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PRONAC 252081Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MÁSCARA

46.758.259 BEATRIZ DE BARROS LOPES ALONSO CHAGAS
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2025-10-14
Término
2027-04-14
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo

Resumo

O projeto "MÁSCARA" produzirá um média-metragem de ficção, com duração entre 15 e 25 minutos, no gênero drama psicológico. A história de Ana, uma mulher que oculta seu sofrimento emocional por trás das máscaras sociais, visa sensibilizar o público sobre a depressão invisível. A obra busca abordar a importância da saúde mental, da autenticidade e da empatia, explorando temas como autoimagem, vulnerabilidade e expectativas sociais.

Sinopse

SINOPSE À primeira vista Ana tem uma vida perfeita! Mas, sobretudo, Ana é tudo aquilo que não parece ser... As máscaras não cabem mais em Ana: a máscara da boa filha; boa profissional; boa amiga; boa esposa e boa mãe... De repente aquela vida “perfeita” não faz mais sentido, não a preenche. Ana se desnuda na frente do telespectador e mostra seu lado frágil. Assim, Ana não só fala de si mesma, mas também fala do outro, desse lugar humano em que todos nós nos encontramos imersos nas nossas dores. PÚBLICO-ALVO • Faixa Etária: - Adultos jovens (18+) - Adultos de meia-idade • Interesses: - Saúde mental - Pressão social e familiar - Busca por identidade - Dramas psicológicos e emocionais • Gênero: - Todos os gêneros - Ênfase no público feminino • Classificação Indicativa: - 16 anos - Temas sensíveis e profundos PERSONA: SOFIA • Idade: 28 anos • Profissão: Psicóloga • Interesses: - Narrativas emocionais e sociais - Identificação com personagens femininas - Uso do cinema como ferramenta de empatia • Conexão com o filme: - Vê em Ana uma representação das dores que acompanha em sua prática clínica - Deseja usar “MÁSCARA” para abrir diálogos sobre saúde mental

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um média-metragem de ficção inédito, com duração de 15 a 25 minutos, que promova uma reflexão sobre a depressão sorridente, desmistificando padrões de perfeição e incentivando a empatia e o cuidado com a saúde mental por meio da história de Ana, personagem central do drama psicológico "Máscara". OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Produzir um média-metragem inédito, com duração entre 15 e 25 minutos, com qualidade técnica e artística profissional, abordando o tema da depressão sorridente sob a ótica de um drama psicológico contemporâneo. 2. Realizar até 4 exibições públicas gratuitas do média-metragem em espaços culturais, educativos ou comunitários, seguidas de rodas de conversa ou debates com especialistas convidados, promovendo o diálogo sobre saúde mental. 3. Produzir e disponibilizar gratuitamente uma cartilha digital (em PDF), disponivel em plataforma de leitura, com reflexões sobre o conteúdo do filme, dados sobre saúde mental, depoimentos da equipe e indicações de materiais de apoio, distribuída via QR Code nas sessões presenciais e onlines, e nas redes sociais do projeto. 4. Promover a difusão do filme em no mínimo 5 mostras ou festivais de cinema nacionais, presenciais ou virtuais, garantindo visibilidade ao conteúdo e à equipe envolvida.

Justificativa

A realização do média-metragem "Máscara" demanda o apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) para garantir sua viabilidade financeira, considerando que projetos de caráter autoral, com temática sensível e foco em impacto social, como este, enfrentam maiores dificuldades de captação no mercado audiovisual tradicional, que prioriza obras com forte apelo comercial. O projeto aborda a depressão sorridente — uma condição emocional silenciosa e de difícil identificação — por meio de uma narrativa poética e profunda, cujo objetivo é promover a empatia, o autoconhecimento e a valorização da saúde mental. Trata-se de um conteúdo necessário, urgente e socialmente relevante, mas que exige financiamento por mecanismos de fomento à cultura para garantir sua plena execução, alcance e democratização. O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois: Art. 1º, inciso II _ Tem por objetivo a valorização e difusão da produção cultural nacional, ao realizar uma obra de ficção original e inédita, com forte apelo artístico e reflexivo;Art. 1º, inciso III _ Envolve ações de formação e acesso, com previsão de exibições públicas gratuitas e materiais educativos voltados à conscientização sobre saúde mental. Além disso, Máscara contribuirá diretamente para o alcance dos seguintes objetivos do Art. 3º da mesma Lei: Art. 3º, inciso I _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3º, inciso II _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, ao dar visibilidade a vivências emocionais muitas vezes marginalizadas ou silenciadas;Art. 3º, inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras e seus criadores;Art. 3º, inciso V _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, uma vez que o curta será produzido fora do eixo Rio-São Paulo, com equipe técnica atuante no cenário audiovisual local. A Lei de Incentivo à Cultura, portanto, torna-se fundamental para viabilizar Máscara enquanto um projeto de impacto cultural, artístico e social, assegurando sua realização com qualidade e garantindo o acesso do público ao debate sobre saúde mental por meio da linguagem audiovisual.

Estratégia de execução

A depressão é considerada o grande mal da sociedade contemporânea. Essa condição revela a nossa fragilidade humana, manifestando-se em sentimentos de vazio, tristeza, desesperança, culpa e perda da vontade de viver. Apesar de frequentemente associada a um estado de paralisia ou isolamento, existe uma forma silenciosa e perigosa dessa doença: a chamada depressão sorridente — ou depressão atípica. Nela, indivíduos aparentam uma vida feliz, ativa e bem-sucedida, mas nutrem em silêncio pensamentos depressivos ou até mesmo suicidas. Essas pessoas, acostumadas a usar um sorriso como escudo, criam uma “máscara” emocional que as afasta do olhar atento da sociedade. Vivem uma rotina aparentemente funcional, mas internamente enfrentam conflitos intensos, desamparo e uma solidão profunda. É por isso que muitos desses indivíduos acabam recorrendo à automutilação como tentativa desesperada de alívio para uma dor psíquica sufocante — um grito silencioso por ajuda. É nesse contexto que nasce o curta-metragem Máscara, inspirado também pelo poema “Tabacaria”, de Fernando Pessoa, que reflete sobre a necessidade humana de aparentar aquilo que não se é, apenas para se adequar às expectativas sociais. A protagonista Ana vive esse paradoxo: uma mulher com uma vida “perfeita” aos olhos dos outros, mas que, em silêncio, se vê despedaçada por dentro. Quando Ana se desnuda diante do espectador, ela também revela as dores de muitos. Máscara é, assim, mais que um filme — é um manifesto sobre empatia, escuta, acolhimento e a urgência de quebrar o ideal de perfeição que nos aprisiona. O projeto investiga a dualidade interna da protagonista por meio do arquétipo do duplo, inspirado por estudos de Freud, Jung e Bauman, além de referências cinematográficas como O Médico e o Monstro (Stevenson), Cidade dos Sonhos (Lynch), Cisne Negro e O Lutador (Aronofsky). A narrativa aposta em um drama psicológico minimalista, com destaque para a mise-en-scène intimista, uso simbólico de espelhos e iluminação diegética para representar o conflito entre a persona pública e a angústia interior. Cenas de automutilação são abordadas com sutileza, sugerindo o impacto emocional sem recorrer ao sensacionalismo visual. O curta foi concebido com atenção cuidadosa à representação simbólica do sofrimento psíquico e ao impacto sensorial da narrativa. Espelhos serão o recurso visual central, reforçando o conflito entre a imagem social e a dor íntima. A fotografia utilizará Dutch angles, iluminação diegética e movimentos suaves de câmera (travellings e dollys), compondo uma atmosfera de introspecção e desorientação emocional. A direção de arte também cumpre papel essencial na construção da narrativa: objetos cotidianos como um pêssego arranhado ou uma banheira tingida de vermelho funcionarão como extensões simbólicas do estado emocional da personagem. A atuação será fruto de um processo de laboratório aprofundado com os atores, garantindo autenticidade e entrega emocional compatível com a densidade do tema. Outro destaque da pré-produção será o tech scout detalhado para que as locações reforcem a linguagem visual e os significados simbólicos da obra, promovendo a fluidez entre os departamentos de arte, fotografia e direção.

Especificação técnica

1. Produto Principal: Média-metragem de Ficção – “MÁSCARA” Gênero: Drama psicológicoDuração: 15 a 25 minutosClassificação Indicativa: 16 anosLocal de Filmagem: Campinas – SPEntrega: Arquivo digital finalizado, master para exibição em salas de cinema e plataformas digitaisVersão acessível do filme: Audiodescrição e Libras 2. Produto Secundário: Cartilha Digital em PDF – “Além da Máscara” Formato: PDF interativo.Paginação: 12 a 20 páginas.Formato: 1920X1080 / Proporção 16:9Design gráfico: Cores suaves, leitura acessível, elementos visuais do filme.Entrega: Via plataforma gratuita de leitura por QR Code disponível nas redes sociais e no final do filme.

Acessibilidade

Acessibilidade Física As exibições presenciais do média-metragem Máscara (produto principal) ocorrerão, preferencialmente, em espaços culturais públicos ou comunitários que ofereçam estrutura adequada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo: • Acesso por rampas ou elevadores, • Banheiros adaptados, • Guias táteis e sinalização adequada, • Assentos reservados. Na seleção dos locais, será priorizado o cumprimento das normas de acessibilidade previstas na legislação vigente (ABNT NBR 9050). Acessibilidade de Conteúdo A obra (produto principal) será finalizada com recursos que assegurem a compreensão do conteúdo por pessoas com deficiência auditiva e visual, incluindo: • Audiodescrição (narrativa das ações visuais), • Libras (Língua Brasileira de Sinais) inserida em janela, Cartilha digital (produto secundário) acessível com leitura simples, fonte ampliada e contraste adequado. Nas ações presenciais, será considerada a presença de intérprete de Libras durante debates e atividades complementares, conforme disponibilidade da equipe e das instituições parceiras. Na ação online de contrapartida social, também será considerada a presença de intérprete de Libras. Essas medidas visam garantir o acesso pleno e igualitário ao conteúdo e à experiência cultural proporcionada pelo projeto “Máscara”, promovendo inclusão e democratização no setor audiovisual.

Democratização do acesso

O projeto Máscara adota uma série de estratégias para garantir o acesso amplo, gratuito, diverso e inclusivo ao produto cultural, considerando não apenas sua distribuição, mas também ações educativas e de engajamento, conforme previsto na legislação vigente. As medidas incluem: 1. Exibições Públicas Gratuitas: Serão realizadas até 2 sessões gratuitas do média-metragem em espaços culturais, educativos ou comunitários, preferencialmente públicos, seguidas de rodas de conversa com especialistas, promovendo diálogo sobre saúde mental. Essas ações caracterizam-se como atividades paralelas gratuitas e se enquadram no Art. 47, inciso V da IN 23/2025. 2. Parcerias com ONGs e Instituições de Ensino: O projeto buscará colaboração com ONGs, instituições de saúde mental e espaços de ensino para realização de até 2 sessões e ações educativas, incentivando a formação crítica sobre o tema da saúde mental e, sempre que possível, visando também iniciativas de formação de agentes culturais (Art. 47, inciso VIII). 3. Cartilha Digital Gratuita: Será criada e distribuída uma cartilha digital (em PDF), disponível em plataforma de leitura, com reflexões sobre o filme, dados sobre saúde mental, depoimentos da equipe e indicações de materiais de apoio. O material será acessível via QR Code nas sessões presenciais e onlines e nas redes sociais do projeto. 4. Ações com Foco em Formação e Sensibilização: Durante as 4 exibições públicas, será oferecida mediação pedagógica com convidados da área da saúde mental, configurando ações voltadas a jovens, educadores e público em geral, alinhadas ao Art. 47, inciso VI. 5. Inscrição em Festivais Online Gratuitos: O filme será inscrito em festivais de cinema que ofereçam exibição gratuita ao público, ampliando o alcance nacional e internacional da proposta. 6. Exibição Digital Gratuita: Após a circulação em festivais, o filme será disponibilizado gratuitamente no canal oficial do projeto no YouTube, com tradução em Libras e audiodescrição, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual. Esta ação está prevista no Art. 47, inciso III. 7. Acessibilidade Ampliada: A versão final do média contará com tradução em Libras e audiodescrição, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. A cartilha digital também seguirá princípios de acessibilidade (leitura simples, fonte ampliada e contraste adequado). Todas essas ações visam tornar o acesso ao filme mais amplo, diverso e inclusivo, promovendo o direito à cultura, a reflexão social e o cuidado com a saúde mental por meio da linguagem audiovisual.

Ficha técnica

Beatriz de Barros Lopes Alonso Chagas (Bia Chagas) | Coordenadora de Projeto, Assistente de Produção e Revisora Escritora, roteirista e dubladora. Formada em Roteiro pela AIC. Roteirista da série Código Bófia e da série Corvos. Atuou como assistente de produção e assistente de direção em diversos curtas e longas. Voz original da série infantil As Aventuras de Berê. Atua também como mentora de escrita e preparadora de texto. Atuação no projeto: Responsável pela coordenação do projeto, gestão técnico-financeira, organização documental, acompanhamento de cronograma, execução orçamentária e prestação de contas. Também atuará na revisão de materiais escritos, como a cartilha digital e conteúdos para redes sociais. Luciana de Barros Chagas (Lu Chagas) | Diretora de Produção e Figurinista Produtora executiva, diretora de produção, diretora de arte e figurinista. Referência regional com atuação nacional, com sólida experiência em cinema, TV e publicidade. Com ampla experiência no audiovisual, Lu Chagas tem uma trajetória diversificada. Em 2024, esteve envolvida em diversas produções como "O Narrador Onipotente," "Desver," "A Valsa" e "A Teia," atuando em cargos de produção executiva, direção de produção e figurino. Seu trabalho inclui colaborações em projetos contemplados por editais culturais como a Lei Paulo Gustavo. Destaca-se também sua atuação em 2021 e 2022, com projetos como "O Ar Que a Gente Respira" (ProAc) e "Corvos," onde ocupou papéis centrais na produção executiva, direção de produção e figurino. Premiada por seu trabalho em figurino no Festival Internacional de Cinema Cristão (2021) e contemplada com o "Prêmio Cultura Presente" de Campinas, Lu Chagas também é membro fundador da Academia Mundial de Letras da Humanidade – seccional Paulínia/SP, com o título de Imortal, em reconhecimento por sua significativa contribuição ao universo cultural. Com uma sólida formação em Produção Audiovisual, Produção Executiva e Elaboração de Projetos, ela consolidou sua expertise em todas as etapas do processo criativo no cinema e no audiovisual. Rafael Santin Pinto (Rafael Santin) | Diretor e Produtor Formado pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas, com 16 anos na Cia. CPFL de Teatro. Fundou a Ethos Filmes e a Santin Filmes, onde dirigiu os longas SOPHIA e O Ar Que A Gente Respira. Também dirigiu diversos curtas e o piloto da série CORVOS. Atualmente desenvolve os longas IDEM e DESVER. Renata Alves Sunega (Renata Sunega) | Produtora Executiva Roteirista, produtora executiva e mestre em História da Arte pela Unicamp, com atuação destacada na literatura infantil e no audiovisual. Coordenou o projeto "Histórias e Imagens: A Rainha entediada", selecionado no edital de patrocínios dos Correios. Trabalhou na produção executiva do longa-metragem “O Crime da Cabra” (2016) e do documentário “Cândido” (Ethos Filmes, 2021). É autora de “Rabisco”, contemplado no PROAC Editais, e de outros seis livros infantis. Foi semifinalista do Prêmio Rota – Cabíria (2019) com o curta “Só”. Criadora e roteirista das séries “Aventuras em Van-Pudim” e “Os Enigmas de Maria”, selecionadas para desenvolvimento via PROAC/SP. Isiel Miranda Junior (Isiel Miranda) | Diretor de Fotografia Diretor de fotografia com 17 anos de experiência no audiovisual, sendo 9 deles como DOP. Trabalhou em curtas, webséries premiadas, documentários nacionais e internacionais, videoclipes, comerciais e longas-metragens, como O Ar Que A Gente Respira (2022) e Tração (2021). Possui sólida atuação em publicidade, com domínio em iluminação e narrativa visual. Kelly Solange Macedo (Kelly Macedo) | Caracterização Profissional com mais de 20 anos em caracterização e maquiagem para audiovisual, com foco em efeitos especiais e construção de personagens. Atua também em ações sociais. Trabalhos incluem, entre outros, os longas O Ar Que A Gente Respira, Tração, Eu Sou Brasileiro, e os curtas Às Três e A Maquiadora. Participação em ações sociais com foco em beleza e autoestima Adriano dos Santos Alcântara (Adriano Alcântara) | Editor de Som e Compositor da Trilha Sonora Editor de som e compositor, cursando Audiovisual pela UNIOPAR. Atuou como técnico de som direto, editor e compositor em filmes como Operação Ozônio, SOPHIA, O Ar Que A Gente Respira, O Narrador Onipotente, Nomofobia e outros. Trabalhou também em trilhas sonoras para publicidade. Angélica de Souza Oliveira (Angélica Oliveira) | Atriz Protagonista (personagem Ana) Atriz com experiência em audiovisual e teatro. Atuou nas séries Crimes.com (Discovery) e nos longas SOPHIA (dir. Rafael Santin e Henrique Sattin) e Atração de Risco (dir. Renato Siqueira e Beto Perocini). No teatro, integrou os espetáculos Dulcinéia & Teobaldo, Uma Peça Por Outra (dir. Lúcia de Léllis), e O Beijo No Asfalto. É também fotógrafa, dançarina e apresentadora dos programas Cultura e Design (TV Cultura) e Vix Indica (Vix TV). Formada em instituições como Teatro Escola Macunaíma e Escola Wolf Maya, com cursos de TV/cinema com Fernando Leal e Ana Paula Dias.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.