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Diversidade e Sustentabilidade _ Escola de Hip Hop visa promover o acesso gratuito à cultura e à formação através das quatro vertentes do Hip Hop. A iniciativa também contempla workshops e palestras focadas nos patrimônios culturais imateriais e na conscientização sobre ações de sustentabilidade alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Apresentações culturais de Capoeira, Maracatu e Batucadas serão realizadas como atividades complementares, enriquecendo a experiência dos participantes e da comunidade. O projeto enfatiza o respeito à diversidade e será implementado em cinco cidades do interior paulista (Votorantim, Araçoiaba da Serra, Itapetininga, Itu e Tatuí), alcançando um total de 600 jovens (120 por cidade) em situação de vulnerabilidade social e matriculados na rede pública de ensino. Por meio das oficinas de Hip Hop, o projeto busca fomentar a inclusão social, com o objetivo central de formar novos agentes da sustentabilidade.
O projeto "Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop" oferece uma jornada transformadora para 600 jovens da rede pública de ensino em cinco cidades, explorando a rica tapeçaria do Hip Hop em suas diversas manifestações (Rap, Breakdance, Grafite e DJing) como ferramenta de expressão, aprendizado e engajamento. Ao longo de dez meses, os participantes mergulharão em oficinas práticas, palestras inspiradoras e apresentações culturais vibrantes, desvendando a intrínseca ligação entre a diversidade cultural brasileira – em suas dimensões étnica, racial, religiosa e de gênero – e a urgência da sustentabilidade social e ambiental. Mais do que uma escola de arte urbana, o projeto se configura como um espaço de acolhimento, fortalecimento da identidade e da autoestima, e combate a preconceitos como o racismo e a discriminação. Através da troca de saberes, do diálogo intercultural e da celebração das raízes afro-brasileiras, indígenas e de imigrantes, os jovens são incentivados a se tornarem agentes ativos na vida cultural de suas comunidades e a implementar práticas sustentáveis em seus cotidianos. O culminar dessa experiência será um grandioso festival em Sorocaba, reunindo os talentos revelados e amplificando as mensagens de inclusão, respeito à diversidade e consciência ambiental. Ao final, o projeto visa contribuir para a formação de cidadãos críticos, engajados e alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, impulsionando o Brasil rumo a um futuro mais justo, equitativo e sustentável.
Objetivo Geral - O projeto Diversidade e Sustentabilidade _ Escola de Hip Hop tem como objetivo geral ir além da simples formação de novos talentos no dinâmico universo da cultura Hip Hop, buscando um impacto profundo e duradouro na conscientização e engajamento de 600 jovens da rede pública de ensino em cinco cidades. Seu objetivo principal é capacitar estes jovens como agentes ativos em prol da sustentabilidade e da diversidade, que são a base para construir um futuro mais justo e igualitário. Assim, através de uma imersão completa nas quatro vertentes do Hip Hop _ Rap, Breakdance, Grafite e DJing _, junto com um forte programa de palestras sobre patrimônios imateriais e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o projeto quer despertar uma consciência crítica e um senso de responsabilidade global. Um ponto forte desta iniciativa é a união dos ODS como tema central da criação artística, porque, ao desafiar os alunos a criarem as letras de suas músicas, as performances de dança, as expressões visuais no grafite e as mixagens sonoras inspiradas no Pacto Global da ONU e seus 17 objetivos, o curso incentiva uma compreensão real dos desafios de hoje e das possíveis soluções. Desse jeito, a formação artística se junta com a educação para a cidadania global, formando não só músicos e artistas, mas também pessoas engajadas e prontas para defender um mundo mais sustentável e diverso. Além disso, colocar apresentações de Capoeira, Batucada e outros patrimônios culturais imateriais nas atividades do projeto ajuda muito a mostrar a importância de cuidar da nossa rica história e identidade cultural, já que, ao vivenciarem e gostarem dessas manifestações artísticas antigas, os jovens se conectam com suas raízes, entendendo que é preciso guardar esse legado para as próximas gerações _ algo muito importante para a sustentabilidade cultural. O ponto alto de toda essa jornada de aprendizado e descoberta será o grande Festival de Hip Hop da Diversidade e Sustentabilidade, um evento de dois dias que acontecerá em Sorocaba. A cidade foi escolhida por estar bem localizada, ligando as cidades participantes, e por ser o coração da Ação Periférica, a associação que teve a ideia e está levando a escola adiante. Sorocaba vai virar um palco cheio de vida para celebrar a variedade de talentos e as ricas formas de arte que vão aparecer durante o projeto. Esse festival não será só uma amostra cultural, mas sim uma forte demonstração do poder que a arte e a conscientização têm para formar uma nova geração de pessoas que querem mudar o mundo, comprometidas com a sustentabilidade, a diversidade e um futuro mais justo para todos. Desta forma, o projeto visa:Oferecer oficinas de Hip Hop, com foco na diversidade de suas expressões e na sua relação com a sustentabilidade, para 120 jovens por cidade, totalizando 600 participantes. Realizar palestras, abordando temas como história, cultura e identidade brasileira em sua totalidade, explorando os temas da diversidade cultural, étnica e de gênero, e sua intrínseca ligação com a sustentabilidade social e ambiental. Promover a inclusão social e o desenvolvimento de habilidades artísticas, sociais e emocionais dos jovens participantes, valorizando a diversidade de seus talentos e incentivando práticas sustentáveis em suas vidas. Fortalecer a identidade e a autoestima dos jovens, através do respeito, do diálogo, da valorização e do reconhecimento da diversidade da cultura brasileira em todas as suas formas e manifestações, incluindo a importância da sustentabilidade para a preservação desse patrimônio. Combater o racismo e a discriminação, promovendo o respeito à diversidade cultural, étnica, religiosa e de gênero, e incentivando a reflexão sobre a importância da sustentabilidade como um princípio de equidade social. Criar espaços de encontro, diálogo e celebração da diversidade cultural afro-brasileira, indígena e de imigrantes nas comunidades das cinco cidades, fomentando a troca de saberes e a conscientização sobre a importância da sustentabilidade para a preservação dessas culturas. Incentivar a participação ativa dos jovens na vida cultural de suas comunidades, promovendo a expressão da diversidade de seus talentos e a implementação de ações sustentáveis em seus contextos. Contribuir para a formação de cidadãos conscientes e engajados na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, que valorize a diversidade em todas as suas formas e compreenda a urgência da sustentabilidade para o bem-estar coletivo. Contribuir para que o Brasil avance no pacto global da ONU, fortalecendo os 17 ODSs, através de ações que promovam a diversidade, a inclusão e a sustentabilidade em todas as suas dimensões. Objetivo específico - Capacitar 600 jovens da rede pública de ensino de cinco cidades (120 por cidade) na linguagem do Hip Hop, explorando a diversidade de seus elementos e sua conexão com a sustentabilidade social e ambiental, por meio de um programa formativo abrangente. Este programa incluirá oficinas práticas, palestras sobre a riqueza da cultura brasileira e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), apresentações culturais (capoeira, maracatu e batucadas) e um festival em Sorocaba, onde os jovens apresentarão suas criações musicais inspiradas nos 17 ODS. O projeto visa fomentar a inclusão, fortalecer a identidade e a autoestima, combater preconceitos, estimular a participação cultural e promover a consciência sobre a importância da diversidade e da sustentabilidade para a construção de comunidades mais justas e um futuro mais equitativo, contribuindo para o avanço do Brasil nos compromissos da Agenda 2030 da ONU.
O projeto Diversidade e Sustentabilidade _ Escola de Hip Hop surge como uma resposta clara à premente necessidade de levar a cultura para mais pessoas e ao reconhecimento da força transformadora das artes brasileiras, principalmente quando celebram a variedade cultural e promovem a preocupação com o futuro do planeta. Esta iniciativa, focada em cinco cidades do interior de São Paulo _ Votorantim, Araçoiaba da Serra, Itapetininga, Itu e Tatuí _, quer ir além de oferecer só oficinas, propondo uma imersão profunda nas raízes da cultura afro-brasileira, indígena e de outras origens, entendendo a diversidade como algo essencial para construir um futuro melhor para todos. O Hip Hop como Ferramenta de Mudança para a Diversidade e a Sustentabilidade O Hip Hop, com suas várias formas de expressão, como o rap, o breakdance, o grafite e o DJing, conversa diretamente com os jovens, principalmente aqueles que moram nas periferias. Ele se mostra como um jeito forte de expressar as diferentes vozes, vivências e opiniões, oferecendo também um meio eficaz de falar sobre questões importantes de justiça social e cuidado com o meio ambiente, que são a base da sustentabilidade. Ao levar as oficinas de Hip Hop para essas cinco cidades, o projeto oferece muito mais do que aulas de dança ou música; ele dá um espaço seguro, acolhedor e que estimula a criatividade para que as muitas identidades se mostrem, para que os jovens desenvolvam habilidades importantes e construam uma visão positiva e engajada de si mesmos, sempre pensando em como cuidar do meio ambiente e respeitá-lo. Acreditamos muito que o Hip Hop tem um grande potencial para ser uma força de mudança na sociedade, dando poder aos jovens, lutando contra o preconceito e, ao mesmo tempo, ajudando a entender como a variedade de pessoas e a saúde do nosso planeta estão ligadas. Para assegurar a excelência e um legado duradouro do projeto, a seleção de profissionais será rigorosa, priorizando aqueles com vasta experiência tanto na produção e organização de eventos culturais quanto na arte-educação e formação de jovens. Os professores e oficineiros, escolhidos por sua reconhecida expertise e paixão pelo universo da arte e da cultura, garantirão uma transmissão de conhecimento de alta qualidade, inspirando os participantes em sua jornada de aprendizado e desenvolvimento artístico. Acreditando que todos devem ter acesso ao conhecimento e à cultura de forma gratuita, tanto as palestras com especialistas quanto as apresentações culturais de Capoeira, Batucada e outras formas de arte que são patrimônio nosso serão abertas para todo mundo, não ficando só para os alunos da escola. Essa abertura quer enriquecer a cultura das cidades envolvidas, fazendo com que as pessoas troquem saberes e se conscientizem sobre a diversidade e a sustentabilidade. O ponto alto dessa jornada de aprendizado e descoberta será o Festival de Hip Hop da Diversidade e Sustentabilidade em Sorocaba, um evento que não só vai mostrar os novos talentos e a variedade de expressões artísticas que vão surgir durante o projeto, mas também vai ser um palco para falar alto sobre a importância da sustentabilidade e do respeito entre as pessoas, deixando uma marca positiva nas comunidades envolvidas. Esse grande festival, com dois dias de festa, vai acontecer em lugar público, como uma grande celebração gratuita que une arte, cultura, consciência e a alegria da comunidade em busca de um futuro melhor para todos. Desta forma, acreditamos que esta proposta está em plena consonância com a Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet), ao promover o acesso universal à cultura, valorizar as expressões artísticas diversas e estimular a formação cultural, especialmente para jovens em comunidades com menor acesso a essas oportunidades: Art. 1º inciso I: O projeto contribui diretamente para a ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais, oferecendo gratuitamente oficinas, palestras, apresentações e um festival de grande porte. Além disso, fomenta a produção cultural ao incentivar a criação artística dos jovens participantes.III: A realização de palestras sobre história, cultura, identidade brasileira e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, bem como a documentação de todo o processo, incluindo o festival, promove o fomento à pesquisa, documentação e informação sobre bens e serviços culturais, valorizando a diversidade cultural.VI: O projeto apoia ativamente as manifestações culturais de comunidades de populações afro-brasileiras (através da Capoeira e Batucada) e de outros grupos sociais minoritários, como jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo a inclusão e a valorização de suas expressões. Art. 3º, inciso I, alínea "b": O Festival de Hip Hop da Diversidade e Sustentabilidade servirá como palco para concessão de visibilidade e reconhecimento aos talentos emergentes, funcionando como um espaço de celebração e incentivo à produção artística dos jovens; alínea "c": A "Escola de Hip Hop" em si configura a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação de jovens nas diversas modalidades do Hip Hop;II, alínea "e": As oficinas e o festival se enquadram na realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres, proporcionando um espaço para a expressão e apreciação artística;III, alínea "d": Ao valorizar e apresentar a Capoeira e a Batucada, o projeto contribui para a proteção do folclore e das tradições populares nacionais;IV, alínea "a": A oferta gratuita de todas as atividades, incluindo o acesso ao Festival de Hip Hop, cumpre o objetivo de distribuição gratuita e pública de acesso a espetáculos culturais e artísticos. Por fim, o artigo 18, ao promover o acesso universal à cultura, valorizar as expressões artísticas diversas e estimular a formação cultural, especialmente para jovens em comunidades com menor acesso a essas oportunidades.
A realização do projeto Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop reveste-se de grande importância em diversos níveis, especialmente no contexto dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Embora o projeto intrinsicamente alcance a ODS 4 (Educação de Qualidade) ao promover o acesso gratuito à formação cultural e ao desenvolvimento de habilidades para jovens em situação de vulnerabilidade, sua relevância se estende a outros ODS, demonstrando seu potencial de impacto sistêmico. Resposta a uma Necessidade Social Urgente: O projeto atua diretamente na descentralização do acesso à cultura, um direito fundamental muitas vezes negligenciado em cidades do interior. Ao oferecer oportunidades de aprendizado e expressão artística para jovens em vulnerabilidade social, ele combate a exclusão e a desigualdade, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento humano integral. Empoderamento e Desenvolvimento de Habilidades: Através das oficinas de Hip Hop e das palestras, o projeto capacita os jovens com habilidades artísticas, sociais e emocionais, fortalecendo sua autoestima, identidade e senso de pertencimento. Isso os torna mais resilientes e aptos a construir um futuro com mais oportunidades. Promoção da Diversidade e Combate ao Preconceito: Ao colocar a diversidade como um pilar central, o projeto fomenta o respeito às diferenças étnicas, raciais, religiosas, de gênero e de escolhas individuais. As atividades e discussões promovidas contribuem para desconstruir estereótipos, combater o racismo e outras formas de discriminação, construindo uma sociedade mais tolerante e inclusiva. Conscientização sobre a Sustentabilidade e Formação de Agentes Multiplicadores: A integração do tema da sustentabilidade nas palestras e, de forma prática, incentivando a reflexão e a expressão artística dos jovens sobre o tema, visa não apenas conscientizá-los, mas também formar agentes multiplicadores da sustentabilidade. Ao internalizarem os conceitos e a importância de práticas sustentáveis, esses jovens estarão aptos a disseminar esse conhecimento em suas comunidades, inspirando outros a adotarem comportamentos mais responsáveis. Estímulo à Participação Cultural e Cidadania Ativa: Ao incentivar a expressão artística e o engajamento em temas relevantes, o projeto estimula a participação ativa dos jovens na vida cultural de suas comunidades e os capacita a se tornarem agentes de transformação social. Fomento à Economia Criativa Local: Ao revelar e apoiar novos talentos artísticos, o projeto pode contribuir para o desenvolvimento da economia criativa nas cidades envolvidas, gerando oportunidades de renda e valorizando a cultura local. Conexão com Outros Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) ODS 1 (Erradicação da Pobreza): Ao oferecer oportunidades de formação e desenvolvimento de habilidades para jovens em situação de vulnerabilidade, o projeto contribui indiretamente para a redução da pobreza, capacitando-os para futuras oportunidades. ODS 4 (Educação de Qualidade): O projeto promove diretamente a educação de qualidade ao capacitar 600 jovens na linguagem do Hip Hop, oferecendo oficinas práticas, palestras e apresentações culturais que desenvolvem habilidades artísticas, sociais e de pensamento crítico, além de promover a conscientização sobre temas relevantes como diversidade e sustentabilidade. ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico): O desenvolvimento de habilidades artísticas e a potencial revelação de talentos podem abrir caminhos para o trabalho no setor cultural e criativo. ODS 10 (Redução das Desigualdades): O foco na inclusão de jovens em vulnerabilidade social e a promoção do respeito à diversidade combatem diretamente as desigualdades sociais e econômicas. ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis): Ao promover a cultura local, o engajamento comunitário e a formação de agentes multiplicadores da sustentabilidade, o projeto contribui para a construção de comunidades mais vibrantes, inclusivas e sustentáveis. ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes): Ao promover o respeito à diversidade, o diálogo e a resolução pacífica de conflitos através da expressão artística, o projeto contribui para a construção de sociedades mais justas e pacíficas. ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação): A realização deste projeto, idealizado pela Ação Periférica e com potencial para envolver outros parceiros locais, demonstra a importância das parcerias para alcançar os ODS. Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop é uma iniciativa de grande relevância que, para além de atingir diretamente a ODS 4, contribui de maneira significativa para diversos outros objetivos da Agenda 2030, demonstrando seu potencial para promover um desenvolvimento mais justo, inclusivo e sustentável nas comunidades envolvidas, através da formação de jovens conscientes e engajados como agentes de mudança.
Especificação técnica detalhada dos recursos humanos, materiais, equipamentos e infraestrutura necessários para a execução do projeto. RECURSOS HUMANOS Diretor Geral da Associação Responsável pela representação legal da Ação Periférica, supervisão geral do projeto, articulação institucional, busca de parcerias estratégicas e apoio à coordenação geral. Experiência comprovada na gestão de associações e projetos sociais/culturais. Forte articulação com o poder público e a sociedade civil. Coordenação Geral Responsável pelo planejamento estratégico, gestão geral do projeto, supervisão da equipe, interface com patrocinadores e Pronac, e garantia do cumprimento dos objetivos. Contratação de empresa com profissional com experiência comprovada em gestão de projetos culturais. Coordenação de Produção Responsável pelo planejamento e execução de todas as etapas de produção do projeto, incluindo a logística das aulas, apresentações, palestras e, principalmente, do Festival de Hip Hop. Fará a interface entre a coordenação geral e a equipe de produção, garantindo o cumprimento dos prazos e a otimização dos recursos. Experiência comprovada em produção cultural e gestão logística de eventos. Coordenação Pedagógica Responsável pela elaboração e supervisão do plano pedagógico, acompanhamento dos educadores, avaliação do desenvolvimento dos alunos e organização das palestras. Profissional com ensino superior completo em áreas relacionadas à educação, artes ou áreas afins. Experiência comprovada em projetos educativos e/ou culturais. Educadores de Hip Hop (4 profissionais - 1 por modalidade: Rap, Breakdance, Grafite, DJing): Responsáveis pela ministração das oficinas em cada uma das cinco cidades (modelo de rodízio ou alocação por região a ser definida). Experiência comprovada como artistas/educadores na respectiva modalidade do Hip Hop. Habilidade para trabalhar com jovens em situação de vulnerabilidade social. Palestrantes (variável, estimado em 6-8 profissionais) Responsáveis pela condução das palestras sobre Povos Originários, Ancestralidade Africana, os 17 ODS, ESGs e Respeito à Diversidade. Especialistas com conhecimento comprovado nos respectivos temas. Habilidade de comunicação e didática para o público jovem. Produtor Cultural Responsáveis pela organização logística das aulas, apresentações e, principalmente, do Festival de Hip Hop (local, estrutura, equipamentos, transporte, hospedagem, alimentação). Experiência em produção de eventos culturais. Equipe de Comunicação (3 profissionais) Responsáveis pela elaboração e execução do plano de comunicação, produção de conteúdo para redes sociais (vídeos, posts, fotos), assessoria de imprensa e cobertura do projeto. Formação em comunicação social, marketing digital ou áreas afins. Habilidade em produção de conteúdo audiovisual e gestão de redes sociais. Intérprete(s) de Libras (variável, conforme demanda): Responsáveis pela tradução em Língua Brasileira de Sinais durante as palestras e o Festival, conforme a necessidade dos participantes. Certificação PROLIBRAS ou equivalente. Equipe de Apoio/Monitores (5 profissionais - 1 por cidade): Responsáveis pelo apoio local nas cidades durante as aulas e apresentações, controle de frequência, organização dos espaços e suporte aos alunos e educadores. Experiência em trabalho com jovens e/ou em projetos sociais. Equipe de Audiovisual Responsáveis pela gravação e edição dos vídeos de divulgação, cobertura do festival e produção dos videoclipes dos grupos. Experiência em produção audiovisual de eventos culturais. RECURSOS MATERIAIS Para as Oficinas de Hip Hop Rap: Microfones, caixas de som portáteis, material para escrita (papel, canetas), acesso a softwares de edição de áudio (básico). Breakdance: Pisos adequados para dança (tatames ou similar), sistema de som portátil. Grafite: Tintas spray (diversas cores), bicos variados, telas/painéis, EPIs (máscaras, luvas), material de limpeza. DJing: Controladoras DJ, fones de ouvido, caixas de som, cabos e conexões. Para as Apresentações Culturais Instrumentos musicais para Batucada (surdos, repiques, caixas, etc.). Figurino básico para Batucada e Capoeira (se necessário). Sistema de som portátil. Para as Palestras Projetor multimídia e tela. Computador com acesso à internet. Microfones e caixas de som. Material de apoio (flip chart, canetas, etc.). Para o Festival de Hip Hop Palco com dimensões de 8x4 Sistema de som profissional (PA, monitores, microfones, mesa de som). Iluminação cênica. Telão e projetor Estrutura de apoio (tendas, banheiros químicos acessíveis, segurança, equipe de primeiros socorros). Material de divulgação do festival (cartazes, flyers), redes sociais, plataformas digitais. Para a Equipe de Comunicação: Câmeras fotográficas e de vídeo. Microfones de lapela e shotgun. Iluminação básica para entrevistas. Computadores com softwares de edição de foto e vídeo. Acesso à internet de alta velocidade. Equipamentos de transmissão ao vivo (opcional). Material de Escritório e Consumíveis: Papel, canetas, pastas, material de expediente em geral. Materiais de limpeza para os espaços das oficinas. Cartuchos de tinta para impressora. INFRAESTRUTURA Espaços para as Oficinas Locais adequados em cada uma das cinco cidades (escolas públicas, centros culturais, associações comunitárias) que permitam a realização das aulas de cada modalidade (espaço amplo para dança, área externa ou ventilada para grafite, sala com isolamento acústico básico para DJing e Rap). Acessibilidade física comprovada ou adaptações necessárias. Energia elétrica e iluminação adequadas. Banheiros acessíveis. Local para o Festival de Hip Hop: Espaço amplo em Sorocaba (praça pública, centro de eventos, ginásio) com capacidade para o público estimado e que atenda aos requisitos de acessibilidade física e técnica. Autorizações e licenças necessárias. Base Operacional Um espaço físico (sede da Ação Periférica) para a coordenação geral do projeto, reuniões da equipe e armazenamento de materiais. Mobiliário básico de escritório (mesas, cadeiras, armários). Equipamentos de informática (computadores, impressora, scanner). Acesso à internet. Plataformas de Comunicação Site institucional, redes sociais (Instagram, Facebook, YouTube, TikTok). Aplicativos de mensagens (WhatsApp). Plataforma de e-mail marketing. Softwares de Edição: Editores de texto, planilha e apresentação. Softwares de edição de foto e vídeo (Adobe Premiere Pro, Final Cut Pro, Photoshop, Canva). Softwares de edição de áudio (Audacity, Adobe Audition - básico). Plataforma de Inscrições Online Formulário online acessível para as inscrições dos alunos. Outros Recursos necessários Acessibilidade: Garantia de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal em todas as etapas do projeto, conforme detalhado no Plano de Acessibilidade. Segurança: Contratação de equipe de segurança para o festival e orientação sobre segurança durante as aulas (uso de EPIs no grafite, aquecimento no breakdance). Seguro: Contratação de seguro para equipamentos e responsabilidade civil para o festival. Alimentação e Hidratação: Previsão de água e lanches básicos durante as aulas e alimentação para a equipe e participantes do festival.
O projeto Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop tem um compromisso inabalável com a acessibilidade universal, garantindo a participação plena e equitativa de todos os interessados, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou mentais. Este plano detalha as medidas que serão implementadas em todas as fases do projeto para promover um ambiente inclusivo. 1. Acessibilidade na Divulgação e Inscrições Informação Acessível: Todos os materiais de divulgação (editais, flyers digitais e impressos, posts em redes sociais, informações no site) serão produzidos em formatos acessíveis. Isso incluirá: Linguagem clara e concisa: Evitando jargões e termos técnicos complexos. Fontes legíveis: Utilização de fontes com bom contraste e tamanho adequado. Texto alternativo em imagens: Descrição textual de todas as imagens e elementos visuais para leitores de tela. Disponibilidade em formatos digitais acessíveis: Priorização de formatos que permitam a leitura por softwares de acessibilidade. Canais de Inscrição Acessíveis: Serão oferecidos múltiplos canais de inscrição, incluindo online (com formulários acessíveis) e, se necessário, presencial com apoio para pessoas com dificuldades. Informações sobre Acessibilidade: O edital de inscrição e os materiais de divulgação conterão informações claras sobre os recursos de acessibilidade disponíveis e um canal de contato para que os interessados possam informar suas necessidades específicas. 2. Acessibilidade nos Locais das Aulas e Apresentações Locais Fisicamente Acessíveis: A seleção dos locais para as aulas nas cinco cidades e para o Festival em Sorocaba priorizará espaços que atendam às normas de acessibilidade física, incluindo: Rampas de acesso: Com inclinação adequada e corrimãos. Banheiros acessíveis: Com barras de apoio e espaço de manobra adequado. Espaços amplos e livres de barreiras: Facilitando a circulação de pessoas com mobilidade reduzida e usuários de cadeiras de rodas. Rotas acessíveis: Sinalização clara e pisos táteis, se necessário. Comunicação Acessível: Durante as aulas, apresentações e no festival, serão adotadas medidas para garantir a comunicação acessível: Intérpretes de Libras: Disponibilização de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas palestras e no festival, mediante demanda e avaliação da necessidade. Legendagem: Consideração da legendagem em vídeos de divulgação e, se possível, nas apresentações do festival. Sistemas de sonorização com volume adequado: Para pessoas com baixa audição. Materiais de apoio visuais claros: Para facilitar a compreensão. Acomodações Individuais: A equipe do projeto estará aberta a fornecer acomodações razoáveis para atender às necessidades específicas dos participantes, dentro das possibilidades e da natureza das atividades. Isso poderá incluir: Assentos reservados: Para pessoas com mobilidade reduzida ou outras necessidades. Materiais em formatos alternativos: Como cópias ampliadas ou em áudio, mediante solicitação. Apoio individualizado: Se necessário e viável, com voluntários ou profissionais. 3. Acessibilidade no Conteúdo Pedagógico Linguagem Inclusiva: Os educadores e palestrantes serão orientados a utilizar uma linguagem inclusiva, que respeite a diversidade e evite termos capacitistas ou excludentes. Metodologias Diversificadas: As aulas e atividades serão planejadas com metodologias diversificadas, buscando atender aos diferentes estilos de aprendizagem e às necessidades específicas dos participantes. Materiais Acessíveis: Os materiais de apoio (textos, imagens, vídeos) serão criados ou adaptados para serem acessíveis, seguindo as diretrizes de acessibilidade digital. 4. Acessibilidade no Festival de Hip Hop Espaços Acessíveis: O local do festival garantirá a acessibilidade física em todas as áreas (palco, plateia, banheiros, áreas de alimentação). Áreas Reservadas: Serão disponibilizadas áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes, com boa visibilidade do palco. Informações Acessíveis: A programação do festival e outras informações relevantes serão disponibilizadas em formatos acessíveis. Equipe Sensibilizada: A equipe de produção e os voluntários do festival receberão treinamento sobre atendimento inclusivo e estarão preparados para auxiliar participantes com diferentes necessidades. 5. Monitoramento e Avaliação da Acessibilidade Feedback dos Participantes: Será aberto um canal de comunicação para que os participantes possam fornecer feedback sobre a acessibilidade do projeto e sugerir melhorias. Avaliação Contínua: A equipe do projeto monitorará continuamente a implementação das medidas de acessibilidade e fará ajustes conforme necessário. O projeto Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop acredita que a cultura é um direito de todos e se esforçará para remover todas as barreiras que possam impedir a participação plena e significativa de qualquer pessoa. Este plano de acessibilidade é um documento vivo e será revisado e aprimorado ao longo da execução do projeto, com base nas necessidades e no feedback dos participantes.
No projeto Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop, a democratização do acesso à cultura se concretiza através da oferta gratuita de todas as suas atividades. Desde as oficinas de Hip Hop, que visam envolver 600 jovens da rede pública de ensino em cinco cidades, até as palestras, as apresentações culturais que celebram o patrimônio imaterial, e o Festival de Hip Hop da Diversidade e Sustentabilidade em Sorocaba, a participação será livre de custos para os inscritos e para o público em geral. Esta política de gratuidade não é apenas uma facilidade, mas uma estratégia fundamental para assegurar a inclusão plena e equitativa. Busca-se alcançar jovens em condição de vulnerabilidade social e econômica, que poderiam ser excluídos de oportunidades de desenvolvimento artístico, cultural e intelectual caso houvesse custos envolvidos. Ao eliminar as barreiras financeiras, o projeto fomenta a diversidade em suas variadas formas, permitindo a participação de talentos de diferentes origens, etnias, identidades de gênero e níveis socioeconômicos. Acreditamos que a cultura constitui um direito essencial, e a gratuidade representa um meio eficaz para garantir o exercício desse direito por todos. Ao disponibilizar um programa abrangente e de qualidade sem ônus, o projeto Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop reforça seu compromisso com a formação de cidadãos conscientes, engajados e com a valorização da pluralidade cultural brasileira, promovendo, simultaneamente, a importância da sustentabilidade para um futuro coletivamente mais justo e próspero. A gratuidade, portanto, é um elemento central para a efetiva democratização do acesso à cultura e ao conhecimento, potencializando o impacto transformador do projeto nas comunidades participantes. Ações de Democratização Implementadas Acesso Prioritário e Inclusivo: Para garantir a democratização do acesso, a participação na escola será exclusiva para alunos matriculados na rede pública de ensino, visando alcançar jovens em situação de vulnerabilidade social. Adicionalmente, as vagas serão distribuídas com o objetivo de alcançar a igualdade de gênero, com a reserva de 50% das vagas para o sexo feminino e 50% para o sexo masculino. Caso não haja preenchimento total das vagas reservadas para o sexo feminino, estas serão disponibilizadas para candidatos do sexo masculino, garantindo a ocupação integral das vagas. A diversidade étnico-racial será amplamente priorizada, com a reserva de 50% das vagas para candidatos negros, indígenas, quilombolas e outros povos originários, em consonância com o combate ao racismo, a valorização da cultura afro-brasileira e das culturas dos povos originários. Descentralização da Produção Cultural: O projeto apoia ativamente iniciativas culturais locais que valorizam as diversas expressões artísticas e culturais das comunidades envolvidas, incentivando a produção de conteúdo que reflita a diversidade e aborde temas de sustentabilidade ambiental e social. Fortalecimento de Iniciativas Comunitárias: Ao trabalhar diretamente com jovens em situação de vulnerabilidade através da Ação Periférica e em colaboração com as comunidades locais, o projeto democratiza o acesso à cultura, focando na valorização da diversidade presente em cada cidade e na implementação de práticas sustentáveis no cotidiano dos participantes. Utilização de Novas Tecnologias para Ampliar o Acesso: A gravação do Festival de Hip Hop e a produção de videoclipes para cada grupo representam o uso estratégico de novas tecnologias para disseminar as manifestações culturais diversas e as mensagens sobre sustentabilidade, permitindo que um público mais amplo conheça e valorize a riqueza da diversidade cultural e a importância da sustentabilidade. Alinhamento com Políticas Públicas: Embora o projeto em si não crie políticas públicas, sua temática e seus objetivos estão alinhados com a necessidade de incentivar a produção e a difusão de uma cultura que celebre a diversidade étnica, racial, religiosa e de gênero, e que promova a conscientização sobre a sustentabilidade em todas as suas dimensões, contribuindo para um futuro onde o acesso a essa cultura seja garantido para todos. Integração da Diversidade e Sustentabilidade na Educação: Ao oferecer oficinas, palestras e atividades práticas que exploram a diversidade cultural e a sustentabilidade, o projeto atua como um agente educativo informal, complementando o currículo escolar e contribuindo para a formação de cidadãos conscientes da importância desses temas. O Papel Crucial da Educação: A Escola de Hip Hop – Diversidade e Sustentabilidade reconhece a educação como pilar fundamental para democratizar o acesso à cultura em sua diversidade e para promover os valores da sustentabilidade. Ao proporcionar um espaço de aprendizado e expressão para jovens de diferentes origens, o projeto contribui para que eles conheçam, apreciem e valorizem a pluralidade de manifestações culturais e internalizem conhecimentos e práticas que favoreçam um futuro sustentável. A Importância da Democratização: A democratização do acesso à cultura em sua diversidade, aliada à promoção da sustentabilidade, é essencial para construir uma sociedade mais justa e igualitária. Este acesso fortalece a identidade e o senso de pertencimento, promove o respeito e a valorização da diversidade, estimula a criatividade e a inovação, e contribui significativamente para o desenvolvimento social e econômico das comunidades envolvidas. O projeto Diversidade e Sustentabilidade – Escola de Hip Hop se posiciona como uma iniciativa concreta para alcançar esses objetivos, com um forte compromisso com a inclusão e a equidade. Acessibilidade Garantida: A Escola de Hip Hop – Diversidade e Sustentabilidade será totalmente preparada para atender às necessidades de acessibilidade, garantindo a participação plena e equitativa de todos os interessados, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais. Serão implementadas medidas como espaços adequados, materiais acessíveis e, se necessário, o apoio de profissionais especializados.
Márcio Roberto dos Santos – Presidente da associação e responsável pelo projeto - Formado em Sonoplastia e Radialismo pelo SENAC Sorocaba conhecido como Márcio Brown, é um destacado artista da cultura de rua e ativista social, compositor e poeta periférico, conhecido por sua luta contra o racismo e pela promoção da cultura Hip Hop em sua comunidade, uma figura essencial na promoção da cultura Hip Hop e na luta por justiça social. Fundador (2006) e Presidente do Conselho da Comunidade Negra em Sorocaba (2011). Membro da diretoria executiva da Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro (Clube 28), onde é eleito Diretor Social. Participante ativo do Fórum de Hip Hop de Sorocaba e do Fórum de Hip Hop do interior de SP. Envolvimento com a Construção Nacional de Hip Hop e a Frente Parlamentar Mista do Hip Hop Nacional e SP. Reinaldo Lima – Produtor Cultural - Será o Diretor de Produção - Iniciou sua carreira profissional no audiovisual em 1989 na rádio Cacique de Sorocaba, posteriormente, com passagens nas rádios metropolitana e Líder FM. Em 1995 migrou para TV Metropolitana, onde iniciou sua carreira como produtor de set. Produziu os programas Dúvidas e Soluções, Debate Esportivo, Shop TV e 100 Protocolos, onde permaneceu até 1996. De 1997 até 2012 trabalhou como produtor em diversas produtoras de audiovisual, voltadas ao mercado publicitário, na cidade de Sorocaba, NTTV, Pró-Vídeo, VTK Produções, TV+. Neste período trabalhou em 8 campanhas políticas como produtor, na cidade de Sorocaba, Maceió e Estado de Alagoas. Em 2013 iniciou a carreira como produtor executivo na Labuta Filmes. Desde 2016 está à frente da Criar Produções, na cidade de Sorocaba, empresa que sempre procurou se diferenciar das demais ao partir de um conteúdo de alto nível em suas produções. Tendo como ponto de partida muito estudo de mercado e uso das ferramentas mais adequadas ao perfil de cada cliente. Tanto no conteúdo, quanto no visual, das produções de vídeos, programas de TV e produções culturais, proporcionando vários Cases de Sucesso e elaborações de projetos. Desde 2019 elabora projetos para leis de incentivo e editais do mercado de audiovisual. Lidia Sant Ana Velasco –Será responsável pela coordenação cultural do projeto - Formada em Psicanálise; Produtora Cultural; Conselheira do Clube 28 de setembro Sorocaba; Elaboradora de projetos culturais da Criar Produções; Consultora do projeto Brasilidades,Nossas Raízes! Um documentário que retrata os patrimônios imateriais de raízes Afro Brasileiras (capoeira, maracatu, congadas, jongo, frevo, samba de roda do recôncavo baiano, samba de criola); Produtora Executiva do evento AfroCentro - O amanhã é Acentral; Instrutora de Cursos, Workshops, Palestras e Danças para corpos negros em diáspora; Consultora de desenvolvimento humano em grupo de mulheres negras; Atendimento social em Psicanálise a pessoas em estado de vulnerabilidades. Coordenadora pedagógica na Associação Ação Periférica Sorocaba. Adilson de Mattos – Diretor de Comunicação - Produtor de conteúdo desde 1990 até os dias presentes. Redator Publicitário com experiência em desenvolvimento de estratégias e MKT Digital. Roteirista e pesquisador em produtoras de vídeos. 1992 - Estagiário na conceituada agência de propaganda ALMAP, onde fui trabalhar desenvolvendo estratégias de venda para apólices de seguro do então cliente a Seguradora Generalli do Brasil. - 1992/95 - Corretor/ gerente na Seguradora Generalli do Brasil em São Paulo. - 1997 - Gerente na Seguradora Generalli do Brasil em Sorocaba. - 1997/2000 - Direção de criação na Agencia VERSA PROPAGANDA, atendendo a um grande número de clientes em Sorocaba e toda a região, como Padaria Real, Cartão Sorocred, e muitos outros. - 2000/ 2018-Funda a agência de propaganda RADAR COMUNICAÇÕES. Que operou durante 18 anos nas mais diversas áreas da publicidade sorocabana, paulista e brasileira. - 2018/ 2020 -Desenvolvimento de conteúdo e soluções integradas para a Web a startup; Studio BR. Produção de conteúdo para sites, anúncios off-line e textos para spot de rádio e vídeos. - 2020/2024 - Atualmente trabalha com criação de estratégias de marketing e desenvolvimento de conteúdo para campanhas de marketing e elaboração de textos e pesquisas em especial para documentários e eventos culturais. Demais integrantes, serão contratados na etapa de pré-produção do projeto
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.