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A proposta da Cia. Os Palhaços de Rua consiste na circulação nacional do espetáculo teatral Vikings e o Reino Saqueado pelos Centros Culturais Banco do Brasil (CCBBs) de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador em 2026. O projeto contempla 25 apresentações abertas ao público, ações de acessibilidade (como tradução em Libras e audiodescrição), mediação cultural com escolas públicas e oficinas formativas. A montagem, voltada para todas as idades, mistura humor, teatro físico e crítica social, promovendo uma experiência artística inclusiva, popular e de qualidade. A proposta busca democratizar o acesso à cultura, fortalecer a visibilidade da produção teatral paranaense e ampliar o diálogo com diferentes públicos em cinco capitais brasileiras, promovendo o intercâmbio cultural e o fortalecimento da cidadania por meio das artes cênicas.
Sinopse Os palhaços Batata Doce e Turino, agora imersos na cultura nórdica, se apresentam como atrapalhados guerreiros vikings voltando a seu reino após terem realizado grandes viagens e desastrosas batalhas pelo mundo. Porém ao chegarem, se deparam com sua rainha destituída e o trono tomado por duques. O desafio dos palhaços-vikings é retirar os duques do poder e devolvê-lo para o povo. Para isso, vão se utilizar de suas ferramentas construindo um espetáculo de teatro e circo junto ao público. Vikings e o Reino Saqueado narra, com humor e irreverência, a saga de uma dupla de palhaços-vikings atrapalhados que, voltando a seu reino após terem realizado grandes viagens e desastrosas batalhas pelo mundo se deparam com sua rainha destituída e o trono tomado por duques. O desafio dos palhaços-vikings é retirar os duques do poder e devolvê-lo para o povo. Para isso, vão se utilizar de suas ferramentas construindo um espetáculo de teatro e circo de junto ao público. É uma epopeia burlesca que transforma o mito da conquista em farsa e faz do riso uma arma contra a opressão. Concepção Cênica A concepção cênica parte de uma estética popular, híbrida e itinerante. A cenografia é composta por elementos portáteis e multifuncionais (caixote, cortina, estandarte e instrumentos musicais), que se transformam ao longo da peça para compor barcos, tronos e muralhas. O figurino remete ao universo viking, mas com referências carnavalescas e caricaturais, mesclando couro sintético, malhas metálicas falsas e adereços exagerados, explorando o grotesco em diálogo com a estética circense contemporânea. A trilha sonora é executada ao vivo com instrumentos de sopro, percussão e efeitos vocais, valorizando a atmosfera épico-cômica da narrativa. A direção opta por manter o espetáculo em semicírculo, aproveitando o espaço público como arena, com ênfase na improvisação, escuta ativa com o público e comicidade física. A iluminação é natural (em apresentações diurnas), com suporte de refletores móveis para sessões noturnas. Análise Crítica O espetáculo Vikings e o Reino Saqueado integrou o Circuito SESC Palco Giratório 2023, com apresentações realizadas em todas as regiões do Brasil. Com um histórico ainda em atividade, a peça já soma mais de 150 exibições. Ao longo de doze anos de trajetória, os atores-pesquisadores Adriano Gouvella e Lucas Turino trocaram experiências com diversos grupos de teatro e circo do país. Foi nesse percurso que sentiram a necessidade de renovar o trabalho que vinham desenvolvendo como palhaços. A inquietação artística os levou a unir elementos do circo, do teatro de rua e da palhaçaria à figura mítica dos vikings, numa tentativa ousada de criar algo original e provocador. Inspirados pelas pesquisas sobre a cultura nórdica — com base nas obras do mitologista Joseph Campbell e nos quadrinhos Hagar: O Horrível, de Dik Browne — os artistas conectaram esses universos ao contexto brasileiro contemporâneo (2013 a 2017). Para isso, recorreram ao pensamento do sociólogo Jessé Souza, especialmente ao livro A Elite do Atraso, que serviu de alicerce para a construção dramatúrgica do espetáculo. Por meio do lúdico, do jogo e da brincadeira, dois palhaços são transportados para um reino distante. Ao chegarem, encontram sua rainha deposta e o trono usurpado por duques. Cabe então aos palhaços-vikings a missão de restaurar o trono e devolvê-lo ao povo. Sob o pano de fundo simbólico do universo viking, o espetáculo propõe uma reflexão crítica sobre as relações humanas e os problemas sociais e culturais do Brasil. Ao estabelecer um diálogo com a realidade nacional, a peça convida o público à emancipação do pensamento — provocando a desconstrução de ideias e o questionamento sobre o cotidiano, os próprios papéis sociais e o lugar de cada um no mundo.
Objetivo Geral Promover a circulação nacional do espetáculo Vikings e o Reino Saqueado, da Cia. Os Palhaços de Rua, pelos Centros Culturais Banco do Brasil (CCBBs) de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador em 2026, por meio de apresentações teatrais gratuitas, ações formativas e acessíveis, com foco na democratização do acesso à cultura, na valorização do teatro popular brasileiro, na inclusão de públicos diversos e na promoção do intercâmbio cultural entre diferentes regiões do país. Objetivos Específicos Realizar 25 apresentações presenciais do espetáculo Vikings e o Reino Saqueado em cinco cidades brasileiras (cinco sessões em cada CCBB), com entrada franca, ampliando o acesso da população a bens culturais de qualidade e originalidade. Fortalecer a visibilidade da produção teatral paranaense no circuito nacional, levando uma obra cênica criada no interior do Paraná a importantes centros culturais do país, contribuindo para a descentralização da produção artística brasileira e para a valorização das artes cênicas fora dos grandes eixos. Oferecer oficinas e ações formativas em cada cidade da circulação, priorizando a participação de estudantes, artistas locais, educadores e integrantes de comunidades periféricas, com foco no teatro, no circo, na comicidade física e nas linguagens híbridas utilizadas pela companhia. Garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência nas apresentações e atividades formativas, por meio de recursos como intérprete de Libras, audiodescrição, materiais de comunicação acessíveis e mediação cultural inclusiva, promovendo a participação plena e equitativa de todos os públicos Estabelecer parcerias com escolas públicas, ONGs, coletivos culturais e instituições locais, com o objetivo de facilitar o acesso de públicos historicamente excluídos da fruição cultural, estimulando o envolvimento da comunidade com a programação dos CCBBs e fortalecendo o vínculo entre arte e cidadania. Estimular a formação de plateias críticas e conscientes, por meio de mediações culturais, rodas de conversa e materiais pedagógicos sobre os temas do espetáculo, como ganância, poder, cooperação e justiça social, promovendo o pensamento crítico e o diálogo entre o teatro e a realidade contemporânea. Valorizar o teatro como ferramenta de transformação social e de promoção da diversidade, levando ao público um espetáculo que mistura comédia, crítica social e referências da cultura pop, provocando reflexões sobre desigualdade, ética e coletividade por meio da linguagem acessível do teatro e do circo por meio da figura do palhaço. Documentar e registrar todas as etapas da circulação, desde as apresentações e oficinas até os bastidores e interações com o público, com o objetivo de produzir um relatório audiovisual e textual que sirva de memória do projeto, de instrumento de avaliação e de inspiração para outras ações culturais similares. Ampliar a inserção da Cia. Os Palhaços de Rua no cenário nacional, promovendo intercâmbios com artistas, produtores e instituições das cidades visitadas, fortalecendo redes de colaboração e contribuindo para a sustentabilidade da companhia no médio e longo prazo. Contribuir com a formação continuada da equipe artística e técnica da companhia, ao colocá-la em contato com diferentes públicos, realidades socioculturais e desafios de produção, promovendo o aperfeiçoamento profissional e o amadurecimento artístico por meio da prática e do diálogo intercultural. Gerar impacto social positivo nos territórios visitados, promovendo experiências culturais significativas, incentivando o senso de pertencimento e de participação cidadã, e reafirmando o direito de todos ao acesso à arte e à cultura como instrumentos de dignidade e transformação. Utilizar estratégias de comunicação acessível, inclusiva e ampla, com foco nas redes sociais, mídia local e canais institucionais dos CCBBs, para divulgar o projeto, atrair públicos diversos e garantir que as informações sobre as apresentações e oficinas cheguem aos diferentes segmentos da sociedade. Apoiar políticas públicas de cultura e inclusão, demonstrando, por meio da execução do projeto, a importância do investimento continuado em circulação, acessibilidade, formação de público e descentralização cultural, em consonância com os princípios da cidadania cultural. Contribuir com a sustentabilidade ambiental do projeto, adotando práticas responsáveis como redução de resíduos, reaproveitamento de materiais cênicos, uso consciente de recursos e incentivo ao transporte coletivo sempre que possível, alinhando arte e responsabilidade socioambiental. Estimular a continuidade de projetos culturais com base em resultados mensuráveis, utilizando indicadores qualitativos e quantitativos para avaliar o impacto do projeto (número de espectadores, participantes das oficinas, acessibilidade, parcerias locais, etc.), promovendo transparência, responsabilidade e eficiência na gestão cultural.
O projeto Vikings e o Reino Saqueado, da Cia. Os Palhaços de Rua, surge como uma proposta artística robusta, inclusiva e itinerante, voltada à circulação nacional de um espetáculo de teatro de rua com forte apelo popular e elementos contemporâneos de crítica social, tendo como eixo o humor e a ludicidade. Com previsão de apresentações em cinco capitais brasileiras — Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador — o projeto contempla não apenas as apresentações teatrais, mas também ações formativas e pedagógicas que integram públicos diversos, com ênfase na acessibilidade, no diálogo comunitário e na formação de plateias. A justificativa para a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), está diretamente relacionada à abrangência territorial da proposta, à complexidade logística e à necessidade de garantir um padrão técnico e artístico de excelência. Projetos com essa natureza e capilaridade dificilmente conseguem sua viabilização apenas com recursos próprios ou de editais locais, o que torna o incentivo fiscal uma ferramenta estratégica para democratizar o acesso e possibilitar a realização de ações culturais de grande impacto. A captação via renúncia fiscal proporciona meios adequados para a execução integral do projeto, com remuneração digna aos artistas, contratação de serviços técnicos e produção de materiais de divulgação e acessibilidade. A Cia. Os Palhaços de Rua acredita que o incentivo à cultura não deve estar restrito a ações de mercado ou interesse comercial. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir que iniciativas como essa, que buscam não apenas entreter, mas também formar, educar, refletir e transformar, possam atingir todas as camadas sociais, especialmente aquelas com menor acesso às artes cênicas e aos bens culturais em geral. Enquadramento no Art. 1º da Lei nº 8.313/91 O projeto se enquadra em diversos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, que estabelece os fundamentos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Destacamos os seguintes incisos que correspondem diretamente às ações propostas: Inciso I _ estimular a produção cultural e artística: O projeto promove a criação, produção e circulação de um espetáculo teatral inédito, fortalecendo a cadeia criativa e oferecendo oportunidades de trabalho a artistas, técnicos e produtores. Inciso II _ proteger as expressões culturais nacionais e regionais: Ao se apropriar de elementos da cultura popular e mesclar com estéticas contemporâneas, o espetáculo valoriza o patrimônio imaterial e fomenta a diversidade cultural brasileira. Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: O projeto propõe circulação por cinco grandes centros urbanos, alcançando públicos distintos e fortalecendo o reconhecimento da trajetória da companhia, que atua há mais de 20 anos na cena teatral brasileira. Inciso IV _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: A proposta envolve o intercâmbio com artistas e públicos locais em cada cidade visitada, promovendo trocas e ações pedagógicas integradas. Inciso V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: A linguagem do teatro de rua, o palhaço popular e o uso de espaços públicos como cena e convivência reforçam práticas tradicionais de ocupação cultural da cidade. Inciso VIII _ estimular a ampliação do acesso da população aos bens culturais: Com entrada gratuita, ações acessíveis e atividades formativas abertas à comunidade, o projeto propõe uma fruição cultural democrática e descentralizada. Objetivos alcançados conforme o Art. 3º da Lei nº 8.313/91 O projeto Vikings e o Reino Saqueado dialoga diretamente com os objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei 8.313/91, promovendo os seguintes desdobramentos: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: Todas as atividades serão gratuitas, com recursos de acessibilidade, realizadas em espaços públicos ou instituições de acesso coletivo, garantindo o acesso à cultura para todas as classes sociais. II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: A circulação em diferentes regiões do Brasil promove a difusão do espetáculo, possibilita a contratação de profissionais locais e a valorização de contextos socioculturais distintos, promovendo um retrato plural da cultura nacional. III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: A proposta reforça o valor da linguagem do teatro de rua e do palhaço como manifestações culturais legítimas, promovendo a valorização de seus criadores e sua difusão em nível nacional. IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela dinâmica de sua cultura: O projeto reconhece a importância das manifestações artísticas tradicionais e populares, propondo diálogos com diferentes públicos, saberes e territórios. V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: O uso da rua como palco e espaço simbólico do encontro cultural retoma práticas milenares de fruição da arte, ressignificando o espaço público como lugar de memória, afeto e resistência. VI _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações: Ainda que focado na circulação nacional, o espetáculo traz em sua narrativa uma crítica metafórica aos sistemas de dominação e violência, promovendo uma reflexão humanista e solidária, que ultrapassa fronteiras geográficas e culturais. VII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: O espetáculo trabalha com temas como guerra, ganância, resistência, utopia e coletividade — valores universais abordados de forma acessível, poética e crítica, contribuindo para a formação do pensamento coletivo. O projeto Vikings e o Reino Saqueado representa uma síntese dos propósitos e princípios que fundamentam a Lei de Incentivo à Cultura. Ele promove o acesso, estimula a diversidade, valoriza os criadores, forma plateias, investe em processos educativos e formativos, promove acessibilidade e propõe a arte como instrumento de transformação social. A viabilidade do projeto por meio do incentivo fiscal é, portanto, uma estratégia legítima e necessária para garantir que a cultura brasileira — em sua riqueza e pluralidade — continue viva, pulsante e acessível a todos.
1. Impacto Cultural e Social O projeto propõe uma abordagem inovadora no cenário cultural, especialmente ao abordar temas como a resistência cultural, o poder da palhaçaria, e o papel do teatro e do circo como formas de expressão artística popular. Ao integrar o público de diferentes idades e contextos sociais nas oficinas e espetáculos, o projeto busca criar uma ponte entre as diversas camadas da sociedade, promovendo uma reflexão coletiva sobre questões históricas, culturais e sociais. O espetáculo, por sua vez, tem uma forte proposta de inclusão, pois utiliza a comicidade como uma ferramenta de sensibilização e resistência frente às adversidades enfrentadas por diversas culturas ao longo da história. Público Impactado O público-alvo abrange desde crianças e jovens até adultos e idosos, com foco especial nas comunidades locais. Além disso, será dado destaque ao público de escolas públicas, proporcionando uma oportunidade única de contato com a arte teatral, a produção cultural e a troca de experiências com profissionais de diferentes áreas artísticas. Conexão com a Cultura Local Em cada cidade onde o projeto será realizado, a Cia. Os Palhaços de Rua se compromete a trabalhar com artistas e grupos locais, criando uma troca rica de experiências e conhecimentos. Esta abordagem não só fortalece a cena cultural de cada cidade, como também contribui para a formação de um público mais crítico e engajado com a arte. A escolha dos Centros Culturais Banco do Brasil (CCBBs) como locais para as apresentações e oficinas é estratégica, visto que essas instituições são reconhecidas pelo seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e pela qualidade de suas estruturas e programação. 2. Acessibilidade e Inclusão O projeto Vikings e o Reino Saqueado se compromete com a implementação de ações acessíveis para garantir que pessoas com deficiência possam desfrutar plenamente das apresentações e oficinas. Isso inclui a utilização de recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), audiodescrição e legendas em tempo real. Essas medidas serão adotadas em todas as sessões e atividades, assegurando que o projeto atenda ao maior número possível de pessoas, independentemente das suas limitações físicas ou sensoriais. Planos para Acessibilidade: Interpretação em Libras: Para garantir a comunicação com a comunidade surda, as apresentações e oficinas terão intérpretes de Libras sempre presentes. Audiodescrição: As apresentações serão acompanhadas de audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Material em Braille: Serão disponibilizados materiais de apoio e programação em formato Braille, além de folhetos informativos acessíveis a deficientes visuais. Locais acessíveis: Todos os locais de apresentação e oficinas serão acessíveis a cadeirantes, com adaptações em entradas e banheiros.A proposta é garantir a plena inclusão, promovendo a diversidade e permitindo que o projeto seja experienciado por todos os cidadãos, independentemente de suas deficiências. 3. Legado Educacional e Cultural Além de seus aspectos artísticos e culturais imediatos, o projeto tem um legado educacional robusto que se prolongará após a sua realização. As oficinas e rodas de conversa, que ocorrerão durante a execução de cada etapa, têm um caráter pedagógico significativo, focando em temáticas como a história da palhaçaria, o papel do teatro popular e de rua, e o uso da arte como ferramenta de resistência social e política. Esse legado será refletido na forma como as oficinas estimulam o desenvolvimento de habilidades artísticas, além de promoverem o empoderamento das comunidades locais. A programação pedagógica será reforçada por materiais complementares, como livros e vídeos, que serão disponibilizados ao público e aos participantes das oficinas, criando um espaço contínuo de aprendizagem. A equipe de artistas e educadores estará atenta à necessidade de acompanhar o desenvolvimento de cada participante, promovendo um aprendizado dinâmico e colaborativo. Impacto no Desenvolvimento de Novos Artistas O projeto será uma plataforma para o desenvolvimento de novos artistas, principalmente em áreas de atuação e expressão no teatro. A realização de oficinas com o público local proporcionará a formação de novos grupos culturais e impulsionará a criação de novas produções no setor artístico. A formação de multiplicadores será um dos focos, permitindo que os participantes das oficinas disseminem os conhecimentos adquiridos em suas próprias comunidades e grupos culturais. 4. Gestão e Logística A execução do projeto será coordenada por uma equipe altamente qualificada, com experiência na realização de eventos culturais e de grande porte. A equipe de produção e logística garantirá que todas as etapas do projeto sejam cumpridas de maneira eficiente e organizada, garantindo a qualidade do espetáculo e das oficinas. A logística para a circulação do espetáculo e das oficinas nas cinco cidades será detalhada e coordenada de forma a otimizar custos e recursos, garantindo o sucesso em todas as etapas do processo. Equipe de Produção A produção será responsável pela gestão financeira, pela comunicação com os parceiros locais, e pela articulação com os Centros Culturais Banco do Brasil, além de garantir os recursos necessários para a montagem e execução do espetáculo. A produção também será encarregada de gerenciar os contratos com os artistas, as questões de transporte e a disponibilização de materiais. Equipe Artística Os artistas da Cia. Os Palhaços de Rua serão responsáveis pela concepção e execução do espetáculo e das oficinas. O convite ao diáloco com artistas locais terá um impacto positivo na integração da equipe de trabalho e permitirá que os artistas da cidade anfitriã participem ativamente da programação. 5. Sustentabilidade e Divulgação Divulgação e Comunicação O projeto contará com um plano de comunicação robusto, utilizando redes sociais, sites e outros meios digitais para garantir que a informação sobre as apresentações e oficinas chegue ao maior número de pessoas possível. O trabalho de divulgação será fundamental para alcançar públicos fora do circuito tradicional de teatro e arte. Sustentabilidade No tocante à sustentabilidade, a Cia. Os Palhaços de Rua se compromete a minimizar o impacto ambiental da produção, adotando práticas de gestão sustentável. A utilização de materiais recicláveis nas oficinas e a escolha de espaços ao ar livre, sempre que possível, são medidas adotadas para reduzir a pegada ecológica do projeto. 6. Parcerias e Apoios Locais O projeto se beneficiará de parcerias estratégicas com instituições culturais, universidades, escolas públicas, e organizações não governamentais de cada cidade. Essas parcerias terão como objetivo facilitar o acesso das comunidades locais à programação e ampliar o impacto do projeto. Engajamento com a Comunidade Os encontros com artistas locais e educadores têm o objetivo de fomentar uma rede de colaboração artística que perdurará além da execução do projeto, criando novas possibilidades de intercâmbio cultural.
Espetáculo Teatral - Vikings e o Reino Saqueado Duração: Aproximadamente 50 minutos O espetáculo será apresentado em formato semi-arena, sem necessidade de estrutura de palco fixo, utilizando espaços públicos. O espaço cênico será delineado de acordo com o local da apresentação (em formato semicírculo ou outros arranjos interativos). Estrutura: O espetáculo será encenado com início, meio e fim e com interação com o público presente. Material: Cenário: Itens multifuncionais, como caixote de madeira, cortina, estandarte, tecidos pintados à mão e frutas servidas num banquete final. Figurino: Roupas com influências vikings, mas adaptadas de forma caricatural em diálogo com o circo e com recursos como couro: sintético, malhas metálicas falsas e acessórios exagerados. Iluminação: Refletores móveis para apresentações noturnas. Durante o dia, a iluminação é natural. Som: Música ao vivo com instrumentos de sopro (trompete), percussão (agogô), instrumentos de corda (violão), canto e efeitos vocais. Efeitos Especiais: Efeitos de som ao vivo (vocal e instrumental) e acrobacias circenses e capoeirísticas. Projeto Pedagógico: O espetáculo possui uma proposta pedagógica inclusiva, com ênfase na participação ativa do público, principalmente crianças e famílias. Durante as apresentações, os espectadores são convidados em alguns momentos pontuais a interagir com os palhaços criando um ambiente de aprendizado e coletivo e ludicidade. Além disso, de maneira leve e bem-humorada os palhaços fomentam questões de pertencimento social enquanto indivíduo, sociedade e seus lugares no mundo. Favorecendo de maneira lúdica e leve o desenvolvimento do olhar crítico. Objetivo geral: Proporcionar contato com a arte do palhaço e os elementos causadores do riso por meio do trabalho físico. Objetivo específico: Desprover os participantes de tensões corporais que dificultam o trabalho. Proporcionar a vivência de situações cômicas a partir do corpo. Trabalhar com improvisações, jogos e exercícios de palhaço. Oficinas Pedagógicas (Para Crianças, Jovens e Adultos) Duração: 2 horas por oficina Formato: Cada momento da oficina corresponderá a um princípio artístico e técnico importante para o palhaço como: dinâmicas de ritmo corporal; improvisações individuais e em grupo; jogos teatrais e jogos específicos da atuação do palhaço, explanação a respeito da comédia física e seus elementos formais e demais conteúdo causadores do riso; e ainda comentários sobre a criação técnica de cada participante. Conteúdo: A oficina apresentará possibilidades corpóreas e situações de riso que serão construídas a partir de exercícios físicos e de improvisações; a partir de jogos individuais e em grupo; e, também, a partir de exercícios específicos para o estudo do palhaço. Por fim, esta oficina relaciona aspectos do trabalho do ator com o trabalho do palhaço e investiga como podem dialogar na construção da cena cômica a partir da individualidade de cada pessoa. Audiovisual: Câmeras e recursos de filmagem para capturar os momentos de improvisação e os resultados da oficina. Justificativa: A oficina se justifica por ser a linguagem do palhaço muito importante na formação geral do ator e na contribuição no desenvolvimento das relações sociais individuais e coletivas, no despertar da busca sobre o conhecer-te a si mesmo e/ou experimentar um novo universo, por investigar o riso e a dramaturgia partindo do próprio corpo, sendo uma abordagem que enriquece o artista de modo amplo e no leigo contribui com um novo olhar sobre suas possiblidades corpóreas. Independente de ser a forma de expressão principal ou não do ator, os exercícios aplicados contribuem na precisão, no enriquecimento da improvisação e no trabalho do ator sobre si mesmo. Levando-os a um encontro de suas próprias possibilidades corpóreas de riso, improvisação e jogo. O clown ou palhaço é uma figura única. Cada pessoa possui seu clown interior, em umas, ele é mais facilmente visível, em outras, está mais oculto. Segundo Luís Otávio Burnier em seu livro “A Arte de Ator”, uma das partes do clown é a dilatação do ridículo de cada indivíduo, sendo despertado por meio de um trabalho técnico e específico de clown. Essa oficina servirá também como ponto de investigação e experimentação dos elementos causadores do riso descritos por Henri Bergson em sua obra “O Riso”. Os inscritos na oficina vivenciarão situações de jogos específicos do trabalho de palhaço que proporcionam a ampliação da comicidade física que cada um carrega e seu modo de se relacionar com o outro. Possibilitando assim a criação de situações e cenas cômicas. Mesmo para atores que não desejam serem palhaços de profissão, a arte da palhaçaria propicia ao ator um maior conhecimento dos elementos causadores do riso e possibilidades de jogo com uma visão única do palhaço. O autor Michael Chekhov relata em seu livro intitulado Para o Ator, que os atores que apropriar-se da técnica clownesca e procura aperfeiçoá-la, adquirirão uma grande facilidade em outros papéis que tiver de interpretar. Ainda que extrema, a arte do palhaço pode constituir um indispensável acessório para o ator que deseja aperfeiçoar todos os outros tipos de desempenho. Quanto mais a praticar, mais coragem reunirá como ator. (CHEKHOV, 2010, p.160)O caminho até tornar-se um palhaço é longo e exige muito trabalho como: cursos, oficinas, workshops, leituras, práticas, experimentações e muitos outros elementos que auxiliam ao ator trabalhar com essa estética. Pensando no início dessa caminhada que a oficina “Comédia Física com Enfoque na Arte do Palhaço” vem contribuir com as pessoas que tanto buscam conhecer a si mesmo como aquelas que desejam de fato segui-la. Registro Audiovisual do Projeto Duração: O vídeo será editado em aproximadamente 30 minutos, com registros de trechos do espetáculo, entrevistas com os artistas e depoimentos do público. Formato: O conteúdo audiovisual será produzido em HD, com versões tanto em vídeo para a web quanto em DVD. Distribuição: O material será disponibilizado em plataformas digitais (YouTube, Vimeo) e entregue aos participantes da oficina, bem como para escolas e centros culturais interessados. Material: Câmeras e Edição: O registro será feito com câmeras de alta definição, e a edição terá foco na captura da essência das apresentações, dos elementos de improvisação e da interação com o público.Trilha Sonora: A música e os efeitos de áudio serão editados para garantir a melhor experiência sonora. Projeto Pedagógico: O registro audiovisual tem como principal objetivo servir como ferramenta pedagógica para os participantes das oficinas, permitindo que eles possam revisar o processo criativo e se analisar enquanto artistas. Além disso, será uma forma de documentar o impacto social e cultural do espetáculo, promovendo o aprendizado contínuo dos envolvidos, através da visualização e análise crítica do trabalho realizado.
Espetáculo de Artes Cênicas AÇÕES DE ACESSIBILIDADE FÍSICA Adequação do Espaço Cênico com Rampas de Acesso Instalação de rampas removíveis ou uso de locais com acessibilidade garantida para permitir a circulação segura de pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeira de rodas. Disponibilização de Banheiros Adaptados Utilização de espaços que disponham de banheiros acessíveis, com barras de apoio, portas amplas e sinalização adequada. Implementação de Sinalização Tátil e Visual Uso de piso tátil de alerta e direcional, quando possível, nos locais de apresentação e circulação, para orientação de pessoas com deficiência visual. Espaço Reservado para Pessoas com Mobilidade Reduzida Delimitação de áreas específicas para cadeirantes e acompanhantes, assegurando visibilidade adequada ao espetáculo. A equipe será treinada para atender Pessoas com necessidades especiais. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) Presença de intérprete de Libras em ao menos uma apresentação por localidade, garantindo o acesso de pessoas surdas à compreensão do conteúdo cênico. Audiodescrição ao Vivo Oferta de audiodescrição para pessoas com deficiência visual, mediante equipamento de transmissão simultânea, com roteiros preparados especialmente para o espetáculo. Legendas Descritivas Projeção ou disponibilização de legendas com descrição de falas, sons e efeitos sonoros, quando aplicável, permitindo a acessibilidade para pessoas surdas e ensurdecidas. Material de Divulgação em Braille e Fonte Ampliada Produção de folders ou programas de espetáculo em Braille e fonte ampliada, distribuídos previamente ou no local da apresentação. Visita Sensorial Prévia ao Espetáculo Realização de visitas guiadas ao cenário e figurinos antes da apresentação, destinadas a pessoas com deficiência visual e intelectual, favorecendo a compreensão do espaço cênico e da narrativa. Canal de Comunicação Acessível Disponibilização de e-mail e WhatsApp com atendimento por profissionais capacitados em acessibilidade, para esclarecimento de dúvidas e agendamento de recursos acessíveis. Bate papos AÇÕES DE ACESSIBILIDADE FÍSICA Adequação do Espaço Cênico com Rampas de Acesso Instalação de rampas removíveis ou uso de locais com acessibilidade garantida para permitir a circulação segura de pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeira de rodas. Disponibilização de Banheiros Adaptados Utilização de espaços que disponham de banheiros acessíveis, com barras de apoio, portas amplas e sinalização adequada. Implementação de Sinalização Tátil e Visual Uso de piso tátil de alerta e direcional, quando possível, nos locais de apresentação e circulação, para orientação de pessoas com deficiência visual. Espaço Reservado para Pessoas com Mobilidade Reduzida Delimitação de áreas específicas para cadeirantes e acompanhantes, assegurando visibilidade adequada ao espetáculo. A equipe será treinada para atender Pessoas com necessidades especiais. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) Presença de intérprete de Libras em ao menos uma apresentação por localidade, garantindo o acesso de pessoas surdas à compreensão do conteúdo cênico. Audiodescrição ao Vivo Oferta de audiodescrição para pessoas com deficiência visual, mediante equipamento de transmissão simultânea, com roteiros preparados especialmente para o espetáculo. Legendas Descritivas Projeção ou disponibilização de legendas com descrição de falas, sons e efeitos sonoros, quando aplicável, permitindo a acessibilidade para pessoas surdas e ensurdecidas. Material de Divulgação em Braille e Fonte Ampliada Produção de folders ou programas de espetáculo em Braille e fonte ampliada, distribuídos previamente ou no local da apresentação. Visita Sensorial Prévia ao Espetáculo Realização de visitas guiadas ao cenário e figurinos antes da apresentação, destinadas a pessoas com deficiência visual e intelectual, favorecendo a compreensão do espaço cênico e da narrativa. Canal de Comunicação Acessível Disponibilização de e-mail e WhatsApp com atendimento por profissionais capacitados em acessibilidade, para esclarecimento de dúvidas e agendamento de recursos acessíveis. Ações formativas AÇÕES DE ACESSIBILIDADE FÍSICA Adequação do Espaço Cênico com Rampas de Acesso Instalação de rampas removíveis ou uso de locais com acessibilidade garantida para permitir a circulação segura de pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeira de rodas. Disponibilização de Banheiros Adaptados Utilização de espaços que disponham de banheiros acessíveis, com barras de apoio, portas amplas e sinalização adequada. Implementação de Sinalização Tátil e Visual Uso de piso tátil de alerta e direcional, quando possível, nos locais de apresentação e circulação, para orientação de pessoas com deficiência visual. Espaço Reservado para Pessoas com Mobilidade Reduzida Delimitação de áreas específicas para cadeirantes e acompanhantes, assegurando visibilidade adequada ao espetáculo. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) Presença de intérprete de Libras, garantindo o acesso de pessoas surdas à compreensão do conteúdo formativo. Oferta de audiodescrição para pessoas com deficiência visual, mediante equipamento de transmissão simultânea, com roteiros preparados especialmente para o espetáculo. Material de Divulgação em Braille e Fonte Ampliada Produção de folders ou programas de espetáculo em Braille e fonte ampliada, distribuídos previamente ou no local da apresentação. Visita Sensorial Prévia ao Espetáculo Canal de Comunicação Acessível Disponibilização de e-mail e WhatsApp com atendimento por profissionais capacitados em acessibilidade, para esclarecimento de dúvidas e agendamento de recursos acessíveis. A equipe será treinada para atender Pessoas com necessidades especiais.
AÇÕES DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1. Apresentações Gratuitas e em Espaços Públicos Todas as apresentações do espetáculo Réquiem serão gratuitas e realizadas em urbanos acessíveis, promovendo o acesso irrestrito da população, especialmente de comunidades com menor acesso a bens culturais. 2. Distribuição Livre de Materiais Informativos Serão produzidos programas de espetáculo e materiais gráficos (físicos e digitais) com conteúdo acessível (em Braille, fonte ampliada e linguagem simples), distribuídos gratuitamente ao público. 3. Registro Digital Gratuito O espetáculo será registrado em vídeo e disponibilizado de forma gratuita na internet (via YouTube ou plataforma pública de acesso), ampliando o alcance para quem não puder estar presencialmente nas apresentações. 4. Não Comercialização dos Ingressos Nenhum produto artístico deste projeto será comercializado. O foco é a difusão gratuita e sem fins lucrativos, como forma de garantir a fruição cultural ampla e irrestrita. OUTRAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO 1. Ensaio Aberto ao Público Será promovido um ensaio aberto por cidade, com mediação artística e roda de conversa ao final, permitindo que o público conheça o processo criativo, interaja com a equipe e participe da construção simbólica do espetáculo. 2. Oficinas Paralelas Gratuitas Serão realizadas oficinas formativas voltadas a artistas locais, estudantes e interessados, com temas como Teatro e memória, Processos criativos em espaços urbanos e Corpo, presença e escuta, contribuindo para a formação e o intercâmbio artístico. 3. Transmissão Online de Apresentações Selecionadas Ao menos uma apresentação será transmitida ao vivo pela internet, com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendas), democratizando o acesso à experiência artística para públicos de outras localidades e para pessoas com deficiência. 4. Parcerias com Escolas, Associações e Coletivos O projeto buscará parcerias com instituições públicas de ensino, ONGs e coletivos culturais para mobilizar públicos diversos, inclusive de regiões periféricas e com menor oferta cultural. 5. Diálogo Pós-Espetáculo Após as apresentações, serão promovidos bate-papos abertos entre artistas e público, criando um espaço de escuta e reflexão coletiva, valorizando o diálogo e a mediação cultural.
Adriano Gouvella: Ator, palhaço, cantor, capoeirista, produtor cultural. Formado em Teatro pela Escola Municipal de Londrina - FUNCART. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Atuou e dirigiu diversos espetáculos teatrais. Autor dos livros "Faroeste Paulista" (2021) e "Este Lado Para Cima" (2023). No espetáculo Vikings e o Reino Saqueado, atua como palhaço-viking, diretor, dramaturgo e sonoplasta. No projeto de circulação é o responsável coordenador e produtor. Lucas Turino: Ator e pesquisador. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). No espetáculo "Vikings e o Reino Saqueado", atua como palhaço-viking, diretor e dramaturgo. Alex Lima: Responsável pelo figurino, adereços e cenário. Artista visual e figurinista, desenvolve figurinos para teatro e dança com foco em composição estética e funcionalidade cênica. Atua com pesquisa de materiais e soluções criativas para criação de identidade visual em espetáculos . Caio Blanco: Cenotécnico. Dovinho Feitosa: Responsável pela Arte Gráfica. Designer gráfico com atuação no setor cultural, desenvolvendo identidades visuais, cartazes, materiais impressos e digitais para projetos artísticos, com linguagem contemporânea e foco na comunicação visual eficiente . Valeria Félix: Fotógrafa. Fotógrafa especializada em artes cênicas, com atuação em registro de espetáculos, processos criativos e retratos de artistas. Desenvolve ensaios autorais com foco em luz, movimento e expressividade . Luis Mioto: Responsável pela filmagem. Dani Stegman: Pintura do caixote e estandarte. Inêz Zeidel e Sueli Pezenti: Costureiras. Daniele Pezenti: Operação de som Cia. Os Palhaços de Rua: Companhia de teatro e circo de Londrina - PR. Desenvolve pesquisas na área desde 2013. Fundada por Adriano Gouvella e Lucas Turino. Possui espetáculos de rua e palco, além de cursos e oficinas. Edward Fão: Planejamento Estratégico/Captação de recursos. Produtor cultural e gestor com experiência em planejamento estratégico de projetos artísticos, elaboração de cronogramas, orçamentos e captação de recursos. Atua também com mediação institucional e desenvolvimento de políticas culturais .
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.