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PRONAC 252205Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Projeto Muhatu

VANESSA VIEIRA DE MELO
Solicitado
R$ 90,9 mil
Aprovado
R$ 90,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-06-10
Término
2026-06-10
Locais de realização (1)
São João de Meriti Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto visa promover a valorização e a transmissão dos saberes e sabores da culinária de matriz africana dentro das comunidadesde terreiro de São João de Meriti. Através da realização de oficinas práticas, serão abordados acarajé, omolokum, dibangulango e entreoutros. Os produtos desta proposta são: a realização das oficinas, o compartilhamento de receitas e técnicas culinárias, ofortalecimento da identidade cultural afro-brasileira e a produção de material didático (digital ou impresso) com o conteúdo das oficinaspara futuras consultas pelas comunidades.

Objetivos

Objetivo Geral:O presente projeto tem como objetivo principal fortalecer a identidade cultural e promover a segurança alimentar das comunidades deterreiro de São João de Meriti, através da transmissão de conhecimentos e práticas da culinária de matriz africana, fomentando aautonomia e a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro local.Objetivos Específicos:Realizar 96 oficinas de culinária de matriz africana ao longo de 12 meses. Com foco em ritos e sabores do acarajé e do abará; ervassagradas na cozinha; a fartura dos grãos na culinária afro-brasileira, beneficiando diretamente os participantes do projeto e pessoas dacomunidade. Ao fim de cada exercício toda comida servirá aos inscritos na oficina como também pessoas da comunidade.Compartilhar receitas autênticas e técnicas culinárias ancestrais, através de material didático digital, impresso ou ambos, distribuídoaos participantes e disponibilizado para acesso futuro nas comunidades.Promover 02 encontros de troca de saberes entre mestres e aprendizes da culinária tradicional afro-brasileira, incentivando o diálogointergeracional e a continuidade das práticas culinárias.Documentar e registrar em vídeo, fotos, textos o processo das oficinas e os saberes compartilhados, constituindo um acervo culturalpara as comunidades de terreiro de São João de Meriti.Divulgar os resultados do projeto através de redes sociais, encontros comunitários, etc., alcançando um público estimado de alcance detoda a comunidade. Sensibilizando para a importância da culinária de matriz africana como patrimônio cultural.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é fundamental para viabilizar esta oficina de culinária de matriz africana para povos de terreiro em São João de Meriti, pois permite o acesso a recursos financeiros através do incentivo fiscal a empresas e pessoas físicas. Sem esse mecanismo, a obtenção da totalidade dos recursos necessários para cobrir os custos de realização das oficinas, aquisição de materiais, pagamento de instrutores, produção de material didático e divulgação se tornaria significativamente mais desafiadora, senão inviável, considerando a natureza cultural e educativa da proposta. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: Inciso I: "apoio a projetos de produção, difusão, distribuição, circulação, formação, treinamento e aperfeiçoamento de pessoal para as artes e a cultura;" - A oficina de culinária promove a formação e o treinamento nas artes da culinária de matriz africana, além de difundir esses conhecimentos dentro das comunidades de terreiro.Inciso II: "apoio a projetos de pesquisa, documentação, conservação, restauração e divulgação do patrimônio cultural material e imaterial;" - O projeto busca documentar e divulgar os saberes e sabores da culinária tradicional afro-brasileira, que constituem um importante patrimônio cultural imaterial.Inciso VI: "apoio a projetos de desenvolvimento de atividades culturais e artísticas destinadas a crianças e adolescentes;" - Embora o foco principal sejam os povos de terreiro, as oficinas podem incluir a participação de jovens das comunidades, transmitindo o conhecimento para as novas gerações.Inciso VII: "apoio a projetos de desenvolvimento de atividades culturais e artísticas que promovam a inclusão social de pessoas com deficiência, de crianças e adolescentes em situação de risco social, de idosos e de outros grupos sociais minoritários;" - As comunidades de terreiro, historicamente marginalizadas, se enquadram nesse inciso, visando a promoção da inclusão social e o fortalecimento de sua identidade cultural.Ademais, o projeto alcança diversos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91: Inciso I: "promover e estimular a cultura nacional, apoiando a diversidade de suas manifestações;" - A culinária de matriz africana é uma expressão fundamental da diversidade cultural brasileira, e o projeto busca valorizar e estimular essa manifestação específica.Inciso II: "apoiar a preservação e a difusão do patrimônio cultural brasileiro;" - Ao documentar e transmitir os saberes culinários tradicionais, o projeto contribui para a preservação e difusão desse importante patrimônio imaterial.Inciso III: "fomentar a produção cultural e artística brasileira em suas diversas formas de expressão;" - A oficina em si é uma forma de produção cultural, disseminando conhecimentos e incentivando a prática da culinária afro-brasileira.Inciso IV: "apoiar a formação de pessoal qualificado para as diversas áreas da cultura;" - As oficinas proporcionam a formação de indivíduos nas técnicas e conhecimentos da culinária de matriz africana.Inciso VII: "estimular a participação da iniciativa privada no financiamento de projetos culturais;" - Ao buscar o financiamento através da Lei Rouanet, o projeto busca o apoio da iniciativa privada para sua realização.Inciso VIII: "democratizar o acesso aos bens e serviços culturais;" - Ao oferecer as oficinas gratuitamente ou a custos acessíveis para as comunidades de terreiro, o projeto facilita o acesso a essa forma de conhecimento e expressão cultural.Em suma, o Mecanismo de Incentivo à Projetos Culturais é essencial para fornecer os recursos necessários para a realização desta oficina, que se alinha diretamente com os objetivos e diretrizes da Lei Rouanet, promovendo a cultura afro-brasileira, preservando o patrimônio imaterial e fomentando a inclusão social nas comunidades de terreiro de São João de Meriti.

Acessibilidade

Com certeza! A acessibilidade é um aspecto crucial para garantir que o projeto da oficina de culinária de matriz africana seja inclusivo e alcance a todos os interessados, especialmente dentro das comunidades de terreiro, que podem incluir pessoas com diversas necessidades. Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade física ao espaço onde as oficinas serão realizadas (seja um espaço já existente a ser adaptado ou um espaço a ser construído/reformado com recursos do projeto, se previsto), serão implementadas as seguintes medidas: Rotas Acessíveis: O local contará com rotas de acesso livres de barreiras arquitetônicas, desde a entrada até as áreas de realização das oficinas (cozinha, espaço de aprendizado, banheiros). Isso incluirá corredores amplos e desobstruídos.Rampas de Acesso: Nos locais onde houver desníveis, serão instaladas rampas com inclinação adequada, seguindo as normas técnicas de acessibilidade (ABNT NBR 9050), garantindo o acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. As rampas serão equipadas com corrimãos em ambos os lados.Banheiros Acessíveis: Serão disponibilizados banheiros adaptados para pessoas com deficiência, com barras de apoio, espaço de manobra para cadeiras de rodas, pia e vaso sanitário com alturas adequadas e porta com largura suficiente.Piso Tátil: Será instalado piso tátil direcional e de alerta nos percursos e pontos de interesse para orientar pessoas com deficiência visual, como na aproximação de rampas, escadas, balcões de atendimento e banheiros.Sinalização Adequada: A sinalização do espaço será clara, com letras grandes e contrastantes, facilitando a identificação dos ambientes para pessoas com baixa visão. Serão utilizadas placas indicativas em locais estratégicos.Mobiliário Adaptado: O mobiliário utilizado nas oficinas (bancadas, mesas) considerará diferentes alturas para acomodar pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes.Estacionamento Acessível (se aplicável): Caso o local possua estacionamento, serão reservadas vagas devidamente sinalizadas para pessoas com deficiência, próximas à entrada.Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir que o conteúdo das oficinas e as informações sobre o projeto sejam acessíveis a pessoas com diferentes necessidades de comunicação e aprendizado, serão adotadas as seguintes medidas: Interpretação em Libras: Todas as aulas e eventos públicos relacionados ao projeto contarão com a presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo a comunicação para participantes surdos. A divulgação do projeto também incluirá informações em vídeo com interpretação em Libras.Material em Braille: O material didático principal (receitas, informações sobre ingredientes) será disponibilizado em formato Braille para participantes com deficiência visual total.Audiodescrição: Os materiais audiovisuais produzidos (vídeos de divulgação, registros das oficinas) incluirão audiodescrição, narrando as informações visuais relevantes para pessoas com deficiência visual.Legenda Descritiva: Todos os vídeos produzidos terão legenda descritiva, que além de transcrever a fala, descreverá sons importantes e informações visuais relevantes para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Visita Sensorial: Será planejada uma atividade de visita sensorial ao espaço da oficina e aos ingredientes utilizados, permitindo que pessoas com deficiência visual explorem texturas, aromas e sabores, enriquecendo a experiência de aprendizado.Linguagem Clara e Simplificada: Todos os materiais de divulgação e o conteúdo das aulas serão apresentados em linguagem clara e simplificada, facilitando a compreensão por pessoas com diferentes níveis de escolaridade ou dificuldades de aprendizado.Recursos Visuais: Serão utilizados recursos visuais como imagens, ilustrações e vídeos para complementar as explicações verbais, auxiliando na compreensão do conteúdo.A implementação dessas medidas de acessibilidade física e de conteúdo visa garantir que a oficina de culinária de matriz africana seja um espaço inclusivo, acolhedor e enriquecedor para todos os participantes das comunidades de terreiro de São João de Meriti, promovendo a igualdade de oportunidades e o acesso pleno ao conhecimento e à cultura.

Democratização do acesso

No campo "Democratização de Acesso", a distribuição e "comercialização" (entendendo que o foco principal do projeto para povos de terreiro não é a comercialização tradicional, mas sim o compartilhamento e a disseminação de conhecimento) dos produtos da proposta e outras medidas de ampliação do acesso serão as seguintes: Distribuição e Compartilhamento dos Produtos da Proposta: Considerando a natureza cultural e educativa do projeto, voltado para o fortalecimento das comunidades de terreiro, a distribuição dos "produtos" da proposta (conhecimento, material didático, experiências) será prioritariamente gratuita e direcionada aos participantes das oficinas e às comunidades envolvidas. As seguintes estratégias serão adotadas: Participação Gratuita nas Oficinas: As 20 vagas nas oficinas serão oferecidas gratuitamente aos membros das comunidades de São João de Meriti, mediante inscrição prévia e critérios de participação definidos em diálogo com as lideranças comunitárias, buscando garantir a representatividade e o acesso de diferentes terreiros.Distribuição Gratuita de Material Didático: O material didático produzido (digital, impresso ou ambos]) contendo as receitas, técnicas culinárias e informações culturais abordadas nas oficinas será distribuído gratuitamente a todos os participantes ao final de cada encontro de oficinas. O material digital será disponibilizado online para acesso contínuo pelas comunidades.Compartilhamento de Saberes nos Encontros Comunitários: Os encontros de troca de saberes entre mestres e aprendizes serão abertos à participação de um público mais amplo dentro das comunidades de terreiro, promovendo a disseminação do conhecimento para além dos inscritos nas oficinas.Criação de um Acervo Cultural Comunitário: A documentação do projeto ([Especificar formato: vídeo, fotos, texto]) será organizada e disponibilizada como um acervo cultural para as comunidades de terreiro, podendo ser acessado em espaços comunitários (sedes de terreiros, associações) ou plataformas online de acesso restrito às comunidades, garantindo a preservação e o compartilhamento contínuo da memória e dos saberes.Outras Medidas de Ampliação de Acesso: Para ampliar ainda mais o alcance e o impacto do projeto, serão implementadas as seguintes medidas adicionais de democratização do acesso: Oficinas Paralelas/Demonstrativas (Pontuais): Será considerada a realização de [Número] oficinas paralelas ou demonstrativas, em locais de maior circulação dentro de São João de Meriti (feiras culturais, eventos comunitários), com o objetivo de apresentar a culinária de matriz africana para um público mais amplo e despertar o interesse pela temática, convidando pessoas de diferentes origens a conhecerem essa rica tradição cultural.Transmissão Online (Parcial ou Resumida): Dependendo da viabilidade técnica e dos recursos disponíveis, partes das oficinas (como momentos de demonstração ou entrevistas com os instrutores) poderão ser transmitidas ao vivo ou gravadas e disponibilizadas em plataformas online (redes sociais da instituição proponente, canais comunitários), alcançando um público que não pôde participar presencialmente e ampliando a visibilidade do projeto. Serão observadas as questões de direitos de imagem e privacidade dos participantes.Ensaio Aberto (da Troca de Saberes): Um dos encontros de troca de saberes poderá ser realizado em formato de "ensaio aberto", convidando um público maior das comunidades a vivenciar esse momento de interação entre mestres e aprendizes, fortalecendo os laços comunitários e a valorização dos saberes tradicionais.Criação de Conteúdo Digital Acessível: Serão produzidos conteúdos digitais (posts para redes sociais, vídeos curtos, podcasts) com informações relevantes sobre a culinária de matriz africana e o projeto, utilizando legendas descritivas, audiodescrição e linguagem clara, buscando alcançar um público diversificado na internet.Essas medidas visam garantir que o conhecimento e os benefícios gerados pelo projeto não se restrinjam aos participantes diretos das oficinas, mas por toda a comunidade de terreiro e para um público mais amplo interessado na cultura afro-brasileira, promovendo a valorização, a preservação e o acesso a esse importante patrimônio cultural.

Ficha técnica

*Vanessa Vieira de Mello - Idealizadora e criadora do Projeto Muhatu.Ensino superior incompleto.Moção Honrosa na Câmara Municipal do Rio de Janeiro;Moção Honrosa na ALERJ. *Elisangela Justo de Menezes- Coordenadora do Projeto Muhatu.Formada em contabilidadeinstrutora de autoescola *Marcela Menezes Schetine-Secretária do Projeto.Cursando o ensino superior.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.