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"A Jornada de Uvach e Avuch" é um espetáculo infantil de teatro físico, visual e não verbal que promove a consciência ambiental com humor, poesia e interatividade. A proposta contempla apresentações presenciais, ações formativas e educativas , além de material pedagógico de mediação cultural, com foco em inclusão, educação sensível e acesso democrático à arte, além dos recursos de acessibilidade: audiodescrição, libras e vamos realizar uma experiência que chamaremos de "Prólogo Tátil", uma ação para pessoas com e sem deficiência visual tocarem elementos de cena, figurinos, adereços, guiados pelos atores, que precede todas as apresentações.
SINOPSE "A Jornada de Uvach e Avuch" é uma travessia poética sobre a convivência, o meio ambiente e a esperança em tempos turbulentos. Prepare-se para rir, se emocionar e, quem sabe, também dançar para chamar a chuva. Com personagens que se comunicam por sons, onomatopeias, expressões e gestos, o espetáculo propõe uma experiência sensorial e interativa voltada a crianças de diversas faixas etárias. Uma jornada visual, poética e catastroficamente divertida, onde tudo pode dar errado... e é exatamente isso que faz dar certo. Concepção Artística “A Jornada de Uvach e Avuch” propõe uma encenação que será construída a partir da integração entre corpo, som, imagem e gesto, criando um espetáculo visual e poético, sem uso de linguagem verbal, e que convida o público a refletir, brincar e se emocionar com temas urgentes como o cuidado com o meio ambiente. Figurinos: funcionalidade, comicidade e transformaçãoOs figurinos são elementos fundamentais na construção visual e dramatúrgica da peça. Inspirados nas cores da natureza (terrosos, verdes, azuis e alaranjados), utilizam formas arredondadas, texturas diversas e adereços exagerados, que favorecem a comicidade física e a transformação em cena. Detalhes móveis e mutáveis nos trajes representam os quatro elementos da natureza, revelando poeticamente as mudanças nos ambientes vivenciados pelos personagens. As transformações visuais são parte essencial do encantamento do espetáculo e ajudam a narrar a história sem palavras. Trilha sonora: onomatopeia, musicalidade e imersãoA trilha sonora do espetáculo é composta por sons diegéticos, onomatopeias e efeitos sonoros criados em cena com objetos do cotidiano, além de vocalizações e pequenas melodias executadas pelos próprios intérpretes. Essa sonoridade acompanha cada movimento dos personagens, marcando emoções e transições narrativas. Trata-se de uma paisagem sonora viva e interativa, que convida o público a participar, repetir sons e mergulhar no universo lúdico da peça. Como um “terceiro personagem”, a trilha reforça a expressividade e contribui para a construção do humor e da narrativa. Cenário: ludicidade, mobilidade e sustentabilidadeO cenário será concebido como um brinquedo cênico modular, reutilizável e transportável. Composto por materiais reciclados e reaproveitados, cada elemento cenográfico representa simbolicamente os quatro elementos da natureza. A estética do reaproveitamento integra forma e conteúdo, comunicando visualmente a mensagem ecológica do espetáculo. A cenografia é portátil e adaptável a diferentes espaços, desde palcos italianos até áreas abertas, como praças e pátios escolares, o que amplia o acesso ao espetáculo e reforça sua vocação itinerante e democrática. Direção artística: humor físico e crítica poéticaA direção aposta na expressividade do corpo como linguagem principal, inspirada no teatro físico e na tradição do clown, com forte influência das pedagogias de Jacques Lecoq. A ausência de fala convencional é preenchida com ritmo, gesto, presença e imagens simbólicas, tornando a peça acessível a diferentes públicos, inclusive crianças não alfabetizadas e pessoas com deficiência auditiva. O espetáculo propõe uma crítica poética e sensível à cultura do desperdício e à desconexão humana com a natureza, sem apelar para a moralização. O riso é a principal ferramenta de conexão, empatia e provocação, valorizando a inteligência das crianças e sua capacidade de ler o mundo através da imaginação. Processo colaborativo artísticoO processo de criação será horizontal, colaborativo e interdisciplinar, reunindo artistas de diversas áreas: atuação, música, cenografia, figurino e produção desde a concepção até a realização do espetáculo. A construção cênica parte de partituras físicas desenvolvidas em laboratório cênico tendo como base a dramaturgia, inspirada em temas ecológicos e nos quatro elementos da natureza. A trilha sonora será criada em diálogo direto com os ensaios e com o elenco, permitindo a fusão entre corpo e som. O cenário e o figurino serão desenvolvidos com base em princípios da ecocenografia, explorando soluções sustentáveis, criativas e poéticas. Cada etapa do processo será acompanhada de rodas de conversa e escuta coletiva, garantindo uma criação sensível, plural e afetiva. A proposta artística de “A Jornada de Uvach e Avuch” se ancora em importantes referências teóricas e práticas: LECOQ, Jacques. O Corpo Poético: uma pedagogia da criação teatral. São Paulo: Senac, 2009. MCBURNEY, Simon. Theatre of Movement and Gesture. In: ALLAIN, Paul; HARVIE, Jen. The Routledge Companion to Theatre and Performance. London: Routledge, 2006. MEDINA, Márcio. Cenografia e Sustentabilidade: práticas possíveis no teatro contemporâneo. Revista Sala Preta, v. 14, n. 1, 2014. SAMARA, Alexandre. A dramaturgia sonora no teatro: som, cena e composição. São Paulo: Perspectiva, 2018.
Objetivo geral do projetoPromover uma experiência artística, educativa e sensível para o público infantil, por meio do espetáculo teatral "A Jornada de Uvach e Avuch", despertando nas crianças a consciência ambiental, o encantamento pela natureza e a valorização da arte como forma de expressão, crítica e transformação social.Essa experiência será construída por meio de uma dramaturgia não-verbal baseada no humor físico e na linguagem clownesca, que aproxima o universo infantil da linguagem teatral, utilizando os quatro elementos da natureza (água, terra, fogo e ar) como eixo dramatúrgico e simbólico da narrativa. Objetivos SecundáriosDespertar a consciência ecológica nas crianças, de forma lúdica e acessível.Através da interação dos personagens com os elementos da natureza e dos conflitos simbólicos que surgem ao longo da peça, as crianças serão levadas a refletir, de maneira divertida e intuitiva, sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente. Sem discursos moralistas ou expositivos, a encenação propõe um aprendizado sensorial e afetivo.Estimular o desenvolvimento sensível, criativo e crítico das crianças por meio da linguagem teatral.A peça utiliza recursos visuais, corporais e sonoros para criar cenas dinâmicas que estimulam a imaginação, o senso de humor e a capacidade de interpretar o mundo por meio de metáforas e jogos simbólicos, fundamentais para o desenvolvimento cognitivo e emocional infantil.Ampliar o acesso à arte e à cultura para crianças em situação de vulnerabilidade social.O projeto prevê apresentações em equipamentos culturais públicos, além de realizar ações formativas e educativas (bate-papos, oficinas e guia pedagógico) que reforcem o vínculo entre a experiência teatral e o cotidiano das crianças.Fomentar valores de cooperação, empatia e cuidado mútuo, utilizando o teatro como ferramenta de convivência.A narrativa da peça é construída a partir do encontro entre dois personagens que, apesar de suas diferenças, aprendem a conviver, dividir e colaborar para proteger o mundo à sua volta. Essa jornada simbólica favorece a construção de valores éticos e sociais em sintonia com o bem comum.Integrar práticas sustentáveis à produção teatral, como forma de educar pelo exemplo.Os materiais cenográficos e figurinos serão confeccionados prioritariamente com reaproveitamento de resíduos, tecidos reaproveitados e objetos reutilizados, demonstrando, na própria materialidade do espetáculo, o compromisso com a sustentabilidade. Como os Objetivos serão alcançados Por meio da linguagem clownesca e do humor físico, que se comunica diretamente com o universo da criança, promovendo encantamento e abertura para a reflexão. Através de elementos sensoriais e visuais acessíveis, que valorizam o jogo cênico, a improvisação e a interatividade com o público. Pela circularidade do projeto em espaços públicos e gratuitos, garantindo acesso de qualidade à cultura. Com ação formativa (bate-papo com o elenco após as apresentações) e educativa (oficinas e guia pedagógico para professores), criando um elo entre o teatro, a escola e o cotidiano das crianças. A partir de uma estética cuidadosa e sustentável, que reforça os valores transmitidos na cena por meio da própria construção do espetáculo. Objetivos específicos - 20 apresentações da peça teatral em teatros públicos, seguidas de bate-papos (um momento valioso para o elenco teatral, enriquecendo a experiência de todos os envolvidos e fortalecendo o vínculo entre o teatro e o público), totalizando 4000 pessoas, em São Paulo _ SP (08 apresentações), em Brasília - DF (04 apresentações: 02 público espontâneo e 02 para alunos da rede pública), Campo Grande - MS (04 apresentações: 02 público espontâneo e 02 para alunos da rede pública) e João Pessoa - PB (04 apresentações: 02 público espontâneo e 02 para alunos da rede pública). 200 lugares cada salas de teatro. - 01 processo seletivo em São Paulo, SP para a seleção de dois jovens aprendizes PCDs que irão prestar Apoio ao público surdo, com Def Visual, e público em geral, auxiliar nas tarefas administrativas, operacionais e digitais, capacitados e orientados pela direção de produção. O processo seletivo terá as seguintes etapas: divulgação em redes sociais, inscrições através de preenchimento de formulário online, currículo com carta de interesse, entrevista, escolha de dois selecionados. - 04 oficinas: "CORPO, RISO E NATUREZA: A EXPRESSÃO POÉTICA ECOLÓGICA NA SALA DE AULA". Público-alvo: professores da educação infantil e fundamental, arte-educadores, agentes culturais e interessados em processos criativos com foco em infância, meio ambiente e expressão não verbal. - 04 associações de deficientes serão contempladas com transporte para as apresentações da peça teatral: 01 associações em cada capital, em São Paulo, SP receberemos no Teatro Alfredo Mesquita, a Casa do Pequeno Cidadão Nossa Senhora Aparecida.
"A Jornada de Uvach e Avuch" Este projeto, alinhado à Lei 8313/91 (Pronac), visa fomentar o acesso à cultura, valorizando produções e produtores locais, e difundir manifestações culturais nacionais, contribuindo para o desenvolvimento cidadão (Artigo 1, incisos I, II, III E IX). Em conformidade com o Artigo 3º da mesma lei, o projeto é voltado fomento à produção cultural e artística, para incentivo de exposições e espetáculos de artes cênicas (inciso IIc), focando-se na construção do afeto e da escuta e a importância da consciência e preservação ambiental. O Duo Teatral é formado por artistas diversos a cada projeto em constantes agrupamentos e incessantes processos de produção, pesquisas e anseios artísticos, com histórico que assegura responsabilidade na abordagem de temas delicados para crianças e adolescentes. Nesta proposta, nosso objetivo é realizaremos montagem, temporada e circulação da peça teatral "A Jornada de Uvach e Avuch" e ações formativas e educativas. Também promoveremos a seleção de jovem aprendiz PCD com ênfase na diversidade (pessoas periféricas, negras, indígenas, amarelas, trans), com o intuito de oportunizar aprendizado e prática das tarefas concernentes à uma produção teatral. Buscamos consultoria especializada e facilitadora da cultura do acesso, pensando em criar uma condição favorável à pessoa com deficiência visual. Em um formato ainda pouco explorado dentro da área teatral e de suma importância que seja cada vez mais realizado e difundido, ressaltamos que a audiodescrição não beneficia apenas pessoas com deficiência visual, mas também pessoas idosas, com deficiência intelectual e neurodivergentes. Isso implica também na configuração do Prólogo Tátil, que deriva da visita tátil, em que as pessoas podem tocar elementos da cena (cenário, adereços, figurinos). Quando adaptado ao teatro - o termo "prólogo" faz referência direta à abertura de uma história na literatura - o percurso é estruturado dentro de uma narrativa previamente estabelecida e que fornece elementos que, aliados à audiodescrição, ampliam o entendimento da obra. Numa visita tátil convencional o guiamento é feito pela audiodescritora, que percorre o palco com o público descrevendo os elementos de cena. Já no Prólogo Tátil, o guiamento e as descrições são realizados pelos atores em suas personagens. Além disso, teremos também uma tradutora intérprete de libras. Daniel Gomes Esteves a iluminação e trilha sonora. Com esta obra teatral, queremos contribuir com a Consciência e Preservação Ambiental e disseminação da informação já que o teatro se mostra uma ferramenta eficiente para auxiliar na percepção da problemática do assunto e na prevenção do problema. A gratuidade das apresentações, a escolha dos locais pensando na abrangência e diversidade de público e a correta divulgação visam fazer deste projeto uma ferramenta para se alcançar e fomentar a formação cidadã, uma função que o nosso teatro precisa resgatar, sua vocação brechtiana de fazer pensar, reavaliar, modificar-se através de uma experiência teatral. Justificativa e Embasamento Teórico-EstéticoVivemos um momento histórico em que a crise ambiental deixou de ser uma previsão distante para se tornar uma realidade incontornável. As mudanças climáticas, a perda acelerada da biodiversidade, a escassez de recursos naturais e a degradação dos ecossistemas são sintomas de um colapso ambiental em curso (IPCC, 2023). Neste cenário alarmante, torna-se urgente envolver as novas gerações na construção de uma consciência ecológica crítica e sensível. É nesse contexto que nasce o espetáculo A Jornada de Uvach e Avuch, um projeto de teatro infantil que conjuga arte, ludicidade e reflexão ambiental em uma linguagem acessível, poética e transformadora. A infância é uma etapa decisiva na formação de valores, atitudes e percepções de mundo. Segundo Vygotsky (1991), o desenvolvimento infantil é moldado pelas interações simbólicas e culturais, sendo a arte uma via privilegiada para esse processo. Por isso, A Jornada de Uvach e Avuch aposta em uma experiência estética que se comunica diretamente com a sensibilidade das crianças, sem recorrer a discursos moralizantes ou didáticos. Em vez disso, propõe uma vivência teatral que desperta a empatia, estimula o pensamento crítico e semeia o cuidado com o planeta através do encantamento, do riso e da imaginação. A peça é construída a partir da linguagem do teatro físico, do clown e do teatro de objetos, com influência direta das propostas de Jacques Lecoq, que valoriza o gesto, o ritmo e o espaço como elementos primordiais da cena (LECOQ, 2000). Os protagonistas, Uvach e Avuch, são personagens não verbais que se comunicam por meio de sons, ações e interações com os quatro elementos da natureza, terra, fogo, água e ar. Essa opção por uma dramaturgia não verbal amplia o alcance da obra, tornando-a inclusiva para crianças de diferentes idades, contextos linguísticos, níveis de letramento e condições cognitivas. Ao longo da jornada, o espetáculo apresenta de forma simbólica os impactos da ação humana sobre o equilíbrio da natureza. O excesso de resíduos, o desequilíbrio dos elementos e o esgotamento dos personagens são metáforas visuais de um mundo em colapso, porém narradas com leveza, humor e lirismo. A crítica ecológica emerge não como imposição, mas como convite sensorial à escuta e à transformação. Como aponta David Abram (1996), "a linguagem mais profunda da natureza é simbólica e sensorial", e é nesse campo que a arte pode restaurar o vínculo entre seres humanos e mundo natural. A escolha da comédia física como meio expressivo também se justifica por sua capacidade de gerar identificação imediata, quebrar barreiras comunicacionais e criar um campo de jogo compartilhado entre palco e plateia. A comicidade aqui não está dissociada do pensamento: é, ao contrário, instrumento de crítica e provocação. O riso é usado como ponte para o afeto e o pensamento, como defende Ana Mae Barbosa (2010), ao afirmar que "a arte é uma forma de conhecimento que transforma o modo como percebemos e atuamos no mundo". O desfecho do espetáculo, no qual os personagens plantam uma semente após o colapso de suas ações, oferece uma imagem poética de esperança, sugerindo que mesmo os menores gestos podem inaugurar transformações significativas. É uma metáfora simples, porém potente, capaz de tocar o público infantil não pelo raciocínio lógico, mas pelo sensível e pelo simbólico. Além de seu conteúdo artístico e ecológico, o projeto propõe uma ação sociocultural estratégica, ao priorizar apresentações em escolas e equipamentos culturais públicos, democratizando o acesso à arte e ao debate ambiental. Estudos como os de Frantz & Mayer (2014) apontam que atividades culturais com temática ecológica têm alto potencial de engajamento, influenciando positivamente atitudes pró-sustentabilidade em crianças e adultos. Ao promover essa experiência o espetáculo contribui para o fortalecimento da cidadania, da sensibilidade coletiva e da valorização da infância como agente de mudança. Nesse sentido, o projeto está alinhado diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas, especialmente aos seguintes: ODS 4 _ Educação de qualidade: ao promover vivências educativas sensíveis e significativas por meio da arte; ODS 10 _ Redução das desigualdades: ao priorizar ações em espaços públicos e periféricos; ODS 13 _ Ação contra a mudança global do clima: ao sensibilizar o público infantil para a crise ecológica; ODS 15 _ Vida terrestre: ao abordar a relação entre humanos e meio ambiente de maneira poética e crítica. Por fim, A Jornada de Uvach e Avuch se afirma como uma fábula ecológica contemporânea sem palavras, que propõe um teatro visual, sensível e inclusivo. Uma experiência estética que celebra a vida, critica o consumo predatório e convoca o público, com leveza e humor, a imaginar novos futuros possíveis. O palco torna-se um espelho simbólico do planeta, e o riso, uma forma de resistência e cuidado. ReferênciasABRAM, David. The Spell of the Sensuous: Perception and Language in a More-Than-Human World. New York: Vintage Books, 1996. BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. FRANTZ, Cynthia M.; MAYER, F. Stephan. The importance of connection to nature in assessing environmental education programs. Studies in Educational Evaluation, v. 41, p. 85-89, 2014. IPCC. Climate Change 2023: Synthesis Report. Contribution of Working Groups I, II and III to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. Geneva, Switzerland: IPCC, 2023. LECOQ, Jacques. O corpo poético: uma pedagogia da criação teatral. São Paulo: Senac, 2000. VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
Os beneficiários das passagens André Falcão ator e diretor geral Wilson Antunes ator 1 Jovens aprendiza ser selecionado (Serão 2 porém em viagens sempre teremos 1) 1 téc de som 1 téc de luz Curriculos WILSON ANTUNES - Ator integra o Duo Teatral Cursou a EAD/ECA/USP Escola de Arte Dramática - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo . Participou do CPT - Centro de Pesquisas Teatrais sob Direção de Antunes Filho. Participou também dos Cursos de Difusão Cultural da Escola De Atores Otto Falkenberg de Munique. H A B I L I D A D E S Articulador das Redes & Parcerias, bem como captador de Recursos e Fomento de público. Programação de atividades Culturais - Coordenação de Equipe De Trabalho- Produção e Programação no Espaço Cultural. E X P E R I Ê N C I A Supervisor de Cultura /Subprefeitura Freguesia /Brasilândia - Janeiro/2021 À Julho de 2023. Como Supervisor de Cultura foi Premiado com o 33° Prêmio Quality , a Sociedade , órgão de imprensa e formadores de opinião : em reconhecimento e gratidão pelos relevantes serviços prestados em prol do Desenvolvimento da Região. Através de projetos incentivados por lei Municipal ,Estadual e Federal trouxe mais de 100 atividades culturais para a Região dentre espetáculos , oficinas workshops e exposição de artes e palestras ,proporcionou vivências para mais de 10.000 crianças da rede Pública entre espetáculos , oficinas e passeios a equipamentos culturais eexposições . VERA KOWALSKA - Atriz integra o Duo TeatralCursou Escola de Teatro INDAC e diversos cursos de interpretação, voz, corpo. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela escola de Belas Artes de São Paulo. Trabalhos em teatro: MÁRTIR de Marius Von Mayenburg, direção Soledad Yunge. INSUBMISSAS de Oswaldo Mendes, direção Carlos Palma, projeto contemplado pela Funarte no Edital de Ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet. CRIANÇAS DA NOITE de Gabriel Emanuel, direção Marco Antonio Rodrigues (produção). A DANÇA DO UNIVERSO de Oswaldo Mendes, direção Soledad Yunge. AUTOBAHN de Niel Labute, direção Soledad Yunge. ELE NÃO É MEU FILHO de Philippe Gaulier, direção Soledad Yunge.PROMETEU DESPEDACADO de Flavio Moraes. A CULPA É DA CIÊNCIA? direção Raquel Araújo, maestro Carlos Bauzys. AFTER DARWIN de Timberlake Wertenbaker, direção Raquel Araujo. VERNISSAGE de Vaclav Ravel, direção Soledade Yunge. TERRORISMO dos irmãos Oleg e Vladmir Presnyakov, direção de Cristina Cavalcanti. ACAMPAMENTO LEGAL de Armando Liguori, Edson Braga e Márcio Tavolari, direção Norival Rizzo. INTRO MISSÃO BUFÃO de Paulo Rogério Lopes, direção Moira Malzoni (assistente de direção). O AMOR VENCEU de Zíbia M. Gasparetto, direção de Bárbara Bruno. NOSSA CIDADE criação coletiva, direção de Bárbara Bruno. WESTERN criacao e direcao de Beth Lopes. FRAGMENTOS E CANCOES direção Eduardo Tolentino. EXERCÍCIOS direção e criação Myriam Muniz.Trabalhos em TV: DESENCONTROS série, direção Rodrigo Bernado, CanalSony. JULIE E OS FANTASMAS série, direção Luca P. Mello,Nickelodeon e BAND.Troféu APCA "melhor programa infanto-juvenil" , indicado ao Kids' Choice Awards , Meus Prêmios Nick e Kids Emmy Awards ENTRE TEENS mini série, direção Fabrício Bittar, MTV. FILHOS DO CARNAVAL - Direção Cao Hamburger, HBO. ALTA ESTAÇÃO novela juvenil de Margareth Boury, TV RECORD ACAMPAMENTO LEGAL novela infantil de Armando Liguori, Edson Braga e Márcio Tavolari, direção Helder Peixoto, TV RECORD (elenco) FASCINAÇÃO novela de Walcyr Carrasco, SBT (elenco). Instagram:@vera_kowwalskaANDRÉ FALCÃO - ator e integra o Duo TeatralGraduado em Artes Visuais e pós graduado em Literatura e Cultura. No grupoTAPA atuou em FRAGMENTOS E CANÇÕES direção Eduardo Tolentino. Ator no Arte Ciência no Palco em A CULPA É DA CIÊNCIA? direção musical de Carlos Bauzys, direção de Raquel Araújo, PROMETEU DESPEDAÇADO de Flávio Moraes, maestro Demian Pinto, direção de Carlos Palma, no Programa Municipal de Fomento ao Teatro e assistente de direção de INSUBMISSAS, na Ocupação da Funarte, no Teatro Eugênio Kusnet. No núcleo de Pesquisa Eudósia Acuña Quinteiro, atuou na peça O CHÁ DAS QUINTAS de Aldo Leite. Atuou em VOLTAIRE-DEUS ME LIVRE E GUARDE texto de Osvaldo Mendes, direção de Márika Gidali, maestro Paulo Herculano e coreografia de Décio Otero. Participou de TROTSKY NO EXÍLIO de Peter Weiss, direção OswaldoMendes. O TEATRO DE SOMBRAS DE OFÉLIA de Michael Ende, direção Edilson Castanheira, prêmio Coca-Cola de Teatro. Ator na Terra Brasilis Expedições Culturais em HISTÓRIAS E POESIAS e AVENTUREIROS DAHISTÓRIA. Ator no grupo Sobrevento O AMIGO FIEL Direção de Sandra Vargas. Estreia 2020 o longa metragem AMIGAS DE SORTE de Homero Olivetto. Atuou em CARCEREIROS, 2 Temporada, série inspirada na obra de Dráuzio Varella direção de José Eduardo Belmonte. Estreou o longa metragem PAULO DE TARSO E A HISTÓRIA DO CRISTIANISMO PRIMITIVO, direção de André Marouço. Locutor nos balés MEMÓRIAS e PRELUDIANDO, composições do maestro Cláudio Santoro, Ballet Stagium com direção de Márika Gidali e Décio Otero. Escreveu e dirigiu para o teatro ALQUIMISTAS que foi adaptado para a TV Cultura no Teatro Rá-Tim-Bum com direção de Bete Rodrigues e curadoria de Bia Rosenberg. Atuou em INSONES 3X4, texto Bonassi e UM MAÇO DE CIGARROS MOLHADOS NO BOLSOtexto Caio Fernando Abreu, Núcleo Cult, direção de Ed Anderson. Instagram: @andrefalcaoator
OFICINA – "CORPO, RISO E NATUREZA: A EXPRESSÃO POÉTICA E ECOLÓGICA NA SALA DE AULA"Público-alvo: professores da educação infantil e fundamental, arte-educadores, agentes culturais e interessados em processos criativos com foco em infância, meio ambiente e expressão não verbal.Formato: presencial. Duração: 4 horas.Número de participantes: até 30 pessoas Objetivo geral:Oferecer uma vivência formativa sensível e prática sobre como utilizar o corpo, o humor, os sons e os elementos da natureza como ferramentas pedagógicas e expressivas no trabalho com crianças. A oficina parte do universo do espetáculo “A Jornada de Uvach e Avuch” para inspirar novas formas de mediação artística, ecológica e afetiva em sala de aula. Objetivos específicos:Estimular o uso do corpo como linguagem expressiva e educativa.Apresentar princípios do teatro físico e da comédia clownesca como recurso pedagógico.Explorar os quatro elementos da natureza (água, terra, fogo e ar) como eixo simbólico de criação.Refletir sobre a arte como ferramenta para desenvolver empatia, consciência ambiental e cooperação.Propor estratégias criativas de mediação teatral acessíveis para contextos escolares e comunitários.Conteúdo programático:1. Abertura sensível: o corpo disponível (20 min) Roda de acolhimento e escuta ativaAtivação corporal e jogos de presença 2. Natureza em movimento: os quatro elementos (60 min) Dinâmicas corporais inspiradas em água, terra, fogo e arExercícios de ritmo, gesto e imaginação simbólicaImprovisações com objetos naturais e reciclados 3. O riso como linguagem: introdução ao clown e ao humor físico (60 min) Jogos de palhaçaria e comédia físicaExperimentações com falha, exagero e surpresaO erro como potência criativa e pedagógica 4. Sons do corpo e da natureza: paisagens sonoras e onomatopeias (50 min) Criação de pequenos sons com o corpo e objetosComposição de microcenas poéticas com som, gesto e silêncio 5. Transposição para o ambiente escolar (30 min) Propostas de atividades práticas com criançasConversa sobre adaptação para diferentes contextos e idadesDicas de mediação e integração com conteúdos curriculares 6. Encerramento e partilha (20 min) Avaliação afetiva e troca de experiênciasCompartilhamento de guia pedagógico ou material de apoio Materiais necessários:Espaço amplo para movimentaçãoTecido, papelão, objetos reciclados, folhas secas, água em pequenos recipientes, panos ou tecidos coloridosCaixas sonoras ou instrumentos simples (chocalhos, copos, latas)Quadro, flip chart ou papel kraft para anotações coletivas Resultado esperado:Ao final da oficina, os participantes terão vivenciado práticas artísticas que integram corpo, natureza, som e humor como ferramentas educativas e expressivas. Levarão consigo propostas criativas e acessíveis para aplicar em seu cotidiano com crianças, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e cuidado com o planeta.
No aspecto da acessibilidade física/arquitetônica apresentaremos a peça em espaços culturais que atendem à legislação referente à acessibilidade física para as pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida e pessoas cegas ou com baixa visão (rampas, banheiros, corrimãos, bilheteria em altura adequada, calçada, circulação, estacionamento, sinalizações específicas etc.). No aspecto comunicacional atenderemos dois públicos pelo menos em todas as apresentações: o público da libras e o público da audiodescrição. No aspecto atitudinal realizaremos a contratação de profissional com deficiência para ocupar a vaga de jovem aprendiz. Buscaremos atender os protocolos de acessibilidade no design do programa, com descrição das imagens e uso de texto alternativo nas postagens em redes sociais. E todo material de divulgação gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Para isso faremos um vídeo libras e um audioconvite para divulgar as apresentações em cada espaço cultural.
Todas as apresentações serão realizadas de forma gratuita, sem cobrança de ingressos Estaremos divulgando as apresentações com antecedência visando atender: Art. 20. I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; E, em cumprimento ao artigo 21 da IN 2019 será realizado as seguintes ações: I - doar, além do previsto na alínea, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, a realização de atividades se dará em espaços culturais da administração pública municipal, em São Paulo – SP (08 apresentações), em Brasília - DF (04 apresentações), Campo Grande - MS (04 apresentações) e João Pessoa - PB (04 apresentações)). No inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, serão contempladas oito associações dedicadas a pessoas com deficiência.IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, serão disponibilização na Internet dos registros fotográficos e audiovisuais do projeto. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Caso escolha esse inciso, especifique qual será a ação paralela, serão promovidos bate-papos sobre a peça com elenco após todas apresentações, um espaço para desmistificar certos aspectos da produção, esclarecendo dúvidas sobre a história, os personagens ou as intenções da equipe. VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil e/ou infantojuvenil através da peça teatral “A Jornada de Uvach e Avuch”.
Texto e direção geral: André Falcão Produção: Duo Teatral Produção executiva: Vera Kowalska Elenco: Wilson Antunes e André Falcão Trilha sonora e iluminação: Daniel Gomes Esteves A definir: Diretor artístico, cenário, figurino, jovens aprendizes, divulgação, acessibilidade, contador, advogado
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.