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PRONAC 252099Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação do espatáculo de Teatro musical - O que me rasga o peito

RAFAEL CERIGATO
Solicitado
R$ 226,3 mil
Aprovado
R$ 226,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MT
Município
Várzea Grande
Início
2025-05-05
Término
2026-02-08
Locais de realização (6)
Salvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalCuiabá Mato GrossoCampo Grande Mato Grosso do SulRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"O Que Me Rasga o Peito" é um espetáculo autoral que funde teatro físico, butoh e performance para investigar a desconstrução da masculinidade hegemônica e os corpos dissidentes. Através de um corpo que dança, sangra e se transfigura, a obra questiona violências simbólicas, identidades de gênero e a política do desejo, propondo uma experiência estética visceral e transformadora. Com direção e interpretação de Rafael Cerigato, o projeto inclui 10 apresentações presenciais, seguidas de oficinas gratuitas sobre arte e gênero, prioritariamente em periferias e espaços LGBTQIA+.

Sinopse

‘O Que me Rasga o Peito’ pode ser considerado um espetáculo cênico musical autobiográfico e apresenta canções consagradas da Música Popular Brasileira entrelaçadas por poemas, cenas e textos consagrados de teatro. No repertório, o artista canta músicas que marcaram a sua vida, traumas e momentos mais íntimos.

Objetivos

OBJETIVO GERALCriar um espaço de confronto e cura através da arte performática, utilizando o corpo como território de denúncia e libertação, para fomentar diálogos sobre dissidências de gênero, dor coletiva e resistência artística. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Artístico:-Desenvolver uma linguagem cênica híbrida, mesclando butoh, teatro gestual e performance activism.-Produzir um espetáculo imersivo que desafie as fronteiras entre público e performer. Social:-Realizar 5 oficinas gratuitas em comunidades periféricas, abordando corpo e identidade.-Oferecer 30% dos ingressos a preços populares ou gratuitos para coletivos LGBTQIA+. Cultural:-Documentar o processo em um webdocumentário (disponível gratuitamente).-Promover debates pós-espetáculo com artistas e ativistas.

Justificativa

Esse projeto merece ser aprovado por sua relevância artística, pois a obra se insere na cena contemporânea de teatro político brasileiro, dialogando com artistas como Renata Carvalho, Rodrigo Garcia e Lia Rodrigues, mas com uma linguagem única que tensiona o visceral e o sublime. Há uma urgência social, que num contexto de aumento da violência contra corpos LGBTQIA+ (especialmente pessoas trans e não-binárias), o projeto dá voz a dores silenciadas através da arte, transformando o palco em trincheira. Há ainda uma inovação estética: A fusão de performance com teatro pós-dramático cria uma experiência catalisadora, convidando o público a ressignificar suas próprias feridas. No âmbito da democratização cultural o projeto, com ações em espaços não convencionais (ex.: ocupações, centros comunitários), rompe com a elitização das artes cênicas. O projeto se adequa aos seguintes dispositivos legais que definem as diretrizes da política cultural pública: Inciso II"Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, memória e identidade nacional." A obra aborda questões universais (gênero, dor, liberdade) através de uma linguagem autoral e brasileira, contribuindo para a memória LGBTQIA+ no país.Inciso III"Priorizar o produto cultural que atenda às necessidades de formação e informação da população." Oficinas e debates pós-espetáculo capacitam jovens e artistas periféricos em técnicas de teatro físico e performance política.Inciso V"Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira."O projeto dá visibilidade a corpos dissidentes (LGBTQIA+, não-binários), grupos historicamente marginalizados. Em atendimendo aos objetivos do artigo 3º, o projeto cumpre os seguintes objetivos da Lei Rouanet: Art. 3º, I"Facilitar à população o acesso às fontes da cultura" com Sessões gratuitas/oficinas em comunidades e preços populares. Art. 3º, II"Estimular a produção e difusão de bens culturais" com a circulação nacional do espetáculo + documentário em acesso aberto. Art. 3º, III"Apoar os criadores e suas obras" com a remuneração justa à equipe (atores, técnicos, designers) e estrutura profissional. Art. 3º, V"Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural" com o registro em vídeo e fotografia para acervos públicos (ex.: Funarte, Itaú Cultural). Importante ressaltar o carater formador da proposta, oferecendo oficinas gratuitas nas comunidades e ainda a valorização dos grupos formadores, dando visibilidade aos corpos dissentes.

Especificação técnica

Para que as apresentações aconteçam é necessario que o público esteja próximo, não havendo possibilidade de exeucação em espaços onde isso não seja possivel. Na realização das oficinas, usaremos da tecnica de dança contemporanea da dança-teatro, para provocar o participante, afim que crie produtos artisticos, com base na sua memória.

Acessibilidade

1. ACESSIBILIDADE FÍSICAO projeto se compromete a garantir que todas as apresentações e atividades formativas sejam realizadas em espaços culturalmente acessíveis, incluindo: Locais com estrutura adequada para pessoas com mobilidade reduzida (rampas, banheiros adaptados, espaços para cadeirantes);Sinalização tátil e visual em todas as áreas de circulação;Assentos reservados para idosos, gestantes e pessoas com deficiência;2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPara que a obra dialogue com diversos públicos, incluindo pessoas com deficiências sensoriais e intelectuais, o projeto prevê: Audiodescrição em 30% das sessões, com fones de transmissão individual;Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as apresentações, com intérpretes capacitados em terminologia artística;A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), ratificada pelo Brasil, destaca que a acessibilidade comunicacional é um direito humano. Nosso projeto incorpora isso ao: Traduzir a linguagem não verbal da performance em recursos multisensoriais.

Democratização do acesso

O projeto "O Que Me Rasga o Peito" atende rigorosamente aos dispositivos da Lei nº 8.313/91, em especial: Art. 1º, III (priorização de bens culturais que atendam às necessidades de formação da população);Art. 3º, I (facilitação do acesso às fontes da cultura);Art. 3º, IV (valorização da diversidade cultural brasileira).Alinha-se ainda com as Diretrizes do Plano Nacional de Cultura (Lei 12.343/2010), em especial a Meta 12 ("ampliar em 50% a participação da população em atividades artístico-culturais"), essa democratização pode ser notada pelo oferecimento de ingressos gratuitos ou a valores populares a pessoas em situação de vulnerabilidade social e corpos dissidentes e ainda nas propostas de acessibilidade.

Ficha técnica

Rafael Cerigato atuara na direção geral do projeto, constranto equipes e artistas para a execução do projeto Artista: RAFAEL CERIGATO BANDA PIANO – KADMO ZAMBONI VIOLÃO – JOÃO REIS BAIXO – WANDO MARTINIANO BATERIA – MIGUEL OURIVES FICHA TÉCNICA Direção Geral e Artística – Robson Oliveira Direção Musical – Ligia Alves Figurino – Robson Oliveira e Débora Cometti Cenografia – Robson Oliveira e Natalia Ganzer Sonorização – Dudu Pessarini Iluminação – Robson Oliveira e Hiald Produção – Bruno Andrade Martins Foto – Thiago Almeida / Fred Gustav RAFAEL CERIGATO Formado em direção teatral pela Unemat, Cerigato soma mais de 20 anos dedicado ao ensino da arte em Cuiabá. Ator, cantor, bailarino, e professor coreografou e dirigiu espetáculos de teatro, dança e teatro musical como: "O Rei leão, o musical"; Godspell"; "Meu Caro Evan"; "... e o seu qual é?"; "IN-Comodos"; "Desafinar o Coro dos Contentes", Baile dos vampiros e “ O que me rasga o peito”. Atualmente faz a direção geral do curso de teatro musical ON Broadway. Diretor Pedagógico e Professor do Espaço Roda Arte e Expressão, ministra aulas de Ballet Clássico - Método Vaganova, Sapateado Americano, Dança Contemporânea e Teatro Musical. Realiza a Celebração do Dia Internacional da Dança, em parceria com o Movimento Vambora e a Assembleia Legislativa de Cuiabá, trazendo fomento e visibilidade para a dança do Mato Grosso e, ainda, oferecendo oportunidade e vivência cênica a bailarinos do estado todo. ROBSON OLIVEIRA Robson Oliveira, produtor cultural, cenógrafo e figurinista. Lançou o primeiro curso de Teatro Musical de Mato Grosso junto com Rafael Cerigado, em parceria com o Cine Teatro Cuiabá em 2011, de onde surgiu o On Broadway, primeiro grupo de Teatro Musical de Cuiabá. Atua como cenógrafo e produtor cultural desde 2005. Graduado em Tecnologia do Teatro (UNEMAT, 2021). Proprietário do Espaço Roda - Arte e Expressão e do espaço cultural Caixa Cênica Cuiabá. Como produtor cultural, trabalhou com importantes cias de dança do Estado, criador e produtor do "Criança Dança - Mostra de Dança Infantil do Estado de Mato Grosso", juntamente com Paula Naves, atua na articulação dos profissionais da dança como um dos membros criadores do Fórum da Dança de Mato Grosso. LIGIA ALVEZ Lígia Alves, natural de Cuiabá, Mato Grosso. Graduada em Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), especialista em Pedagogia Vocal, pelo método Full Voice®, Full Voice® Coach, desde 2021 e Mestranda em Estudos de Cultura Contemporânea, também pela UFMT. Atualmente estuda efeitos e distorções vocais com a voz, atuando como professora de canto e técnica vocal no Bateras Beats Cuiabá. Além de regente do grupo vocal masculino da mesma instituição; Diretora musical do grupo OnBroadway; Regente e arranjadora para coral. Trabalha com o coral dos Pré-I e Pré-II da escola Educandário espírita Maria de Nazaré.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.