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PRONAC 252172Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Transborda - Corpos Diversos no Picadeiro

INSTITUTO CIRCOLAR CULTURAL
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Contagem
Início
2026-04-15
Término
2026-09-15
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisContagem Minas Gerais

Resumo

O projeto "Transborda - Corpos Diversos do Picadeiro consiste na realização de 40 horas de oficinas gratuitas de circo para 10 pessoas com deficiência, seguida de montagem e duas apresentações de espetáculo circense gratuito e acessível para 1000 pessoas.

Sinopse

- Produto 1: Oficinas Circenses Acessíveis Formação gratuita com carga horária total de 40 horas, voltada a 10 jovens com deficiência entre 15 e 35 anos, nas modalidades de lira aérea, tecido acrobático, malabares e clown. As oficinas serão adaptadas com apoio de uma equipe de acessibilidade e metodologia inclusiva, promovendo a experiência prática do circo enquanto espaço de empoderamento, expressão e valorização da diversidade corporal. As aulas acontecerão na sede do Instituto Circolar, em Contagem (MG). Faixa etária: 15 a 35 anos Carga horária total: 40 horas Número de vagas: 10 Acesso: Gratuito Modo de ingresso: por ordem de inscrição, garantindo, pelo menos, 2 pessoas com deficiência visual, 2 pessoas com deficiência auditiva e 2 pessoas com deficiência física. - Produto 2: Montagem, produção e realização do espetáculo de circo – “Transborda – Corpos Diversos no Picadeiro” Espetáculo circense acessível criado a partir da vivência de 10 pessoas com deficiência física, auditiva e visual, formadas em oficinas de circo nas modalidades de lira, tecido acrobático, malabares e palhaçaria. Com duração entre 40 e 60 minutos, a obra propõe uma poética dos corpos diversos, rompendo com padrões hegemônicos de estética e presença cênica no picadeiro. O espetáculo contará com tradução em Libras, audiodescrição e recursos de acessibilidade física e comunicacional, além da participação de artistas profissionais do Instituto Circolar. Direção artística: Letícia Oliveira, Roteiro: André Solei, Figurino: Raquel Nunes, Cenógrafo: Marcelo Tchelo Guno Serão realizadas duas sessões do espetáculo no mesmo dia. Classificação indicativa: Livre Duração: 40 a 60 minutos Público estimado: 1000 pessoas Acesso: Gratuito

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar uma formação circense acessível voltada para pessoas com deficiência física, auditiva e visual, com idades entre 15 e 35 anos, culminando em duas apresentações do espetáculo gratuito e inclusivo, promovendo a inclusão sociocultural, o direito à arte e a valorização da diversidade de corpos no picadeiro. Objetivos Específicos - Produto 1: Realizar 40 horas de oficinas gratuitas de circo para 10 pessoas com deficiência, distribuídas entre as seguintes modalidades: 10 horas de lira aérea, 10 horas de tecido acrobático, 10 horas de malabares, 10 horas de palhaçaria, com garantia de a acessibilidade pela contratação de 1 profissional de tradução em Libras por 40 horas, 1 profissional de audiodescrição por 40 horas, 1 consultoria especializada em acessibilidade física e comunicacional por 40 horas. - Produto 2: Montar e realizar duas apresentações do espetáculo circense gratuito e acessível, com duração entre 40 e 60 minutos, integrando alunos com deficiências e artistas profissionais do Instituto Circolar, com garantia da acessibilidade pela contratação de 1 profissional de tradução em Libras por 2 horas, 1 profissional de audiodescrição por 2 horas, 1 consultoria especializada em acessibilidade física e comunicacional por 2 horas. - Produto 3: Contrapartida: Realizar roda de conversa de 40 minutos com o público presente, artistas do circo em geral e equipe técnica sobre o processo de desenvolvimento do projeto de circo tendo pessoas com deficiências como protagonistas da cena.

Justificativa

Quando o mundo vê limitação, o Instituto Circolar vê potência. Se os olhos não enxergarem, o corpo vai sentir. Se o som não chegar, o mundo vai vibrar para ditar o ritmo. Quando as pernas não se moverem, a imaginação tomará impulso para voar. No Instituto Circolar, a cadeira de rodas vira um palco móvel para o malabarista brilhar. Cada corpo é um corpo possível de ser picadeiro. Cena, riso e poesia, para nós, não existe o que falta, mas sim, o que transborda. É com esse olhar sensível e potente que nasce o projeto "Transborda _ Corpos Diversos no Picadeiro", idealizado pelo Instituto Circolar, Organização da Sociedade Civil sediada em Contagem (MG). A proposta consiste na realização de 40 horas de formação gratuita em circo (nas modalidades de lira aérea, tecido acrobático, malabares e clown/palhaçaria) para um grupo de 10 pessoas com deficiência física, auditiva e visual, com idades entre 15 e 35 anos, culminando na montagem duas apresentações de um espetáculo circense acessível e gratuito para um público de 1000 pessoas. As oficinas ocorrerão na sede do Instituto Circolar, que conta com todos os equipamentos e materiais, pé direito de 8 metros, acessibilidade e equipe com ampla experiência em formação circense. Já o espetáculo será realizado no Teatro Francisco Nunes, em Belo Horizonte (MG). O espetáculo contará com a presença dos participantes do projeto e de artistas profissionais do ICC, reforçando o valor da integração e da aprendizagem coletiva. A acessibilidade é premissa central da proposta. Todo o percurso pedagógico e artístico contará com equipe técnica especializada: intérprete de Libras, audiodescrição e consultoria em acessibilidade comunicacional e física. Essa equipe orientará professores e equipe técnica para garantir uma metodologia inclusiva e a adaptação do conteúdo às diferentes especificidades dos alunos. Também atuará na acessibilidade do espetáculo final, assegurando pleno acesso ao público com deficiência. As oficinas serão conduzidas por Lucas Castro, artista circense e pesquisador com vasta experiência em circo acessível e no desenvolvimento de metodologias para ensino das artes circenses a pessoas com deficiência. O projeto prevê a busca de parcerias com instituições sociais de Contagem e Belo Horizonte que atendem o público com deficiências, ampliando o alcance da ação e possibilitando a seleção de um grupo diverso e representativo. O Instituto Circolar é referência em arte circense no estado de Minas Gerais. Só em 2024, foram 93.513 pessoas impactadas, 1.227 empregos gerados e 1670 horas de cursos livres ofertadas, além de 1.000 horas de formação profissional e 143 criações cênicas desenvolvidas. A atuação do ICC está pautada na democratização da arte, formação de jovens, valorização da diversidade e promoção de bem-estar por meio do circo. A execução desse projeto exige recursos financeiros para viabilizar acessibilidade, contratação de equipe multidisciplinar, estrutura técnica e logística especializada. Assim, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, por meio da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial para garantir a gratuidade, inclusão social e acessibilidade do projeto, que não possui fins lucrativos nem retorno comercial direto. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto estimula a formação cultural de jovens e adultos com deficência; As apresentações são de acesso gratuito para o público; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; A produção é local e vai gerar 30 postos de trabalho temporário III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto promove o desenvolvimento da identidade cultural brasileira através do circo tradicional e contemporâneo no contexto acessível. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto trabalha a manifestação cultural do circo, patrimônio cultural brasileiro. Além disso, atende aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma Lei, especialmente: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;O Instituto Circolar Cultural é uma OSC que propõe este projeto com o objetivo de promover formação em circo gratuitos para pessoas com deficiências. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto vai montar e realizar duas apresentações de espetáculo de circo com entrada gratuita e acessibilidade III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O projeto trabalha a artee circense, uma das mais antigas manifestações populares do Brasil. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Os esetáculos trão acesso gratuito por parte do público. Este projeto é inédito em Minas Gerais, especialmente no segmento circense. "Transborda _ Corpos Diversos no Picadeiro" contribui diretamente para a construção de uma cena cultural mais inclusiva, diversa e transformadora, principalmente por incorporar princípios de acessibilidade e equidade desde sua concepção. Além do impacto direto sobre os 10 participantes, a proposta movimentará a cadeia produtiva da cultura com a contratação de 30 profissionais temporários: artistas, produtores, técnicos, consultores de acessibilidade, intérpretes de Libras, equipe de comunicação e gestão financeira, reforçando o papel da cultura na geração de trabalho e renda, e impactará um público de 1000 pessoas em suas estreias. A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o instrumento ideal para garantir a viabilidade, qualidade e alcance social do projeto, assegurando que nenhuma limitação impeça alguém de ocupar o centro do picadeiro. Porque no Instituto Circolar, o que Transborda é arte, afeto e potência.

Estratégia de execução

Contrapartida: Além da gratuidade das 40 horas de formação em circo, e da gratuidade de acesso do público ao espetáculo, o projeto ainda oferece como contrapartida uma roda de conversa com a equipe técnica do projeto, oficineiro, direção artística, roteirista, cenógrafo, figurinista, produção, artistas circenses no geral e público presente, por 40 minutos, sobre o processo de construção do espetáculo, passando pela formação, pela equipe de acessibilidade dedicada durante todo o processo. Serão convidados outros artistas de circo para participarem da roda de conversa, pois o objetivo é repassar as experiências geradas no projeto com a finalidade de encorajar e traçar caminhos para que outros produtores trabalhem com a mesma proposta de proporcionar a acessibilidade para as pessoas com deficiência como artistas e não meramente como público do evento como é o comum. A roda de conversa vai tratar sobre as especificidades, desafios e potencialidades do processo de formação circense, bem como da montagem e apresentações do espetáculo.

Especificação técnica

Produto 1: Realizar 40 horas de oficinas gratuitas de circo O acesso à formação em circo para pessoas com deficiência ainda é extremamente limitado no Brasil. O projeto “Transborda - Corpos diversos no Picadeiro” inova ao propor uma formação contínua, gratuita, inclusiva e com metodologia adaptada, contribuindo para o surgimento de novos artistas com deficiência e a ampliação da cena cultural acessível em Minas Gerais. A proposta articula direitos culturais, inclusão e democratização do acesso à arte e valorização da diversidade corporal como eixo criativo. Público atendido: 10 pessoas com deficiênciaPerfil de público: Pessoas com deficiência física, auditiva e visual. Faixa etária: 15 a 35 anos. Residentes nas regiões de Contagem e Belo Horizonte. Prioridade para pessoas em situação de vulnerabilidade social ou inseridas em instituições de apoio à pessoa com deficiência.Modalidades circenses e carga horária: 10 horas de lira aérea, 10 horas de tecido acrobático, 10 horas de malabares, 10 horas de palhaçaria.Etapas: serão realizados 10 encontros de 4 horas de formação - 3 mesesAcessibilidade: 1 profissional de tradução em Libras por 40 horas, 1 profissional de audiodescrição por 40 horas, 1 consultoria especializada em acessibilidade física e comunicacional por 40 horas. Local de realização: sede do Instituto Circolar Cultural - ContagemMétodo de seleção: Seleção a ser realizada por equipe pedagógica e parceiros institucionais Produto 2: Montagem e estreia do espetáculo "Transborda - Corpos Diversos no Picadeiro" - 2 apresentaçõesA partir dos processos formativos, será criado um roteiro de um espetáculo de circo, com participação dos alunos e oficineiro, a ser apresentado no Teatro Francisco Nunes em Belo Horizonte. Serão realizadas duas sessões no mesmo dia e o espetáculo terá participação especial de cinco artistas circenses profissionais do Instituto Circolar. Será um marco para a cultura circense mineira, estar no picadeiro com artistas diversos, muitas vezes não imaginados como protagonistas da cena.Tempo do espetáculo: 40 a 60 minutosAcessibilidade: Libras, audiodescrição, rampas, banheiros adaptados, corrimões e atendimento ao público com deficiência.Público: 1000 pessoas.

Acessibilidade

O projeto “Transborda – Corpos Diversos no Picadeiro” foi concebido tendo a acessibilidade como princípio estruturante, tanto na dimensão física quanto na acessibilidade de conteúdo, assegurando o direito pleno de participação das pessoas com deficiência em todas as etapas: na formação, nos ensaios e na construção do espetáculo final. - Acessibilidade Física: As atividades formativas serão realizadas na sede do Instituto Circolar, em Contagem (MG), que já conta com estrutura adaptada para atender pessoas com mobilidade reduzida. O espaço dispõe de rampas de acesso, banheiro adaptado para cadeirantes, ambientes amplos e sem barreiras arquitetônicas, espaço plano e seguro para movimentação de cadeiras de rodas. O espetáculo será apresentado no Teatro Francisco Nunes, que possui estrutura física acessível, com entrada com rampa e banheiros acessíveis. Providenciaremos espaços reservados para pessoas com deficiências, a serem sinalizados pelo público na retirada do ingresso nas plataformas digitais. - Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a plena compreensão e fruição do conteúdo artístico e pedagógico, o projeto contará com as seguintes medidas de acessibilidade comunicacional e sensorial: Tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as oficinas, ensaios e o espetáculo; Audiodescrição durante as oficinas, ensaios e o espetáculo, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso à narrativa e elementos visuais das cenas e apresentação; - Consultoria especializada em acessibilidade comunicacional e de acolhimento, que acompanhará todo o processo, orientando as adaptações necessárias tanto no conteúdo, peças de divulgação, sensibilização das equipes e condução pedagógica; Legenda descritiva nos materiais de divulgação audiovisual, como vídeos e teasers do projeto; Roteiros adaptados em formatos acessíveis para os alunos, com linguagem clara e possibilidade de versões em braille e/ou áudio; Visita sensorial guiada ao espaço dos espetáculos, realizada antes da primeira apresentação, permitindo que todos os alunos, público com deficiências, especialmente as pessoas cegas ou com baixa visão, conheçam o palco, os figurinos e elementos cênicos por meio do toque e da escuta. Essas ações serão pensadas em diálogo com os próprios participantes e com instituições parceiras, garantindo que a acessibilidade seja aplicada de maneira personalizada e com respeito às necessidades reais do público atendido.

Democratização do acesso

Formação Gratuita: A formação circense oferecida será gratuita para os 10 participantes com deficiência, selecionados em parceria com instituições que atendem esse público nos municípios de Contagem e Belo Horizonte. Não haverá cobrança de taxa de inscrição, matrícula ou mensalidade. Espetáculo Gratuito: O espetáculo de encerramento também será gratuito e aberto ao público, com ingresso livre, estrutura física acessível e espaços reservados para pessoas com deficiência auditiva, visual e física. As apresentações serão realizadas em local público de fácil acesso (Teatro Francisco Nunes) e em horário que favoreça o deslocamento do público. Transporte: De acordo com a capacidade do projeto, será oferecida alguns incentivos de transporte gratuito para pessoas que não tiverem condições financeiras para se deslocarem para as oficinas. A experiência será registrada em vídeo e fotografia, pela equipe de redes sociais, produção executiva, fotógrafo e videomaker com edição de materiais audiovisuais acessíveis (com Libras e legendas descritivas), que serão disponibilizados nas redes sociais do Instituto Circolar.

Ficha técnica

Coordenação Geral Deisy Castro – é formada em Logística Empresarial, especialista em Gestão de Pessoas e em Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e saúde. Com mais de 18 anos de experiência na área administrativa, Deisy é Cofundadora e presidente do CircoLar, Analista fiscal no Instituto Bioparque e produtora na Coreto Produção Cultural. No CircoLar além do apoio as áreas finalísticas, atua na verificação e atendimento aos requisitos do estatuto, monitora os eventos, espaço e projetos. Promotora da inovação permanente propõe conexão entre as pessoas utilizando o circo como linguagem para fortalecer os elos. Currículo detalhado no anexo deste projeto. Produção Executiva Kênia Silva – é artista, produtora cultural e gestora de projetos. Formada em Dança pelo CEFART – escola do Palácio das Artes –, desenvolve uma trajetória marcada pela paixão pela arte, com especial dedicação à dança e ao circo. Atualmente, integra o coletivo Mambus e atua como produtora cultural e responsável pelo setor de gestão de projetos no Instituto Cultural Circolar, onde lidera iniciativas como o Cine Circolar e o Festival Circolar. Sua atuação abrange diferentes linguagens artísticas e contextos sociais, com ênfase em ações que promovem o acesso à cultura e a formação artística. Como arte-educadora e produtora, desenvolve projetos de impacto comunitário, como “Circo Aberto”, “Rocinha em Cena” e a “Escola de Artes”, contribuindo ativamente para o fortalecimento da cena cultural nas periferias. Assistente de Produção Marina Lis –exerce a função de Auxiliar Administrativa no Instituto CircoLar Cultural desde 2024. É formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de São João del-Rei, com trajetória profissional na área administrativa desde 2014. Durante sua formação acadêmica, dedicou-se ao estudo da acessibilidade, área em que pretende aprofundar sua atuação profissional. Possui experiências extracurriculares em diferentes linguagens artísticas, como teatro, dança, música e circo. Apresenta nível intermediário em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e Inglês, além de conhecimento básico em Espanhol. Professor Lucas Castro – é artista e professor de circo, formou-se na Spasso Escola de Circo em 2011. É graduado em Educação Física e pós-graduado em Anatomia Humana, realizou pesquisas baseada sobre o ensaio sobre a cegueira, Ariana Suassuna, além de uma imersão no instituto São Rafael, escola com 98 anos de referência na área de deficiência visual, resultando no trabalho: Vende-se, que teve sua estreia no Festival Mundial de Circo, circulou por vários outros festivais como Festival de São Paulo e esse trabalho se encontra disponível no Youtube. Graduou-se na Escola Nacional de Circo de Montreal como formador em 2022. Lucas é cofundador do Instituto Cultural CircoLar, coordenador do Curso de Formação Profissional do Instituto CircoLar Cultural e professor na École de Cirque de Québec, no Canadá. Direção Artística Letícia Oliveira – Bailarina, diretora artística e pesquisadora. Bacharela em Dança pela UFV e Universidade Técnica de Lisboa, pós-graduada em Performance e mestranda em Artes Cênicas pela UFOP. Atuou em diversas companhias e projetos como o Valores de Minas e Corpo Cidadão. É professora de Dança Contemporânea e proponente do Encontro Brasileiro de Pole e Danças. Cenógrafo Marcelo Augusto – Formado em Teatro (PUC Minas) e Artes Circenses (Spasso e CICALT). Professor de acrobacias aéreas desde 2010, participou de espetáculos como “O Silêncio Habitado das Casas” e “Circo de Brinquedo”. Figurinista Raquel Nunes – Costureira, figurinista e artesã, fundadora da marca Raquel Criações. Atua com bolsas, roupas e acessórios autorais, buscando novas formas de expressão através da costura. Consultoria de Acessibilidade UAI Libras – Empresa referência em acessibilidade, com atuação em tradução e interpretação em Libras, audiodescrição e consultoria. Destaque na Expo Favela Nacional 2024. Participa de grandes eventos culturais e oferece cursos de Libras à comunidade. Artistas CircoLar Vinicius Guedes Barbosa – Ator, circense e professor. Formado em Teatro (UFMG) e em Artes Circenses (CICALT). Atua no Instituto CircoLar desde 2018. Empresário na Guedes Produções, com foco em eventos acessíveis. Eduardo Victor Silva Souza – Ator, pedagogo, músico e palhaço. Integra o Grupo de Teatro Girino e o Instituto CircoLar. Participou dos espetáculos “Sim, Se Puede”, “Pinóquio” e outros. Atua com arte e educação como ferramentas de transformação. Juliana Costa – Artista e educadora circense, com foco em modalidades aéreas e Roda Cyr. Atua no Instituto CircoLar desde 2024, integrando espetáculos como “Sim, Se Puede” e o Cabaré CircoLar. Natália Murta de Lima Dornelas – Iniciou no circo em 2015. Participou dos espetáculos “A Máquina do Mundo”, “Sim, Se Puede” e “Circo de Brinquedo”. Atua também como produtora e professora de acrobacias aéreas. Karine Almeida Gonçalves – Artista circense desde 2019, com passagem pela Cria Trupe (MG), Art Circus (SP) e Uai Circo (BH). Desde 2024, cursa formação no CircoLar, atuando em eventos, companhias e festivais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.