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PRONAC 252263Autorizada a captação total dos recursosMecenato

V Semana de Música Antiga da UFMG: (Com)paixão e Arte

FUNDACAO RODRIGO MELLO FRANCO DE ANDRADE
Solicitado
R$ 1,93 mi
Aprovado
R$ 1,93 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-04-20
Término
2026-07-31
Locais de realização (7)
Belo Horizonte Minas GeraisItabirito Minas GeraisMariana Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisTiradentes Minas GeraisCuritiba ParanáPelotas Rio Grande do Sul

Resumo

Realização de evento cultural de música antiga e música de tradição oral brasileira, de caráter interdisciplinar e internacional. Composto por atividades didáticas (oficinas e aulas de música, dança e construção de instrumentos), concertos para o público adulto e infantil, exibição de filmes, exposições de instrumentos, atividades acadêmicas (conferência, mesas-redondas, palestras e comunicações de pesquisa) e lançamento de livros.

Sinopse

1) Jornada Semipresencial UFPR: Musica Laetitia Comes Medicina Dolorum (“A música é companheira da alegria e remédio contra as dores”) 1.1. 5 PALESTRAS: relação entre medicina e arte, as relações entre canto e saúde, harmonia do corpo humano (conceitos neoplatônicos). 1.2 CONCERTO: peças musicais que refletem visões da época sobre medicina e funcionamento do corpo, trazendo tarantelas tidas em sua época como curativas. 2) Jornada Semipresencial UFPel: Música e sublimação na Antiguidade e no Medievo 2.1. 7 PALESTRAS: abordagens sobre sublimação e morte através da música na iconografia musical, além de experiências de reperformance de música antiga. 2.2 RECITAL: canções medievais e renascentistas (1200-1500) que narram histórias do cotidiano individual e coletivo europeu. 3) MOSTRA DE FILMES: Pré-evento em Belo Horizonte Readequação da Mostra Jornadas Órficas (2015), que explora o mito de Orfeu, a fim de divulgar e sensibilizar para a V Semana. 4) ATIVIDADES ACADÊMICAS 4.1 CONFERÊNCIA - Sonoridades, afetos e cosmopolítica entre povos da floresta. Reflexão sobre o papel central do som nos sistemas de conhecimento dos povos originários e sua relevância na busca por soluções para a crise climática. 4.2 RODA DE CONVERSA - Saberes tradicionais de povos originários e afrodiaspóricos. Diálogo sobre visões de mundo e realidades culturais das matrizes indígena e afro-diaspórica, promovendo aproximação e intercâmbio de saberes. 4.3 MESA - Arqueologia da música: materialidades e harmonias em múltiplas temporalidades Discussão sobre as contribuições da Arqueologia da Música, abrangendo diferentes metodologias e fontes, incluindo arqueologia da imagem, arqueologia pública e produção experimental de réplicas em cerâmica. 4.4 MESA - Rabeca Brasileira: Diversidades, Especificidades e Diálogos Debate sobre variações regionais na construção, ensino e performance da rabeca, analisando tradição e inovação na preservação desse instrumento. 4.5 MESA - Verossimilhanças Musicais Reflexão sobre como a arte se relaciona com a realidade e como ela nos afeta e desperta paixões/emoções específicas. 4.6 MESA - Pathos e Paixão na Música e nas Artes Discussão interdisciplinar sobre a estética do sofrimento e sacrifício, a tragicidade humana como reflexo do padecimento divino. Abordagem do termo "paixão" (entusiasmo, amor intenso, martírio) e a evolução do conceito de "arte" (de técnica à obra de arte). 4.7 MESA - Transversalidades Musicais Diversidade cultural nas manifestações musicais, com perspectivas antropológicas, históricas, filosóficas e políticas. Debate sobre performance e didática do Barroco sob um olhar anticolonialista. 4.8 PALESTRA - A 'Crucificação' de Michelangelo para Vittoria Colonna e as últimas palavras de Cristo segundo Mateus Análise do desenho de Michelangelo e sua ruptura na iconografia da Crucificação. 5) ATIVIDADES PEDAGÓGICAS 5.1. 8 OFICINAS - Práticas Interpretativas em Música Antiga Oficinas com foco em técnica vocal/instrumental, compreensão musical e o estudo de práticas interpretativas historicamente embasadas da música antiga, utilizando instrumentos históricos e modernos com professores especializados em música antiga, atuantes no cenário nacional e internacional. 5.2. 4 OFICINAS - Música Tradicional Brasileira Foco em práticas performáticas, técnica e aspectos interpretativos da linguagem e instrumentos da música popular tradicional brasileira. Busca-se revelar artistas e especificidades das tradições, abordando música e técnica. 5.3 OFICINA - Dança Barroca Imersão prática nas danças dos séculos XV a XIX, com reconstrução histórica baseada em fontes primárias. 5.4 - OFICINA - Apitos, ocarinas, flautas globulares: o poder do som que atravessa os tempos Espaço para pensar com as mãos e com o corpo a produção de instrumentos sonoros que atravessam os tempos, e inclui a produção de instrumentos como aerofones de argila, com base nas técnicas andinas e das terras baixas da América. 5.5 - OFICINA PRÁTICA - Conjunto em Música Antiga Serão abordados aspectos técnico-interpretativos da performance em grupo, visando o desenvolvimento técnico vocal e/ou instrumental, a compreensão musical e o estudo de práticas interpretativas da música antiga historicamente embasadas. 5.6 OFICINA - Saberes Tradicionais – Povos Originários Os Mestres Indígenas abordarão questões inerentes à performance da sua música, baseando-se nos caminhos trilhados pelos atores do ser/fazer musical, traduzindo a própria significação expressiva e cultural destas manifestações. Foco no fazer musical coletivo, característico do horizonte ameríndio que inclui cantos do início dos tempos, onde bichos e plantas são gente, numa fusão do antigo e contemporâneo. 5.7 OFICINA - Saberes Tradicionais - Afrodescendente Mestres e Mestras afrodescendentes exploram a performance da música popular e tradicional, destacando sua expressividade cultural. Foco no fazer musical coletivo, desenvolvendo técnica vocal e instrumental, compreensão musical e improvisação, estimulando a escuta e a comunicação entre os participantes. No contexto afro-diaspórico, resgata e dá voz às temporalidades negras, refletindo sobre o apagamento sociocultural. 5.8. 3 MINICURSOS Oferecidos pelos grupos estrangeiros convidados para o evento, inclui os minicursos de violino barroco, música de câmara e música medieval, este último tratará sobre as raízes populares e a música tradicional espanhola e suas influências na música clássica. 6) ATIVIDADES ARTÍSTICAS 6.1. 25 CONCERTOS Incluem cinco categorias de expressões musicais: - Manifestações dos saberes tradicionais brasileiros através da realização de cantos, canções e música afro-diaspórica, por capitães, mestres e guarda mirim; - Concertos de música antiga por grupos especialistas na reconstrução de interpretações historicamente embasadas; - Grupos que mesclam a música de concerto e a música tradicional, construindo uma leitura sensível, artística, e respeitosa, destes diversos universos sonoros; - Barroco para Crianças, espetáculos-concerto fascinantes e divertidos que unem música e teatro; - Montagem de obra musical com os participantes do festival (alunos, professores e artistas). 6.2 LANÇAMENTO DE LIVROS Espaço dedicado a lançamento e relançamento de livros. Até o momento, estão previstas as seguintes obras: "Música do Mundo Antigo: Perspectivas Multidisciplinares". Organizadores: Fábio Vergara Cerqueira e Lidiane Carderaro e o relançamento do livro "Rabeca: um som inesperado" de José Eduardo Gramani, organizado por Daniella Gramani. 6.3 EXPOSIÇÕES 6.3.1 - Arqueologia da música: materialidades e harmonias em múltiplas temporalidades Exibição de peças cerâmicas do Brasil e Argentina consideradas instrumentos musicais, incluindo réplicas de vasilhas silvantes, flautas e apitos, destacando suas sonoridades e significados históricos. 6.3.2 Fotografias de Rabecas Brasileiras: Diversidades, Especificidades e Diálogos Mostra fotográfica do processo artesanal de construção de rabecas, documentado por José Eduardo Gramani em 1996 nas cidades paranaenses de Morretes e Paranaguá, com registros de luthiers renomados. As imagens capturam a beleza dos detalhes do processo artesanal, destacando os conhecimentos e as técnicas únicas de cada construtor. 6.4 ENCONTRO com Construtores de Instrumentos Musicais O Brasil possui uma grande diversidade de luthiers, desde os que constroem instrumentos de tradição popular até os da música de concerto, refletindo a riqueza cultural e criativa do país. Teremos neste encontro a presença desses construtores, permitindo um contato direto com seu ofício, histórias e técnicas. Além de demonstrações, eles compartilharão suas influências, trajetória e conhecimentos sobre a manutenção dos instrumentos. Participam do encontro luthiers de rabeca, viola caipira, violinos, teclados antigos, flautas do Jequitinhonha e de instrumentos de percussão tradicionais brasileiros.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Difundir a arte e o conhecimento da música antiga e áreas correlatas, valorizar manifestações musicais identitárias e a troca de experiências entre os campos artístico, cultural e o acadêmico e promover a vivência estética das músicas antigas pelo público em geral, com caráter interdisciplinar e internacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto CONCERTOS: 27 atividades, sendo 9 concertos e 4 apresentações em Belo Horizonte/MG, 1 concerto em Curitiba/PR, 1 apresentação em Pelotas/RS, 1 concerto em Ouro Preto/MG, 1 concerto em Itabirito/MG, 4 concertos em Tiradentes/MG, 1 concerto em Mariana/MG e 5 concertos específicos para crianças, sendo 1 em Belo Horizonte e 4 em cidades históricas mineiras (Mariana, Ouro Preto, Itabirito e Tiradentes). 2) Produto OFICINAS: 21 oficinas, sendo 11 oficinas de música antiga (10 em Belo Horizonte e 1 em Tiradentes), 4 oficinas de música tradicional brasileira, 2 oficinas de música de tradição oral brasileira - sendo 1 indígena e 1 afrodescendente -, 1 oficina de prática de conjunto, 1 oficina de dança, 1 oficina de instrumentos musicais de cerâmica e 1 oficina de construção de máscaras. 3) Produto MINICURSOS: 3 Minicursos de música antiga. 4) Produto EXIBIÇÕES DE FILMES: 6 exibições de filmes. 5) Produto EXPOSIÇÕES: 8 exposições, sendo 6 exposições de construtores de instrumentos e lutaios, 1 exposição de arqueologia e 1 exposição de fotografias. 6) Produto ATIVIDADES ACADÊMICAS: 29 atividades acadêmicas, sendo 2 conferências de abertura (1 em Belo Horizonte e 1 em Tiradentes), 3 bate-papos (1 em Belo Horizonte, 1 em Pelotas e 1 em Curitiba), 16 palestras (5 em Curitiba, 7 em Pelotas, 1 em Belo Horizonte, 1 em Itabirito, 1 em Ouro Preto e 1 em Tiradentes), 2 comunicações de pesquisa em Belo Horizonte e 6 mesas-redondas (5 em Belo Horizonte e 1 em Tiradentes). 7) Produto LANÇAMENTO DE LIVROS: 1 tarde de lançamento de livros.

Justificativa

O presente projeto está sendo encaminhado à Lei de Incentivo à Cultura por ser um evento que atende o público em geral, dissemina a cultura e se enquadra nos seguintes artigos da Lei nº 8.313/91. Art. 1º da Lei 8313/91, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3º - Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; [JUSTIFICATIVA: bolsas para estudantes que participarão da produção do evento e 20% de bolsas para pessoas interessadas em cursar as oficinas] (...) d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) [JUSTIFICATIVA: há estímulo de artistas locais e regionais, tanto na área de música antiga, quanto na área de saberes tradicionais. O evento fechará parcerias com escolas públicas de educação básica que desenvolvem projetos de arte e cultura, para trazer os alunos para os concertos "Barroco para Crianças". II - fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; [JUSTIFICATIVA: 1) publicação de artigos dos convidados para palestras, conferências e mesas, na Revista PerMusi (Qualis 1); publicação dos ANAIS do evento com os trabalhos acadêmicos das sessões de Comunicações de Pesquisa. c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: (...) d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: (...) b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999).

Estratégia de execução

Apenas a inscrição das oficinas terá um valor simbólico de R$280,00, que compreenderá todas as oficinas dos nove dias de evento, ou seja, 19 oficinas. Serão disponibilizadas 20 bolsas integrais para os alunos carentes, além de bolsas parciais por solicitação, a serem agraciadas pela justificativa. Todas as outras atividades do evento serão gratuitas.

Especificação técnica

1) CONCERTOS Os concertos terão formações distintas e duração média aproximada de 70 minutos. Serão gratuitos e abertos ao público em geral. 2) PUBLICAÇÕES DO EVENTO 2.1 Revista PerMusi O evento publicará os artigos dos palestrantes e participantes das mesas redondas na Revista PerMusi (Qualis 1) da Escola de Música da UFMG, como aconteceu nas edições anteriores da Semana. Atualmente a Revista é disponibilizada gratuitamente online. 2.2 Anais do Evento Os Anais incluirão o conteúdo das comunicações de pesquisa de jovens pesquisadores, selecionados por pareceristas externos. Os trabalhos acadêmicos serão selecionados para serem apresentados no evento e os anais serão disponibilizados online. 3) EXPOSIÇÕES 3.1 Exposição Arqueologia da música: materialidades e harmonias em múltiplas temporalidades As coleções apresentadas serão compostas por 13 instrumentos musicais produzidos por Inês e Levy Cardoso, feitas em observação das peças na Reserva Técnica do Museu Paraense Emílio Goeldi. Além de outros 13 apitos das coleções identificadas em Museus da Inglaterra e Gotemburgo produzidos pela equipe do Grupo de Estudos do Simbólico e Técnico da Olaria (G.E.S.T.O.). Serão ao todo 26 peças, todos eles identificados na região Amazônica brasileira. Cada peça sonora apresenta pequenas dimensões, entre 5cm e 20cm, sendo miudezas em cerâmicas. As vasilhas sonoras e os tambores, de inspiração nas peças arqueológicas da América latina, em especial do Peru, serão apresentadas em número de 6 peças, pela ceramista argentina Adriana Martinez. As peças apresentam, em média, 40 cm de altura e 20cm de largura. Todo o processo produtivo foi feito em observância às técnicas ancestrais. As vasilhas sonoras são acionadas com a combinação entre água e ar, a água se movimenta e empurra o ar que passa pelo apito instalado na vasilha, que projeta sua melodia. O mobiliário envolvido incluirá expositor branco, medida 50cm x 50cm, com alturas variadas, entre 50cm e 70cm, onde serão apresentadas as peças com descritivo de cada obra. As fotografias serão penduradas por fio nylon e objetivam apresentar o processo que permitiu o produto, em especial valorizando os vínculos que a produção coletiva propicia, os afetos e as redes de trocas, os gestos e o fazer das mãos. 3.2 Exposição de Fotografias de Rabecas Brasileiras: Diversidades, Especificidades e Diálogos A exposição Rabecas do Paraná compreende uma série de 18 fotos medindo 60x40 cm cada uma e 1 foto medindo 75X50 cm, impressas em papel fotográfico com aplicação em foamboard. 4. ENCONTROS Encontro com os Construtores de Instrumentos Musicais O encontro incluirá construtores de rabeca, viola caipira, família do violino, instrumentos de teclados antigos, flautas do Jequitinhonha, instrumentos de percussão tradicionais brasileiros. Os construtores convidados atuam profissionalmente e estão em constante produção. Para a exposição trarão instrumentos de acervo pessoal e/ou instrumentos produzidos recentemente, o que constitui uma possível variação sobre quais instrumentos serão expostos. Para que a exposição seja exitosa e cumpra com seus objetivos, serão incluídos instrumentos de acervos pessoais, como rabecas, violas e outros.

Acessibilidade

Medidas de acessibilidade adotadas no projeto • Acessibilidade arquitetônica: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas; piso tátil; rampas; elevadores adequados para pessoas com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; iluminação adequada. • Acessibilidade comunicacional: Língua Brasileira de Sinais - Libras; audiodescrição (em algumas atividades); legendas; linguagem simples; textos adaptados para leitores de tela. • Acessibilidade atitudinal: capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais; contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural; formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural; outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Essas medidas de acessibilidade serão implementadas através de:• A definição dos espaços levou em consideração a sua adequação às medidas de acessibilidade física, visando dar acesso às pessoas com necessidades especiais, idosos, autistas, acessibilidade física e comunicacional. • Parceria com o NAI-UFMG (Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da Universidade Federal de Minas Gerais) para orientar e treinar monitores e professores para que estejam preparados para atender alunos inscritos ou público com deficiência visual, física, atitudinal ou comunicacional e idosos. • Contratação de intérpretes de libras. • Os materiais serão disponibilizados online, ampliando sua capacidade inclusiva.

Democratização do acesso

O presente projeto consiste em um evento que atende o público em geral, com forte foco na inclusão. Neste sentido, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme Artigo nº 47 da IN nº 23/2025. Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); [JUSTIFICATIVA: gratuidade a todas as atividades artísticas e acadêmicas, com exceção das oficinas e aulas.] III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; [JUSTIFICATIVA: serão disponibilizados na internet as atividades a totalidades das atividades semipresenciais e outras a serem definidas conforme a concordância dos atores e a disponibilidades orçamentária do evento.] IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; (...).

Ficha técnica

FUNDAÇÃO RODRIGO MELLO FRANCO DE ANDRADE (FRFMA) - gestão administrativa-financeira do projeto PEDRO VASCONCELOS MAIA DO AMARAL - Coordenação administrativa – representante da FRMFA Presidente da FRMFA (2023 -). Professor Adjunto do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG (Cedeplar/UFMG). Visiting Professor da University of Chicago(2020-atual). Fellow do Center for Spatial Data Science (University of Chicago) e Coordenador do Centro de Análise de DadosEconômico-Espaciais - Cadê/UFMG. Co-editor dos journals Spatial Economic Analysis (2014-atual), Journal of Spatial Econometrics(2019-atual) e Regional Studies, Regional Science (2013-atual) e membro do Comitê Editorial da revista Nova Economia (2018-atual).Embaixador da Regional Studies Association no Brasil (2017-atual), membro do Honors Committee da Regional Science Association International (2021 - atual) e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq. Foi chefe do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG (2020-2022), secretário adjunto (2015-17), duas vezes secretárioexecutivo (2017; 2021-23) e membro suplente do Conselho Fiscal (2017-19) da ANPUR, presidente fundador da Divisão AméricaLatina da Regional Studies Association (2015-17) e membro do Conselho Gestor da Revista Planejamento e Políticas Regionais (2015-17). Sua pesquisa se concentra na área de Planejamento Regional e Urbano, atuando principalmente na aplicação de métodos deeconometria espacial e análise multivariada em estudos sobre serviços de saúde e disparidades regionais e urbanas. MARIA EDUARDA GUIMARÃES - apoio em gestão administrativa (FRMFA) Bacharel em Ciências Econômicas pela UFMG. Analista de projetos culturais vinculados à UFMG e à UFSJ, pela Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade (jan/2024 - atual). Pesquisadora no E'Cult: Grupo de Pesquisa em Economia da Cultura da UFMG (2023). Especialista em leis de incentivo. IARA REGINA FRICKE MATTE - Coordenadora Geral Professora da UFMG, pós-doutora pela University of Southern California, doutora e mestra em regência coral (Indiana University e University of Minnesota). Regente titular do Ars Nova-Coral da UFMG (2013-2017), período em que conquistou premiações como o Troféu JK e 3º lugar no Festival de Cantonigròs (Espanha). Idealizou e coordenou eventos como a Série Fermata e o Festival Bach-250 anos. Foi diretora artística da II e III Semana de Música Antiga da UFMG e coordenou a IV edição. Regente e coordenadora da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG (2019-2022), onde criou a série "Jornada Concertistas em Pauta" e a Academia de Regência. Fundou e coordena o Concentus Musicum de BH, o qual mantém uma parceria com a Filarmônica de MG desde 2016. MARIA CECÍLIA DE MIRANDA NOGUEIRA COELHO – Coordenação Científica e Mostra de Filmes Professora associada dos cursos de pós-graduação e graduação do Departamento de Filosofia da UFMG, atua em retórica, sofística, tragédia e literatura dramática grega e sua recepção no cinema. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Retórica (2011-2012) e da Associação Latino-americana de Retórica (2015-2018). Integra o Conselho Curador da Fundação Rodrigo Mello e Franco de Andrade/UFMG (desde 2016), é sócia honorária da SBR (desde 2018) e presidente honorária da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (2022-2023). SILVANA SCARINCI - Coordenação da Jornada Semipresencial na UFPR e Co-coordenação Artística Professora de graduação e pós-graduação em música na UFPR, alaudista e diretora do LAMUSA (Laboratório de Música Antiga da UFPR), dedica-se ao resgate e performance de obras barrocas, como Ariane & Bacchus de Marin Marais. Em 2016, o LAMUSA apresentou a ópera no Brasil e, em 2017, participou da produção em Chicago com o Haymarket Opera. Em 2022, a obra foi gravada pelo maestro Hervé Niquet com Le Concert Spirituel e Les Chantres du Centre de Musique Baroque de Versailles, em coprodução com o Théâtre des Champs-Elysées. LETICIA BERTELLI – Co-coordenadora Artística, Pedagógica e Saberes Tradicionais Doutora e mestra em Musicologia pela USP, bacharel em música pela UEMG e pós-graduada em canto antigo pela Musikhochschule Trossingen (Alemanha). Cantora e pesquisadora, integra o Coral Lírico de Minas Gerais desde 2004 e o grupo Ilumiara desde 2014. Docente na pós-graduação em Pedagogia Vocal da FASM desde 2020, atua como musicista em projetos de espetáculos, publicações, gravações, festivais e formação em Artes. CARLUCCIA CARRAZZA – Coordenação Executiva Graduada em Design pela UEMG, ingressou no Grupo Giramundo em 1998 como designer gráfica, assumindo em 2001 a coordenação geral de produção. Gerenciou projetos como Teatro Móvel Giramundo, Miniteatro Ecológico e Bonecos de Minas. De 2009 a 2012, atuou na gestão de leis de incentivo e coordenou produções especiais, incluindo Hoje é Dia de Maria, Dango Balango, 8 Metas para um Milênio (Canal Futura) e Ano Brasil na França, a exposição "Mundo Giramundo" e a microssérie "Mitologia Grega". Desde 2012, trabalha na produção do FITO – Festival Internacional de Teatro de Objetos, entre outros. EDUARDO ROSSE – Co-coordenação Saberes Tradicionais Professor adjunto da Escola de Música da UFMG na área de "música, cultura e sociedade". Pós-doutor pelo Centre de Recherche en Ethnomusicologie (Paris X) e PPGMus UFMG. Doutor em etnologia (Universidade Paris Nanterre), mestre em etnomusicologia (Paris 8) e graduado em Música/Composição (UFMG). Pesquisa etnomusicologia e etnologia ameríndia, com foco nos Maxakali/Tikm'n. Co-líder do Grupo de Etnomusicologia da UFMG. FÁBIO VERGARA – Coordenação da Jornada Semipresencial na UFPel e Co-coordenação Arqueologia da Música Professor titular de História na UFPel e bolsista PQ1d do CNPq em Arqueologia. Pesquisador visitante na Universidade de Heidelberg e da Fundação Humboldt/Alemanha (desde 2014). Graduado em História (UFRGS) e doutor em Antropologia Social/Arqueologia Clássica (USP). Coordenou o PPG em História da UFPel (2015-2017) e leciona nos cursos de História (Licenciatura e Bacharelado) e Antropologia/Arqueologia (Bacharelado). LILIAN PANACHUK – Co-coordenação Arqueologia da Música e Curadoria da Exposição de Arqueologia da Música Graduada em Ciências Sociais (UFMG), mestre em Musealização da Arqueologia (USP) e doutora pela FAFICH/UFMG. Iniciou estudos em arqueologia no Museu de História Natural e tem ampla experiência em arqueologia preventiva em diversas regiões do Brasil. Foi professora substituta no Departamento de Antropologia e Arqueologia da UFMG (2019-2020). Atua em Arqueologia Pré-Histórica, com foco em arqueologia pré-histórica, cerâmica arqueológica, análise tecnológica e gestual. GABRIEL ARRUDA – Coordenação de Monitores de Pós-Graduação e Co-coordenação Científica Etnomusicólogo, mestre e doutorando pela Escola de Música da UFMG. Integra o Grupo de Etnomusicologia e o Projeto República (UFMG). Pesquisa práticas e músicas afro-brasileiras, com foco no samba em Belo Horizonte, explorando música, trabalho, aprendizagem e identidade. Também atua como músico em grupos de samba e blocos de carnaval. LUCAS VIANA – Coordenação de Monitores de Graduação e Co-coordenação das Mostras Expositivas Bacharel em regência e piano pela UFMG, regente coral desde 2013. Atua no Coral Ecumênico Boa Vontade, Coral Infantojuvenil do TJMG e regente assistente do Concentus Musicum de BH. Tenor, canta em grupos corais e cameristas. Em 2024, lançou o álbum Notas de Amor e Liberdade com o coletivo Perfumaria Proibida e integrou o Internationale Chorakademie, apresentando-se na Alemanha e França. OTÁVIO ASSIS – Co-coordenação Exposição Memória e Auxiliar de Secretaria Regente, organista e cantor, iniciou no coro infantil e estudou órgão com Frei Joel Postma em 2014. Morou em São João del Rei (2015-2016), onde aprofundou estudos em piano e teoria musical. Regente de diversos grupos vocais e participante de obras com a Orquestra Filarmônica de MG. Atualmente, é Mestre de Capela no Santuário São Francisco de Assis e aluno dos cursos de regência e canto na UFMG.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.