Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 252110Autorizada a captação total dos recursosMecenato

NO BIXIGA TEM LEITURA

A HORA DA HISTORIA ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 303,1 mil
Aprovado
R$ 303,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Açoes de incentivo à leitura
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-07-01
Término
2028-07-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

NO BIXIGA TEM LEITURA é um projeto cultural da Cia A Hora da História, um grupo teatral de corpo estável que completa 24 anos em 2025, e que tem como objetivo oferecer gratuitamente, ao longo de 4 meses, ações de incentivo à leitura para frequentadores e moradores do Bixiga. Este projeto teve sua 1a edição em 2012, realizada através do PROAC n.07/2011; a 2a edição em 2022, através do "Edital de Apoio a Projetos Artísticos Culturais Descentralizados de Múltiplas Linguagens"; a 3a edição aconteceu em 2023, através do PROAC n.25/2022. E agora, propomos aqui uma nova edição.

Sinopse

No Bixiga tem Leitura é um evento cultural que tem como objetivo oferecer gratuitamente, ao longo de 16 domingos consecutivos, ações de incentivo à leitura para frequentadores e moradores do Bixiga. Acontecerá na rua de lazer Rua Maria José, no Bixiga/SP, que aos domingos fica fechada para circulação de carros, atraindo moradores do bairro e de outras regiões da cidade para ocupar o espaço com atividades de lazer. O projeto contará com sessões de contação de histórias, conversas com autores e ilustradores, disponibilização de acervo literário e mediação de leitura. Este projeto tem classificação etária livre e tem como público alvo famílias que moram no entorno do Bixiga, com um olhar especial às crianças, além de moradores e frequentadores do bairro. Teaser da 3a edição: https://www.youtube.com/watch?v=LYM0z_Ebabs Teaser de encerramento da 3a edição: https://www.youtube.com/watch?v=GHGOnawu1Hs

Objetivos

Objetivos gerais: - O incentivo à leitura; - A realização de 16 dias de evento cultural totalmente gratuitos ao longo de 4 meses; - Promover o contato com diferentes contadores de histórias, escritores e ilustradores; - Promover o acesso a livros; - A formação de público; - A oferta de ações culturais em espaço público e aberto; - Atender pessoas com deficiência visual; - Atender pessoas surdas. Objetivos específicos: Incentivo à leitura: 16 dias de evento cultural com mediação de leitura, bate-papo com autores e ilustradores, narrações de histórias e intervenções artísticas. Promover o contato com diferentes contadores de histórias e escritores: 20 atividades artísticas com a Cia A Hora da Histórias e diversos artistas convidados. Promover o acesso a livros: Banca de Livros com acervo de mais de 40 livros disponibilizados gratuitamente para livre leitura durante o horário do evento. Atender pessoas com deficiência visual: Inclusão de livros em braille no acervo do evento Atender pessoas surdas: 2 sessões de contação de histórias com interpretação de libras

Justificativa

O Bixiga é um bairro tradicional paulistano que carrega com seu nome a importância da cultura italiana e a tradição do samba paulista. Apesar de situado entre valorizadas regiões da cidade, o bairro concentra uma grande população de baixa renda espalhada pelos muitos cortiços ali situados (13 mil segundo informações da SEHAB), população esta fortemente composta por negros e migrantes nordestinos. O bairro teve em sua história uma presença artística bastante intensa e já foi tido em São Paulo como um importante ponto de referência no setor cultural. No entanto, com o passar dos anos, assim como toda a região central da cidade, o Bixiga sofreu uma triste degradação. Atualmente, a Sub-Prefeitura da Sé, a qual o bairro faz parte, é a segunda em número de adolescentes envolvidos em algum ato infracional e possui o maior número de roubos da cidade (Infocrim/SSP). A região do Bixiga possui um forte cenário de risco e vulnerabilidade social, principalmente relacionada ao tráfico de drogas. E finalmente, o Bixiga possui hoje pouquíssima oferta de opções culturais gratuitas. Diante desta realidade, qualquer tipo de oferta cultural se faz urgente nesta região, e é dentro deste contexto que o projeto No Bixiga tem Leitura foi pensado. Oportunizar à comunidade residente na região o acesso fácil e continuado a um material literário de qualidade, oferecer apresentações de contação de histórias e encontro com autores de reconhecido mérito e vasta experiência, somado a figura de um mediador de leitura que facilita o contato com o livro, favorece a criação de um espaço de encontro, de troca de experiências, de incentivo à leitura, e consequentemente estabelece uma opção artístico-cultural para esta comunidade. Para além, levar ao público do Bixiga a cada semana o contato com diferentes artistas torna esta experiência ainda mais rica, uma vez que traz diferentes olhares, vivências, novas maneiras de narrar, pontos de vista particulares de cada um dos artistas, curiosidades sobre o processo criativo da escrita dos autores e ilustradores, sobre as histórias, novos enredos e autores, e tudo isso dentro de um variado repertório. O compromisso desta atividade é com o livro, que, depois de narrado, será disponibilizado ao final de cada apresentação, possibilitando aos ouvintes conhecer um pouco mais do autor, das ilustrações, bem como do texto original. Por esta ser uma proposta que já teve outras edições, trazemos aqui alguns desdobramentos e experiências conquistadas nas edições anteriores. Pontualmente da 3a edição, ficou evidente a transformação que ações como esta causam nos territórios onde acontecem. Conseguimos atingir as famílias moradoras do bairro, e criamos vínculos com o território. Percebemos, semana a semana, a expectativa que o público criou com o evento, mas principalmente com o material literário e também, como as ações continuadas estimularam a formação de público. Ao nos despedirmos, no último dia do evento, a pergunta geral foi: - Quando voltarão?

Especificação técnica

Realização de 16 domingos de atividades artísticas e literárias totalmente gratuitas e abertas a toda a população da cidade de São Paulo, promovendo acessibilidade a bens culturais e a parcelas menos assistidas da população. Sendo: - 20 atividades artísticas entre sessões de contação de histórias, intervenções artísticas, e encontros com autores e/ou ilustradores;- 64 horas de mediação de leitura;- disponibilização de mais de 40 livros para livre leitura;- 4 meses de atividades continuadas;- participação direta de pelo menos 20 profissionais do setor cultural entre produtores, contadores e contadoras de histórias, cenógrafa e auxiliares técnicos, escritores, ilustradores, mediadoras de leitura, intérpretes de libras, produtores, fotógrafos e videomaker, além de profissionais da área de comunicação.

Acessibilidade

● Inclusão de livros em Braille no acervo, a fim de promover acessibilidade a pessoas cegas. ● Como medida de acessibilidade à surdos, está previsto atuação de intérprete de libras em 2 dias de eventos.

Democratização do acesso

Ao ofertar ações culturais gratuitas em espaço público e de livre circulação, promovemos o acesso universal, sem distinção de idade ou classe social, atendendo diferentes perfis de público.

Ficha técnica

Camila Assis Pereira - CPF: 287.093.348-74 - Função: Coordenação geral do projeto e atrizMagê Blanques (Maria Eugênia Blanques de Gusmão) / CPF: 215.282.218-85 / mediadora de leituraLuciana de Lima Gabriel / CPF: 225.709.038-17 / mediadora de leitura Marcia Adriana Rocha - CPF: 196.514.798-41 - Função: Produção Executiva Natália Grisi - CPF: 269.701.498-54 - Função: Coordenação geral do projeto e atrizWilson Mandri - CPF: 311.088.288-41 - Função: Produtor Magê Blanques / Mediadora de leitura Atriz, arte-educadora, diretora, figurinista e arte-educadora. Bacharel em Artes Cênicas pela ECA/USP (2002). Co-fundadora do Coletivo Foca (2018), direcionado a projetos de arte-educação para primeira infância. Trabalhou como mediadora de leitura nas 3 edições do projeto NO BIXIGA TEM LEITURA da Cia A Hora da História. Em arte-educação, trabalhou nos projetos Vocacional, PIA e Fábricas de Cultura. Co-fundadora do Coletivo Território B (2011) produzindo os espetáculos “Proibido Crianças” (dir. coletiva), “Vozes para Desmoronar Paisagens” e “Banalidade”, dir. de Rafaela Carneiro e das interv. Teto de Areia e Território de Linhas. Participa como atriz, diretora e figurinista do Núcleo Girândola desde 2008, onde dirigiu “Miragem’ e atua em “Melancia e Coco Verde” e “Comigo meu Umbigo”. Atuou em “Alembrar”, dir. de Rebeca Braia e “O Triângulo - Elogioamoral”, dir. de Esio Magalhães. Dirigiu a peça “Arapucaia”. Orientou o grupo Lumiére d'Arte em Kpalimé – Togo (África) em 2006, e coordenou o processo da Cia Defenestra na montagem “Estudos sobre Liberdade Liberdade”. Estudou na Itália no Stage Internazzionale di Commedia dell'Arte, com Antonio Fava e Teatro di Strada com Hippocampo Teatro. Fez treinamentos na linguagem palhaço com Caio Marinho, Esparrama Teatro e Bete Dorgan. Estudou diversas linguagens de dança, como ballet, dança afro, entre outras. Como figurinista, realizou figurinos para Arte Negus, Tia Tralha, Cia Conto em Cantos, Cia Cantando Contos, A Próxima Cia, e para o curta-metragens, entre outros. Luciana Gabriel / Mediadora de leitura É atriz, artista-professora, produtora e pesquisadora teatral. Integra o núcleo artístico da Cia. Madeirite Rosa desde outubro de 2021, participando do processo de criação e atuando na peça PRO MUNDO VIRAR, e atuando na peça A LUTA. É mestre em Teoria e Prática de Teatro pela USP e bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp. Atualmente cursa licenciatura em Artes pela UNIFAVENI. Compõe o corpo docente da Escola Municipal de Iniciação Artística (EMIA/Jabaquara) desde fevereiro de 2017. Em 2019, foi membro da Comissão Avaliadora do Edital de Chamamento para Credenciamento de Artistas do Programa de Iniciação Artística (Piá), programa onde atuou em 2014 como artista-educadora. Fez parte da Brava Companhia entre 2008 e 2018, atuando nos seguintes espetáculos do grupo: O Errante (2009-2017), Este lado para cima – isto não é um espetáculo (2010-2018), Corinthians meu amor – uma homenagem ao Teatro Popular União e Olho Vivo (2011-2017), O Coro dos Ratos – Cortejo Cênico Musical (2015-2017). Participou como atriz do processo e temporada dos espetáculos: Rastro Vermelho, da Cia Estudo de Cena (2019), O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado, da Cia São Jorge de Variedades (2007) e Pulando Muros, do Grupo XPTO (2005). Atuou na peça Os Possessos, com direção de Antônio Abujamra no Centro de Aperfeiçoamento Teatral da Funarte (2008). Foi assistente de direção da peça O Que Não Fazer – Investigando a mercadoria no incrível mundo da democracia, do Núcleo Vermelho (2015). Em 2022 e 2023 compôs a equipe de arte-educadores dos coletivos FOCA e Conto em cantos -, nos espaços de brincar, respectivamente do Sesc Consolação e Pompéia. Além de ministrar oficinas voltadas para crianças no Sesc Registro e Mogi das Cruzes pelo coletivo FOCA. Fez também mediação de leitura no projeto No Bixiga tem leitura, com a Cia A Hora da História. Camila Cassis / Coordenação geral e Atriz Bacharel em Artes Cênicas - ECA/USP. Atriz, contadora de histórias e musicista. Co-fundadora da cia A Hora da História. Na área musical, estudou violão, piano, flauta doce, acordeon e canto, e desde que a Cia A Hora da História foi fundada em 2001, é responsável pela composição e direção musical de seus projetos. Principais trabalhos realizados: atriz, compositora e diretora musical de A Menina da Lagoa, espetáculo da cias A Hora da História e Conto em Cantos contemplado pelo 4० Prêmio Zé Renato de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo; atriz, produtora e compositora em Escondeonde, com direção de Jackie Obrigon e texto de Marcelo Romagnoli (2015); produtora, atriz, compositora e diretora musical de Brasilidades, espetáculo narrativo-musical da cia A Hora da História (2014); co-autora, atriz, compositora e diretora musical de Por um Fio, da Cia A Hora da História em parceria com a Conto em Cantos (2012); co-produtora, atriz, compositora e diretora musical em Tic Tac, texto de Mauricio de Barros e direção de Jacqueline Obrigon (2010); atriz em Nos Embalos da Jovem Guarda, espetáculo musical com texto e direção de Marllos Silva (2007); atriz em Leminski, Limão e Gelo, espetáculo musical inspirado na vida e obra de Paulo Leminski, com direção de Fábio Pinheiro (2007); atriz em O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, adaptação e direção de Vladimir Capella (2005/2004). Natália Grisi / Coordenação geral e Atriz Bacharel em Artes Cênicas pela ECA/USP. É atriz, diretora teatral, contadora de histórias e dramaturga. Co-fundadora da cia A Hora da História, na qual atua como artista criadora em todas as atividades, alternando também as seguintes funções - atriz, narradora de histórias, dramaturga, diretora cênica, performer e produtora. Fundadora do Núcleo Girândola (2012), onde atua como intérprete, diretora, dramaturga e produtora executiva. Escreveu e dirigiu o espetáculo infantil Melancia e Coco Verde (2009), indicado ao prêmio FEMSA 2009 na categoria "Revelação - Texto e direção"; com "Aurora e o pé de vento" - dramaturgia infantojuvenil - foi contemplada pelo EDITAL 03/2020 - PEÇAS EM PROCESSO / Dramaturgias do tempo / TUSP. Trabalhos como atriz: Miragem, do Núcleo Girândola; A menina da Lagoa, espetáculo da Cias A Hora da História e Conto em Cantos contemplado pelo 4० Prêmio Zé Renato de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo; Brasilidades, espetáculo narrativo-musical da cia A Hora da História (2014); Por um Fio, parceria da cia A Hora da História e cia Conto em Cantos (2012); Tic Tac, de Mauricio de Barros e direção de Jackie Obrigon (2010); Santa Joana do Matadouros, de Bertold Brecht, direção de José Renato (2010); atriz em Alembrar, com Forte Casa Teatro e direção de Rebeca Braia (2007-2009). MARCIA ROCHA / Produtora Executiva Produtora executiva da Cia A Hora da História desde 2010. Experiência em produção executiva de projetos contemplados por leis de incentivo municipais e estaduais, e também prêmios como PROAC Expresso, Zé Renato, entre outros. Assistente de produção do Núcleo Girândola desde 2014.De forma pontual, trabalha em áreas correlatas à produção com diversos coletivos artísticos da cidade de São Paulo, atuando em projetos de diferentes linguagens, contemplados por prêmios de produção e circulação. Atuou como produtora de figurino no programa “Axé Se liga Brasil”, exibido pela TV Bandeirantes (1996). Na JZ TV e Cinema (1996 a 1998) formatou projetos para Leis Federais, Estaduais e Municipais de Incentivo a Cultura e na pré-produção de longa metragem. Produtora na Allegro Produções Artística (1999 a 2004), com espetáculos infantis realizados em escolas, hospitais e locais públicos por todo Brasil. Produziu eventos artísticos em Portugal entre 2005 e 2006.. Wilson Mandri / Produtor É multiartista e desenvolve tanto trabalhos em fotografia e audiovisual como artes cênicas, além de trabalhos híbridos de diferentes linguagens artísticas. Técnico em teatro pela Escola Macunaíma (2006), Graduado em Filosofia - Universidade Cruzeiro do Sul (2022); Dublador pelo Estúdio Belas Artes (2008) e autodidata em fotografia e vídeo. É também arte-educador, tendo ministrado aulas no programa Piá da SMC/SP (2022), em escolas estaduais de Caieiras/SP e no Ponto de Cultura - CPC/UMES (2009-12), além de criar e ministrar oficinas criativas para crianças e jovens em eventos culturais diversos. Responsável pelos registros fotográficos dos projetos No Bixiga tem Leitura - 2a edição (2022) e no Bixiga tem Leitura - 3a edição (2023), ambos da da Cia A Hora da História. Trabalhos em audiovisual: "Leitura na Escola" da Secretaria de Educação / FDE / Fundação Vanzolini; “São Paulo – Cidade Aberta” longa metragem com direção de Caio Plessmann (2009); Teatro Rá-Tim-Bum TV Cultura, com direção Bete Rodrigues; campanhas publicitárias diversas e trabalhos audiovisuais de vídeos internos. Foi contemplado pelo PROAC 39/2021 para realização de vídeo-aula sobre técnicas de animação. Desde 2016 integra a equipe de arte-educadores do Anima Mundi, onde ministra oficinas de diversas técnicas de animação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.