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PRONAC 252280Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Denderê de Ngoma: Festejos e Saberes do Reinado em Minas Gerais

GUARDA DE MOCAMBIQUE TREZE DE MAIO DE NOSSA SENHORA DO ROSARIO
Solicitado
R$ 862,6 mil
Aprovado
R$ 862,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-07-01
Término

Resumo

Este projeto propõe a realização de um calendário de três festejos em comunidades de reinado de Minas Gerais, contemplando ações de apoio à produção e infraestrutura das celebrações, estratégias de comunicação voltadas à formação de público, registro audiovisual e fomento à integração social por meio do intercâmbio entre as comunidades participantes. Paralelamente, serão promovidos ciclos de saberes em cada uma das três comunidades, com foco na valorização da diversidade, fortalecimento da identidade cultural e estímulo ao desenvolvimento socioeconômico local. As atividades formativas culminaram em um seminário festivo, que reunirá representantes das comunidades para confluências de saberes, reflexões coletivas e celebração da cultura do Reinado.

Sinopse

Nâo de Aplica

Objetivos

Objetivo Geral: Valorizar, fortalecer e divulgar as manifestações culturais dos Reinos de Nossa Senhora do Rosário e das Guardas de Congado em Minas Gerais, promovendo a preservação do patrimônio imaterial, a integração social e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades envolvidas, por meio de ações de apoio à produção, formação, registro audiovisual e intercâmbio cultural. Objetivos Específicos: 1. Apoiar a realização de um ciclo de três festejos tradicionais do Reinado de Nossa Senhora do Rosário em comunidades de Minas Gerais, com infraestrutura, comunicação, registro audiovisual e intercâmbio entre as comunidades.2. Promover um ciclo de formações culturais e técnicas para três grupos culturais de Reinado, com foco na identidade, produção artística, gestão e sustentabilidade das guardas de congado, visando geração de emprego e renda.3. Organizar um seminário festivo em Belo Horizonte para reunir representantes das comunidades, pesquisadores e público geral, promovendo a troca de saberes, a visibilidade e o fortalecimento das redes culturais a partir das ações desenvolvidas no projeto.4. Produzir três curtas metragens documental que valorize os saberes, as expressões e a diversidade das comunidades reinadeiras, ampliando sua visibilidade. PRODUTO PRINCIPAL 01: Ciclos Confluências de saberes + Seminário Produto Salic: Curso / Oficina / Capacitação O projeto promoverá um ciclo de troca de saberes culturais e técnicas nas três comunidades de Reinado. Cada comunidade receberá 04 atividades. O objetivo é qualificar os fazedores de cultura locais, fortalecendo a atuação das guardas e promovendo o desenvolvimento socioeconômico a partir da valorização do patrimônio imaterial. As atividades serão conduzidas por especialistas convidados e mestres da cultura popular, respeitando os saberes tradicionais e os contextos locais. As temáticas específicas de cada atividade serão definidas de forma participativa em visita prévia, garantindo o atendimento das necessidades e especificidades de cada comunidade. Ao todo serão 17 atividades, dentro das temáticas que poderão ser trabalhadas Destacamos: 1. Organização Social: Formalização jurídica e fortalecimento institucionalEsta temática abordará os caminhos para a formalização jurídica das guardas e associações congadeiras, incluindo a constituição de CNPJ. Também propõe uma reflexão ampliada sobre as diversas formas de organização social presentes nas comunidades congadeiras, buscando fortalecer a autonomia organizativa dessas comunidades, oferecendo ferramentas que contribuam para a sustentabilidade e autogestão dos grupos, respeitando seus modos próprios de funcionamento. 2. Leis, Direitos e Políticas Públicas: Acesso e participaçãoSerão oferecidas orientações sobre os principais marcos legais que garantem os direitos culturais das comunidades tradicionais, com ênfase nas Políticas Públicas Culturais, A formação pretende ampliar o repertório das lideranças para que possam acessar recursos e influenciar na construção de políticas. 3. Oficinas de Geração de Renda: Saberes locais e sustentabilidadeAs oficinas trarão práticas voltadas para o fortalecimento da economia criativa nas comunidades congadeiras, com foco na produção de alimentos tradicionais, serviços culturais, comercialização de produtos culturais (como artesanato, indumentária e instrumentos), boas práticas de manipulação e apresentação dos produtos, precificação, identidade visual e estratégias simples de comercialização em redes locais e digitais. 4. Rodas de Conversa sobre Saberes Imateriais e Tradições Afro-BrasileirasSerão momentos de escuta, partilha e valorização da oralidade, promovendo o encontro intergeracional entre mestres, mestras e jovens. Os temas incluíram a história das guardas e do território, a confecção e manutenção de indumentárias e instrumentos, a musicalidade congadeira, manifestações como o Boi da Manta, além do uso tradicional das plantas medicinais e rituais, reconhecendo a sabedoria ancestral como pilar da cultura viva. 5. Formação de cozinheiras tradicionais para grandes eventos A ação consiste na realização de um ciclo de 5 assessorias técnicas formativas com cozinheiras tradicionais vinculadas aos Reinos de Nossa Senhora do Rosário, com o objetivo de qualificar suas práticas culinárias para atuação em eventos de grande porte. As formações serão conduzidas por profissionais especializados em gastronomia popular, segurança alimentar, organização de cozinhas coletivas e gestão de serviços de alimentação, sempre valorizando os saberes ancestrais e as práticas tradicionais das cozinheiras reinadeiras. A formação terá como culminância a produção do serviço de alimentação para o Seminário Festivo. SEMINÁRIO Como culminância do projeto, foi realizado um Seminário em Belo Horizonte, reunindo representantes de pelo menos 10 comunidades de Reinado, pesquisadores, gestores culturais e o público em geral. O evento aconteceu ao longo de um dia, com programação dividida entre mesas de discussão, rodas de conversa e um festejo final com apresentações culturais e show musical. A proposta é fomentar a troca de saberes, visibilizar os resultados do projeto e fortalecer redes de articulação entre territórios tradicionais. O Seminário irá oferecer um banquete público de Comida de Reinado para cerca de 500 pessoas, o Serviço será construído através de uma assessoria junto a 10 cozinheiras Reinadeiras a partir de um processo de formação e qualificação de serviço de alimentação para grandes eventos. O Seminário também contará com infraestrutura para realização de uma Feira de Economia Criativa dos Reinados, Dessa Forma buscamos enfatizar e fomentar a geração de renda centrada na cultura imaterial como estratégia de sustentabilidade socioeconômica dos Reinados. PRODUTO 02: CICLO DE FESTEJOS DE REINADOS Produto Salic: Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura) O Ciclo de Festejos consiste no apoio a realização de três festejos tradicionais do Reinado de Nossa Senhora do Rosário, contemplando três comunidades congadeiras de Minas Gerais participantes do projeto. Os festejos contarão com apoio direto à produção e infraestrutura local, ações de comunicação voltadas para a formação de público, registro audiovisual das celebrações e intercâmbio entre as comunidades envolvidas. O produto tem como objetivo fortalecer as práticas culturais do congado, promover a valorização da tradição afro-brasileira e incentivar a integração social entre os territórios participantes. PRODUTO 03: APRESENTAÇÃO MUSICAL O projeto prevê a realização de apresentações musicais integradas ao Seminário, com o objetivo de valorizar as expressões musicais ligadas às culturas afro-brasileiras e aos Reinos de Nossa Senhora do Rosário em Minas Gerais. As apresentações contarão com artistas e grupos musicais regionais e cultirais, selecionados em diálogo com as comunidades participantes e a curadoria do projeto, priorizando repertórios que dialoguem com as temáticas da ancestralidade, religiosidade popular e identidade cultural. Serão realizadas em espaço aberto, com estrutura adequada de palco, som e iluminação, e gratuitas ao público. Serão ao todo 4 atrações. PRODUTO 04: Curta metragem Como desdobramento do Ciclo de Festejos, o projeto realizará a produção de três curtas documental composta, cada um dedicado a uma das comunidades congadeiras participantes. A série trará registros audiovisuais dos festejos apoiados, bem como entrevistas com mestres, mestras e outros protagonistas das guardas. A proposta é valorizar os saberes tradicionais, destacar a diversidade das expressões do congado em Minas Gerais e ampliar a visibilidade das comunidades envolvidas. Os Curtas serão lançados no decorrer do projeto e disponibilizada gratuitamente em plataformas digitais, promovendo o acesso público e contribuindo para a difusão e valorização do patrimônio imaterial afro-brasileiro.

Justificativa

A tradição dos Reinados e Congados, cujos primeiros registros remontam ao século XVII, constitui uma das mais significativas expressões religiosas e culturais negras do Brasil, com especial relevância no estado de Minas Gerais. As Irmandades de Nossa Senhora do Rosário, formadas majoritariamente por pessoas negras, surgiram como espaços de acolhimento, solidariedade e fortalecimento social. Desde os tempos coloniais, essas irmandades foram fundamentais para garantir a união entre os irmãos de fé e preservar práticas que articulam elementos da religiosidade africana com o catolicismo popular. Presentes, em sua maioria, em bairros periféricos e territórios marcados por forte identidade comunitária, os Reinados mobilizam centenas de pessoas ao longo de todo o ano. Seus festejos seguem uma lógica de reciprocidade e solidariedade, com intensa circulação entre comunidades e territórios, fortalecendo vínculos sociais e práticas culturais enraizadas. Essas manifestações representam um importante instrumento de resistência, memória e afirmação da identidade negra no Brasil. Este projeto visa dar visibilidade, reconhecimento e sustentabilidade a essas expressões culturais, promovendo ações de valorização, registro, formação e celebração em comunidades congadeiras localizadas em territórios onde há presença das empresas patrocinadoras em Minas Gerais. Ao atuar nesses locais, o projeto se alinha à política de investimento social dos grupos, contribuindo para o fortalecimento da diversidade cultural, da inclusão e do desenvolvimento sustentável. A valorização das congadas como patrimônio imaterial brasileiro é também uma forma de celebrar a pluralidade que constitui a identidade nacional. Mais do que uma manifestação festiva, o Congado é um espaço vivo de educação, transmissão de saberes, religiosidade, ancestralidade e construção coletiva. O projeto reconhece essa potência simbólica e propõe criar ambientes de aprendizado e troca entre gerações, promovendo a inclusão social e o fortalecimento comunitário. Além do reconhecimento simbólico e cultural, o projeto propõe ações concretas voltadas para o fortalecimento da sustentabilidade socioeconômica das comunidades congadeiras envolvidas. Muitas dessas comunidades enfrentam contextos de vulnerabilidade social e restrito acesso a políticas públicas, sendo a cultura um dos principais elementos de coesão, identidade e geração de oportunidades. O investimento na qualificação dos agentes culturais locais, por meio de cursos, oficinas e intercâmbios, é uma estratégia para ampliar capacidades, incentivar o empreendedorismo e potencializar a economia criativa nos territórios. As Atividades previstas envolvem desde aspectos de gestão e formalização dos grupos até práticas relacionadas à geração de renda por meio da cultura, como a produção e comercialização de alimentos tradicionais, artesanatos, indumentárias e serviços culturais. Ao valorizar e profissionalizar esses saberes e fazeres, o projeto amplia as possibilidades de inserção econômica dos participantes, sobretudo de mulheres, jovens e lideranças comunitárias que atuam diretamente nos Reinos e Guardas. O Seminário Festivo, com feira de economia criativa e formação de cozinheiras para grandes eventos, é outro exemplo de como o projeto integra a valorização simbólica com o fortalecimento das cadeias produtivas ligadas ao patrimônio imaterial. Essas ações contribuem para diversificar fontes de renda nas comunidades, gerar trabalho e visibilidade para empreendedores culturais locais, além de fomentar uma rede de trocas entre territórios. Ao investir na formação, visibilidade e articulação das comunidades reinadeiras, o projeto se apresenta como uma estratégia de desenvolvimento local baseado na cultura, respeitando os saberes tradicionais e fortalecendo o protagonismo das populações negras. Com isso, contribui para reduzir desigualdades estruturais, promover a autonomia econômica e criar novas perspectivas de futuro a partir do que as próprias comunidades já constroem com sabedoria e resistência.Por fim, ao propor uma comunicação estratégica, incluindo produção audiovisual e ampla divulgação, o projeto busca ampliar o reconhecimento social dos Reinos de Nossa Senhora do Rosário, aproximando novos públicos e promovendo o respeito às tradições afro-brasileiras. A Lei nº 12.288/2010 _ Estatuto da Igualdade Racial _ reconhece a responsabilidade do Estado em promover políticas públicas que assegurem à população negra a igualdade de oportunidades e a defesa de seus direitos étnicos individuais, coletivos e difusos. Nesse sentido, este projeto se alinha diretamente às diretrizes do Estatuto ao promover e valorizar as manifestações culturais das congadas, tradição enraizada nas comunidades negras de Minas Gerais. Por meio do fortalecimento das guardas, do estímulo ao protagonismo de mestres e mestras da cultura popular e da promoção de ações formativas, o projeto contribui para a superação das desigualdades históricas enfrentadas pela população afrodescendente. As ações propostas favorecem a preservação dos saberes imateriais, o reconhecimento do legado africano na formação cultural brasileira e o enfrentamento ao racismo estrutural, assegurando o direito à memória, à identidade e à expressão cultural. É possível perceber que a proposta apresentada consegue se enquadrar em vários itens do Art. 3° da Lei 8.313/91, (Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos) tais como: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Especificação técnica

Produto: Curta metragens "Denderê de Ngoma: Festejos e Saberes do Reinado em Minas Gerais" Formato: Três curtas metragens com duração média de 15 minutos cada, totalizando aproximadamente 45 minutos de conteúdo audiovisual. Cada episódio será dedicado a um dos territórios de Reinado participantes do projeto, apresentando seus festejos, práticas culturais, lideranças e saberes transmitidos entre gerações. Duração Total: 45 minutos de conteúdo final editado, distribuídos em 3 episódios. A captação será feita com câmeras de alta definição (4K), com atenção à qualidade de som e imagem. Os materiais produzidos seguirão um plano de distribuição digital e acessibilidade:Legendas em português;Audiodescrição e Libras,

Acessibilidade

PARA CADA PRODUTO CADASTRADO no plano de distribuição foram acrescentadas as medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência FÍSICA, VISUAL E AUDITIVA. Para expandir o acesso e atender as pessoas com deficiências visuais, restrições de locomoção e deficiências auditivas, o planejamento prevê a mobilização de instituições sociais, educacionais que atendem este público com uma divulgação ampliada para que esse público possa acessar a atividade. A programação inteira do projeto será aberta a todos os públicos, sem nenhuma restrição. Curso / Oficina / Capacitação Acessibilidade física: Rampas e áreas reservadas próximas ao palco para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; Banheiros adaptados, Os espaços utilizados durante o Festival serão adequados para proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; Acessibilidade comunicacional: Audiodescrição e guias para assistir aos espetáculos, explicando expressões e detalhes visuais das apresentações. item orçamentário: Audiodescrição, Acompanhante. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de Libras em apresentações ao vivo. Item orçamentário: intérprete de Libras. Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura) Acessibilidade física: Rampas e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; Banheiros adaptados, Os espaços utilizados durante os festejos serão adequados para proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; Média-metragem (AUDIOVISUAL) Acessibilidade comunicacional: Legendas em português;Audiodescrição e janela em Libras. item orçamentário: Audiodescrição e Libras. Apresentação musical Acessibilidade física: Rampas e áreas reservadas próximas ao palco para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; Banheiros adaptados, Os espaços utilizados durante o evento serão adequados para proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; Acessibilidade comunicacional: Audiodescrição e guias para assistir aos espetáculos, explicando expressões e detalhes visuais das apresentações. item orçamentário: Audiodescrição, Acompanhante. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de Libras em apresentações ao vivo. Item orçamentário: intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Com o objetivo de ampliar o acesso e garantir a participação diversa nas ações do projeto Denderê de Ngoma, comunidades quilombolas, moradores de territórios tradicionais e lideranças de outros grupos congadeiros de Minas Gerais serão convidados a integrar a programação, especialmente no Seminário Festivo. Para viabilizar essa participação, será disponibilizado transporte e diárias para representantes dessas comunidades, assegurando sua presença e inclusão no evento. Todas as atividades previstas no projeto — como os festejos tradicionais, ciclos de formação, rodas de conversa, feira de economia criativa e o seminário — serão gratuitas e abertas ao público. Além disso, parte da programação será realizada em espaços públicos e abertos, ampliando o alcance das ações e permitindo que moradores e transeuntes tenham acesso direto às expressões culturais afro-brasileiras do congado. Para o projeto como um todo é possível ver que várias ações, previstas no artigo 28, serão aplicadas, tais como: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Ficha técnica

ProponenteA Guarda de Moçambique Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário, também conhecida como Reinado Treze de Maio, é uma associação cultural-religiosa, sem fins lucrativos, com atuação contínua há mais de 80 anos na cidade de Belo Horizonte. Sua trajetória sólida e amplamente reconhecida confere à instituição notável idoneidade e comprovada competência na promoção, preservação e difusão da cultura afro-brasileira, em especial das tradições congadeiras e da religiosidade de matriz africana. Desde sua fundação, o Reinado desenvolve ações socioculturais de grande relevância, ancoradas em sua forte base comunitária, e foi responsável por importantes contribuições para o fortalecimento das Guardas de Congado em Minas Gerais. A associação é uma das fundadoras da Federação dos Congados de Minas Gerais, sendo reconhecida como referência tanto pelas comunidades congadeiras quanto por instituições públicas e privadas. A liderança da Guarda está historicamente ligada a figuras centrais da cultura afro-brasileira em Minas Gerais, como Dona Maria Casimira das Dores e Dona Isabel Casimira Gasparino – ambas reconhecidas como Rainhas Congas da cidade e do Estado. Equipe principal Coordenadora GeralIsabel Casimira Gasparino, conhecida como Rainha Belinha, é uma das mais respeitadas e reconhecidas lideranças dos Reinados de Nossa Senhora do Rosário em Minas Gerais. Nascida e criada no bairro Concórdia, em Belo Horizonte, é herdeira de uma trajetória ancestral ligada à fundação e liderança das Guardas de Congo e Moçambique Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário.Atualmente, Rainha Belinha exerce o título de Rainha das Guardas de Moçambique e Congo Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário e também o de Rainha do Congo do Estado de Minas Gerais – título concedido pela Federação dos Reinados e Congado de Nossa Senhora do Rosário de Minas Gerais, reconhecendo sua representatividade e contribuição à cultura afro-brasileira.A Guarda de Moçambique Treze de Maio, fundada em 1944 no bairro Concórdia, é a base comunitária e cultural da família de Isabel Casimira. Sua atuação contínua torna-a uma das mais importantes personalidades da cultura de origem afrodescendente no Brasil. A tradição foi iniciada por sua avó, Maria Casimira das Dores, a “Preta Véia do Concórdia” – mulher preta, parteira, benzedeira e primeira Rainha do Congo do Estado Maior de Minas Gerais. Após o falecimento de sua mãe, também chamada Isabel Casimira, Rainha Belinha foi indicada para assumir a presidência da Guarda e o título de Rainha do Congo, reafirmando o compromisso de sua família com os valores, a memória e a religiosidade do Reinado.Além de liderança religiosa e cultural, Isabel Casimira também atua como educadora popular e pesquisadora no Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), contribuindo com a sistematização e transmissão dos saberes do Congado.Foi co-diretora do documentário "A Rainha Nzinga Chegou" (2019), premiado em festivais de cinema, e é autora do livro "Reino Treze de Maio: memórias narradas por suas Rainhas", que reúne relatos e saberes das mulheres que protagonizaram a história da Guarda.Rainha Belinha é reconhecida por sua atuação firme na preservação dos valores, simbolismos, cantos, danças, vestes e espiritualidades das comunidades afro-mineiras, sendo referência para novas gerações que se formam na luta pela valorização das tradições negras brasileiras. Coordenadora Metodológica: Ana Beatriz Marques Silva, jornalista, palestrante e pesquisadora da cultura quilombola, com ampla experiência na proposição, desenvolvimento e gestão de projetos sociais e políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial, especialmente junto a comunidades quilombolas e tradicionais de matriz africana. Atua na articulação comunitária, no planejamento metodológico de processos formativos e na construção participativa de ações culturais e educativas, com forte enraizamento nos territórios e saberes populares. Graduada em Comunicação Social, Ana Beatriz se qualifica também por uma formação complementar significativa, tendo participado de cursos como “Democracia, Políticas Públicas e Participação II”, (UFMG(, e de seminários voltados à defesa dos direitos quilombolas, como o “Vozes da Resistência”, também na UFMG. Esteve presente em encontros relevantes como o 1º Fórum Mineiro de Reinados e Congados e a II Conferência de Promoção da Igualdade Racial. No campo institucional, foi membro titular do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais entre 2006 e 2009, integrou a Comissão Estadual da Verdade sobre a Escravidão Negra da OAB/MG entre 2019 e 2021 e atuou na Comissão Organizadora do Festival Raízes da Resistência da UFMG em 2015. Também compôs o Conselho Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Belo Horizonte (COMDECON/BH) entre 2012 e 2013. Reconhecida por sua trajetória, recebeu o Certificado de Honra ao Mérito concedido pelo Neafro Tambores dos Montes. Sua atuação combina escuta ativa, compromisso ético e profundo conhecimento sobre os territórios negros e suas dinâmicas culturais, sendo uma referência para o trabalho de base e para a construção coletiva de ações de valorização das tradições afro-brasileiras. Produção Executiva Amanda Torres Vicente, graduada em Administração pela PUC Minas, Amanda atua desde 2020 com gestão e produção executiva de projetos culturais, sociais e ambientais em diferentes territórios do Brasil, com forte atuação em Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. Produtora executiva, gestora cultural e articuladora comunitária com atuação consolidada na escrita, captação, coordenação e execução de projetos culturais e sociais no campo das culturas tradicionais e agroecologia. Atua há mais de dois anos à frente da estruturação de uma produtora cultural independente, com projetos realizados por meio de mecanismos públicos A nível nacional, integra a diretoria da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), atuando como Secretária Financeira e responsável pela produção executiva do Congresso Brasileiro de Agroecologia – CBA e Festival de Arte e Cultura da Agroecologia (FACA), coordenando a comissão financeira de sua 12ª edição no Rio de Janeiro (2023) e a 13ª edição em Juazeiro (BA), prevista para 2025. Também a nível nacional idealizou e produziu o circuito Nas Rodas Com Tambor (Funarte,2025), com circulação na Bahia, Pernambuco e Maranhão; Em Minas Gerais Realiza a produção executiva dos projetos Identificação e Formação: Quilombo Reconhece Quilombo" junto a Associação Quilombola da Comunidade de Mangueiras – ASQCOM. E dos projetos do Centro cultural Conceição evarito e CSA Ora-pro-nobis em parceria com a Associação Cultural e Agroecológica Ora-pro-nobis, da qual é tesoureira. Em Pernambuco realiza a produção do Ponto de cultura Capoeira Lua de São Jorge, captando e executando os projetos: Desenvolve + Centro Cultural Lua de são Jorge e Projeto kpoerê: oficinas de produção musical da capoeira (Lei paulo Gustavo, 2023); Iê viva meu mestre: Vivências com mestres e mestras da capoeira de Pernambuco para crianças do projeto Kpoerê e "Na Roda com os Mestres: Oficinas na Sambada da Tabajara" (PNAB, 2024). Na bahia realizou a produção executiva do curta metragem Teias da Terra que retrata os saberes manuais das mulheres Pataxó do Extremo Sul Bahiano e realizou projeto Cine Lab Extremo Sul com oficinas de produção (BA); também escreveu e captou recursos para os projetos Cinema itinerante do Pescador, Cinema Ibapitanga e Curumim Batuque pelos editais Paulo Gustavo e PNAB.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-02-28
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais