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O projeto se refere ? realiza??o do Festival Quebramar - 8? Edi??o, estruturado em etapas de produ??o, forma??o, difus?o e interc?mbio no campo das artes e da cultura. Envolve a execu??o de atividades como apresenta?es musicais, oficinas, rodas de conversa, debates, exposi?es, mostras audiovisuais e a?es de qualifica??o t?cnica. As a?es ser?o organizadas conforme planejamento art?stico e operacional, prevendo a mobiliza??o de agentes culturais, o desenvolvimento de conte?dos e o est?mulo ? articula??o entre diferentes segmentos criativos. O projeto visa ? execu??o de um conjunto integrado de produtos culturais, com foco na circula??o de obras, amplia??o de repert?rio e fortalecimento de redes colaborativas.O evento ? estruturado para fomentar a integra??o e o di?logo entre territ?rios diversos na Amaz?nia, contribuindo para o desenvolvimento do setor cultural regional.
Conteúdos das atividades de formação I - PRÉVIAS (Quebramar na Escola) As Prévias do Festival Quebramar oferecerão oficinas, rodas de conversa e cobertura colaborativa como atividades de formação, conforme descrito a seguir. O Festival Quebramar, desde as suas Prévias, disponibilizará certificados de participação em todas as atividades de formação, rodas de conversa e cobertura colaborativa. Oficina 1: Contação de históriaAbordagem: A oficina propõe às crianças pensar a tradição de contar histórias na nossa vida Amazônica. Cada história carrega consigo uma lição, um ensinamento. Causos, mitos, lendas, curiosidades e encantamentos narrados podem ser compreendidos como constructos epistemológicos da região desde a mais tenra idade. Carga-horária: 1h Público-alvo: alunos de escolas públicas, na faixa etária de 07 a 12 anos, das classes B,C,D e E, residentes em Macapá-AP. Quantidade de oficinas: 4 Estimativa de público: 80 Oficina 2: Ninjismo: Monte sua mídiaAbordagem: Ancestralidades, diversidade e tecnologia se encontram nas redes sociais através de narrativas em múltiplas linguagens. A proposta da oficina é provocar a reflexão sobre as ferramentas disponíveis que podem ser potencializadoras das nossas identidades, memórias e vivências. Carga-horária: 1h Público-alvo: alunos de escola pública, na faixa etária de 14 a 18 anos, das classes B, C, D e E, residentes em Macapá-AP. Quantidade de oficinas: 4 Estimativa de público: 120 Oficina 3: Livro artesanalAbordagem: A oficina aplica ao objeto livro uma dimensão de escrita criativa combinada com exercícios de manualidades e a produção imagética. Carga-horária: 1h Público-alvo: alunos de escola pública, na faixa etária de 14 a 18 anos, das classes B, C, D e E, residentes em Macapá-AP. Quantidade de Oficinas: 4 Estimativa de público: 120 Roda de conversaAbordagem: "A importância de contar a nossa história". Esta atividade propõe o exercício de contar e ouvir histórias ativando nossas memórias culturais e afetivas, fundamentais para descobrir quem somos e como lidamos com os outros, a partir do universo simbólico que constituem nossas identidades regionais (causos, mitos, lendas, curiosidades, sentidos para o mundo amazônico). Serão envolvidos artistas, psicólogos, assistentes sociais e mestres de saber reconhecidos pela comunidade. Carga-horária: 1h Público-alvo: alunos de escola pública, na faixa etária de 14 a 18 anos, das classes B, C, D e E, residentes em Macapá-AP. Estimativa de público: 30 II - FESTIVAL QUEBRAMAR (QUEBRAMAR DEBATE) Os 6 dias consecutivos de Festival Quebramar iniciam com as ações do Quebramar Debate ressaltando a importância do segmento Humanidades na concepção de projetos e programas de cultura orientados para o atendimento das especificidades da região para a garantia dos Direitos Culturais da população amazônica. Constituem estas ações: palestra, mesa de debate, oficinas, rodas de conversa e rodada de negócios. Mesa de abertura: Cultura e envolvimento: a cultura como centralidade na vida amazônicaAbordagem: Gestores, especialistas e produtores culturais debaterão como a vida na região mais viscejada do planeta ocupa a centralidade nas questões de preservação, resiliência climática e descolonização das relações. Carga-horária: 1h Público-alvo: gestores públicos, agentes culturais, artistas, produtores, estudantes dos cursos de artes, letras, teatro, desenvolvimento regional, jornalismo, história, geografia, ciências sociais, e público em geral. Estimativa de público: 100 Palestra: Planos de cultura para transformar as cidades da AmazôniaAbordagem: Cidades como Medellín trazem exemplos de cidadania cultural, da diversidade, do direito à cidade, do desenvolvimento e da sustentabilidade, da cultura de paz e do reencantamento do mundo. A palestra busca provocar reflexões sobre os desafios para transformar as cidades da Amazônia a partir de sua vida cultural. Carga-horária: 1h Público-alvo: gestores públicos, agentes culturais, artistas, produtores, estudantes dos cursos de artes, letras, teatro, desenvolvimento regional, jornalismo, história, geografia, ciências sociais, e público em geral. Estimativa de público: 100 Oficina 4: de Elaboração de projetos culturaisAbordagem: Uma introdução à produção, gestão e elaboração de projetos culturais. Visa capacitar os participantes na produção e gestão e elaboração de projetos. Carga-horária: 1h Público-alvo: produtores culturais, artistas, estudantes e entusiastas do universo das artes. Estimativa de público: 20 Oficina 5: Oficina de GrafiteAbordagem: Aprofundar os conhecimentos dos participantes sobre a arte do grafite, transformando em arte o cotidiano amazônico. Carga-horária: 12h (4 dias) Público-alvo: artistas visuais locais, especialmente, aqueles que se dedicam às artes urbanas; estudantes de artes visuais. Estimativa de público: 20 Oficina 6: Conhecendo o SALICAbordagem: Apresentação e funcionamento da plataforma. Carga-horária: 1h Público-alvo: produtores culturais, artistas, estudantes e entusiastas do universo das artes. Estimativa de público: 20 Oficina 7: Preparação de atores para projetos de audiovisualAbordagem: A oficina tem como proposta ampliar a sua percepção sensorial do drama, facilitando o acesso a conexões com seu imaginário e enriquecendo toda a qualidade de sua ação dramática. Carga-horária: 1h Público-alvo: atores e atrizes, estudantes de teatro, diretores de obras audiovisuais, produtores de audiovisual. Estimativa de público: 20 Oficina 8: Projetos audiovisuais para a músicaAbordagem: A oficina visa oferecer ao participante a percepção das obras audiovisuais sob uma nova perpectiva, com o foco na música, ressaltando suas funções e importância dentro da narrativa. Carga-horária: 1h Público-alvo: músicos, produtores culturais, artistas, estudantes e entusiastas do universo das artes. Estimativa de público:20 Roda de conversa 1: Fazer cinema na AmazôniaAbordagem: Carga-horária: 1h Público-alvo: produtores culturais, artistas, estudantes e produtores de audiovisual. Estimativa de público: 20 Roda de conversa 2: Circuito Amazônico de FestivaisAbordagem: Debate sobre as especificidades da produção de festivais na Amazônia e as alternativas de viabilização da circulação de artistas através da articulação em rede. Carga-horária: 1h Público-alvo: músicos, jornalistas, produtores culturais, artistas, estudantes e entusiastas do universo das artes. Estimativa de público: 20 Roda de conversa 3: Desafios da circulação para as artes cênicas na AmazôniaAbordagem: Debate sobre as especificidades da produção de espetáculos cênicos na Amazônia e as alternativas de viabilização da circulação de artistas através da articulação em rede. Carga-horária: 1h Público-alvo: atores, dançarinos, performers, estudantes de teatro, diretores de obras audiovisuais, produtores de audiovisual. Estimativa de público: 20 Roda de conversa 4: Práticas sustentáveis para eventosAbordagem: Como reduzir danos e promover impacto positivo para o meio ambiente e para a gestão sustentável de eventos culturais na Amazônia. Carga-horária: 1h Público-alvo: produtores de eventos, produtores culturais, artistas, estudantes e entusiastas do universo das artes. Estimativa de público: 20 Cobertura colaborativaO Festival Quebramar busca o envolvimento da comunidade por meio de práticas colaborativas e de vivências nas atividades de produção do evento com a finalidade compartilhar as experiências que se desenvolvem ao longo de suas etapas de execução articulando-as aos serviços profissionais que constituem o evento. Assim, estudantes, comunicadores, designers, videomakers, redatores, fotógrafos, artistas e entusiastas do universo de cultura, artes e produção de eventos podem responder a uma chamada pública permanente para participar das ações previstas.
Geral ? Realizar um festival de m?sica durante 14 dias de pr?vias e 6 dias consecutivos, o FESTIVAL QUEBRAMAR, contemplando atividades de forma??o, espet?culos e shows musicais oferecidos gratuitamente no Amap? com vistas ? promo??o da Amaz?nia atrav?s do interc?mbio de sua diversidade cultural. ? Espec?ficos - Promover a forma??o de p?blico para artistas amapaenses iniciantes atrav?s da realiza??o da BATALHA DE BANDAS, contemplando: 4 seletivas de shows, em 4 casas de cultura distintas, contemplando 12 bandas locais, batalha com 8 MC's, 04 atra?es do PA e em apresenta?es gratuitas para 4 escolas da rede estadual de ensino; - Estimular a integra??o escola/comunidade com foco na reflex?o sobre as hist?rias do/no territ?rio atrav?s da realiza??o do QUEBRAMAR NA ESCOLA, contemplando: 4 oficinas de conta??o de hist?ria e 4 apresenta?es de contadores de hist?ria em escolas de ensino fundamental da rede p?blica municipal; junto a alunos do ensino m?dio da rede p?blica estadual, 4 oficinas sobre redes sociais como instrumento para vocaliza??o de pot?ncias locais, 4 oficinas de livro artesanal, 4 rodas de conversas sobre a import?ncia de contar a nossa pr?pria hist?ria havendo como orientadores psic?logo, assistente social e artistas para alunos de ensino m?dio da rede estadual de ensino no AP. - Difundir as artes c?nicas da Amaz?nia atrav?s da realiza??o do QUEBRAMAR ENCENA contemplando 3 espet?culos; - Promover a?es culturais imag?ticas de interven??o direta na cidade por meio da realiza??o de 01 oficina de grafite (QUEBRAMAR NA LATA); - Promover express?es da cultura urbana, a saber rappers, DJ's e slam atrav?s da realiza??o da MAR? LAN?ANTE; - Proporcionar reflex?es sobre o poder transformador da cultura para o desenvolvimento local atrav?s da realiza??o do QUEBRAMAR DEBATE, contemplando: 01 palestra, 10 oficinas, 04 mesas de debate, 04 rodas de conversas; - Estimular a circula??o de artistas na Amaz?nia atrav?s da realiza??o de uma RODADA DE NEG?CIOS com o Circuito Amaz?nico de Festivais. - Promover o audiovisual produzido na Amaz?nia atrav?s do CINE QUEBRAMAR com a exibi??o de filmes da regi?o e presen?a dos realizadores para oficinas e rodas de conversa; - Estimular a mem?ria visual da m?sica do AP atrav?s da exposi??o fotogr?fica do QUEBRAMAR INFOCO: CENAS DA M?SICA AMAPAENSE. - Promover a cadeia produtiva da sociobiodiversidade atrav?s da FEIRINHA QUEBRAMAR; - Promover esportes radicais e modalidades esportivas locais atrav?s da realiza??o do QUEBRAMAR ESPORTES contemplando a realiza??o de um campeonato de skate e um campeonato de futlama; - Promover a m?sica instrumental da Amaz?nia atrav?s da realiza??o de um dia dedicado a 03 shows instrumentais; - Promover a m?sica popular da Amaz?nia atrav?s da realiza??o de 03 dias, com 24 shows musicais de atra?es locais, artistas de abrang?ncia regional, nacional e internacional, integrando o Plat? das Guianas, do qual o AP faz parte.
A Amaz?nia caracteriza-se como uma regi?o de baixa densidade demogr?fica, longas dist?ncias entre munic?pios, estrutura deficit?ria de comunica??o, integra??o vi?ria diminuta e com as passagens a?reas mais caras do pa?s. Esses fatores, componentes do Custo Amaz?nico, s?o mais contundentes no AP, a UF mais isolada, j? que n?o existem estradas que o liguem ao restante do Brasil e, ao norte, atravessar at? Guiana Francesa exige visto e o pagamento de taxas de c?mbio elevadas dada a cota??o do Euro. Nestas condi?es, o impacto resultante para a cultura coaduna dificuldades de escoamento de produtos e processos da cultura local, baixa circula??o de artistas, desigualdade na rela??o com manifesta?es culturais deoutros territ?rios, baixo acesso a investimentos e patroc?nios, qualifica??o obstaculizada e a invisibiliza??o de pot?ncias criativas e mem?ria amapaenses. Al?m disso, h? a aus?ncia de mecanismo fiscais de incentivo nas esferas estaduais e municipais, e descontinuidade de pol?ticas p?blicas para o setor. O incentivo a festivais gratuitos podem responder a essas demandas historicamente represadas em estados como Amap?. As Pr?vias do Quebramar trazem como conceito geral a prepara??o para um debate mais aprofundado que ocorrer? durante o Festival Quebramar: a energia criativa das Amaz?nias. Ao contr?rio das perspectivas homogeneizantes acerca da regi?o, a Amaz?nia ? t?o diversa na cultura quanto na biodiversidade, n?o ? um vazio intelectual e isso se expressa atrav?s de variadas linguagens. Portanto, os festivais s?o oportunidade de reunir uma complexidade de constru?es de sentidos sobre os territ?rios. Neste sentido, a m?sica ? uma linguagem poderosa para a gera??o de encontros potentes e para o reconhecimento de nossa diversidade, por isso, agrega literatura, oralidade, comunica??o, fotografia, audiovisual, artes visuais, c?nicas, manualidades e tradi?es, al?m de shows, Djs e MC's. A cadeia produtiva de eventos precisa conhecer novos talentos e a forma??o de p?blico ? fundamental para que a demanda seja criada e o setor criativo seja aquecido. O Festival Quebramar promove a gera??o de emprego direta e indireta de aproximadamente 280 profissionais das artes, comunica??o, produ??o, seguran?a, sonoriza??o e ilumina??o de eventos, al?m de ambulantes e camareiras, cozinheiras, gar?ons, motoristas e atendentes. O fomento atrav?s de incentivo fiscal ? imprescind?vel para a?es culturais de forma??o de p?blico para novos artistas e fortalecimento de grandes vitrines para o trabalho autoral da regi?o amaz?nica, especialmente, a se considerar o Plat? das Guianas do qual faz parte o Amap?. Com vistas a isso, o festival abrir? inscri?es para todo a Amaz?nia e estender? convites a artistas da Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Ressalta-se ainda que 4 munic?pios do Amap? receber?o as a?es formativas e art?sticas do Quebramar na Escola. A saber: Macap?, Santana, Mazag?o e Laranjal do Jari. O projeto contempla todos os 16 munic?pios do Amap? e a capital paraense, Bel?m-PA, que pela proximidade torna-se a estrat?gia mais vi?vel para o interc?mbio de artistas e divulga??o do evento numa amplitude interestadual. A abrang?ncia das Pr?vias do Festival ?, portanto, de 17 munic?pios e 2 estados. As a?es do Festival Quebramar acabam por ser formativas em variados sentidos, seja pela participa??o do p?blico em oficinas e rodas de conversa, seja pela participa??o de jovens agentes culturais nas etapas de produ??o e cobertura colaborativa do evento oportunizando o acompanhamento do processo de execu??o de um projeto j? contemplado pela Lei Federal de Incentivo ? Cultura num dos estado com menor acesso ao mecanismo. O ineditismo garantido pelo projeto ? constitu?do desde o conceito que o orienta, o acesso gratuito, a composi??o da programa??o, a abrang?ncia, o modelo de realiza??o colaborativo e proposto pela sociedade civil e o porte, consolidando-se como o maior festival do Amap?. O evento ocorre na Fortaleza de S?o Jos? de Macap?, a maior fortifica??o portuguesa da Am?rica Latina, em frente ? foz do rio Amazonas. O Festival Quebramar integra o Circuito Amaz?nico de Festivais, foi apoiado por numerosos incentivadores, obtendo premia?es e aprova??o em editais tornando-se uma refer?ncia de projeto com acesso democr?tico e envolvimento da cidade. Para a realiza??o da edi??o de 2024, j? foram iniciadas tratativas com empresas e o poder p?blico localmente. Esta proposta se enquadra nos Incisos I, II, III, VIII, IX, do Art.no1, da Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991, bem como no Art. no18, al?nea "c", da referida Lei.
1. VENDAS - A organização do evento não vende bebibas. Não existem outras fontes pagadores com origem na venda de produtos para custear a equipe de produção. Ingressos, camisas e outros ítens não serão vendidos. A produção compreende que o Custo Amazônico atinge principalmente o público, restando prejudicada a garantia de seus Direitos Culturais, mas também a produção cultural que se torna mais encarecida a medida que aumenta os serviços ofertados e a abrangência de suas ações. A produção cultural na Amazônia deve ser compreendida a partir das especificidades dos territórios, pactuando e vocalizando, principalmente, com a comunidade, as condições impostas de forma desigual à região. 2. SÍTIO ELETRÔNICO - Descrição das páginas que comporão o sítio eletrônico ou portal; Teremos 4 páginas principais: 1. Página inicial - Apresentação do projeto 2. Conheça a Programação – Release dos artistas que participarão da edição. Notícias. Novidades. 3. Cobertura e registros - Onde serão arquivados os conteúdos produzidos durante o projeto, divididos por evento e por categoria (vídeos, textos, cobertura). 4. Fale Conosco - Espaço de comunicação do público com o projeto. 3. CURADORIA DO QUEBRAMAR INFOCO - Serão 24 fotos selecionadas mediante submissão por inscrição via internet. A curadoria será realizada pelo Dirigente da ACIAP (proponente) não implicando remuneração. 4. SELETIVAS QUEBRAMAR - A banda selecionada em cada uma das Seletivas será eleita por aclamação popular. O intuito é que os artistas e público local se empenhem na divulgação de novos produtos musicais e mobilizem a comunidade a conhecer e prestigiar esses produtos. 5. Em Anexar Arquivos, tipo de arquivo RELATÓRIO DE ATIVIDADES CULTURAIS DA ENTIDADE PROPONENTE, foi anexado um arquivo contendo os cartazes das realizações da ACIAP desde a sua fundação destacando as logomarcas do realizador (Coletivo Palafita/Casa Fora do Eixo Amapá) mais NOTAS FISCAIS comprovando a atuação do proponente. 6. A produção do Quebramar já iniciou tratativas com empresas que utilizam fontes locais para o envase de água mineral a fim de que o produto seja distribuído gratuitamente ao público. Para não gerar resíduos, a ideia é recomendar o uso de canecas.
Não se aplica.
PRODUTO: FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA (SOMENTE ESTRUTURA)ACESSIBILIDADE FÍSICA:Instalação de rampas de acesso, piso nivelado, sinalização visual em altura adequada, corrimãos e banheiros químicos acessíveis. Haverá área reservada para cadeirantes e equipe de apoio treinada para orientar o público com deficiência ou mobilidade reduzida.Item da planilha orçamentária: Assistentes capacitadosACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Disponibilização de sinalização tátil em pontos estratégicos e equipe de apoio treinada para orientação presencial.Item da planilha orçamentária: Assistentes capacitadosACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Presença de intérprete de Libras em toda a programação, com tradução simultânea dos conteúdos apresentados em palco e espaços de fala.Item da planilha orçamentária: Interpretação em Libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Cartilhas em linguagem simples, equipe capacitada em acolhimento inclusivo e pontos de descanso sensorialmente adequados.Item da planilha orçamentária: Assistentes capacitadosPRODUTO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃOACESSIBILIDADE FÍSICA:As atividades ocorrerão em espaços com rampas de acesso, mobiliário adaptado, sinalização adequada e equipe de apoio para participantes com mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Disponibilização de sinalização e mediação oral detalhada das atividades para facilitar a orientação com equipe de apoio capacitada.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:A presença de intérprete de Libras será garantida durante 100% das aulas e atividades formativas.Item da planilha orçamentária: Interpretação em Libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Adaptação dos conteúdos com linguagem acessível e visual, ambiente sensorialmente adequado e equipe com formação em acolhimento inclusivo com produção de material acessível + Capacitação de equipe de facilitadores.PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALACESSIBILIDADE FÍSICA:Será garantido acesso por rampas, piso plano, sinalização em altura apropriada, área reservada e equipe de apoio para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Item da planilha orçamentária: Assistentes capacitadosACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Orientação presencial com equipe capacitada e sinalização tátil nos acessos e áreas reservadas.Item da planilha orçamentária: Assistentes capacitadosACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Interpretação em Libras será realizada em todas as apresentações, com intérprete posicionado em local visível e projetado em telão.Item da planilha orçamentária: Interpretação em Libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Serão disponibilizados materiais explicativos em linguagem simples, equipe treinada em acolhimento inclusivo e áreas de apoio para pessoas neurodivergentes.Item da planilha orçamentária: Assistentes capacitados
Com mais de 40% da população vivendo abaixo da linha pobreza e tendo a capital com maior taxa de mortes violentas do país, a democratização do acesso é um imperativo categórico para inspirar vida cultural da cidade. Para tanto, o projeto propõe que todas as atividades sejam gratuitas havendo como publico-alvo estudantes, jovens e adultos, artistas preferencialmente mulheres, indígenas, negros e LGBTQIA+ da região. Para reforçar a democratização, o Festival Quebramar conta com vários serviços de acessibilidade. O Quebramar abrange 4 municípios do Amapá, todos os estados da Amazônia Legal, São Paulo, Brasília, Guiana Francesa, Suriname e Guiana, contempla estudantes de escolas públicas e o público de baixa renda, e apresenta como estimativa de público 35000.
COLETIVO PALAFITA - idealização e concepção do projeto O Coletivo Palafita foi fundado em 2006 por artistas, midialivristas e entusiastas da cultura em Macapá com o objetivo de fortalecer a produção, comunicação e a distribuição de produtos e processos artísticos, especialmente, estreantes. Em 2009, constitui pessoa jurídica e iniciou uma história inovadora de gestão cultural no Amapá com festivais de música, artes integradas, cineclube, mostras de cinema, além de formações livres, coberturas fotográficas, audiovisual e ações ambientais. É citado em numerosas publicações como Aventura Política do Fora do Eixo, de Rodrigo Savazoni, Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira - Amapaenses, de Ruy Godinho, teses, dissertações e artigos como Política cultural e desenvolvimento: um índice de cultura para Macapá-AP, de Heluana Quintas, Um estudo da música undergroud Tempo em Macapá no tempo presente de AM Costa (Revista Tempo Amazônico), Política cultural, memória e sociabilidade no rock independente em Macapá (2008-2015), de Lucas Maximim, Redes colaborativas e pensamento P2P: a dobra brasileira, de Ivana Bentes, Além do pós-rock: as cenas musicais contemporâneas e a nova música instrumental brasileira, de Van Pires, entre outros. Na música, produziu 7 edições do Festival Quebramar, 8 edições do Festival Grito Rock e a circulação de bandas como Mini Box Lunar, sterevitrola, SPS12, Amaurose, Godzilla e outras. Gerenciou a Casa de Cultura Fora do Eixo Amapá. Nas artes cênicas realizou o Cabaré Fora do Eixo. No audiovisual, executou mostras cineclubistas semanais por 2 anos fundando o Cine Paraíso e reabrindo o cinema paroquial (primeiro cinema do AP) e a Mostra Mucajá, em espaço aberto num conjunto habitacional do Programa Minha casa, minha vida, para crianças de baixa renda. Além disso, como ações midialivristas cobriu um infinidade de eventos, encontros e manifestações políticas e culturais no Amapá.BALUARTE CULTURAL - Produtora cultural responsável pela gestão e representação do projetoProdutora e casa de cultura fundada no Amapá em 2022 por Aldine Moura e Artur Mendes. Atua na criação, gestão e circulação de projetos culturais, com foco no empreendedorismo criativo, na valorização de artistas da Amazônia e na promoção da diversidade. Realizou mais de 30 projetos aprovados em leis de incentivo, produz mais de 20 artistas da nova cena amapaense, organiza o Festival Te Puxa e a ExpoFavela Innovation Amapá, além de coproduzir videoclipes, documentários e eventos formativos. Suas ações priorizam juventudes, pessoas LGBTQIAP+ e territórios periféricos, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura na região.HELUANA QUINTAS - Coordenadora de produção40 anos, é amapaense, nascida em Santana, sócia-fundadora do Coletivo Palafita, graduada em Letras, mestre em Desenvolvimento Regional pela UNIFAP. Pesquisa políticas culturais na Amazônia, havendo participado da área também como produtora de festivais de artes integradas, escrevendo colunas poéticas em jornais locais e militando em redes colaborativas de produção independente. É compositora e cantora da banda Mini Box Lunar desde o seu surgimento, em 2008 e realizou shows em importantes festivais, como: Casarão, 2009 (RO), Se Rasgum, 2008 (PA), Quebramar, 2008, 2009 (AP), Calango, 2009 (MT), Goiânia Noize, 2009 (GO), Release Alternativo, 2009 (GO), Festival Fora do Eixo São Paulo e Rio de Janeiro (2010), dentre outros. Fez apresentações dividindo o palco com Jorge Mautner e Nelson Jacobina na Cinemateca de São Paulo e com Jards Macalé no Itaú Cultural. A banda também já recebeu destaque em sites e revistas especializadas no gênero como Rolling Stone, Folha de São Paulo e Bravo! Além de emissoras de Tv, como Mtv e Tv Brasil. Atriz integrante da Companhia de Teatro Supernova. Como produtora cultural é idealizadora do Festival Quebramar, com 7 edições em Macapá-AP, Grito Rock Amapá com 8 edições, Cine Paraíso, além de fundadora do Coletivo Palafita e Rede Fora do Eixo de coletivos de Cultura. Atualmente, dedica esforços ao ativismo que atenta para a dimensão cultural do desenvolvimento na Amazônia e à comunicação e divulgação da região em colaboração com a Casa Ninja Amazônia. Em 2023, produziu do evento Climax: Encontro de Clima, Cultura e Comunicação (Brasília-DF), participou do Lançamento do Circuito Amazônico de Festivais (Festival Se Rasgum, em Belém-PA) representando o Festival Quebramar, da Cobertura do Diálogos Amazônicos, através da Casa Ninja Amazônia (Belém-PA) e como palestrante no IX Congresso Nacional de Artes - CONART (Araguari-MG).ALDINE MOURA - Coordenadora de programação30 anos, produtora cultural desde 2012. Iniciou seus trabalhos culturais com a difusão da cultura sul coreana no AP sendo uma das pioneiras desse segmento na região. Participou de diversas edições do Amapanime, um dos maiores eventos que promove a cultura asiática localmente, chegando também a realizar seus próprios eventos na mesma vertente nos anos de 2013 e 2014. Em 2019 passa a realizar produções audiovisuais na música realizadas, fundando a Hause Estúdio. Contemplada em editais da Lei Aldir Blanc, exerce atualmente na assessoria e produção executiva de projetos artísticos, captação de apoio governamentais e privados, além da coordenação de produção da Feirinha das Manas, gerenciando os palcos e atrações do evento. A Feirinha das Manas promove o empreendedorismo e empoderamento feminino LBTQIAP+ no estado do Amapá e recebeu incentivo financeiro do Instituto Lojas Renner para o ano de 2023 e 2024. Idealizadora da casa de cultura Baluarte Cultural, onde agencia e representa artistas de artes visuais, literatura, música, fotografia e audiovisual. Realiza a produção de artistas além de dar suporte e assessoria, buscando a integração e reconhecimento da cultura amapaense.ARTUR MENDES - Assistente de produção30 anos, amapaense, pesquisador da música, sociólogo, multi-instrumentista, produtor cultural com 15 anos de atuação na cena artística do do AP. Participou de diversas bandas como Morrigam, Nova Ordem, Amélia Lunar e Luxuosos Corações ao longo de sua carreira. Integrante de movimentos socioculturais como o Liberdade ao Rock, Feirinha das Manas e Casa Fora do Eixo. Também é pesquisador da cena de música local, com publicações de artigos acadêmicos e constituindo referência para trabalhos sobre Movimentos Undergrounds no AP. É co-idealizador da Hause Estúdio, local de produção e gravação para artistas da nova geração da música do AP. Atualmente, é sócio da Baluarte Cultural, casa coletiva de produção e divulgação de trabalhos sociais, culturais e artísticos da região norte. É idealizador do Festival Te Puxa, evento multicultural com a finalidade de engajar as produções nortistas emergentes. Seu trabalho é voltado para gerar oportunidades artísticas, desenvolver a economia criativa e novas tecnologias no extremo norte do Brasil. ROGÉRIO ARAÚJO - Designer artístico geralRogério Araújo, 45 anos, amapaense é um artista visual, tatuador, designer e graffiteiro. Sua carreira artística é marcada por diversas exposições individuais e coletivas, incluindo "Em Sombras" (2002 e 2003), "Desconstroem em uns dias" (2012), "Circuito de Graffiti e Exposição Coletiva" (2019) e "Numa Margem Distante" (2023). Além disso, ele possui uma sólida experiência profissional em design gráfico, tendo trabalhado em diversas agências e instituições, incluindo a Secretaria de Cultura do Estado do Amapá e a Secretaria de Educação do Amapá. Rogério também é co-fundador do Catita Clube e do Studio Corsário, e fundador do Nomed Studio. Ele é bacharel em Design Gráfico e Produto pela CEAP e tem publicações em revistas como "Zupi Erotika" (2011) e "Revista Gotaz" (2013). Ao longo de sua carreira, Rogério Araújo tem demonstrado uma ampla gama de habilidades e interesses, desde a arte visual até o design gráfico e a tatuagem. Sua trajetória é marcada por uma busca constante por novas formas de expressão e criatividade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.