| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04895728000180 | EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 733,7 mil |
O projeto "CIRCO NO RESIDENCIAL" tem como objetivo levar o Circo Cangapé a 7 conjuntos habitacionais da cidade de Macapá (São José, Jardim Açucena, Mestre Oscar Santos, Macapaba, Mucajá, Miracema e Vila dos Oliveiras), oferecendo gratuitamente uma programação diversificada que inclui espetáculos circenses e de palhaçaria, cortejos e intervenções circenses.
O universo circense é composto por palhaços, malabaristas, acrobatas, mágicos, equilibristas, contorcionistas, colorido, luzes e muita magia, não importa se em um palco grandioso, debaixo de uma velha lona multicor ou em uma praça, a magia do circo encanta crianças e adultos, e é capaz de transcender a alma, criando em todos os que a prestigiam, as mais belas memórias.
GERAL Ofertar a população macapaense arte e cultura, através da realização da terceira edição do projeto "CIRCO NO RESIDENCIAL" uma vasta programação artística e cultural itinerante nos residenciais da cidade de Macapá, de forma aberta e gratuita a toda a população, busncando democratizar a arte e socializar a arte do circo amapaense. ESPECÍFICOS: 1 - Valorizar e expandir as artes e artistas circenses de Macapá; 2 - Contribuir com a formação e qualidade artística dos artistas locais; 3 - Aproximar e envolver o público da linguagem do circo produzida no Amapá; 4 - Promover maior participação da população em eventos circenses; 5 - Instigar o consumo e a fruição das artes do circo; 6 - Proporcionar troca de experiência e conhecimentos entre os artistas; 7- Gerar renda para artistas e grupos de circo; 09 -Valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais locais; 10 - Garantir o direito da população amapaenses ao acesso à cultura; 11 - Promover todas as ações abertas e gratuitas; 12 - Contribuir com o processo de formação de plateia.
A cadeia produtiva do circo encontra-se em plena expansão no Amapá e gera emprego e renda aos artistas locais, resultado de altos investimentos (tanto financeiro quanto intelectual) e atenção dos grupos e circos que a anos dedicam-se à consolidação e popularização das artes circenses no estado.Prova da expansão e solidificação do circo amapaense, está nos grandes projetos de circos, trupes e grupos, que vimos aprovados nos últimos anos; outro exemplo desta expansão do circo macapaense é o próprio projeto "CIRCO NO RESIDENCIAL", que teve sua primeira edição no ano de 2023, foi um grande sucesso de público e de critica, sendo recorde de público em todos os residenciais poronde passou.Desse modo, o projeto "CIRCO NO RESIDENCIAL" pretende realizar a terceira edição do projeto, e permanecer ofertando a sociedade macapaense arte e entretenimento saudável, com a itinerância do Circo da cia. Cangapé pelos residenciais da cidade de Macapá, levando apresentações culturais de forma aberta e gratuita, livres para todos os públicos, mas com enfoque maior nopúblico infantil e familias residentes nos residenciais por onde o projeto passar, garantindo que haja democratização do acesso à arte por todas as comunidades atendidas pelo projeto. Assim, "CIRCO NO RESIDENCIAL" justifica-se por se propor a levar arte a população macapaense, movimentar a cena cultural da cidade, instigar a população local a consumir e fruir a arte pensada e produzida na cidade de Macapá, bem como, garantir o direito constitucional do acesso a arte, gerar renda aos artistas locais, visto que, estima-se envolver mais de 100 artistas em todo o projeto.
Com uma história de mais de duas décadas (fundada há mais de dezenove anos), a Cia. Cangapé é uma entidade sociocultural que se destaca no cenário artístico do Amapá por sua profunda crença no poder transformador da arte e da educação. Desde sua fundação, a companhia tem trilhado um caminho singular, mesclando produções artísticas de qualidade com um forte compromisso social, contribuindo para o desenvolvimento de indivíduos mais sensíveis e engajados. Entre seus trabalhos emblemáticos, o espetáculo "O Rapaz da Rabeca e a Moça da Camisinha", do renomado dramaturgo José Mapurunga, consagrou a Cia. Cangapé ao receber, por dois anos consecutivos, os prêmios de Melhor Ator, Melhor Diretor e Melhor Espetáculo no I e II Festival de Teatro em AIDS do Amapá. A peça também obteve reconhecimento nacional no Festival Nacional de Teatro no Meio do Mundo, sendo agraciada com o Prêmio Cultura e Saúde do Ministério da Cultura (MINC). O diversificado repertório da Cia. Cangapé abrange uma rica gama de expressões artísticas, incluindo o auto natalino "A Estrela Humilde", as lúdicas montagens "Brincando de Roda" e "Comigo Não Violão", as impactantes peças "Divino Mestre", "De Quem é a Culpa" e "As Faces de Cristo", as comédias "A Revolta dos Perus" e "Se deixar, ela canta!", as nostálgicas "Bo(B)as Lembranças do Picadeiro" e "Gran Cirque", a introspectiva "Katharsis" e a envolvente "O Mistério do Picadeiro". O reconhecimento da Cia. Cangapé transcendeu as fronteiras estaduais, culminando na conquista do Prêmio Funarte Petrobras de Estímulo ao Circo em suas edições de 2011 e 2012, através do inovador projeto "Corda Bamba No Equador". A relevância dessa iniciativa foi reconhecida em 2012 com a declaração de utilidade pública municipal, conforme o projeto de lei nº 035/12. No mesmo ano, a companhia celebrou a entrada de seu aluno e ator Emerson Rodrigues na prestigiada Escola Nacional de Circo, através do Edital Bolsa Funarte Para Formação Em Artes Circenses 2012. O projeto "Corda Bamba no Equador" também alcançou reconhecimento nacional ao ser selecionado pelo Criança Esperança/UNESCO nos anos de 2013, 2014 e 2016, evidenciando seu impacto social. Em 2016, a Cia. Cangapé promoveu a circulação independente "Circuito do Chapéu", levando apresentações gratuitas do aclamado espetáculo "Se deixar, ela canta!" a nove espaços públicos de Macapá e da Ilha de Santana, democratizando o acesso à arte. Atualmente, a companhia dedica seus esforços ao contínuo desenvolvimento do Projeto Corda Bamba no Equador e à encenação dos premiados espetáculos "Katharsis" e "Se deixar, ela canta!", este último agraciado com os prêmios de Melhor Caracterização e Melhor Atriz Coadjuvante e representante do Amapá no projeto Sesc Amazônia das Artes, circulando pelos nove estados da Amazônia Legal e Piauí. Outro destaque em seu repertório é "Mercador de Sonhos", vencedor do prêmio de Melhor Ator no II Festival Curta Teatro de Macapá – 2017, e "Flor do Bolão", grande vencedor do mesmo festival em 2019. Em 2020, a Cia. Cangapé foi selecionada nos editais Circula Amapá (SECULT/AP), Pimpolho Sanches Lei Aldir Blanc (SECULT/AP) e para Espaços Culturais Lei Aldir Blanc (FUMCULT/PMM). No ano de 2021, circulou por diversos municípios do Amapá com o apoio da Lei Aldir Blanc, e em 2022 e 2023, seus espetáculos "Se deixar, ela canta!" e "As Reprises Nossas de Cada Dia" foram selecionados para o Festival Nacional Amazônia Encena na Rua, com apresentações nos estados do Pará e Maranhão, respectivamente. No ano de 2023, foi certificada como PONTO DE CULTURA, fazendo a um trabalho de quase duas décadas no estado do Amapá. No ano de 2024, a Cia. Cangapé demonstrou sua versatilidade e engajamento com a comunidade através do desenvolvimento da "Mostra Circo em Cena", do "Projeto Lona Aberta" e do "Projeto Circo no Residencial". Em parceria com a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), realizou o "Projeto Norte de Arte Acessível" e o "Projeto Amapá Afro Cênico", expandindo ainda mais seu alcance e impacto. Em 2025, a companhia concretizou mais um marco para a cena local com a realização do "Lona Aberta: Festival de Circo e Palhaçaria Amapaense", consolidando seu papel como agente fundamental na promoção e valorização das artes circenses no estado. A Cia. Cangapé, ao longo de sua rica trajetória, reafirma seu compromisso com a excelência artística, a formação de novos talentos e a promoção da cultura como ferramenta essencial para a construção de uma sociedade mais justa, sensível e criativa no Amapá.
NÃO SE APLICA
ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto buscará dentro dos residenciais espaços que possibilitem ofertar acessibilidade física para sua realização, como a disponibilizaçao de rampa de acesso, banheiros quimicos adaptados, entre outros. Esse será o fator preponderante para a escolha dos locais que receberão o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS e VISUAIS: Caso exista algum deficiente visual serão feitas audiodescrição abertas, feitas pela própria oequipe do projeto. No caso de deficientes auditivos, o projeto ofertará interpretes de libras. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL:Em todas as etapas do projeto, a Acessibilidade Atitudinal será prioridade, garantindo a utilização de linguagem clara e simplificada em todas as comunicações. Além disso, os colaboradores do projeto receberão orientação e capacitação específicas para promover uma cultura de acolhimento, respeito e inclusão em todas as interações. As postagens nas redes sociais, contarão com legendas descritivas, tornando as medidas de divulgação plenamente acessíveis.
Como medidas de democratização o projeto terá todas as suas ações abertas e gratuitas a sociedade macapaense.
01 Washington Silva – PRODUTOR EXECUTIVO Washington Silva é Palhaço, ator, gestor e produtor cultural, membro, gestor e sócio fundador da Cia Cangapé; é um dos agentes culturais mais significativos da cadeia produtiva da cultural macapaense, tendo iniciado sua trajetória no segmento teatral ainda adolescente, cresceu e se constituiu. Enquanto cidadão nos palcos macapaenses e nas coxias dos espaços culturais de Macapá, da cultura fez Sua vida e sua profissão. Com mais de 25 anos ininterruptos de atuação na cadeia produtiva do Amapá, Washington Silva, tem suas principias área de atuação o teatro e o circo. Sua contribuição vai além da estética da cena, perpassa as lutas de classe, pois sempre esteve, e está presente nas reivindicações pela construção e consolidação de políticas públicas para a cultura, como a participação na reimplantação do conselho Estadual de cultura – CONSEC/Ap, no ano de 2009, conselho municipal de cultura, no ano de 2018,é Membro da rede brasileira de teatro de rua RBTR, ajudou a instalar o curso de teatro da Universidade Federal do Amapá UNIFAP, onde posteriormente graduou-se em licenciatura plena em Teatro, e em seguida ingressou no curso de pós-graduação em Estudos teatrais contemporâneos pela mesma universidade. Emerson Rodrigues é membro sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé Atuante na cadeia cultural amapaense desde 2005, é Formando no curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, cursou de AUXILIAR DE CENOTECNIA, pelo Instituto federal do Amapá – IFAP, foi o primeiro amapaense a entrar na escola Nacional de Circo, na referida instituição cursou, formou e retornou para ser professor no projeto onde iniciou sua trajetória no circo; dentro das principais experiências acumuladas na sua vivência artística destacam: professor de circo no no Programa de Cultura-PROCULT na UNIFAP, foi professor de circo no projeto Picadeiro Cidadão do governo do estado, é professor e coordenador de circo no projeto Corda Bamba no equador, foi oficineiro de circo no projeto Arte que salva do governo do estado do Amapá, foi professor no PRONATEC, foi professor da disciplina de CENOTÉCNIA E ILUMINAÇÃO no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC, atua como diretor nos espetáculos “ Bobas lembranças do picadeiro” “Katarshis” “ Vinho tinto de sangue” “ As faces de cristo” e “Virtuose”. 02 Emerson Rodrigues - Diretor Artístico Atuante na cadeia cultural amapaense desde 2005, é Formando no curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá –UNIFAP, curso de AUXILIAR DE CENOTECNIA, pelo Instituto federal do Amapá – IFAP, foi o primeiro amapaense a entrar na escola Nacional de Circo, na referida instituição cursou, formou e retornou para ser professor no projeto onde iniciou sua trajetória no circo; dentro das principais experiências acumuladas na sua vivência artística destacam: professor de circo no Programa de Cultura-PROCULT na UNIFAP, foi professor de circo no projeto Picadeiro Cidadão do governo do estado, é professor e coordenador de circo no projeto Corda Bamba no equador, foi oficineiro de circo no projeto Arte que salva do governo do estado do Amapá, foi projeto PRONATEC, foi professor da disciplina de CENOTÉCNIA E ILUMINAÇÃO no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC, é coordenador de circo Cia Cangapé, é diretor artístico nos projetos: Circo no Residencial, Lona Aberta Festival de circo e palhaçaria, é iluminador nos espetáculos: Flor do bolão, Se deixar ela canta, O lugar da chuva, Negro Pássaro, atua como diretor nos espetáculos “ Bobas lembranças do picadeiro” “Katarshis” “ Vinho tinto de sangue” “ As faces de cristo” “Virtuose” e “Imersão”. 03 Alice Araújo - Coordenadora Geral Palhaça, Atriz, Pesquisadora, Arte educadora na Rede pública de Ensino, membro e sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé; formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, Pós-graduada em Estudos culturais e políticas públicas pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, acadêmica do curso de licenciatura em Teatro na mesma universidade e pós graduanda do curso de produção cultural pela FAVENI. É coordenadora e professora de palhaçaria no Projeto Corda Bamba no Equador de 2009 até os dias atuais, é produtora no porjeto Circo no residencial, Lona Aberta festival de circo e palhaçaria amapaense, foi professora da disciplina História Do Teatro no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC (2019), foi representante da Região Norte, no Colegiado Nacional de Circo, do Conselho Nacional de Políticas Culturais-CNPC-MINC (Biênio 2015/2017). Com mias de 27 anos de atuação ininterruptas na cultura amapaense, Alice Araújo iniciou sua carreira artística em 1998 e desde então é artista e ativista na cadeia produtiva das artes cênicas amapaenses, atua como palhaça a mais de 16 anos e se apresenta hoje como um dos principais nomes da palhaçaria do Amapá. Participou de vários projetos, festivais e encontros de palhaçaria, destacando- se os festivais, Circulação mostra Sesc Amazônicas das artes 2017 Circulação do Espetáculo “SE deixar, ela canta!” “Conexões do riso, mulheres negras na palhaçaria - SP – 2020” “Palhaças do Meio do Mundo – AP 2017 a 2021” “Festival Palhaçaí – Teatro Ruante -RO – 2022” “Festival Amazônia ENCENA na Rua – Belém – PA – 2022” “Vem cá tua graça, vem – Festival de mulheres Cômicas do Pará – 2022” “Festival Amazônia ENCENA na Rua – São Luis – MA –2023”VPossui uma pesquisa poética e científica acerca da palhaçaria feminina na Amazônia, é ativista do movimento circense do estado, trabalhando na busca de melhorias para a cadeia produtiva do circo no estado do amapá, compõe a rede de mulheres palhaças do Brasil e rede mulheres palhaças da Amazônia. Possui os títulos de honra ao mérito pelos serviços prestados a palhaçaria amapaense- Conselho Estadual de Cultura- CONSEC, título de honra ao méritopelas contribuições com a cultural macapaense – Câmara De Vereadores de Macapá-2015, melhor atriz coadjuvante- Festival Curta Teatro 2016. 04 Técnico de luz - Cleber Santana Cleber Luiz Barbosa de Santana, é amapaense, membro fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé é técnico em Iluminação cênica pelo Programa Nacional de acesso ao ensino técnico e emprego - PRONATEC/MEC formado em Educação Física pelo Centro de ensino do Amapá, CEAP e Bacharel em Rede de computadores Pela Faculdade META, iniciou sua vida artística através de um projeto social na comunidade onde mora, no ano de 2005 e desde lá, dedica-se a arte teatral, tem em suas experiências mais relevantes oficinas, cursos, workshops, a participação como ator nos espetáculos “O boi e o burro a caminho de Belém” nos anos de 2005 a 2008, “A estela humilde” nos anos de – 2008 a 2010, ”Jesus cristo” nos anos de 2007 a 2008, e experiências como iluminador nos espetáculos: ““Divino mestre” nos anos de 2009 a 2010, “O milagre do calvário” nos anos de 2009 a 2010, “Circo só lé lé” no ano de 2011, “De quem é a culpa?” no ano de 2011 , “A formiga contra o mosquito da dengue“ no ano de 2011, “A revolta dos perus” no ano de 2012, “Bo(b)as lembranças do picadeiro” no ano de 2014 e Se deixar, ela canta nos anos de 2016 e até os dias atuais, é um dos coordenadores do projeto social Corda Bamba no equador. 05 Assitente de produção - Cidian Pinheiro Cidian Pinheiro: é graduada em pedagogia na Unip Universidade Paulista, É assistente de produção de eventos, com ênfase em espetáculos em circo e teatro.Iniciou sua trajetória artística no ano de 2013 como assistente de produção em eventos da Cia. Cangapé e desde então atua na cadeia produtiva da cultura amapaense.Como assistente de produção, já participou de eventos significativos como:Projeto Corda bamba do Equador - 2014,Macapá verão - 2017,Lembranças do picadeiro - 2015,Flor do bolão - 2019,Picadeiro do Brincar - 2022,,Natal solidário - 2022,Se deixar, ela canta conexões - 2022,Projeto Circo nos residências - 2023,Amazônia encena - 2023,Projeto Lona Aberta - 2023,Expofeira - 2023,Folia literária - 2023,Atualmente, presta serviços como assistente de produção na companhia Cia. Cangapé e Oca Produções. 06 Assitente de produção - Micheli Brazão Micheli Brazão, 31 anos, descobriu-se artista ainda na adolescência aos 14 anos, quando começou a participar de espetáculos sacros na comunidade do bairro Novo Horizonte, Zona Norte da Cidade de Macapá, com a Cia Teatração, onde também se desenvolveu artisticamente. O espetáculo que mais lhe rendeu destaque foi "Sacra Folia" (2012-2013), texto de Luiz Alberto de Abreu, com direção de Paulo Padovani. Desde então, Micheli tem atuado na área de produção, tanto na cena quanto nos bastidores, desenvolvendo habilidades como assistente de produção. Atualmente, é assistente de produção na Cia. Cangapé e Oca Produções e é uma das idealizadoras e produtoras do Projeto Tela Popular, que tem levado cinema a crianças e adolescentes desassistidos de políticas de inclusão social de cultura. 07 Assitente de produção - Williania Cavalcante WILLIANIA CAVALCANTE é um assistente de produção multifacetado e atuante no cenário cultural de Macapá, com uma trajetória marcada por sua dedicação ao circo e à produção de eventos artísticos. Sua trajetória no meio cultural começou em 2009, com sua participação no espetáculo Divino Mestre da Cia. Cangapé, um grupo com o qual Willi viria a se integrar em diversos projetos ao longo dos anos. Sua atuação em espetáculos de grande porte, como As Faces de Cristo e As Faces, ajudou a consolidá-lo como um nome importante no contexto cultural da região. Em 2022 e 2023, ele desempenhou papéis importantes em eventos como o Projeto Picadeiro do Brincar, a 52ª Expofeira e o Circo no Residencial, levando a arte do circo a diversos públicos. Sua presença foi fundamental também em eventos como o Projeto Circo em Cena e a 53ª Expofeira, sempre com a missão de garantir o bom andamento dos espetáculos e a promoção da cultura local. Além disso, Willi contribuiu para projetos comunitários, como o Tela Popular, que leva cinema gratuito a comunidades carentes de Macapá. Sua dedicação ao fortalecimento da cultura e à promoção da diversidade local, por meio de sua atuação na produção, organização e montagem de eventos, tem sido um pilar importante da cena artística macapaense
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.