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PRONAC 252116Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Ecos da Amazônia

ACADEMIA PARAENSE DE MUSICA
Solicitado
R$ 185,4 mil
Aprovado
R$ 202,5 mil
Captado
R$ 185,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

91.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-04-30
Término
2026-05-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto Ecos da Amazônia consiste na criação da Orquestra Amazônica de Jovens (OAJ), reunindo 60 músicos do Brasil e da Guiana Francesa para uma experiência de formação orquestral e intercâmbio cultural. A iniciativa inclui ensaios, masterclasses e três concertos gratuitos, valorizando a criação musical amazônica e promovendo a cooperação artística transfronteiriça.

Sinopse

O projeto Ecos da Amazônia apresenta uma série de atividades culturais e educativas, com ênfase na criação e apresentação de uma Orquestra Amazônica de Jovens (OAJ), composta por 60 jovens músicos da Guiana Francesa e do Brasil. O projeto terá como produtos principais os seguintes: Concertos da Orquestra Amazônica de Jovens (OAJ) A OAJ será formada por jovens músicos de instituições renomadas da Guiana Francesa e do Brasil (Pará). Os músicos participarão de ensaios conjuntos, workshops e masterclasses, culminando em 4 concertos: concertos no Theatro da Paz, em Belém, Brasil (3 e 4 de dezembro de 2025). Concertos em Caiena, Guiana Francesa (28 e 29/01/2026), Estes concertos serão abertos ao público e gratuitos, promovendo a troca cultural e a valorização da música amazônica, com destaque para obras compostas por artistas locais (brasileiros e franceses) e a inclusão de instrumentos nativos amazônicos. A classificação indicativa etária dos concertos é livre, permitindo o acesso ao público de todas as idades. Workshops e Masterclasses Ensaios Abertos ao Público Para garantir a democratização do acesso e a inclusão, o projeto oferecerá ensaios abertos ao público, com a possibilidade de interação entre os músicos e a comunidade. Estudantes e músicos locais também terão a oportunidade de participar desses ensaios, ampliando o alcance do projeto e a troca de conhecimentos. Cada um desses produtos reflete o objetivo do projeto de promover a integração transfronteiriça, a valorização da música amazônica e a formação de uma nova geração de músicos que possam representar a diversidade cultural da região.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a integração cultural e a formação orquestral de excelência para jovens músicos do Brasil e da Guiana Francesa, valorizando o patrimônio musical amazônico e fortalecendo a cooperação artística transfronteiriça. Objetivos Específicos Criar a Orquestra Amazônica de Jovens (OAJ), com 60 músicos, - realizar ensaios e masterclasses - Executar 03 concertos gratuitos em Caiena e Belém, beneficiando diretamente mais de 3.000 pessoas. - Encomendar e apresentar novas obras de compositores amazônicos, incluindo instrumentos nativos, fomentando a produção musical local e promovendo o intercâmbio entre instituições musicais do Brasil e da Guiana Francesa.

Justificativa

O projeto Ecos da Amazônia busca financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura devido ao seu impacto na formação de jovens músicos e na valorização do patrimônio cultural amazônico. Ele se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que preveem o fomento à produção e difusão da cultura nacional, bem como o estímulo à criatividade artística em suas diversas manifestações. Além disso, o projeto contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da mesma lei, em especial: Inciso I _ Fomentar e incentivar a produção cultural e artística.Inciso II _ Proteger e promover o patrimônio cultural brasileiro.Inciso III _ Garantir a democratização do acesso aos bens culturais, por meio de concertos gratuitos e atividades abertas ao público.Inciso VI _ Estimular a formação artística e cultural, oferecendo workshops e masterclasses para jovens músicos. Dada a natureza transfronteiriça e o caráter formativo do projeto, o incentivo fiscal é essencial para viabilizar a estruturação da Orquestra Amazônica de Jovens, a realização dos ensaios, a criação de novas obras musicais e a democratização do acesso à cultura por meio de apresentações gratuitas, ampliando o impacto cultural e social da iniciativa.

Especificação técnica

Especificações técnicas do projeto Insira detalhamento técnico de todos os produtos: paginação, duração, material, projeto pedagógico. Concertos da Orquestra Amazônica de Jovens (OAJ) Duração: Cada concerto terá uma duração aproximada de 90 minutos, com intervalo de 15 a 20 minutos, conforme o repertório e a estrutura do evento. Material: Orquestração: A orquestra será composta por 60 músicos, com instrumentos clássicos (violino, piano, trompete, etc.) e a inclusão de instrumentos nativos amazônicos (como o maracá e o pandeiro). A escolha do repertório incluirá composições de autores amazônicos, brasileiros e europeus, assim como novas obras encomendadas especificamente para o projeto.Espaço: O concerto em Caiena será realizado no auditório Antoine-Edouard, e os concertos em Belém serão realizados no Theatro da Paz, um dos maiores e mais renomados teatros do Brasil, com capacidade para mais de 1.100 pessoas. Projeto Pedagógico: O projeto da Orquestra Amazônica de Jovens é um projeto artístico, mas também pedagógico, pois a orquestra será composta de alunos das diferentes instituições parceiras. O projeto visa também o desenvolvimento artístico dos músicos. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos, com ênfase na inclusão de jovens, estudantes e crianças. Workshops e Masterclasses Duração: Cada workshop e masterclass terá a duração de 2 a 3 horas, dependendo da agenda e das necessidades pedagógicas.Serão realizados 4 workshops principais (com 2 sessões de trabalho por mestre convidado), totalizando 8 sessões de aproximadamente 3 horas cada. Material: Instrutores: Artistas renomados como o maestro Victor Jacob (Orquestra Juvenil da Ópera Nacional de Paris), o violoncelista Cyril Lacrouts e o maestro Miguel Campos Neto (Theatro da Paz), ambos com uma vasta experiência internacional e foco no ensino de jovens músicos.Conteúdo: Cada workshop abordará técnicas específicas de performance, interpretação e trabalho em orquestra, com ênfase na música clássica e na integração de novos repertórios amazônicos.Recursos Pedagógicos: Uso de partituras específicas para o repertório da orquestra, gravações de ensaios e apresentações anteriores, e discussões sobre as abordagens de composição e performance de obras contemporâneas e tradicionais. Ensaios Abertos ao Público Duração: Cada ensaio terá uma duração de 3 a 4 horas, com intervalos programados. Durante os ensaios, o público poderá observar o processo de montagem do concerto, com a possibilidade de interação com os músicos e a equipe pedagógica. Material: Espaço: Ensaios realizados em locais abertos ao público, incluindo auditórios do conservatório e teatros em Belém e Caiena.Recursos Audiovisuais: Para os ensaios abertos, serão utilizados sistemas de projeção e amplificação sonora para garantir que o público possa acompanhar claramente os detalhes da orquestração e das instruções do maestro. Projeto Pedagógico: O objetivo dos ensaios abertos é proporcionar ao público uma visão do processo criativo e educacional da orquestra, com a oportunidade de interagir diretamente com os músicos e instrutores.Para os músicos locais e estudantes de música, será promovido um aprendizado prático, com possibilidade de acompanhamento e participação nos ensaio

Acessibilidade

Para garantir que o projeto Ecos da Amazônia atenda às expectativas de acessibilidade e possibilite a inclusão de públicos diversos, serão adotadas as seguintes medidas: Acessibilidade Física Realização dos concertos em espaços acessíveis, como o Theatro da Paz e o auditório Antoine-Edouard, que possuem rampas, banheiros adaptados e assentos reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Organização de transporte para jovens músicos de comunidades periféricas, ampliando o acesso à programação do projeto. Sinalização tátil e piso podotátil nos espaços dos ensaios e concertos para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade de Conteúdo Disponibilização de intérprete de Libras durante os concertos e atividades abertas ao público.Audiodescrição das apresentações para pessoas com deficiência visual, permitindo a compreensão das performances musicais.Produção de materiais informativos acessíveis, incluindo programas de concerto em Braille e em formato digital compatível com leitores de tela.Legendas descritivas em vídeos e conteúdos audiovisuais produzidos para divulgação do projeto.Visitas sensoriais guiadas para pessoas com deficiência visual, permitindo a interação com os instrumentos e a ambientação prévia do espaço dos concertos. Essas iniciativas garantirão que o Ecos da Amazônia seja uma experiência verdadeiramente inclusiva, reforçando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura.

Democratização do acesso

O projeto Ecos da Amazônia prioriza a acessibilidade cultural por meio da gratuidade dos concertos e da realização de atividades formativas abertas ao público. As principais medidas para garantir a ampla participação da sociedade são: Concertos gratuitos: As três apresentações da Orquestra Amazônica de Jovens (OAJ) serão inteiramente gratuitas – um em Caiena e dois no Theatro da Paz, em Belém –, democratizando o acesso à música sinfônica.Ensaios abertos: Parte dos ensaios será aberta ao público, permitindo que estudantes de música e a comunidade em geral acompanhem o processo artístico e pedagógico.Transporte para jovens de áreas periféricas: Viabilização de transporte para estudantes de música de comunidades periféricas e regiões de difícil acesso, ampliando os beneficiários do projeto.Workshops e masterclasses gratuitas: Jovens músicos de outras instituições terão a oportunidade de participar de atividades formativas com artistas de renome internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimento.Registro audiovisual: O projeto prevê a produção de vídeos e conteúdos educativos sobre a experiência da OAJ, que serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais para difusão e sensibilização cultural. Essas iniciativas garantem que o Ecos da Amazônia tenha um impacto significativo e duradouro, atingindo um público diverso e promovendo a inclusão social por meio da música.

Ficha técnica

Atividade do Dirigente / Instituição Proponente O projeto Ecos da Amazônia será liderado pelo Conservatório de Música, Dança e Teatro da Guiana Francesa (CMDT), que atuará como a instituição proponente, com o apoio de outros parceiros institucionais como o Conservatório Walkiria Lima, a Fundação Carlos Gomes, a Escola de Música da Universidade Federal do Pará, e a Academia da Ópera Nacional de Paris. Atividades do dirigente do CMDT: Coordenação geral do projeto: Responsável por articular as parcerias internacionais, supervisão da execução das etapas do projeto e garantir o cumprimento dos cronogramas estabelecidos.Gestão administrativa e financeira: O dirigente será responsável pela supervisão da gestão orçamentária, garantindo a transparência e a prestação de contas junto aos patrocinadores e à Lei Rouanet.Curadoria artística: Acompanhamento da seleção de compositores, maestros e músicos participantes do projeto, bem como a definição do repertório a ser executado.Implementação das ações de acessibilidade: Garantir que todas as atividades de democratização do acesso, como ensaios abertos e workshops, sejam cumpridas conforme planejado.Representação institucional: O dirigente também será responsável por representar o projeto junto aos órgãos públicos e parceiros internacionais, garantindo a visibilidade e o alinhamento com as políticas culturais. Currículo Resumido dos Principais Participantes Victor Jacob (Maestro) Maestro da Orquestra Juvenil da Ópera Nacional de Paris e responsável pelas sessões de workshops e condução dos ensaios com os jovens músicos. Possui vasta experiência no cenário internacional e é reconhecido por sua habilidade em trabalhar com jovens músicos em diversas partes do mundo. Cyril Lacrouts (Violoncelo) Violoncelista solo da Orquestra da Ópera Nacional de Paris, um dos artistas convidados para os workshops e sessões de ensaio. Lacrouts possui uma carreira internacional consolidada, tendo se apresentado em diversos teatros e festivais renomados. Ele trará sua expertise técnica para o desenvolvimento dos músicos participantes. Representante da Fundação Carlos Gomes O diretor da Fundação Carlos Gomes será responsável pela articulação com os músicos da instituição e pela supervisão das atividades na região do Pará. A Fundação é reconhecida nacionalmente pelo seu trabalho de preservação e fomento da música clássica regional. Representante da Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA) O responsável pela UFPA participará na organização de atividades pedagógicas e na formação dos jovens músicos que irão integrar a orquestra. A escola é uma referência no Pará, com uma forte atuação na formação de músicos e na promoção da pesquisa musical. Esses profissionais e instituições têm uma sólida formação e experiência na área cultural e educacional, garantindo o sucesso do projeto Ecos da Amazônia e seu impacto positivo nas comunidades envolvidas.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.