Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto visa viabilizar a criação e circulação do espetáculo OKAN. Ele prevê a montagem do espetáculo, seguida da estreia e a circulação por Belo Horizonte, Betim e Diamantina, em um período de 9 meses. Além disso, o projeto busca ampliar o acesso através de atividades formativas gratuitas, incluindo oficinas de dança, partitura corporal e sensorial e ensaios abertos.
SINOPSE DE “OKAN”. “Okan”, termo que em língua Yoruba que significa "coração”, é esse órgão simbólico que guia a narrativa do espetáculo de dança que nasce de uma experiência profundamente transformadora. O espetáculo foi idealizado pela coreógrafa Patricia Alencar que, por meio de uma adversidade, encontrou inspiração para criar uma obra carregada de emoção, significado e superação. O projeto propõe-se a ser uma expressão autêntica das experiências humanas, traduzindo em movimentos a linguagem universal e simbólica dos sentimentos e das emoções, celebrando a vida e a força do coração como símbolo de resiliência para moradores de favela. O incidente que marcou a criação de “Okan” foi o diagnóstico de trombose, que quase tirou a vida da idealizadora do projeto. Esse susto inesperado e a ameaça à vida trouxeram à tona uma série de reflexões sobre a importância de expressar os sentimentos e viver plenamente cada instante. Esses sentimentos, frequentemente negados aos moradores de favelas, que são incessantemente cobrados a exibirem força e bravura, acabam por impedir a cura de suas fragilidades. O episódio destaca a necessidade urgente de quebrar esses estereótipos, permitindo que a vulnerabilidade seja reconhecida e abraçada como parte integral da experiência humana. O coração, símbolo universal dos sentimentos e das emoções, tornou-se, portanto, o elemento central da narrativa artística que se deseja compartilhar com o público. A criação de Okan é uma resposta ao desejo profundo de falar ao coração das pessoas, conectando-se com as mais diversas experiências emocionais. "A dança é emoção que movimeta e pulsa o coração para além dos palcos"! Patricia Alencar * A sinopse apresentada neste documento está sujeita a alterações conforme avançam as pesquisas de criação e com a incorporação de profissionais após a aprovação do projeto e as historias dos dançarinos, incluindo assessoria de imprensa. Estas modificações visam garantir a máxima qualidade e adequação do conteúdo ao público-alvo, bem como refletir com precisão os aspectos mais relevantes e atualizados do projeto.
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral deste projeto visa garantir a criação, montagem e circulação do espetáculo OKAN idealizado pela Coreógrafa Patrícia Alencar. Estão previstas para o projeto, além da montagem do espetáculo, oficinas, workshop, palestra e bate papo de forma gratuita. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Realização do espetáculo de Dança afro brasileiras e africanas OKAN:2. Realizar temporada local, na região metropolitana de Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais: Serão: 4 apresentações em Belo Horizonte, (1 apresentação será fechada para gravação e critica com convidados da área, estudiosos, críticos, patrocinadores), 3 apresentações para o publico em geral) 1 apresentações na região metropolitana de Belo Horizonte ( proposta é a cidade de Betim), 1 apresentações na cidade do interior (proposta é a cidade de Diamantina), num total de 6 apresentações:3. Promover a democratização do acesso através da distribuição de ingressos gratuitos para escolas;4. Movimentar a cadeia produtiva e a economia criativa da cidade, em especial da favela, uma vez que a criadora, os bailarinos, produção, coreógrafos e outros profissionais e serviços necessários na execução do projeto são oriundos da favela;5. Promover a realização das oficinas de dança, partitura corporal e sensorial gratuitamente para moradores de favelas, vilas e periferias. Também serão promovidos workshops e palestras gratuitos para formação cultural do público, sendo;6. As oficinas consistirão em um total de 8 sessões de dança afro-brasileira, gratuitas para o público, distribuídas ao longo do projeto da seguinte forma: 1 oficina no terceiro mês do projeto, 2 oficinas no quarto mês, 2 oficinas no quinto mês, 2 oficinas no sexto mês e 1 oficina no sétimo mês. Além disso, haverá 2 oficinas de partitura sensorial corporal no sétimo mês. O workshop de concepção e montagem do espetáculo ocorrerá no oitavo mês, seguido de uma palestra com Diretores, dançarinos do espetáculo e criadora do projeto. 7. Contrapartida: Serão realizadas oficinas de contrapartida no interior e na região metropolitana, com 1 oficina em cada localidade, totalizando 2 x oficinas de contrapartida. Ademais, estão previstos bate-papos pós-apresentação na região metropolitana e no interior como parte das contrapartidas do projeto.
O projeto "Okan" surge da interseção entre arte, cultura e impacto social, idealizado pela coreógrafa, gestora e ativista cultural Patrícia Alencar. Com mais de 20 anos de atuação no campo da dança afro-brasileira e das políticas culturais periféricas, Patrícia tem sido uma figura importante na promoção da cultura afro-brasileira e das favelas, sendo reconhecida por seu trabalho de inclusão social.Patrícia é uma profissional multifacetada foi presidente das Mulheres da CUFA nacional, diretora da CUFA Minas, coreógrafa do Afoxé Bandarerê, de alas de carnaval, coordenadora de produção da Casa do Beco, entre outros. Além disso, criou o grupo Primeira Dança, atua como coreógrafa da Cia Evandro Passos, é colunista no DiversaEM no Jornal Estado de Minas e é gestora do Grupo Samba da Meia Noite e do CNPJ Cufa Minas. Sua trajetória a levou a se apresentar na sede da ONU. Reconhecida com o Mérito Artístico SATED, Patrícia tem levado a expressão artística a novos patamares de inclusão e valorização cultural. Seu compromisso com as favelas e com a cultura afro-brasileira é inegável, tendo também enriquecido sua bagagem cultural com vivências na Europa e América Latina. Diante de sua trajetória, o projeto Okan se alinha aos objetivos da Lei 8313/91, especialmente ao inciso III do Art. 1º, que visa apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores. A gênese do espetáculo "Okan", termo em iorubá que significa "coração", nasce de uma experiência pessoal transformadora da idealizadora, Patrícia Alencar. Durante o caos da pandemia de COVID-19, Patrícia foi diagnosticada com trombose, um episódio que quase lhe tirou a vida, mas que também a levou a profundas reflexões sobre a importância de expressar os sentimentos e viver o "AGORA" e nada melhor que se expressar por meio da arte. Surgiu uma atenção maior para as negligências na saúde dos moradores de favelas, a saúde feminina, especialmente em relação às exigências sociais que impõem às mulheres uma imagem de força inabalável. No contexto das favelas, essa dinâmica é ainda mais perversa, coibindo que as mulheres se conectem com suas emoções, suas fragilidades e, por consequência, com a arte, que é frequentemente deixada de lado devido às exigências diárias, elas são as principais responsáveis pelo cuidado dos filhos e da família. Okan surge como uma resposta a essa realidade, propondo um espaço seguro de reconexão com o corpo, a arte e os afetos. O projeto busca resgatar a arte não como um luxo, mas como uma ferramenta essencial de empoderamento, saúde emocional e fortalecimento da identidade, o espetáculo dará voz e protagonismo aos moradores de favela. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a reprodução das desigualdades sociais no Brasil é alarmante: 62,5 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, o que representa 29,4% da população total. Deste contingente, 17,9 milhões vivem em situação de extrema pobreza, sendo grande parte moradores de favelas. Essa realidade incide de forma mais severa sobre mulheres, meninas, a população negra e as juventudes. O recorte de gênero e raça dos dados do IBGE revela que 62,8% das pessoas em situação de pobreza vivem em lares chefiados por mulheres sem filhos menores de 14 anos. Além disso, a proporção de pretos e pardos nessa condição atinge 37,7%. A pobreza, portanto, é um fator estruturante de vulnerabilidade que expõe diariamente milhões de mulheres brasileiras às diversas formas de negligência, violações e violências. Diante desse cenário, é fundamental reconhecer que uma parcela significativa da população das favelas é composta por mulheres e jovens que, apesar das adversidades socioeconômicas, carregam uma potente riqueza criativa, uma energia vital pulsante e o desejo intrínseco de se expressar e assumir o protagonismo de suas próprias narrativas por meio da arte. Inspirado nas contribuições da intelectual Lélia Gonzalez, o projeto entende a dança afro como território de fala, resistência e afirmação política. Quatro anos pós-pandemia do COVID19, os efeitos ainda reverberam nas favelas e em toda sociedade, a arte em "Okan" se torna um veículo para externalizar sentimentos e vivências que, muitas vezes, ficam silenciadas, empoderando os artistas das favelas. O espetáculo propõe uma linguagem cênica que entrelaça corpo, ancestralidade, festa, espiritualidade e memória coletiva das diásporas negras nas Américas. O coração, símbolo universal dos sentimentos e das emoções, tornou-se, portanto, o elemento central da narrativa artística e estará no palco conectando profundamente os espectadores com as histórias e as emoções transmitidas pela dança. Através dessa experiência artística, buscamos proporcionar ao público uma imersão única, onde o pulsar do coração ecoa em cada batida, a interatividade é uma ferramenta poderosa de conectividade ativa com a plateia, permitindo que os movimentos transcendam as inclusão social, empoderando os artistas das favelas e incentivando a valorização de suas identidades culturais, reforçando que a favela é um espaço de riqueza cultural, resilindo fronteiras físicas do palco, criando uma atmosfera de cumplicidade e sinergia entre os artistas e a plateia, tornando o espetáculo uma experiência colaborativa e empática, capaz de romper com as barreiras geográficas e sociais entre a "Favela e o Asfalto" numa celebração da diversidade cultural do Brasil. Dessa forma, o projeto Okan se alinha plenamente aos objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme estabelecido nos incisos I, II, III e VIII do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao facilitar o acesso à cultura e aos direitos culturais, promover a regionalização da produção artística, valorizar os criadores e manifestações culturais e estimular a produção de bens culturais formadores de conhecimento, cultura e memória. Além disso, atende ao Art. 3º da mesma norma ao fomentar a formação artística, a valorização da identidade cultural das favelas e o fortalecimento de sujeitos criadores historicamente marginalizados.Solicitamos, assim, o apoio da Lei Rouanet para a realização do projeto "Okan", um projeto que afirma o poder transformador da arte como um direito e uma estratégia de cuidado, existência e resistência para os territórios populares brasileiros.
Especificação técnica do espetáculo OKAN O Projeto tem como produto a criação, montagem e circulação do espetáculo “OKAN” , além das aulas de danças afro e partitura sensorial do corpo nas favelas como contraprtida. Segue abaixo as cidades pretendidas, a definir mediante disponibilidade de agenda dos teatros locais: Belo Horizonte confirmada, Betim e Diamantina a confirmar. *Podendo haver mudanças nas cidades citadas. O espetáculo será de 1h10 de duração. Classificação: livre Contrapartida: totalmente gratuita: Oficinas de dança afro: serão 6 oficinas de 2 horas cada uma, oferecidas gratuitamente para público a partir de 14 anos. Serão ofertadas 25 vagas em cada oficina, oferecidas de foram agualitaria e inclusiva, totalizando 150 vagas. Oficina de partitura corporal e sensorial: será 01 oficina de partitura corporal e sensorial. Serão 25 vagas, oferecidas de foram agualitaria e inclusiva. O workshop: será 1workshop e terá duração de 3 horas, terão prioridade os artistas, produtores e técnicos. Serão 20 vagas, oferecidas de foram agualitaria e inclusiva. Os bate papos: serão 2 bate papos com duração de 1 hora cada, aberto ao publico em geral presente no espetaculo, pós espetáculo na região na metropolitana e no interior. Será incluída a logomarca do Governo federal e dos patrocinadores e parceiros de acordo com manual de utilização da marca, nas peças promocionais e produtos resultantes do projeto OKAN.
Respeitando a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que garante o direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades para pessoas com deficiência, o projeto OKAN prioriza a acessibilidade em duas frentes: acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo. Acessibilidade física: Os locais onde serão apresentados os espetáculos OKAN serão escolhidos considerando as medidas necessárias para garantir a acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, incluindo banheiros adaptados. Serão providenciados equipe de apoio. Além disso, o projeto se compromete a oferecer acessibilidade de conteúdo, incluindo recursos como vídeos com áudio descritivo nas redes sociais, inclusão nas oficinas de danças afro, interpretação em Libras para workshops e bate-papos, garantindo assim que as informações sejam acessíveis a todos. O espetaculo contará com audio descritivo e interprete de libras. Os locais selecionados para a realização dos workshops palestras também seguirão às medidas de acessibilidade física, proporcionando um ambiente inclusivo para todos os participantes.
Democratização do acesso: Equipe: Como forma de promover a democratização do acesso, tanto a idealizadora quanto os dançarinos, juntamente com 65% da equipe, são provenientes das favelas e periferias de Belo Horizonte, sendo em sua maioria negros e pardos. Atividades: As oficinas de dança, partitura sensorial, workshop e palestras serão gratuitas. Além disso, as oficinas de dança e alguns ensaios abertos serão realizados nas próprias regiões das favelas ou com grande vulnerabilidade social, facilitando o acesso e descentralizando a cultura de forma totalmente gratuita, proporcionando a fruição da cultura e a movimentação da cadeia economica produtiva dos territorios de favela, estando de acordo com Art. 2º do Decreto Nº 11453 DE 23/03/2023. Serão compartilhadas nas redes sociais as etapas e momentos de pesquisa para a criação do espetáculo, desta forma ficará de fácio acesso conteudos que servirao de fonte de pesquisa para outras pessoas. Ingressos: Os ingressos serão vendidos a preços populares e promocionais, no valor de R$20,00 (vinte reais), como forma de garantir acesso ao maior número de pessoas, além de facilitar o acesso as camadas menos favorecidas. Atedendo o artigo 27 do Decreto Nº 11453 DE 23/03/2023, como contrapartidada social a realização de 2 oficinas de dança afro de forma gratuita, na cidades fora de Belo Horizonte, terá a distribuição de ingressos gratuitos para escolas públicas e projetos sociais em todas as apresentações.
Ficha técnica: Idealizadora e Coordenadora Geral do projeto "OKAN" é Patricia Fonseca de Alencar(Patricia Alencar) , dançarina com mais de 20 anos de experiência, cujo trajetória na dança é marcada por uma profunda dedicação à inserção social da arte nas favelas, a promoção da cultura e a formação de novos públicos. Premiada com o mérito artístico Sated 2016 pelo reconhecimento do seu trabalho, Patricia fará parte do corpo coreográfico do espetáculo. Patrícia é gestora cultural, produtora, arte educadora e curadora. Estudandte de administração e colunista do jornal Estado de Minas. Coreógrafos convidados: Um dos coreografos convidados é Mestre Evandro Passos está finalizando sua pesquisa do Doutorado na França, Doutorado este em em Dança e está em andamento pela Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil, com o Título: Danças negras na diáspora, Mestre Evandro Passos, trajetória de 40 aos de dedicação a dança. Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (1990) e mestrado em MESTRADO EM ARTES CÊNICAS pela UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA ́Júlio de Mesquita ́ - UNESP (2011). Esteve contratado em Autogestão em Saúde, contrato da Universidade Federal de Ouro Preto e professor temporário da Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em ENSINO DA DANÇA, atuando principalmente nos seguintes temas: corporeidade negra, identidade e identidade negra. Doutorado com titulo Danças negras na diáspora em andamento pela Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil. Será convidado mais 01 profissional da dança a ser definido após aprovação. A equipe também contará com Cenógrafo e figurinista o Artista Plástico e Produtor Cultural Marcial Ávila - Bacharelado em Artes Plásticas com especialização em escultura e desenho. Escola Guignard, UEMG, conclusão em 1999 / Pós-Graduado em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros na PUC/MG, conclusão em2007. Na coordenação de produção do projeto: Paixão Sessemeandê - Arte Educadore, dançarine, produtore, técnique em Eventos. Graduade em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Minas Gerais (FaE/CBH/UEMG). Mestrande em Segurança Pública e Cidadania (FAPPGEN / PPGSPCID / CBH / UEMG) e bolsista do ProBPG/UEMG. Está gestorie do Centro de Referência das Juventudes BH, na Subsecretária de Direitos Humanos e Cidadania da PBH desde 2024. Foi membre da Equipe Gestora do Centro de Referência das Juventudes - Assessore de Produção e Programação (CRJ-BH) e membre do Comitê Gestor do Centro de Referência da Dança (CRDança-BH) na PBH de 2022 a 2023. Pesquisadore no Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Educação, Comunicação e Tecnologia (NECT), e no grupo de Estudos Periféricos (GEP) UEMG. Coordenador Geral e criadora: Patricia Alencar Dramaturgia; A ser definida Cenógrafo: Marcial Ávila Figurinista: Marcial Ávila Costureira: a definir Diretor de Palco: a definir Camareira: a definir Maquiadora: a definir Cabelereira: a definir Coordenador técnico: a defirnir Tecnico de acessibilidade: a definir Iluminador: Wladimir Medeiros Sonoplasta: a definir carregadores: a deinir Coreógrafos: Evandro Passos, 01 a ser definido posteriormente. Dançarinos/bailarinos serão convidados 9 bailarinos ( entre mulheres, jovens LGBTQIPA+, homens) moradores de favela e periferia de Belo Horizonte ( os nomes serão inseridos pós aprovação) Músicos: Concepção - Trilha sonora: A definir Percussionista: a serem definidos após aprovação Preparador corporal: a serem definidos após aprovação Coordenação de produção do projeto: Paixão Sessemeandê Produtora executiva do espetáculo: A ser definido após aprovação Assistente de produção: A ser definido Coordenação de comunicação: a ser definidoDesigner Gráfico: a ser definido Assessoria de imprensa: a ser definido Social mídia: a ser definido Video: a ser definido Fotografia:a ser definido Assessoria Jurídica: a ser definido Administrativo: a ser definido Contabilidade: a ser definido Consultoria para criação e pesquisa:Médicos Consultoria Médica: DR. Eduardo Bitencurt – Clinico Geral, Cardiologista a definir, Angiologista a definir Consultoria Zeladores e ou mantenedores das Matrizes africanas - A definir Consultoria Expertise em FAVELA e Ativista: Francislei Henrique Santos Especificação técnica O Projeto tem como produto a criação, montagem e circulação do espetáculo “OKAN” , além das aulas de danças e partitura sensorial do corpo nas favelas. Segue abaixo as cidades pretendidas, a definir mediante disponibilidade de agenda dos teatros locais,a cidade de Belo Horizonte está confirmada, Betim e DIamantina. *Podendo haver mudanças nas cidades citadas. O espetáculo será de 1h10 de duração. Classificação: livre
Periodo para captação de recursos encerrado.