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Realizar mais uma edição do GOIÂNIA NOISE FESTIVAL, de 4 a 10 de maio de 2026, com apoio da Petrobras (projeto já aprovado em edital). O Goiânia Noise é o mais longevo e importante festival de música de Goiás, com 30 an os de existência, e conta com uma programação diversificada em linguagens artísticas que inclui, além de música, também ações formativas, com palestras, troca de conhecimento, reflexão e capacitação de profissionais com o Noise na Escola.Em mais uma edição, Goiânia Noise Festival pretende reunir, durante três dias, artistas de todo o País, para shows musicais, com ampla participação de nomes goianos a fim de valorizar, divulgar e fomentar a produção local, bem como promover um intercâmbio entre artistas de todo o País e também oferecer ao público opções de shows de artistas independentes e que não estão em evidência dos grandes veículos de comunicação, fortalecendo assim a música independente, autoral e fora dos padrões, da grande mídia e das cartilhas comerciais.
O Goiânia Noise Festival 2026 apresentará um conjunto diversificado de produtos culturais, incluindo apresentações musicais de bandas independentes, palestras, oficinas e rodas de conversa sobre cultura alternativa. O evento tem classificação indicativa livre, com conteúdo adequado para todas as idades, promovendo a inclusão e a acessibilidade.
Geral: Realizar a 30ª edição do GOIÂNIA NOISE FESTIVAL, em maio de 2026, composta por shows musicais e ações formativas, assim especificadas: oito palestras e oficinas gratuitas no Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter e no Instituto Basileu França (ao longo de uma semana e, posteriormente, um fim de semana com shows musicais com 40 artistas que irão trocar intercalados em dois palcos (a exemplo das últimas edições) e foco em atrações locais (GO) e de outros Estados, formando assim um amplo panorama do que de mais relevante está acontecendo na música independente e autoral brasileira. O evento contará também com feira de produtos artesanais e ligados à cultura pop, como camisetas, artesanatos e discos das bandas, valorizando e ressaltando o empreendedorismo e os pequenos negócios locais e a ação Estúdio Noise, que irá abrigar outros 12 artistas goianos, selecionados através da curadoria do festival e que irão se apresentar e gravar uma música ao vivo, que dará origem a uma coletânea a ser lançada nas plataformas digitais, fomentando a produção musical, valorizando e divulgando artistas locais; Específicos: • Divulgar, valorizar e fomentar a produção musical local, bem como a produção musical independente nacional, com artistas que fazem música autoral, criativa e fora dos padrões comerciais; • Fomentar a Cadeia Produtiva da Música e difundir a produção musical independente local e nacional; • Realizar uma ação de Educação com oito palestras e oficinas gratuitas, no Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter e no Instituto Basileu França, denominadas Noise na Escola, com temas voltados para composição de músicas pop, gerenciamento de projetos culturais e até a criação e gestão de perfis em plataformas de música digital, com objetivo de qualificar, profissionalizar e discutir/refletir sobre a cena independente nacional; • Difundir, fomentar e valorizar a produção musical local, elevando Goiânia à qualidade de um dos principais polos produtores e divulgadores de música independente do Brasil; • Realizar um fim de semana com 40 shows (a exemplo da programação de 2023), com artistas dos mais diferentes estilos, linguagens, pesos e regiões do País, privilegiando a produção local (em 2023 mais de 50% da programação foi de artistas goianos) e que possam apresentar um panorama do que está acontecendo de mais criativo, original e interessante na música urbana jovem brasileira. Lembrando que a escolha desses 40 artistas será feita ao longo do ano pela curadoria do festival, a partir de material enviado à produtora do evento; • Realizar mais uma edição do Estúdio Noise (com 12 artistas selecionados através da curadoria do festival, a exemplo da edição de 2023) e que irão tocar e gravar uma música ao vivo durante o fim de semana de shows. Essa ação resultará em uma coletânea a ser disponibilizada nas plataformas de streaming, valorizando e divulgando nacionalmente o trabalho desses artistas; •Apresentar um evento musical com diversas linguagens e artistas dos mais diferentes estados brasileiros, com uma programação baseada em uma ampla pesquisa de conteúdo em 30 anos de experiência, onde o público presente poderá encontrar alternativas estéticas e conceituais diferenciadas e atuais, rogando à arte o papel de ampliar os horizontes culturais da sociedade; •Promover a ocupação, com ações educativas e shows musicais, de importantes centro culturais e espaços de cultural e arte gerenciados pelo Governo de Goiás a fim de mostrar a qualidade dos espaços e divulgar, de forma intensificada, esses espaços, valorizando e ressaltando esses equipamentos culturais e os investimentos ali feitos pelo Governo, tanto físicos quanto em servidores ali lotados; •Consolidar, nacional e internacionalmente, o GOIÂNIA NOISE FESTIVAL fazendo com que este se apresente ao público de forma cada vez mais estruturada e profissional; •Revelar um panorama da nova música brasileira ao público local e nacional; •Promover o intercâmbio entre bandas, selos, produtores, artistas plásticos, webdesigners, fotógrafos cineastas, agentes culturais e jornalistas; •Registrar em foto e vídeo todo o evento para consultas e pesquisas futuras sobre esse momento da música brasileira; •Produzir e manter website do evento; •Estabelecer parcerias com sites especializados, blogs, rádios universitárias e webTVs para a divulgação do festival e dos artistas que comporão a grade do mesmo; •Facilitar o acesso de toda a comunidade ao festival através da prática de ingressos a preços populares; •Remunerar adequadamente todos os profissionais envolvidos na produção do festival, alimentando a cadeia produtiva da música; •Empregar majoritariamente mão-de-obra e fornecedores goianienses para a produção do festival; •Incrementar o turismo na capital, uma vez que Goiânia necessita de eventos para atrair turistas de outras localidades e o festival movimenta diversos participantes do trade, tais como hotéis, agências de viagens, locadoras de vans, táxi e restaurantes; • Realizar um festival dentro do conceito e gestão LIXO ZERO, em parceria com o coletivo Ideias Urbanas, que faz a gestão de todo o lixo gerado pelo festival, dando a destinação correta aos resíduos orgânicos, para compostagem, e aos recicláveis, encaminhando às cooperativas a fim de serem reaproveitados, reutilizados ou reciclados, gerando ainda renda aos catadores de material reciclável (numa forte ação de contrapartida social e ambiental). Com essa gestão, o festival consegue reaproveitar (através de compostagem ou reciclagem) 93% de todo o lixo e apenas 7% é encaminhado ao aterro sanitário. •Levar o nome de Goiânia e de Goiás para todo o Brasil e outros países.
Criado em 1995, portanto, completando 30 anos em 2025, o Goiânia Noise é um dos mais longevos e importantes festivais de música do País e se tornou exemplo e referência para diversos outros festivais de música criados em Goiânia e outras cidades do interior do País. O Goiânia Noise foi responsável por inserir Goiânia no calendário e no cenário da música nacional, recebendo ampla cobertura da imprensa nacional que vê no festival um foco de resistência contra a massificação cultural e uma grande força na democratização e ampliação da cultura nacional. Com 29 edições já realizadas (e ficando parado apenas nos anos de pandemia), o Goiânia Noise Festival vem contribuindo de forma efetiva na difusão e fomento da produção musical local, revelando ao público novas bandas que fazem parte do cenário musical independente brasileiro e internacional. Na capa de sua edição de 6 de fevereiro de 2013, a revista Carta Capital provocava: "O Vazio da Cultura (ou a Imbecialização do Brasil)". "Talvez se trate de um vazio de relevância se o compararmos a um passado em que a música visceral de Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Wilson Batista e Noel Rosa, por exemplo, ecoava nacionalmente nas rádios, contra a repetida glorificação do amor besta hoje promovida por Ivete Sangalo, Claudia Leitte e outros sucessivos semideuses da malhação musical em DVDs, reality shows e festas corporativas". Com um conjunto de textos, a revista traçou um panorama da produção cultural em evidência no País e discutiu essa "imbecialização cultural" que tomou conta dos veículos de comunicação. "As obras essenciais negam a arte como mercadoria, a massificação cultural, daí encontrarem interditas em guetos de produção, impedidas de crescer", avaliava Rosane Pavam na revista. "Isso porque a indústria cultural não quer. A Rede Globo não deseja", afirmou ela em outro momento. O Goiânia Noise Festival é um destes guetos de difusão e fomento de arte, de cultura não-imbecil. Um foco de resistência contra a massificação cultural, a arte como mercadoria, a música descartável. Ao longo de três décadas de existência, o Goiânia Noise Festival converteu-se na principal vitrine para a música jovem produzida em nossa região (e mesmo do País) e fomentou a criação de outros eventos similares em Goiânia, Goiás e no Brasil, tais como Bananada e Vaca Amarela. Este projeto busca apoio para a realização de mais uma edição do festival, que contará não só com música, mas também com palestras, oficinas e trocas de conhecimento e experiências. O projeto, não é, portanto, apenas uma mostra de música, mas também um evento que se preocupa com a valorização, qualificação e profissionalização de toda a cadeia produtiva da música, abrindo espaço para que profissionais compartilhem seus conhecimentos e ajudem na formação de novos interessados em atuar nas mais diferentes áreas da música, estimulando também a reflexão e o aprofundamento de conhecimento acerca de diversas questões que envolvem a música autoral, criativa e independente. Em sua última edição, em abril de 2024 _ com outra prevista já para setembro de 2025 - , o festival reuniu, num fim de semana, 52 artistas de todas as regiões do País (do Rio Grande do Sul ao Pará, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Pernambuco) para uma celebração da música brasileira. E antes, entre os dias 8 e 11, o festival contou com a programação do Noise na Escola, promovendo uma série de palestras e oficinas para difundir conhecimento, provocar reflexões, debates e ainda qualificar, capacitar e profissionalizar agentes da cadeia produtiva da música no País. Com este projeto, o festival promete o mesmo, em maio de 2026, como sempre tem feito ao longo dessas três décadas. Na parte musical, como de costume, o festival prevê reunir em Goiânia algumas das melhores bandas independentes do País e artistas locais. No que tange à sua curadoria, o conceito é de buscar, a cada ano, um mapa daquilo que de mais relevante está sendo produzido na música independente brasileira. Para isso, toda a cena nacional é acompanhada de perto, de modo que a curadoria do festival possa escalar o conjunto de atrações que comporão a grade do ano em questão, lembrando que nos últimos anos o festival ampliou significativamente a participação feminina entre as atrações. Basta ver o line up de 2024, no qual 40% da programação era formada de mulheres ou bandas com a presença de mulheres, além dos DJs que, dos 10 escalados, 6 eram mulheres. A música preta e regional e a presença de artistas pretos também se fez presente em atrações como Mundhumano, Terra Cabula, Nação Zumbi, Devotos. A ideia é que também sejam contemplados em 2025. Esclarecemos que a curadoria dos shows e do Estúdio Noise será realizada com base em um Regimento Curatorial já adotado há anos pelo festival, que completa 30 anos de existência, e que segue nos anexos deste projeto, sendo essa curadoria coordenada e realizada por nomes consagrados e conhecidos da música no Estado de Goiás e com ampla e comprovada experiência para a realização de tão importante papel dentro da execução deste projeto. Justificamos a importância desse apoio à realização do festival devido à sua grande relevância sociocultural e que traz, imensas contrapartidas culturais, sociais e ambientais ao Estado de Goiás, por fomentar, divulgar e valorizar a produção musical local, bem como por promover e propiciar o intercâmbio entre artistas e também com as ações de formação e capacitação de profissionais e interessados em música e cultura de forma geral. O Goiânia Noise coloca em evidência a música urbana goiana para todo o País, e como já foi tão dito, tem reconhecimento nacional e é apontado como uma das principais vitrines da música brasileira. Além disso, o festival traz ainda contrapartidas sociais e ambientais, como foi dito no caso do conceito Lixo Zero, que destina de maneira correta os resíduos gerados pelo festival para a compostagem e reciclagem e levando apenas 7% do lixo produzido para o aterro sanitário. E, nesse aspecto, há o ganho social de gerar renda aos catadores não só durante o evento como depois, com a reciclagem de resíduos. Lembrando que o festival também oferece espaço para uma feira de produtos ligados à cultura pop, incentivando o empreendedorismo local e aquece toda a cadeia produtiva da música e do turismo em Goiânia, ocupando hotéis, restaurantes, empresas de traslados, agências de viagens, táxis e aplicativos de mobilidade e, ainda estúdios da cidade (para ensaios e gravações de artistas que querem apresentar material novo no festival), lojas de instrumentos musicais e equipamentos e toda a rede voltada à venda de produtos e serviços relacionados à música. Ou seja, os ganhos culturais, sociais, inclusivos, democráticos, ambientais e econômicos com a realização de um festival desse porte, numa cidade que conta com o turismo de eventos (feiras, congressos e shows), são imensos e devem ser considerados na aprovação de tal projeto que, por 30 anos, tem muito contribuído para a cultura de Goiás e do Brasil. Importante reforçar e ressaltar também que, ao oferecer as palestras gratuitas e um dia de shows também de graça e outros dois com preços populares, o festival buscar democratizar e facilitar o acesso à cultura para todas as pessoas. Além disso, o festival busca adotar também ações e condições que promovam a acessibilidade a fim de garantir a inclusão de todos, bem como estimular a troca de 1 litro de leite pelo ingresso dos shows, doações essas que serão encaminhadas à OVG (Organjização das Voluntárias de Goiás) para que sejam utilizadas nos mais diferentes projetos sociais gerenciados por essa importante instituição social. Por fim, lembramos que o incentivo à cultura representa 0,6% do PIB, embora a cadeia produtiva cultural represente 3% do mesmo PIB. E a importância de se apoiar eventos como este, com 30 anos de tradição é uma forte contribuição não só cultura, mas também econômica.
Ações de democratização:Preços populares: para democratizar o acesso de pessoas de todas as classes sociais e faixas etárias;Um dia de shows totalmente gratuito: o festival oferece um dia da programação de shows (o domingo) totalmente gratuita;Meia entrada solidária: o festival estimula a compra de ingressos com a doação de 1 litro de leite que, ao final, é todoencaminhado à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), entidade sem fins lucrativos que proporciona dignidade erespeito ao investir na cidadania por meio de programas sociais e que beneficia crianças, adolescentes, estudantes,gestantes, dependentes químicos, vítimas de queimaduras e famílias em situação de vulnerabilidade social de todos os 246municípios goianos.Palestras e oficinas gratuitas: o Goiânia Noise conta com uma programação voltada à difusão de conhecimento, formação equalificação. O Noise na Escola acontece durante os dias da semana que antecedem o final de semana de shows e érealizado, de forma gratuita e aberta à toda a população, no Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter. Criado pelogoverno estadual, o Instituto Gustav Ritter possui 28 salas de aula de música, dança e teatro, além de Biblioteca eInstrumentoteca. Contribuindo para a democratização da cultura, o Instituto Gustav Ritter oferece oportunidades para osalunos, de 5 a 80 anos, desenvolverem habilidades artísticas. O Noise na Escola contribui de maneira significativa paraesse desenvolvimento e também para uma melhor qualificação, ampliando possibilidades e oportunidades de emprego erenda através das artes. Ações de acessibilidade e inclusão: Realização do festival em espaço adequado para pessoas com problemas de locomoção: Ciente dos direitos que as pessoascom deficiência e os idosos tem, também no que compete ao lazer e à diversão, o festival cria condições que facilitam oacesso aos shows. O Centro Cultural Oscar Niemeyer conta com rampas, banheiros adaptados, escadas com corrimãos efácil circulação nas áreas comuns. Durante o evento, o local ganhará também sinalização, com placas e informações quefacilitem a visualização e a circulação e espaço reservado, elevado e cercado, na frente dos palcos, para que pessoas comdeficiência e/ou idosos possam acompanhar os shows.Tradução em Libras: tanto nas ações do Noise na Escola quanto nos shows e nas transmissões via web, o festival conta comtradutores de Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Essa é uma necessidade fundamental para num País com mais de 10milhões surdos, segundo IBGE, e para um festival que se preocupa em garantir o acesso à cultura a essa população.Lista T: o festival adota a Lista Trans Free, uma medida política que promove a inserção de forma gratuita de pessoastrans, travestis e não-bináries. Ações sócio ambientais:Lixo Zero e geração de emprego e renda: atuação com o conceito do Festival Lixo Zero, em parceria com os coletivos IdeiasUrbanas e Goiás Lixo Zero, que promovem, durante todo o evento, ações de educação ambiental, orientando osparticipantes para o descarte correto de resíduos e ainda fazendo toda a coleta e a destinação correta, tanto dos orgânicos(para compostagem) quanto dos recicláveis (encaminhados para a Cooperativa de Catadores de Materiais RecicláveisSeleta). A ação, além de contribuir para o meio ambiente e fomentar a cultura sustentável, ainda gera emprego e renda aoscatadores que atuam durante o evento. Sobre a planilha orçamentária: Foram incluídos apenas ítens a serem custeados via Lei Federal (em valor aproximado ao aprovado em edital Petrobras) para facilitar entendimento. Os demais custos do evento serão pagos via bilheteria (o festival conta com dois dias com ingressos a preços populares e um totalmente gratuito), receitas de bares e sublocação de espaços para alimentação, pequenos apoiadores e recursos próprios.
As oficinas e palestras do Noise na Escola serão todas realizadas em salas de aula dos institutos Basileu França e Gustav Ritter e devidamente equipadas com quadros, projetores, data show, etc. Serão fornecidos também, quando necessário, papel, canetas e materiais didáticos (apostilas, se for o caso) aos participantes. Quando necessário, o palestrante levará equipamentos próprios para que possa mostrar, na prática, detalhes específicos relacionados à sua oficina. Ressaltamos ainda que os dois institutos contam também com espaços adequados a PcDs, com rampas, banheiros e demais adequações e que as ações, conforme já citado anteriormente, contarão com tradução em Libras. Oficina de DJ – Iniciante Oficina voltada para ensinar técnicas de discotecagem, como mixagem e equalização e conceitos sobre linguagem e estrutura musical para atuar como DJ. Palestrante: Rogério Barbosa Alencar (DJ Pafa), de Goiás, músico, DJ, produtor musical e técnico de som. Já integrou bandas como Mandatory Suicide, Vícios da Era,Umbando e Guetsu, acompanhou os artistas Nila Branco, Marco Antonioni e PO BOX e atualmente está no comando da Corujinha Sound System. Oficina de Elaboração de Projetos Culturais A Oficina de Elaboração de Projetos Culturais, tem o intuito de apresentar orientações afim de capacitar agentes culturais para disputa de editais, bem como para captação de recursos. Cada vez mais esses conhecimentos são necessários para que se consiga financiar produtos culturais das mais diversas proporções e formas de expressão, sendo eficaz na elaboração e apresentação dos projetos e, a posteriori, na execução dos mesmos. Oficina voltada para o melhor desempenho de funções de agentes culturais, produtores, artistas independentes e coletivos. Palestrante: Fernanda Santos (GO), produtora cultural e executiva, com curso de agente cultural fornecido pela Anthropos, Companhia de Arte, e ampla experiência na elaboração e aprovação de projetos culturais em diversos editais de cultura. Oficina de Produção de Eventos Essa oficina é uma proposta de formação para todos aqueles que já atuam ou gostariam de atuar como produtores ou organizadores de eventos, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. A oficina envolve as diferentes etapas para um evento: coordenação, organização, realização, promoção e produção do evento, pós-produção, identificando todas as etapas e suas áreas de atuação. Palestrante: Rafael Gomes da Silva (Rafael Tupã), bacharel em música pela Unicamp (2012), produtor musical e cultural e ex-integrante da banda Francisco, El Hombre. Palestra sobre os Desafios do Mercado de Música Digital no Brasil Essa oficina visa capacitar os participantes a entenderem e navegarem de maneira mais eficaz no mercado de música digital, fornecendo conhecimentos práticos e estratégicos para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades oferecidas pela era digital na indústria musical brasileira. Ela explora os desafios enfrentados no mercado de música digital no Brasil, oferecendo insights valiosos e estratégias para lidar com as complexidades desse cenário em constante evolução. Palestrante: James Lima (SP), historiador e jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Com uma carreira sólida na indústria musical desde os anos 90, tendo sido country manager na Believe Digital, consultor Ditto Music, consultor no Board na STRM e Smart Rights supervisionando em todo esse período mais de 450 gravadoras idependentes. Recentemente eleito Vice-Presidente da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente) para triênio 2024 a 2027. Oficina de Direção de Palco: Fundamentos e Práticas Essa oficina oferece uma introdução abrangente aos principais aspectos envolvidos na gestão e coordenação de palcos para eventos ao vivo, como shows, peças teatrais, conferências e outros espetáculos. Os participantes terão a oportunidade de adquirir conhecimentos teóricos e práticos essenciais para a execução bem-sucedida de eventos, abordando desde a preparação inicial até a operação eficiente durante as apresentações. Palestrante: Augusto Scartezini (Chita), músico, técnico de palco e de som e direção técnica e de palcos em festivais como Goiânia Noise, Bananada, Vaca Amarela, Canto da Primavera e Caldas Paradise, entre outros. Ex-proprietário do Complexo Estúdio & Pub. Oficina: Novos Artistas e o Relacionamento com a Imprensa: Estratégias de Assessoria de Comunicação Essa oficina de Música e Relacionamento com a Imprensa oferece uma visão abrangente e prática das estratégias de assessoria de comunicação voltadas para artistas, bandas e profissionais da indústria musical. Os participantes aprenderão como construir e manter relacionamentos eficazes com a imprensa, promover suas músicas e eventos, e maximizar a visibilidade e o impacto de suas atividades por meio de uma comunicação estratégica e direcionada. Palestrante: Pedro Brandt, jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília (2006), com experiência em redações e assessoria de imprensa, coautor da biografia Júpiter Maçã – A efervescente vida e obra (Plus Editora, setembro de 2018, esgotada). Oficina: Registros Fotográficos de Espetáculos Culturais Nesta oficina os interessados aprenderão que o momento do espetáculo é único e foi preparado especialmente para o espectador. O fotógrafo, naquele ambiente, deve atuar como um “intruso gentil” captando toda a magia que envolve o acontecimento sem se tornar parte dele, muito menos um entrave. A proposta desse curso é justamente refletir sobre essas questões e também conhecer técnicas e cuidados para alcançar os melhores registrosde um espetáculo ao vivo. Palestrante: Pedro Margueritto (SP), fotógrafo com ampla experiência em registro de shows e espetáculos e trabalhos para agências de publicidade, produtoras, estúdios, indústria do show business e indústria cinematográfica. Bate Papo: Mercado Fonográfico Atual e a Volta dos Discos de Vinil Este bate-papo oferece uma reflexão sobre o renascimento dos discos vinil no mercado fonográfico contemporâneo (o consumo está tão alto que a Inglaterra voltou a incluir as compras de discos de vinil entre os itens que compõem os estudos mensais de inflação no país). Exploraremos as razões por trás do ressurgimento do interesse pelos discos de vinil, analisando as tendências de consumo, os impactos culturais e econômicos desse fenômeno e as oportunidades que ele apresenta para a indústria da música. Palestrante: Lucas Hanke (RS), músico, compositor, produtor musical, produtor cultural, programador de festivais e gestor da Marquise 51 Hub Criativo que tem residência em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, com 30 anos de experiência trabalhando com diversas linguagens da Música, Cultura e Arte.
Em relação à acessibilidade do local, ressalte-se que o Centro Cultural Oscar Niemeyer, que irá abrigar esta edição do evento, conta com rampas nas entradas e nos teatros, banheiros adaptados, escadas com corrimãos e fácil circulação nas áreas comuns. Durante o evento, o local ganhará também ações e reforços adicionais na infraestrutura de acessibilidade para assegurar uma experiência inclusiva e acessível a todos. Esses reforços incluem sinalização adequada, com placas e informações que facilitem a visualização e a circulação por todo o espaço e, tanto as palestras, quanto os shows ganharão tradução em Libras (ajuda técnica). A produção do evento garantirá ainda espaços exclusivamente reservados na frente do palco para que pessoas com deficiência e/ou idosos possam acompanhar os shows. Esses espaços serão mais elevados e cercados (constam como estrutura elevado na planilha orçamentaria), com acesso exclusivo para portadores de alguma necessidade especial (como cadeirantes), a fim de garantir que eles possam assistir e participar do evento. Outro importante espaço que será criado é o de Descanso Sensorial, uma área reservada para pessoas neurodivergentes, como autistas, que possam precisar de um ambiente mais tranquilo durante o evento. Esse espaço terá iluminação suave, ruídos minimizados e um ambiente mais controlado. O festival, já há alguns anos, conta com uma coordenação de acessibilidade feita pela Sarah Melgaço, especialista em acessibilidade cultural, com trabalhos relacionados a tradução de espetáculos e palestras em Libras, receptivo assistido, para Pessoas com Deficiência (PcD), e orientações sobre como a produção deverá se portar e agir nas diversas necessidades, com uma equipe especializada em atender também as pessoas que necessitarem. O trabalho realizado sob coordenação da Sarah envolve tanto a capacitação da equipe do festival, com orientações e ensinamentos a respeito da atuação em relação a PCDs, quanto a disponibilização de profissionais já capacitados para o atendimento e a realização de ações como tradução em Libras. Outra medida atitudinal importante é a de oferecer Acompanhamento individualizado. Nesse caso, será disponibilizada uma pessoa para acompanhamento individualizado para pessoas com deficiência que possam precisar de assistência personalizada durante o festival, tanto para locomoção quanto para compreensão das atividades. Essas medidas podem ajudar a tornar o festival ainda mais inclusivo e acessível para todos os públicos e ressaltamos ainda que as palestras/oficinas formativas também contarão com tradução em Libras e profissionais capacitados para atender qualquer necessidade dos participantes em relação à acessibilidade.
Essa edição do Goiânia Noise Festival contará com todas as ações fomativas (palestras e oficinas) relativas ao Noise na Escola completamente gratuitas e ainda um dia de shows (domingo) também inteiramente gratuito. Em apenas dois dias de atividades (sexta e sábado) serão cobrados ingressos e a preços populares. As ações de democratização, já apresentadas e aprovadas no edital da Petrobras, assim foram definidas: Preços populares: para democratizar o acesso de pessoas de todas as classes sociais e faixas etárias; Um dia de shows totalmente gratuito: o festival oferece um dia da programação de shows (o domingo) totalmente gratuita e as ações formativas (Noise na Escola) também de graça; Meia entrada solidária: o festival estimula a compra de ingressos com a doação de 1 litro de leite que, ao final, é todo encaminhado à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), entidade sem fins lucrativos que proporciona dignidade e respeito ao investir na cidadania por meio de programas sociais e que beneficia crianças, adolescentes, estudantes, gestantes, dependentes químicos, vítimas de queimaduras e famílias em situação de vulnerabilidade social de todos os 246 municípios goianos. Palestras e oficinas gratuitas: o Goiânia Noise conta com uma programação voltada à difusão de conhecimento, formação e qualificação. O Noise na Escola acontece durante os dias da semana que antecedem o final de semana de shows e é realizado, de forma gratuita e aberta à toda a população, no Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter. Criado pelo governo estadual, o Instituto Gustav Ritter possui 28 salas de aula de música, dança e teatro, além de Biblioteca eInstrumentoteca. Contribuindo para a democratização da cultura, o Instituto Gustav Ritter oferece oportunidades para os alunos, de 5 a 80 anos, desenvolverem habilidades artísticas. O Noise na Escola contribui de maneira significativa para esse desenvolvimento e também para uma melhor qualificação, ampliando possibilidades e oportunidades de emprego e renda através das artes. O festival conta ainda com Lista T, disponibilizando entrada gratuita a disponibiliza a pessoas trans, travestis e não binárias e demais intregrantes da comunidade LGBTQIA+.
O Goiânia Noise Festicval é produzido desde 1995 pela Monstro Discos/Monstro Produções, selo e produtora de música que trabalha com artistas independentes de todo o País e produção de eventos em Goiânia, como o Cidade Rock, AntiMúsica, Bananada (entre 2001 e 2010), Viva Cererê e outros. Na equipe, estão profissionais como: Leonardo Ribeiro Belém (Leo Bigode) - Diretor Geral/curador: Criador do Goiânia Noise Festival, fundador do selo Monstro Discos, curador de eventos como Canto da Primevera, FICA, FIGO, Bananada. Fundador da Abrafin (Associação de Festivais Independentes). Marcio da Paixão Jr - Coordenador Noise na Escola/Curador: Doutor em Arte pela UFG e mestre em Comunicação (UNB). Fundador da Monstro e criador do Goiânia Noise, gestor da MMarte Ediçoes. Augusto Scartezini - Diretor Técnico: 10 anos de experiência como técnico de som, diretor técnico. Atua em principais festivais de Goiás. Gustavo Luiz Vazquez - Coordenador Estúdio Noise: Músico, produtor musical de diversos álbuns premiados no mercado independente (Macaco Bong, Black Drawing Chalks, Molho Negro, dentre outros) Raysa Barros - Diretora de Arte: Publicitária e ilustradora. Responsável por campanhas de eventos da Monstro Discos desde 2007. Leonardo Razuk – Diretor de Comunicação e Marketing/curador: Jornalista formado pela UFG, com MBA em Marketing pela FGV. Experiência em redações (TV Anhanguera/Globo, O Popular, entre outros) e assessoria de comunicação e marketing. Atua na Monstro e no festival desde 2001. Ricardo Toshiti Kimura - Produtor Executivo: Produtor do Coletivo Goyazes desde 2009. Há 10 anos atua como produtor executivo na Monstro e no Goiânia Noise. Eline Davila - Coordenadora de Logística: Coordenadora e produtora com experiência de 20 anos em eventos como Bananada, Goiânia Noise, Fica, Virada Cultural SP, Amplifica. Sarah Caetano de Melgaço – Coord. de Acessibilidade: Produtora especializada em acessibilidade no setor cultural. Graduada em Letras/Libras pra UFG. Intérprete e consultora em eventos de Goiás.
Encaminhado ao perito para análise técnica e emissão de parecer.