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O Projeto "Dikanda - Raízes em Foco" visa a realização de oficinas gratuitas de capacitação na área de audiovisual para jovens de 15 a 29 anos de comunidades tradicionais do Distrito Federal. Entende-se grupos de comunidades tradicionais como: pessoas de terreiros, povos originários, quilombolas, populações nômades ou povos ciganos. As oficinas, o evento de abertura e a cerimônia de encerramento serão realizadas na Nzo Kia Angurusemavulu, comunidade de tradições de matriz africana, localizado em Planaltina-DF. Serão destinados 50% das vagas a mulheres, pessoas negras, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, pessoas LGBTQIAPN+ e/ou pessoas com deficiência.
Dikanda Audiovisual – Raízes em Foco é um projeto formativo voltado a jovens de comunidades tradicionais, com idades entre 15 e 29 anos, que oferece uma série de oficinas em audiovisual, desenvolvidas em finais de semana alternados, conforme o calendário cultural do território. A proposta respeita os ritmos comunitários e busca integrar a linguagem do cinema à preservação dos saberes ancestrais. A programação contempla oito produtos formativos: Oficina de Percussão Assunto: Ritmos africanos, expressão musical e prática coletiva.Oficina de Roteiro Assunto: Escrita criativa para cinema e vídeo; estrutura narrativa.Oficina de Direção Assunto: Condução de equipe, conceituação visual, linguagem audiovisual.Oficina de Produção Cinematográfica Assunto: Planejamento, cronograma, orçamento, organização de equipe.Oficina de Direção de Arte Assunto: Composição visual, cenografia, figurinos, estética do filme.Oficina de Direção de Fotografia Assunto: Composição, luz, sombra, cor, linguagem visual cinematográfica.Oficina de Captação de Som Assunto: Técnicas de gravação, som direto, paisagem sonora e narrativa.Mentoria de Edição Audiovisual Assunto: Montagem, ritmo narrativo, continuidade, finalização de curtas.Como culminância, os participantes realizarão quatro curtas-metragens autorais, aplicando os conhecimentos adquiridos em todas as etapas da cadeia produtiva audiovisual. A experiência será encerrada com uma cerimônia pública de mostra audiovisual, com duração de 1 (um) dia, dedicada à apresentação dos filmes e celebração dos resultados.
Objetivos Gerais: O objetivo geral do projeto é capacitar jovens de comunidades tradicionais do DF na área de audiovisual, proporcionando oportunidades e geração de renda para os beneficiários. Objetivos Específicos: - Empoderamento de jovens de comunidades tradicionais através da linguagem audiovisual com a realização de 1 aula magna inicial, com 2 especialistas da área. - Realizar 1 oficina de percussão para jovens entre 15 a 29 anos com carga horária de 12 horas/aula, com emissão de certificado. - Realizar 7 oficinas práticas na área de audiovisual para jovens entre 15 a 29 anos ao longo de 4 meses, com carga horária de 12 horas/aula cada oficina (totalizando 96 horas/aula), com emissão de certificado. - Realizar 4 curtas-metragens a partir dos aprendizados nas oficinas. - Realizar 1 mentoria de edição e montagem para os curtas-metragens a serem produzidos pelos alunos das oficinas. - Envolver jovens de comunidades tradicionais em processos criativos de produção audiovisual a partir de oficinas de capacitação, atendendo 10 alunos para cada oficina - totalizando 80 alunos.- Divulgar os conteúdos produzidos em plataformas digitais e eventos comunitários através de ações de comunicação em redes sociais e divulgação impressa; - Realizar evento de encerramento, com apresentação do grupo da oficina de percussão e exibição de curta-metragem realizado a partir das oficinas de audiovisual.
A implementação do projeto Dikanda Audiovisual _ Raízes em Foco, por meio de oficinas formativas em audiovisual voltadas a jovens de comunidades tradicionais, tem como propósito central promover a inclusão sociocultural, o fortalecimento das identidades locais e a democratização do acesso às tecnologias e linguagens de produção de conteúdo. A proposta reconhece a importância estratégica da comunicação como ferramenta de afirmação cultural, de construção de autonomia e de participação cidadã. Ao oferecer capacitação técnica e criativa em diferentes áreas do audiovisual, o projeto contribui significativamente para a ampliação das oportunidades de inserção profissional, o estímulo ao empreendedorismo e a geração de renda, sobretudo em territórios historicamente alijados dos circuitos formais de formação e produção cultural. Além de qualificar jovens em um campo dinâmico e em constante expansão, o Dikanda Audiovisual propicia o surgimento de novos agentes culturais capazes de narrar suas próprias realidades, refletindo os valores, as histórias e os modos de vida de suas comunidades. Nesse contexto, destaca-se a relevância do projeto para a valorização e preservação das culturas tradicionais, promovendo a circulação de saberes ancestrais por meio de uma linguagem contemporânea, acessível e amplamente difundida. As ações se alinham à lógica comunitária e solidária que estrutura as formas de convivência e resistência desses povos, baseadas no apoio mútuo, na partilha e no cuidado com as raízes que sustentam suas memórias e práticas coletivas. Assim, Dikanda Audiovisual _ Raízes em Foco se consolida como uma iniciativa que articula formação, expressão artística e fortalecimento identitário, reafirmando o audiovisual como instrumento de transformação social e de continuidade das tradições vivas que compõem o patrimônio imaterial das comunidades participantes. Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
PROJETO PEDAGÓGICO Oficina de percussãoResumo: Uma imersão prática no universo da percussão, explorando ritmos tradicionais e contemporâneos por meio de instrumentos variados e do corpo como ferramenta sonora. Os participantes desenvolverão noções básicas de tempo, ritmo, coordenação e escuta coletiva, além de vivenciar exercícios de criação musical em grupo. A atividade visa estimular a expressão corporal e musical, promovendo a sensibilização rítmica e o trabalho colaborativo por meio da prática percussiva. Objetivos: Introduzir os participantes aos fundamentos da percussão, incluindo noções de ritmo, tempo, pulsação e coordenação motora. Estimular a expressão musical individual e coletiva por meio de práticas colaborativas e improvisações guiadas. Promover o entendimento do contexto cultural, simbólico e ancestral ligado aos ritmos africanos, favorecendo uma abordagem respeitosa e consciente da tradição.Carga horária: 4 horas na primeira diária + 6 horas na segunda diária – 2 diárias - total 10 horas.Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Oficina de roteiro Resumo: Desenvolver conhecimentos técnicos e criativos que permitam a construção de textos, argumentos, roteiros e estruturas narrativas voltadas para o meio audiovisual. Estimular a imaginação por meio de atividades práticas, tanto em grupo quanto de forma individual. Elaboração de projetos de escrita em duplas e de maneira autônoma.Objetivos: Construir conexões entre a linguagem escrita e a expressão oral. Desenvolver roteiros voltados para cinema e produções em vídeo. Realizar atividades práticas de escrita, elaboração de roteiros e experimentações com captação de imagens e vídeos.Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) - 2 diárias - total 12 horas. Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Oficina de direçãoResumo: Disponibilizar recursos para a compreensão do papel do diretor em uma produção audiovisual, incluindo a condução da equipe de filmagem, a definição de um conceito para o projeto, a busca de referências visuais e o acompanhamento das etapas de montagem e edição.Objetivos: Pesquisar referências visuais, animações e storyboards. Assimilar os conceitos fundamentais do cinema, como cena, tomada, plano, movimentos de câmera, altura e ângulos. Familiarizar-se com os equipamentos essenciais, os roteiros, as funções técnicas e a interação com outros profissionais, como o roteirista e o diretor de arte. Compreender as fases do processo de edição de vídeo e sua finalização.Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) - 2 diárias - total 12 horas. Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Oficina de produção cinematográficaResumo: Disponibilizar recursos para a compreensão do papel do produtor em uma obra audiovisual, incluindo o planejamento geral do projeto, a organização da equipe, o gerenciamento de cronograma e orçamento, a captação de recursos e o acompanhamento das etapas de pré-produção, filmagem e finalização.Objetivos: Pesquisar referências de projetos audiovisuais e compreender os processos de produção desde a concepção até a entrega final. Assimilar os conceitos fundamentais da produção, como elaboração de cronogramas, controle de orçamento, logística de filmagem e montagem de equipe. Familiarizar-se com os documentos e ferramentas utilizados na pré-produção e produção, e entender a interação do produtor com outras funções-chave, como direção, roteiro e direção de arte. Compreender as etapas da pós-produção e da distribuição de um vídeo ou filme.Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) - 2 diárias - total 12 horas.Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Oficina de direção de arteResumo: Apresentar os conceitos essenciais que fundamentam a direção de arte no cinema, incluindo a análise técnica do roteiro (decupagem) e o entendimento de elementos como sombras, iluminação, texturas, profundidade espacial, figurinos e objetos de cena.Objetivos: Apresentar aos alunos os fundamentos do trabalho do diretor de arte. Propor atividades criativas que estimulem a sensibilidade estética voltada à criação de figurinos, maquiagem, cenários, composição visual, objetos cênicos e outros elementos visuais. Incentivar a análise técnica e específica de obras audiovisuais sob a perspectiva da direção de arte.Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) - 2 diárias - total 12 horas. Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Oficina de direção de fotografiaResumo: Apresentar os conceitos essenciais que fundamentam a direção de fotografia no cinema, incluindo a análise técnica do roteiro (decupagem) e a compreensão de elementos como luz, sombra, composição, cores, texturas, profundidade de campo, movimento de câmera e enquadramentos.Objetivos: Apresentar aos participantes os fundamentos do trabalho do diretor de fotografia. Propor atividades práticas que desenvolvam a sensibilidade visual para o uso da luz, da câmera e da composição de cena. Estimular a análise técnica de obras audiovisuais sob a ótica da fotografia cinematográfica, promovendo a compreensão da linguagem visual e sua função narrativa.Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) - 2 diárias - total 12 horas.Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Oficina de captação de somResumo: Apresentar os conceitos fundamentais da captação de som no audiovisual, incluindo a análise técnica do roteiro (decupagem sonora) e a compreensão de elementos como tipos de microfones, posicionamento, ambientes acústicos, captação de som direto e noções básicas de mixagem e edição sonora.Objetivos: Apresentar aos participantes os fundamentos do trabalho de captação de som para cinema e vídeo. Propor atividades práticas que desenvolvam a escuta sensível, o manuseio de equipamentos como gravadores e microfones, e a aplicação de técnicas adequadas para diferentes situações de gravação. Estimular a análise de obras audiovisuais sob a perspectiva sonora, promovendo a compreensão do som como elemento narrativo.Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) - 2 diárias - total 12 horas.Público alvo: pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos. Prática: Realização de Curtas-Metragens Resumo: A oficina prática tem como objetivo introduzir os participantes ao processo de produção audiovisual por meio da criação de quatro curtas-metragens. Serão abordadas de forma prática e colaborativa as principais etapas de um projeto cinematográfico: desenvolvimento de roteiro, planejamento, filmagem e finalização. A proposta é proporcionar uma vivência completa da realização audiovisual em equipe. Objetivos: Apresentar os fundamentos da linguagem cinematográfica e do trabalho coletivo em uma produção audiovisual, a partir dos conhecimentos obtidos nas oficinas. Mentoria de Edição Audiovisual Resumo: Consultoria na montagem dos curtas-metragens filmados. Apresentar os conceitos essenciais da edição no cinema e no audiovisual, incluindo a análise técnica do roteiro (decupagem), organização do material bruto e construção de ritmo, continuidade, linguagem e narrativa a partir da montagem. Objetivos: Apresentar aos participantes os fundamentos do trabalho de edição audiovisual. Propor atividades práticas que desenvolvam o uso de ferramentas de montagem, cortes, transições, trilhas e efeitos básicos. Estimular a sensibilidade narrativa e a leitura crítica de obras audiovisuais sob a perspectiva da edição, promovendo a autonomia técnica e criativa na finalização de curtas-metragens. Carga horária: 3 horas por turno (6 horas diárias) – 2 dias – total de 12 horas. Público-alvo: Pessoas de comunidades tradicionais com idade entre 15 e 29 anos.
O projeto adotará as seguintes medidas de acessibilidade: - PRODUTO: CURSO/OFICINA AUDIOVISUAL I – medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Os locais de acesso às atividades de aulas e oficinas permitem o acesso a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, com rampas de acesso e espaços destinados, permitindo livre circulação. II – medidas de acessibilidade no aspecto atitudial: - O projeto contará com um profissional que disponibilizará o atendimento em linguagem de sinais, caso haja inscrição de pessoas com deficiência para atendimento às oficinas. III – medidas de acessibilidade no aspecto comunicacional: - O projeto realizará adotará uma comunicação sensibilizada e acessível na divulgação e execução do projeto para o público. PRODUTO: MOSTRA - AUDIOVISUAL I – medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Os locais de acesso ao Festival serão adequados a pessoas com deficiência, possuindo rampas de acesso, espaço PCD e/ou banheiros adaptados. II – medidas de acessibilidade no aspecto comunicacional: - Os filmes exibidos no Festival contarão com legenda e posteriormente todos os curtas-metragens terão implementação total do pacote de acessibilidade (janela de libras, audiodescrição e legendagem descritiva).
De acordo com o art. 30 da IN MINC nº 11/2024: O projeto atenderá as seguintes medidas: - PRODUTO: CURSO/OFICINA AUDIOVISUAL: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (O projeto realizará oficinas e mostra audiovisual de forma gratuita). - PRODUTO: MOSTRA - AUDIOVISUAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; (O projeto disponibilizará na internet os curtas-metragens produzidos com inserção de libras e audiodescrição). II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; (O projeto disponibilizará o deslocamento do público através da locação de um ônibus para o festival, que seguirá de acordo com as normas de acessibilidade).
COORDENAÇÃO Coordenação Geral: Marciely Lindaura da Silva (Makota Kiesimanzambi), liderança do território da Nzo Kia Angurusemavulu, onde serão realizadas as oficinas. Mulher preta e periférica, pertencente a uma religião de matriz africana, nascida e residente em Brasília. Vinda do berço da Umbanda e comprometida com o Candomblé de Angola há mais de 30 anos, atualmente desempenha, no Nzo Kia Angurusemavulu – Filhos do Bate Folhinha DF – Raiz Bate Folha, o papel de Mãe Pequena. Junto à matriarca Nengua Bandulegi e toda a comunidade, busca oferecer acolhimento espiritual para pessoas, em sua maioria, negras, LGBTQI+ e das classes mais desprovidas. Foi uma das idealizadoras do Grupo Cultural Samba de 7, de samba de viola Chula, criado dentro do terreiro e levado para as ruas de Brasília. Também manteve um ponto como baiana de acarajé em Planaltina - DF, onde reside. É formada em Assistência Social e atua como assistente administrativa em órgãos do governo federal desde 2011. Coordenador de Produção: Iza Palhano. Graduanda em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB) e moradora de Planaltina-DF, atua na produção cultural e na arte-educação com foco em oficinas e projetos formativos. Em 2025, integrou a Produção Executiva do Festival Cine Deburu. Em 2024, trabalhou na produção do Circuito Fotolata em Planaltina e do Festival de Cinema Super 8. Possui experiência de dois anos na Socioeducação, produzindo oficinas para adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas. É poeta da Cultura do Slam, vice-campeã do Campeonato Distrital de Poesia de 2024 e realiza oficinas de poesia marginal voltadas para a formação artística e cultural. Em 2024, produziu e estreou seu primeiro curta-metragem em Super 8 no SesiLab, integrando práticas audiovisuais populares ao seu trabalho. Coordenação Técnica ou Pedagógica: Débora Sodré. Atriz, cantora e performer, é graduada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Morais, pós-graduada em Afrocultura e Raça na Educação pela Faculdade Catedral e, atualmente, cursa Canto Popular na Escola de Música de Brasília. Atua há cinco anos como professora de Artes na Secretaria de Educação do Distrito Federal, com experiências em instituições como a Escola Parque (nas áreas de Teatro e Música), o Centro de Atendimento Especializado Ludovico Pavonni e o Centro de Ensino Médio Setor Leste (Artes). Desde 2017, desenvolve trabalhos em teatro e música, participando de diversos espetáculos como atriz e cantora. É vocalista da banda “O Terceiro Ambiente”, onde integra suas vivências nas artes cênicas e na música. Também se destaca como performer na obra Um Sonho Guardado, parte de uma campanha de combate ao tráfico humano promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, em parceria com a GLO.ACT Brasil. Coordenação de Comunicação: Isabelle Araújo. Isabelle Araújo é candomblecista, natural de Araripina, cidade localizada no agreste pernambucano. É graduada em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Atua principalmente na edição e montagem de produtos audiovisuais nos mais diversos formatos, incluindo documentários de longa, média e curta-metragem, ficções e formatos híbridos. Também trabalha como fotógrafa, tanto em espaços institucionais quanto em projetos autorais e artísticos. Em sua trajetória com as imagens, vem construindo uma abordagem que conecta temáticas relacionadas às mulheres, aos saberes tradicionais, às lutas por igualdade de direitos e à preservação do meio ambiente. OFICINAS Oficina de percussão: Moisés Reis. É um homem preto, candomblecista, natural de Salvador, Bahia. É percussionista, intérprete vocalista e coreógrafo de danças afro-brasileiras. Atua nas religiões de matriz africana e, no universo da música, é conhecido por diversos nomes: Moca Reis, Saravá e Rasta. Sua trajetória está fortemente ligada ao maior afoxé do Brasil, o Afoxé Filhos de Gandhy, onde exerce o papel de diretor de canto há 38 anos e também ministrou diversas oficinas, incluindo cânticos e percussão. Foi um dos fundadores dos grupos de Afoxé Omo Ilê e integrou o grupo de ritmos Rumpi de Ouro, todos em Salvador/BA. Participou ainda do grupo de capoeira Ginga de Negro, liderado pelo Mestre Petróleo. Luiz Claudio Ribeiro Silva. Sua trajetória sempre esteve ligada à família e às vivências em escolas de samba, blocos carnavalescos e grupos afros — espaços onde a percussão se torna voz e expressão. Apaixonado por transformar ritmo em linguagem, sempre esteve envolvido com carnavais e apresentações culturais. Atuou como músico percussionista em diversas bandas de Brasília, como Moleque Show, Teus Santos, Samba de Sete, Afoxé Axé Ilê, Ilê Oba e, atualmente, integra a banda Swing do Pai. Oficina de produção: No audiovisual, experiência como Produtor, Diretor, Roteirista, Direção de Fotografia e Preparador de Elenco. Um pouco da minha Filmografia: Produtor na minissérie “Senado 200 Anos” (Documentário, 2024), Direção, Roteiro e Preparação de Elenco em “Quarta de Amalá” (Ficção, 2023) e em “Menino do Guarda-Chuva Vermelho” (Ficção, 2024), Preparação de Elenco em “Passos de Desapego” (Ficção, 2023) e Direção de Fotografia em “Não se nasce homem, torna-se” (Documentário, 2023), “Minha Casa Trans” (Documentário, 2024) e Investigações Dissidentes para Corpos Transbordantes (Experimental, 2024), Co-direção e produção em Malía (Película 8mm, Experimental, 2024). Como agente cultural, idealizador e coordenador de produção do Festival Cine Deburu e coordenador de acessibilidade no Festival Entardecer dos Ojás. Oficina de direção: Bruno Victor. Formado em Audiovisual pela Universidade de Brasília e mestrando em Multimeios pela Unicamp. Co dirigiu e co roteirizou o curta Afronte, documentário exibido em Havard, Festival internacional de cinema de Rotterdam e Festival de Havana Ministrou a oficina O corpo negro LGBT no cinema contemporâneo na UFRJ (RJ, 2019), no Festival Negritudes Infinitas (CE, 2020) e no Festival No Seu Quadrado (DF, 2020). Representou o Brasil no documentário, Kreativ durch die Krise para a ZDF TV ( Alemanha, 2020 ), foi curador do Festival de documentário internacional Rastro (DF, 2020 e 2021), integrante do comitê de seleção Festival Mix Brasil (SP, 2020 e 2021) integrou o corpo curatorial do concurso de roteiros do Fade To Black Festival (RS, 2021) e curador do Festival Conexcine (DF, 2021). Finalista Prêmio ABRA de roteiro (2021) e coordenador do Queer Festival for Palestine (2021).Co dirigiu e Co roteirizou o curta-metragem Pirenopolynda ( lançamento 2023),Story Producer do Documentário Cartas Marcadas Warner Bros. Discovery/ Trip Filmes (2022) Co dirigiu e roteirizou o longa metragem docficção Rumo (Prêmio Zózimo Bulbul, Prêmio Especial do Júri e Melhor Longa Metragem do Júri Popular no 55° Festival de Brasília) (Melhor longa metragem pelo Júri Popular, Melhor Direção de arte e Menção honrosa do Júri técnico do 46º Festival Guarnice).Pesquisador de personagens do documentário Mães do Brasil 2 - Rede Globo/ Favela Filmes (2023), Assistente de roteiro da série Tunado - Adventures Studios/ Mercado Livre (2023), foi consultor de projetos para as produtoras Grifa Filmes, Cavala Filmes, Astronauta Pirata (2023), pesquisador de personagens para a produtora ClaraLuz Filmes (2023), foi curador da 6ª Mostra de Sesc Cinema e da seleção de curtas metragens /conselheiro do CineBrasilia. Roteirista da Série Helipa: um autorretrato para Grifa Filmes/ Paramount. Oficina de roteiro: Isabelle Campelo, 29 anos, formada em Comunicação Social, Cinema e Mídia Digitais pela Instituição de Ensino Superior de Brasília (IESB). Durante a graduação, desenvolvi o roteiro de dois curtas: Águas de Mangaratáias, inspirado em uma lenda amazônica do Boto Cor-de-Rosa, e Visagem, um documentário sobre minha autodeclaração indígena. Além disso, atuei como voluntária em projetos do TEDx no Distrito Federal e participei do TEDx Amazônia como ouvinte convidada. Tenho experiência em estágios na área de comunicação, incluindo na Escola do Ministério Público e na Advocacia-Geral da União. Sou apaixonada por projetos que integrem cultura e comunicação. Oficina de direção de arte: A Cajuína é um estúdio que atua em projetos autorais e comerciais nas áreas de design, direção de arte e audiovisual. Desde 2010 buscam protagonizar ou participar de projetos associados às causas que marcam suas vivências e desenvolvem pesquisas nas áreas de identidade de raça e gênero, ocupação da cidade, política e saúde mental. Assinaram a direção de arte e identidade visual de vídeos institucionais, videoclipes e dos curta-metragens "Das Raízes às Pontas" (2015), "O Menino Leão e A Menina Coruja" (2017) e "Me Farei Ouvir"(2022). O Estúdio é formado pelas brasilienses Bianca Novais – graduada em Design e mestra em Design, Informação e Interação, pela Universidade de Brasília – e Flora Egécia – graduada em Design e mestranda em Design, Espaço e Mediações pela mesma instituição. Oficina de direção de fotografia: Carol Matias é cineasta com experiência em documentários independentes e institucionais premiados nacional e internacionalmente. Mestre em Antropologia Social (2018) e graduada em Audiovisual (2013) pela UnB, lançou em 2020 “No Rastro das Cargueiras”, longa documentário com catadores de recicláveis e ciclistas no DF (Prêmio SESC de Cinema - Mostra Panorama, Prêmio Pierre Verger). Como diretora de fotografia, destacam-se os longas-metragens “A Câmara” de Cristiane Bernardes e Tiago Aragão (2023), “Rumo" (2022) de Bruno Victor e Marcus Azevedo, “Chão” (2019) de Camila Freitas e os curtas “Filhas de lavadeiras” (2019) de Edileuza Penha de Souza e "Entre Vãos" (2010) de Luísa Caetano. Por este último filme, recebeu o Prêmio de Melhor Fotografia de Curta-metragem da Mostra Competitiva digital do 43 Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2010), sendo uma das seis mulheres premiadas na categoria na história do competição nacional. Também tem experiência com produção cultural, mobilização social e curadoria para cinema. É produtora e fundadora da Meka Audiovisual, em Brasília, desde 2012. Oficina de som: Camila Machado é pesquisadora, professora, cineasta e diretora de som. Mestra em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em som pela Escuela de Cine y TV de San Antonio de los Baños (EICTV/Cuba), atua também como produtora executiva em filmes independentes. É sócia-diretora da produtora Trotoar, responsável por obras premiadas como Chão (2019), Cadê Edson? (2020) e Ressurgentes (2014). Criadora do projeto Sonário do Sertão, que recebeu o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (IPHAN), Camila desenvolve pesquisa e preservação do patrimônio sonoro do sertão da Bahia e de Pernambuco. Já lecionou em instituições como IFB, UnB e IDP, e atualmente integra o Conselho Consultivo da UnBTV. Mentoria de edição: Isabelle Araújo é graduada em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Trabalhou na edição dos filmes “Não existe almoço grátis”, “Palco de Luta”, “Agrofloresta no meio do caminho”, "Me Farei Ouvir", "Rumo", "Espuma dos Dias", "No Rastro das Cargueiras", "Flor do Moinho" e "Noroeste". É candomblecista, natural de Araripina, cidade localizada no agreste pernambucano. É graduada em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.