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Cinema Arquetípico será um média metragem documental em definição 4K com duração de 60 minutos tendo como tema central a definição de "Cinema Arquetípico" enquanto linguagem cinematográfica. O filme exibirá imagens captadas nos dias atuais montadas com imagens de arquivo registradas ao longo de 30 anos da carreira de Paulo Duarte como cineasta, narrando a sua relação pessoal com o cinema, a influência da cultura brasileira em sua cinematografia e imagens de arquivo de suas viagens ao redor do mundo. Imagens poéticas em camadas sobrepostas fundidas a trilha de sua vida compõe a estética documental singular desse filme. O projeto nutre-se de sua percepção clínica a partir da ideação do inconsciente coletivo vivo em fruição na origem da obra de arte e na potência ontológica do mundo sensível. A associação de suas imagens captadas, os sonhos e suas poesias integram o rizoma do documentário.
O Cinema Arquetípico de Paulo Duarte é a fruição de seus estratos pessoais integrados aos estratos culturais contemporâneos ao mesmo tempo arcaicos, integrados por sua vez aos estratos de toda existência. O Cinema Arquetípico ou Alquímico transita entre núcleos de complexos afetivos autônomos, tamponando conteúdos Dominantes oriundos da esfera coletiva-arcaica, preservando a unidade do Eu, exibindo assim imagens mnêmicas dissociadas em busca de uma integração dos opostos. O Cinema Arquetípico ou Cinema do Self, Cinema Profundo ou ainda Cinema Complexo, se expressa através de ações e gestos, pretexto para a exploração de padrões visuais e rítmicos, em um processo de fragmentação ambígua, com o intuito de explorar associações vagas, subjetivas e padrões que envolvam ritmos temporais e justaposições espaciais. A câmera intimista registra o cotidiano dos personagens numa paisagem urbano-tropical, devastada pela pobreza social brasileira, em contra ponto a realidades cosmopolitas das mais variadas origens. O Cinema Arquetípico também chamado de Cinema Psico-pômpico é a junção das instantâneidades dos instantes com tudo aquilo vivo na memória de toda existência, o Junk-DNA vindo a luz da consciência, e assim presente no corpo humano.
Objetivo Geral. Exibir ao mundo o Cinema Arquetípico de Paulo Duarte. Objetivo Específico Realizar pesquisas em livros, sites, artigos, bancos de imagens em acervos; Organizar material de pesquisa; Criar roteiro; Contratar equipes e profissionais especialistas para a execução da filmagem; Realizar entrevistas com pessoas comuns e críticos de artes; Realizar o tratamento do material audiovisual, editar, montar e mixar o documentário juntamente com a narração; Incluir recursos de acessibilidade no filme, como legendas descritivas e audiodescrição. Realizar distribuição do filme em festivais, salas de cinema e plataforma de streaming. Exibir a cultura brasileira. Fomentar a diversidade cultural. Materializar o Cinema Arquetípico.
O documentário Cinema Arquetípico registra a contemporaneidade, a humanidade, as diversas culturas que coabitama o planeta terra, sendo veiculadas posteriormente em festivais nacionais e internacionais. Dessa forma Cinema Arquetípico irá contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, conforme inciso I do Art. 1 da Lei 8313/91, apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações e seus respectivos criadores (Inciso II do Art. 1 da Lei 8313/91). Cinema Arquetípico é um projeto que documenta a cultura brasileira desde 1995 até os dias atuais, assim protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme Artigo 1 inciso IV e V da Lei 8313/91.
O filme Cinema Arquetípico é um documentário poético, com cerca de 60 minutos, com multi-linguagens: 16mm; mini-vhs; mini-dv; Hi 8 e 4k, onde imagens de arquivo registradas ao longo de 30 anos da atividade cinematográfica do diretor se somam a imagens que serão captadas, trazendo à tona o olhar intimista inserido na coletividade. Será inserido na montagem camadas de áudio por vezes sobrepostas compondo o desenho sonoro da obra, juntamente com a exploração de padrões visuais rítmicos, em processo de fragmentação ambígua, onde camadas de imagens expressivas em sobreposição ao discurso verbal, vislumbram ao máximo a dimensão plástica, visual e existencial do filme. O Cinema Arquetípico é uma obra enraizada no cinema directo onde a prática se baseia em captar, sem fins didáticos ou de ilustração ou perspectivas históricas da realidade. No caso do projeto Cinema Arquetípico a realidade urbana se concentra onde vive a fruição do imaginário popular. O Cinema Arquetípico toma como referência o cinema verdade que utiliza um método de tomada em directo de saberes inerentes ao vivido, captando em directo no terreno, fora do estúdio, a palavra e o gesto, utilizando um material (câmara e gravador) síncrono, ligeiro e de fácil manipulação, é uma metodologia que estabelece contato direto com a pessoa que cola ao real o melhor possível. Ao mesmo tempo esse projeto contém profunda identificação com o cinema novo, onde os planos com equipe técnica reduzida, inovadores e contemporâneos delineiam a trajetória da produção. Esse projeto é um documento fílmico, que promove atitude de descentração, ampliando a nossa visão no tempo, como o microscópio aumentando o espaço de percepção do mundo. Nos permite observar fatos que escapam aos nossos sentidos, demasiados rápidos e fugazes, onde camadas ficcionais e documentais transitam entre si. É a invenção de um espaço criativo em forma de imagens em movimento, de novas percepções, fluxos transpessoais e sobreposições de tempos. Se a câmara é manipulada pelo olhar do diretor, este manipula e condiciona o objeto que tem pela frente, que assume comportamentos imprevisíveis, ganhando atributos próprios.
ACESSIBILIDADE FÍSICA O documentário será exibido em salas de cinema modernas e com recusros de acessibilidade física, como rampas e espaços para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, cadeiras mais largas para pessoas com obesidade. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O documentário contará com legendas, versão com audiodescrição, legendas audiodescritivas e intérprete de Libras.
O filme será distribuído em festivais com entrada gratuita. O filme será veiculado em plataformas de streaming.
Produtor executivo, diretor, fotógrafo e montador: Paulo Duarte Guimarães. Diretor, produtor executivo, fotógrafo e montador do longa-metragem Cambralha - 2012 e 40 curtas metragens. Consagrado diretor desde 2006, tendo exibido seus trabalhos no festival de Internationale Kurzfimtage Oberhausen, Berlin short film festival – Alemanha, Internationales Filmfestival locarno – Suissa italiana e CineEco – Festival Internacional Serra da Estrela – Portugal, Lift Off Global Network - Inglaterra; Índia, Nações Unidas - Nigéria, SDG - Ucrânia, MFL - Mostra do Filme Livre dentre outros festivais nacionais e internacionais. Sonorizador: Damião Lopes: Formado em Engenharia de Som pela The New School University, Nova York/EUA (1999), com mais de 20 anos de experiência em áudio para música, cinema e TV. Foi engenheiro assistente no TMF Studios em Nova York entre os anos de 1997 e 1999, trabalhando com gravação e mixagem de música. Retornando ao Brasil, trabalhou por quase 6 anos na Rob Filmes como editor de som, mixador e restaurador de áudio, o que o inseriu definitivamente na pós-produção de áudio para cinema, vídeo, TV e publicidade. Em 2000, fundou junto com seus sócios o Estúdio Garimpo, na Gávea/Rio de Janeiro, onde por 10 anos produziu obras como Cidadão Boilesen, de Chain Litewski (2009), O olho do canhão, de Pedro Rosa (2005). Entre os anos de 2008 e 2011, foi mixador 5.1 do estúdio do CTAv – Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura. Em 2010, fundou seu próprio estúdio, Eufonia Pós-Produção de Áudio, no bairro da Glória/Rio de Janeiro, onde realiza trabalhos de edição de som e mixagem 5.1. Vem trabalhando com diretores como Joel Pizzini (Mr. Sganzerla, 2011), Walter Lima Jr. (MPB de Câmara, 2012), Julio Bressane (Educação Sentimental, 2012), Karin Ainoüz (Domingo, 2014), Pedro Asbeg (Democracia em Preto e Branco, 2014), Ruy Guerra (Aos Pedaços 2019). Colorista: Bernardo Neder: Profissional com mais de 15 anos de experiência no mercado, Bernardo Neder fez faculdade de cinema na Estácio de Sá. Trabalhou mais de 5 anos como finalizador de pós produção na produtora LC Barreto e mais de 9 anos como colorista e produtor de efeitos na Afinal Filmes (pós produtora que hoje faz parte do grupo Quanta.) onde está trabalhando atualmente. Fez em diversos filmes para cinema como: Nosso Sonho, Pérola, Medusa, Carro Rei e muitos outros. Também trabalhou em produções da Disney e Netflix, nas séries Impuros e B.O. respectivamente. Utiliza como principal ferramenta de trabalho o software Davinci Resolve, que é um dos mais utilizados e recomendados nos dias de hoje para o trabalho de correção de cor
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.