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PRONAC 252258Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Concerto de Moda da Serra Gaúcha 2025

52.151.113 RAUL CARDOSO SILVA
Solicitado
R$ 430,6 mil
Aprovado
R$ 430,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Caxias do Sul
Início
2025-07-15
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
Caxias do Sul Rio Grande do Sul

Resumo

O Festival Concerto de Moda da Serra Gaúcha 2025, em sua 4a edição, propõe a criação e realização do festival "Concerto de Moda", uma obra inédita dividida em oito atos, organizados em três espetáculos cênico-musicais que integra moda, música, dança e teatro. O projeto busca ampliar as fronteiras da expressão artística ao transformar a passarela tradicional em um palco de manifestação cultural, propondo uma reflexão profunda sobre as crises climáticas contemporâneas e suas implicações na sociedade e na cultura.

Sinopse

Em sua quarta edição, o Festival Concerto de Moda da Serra Gaúcha 2025 apresenta o espetáculo inédito "Concerto de Moda", uma experiência sensorial e artística dividida em oito atos que entrelaça moda, música, dança e teatro. Reimaginando a passarela como um espaço de expressão cultural e crítica social, o festival propõe uma reflexão poética e provocativa sobre as crises climáticas contemporâneas e seus impactos na vida, na sociedade e na arte. Mais do que um desfile, trata-se de um manifesto artístico que transcende fronteiras estéticas para mobilizar consciência e emoção.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O Festival Concerto de Moda da Serra Gaúcha 2025 tem como objetivo geral conceber e realizar a quarta edição do espetáculo "Concerto de Moda" — uma obra cênica inédita, que englobará as linguagens artísticas da moda, do teatro, da dança e da música. Buscaremos engendrar essas linguagens em três espetáculos cênicos musicais que misturam passarela, teatro, música ao vivo e dança, reunidas sob um tema comum e uma provocativa: a reflexão crítica sobre as crises climáticas contemporâneas e seus impactos sociais e culturais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conceber, produzir e apresentar três espetáculos cênico-musicais inéditos, divididos em oito atos, que integrem as linguagens da moda, teatro, dança e música ao vivo, no âmbito da quarta edição do Festival Concerto de Moda da Serra Gaúcha.- Criar uma feira de marcas autorais para valorizar a produção autoral e artesanal de Caxias do Sul e da Serra Gaúcha. - Valorizar a produção artística regional por meio da contratação de profissionais locais, incluindo estilistas, músicos, bailarinos, atores, diretores, cenógrafos, figurinistas e técnicos.- Estimular a reflexão crítica sobre as mudanças climáticas e seus desdobramentos sociais e culturais, utilizando a moda como ferramenta narrativa e expressão artística.- Assegurar o acesso gratuito do público ao evento, promovendo a democratização da cultura e a ocupação simbólica de espaços urbanos históricos, com ênfase no Pátio Eberle, em Caxias do Sul.- Garantir condições de acessibilidade física e comunicacional às pessoas com deficiência, por meio da adaptação de estruturas e da disponibilização de intérprete de Libras.- Fomentar o diálogo entre moda e outras linguagens artísticas cênicas, reposicionando a passarela como espaço de manifestação cultural, crítica e simbólica.- Contribuir para o fortalecimento da economia criativa local, por meio da geração de empregos diretos e indiretos e do estímulo a setores como hotelaria, comércio e gastronomia.- Promover a valorização do patrimônio cultural e arquitetônico local, utilizando o evento como meio de ressignificação e ocupação artística do espaço urbano.

Justificativa

A realização do Festival Concerto de Moda da Serra Gaúcha 2025, que celebra sua 4a edição, se justifica pela necessidade de criar e realizar o "Concerto de Moda", um espetáculo em oito atos que integra moda, música, dança e teatro. O projeto propõe uma reflexão profunda sobre as crises climáticas contemporâneas e suas implicações na cultura e na sociedade, convidando marcas, artistas e o público a enxergarem a moda como um manifesto cultural que transcende o tempo. O Festival CMSG 2025 se destaca por sua intensa programação cultural e sua abordagem inovadora, consolidando-se como um espaço de interseção entre arte, sustentabilidade e expressão criativa. Sob a direção geral e criativa de Raul Cardoso, idealizador do Concerto de Moda da Serra Gaúcha, o evento contará com um espetáculo cênico musical inédito, que terá Regência de Roberto Scopel, direção coreográfica de Paula Giusto e dramaturgia de Leonardo Cesar Ertel Engel. A escolha do Pátio Eberle, um histórico prédio de Caxias do Sul, como local para a realização do festival entre os dias 18 e 22 de outubro de 2025, reforça a importância do evento como um marco para a valorização do patrimônio cultural e da ocupação de espaços urbanos por manifestações artísticas. Dimensões que justificam a realização do Festival CMSG 2025: Dimensão Simbólica:O espetáculo Concerto de Moda propõe uma abordagem inovadora ao transformar a passarela de moda em um espaço de manifestação artística e cultural. Ao unir moda, música, dança e teatro a proposta ressignifica a passarela como um palco de reflexões sobre o presente e o futuro, promovendo uma experiência sensorial e emocional que transcende a estética e se consolida como um manifesto cultural.As crises climáticas contemporâneas nos confrontam com cenários de destruição e iminência do fim. Secas extremas, inundações avassaladoras e incêndios florestais devastam territórios, impactam comunidades e revelam a fragilidade do nosso modo de vida. Diante desse panorama, Concerto de Moda nos convida a transcender o pessimismo e refletir: Se amanhã fosse o fim do mundo, como gostaríamos de viver hoje? Como a moda, enquanto expressão direta das nossas escolhas e do nosso tempo, pode ressignificar a urgência do presente e projetar um legado para o futuro? A moda, a música e as artes cênicas são linguagens que comunicam identidades, histórias e valores culturais. No espetáculo, a moda será abordada não apenas como um elemento visual, mas como uma narrativa viva, carregada de significados e ressonâncias com o mundo em transformação. As roupas exibidas não são meros objetos estéticos, mas símbolos da capacidade humana de criar, resistir e inovar. Ao longo da história, diferentes culturas deixaram vestígios de sua passagem _ desde os trajes funerários egípcios até vestimentas preservadas em sítios arqueológicos. E hoje, que mensagem queremos deixar para as próximas gerações?O Concerto de Moda e o Festival CMSG propõem essa reflexão e instigam marcas autorais, artistas e o público a pensarem a moda como um elo entre passado, presente e futuro, um manifesto cultural que atravessa o tempo e ressignifica a nossa existência. Neste sentido, o projeto simboliza a união entre arte, identidade e sustentabilidade, lançando um olhar crítico sobre a efemeridade da moda e reafirmando seu papel como vetor de transformação social ecultural. Dimensão Cidadã:A realização do espetáculo Concerto de Moda no Festival Multicultural CMSG reafirma o compromisso com a democratização da cultura, garantindo o acesso gratuito a uma experiência artística inovadora que une moda, música e dança. Em um cenário global marcado por crises climáticas e desafios sociais, este projeto busca não apenas entreter, mas instigar reflexões profundas sobre o presente e o futuro, promovendo um olhar crítico sobre a moda como um manifesto cultural e ferramenta de transformação social. A escolha do Pátio Eberle, um espaço histórico da cidade de Caxias do Sul, para sediar as apresentações, reforça a proposta de ocupar ambientes urbanos com arte, tornando a cultura acessível a um público amplo e diverso. Para garantir a inclusão plena, o projeto prevê a contratação de intérprete de Libras, possibilitando que pessoas com deficiência auditiva também possam fruir do espetáculo. Além disso, serão feitas adaptações estruturais para acolher pessoas com deficiência (PcD’s), garantindo acessibilidade e promovendo um ambiente verdadeiramente inclusivo. Além do impacto social e acessível, o Concerto de Moda fortalece a produção artística local, criando oportunidades para artistas, músicos, bailarinos, atores, designers e técnicos da região. O projeto fomenta a economia criativa da Serra Gaúcha, incentivando o talento local e consolidando um ecossistema cultural dinâmico e sustentável. Ao instigar reflexões sobre a moda e sua interseção com outras formas de arte, o espetáculo não apenas valoriza a cultura, mas também provoca um debate sobre identidade, sustentabilidade e consciência cidadã. O Concerto de Moda convida o público a refletir sobre a urgência do presente e o legado que deixaremos para o futuro, promovendo uma experiência que ultrapassa o campo estético e se afirma como um agente de transformação social. Dimensão Econômica:O Festival Multicultural CMSG, em sua quarta edição, já se consolidou como um evento importante para a economia local, atraindo turistas e movimentando diversos setores, como hotelaria, gastronomia e comércio. A montagem e apresentação do espetáculo "Concerto de Moda" potencializa esse impacto, ao agregar um evento de alta qualidade artística à programação do festival. Além disso, o projeto gera oportunidades de trabalho para artistas, técnicos e outros profissionais envolvidos na produção, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região e para a sustentabilidade do setor cultural. Dessa forma, o Festival CMSG 2025 se configura não apenas como um evento artístico de grande relevância, mas também como um catalisador para o desenvolvimento social, econômico e cultural da Serra Gaúcha. O festival reafirma a moda como expressão artística e reflexo do nosso tempo, instigando questionamentos e propondo novas formas de compreender a relação entre arte, identidade e futuro.

Estratégia de execução

Classificação indicativa - LIVRE

Especificação técnica

Tema As crises climáticas contemporâneas nos confrontam com cenários de destruição e iminência do fim. Secas extremas, inundações avassaladoras e incêndios florestais devastam territórios, impactam comunidades e revelam a fragilidade do nosso modo de vida. Diante desse panorama, o Festival Concerto de Moda da Serra Gaúcha propõe um olhar que transcende o pessimismo e nos convida a refletir: Se amanhã fosse o fim do mundo, como gostaríamos de viver hoje? Como a moda, expressão direta das nossas escolhas e do nosso tempo, pode ressignificar a urgência do presente e projetar um legado para o futuro?A filosofia nos ensina que a consciência do fim é também um convite à vida. Martin Heidegger, ao desenvolver o conceito de "ser-para-a-morte", nos lembra que a existência só se torna autêntica quando assumimos a finitude como parte inevitável da nossa experiência. Já para a antropóloga Deborah Danowski, em "Os Outros Futuros da Terra", a crise ambiental não significa apenas um colapso físico, mas uma crise na própria concepção de futuro da humanidade. E é o pensador indígena brasileiro Ailton Krenak quem nos convida a contemplar a nossa finitude como um convite que a vida nos faz para nos reconhecermos como parte do universo, em uma mimese que transcende o misticismo e propõe outras formas de propormos as criações e produções humanas. Neste sentido, como a moda pode se posicionar como eco destas reflexões?Ao longo da história, diferentes culturas deixaram vestígios de sua passagem, desde trajes funerários egípcios até as vestimentas preservadas em sítios arqueológicos. Mas e hoje? Através dos vestuários criados pelas marcas autorais gaúchas, e da soma de linguagens artísticas, qual seria a mensagem que deixamos na cápsula do tempo para as próximas gerações? O Festival CMSG busca provocar essa reflexão e instigar marcas autorais, artistas, criadores e o público a pensarem a moda como um manifesto cultural detentor da narrativa capaz de atravessar o tempo, mesmo em meio ao colapso e reconstruir narrativas possíveis para perspectivas futura

Acessibilidade

Ações de Acessibilidade promovidas pelo projeto: - Todas as apresentações contarão com interpretação em LIBRAS. - Realização de adaptações estruturais para acolher pessoas com deficiência física.

Democratização do acesso

Como forma de democratizar o acesso à cultura, as atividades culturais do festival multicultural CMSG 2025 terão acesso gratuito e serão realizadas em locais situados nas regiões centrais de Caxias do Sul de modo a facilitar o deslocamento e a mobilidade do público. Os eventos do festival também serão amplamente divulgados de forma online, multiplicados por assessoria de comunicação para garantir amplo conhecimento da oferta cultural.

Ficha técnica

Direção Geral - Raul Cardoso Silva Direção Coreográfica - Paula Giusto Direção Cênica e Produção Executiva - Leonardo Cesar Direção Musical e concepção de trilhas sonoras para espetáculo - Roberto Scopel Direção Audiovisual: Gabriela Demore CURRÍCULOS RESUMIDOS: Raul Cardoso Silva: Raul Cardoso Silva é psicólogo de formação e possui uma carreira consolidada na coordenação de performances públicas, produção de eventos culturais e gestão de projetos criativos, com foco na integração entre arte, moda e cultura. Ele tem se destacado em promover a visibilidade e o engajamento de talentos locais, sempre buscando criar experiências inovadoras e únicas que conectam diferentes universos artísticos. Em 2024, Raul foi produtor no Espaço Tendenza durante a Festa Nacional da Uva, onde gerenciou a feira de marcas autorais e produziu editoriais de moda cênicos, além de curar a exposição fotográfica "O Cultivo das Agulhas". Em 2023, como Diretor Geral e Criativo do Festival CMSG, ele foi responsável pela produção de desfiles, feiras e uma conferência sobrea cultura de moda regional. Além disso, em 2022, produziu o primeiro Concerto de Moda de Caxias do Sul, integrando moda e cultura local.Além de sua atuação em eventos culturais, Raul tem experiência em projetos de sustentabilidade e ação social. Entre 2019 e 2022, foi gestor de projetos na Lojas Magnabosco, coordenando ações culturais e de conscientização ambiental. Durante a pandemia, ele também produziu o Sarau de Primavera, um evento que proporcionou um espaço seguro para mais de 50 artistas locais. Sua carreira reflete seu compromisso com a promoção da diversidade, inclusão e inovação cultural. Paula Giusto Paula Giusto é bailarina, coreógrafa, produtora cultural e diretora artística, com 39 anos de idade e uma trajetória consolidada no cenário da dança e das artes cênicas. Sua formação acadêmica inclui uma pós-graduação em Produção Cultural: Arte, Cultura e Entretenimento pela Faculdade Serra Geral, graduação em Tecnologia em Dança pela Universidade de Caxias do Sul e licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade Unifahe, atualmente em andamento.Além disso, cursou até o sexto semestre do Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda na Universidade Feevale e participou de diversos cursos de extensão voltados à dança e às artes cênicas. Desde 2013, Paula tem se dedicado à produção cultural, atuando na captação de recursos, planejamento de eventos, curadoria de artes cênicas e gestão de equipes. Seu trabalho à frente da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul, onde ocupa o cargo de diretora artística desde 2021, e como coordenadora da Unidade de Dança da Secretaria Municipal da Cultura, reafirma sua influência na promoção e difusão da dança na região. Um de seus projetos de maior impacto foi a criação do Ocupa Oficinas de Dança (2015-2018), iniciativa quetransformou espaços culturais públicos em centros de formação gratuita para a comunidade adulta.Além disso, desde 2015, Paula Giusto atua como produtora executiva do Mississippi Delta Blues Festival, o maior festival de blues da América Latina, onde desempenha um papel estratégico na captação de recursos, planejamento e curadoria artística. Sua trajetória também inclui uma carreira como bailarina da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul entre 2010 e 2018, período no qual também exerceu o cargo de coordenadora pedagógica da Escola Preparatória de Dança (2011-2013), promovendo a formação de jovens talentos da dança, especialmente aqueles provenientes da rede pública de ensino.Ao longo de sua carreira, Paula se destacou na concepção e direção de espetáculos de dança, criação de performances para festivais e grandes eventos, além do desenvolvimento de dramaturgia, iluminação e figurinos para produções artísticas. Seu trabalho, reconhecido pela inovação e compromisso com a democratização do acesso à cultura, segue contribuindo significativamente para o fortalecimento da dança e das artes cênicas no Brasil.7 Gabriela Demore Formada em marketing, Gabriela tem mais de 10 anos de experiência no setor audiovisual, com especialização em direção de fotografia. Foi diretora de fotografia do curta Gafanhoto em 2024, participou a longo de sua trajetória profissional de inúmeras captações de imagens para projetos tais como: Documentário Voz e Energia da aldeia indígena Yawanawa na Amazônia em 2023; Videoclipe RAP do Paulo Freire do RAPajador em 2021; Sons que Vêm da Serra (2020); Peça Fabrício Carpinejar - Recital de Pai para Filho (2020); Série Desembucha (2017); Carnaval do Bloco da Ovelha de Caxias do Sul em 2019; entre outros. Faz parte da sua trajetória profissional a idealização e realização do projeto Não Fuja da Baia, concebido durante a pandemia com o objetivo de disponibilizar lives de música gratuitas à população. Roberto Scopel Beto Scopel é trompetista, multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical, com uma trajetória iniciada em 1990. Estudou com renomados professores nacionais e internacionais e formou-se como trompetista pelo Conservatório Pablo Komlós, da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Atualmente, é primeiro trompetista da Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul e já integrou diversas orquestras do Rio Grande do Sul, atuando sob a regência de maestros brasileiros e estrangeiros. Com uma carreira diversificada, Scopel venceu o 24o Prêmio da Música Brasileira na categoria álbum eletrônico com Peregrino (2013), do duo CCOMA, além de ter sido indicado outras duas vezes ao prêmio. Também se destacou como compositor de trilhas sonoras para dança, teatro e audiovisual, sendo premiado no 6o Cine Serra. Excursionou pela Europa e participou de importantes festivais nacionais e internacionais, dividindo o palco com artistas como Azymuth, Ivan Lins, Zeca Baleiro e Leila Pinheiro. Além de músico, atua como professor e produtor, ministrando cursos e workshops sobre música e produção independente. Participou de feiras de negócios criativos como Womex, MICSUR e MICBR e desenvolve projetos autorais, como o EP Beto e Seus Dubs (2022) e o videoclipe Depois da Chuva (2024). Atualmente, trabalha na criação de O Sul em Lo-Fi, consolidando sua trajetória como um dos nomes mais versáteis da música brasileira. Leonardo Cesar Leonardo César é diretor, ator, professor de teatro e produtor cultural, bacharel em Artes Cênicas pela UFSC e mestrando em teatro, criação cênica e sociedade pelo programa de pós-graduação da UDESC. Através do seu mestrado, esteve em intercâmbio para pesquisas sobre o Método de Criação Coletiva em Cali, na Colômbia, junto ao histórico Teatro Experimental de Cali, em 2024.Iniciou sua prática teatral em 2016, e tem estado em cena desde então, desenvolvendo trabalhos na direção e atuação em espetáculos, com destaque para a turnê sul brasileira do Grupo Paradoxe de Teatro - SC(2018), Chicago, O Musical da Cia Movincena - SC (2019 a 2023), e seu mais recente trabalho, “O Espectador Condenado à Morte”, com texto de Matéi Visniec, que teve sua última temporada viabilizada pelo prêmio Paulo Gustavo de Santa Catarina.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.