Prioridade: - Jovens de baixa renda. - Pessoas com deficiência. - Vivência prévia em cultura popular. 5. AVALIAÇÃO - Processual: Participação em atividades coletivas e diários reflexivos. - Final: Apresentações públicas e portfólio artístico. 6. CRONOGRAMA Etapa - Período Divulgação e inscrições - Mês 1 Seleção e formação de turmas - Mês 2 Aulas (Teatro e Dança) - Mês 3 a 8 Mostras finais - Mês 9 7. PARCERIAS E SUSTENTABILIDADE - GICA Coletivo: Apoio pedagógico e logístico. - Escolas Públicas: Divulgação e espaços para oficinas. - Lei Rouanet: Captação de recursos via incentivo fiscal. 8. RESULTADOS ESPERADOS - 60 jovens formados em artes cênicas; - 2 mostras públicas das turmas de dança e teatro; - Rede de artistas locais fortalecida; - Estimular a inserção dos formados no mercado criativo regional; Bibliografia: I. Teorias Gerais (Decolonialidade, Arte-Educação). COUTINHO, Denise; SANTOS, Eleonora. Epistemologias não-cartesianas na interface artes humanidades. Repertório. Teatro & Dança, Salvador, ano 13, n. 14, 2010, p. 65-73. FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. LOPES, Nei. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2011. LUZ, Narcimária Correia do Patrocínio. Bahia, a Roma Negra: estratégias comunitárias e educação pluricultural. Revista da FAEEBA, Salvador, a. 9, n. 13, p. 45-62, 2000. NASCIMENTO, Abdias do. O Teatro Experimental do Negro: Trajetória e Reflexões. Rio de Janeiro: GRD, 1996. (Relato do fundador sobre a história e objetivos do TEN) NASCIMENTO, Abdias do. Dramas para Negros e Prólogo para Brancos. Rio de Janeiro: Teatro Experimental do Negro, 1961. (Peças teatrais vinculadas ao movimento) NASCIMENTO, Abdias do. O Quilombismo. Brasília: Fundação Palmares, 2002. MARTINS, L. M. Afrografias da memória: o reinado do rosário no jatobá. Belo Horizonte: Mazza Produções, 1997. MBEMBE, Achille. Crítica da Razão Negra. São Paulo: n-1 edições, 2018. NASCIMENTO, Abdias. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. Petrópolis: Vozes, 1980: 274. RUFINO, Luiz. Pedagogia das Encruzilhadas (Portuguese Edition) (p. 6). Mórula Editorial. Edição do Kindle. SABINO, Jorge; LODY, Raul. Danças de matriz africana, antropologia do movimento. Rio de Janeiro: Pallas, 2011. SANTOS, Antônio Bispo dos. Colonização, Quilombos, Modos e Significações. Brasília: INCTI/UnB, 2015. SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e ancestralidade. 2. ed. São Paulo: Terceira Margem, 2006. OLIVEIRA, Nadir Nóbrega. Dança afro: sincretismo de movimentos. Salvador: UFBA, 1992. OLIVEIRA, Maurício (Faísca). O Grupo de Investigação Corporal em Arte (GICA). Projeto de pesquisa e extensão continuada. PRPGI, Instituto Federal da Bahia (IFBA), Barreiras, 2019. SODRÉ, Muniz. Reinventando a educação: diversidade, descolonização e redes. Petrópolis: Vozes. 2012. II. Dança (Técnica, História e Práticas Decoloniais) FERREIRA, Taís. Dança Afro-Brasileira: Ancestralidade e Contemporaneidade. Salvador: EDUFBA, 2017. MUNIZ, Mariana Lima; CRUVINEL, Tiago de Brito (Org.). Pedagogia das Artes Cênicas: criatividade e criação. v. 2. Curitiba: Editora CRV, 2017. SODRÉ, Muniz. A Verdade Seduzida: Por um Conceito de Cultura no Brasil. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. VIEIRA, Luiz Renato. Dança Popular: o espetáculo da cultura brasileira. Brasília: Thesaurus, 2010. MAFFESOLI, Michel. O conhecimento comum. Tradução de Aluísio Ramos Trinta. São Paulo: Brasiliense, 1987.MARQUES, Isabel A. Ensino de dança hoje: textos e contextos. 6.ed São Paulo (SP): Cortez, 2011. OLIVEIRA, Nadir Nóbrega. Dança afro: sincretismo de movimentos. Salvador: UFBA, 1992. SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e ancestralidade. 2. ed. São Paulo: Terceira Margem, 2006. III.Teatro (Teoria, Dramaturgia e Práticas Sociais) BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políticas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. BRECHT, Bertolt. Estudos sobre Teatro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. (Teatro épico e distanciamento) FERNANDES, Silvia. Teatro Experimental do Negro: Trajetória e Resistência. São Paulo: Perspectiva, 2015. SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979. STANISLAVSKI, Constantin. A Preparação do Ator. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1989. (Influência na formação do ator). OLIVEIRA, Eduardo. Cosmoperformance: Teatro e Ritualidades Afro-Indígenas. Salvador: EDUFBA, 2020. RODRIGUES, Nina. Os Africanos no Brasil. São Paulo: Madras, 2008. IV. Legislação e Políticas Culturais BRASIL. Lei nº 10.639/2003 (Obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira). BRASIL. Lei nº 11.645/2008 (Inclusão da história e cultura indígena no currículo escolar). BRASIL. Lei nº 8.313/91 ( Lei Rouanet – Programa Nacional de Apoio à Cultura). BRASIL. Lei Brasileira de Inclusão (13.146/2015). V. Metodologias de Ensino e Práticas Artísticas FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. HAMPATÉ BÂ, Amadou. A Tradição Viva. São Paulo: Ática, 1982. SANTOS, Gislene. Corpo Negro em Cena: Dramaturgias Performativas*. Salvador: EDUFBA, 2021. VI. Economia Criativa e Profissionalização em Artes DUARTE, Fábio. Cidades Criativas: Perspectivas. São Paulo: Senac, 2019. REIS, Ana Carla Fonseca. Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Manole, 2008. SANTANA, Bianca. Como Começar um Negócio Criativo. São Paulo: Pólen, 2020. VII. Acessibilidade e Inclusão CARMO, Carlos Eduardo O. Se essa rua, se essa rua fosse minha... Livro do X. Edu O., Fátima Campos Daltro de Castro (Orgs.) - Salvador: Carlos Eduardo Oliveira do Carmo, 2019. CARMO, C. E. O. do. Desnudando um corpo perturbador: a “bipedia compulsória” e o fetiche pela deficiência na Dança. Tabuleiro de Letras, [S. l.], v. 13, n. 2, p. 75–89, 2019. DOI: 10.35499/tl.v13i2.7422. Disponível em: https://revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/7422. Acesso em: 8 maio. 2023. MANTOAN, Maria Teresa. Inclusão Escolar: O Que É? Por Quê? Como Fazer?. São Paulo: Summus, 2015. SASSAKI, Romeu. Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos*. Rio de Janeiro: WVA, 2006. SOMERA, Nicole. O artista com deficiência no Brasil. 1. ed. Curitiba: Appris, 2019.

Acessibilidade

No Brasil, a inclusão das pessoas com deficiência está estabelecida pela Lei nº 13.146/2015, a qual garante e promove, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Nesse sentido, a concepção de acessibilidade de que trata este projeto fundamenta-se na Lei Brasileira de Inclusão, a qual determina que o termo se relaciona com a “possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida;” (BRASIL, 2015, Art. 3º) A garantia da acessibilidade requer a superação ou mitigação de qualquer entrave, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros. A legislação vigente classifica essas barreiras como urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações e na informação, assim como as atitudinais e tecnológicas. O Curso de Formação em Dança e Teatro do Grupo Odoyá, em termos de acessibilidade, terá por foco a acessibilidade física, diretamente relacionada com a busca razoável de superação das barreiras arquitetônicas; e a acessibilidade de conteúdos pedagógicos, a qual se vincula com a superação de barreiras nas comunicações e na informação, assim como das atitudinais e tecnológicas. A superação das barreiras arquitetônicas possibilitará a melhor locomoção no espaço físico do espaço “Brilho do Rio Multicultura", por meio de adaptações razoáveis em banheiro, rampas e guias táteis. De outra forma, a acessibilidade de conteúdo será definida, de forma mais específica, após a análise do perfil dos inscritos e identificação das pessoas com deficiência e de suas necessidades educacionais específicas. Assim será possível determinar, de maneira mais assertiva, as medidas a serem tomadas para garantir a acessibilidade de conteúdo aos que dela necessitem.

Democratização do acesso

O projeto oferecerá três produtos, sendo um de formação continuada para os instrutores do curso e dois de formação inicial inspirados no Eixo de Produção Cultural e Design do catálogo de cursos técnicos do MEC, a saber: Curso de Formação Continuada/treinamento para os professores que atuarão no curso com carga horária de 20 horas/aula.Curso de Formação Inicial em Dança com 200 horas/aula. Este curso possibilitará a capacitação e formação profissional em atividades de dança aos participantes para potencialização da autonomia na criação e expressão de coreografias e performances diversas; desenvolver consciência corporal por meio de apreciação de danças populares de matrizes afro-ameríndias brasileiras e outras danças relevantes para a formação em dança. Os conteúdos serão transversalizados com as possibilidades tecnológicas contemporâneas - arte e novas mídias. Curso de Formação Inicial em Teatro com 200 horas/aula: Este curso possibilitará o conhecimento de práticas e métodos do processo de criação teatral na contemporaneidade, sem perder de vista as perspectivas históricas, sociais e culturais das artes cênicas locais; conhecer os principais elementos do teatro; conhecer os diversos campos da representação artística e da performatividade, a partir de práticas identitárias, diversidades culturais e artísticas brasileiras: ameríndias, africanas além de outras relevantes para história do teatro. Conhecer os mecanismos que envolvem o desenvolvimento artístico e cultural nas produções das artes cênicas na contemporaneidade. O acesso ao curso de formação continuada será direcionado aos professores selecionados para atuarem nos cursos de formação inicial, conforme descrito no item "Ficha Técnica” da presente proposta. Já para o acesso aos cursos de formação inicial haverá chamamento público, divulgado por intermédio de redes sociais, bem como de forma presencial, por meio de visita às instituições de ensino no Município de Barreiras-Bahia que possuam estudantes com idade entre 15 e 29 anos. As inscrições serão realizadas por meio de formulário eletrônico e, havendo maior procura do que as vagas disponíveis, será criado um cadastro de reserva. Haverá atendimento prioritário às pessoas com deficiência e estudantes da redes públicas de educação que tenham vivências anteriores com dança ou teatro.

Ficha técnica

O Grupo Afro Caboclo Odoiá (Grupo Odoyá) desenvolverá ações de chamamento e seleção de profissionais de artes cênicas (dança e teatro), ofertando qualificação por meio de mini-curso (24h), para atuarem no projeto “Curso de Formação em Dança e Teatro do Grupo Odoyá”. Os profissionais que cumprirem os requisitos necessários serão contratados para prestarem serviço como professores do curso com base nos fundamentos e perspectivas pedagógicas do curso (plano de curso). O projeto terá cooperação do Grupo de investigação corporal em artes (GICA coletivo) e do espaço “Brilho do Rio: Multicultura” para implementação, execução e gestão do curso. Osmar Mendes Junior Bacharel em Artes Cênicas pela Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade Dulcina de Moraes - Brasília DF. Especialista, Stricto Sensu em arte - educação através do teatro - UNB- Brasília, DF. licenciado em letras pela UNEB Barreiras Bahia, bacharel em Comunicação Social com ênfase em publicidade e propaganda pela Faculdade São Francisco de Barreiras FASB. Ator, produtor e diretor para Teatro, TV e Cinema, professor de Artes Cênicas na Escola Municipal de teatro de Barreiras - EsMuTe. Com serviços prestados para TV Oeste Barreiras da Rede Bahia, MC produções, Tv Cerrado - Rede Mundial de Televisão, Tv Câmara de Barreiras, agências de publicidade da cidade de Barreiras e do estado da Bahia. Em 2023.2 coopera e integra o GICA Coletivo e participa da montagem do Show Cênico Musical - ˜Vai sem medo, entre o rio e mar, varias insurgências".Danilo Lima de Souza DRT: 0010600/BAProfessor da Escola Municipal de Teatro da Prefeitura de Barreiras – BA. Foi Socioeducador de Artes no Centro Educacional Catavento (Barreiras/2022). É Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (2019) e Bacharel em Artes Cênicas pela Escola de Teatro (2018) - UFBA. Editor assistente da Revista Metamorfose (IHAC/UFBA), membro pesquisador do Grupo de Pesquisa Poéticas Tecnológicas: corpoaudiovisual (UFRJ/CnPQ) e integrante da Rede de Teatro do Velho Chico. Possui formação em Jornalismo Cultural e a Crítica de Artes no Brasil pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo e Mediação Cultural Contemporânea pela Escola Itaú Cultural. Tem publicado artigos sobre o ensino da crítica teatral em Revistas de Teatro e escrito críticas teatrais em diversas plataformas brasileiras. Foi gestor, curador e produtor cultural do projeto Abril O corpo e o que ele pode manifestar? (Teatro Gamboa Nova/2017). Esteve mediador cultural do PETIZ – Festival para Infâncias e Juventudes (Salvador).É curador e idealizador no FESTAC – Festival Estudantil de Artes Cênicas (Salvador). Foi indicado ao prêmio Braskem de Teatro (2017) na Categoria Especial pela preparação corporal do espetáculo “Maçã – Um acontecimento cênico (2016)”. Investiga procedimentos corporais para a cena multimídia e aproxima desses procedimentos as práticas da mediação, crítica e historiografia teatral, como forma de gerar suas próprias metodologias artísticas. Suas recentes direções são os espetáculos “Cova Rasa – Espetáculo rito (2022)”, “E nossa identidade? (2023)”, “Vai sem Medo – Entre o rio e o mar várias insurgências (2023)” Grupo de investigação corporal em artes (GICA coletivo), e a palestra-performance “Inflexo Teatro (2023)”, premiada pelo edital Diálogos Artísticos FUNCEB e a performance de dança CÓSMICA (2024). Participou do “Espetáculo Cartas ao tempo” como dançarino criador do GICA (Premiado pela FUNARTE Acessibilidança).Saul Carlos Costa dos Santos Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (2014).Mestre em Ciências Sociais pelo Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia (2014-2016). Atualmente exercendo cargo de Professor EBTT na disciplina de Sociologia no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA. Tem interesse na área de Sociologia Política com ênfase em Democracia, abrangendo as seguintes temáticas: participação política, políticas públicas, movimentos sociais, direitos humanos e estética política. Em 2019 se tornou membro do Grupo de investigação corporal em Artes (GICA Coletivo) assumindo a Co-coordenação do projeto, contribuindo com os argumentos estéticos sociológicos. Participou dos principais trabalhos do GICA Coletivo - Show Cênico Musical de Maurício Faísca na Feira Literária Internacional de Barreiras-BA, Show Cênico Musical “Vai Sem Medo entre o Rio e o Mar - várias insurgências” e da produção mais resente, o videoclipe/music video "O Brilho do Rio".Mauricio Jesus Oliveira - DRT 0011045/BA Multiartista, conhecido também como Maurício Faísca, é Mestre e Doutorando (2021) em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura UFBA), Especialista em Arte Educação (Olga Mettig), Licenciado em Dança (UFBA), Comunicólogo/publicitário (FTC). Militante (outsider) que reflete/pensa os sistemas e as estruturas históricas e complexas de opressão e racismo que se perpetuam na contemporaneidade, por meio das suas produções e criações estético-políticas (sensíveis) simbólicas de caráter artístico, em múltiplas linguagens, canção popular, artes cênicas (dança – afro-contemporânea, contemporânea, teatro-gestual e dança-teatro), artes integradas e cinema. Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal da Bahia (IFBA), onde leciona, coordena e dirige projetos de pesquisa e extensão continuada, como: Grupo de Investigação Corporal em Artes (GICA) e o Sexta das Artes: um espaço para diálogos sensíveis (extensão). Tem experiência nas áreas de gestão de projetos culturais, elaboração de projetos e prospecção de recursos com perspectiva étnico-raciais. Rafaela Francisco de JesusÉ artista e pesquisadora com experiência na área de Artes, com ênfase em Dança, atuando principalmente nos temas relacionados a dança, performance negra, cultura afro-brasileira. Ganhadora dos editais 17/2023 - Lei Paulo Gustavo - Trabalhadores da Cultura em Formação, com o projeto Poéticas Transatlânticas: Devires entre a performance negra e a dança inclusiva; Edital bolsa de formação em artes 02/2018 do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, com o projeto Aperfeiçoamento Artístico em Dança Inclusiva com o Grupo Dançando com a Diferença (Portugal) e do Prêmio Funarte Respirarte (2020). Doutoranda e Mestre em Performances Culturais (2020) pelo Programa de Pós-graduação em Performances Culturais (UFG), atualmente realiza estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra - Portugal. Possui especialização em História e Cultura das Africanidades Brasileiras (2019) pela Universidade Estadual de Goiás e Graduação em Dança (licenciatura) pela Universidade Federal de Goiás (2016). Foi professora Substituta de Artes no Instituto Federal da Bahia, Campus Ilhéus (2021/2022). Foi produção executiva do GICA coletivo em (2021), dançarina e coreógrafa do espetáculo "Cartas ao tempo". Railda de Freitas Santos Mestranda em Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação (GESTEC/UNEB), compõe o grupo de pesquisa em Difusão do Conhecimento, Educação, Tecnologia e Modelagens Sociais (DCETM/UNEB) e COGNOCERE; Bacharel em Serviço Social; Atua como Assistente Social no Campus Barreiras/IFBA desde 1994; gestora pública federal há 28 anos; Presidente da Rede Baiana de Inclusão Educacional - Ensino Superior - gestão 2017 a 2018; Especialista em Metodologia do Ensino pelo IFBA; Palestrante e conferencista nas áreas de gestão pública, assistência estudantil e governança na administração Pública; tecnologia aplicada na formação de gestores; foi membro do Fórum Estadual de Educação da Bahia. Atuou como coordenadora do Programa Mulheres Mil do Governo Federal em Paulo Afonso-BA. É reconhecida pela Assembleia Legislativa da Bahia como “Mulher de Destaque no Combate ao Racismo, à Xenofobia e Todas as Formas de Discriminação”. Acumula experiência em gestão de riscos. Conselheira do Grupo Cultural Afro-caboclo Odoyá - Barreiras-BA; atua na coordenação de jornadas pedagógicas, tecnológicas e científicas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.