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Essa proposta se destina a viabilizar o acesso, em forma de livro de arte impresso e digital, à história da restauração artística no mundo, tecnologias empregadas e seu desenvolvimento no Brasil, e, especificamente, na Bahia, cuja capital _ Salvador _ é dotada de um dos maiores patrimônios culturais brasileiros, o que vem propiciando vivências diversificadas na área do restauro. Os textos baseiam-se em tese de Doutorado defendida pelo renovado Professor José Dirson Argolo, responsável por inúmeras obras de restauração do patrimônio artístico e cultural, na Bahia e em diversos outros Estados brasileiros. A tese, denominada "Análise da restauração em pinturas artísticas, referenciada na intervenção dos paineis de José Joaquim da Rocha, pertencente ao acervo da Santa Casa de Misericórdia da Bahia", foi aprovada com recomendação unânime de publicação em livro. A tese é, portanto, o elemento desencadeador de uma série de abordagens na história, ciência, tecnologia e arte da restauração.
RESUMO No quadro cultural contemporâneo, as questões voltadas para o restauro vêm sendo potencializadas e enriquecidas a partir de abordagens que aproximam as análises científicas da história da arte e outros estudos transversais. Nesse viés, a tese tem como objetivo geral analisar o processo de intervenção restaurativa em pinturas, tomando como referencial seis obras de José Joaquim da Rocha, que formam parte do acervo pictórico da Santa Casa de Misericórdia - Salvador, Bahia, no intuito de contribuir para os estudos históricos, conceituais e tecnológicos que permeiam o restauro na Bahia. A abrangência temporal do estudo parte da restauração ocorrida com aquelas mesmas obras, no ano de 1882, conduzidas pelo conhecido pintor José Antônio da Cunha Couto, e no ano de 2013, com a finalização do restauro realizado pelo autor da presente pesquisa. Para o desenvolvimento do presente trabalho, foi aplicada abordagem que associa as metodologias próprias da Ciência da Conservação e do Restauro às metodologias da História da Arte. O método de análise-e-síntese foi fundamental, ao qual se somam o histórico e o comparativo, bem como a aproximação ao método iconográfico-iconológico. Para sua realização, foram trabalhadas fontes, tanto manuscritas, quanto referências impressas e digitais. Todas, desde as mais antigas até as atuais, ricas em informações, revelam circunstâncias importantes acerca da realização de intervenções restaurativas, metodologias, teorias, materiais empregados, pessoas envolvidas nos processos, acervos de instituições e contextos históricos específicos, dentre outros. Através do estudo das obras de José Joaquim da Rocha, ficou evidenciado o paralelo entre tecnologias separadas por cerca de 130 anos de desenvolvimento das artes visuais no Brasil. O tema, pela sua riqueza, proporcionou revisitar técnicas, que, embora hoje sejam consideradas “ultrapassadas”, permitiram, mesmo assim, uma preciosa sobrevida às obras de arte, muitas vezes até nossos dias, como ocorrido com as obras aqui tratadas. É igualmente oferecido um painel da restauração na Bahia, que se complementa com um panorama dos últimos sessenta anos de restauro aqui realizado, com informações extremamente úteis para o desenvolvimento de políticas públicas de preservação e de capacitação de todos aqueles que intervêm nos processos de recuperação de bens. Com o intuito de identificar aspectos comportamentais por parte do observador, concretizou-se uma ideia há muito tempo acalentada pelo autor deste trabalho, qual seja a aplicação de uma pesquisa de percepção de uma obra de arte restaurada através da aplicação de modernas técnicas de reintegração da camada pictórica, pouco utilizadas em nosso país. Demonstra-se que a obra restaurada traz, em seu âmago, a história das intervenções, tecnologias adotadas ou descartadas, acertos e erros, que remetem ao estágio cultural de um país e a política de preservação de seu patrimônio, em determinado momento. E que essas interpretações são possibilitadas pela consideração do binômio ciência-história da arte como parte do processo de investigação que compreende a disciplina do restauro, permitindo desde o ponto de vista teórico da intervenção, verificar aspectos conceituais, e do ponto de vista físico, conhecer o material e a técnica vigentes na época em que foram utilizados, assim como a compatibilidade daqueles com materiais e tecnologias atuais.
OBJETIVO GERAL · Editorar um livro de arte no formato impresso e digital sobre a história, a ciência, a tecnologia e a arte da restauração artística no mundo, no Brasil e, mais especificamente, na Bahia. ESPECÍFICOS: · produzir, publicar e distribuir 2000 exemplares do livro sobre à história da restauração artística no mundo.
APRESENTAÇÃO O livro, que não terá a conotação de defesa de tese, com a finalidade de ampliar o universo de destinatários (autoridades em restauração, restauradores, professores, estudantes e público em geral, baseia-se no texto aprovado pela Banca de Doutorado, conforme defesa apresentada pelo Prof. José Dirson, então professor de Restauração I e II da Escola de Belas Artes da UFBA em 2014, com as atualizações necessárias, e desenvolverá, principalmente, os seguintes temas: A noção de restauro e os processos históricos de intervenção na obra de artePrimeiros registros de intervenções no mundoCritérios no direcionamento das intervençõesAntecedentes da conservação metódica das obras de arteConceitos de restauroAcerca do restauro no Brasil e na BahiaCriação dos órgãos de preservação e formação especialCasos emblemáticos de restauro na BahiaA restauração de pinturas artísticas, procedimentos e materiais consagradosO restauro de obras. Experimentações e resultadosConclusões JUSTIFICATIVA Praticamente inexistem no Brasil livros sobre a restauração artística, a não ser descrições sobre intervenções específicas em determinados bens culturais. Há, no Brasil, uma necessidade da disseminação de conceitos de restauro, como forma de assegurar a proteção do valioso patrimônio cultural e histórico de que o país dispõe, em muitos casos sujeito à degradação decorrente do desconhecimento de formas de preservação. Por outro lado, a restauração não é vista de forma consensual em todo o país como forma de salvaguarda de seu patrimônio cultural, exatamente em decorrência do alheamento ao desenvolvimento da ciência a serviço da preservação. O livro que se propõe editorar também será de utilidade ímpar nas escolas de Belas Artes e de Museologia, cujo material didático utilizado ainda se restringe a "apostilas" resultantes da experiência empírica e pessoal do professor, sem uma visão universalista da restauração artística, além de restringir-se, quase sempre, ao campo teórico, sem oferecer aos estudantes elementos de experimentação prática. Além disso, o livro se constituirá em preciosa contribuição às escolas de Arquitetura, cuja formação de arquitetos-restauradores se ressentem de qualquer subsídio da área da restauração artística. Assim sendo, além de uma fundamentação histórica e teórica, o livro demonstrará sobejamente e de maneira crítica experiências de restauro, tecnologias e materiais utilizados, que poderão nortear profissionais da área, além de transmitir conhecimentos ao universo de interessados na preservação de nosso patrimônio. Por fim, o livro é uma exaltação ao rico patrimônio artístico de nosso país, como forma de conscientizar o leitor sobre como cada um poderá contribuir para salvaguardá-lo. Dada a importância e ineditismo do trabalho produzido pelo Prof. José Dirson Argolo no Doutorado em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFBA, como dito mais acima, por unanimidade a banca examinadora aprovou a sua publicação. O Prof. Argolo também é o autor do livro "A Restauração do Convento Franciscano de Cairu", patrocinado em 2009 pela UNESCO e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, além de ser um dos autores do livro "O Mosteiro de São Bento da Bahia", publicado em 2011. Além disso, é autor de inúmeros artigos publicados em jornais, anais de congressos e revistas científicas. Por seus serviços prestados à restauração, foi agraciado com várias condecorações, a exemplo da "Medalha de Ouro de 2 de Julho", a Medalha Arlindo Fragoso da Academia Baiana de Letras e o título de Cidadão Soteropolitano, pela Câmara de Vereadores de Salvador, por seus trabalhos executados na cidade de Salvador.
Mestre do restauro, José Dirson Argolo dedica-se há 40 anos à preservação do patrimônio baiano Tatiana Mendonça /Seg , 06/01/2020 às 09:38 https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/2114629-mestre-do-restauro-jose-dirson-argolo-dedicase-ha-40-anos-a-preservacao-do-patrimonio-baiano Com uma luva azul e um contonete gigante de madeira nas mãos, ele explica que essa é a parte mais complicada do processo. Complicada, não. Irreversível. Se um restaurador escolhe o produto químico errado para limpar a tela, já era. Não tem volta. Um trabalho de séculos pode desaparecer de repente, que as obras, assim como a vida, são passáveis e frágeis. A etapa da pintura, ao contrário, ainda dá para corrigir. No andar superior do seu ateliê, no Garcia, José Dirson Argolo debruça-se sobre uma tela do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, maltratada pelo tempo. Há quatro décadas, ele se ocupa de dar novo viço ao que ficou gasto. “É toda uma vida dedicada à preservação do patrimônio”, foi a primeira frase que disse, como se precisasse de apresentação. “Quase toda igreja de Salvador tem o dedo dele. Ou toda ela ou parcialmente, ou um pequeno elemento”, atalha Waldemar Silvestre Castro, que espiava a conversa. É o seu sócio no Studio Argolo, fundado em 1983. Católico por herança de família, José Dirson ri, como se a modéstia o proibisse de concordar discursivamente. Foram de fato tantas que já perdeu a conta – logo ele, um homem de memória prodigiosa. A mais recente delas é a Igreja Nossa Senhora da Graça, uma das mais antigas do Brasil, onde estão os restos mortais de Catarina Paraguaçu. A reforma já dura quatro anos, período em que a igreja ficou fechada. As obras devem continuar nos primeiros meses de 2020.Mas se é para falar de igreja, sua memória mais preciosa vem dali de perto, do Politeama. No início da década de 1990, José Dirson restaurou a Igreja de São Raimundo. O financiamento não veio de dinheiro público nem de entidade nenhuma. Foram os paroquianos que se juntaram para angariar recursos. “Era muito emocionante ver pessoas doando alianças de casamento, aneis de formatura, fazendo doces para vender nas feiras, rifas”. A igreja estava toda branca. Nos altares laterais, as pinturas ficavam debaixo de oito camadas de tinta. No altar-mor, de 14. “Descobrimos toda a pintura do século 18 intacta. As irmãs vibravam a cada descoberta”, lembra. Ver o branco transformar-se em arte, feito uma viagem mágica no tempo, é coisa com a qual ele já está acostumado. Foi assim também no Palácio do Rio Branco, este que está para virar hotel. José Dirson é terminantemente contra, diga-se de passagem. Pensa que um lugar que abrigou tanta gente importante tem que continuar público, e nem sabe se o centro da cidade precisa de tanto hotel. “Só acredito na revitalização do Centro Histórico de Salvador se virar também residência da classe média, de artistas, de funcionários públicos. Para que haja vida, entendeu? Se nós baianos temos medo de andar por ali de noite, porque fica tudo vazio, imagine turista”. Pois. Mas voltando às pinturas cobertas, elas apareceram para ele no período de restauro do Palácio, em 1984. Estavam escondidas embaixo de 10, 12 camadas de tinta, que ele e sua equipe desvendavam com bisturis cirúrgicos. E que história doida é essa de o povo ir cobrindo tudo assim, sem a menor cerimônia nem consideração com os que vieram antes? Ele explica que foi uma questão de ignorância, sim, mas principalmente de mudança de gosto, somada aos estragos do tempo. “Na época em que essas igrejas foram construídas, imperava o barroco. Quando veio o neoclássico, já era um estilo mais simples. E aí vinha um padre e pintava. No Palácio Rio Branco, a mesma coisa. Provavelmente, foram os próprios governadores que mandaram pintar. Chegou um período em que alguém deve ter achado aquela sala pompeana com aquele fundo vermelho muito agressivo”. Do bronze à fibra de vidro - Debaixo de mais camadas de tinta – “quase 50” – José Dirson recuperou as expressões originais dos Caboclos, heróis da Independência da Bahia. “Antes, pareciam uns monstros”. Isso foi em 1998. Desde então, cuida para que desfilem perfeitos no 2 de julho. O monumento portentoso batizado com a data, no Campo Grande, também foi recentemente restaurado por ele e sua equipe. A entrega aconteceu em setembro do ano passado. Para que estivesse como antes, foi preciso repor cerca de 250 quilos de bronze, que haviam sido roubados. “Eles vendem por cinco, dez reais o quilo, quando custa mais de R$ 100”. Como trata-se do principal monumento da cidade, como diz José Dirson, o restauro foi feito com bronze mesmo. Mas hoje, quando uma obra pública é vandalizada, o mais comum é reconstituir as esculturas com fibra de vibro. Foi o que fez com a índia concebida por Pasquale de Chirico que fica em frente à Igreja da Ajuda, no centro. “Baseado na documentação fotográfica, o escultor daqui do estúdio modelou a escultura em barro. Do barro a gente fez uma forma em gesso e depois a forma em resina. Aí fizemos o protótipo, reproduzimos em resina e fibra de vidro e pintamos do mesmo tom do bronze. Fica mais barato e com menos risco de ser vandalizado”. Coleção de 500 obras -Nessa vida de restaurador, ele acabou amigo de muitos artistas. Quando alguém ligava para Carybé para dizer que um quadro seu tinha estragado, o argentino dizia logo que não era mais com ele. “Quem vai resolver é Argolo”, respondia. A mesma coisa acontecia com Sante Scaldaferri, Jenner Augusto, Floriano Teixeira. Muitas vezes, o trabalho de restauro era trocado por quadros, e José Dirson abriga em casa uma coleção com mais de 500 obras – muitas delas, imagens sacras. “Pretendo, no futuro, doar para uma instituição”. Quando era pequeno, queria, ele mesmo, ser pintor. Lembra de desenhar bandeiras e ganhar concursos na escola em Jaguaquara, onde nasceu. Veio para Salvador fazer o ginasial. Em 1971, entrou na Escola de Belas Artes (EBA) da Ufba. No segundo ano, quando fez a disciplina Conservação & Restauro, descobriu que existia um sonho maior que o de ser artista. Nesta época, ele também trabalhava na universidade e o seu chefe, o arqueólogo Valentin Calderón de La Vara, o incentivou a fazer uma especialização. Calderón lhe arrumou uma bolsa, e o professor Romano Galeffi, que dava aulas na EBA, escreveu uma carta de recomendação ao reitor da Università Internazionale Dell'Arte, em Florença, na Itália. Em 1977, ele chegou ao país e passou dois anos por lá, estagiando no laboratório da Superintendência do Patrimônio Histórico e Artístico da cidade e estudando. “Imagine levantar com dois, três graus. Pegava no laboratório às 8h e saía às 13h. Depois pegava a faculdade das 14h até 19h. A universidade era na casa onde morou Botticelli”. Uma das especialidades do restaurador são as obras sacras. Ele acabou fazendo concurso para professor da Ufba, onde deu aulas por mais de 30 anos, e montou seu ateliê. Seu primeiro cliente particular foi Luís Viana Filho, ex-governador e senador na época. ”A minha equipe até hoje é formada por ex-alunos”. Uma delas é a museóloga Jacildes Gonçalves, que estudou com ele em 1998 e trabalha por lá há mais de 20 anos.Numa carreira vitoriosa, que o fez grande, o fez mestre, José Dirson só se ressente de que a Bahia não tenha um curso de especialização em restauro ancorado na EBA. Ele até criou um projeto, que não saiu do papel. “O que até hoje impossibilitou a EBA de criar um centro de restauro, ter um ateliê? Poderia haver uma articulação com os governos. Não dá para formar um profissional apenas com aula teórica. Infelizmente, a gente não pode contar vitórias com o quadro atual da restauração na Bahia”.
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Acessibilidade do produto LIVRO O livro sobre a história da restauração artística será apresentado em dois formatos: impresso e digital, via internet. Acessibilidade física: NÃO SE APLICA AO PRODUTO Acessibilidade para deficientes visuais: o livro sobre a história da restauração artística contará com uma versão em audiolivro disponibilizado em um site na internet. Acessibilidade para deficientes auditivos: a livro sobre a história da restauração artística contará com uma versão textual em formato digital, que poderá ser acessado em um site na internet. O site contará também com vídeos com imagens, áudio e legendas contextualizando o manuscrito e apresentando resumidamente o seu conteúdo. Os deficientes auditivos não terão qualquer problema de acesso aos livros, uma vez que serão disponibilizados a instituições que atuam na área. Aliás, a área de restauração costuma dar espaço a deficientes auditivos, especialmente técnicos de restauração. Acessibilidade do produto da CONTRAPARTIDA SOCIAL – 08 PALESTRAS sobre A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA MEMÓRIA DA HUMANIDADE Em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania será produzida, 500 exemplares de uma apostila sobre conservação de livros, e distribuída de forma gratuita para bibliotecas e arquivos públicos e bibliotecas de instituições de ensino públicas. Acessibilidade física: As palestras serão oferecidas em instituições públicas, com condições adequadas de mobilidade para portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: A PALESTRA sobre A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA MEMÓRIA DA HUMANIDADE, contará com uma versão em áudio disponibilizado em um site na internet. Acessibilidade para deficientes auditivos: A PALESTRA sobre A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA MEMÓRIA DA HUMANIDADE contará com uma versão textual em formato impresso e em formato digital e com uma tradução em LIBRAS que poderá ser acessado em um site na internet. As medidas acima visam promover o acesso do conteúdo dos produtos culturais às pessoas com deficiência (em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC).
Democratização de Acesso para o produto – LIVRO / total de 2000 exemplares A editoração do livro de arte prevê também o formato digital, a ser disponibilizado via Internet. De acordo com o Plano de Distribuição apresentado, a distribuição do livro impresso será feita da seguinte maneira: - 1000 serão vendidos ao preço de 100,00 reais; - 400 serão vendidos ao preço de 40,00 reais; - 200 exemplares para divulgação; - 200 exemplares para o Patrocinador; - 200 exemplares para a População distribuição GRATUITAMENTE para bibliotecas e arquivos públicos, bibliotecas das instituições ensino públicas e estudantes, pesquisadores, população e geral. Democratização de Acesso para o produto da CONTRAPARTIDA SOCIAL - 08 PALESTRAS sobre A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA MEMÓRIA DA HUMANIDADE Produto Palestra - Será oferecida em formato de áudio e videográfica e em LIBRAS, não só presencialmente, como também no site que tem como um de seus principais intuitos não só o de democratizar o acesso, bem como o de divulgá-lo nas comunidades de centros urbanos, onde muitos ainda não reconhecem seus bens patrimoniais. Este produto atende o inciso III do Art. 21 da IN 05/2017 do Minc: "disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;"
Caberá ao Proponente a responsabilidade de gestão geral do projeto com a remuneração referente a rubrica Gerente Geral na planilha de custo. O valor atende ao Art 11 a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 JOSÉ DIRSON ARGOLO, doutor em Artes Visuais, foi professor da cadeira de Restauração de Obras de Arte da Escola de Belas Artes da UFBA, com especialização em Florença – Itália, na Universidade Internacional de Arte. Desde 1979, vem se dedicando a esse mister, não somente na Bahia, bem como em outros estados. Fundou um ateliê de restauração em 1983, onde inúmeros alunos da Escola de Belas Artes da UFBA já estagiaram. Como consultor, coordenador e executor, tem sido responsável por várias obras de restauração, não somente de templos e monumentos públicos, bem como de pinturas, imaginária e esculturas em geral de instituições e de colecionadores particulares. Recentemente, finalizou a restauração artística total da Igreja de Santana. Livros publicados: sobre Cairu, focalizando sua experiência de restauração do Convento de Santo Antônio e de aspectos históricos e culturais do município, o IPHAN/MONUMENTA/UNESCO publicou o livro “Restauração do Convento de Santo Antônio de Cairu”, de sua autoria. Em 2011, o Mosteiro de São Bento da Bahia publicou o livro “O Mosteiro de São Bento da Bahia, premiado pela Braskem, cujo capítulo “O Acervo” é de autoria do Prof. José Dirson Argolo. Entretanto, as atividades de colaborador junto a revistas e jornais começou bem cedo, em 1967, no jornal “A Semana. Como restaurador, também foi co-autor de vários livros, tais como: 1. ARGOLO, J. D. . A restauração do caboclo e cabocla e suas carruagens. In: V Congresso de História da Bahia, 2004, Salvador. V Congresso de História da Bahia - Anais. Salvador : P&A Gráfica e Editora, 2001. v. II. p. 687-693. 2. ARGOLO, J. D. . Arte Funerária de Cachoeira - Lápides tumulares da Ordem 3ª do Carmo. In: IX Congresso da ABRACOR - Conservação e Comunidade, 1998, Salvador-Ba. Anais do IX Congresso da Associação Brasileira dos Conservadores -Restauradores de Bens Culturais. Rio de Janeiro : Corba Editora Artes Gráficas, 1998. v. Único. p. 199-203. 3. ARGOLO, J. D. . Combate de fungos em pintura mural - Painel de Genaro de Carvalho. In: V Congresso da ABRACOR, 1986, Petropolis - RJ. Anais do V Congresso. Rio de Janeiro : Departamento Nacional do Senai, 1986. v. Único. p. 52-60. 4. ARGOLO, J. D. . Restauração dos Retábulos da Igreja de S.Raimundo. In: VIII Congresso da ABRACOR, 1996, Ouro Preto - MG. Políticas de Preservação - Pesquisas técnicas em Conservação/Restauração - Formação profissional. Rio de Janeiro : Gráfica da UFRJ, 1996. v. ÚNICO. p. 179-183. É membro ativo da Associação Brasileira de Restauradores, onde, juntamente com um grupo de restauradores, está travando uma luta pelo reconhecimento da profissão do restaurador. São de sua autoria inúmeros artigos em anais de congressos e outras publicações da Associação, bem como de revistas científicas e de arte. Além de atender aos principais colecionadores baianos e aos museus de Salvador e Feira de Santana, a seguir, as principais obras de restauro na área artística (altares, telas e imaginária), do Studio Argolo Antiguidades e Restaurações, do qual o Prof. José Dirson é diretor e restaurador-chefe: Em Salvador: Igreja de Santana, Catedral Basílica (parcial), Santa Casa de Misericórdia (capela-mor, altar e chafariz), Escola-Parque (todos os painéis), Santo Antônio da Barra (altar-mor e altares laterais), Igreja da Piedade (parcial), Nossa Senhora da Assunção (imaginária), Igreja do Pilar (capela-mor), Igreja da Penha (altares), Igreja da Boa Viagem (capela-mor), Palácio Arquiepiscopal (imaginária), Palácio Rio Branco (todas as pinturas), Igreja N.S. de Fátima (imaginária). Em Cairu: Convento Franciscano (mais de 80% das pinturas, altares e imaginária), Ermida da Graça (todos os elementos artísticos da nave e da capela-mor). Em Manaus: Monumento à Abertura dos Portos e imaginária da Matriz. Em Maceió: Todas as pinturas da Associação Comercial, da Prefeitura Municipal e do Museu Theo Brandão. Em São Paulo (SP): Coleção Via Sacra do famoso artista Silva, existente na Igreja Redentora de São José do Rio Preto. Complementando suas atividades, tem sido convidado como conferencista pela Associação Brasileira de Restauradores e Conservadores, Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Escola de Belas Artes da UFBA, Fundação Gregório de Mattos, Santa Casa da Misericórdia da Bahia, Pastoral do Turismo em Belém, e outras instituições. Tendo em vista os relevantes serviços prestados à restauração no Estado da Bahia, o prof. José Dirson Argolo foi agraciado com título de “Personalidade 1998” e homenageado, em 1997, pelo Conselho de Cultura do Estado da Bahia. Em 2010, foi agraciado com o diploma de Cidadão de Cairu, outorgado pela Câmara Municipal daquela cidade e, em 2011, recebeu a medalha Arlindo Fragoso da Academia de Letras da Bahia, e a medalha 2 de Julho outorgada pela Prefeitura Municipal de Salvador. Em 2016, recebeu o título de cidadão soteropolitano. Seus trabalhos também podem ser vistos no site studioargolo.com.br.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.