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O projeto "Histórias da Floresta" propõe a realização de 20 exibições comentadas de filmes brasileiros em escolas públicas de Manaus, seguidas de oficinas educativas para recontar, de forma criativa e culturalmente situada, as histórias apresentadas nos filmes. As oficinas utilizarão elementos da cultura amazônica (materiais naturais, lendas, personagens regionais) e linguagens como contos, desenhos, colagens e dramatizações. A proposta visa promover a educação cultural, a formação cidadã e a valorização das identidades locais. O projeto não contempla a produção, gravação ou difusão de material audiovisual, mantendo-se no campo da arte-educação.
Histórias da Floresta é um projeto educativo-cultural voltado à mediação de filmes brasileiros e reinterpretação criativa de suas narrativas por estudantes da rede pública de Manaus. Os filmes selecionados abordam temáticas como identidade, meio ambiente, diversidade e cidadania. Após cada exibição, os estudantes participam de oficinas de reconto que utilizam elementos da cultura amazônica para reinterpretar simbolicamente as histórias. A culminância das ações ocorre com a produção de um caderno pedagógico que sintetiza os resultados e serve como ferramenta para replicação.
Objetivo Geral Promover a formação cultural e cidadã de estudantes da rede pública de Manaus, utilizando o cinema como ponto de partida para o desenvolvimento de oficinas educativas de reconto simbólico, baseadas em elementos da cultura amazônica, de modo a fortalecer a identidade cultural, a criatividade e a capacidade crítica dos participantes. Objetivos Específicos Exibir 20 filmes brasileiros previamente licenciados em escolas públicas da cidade de Manaus;Realizar 20 oficinas educativas de reconto narrativo após as sessões, com a participação ativa de estudantes;Estimular a criação de painéis, colagens, contos, desenhos e dramatizações inspiradas nas histórias apresentadas nos filmes;Trabalhar elementos simbólicos da cultura amazônica, como personagens míticos, lendas, flora e fauna locais, como base para as atividades de reconto;Produzir e distribuir um caderno pedagógico impresso com metodologias, exemplos das produções escolares e orientações para replicação do projeto;Garantir acessibilidade física e comunicacional em todas as ações do projeto;Valorizar a diversidade e o pertencimento cultural por meio de práticas educativas inclusivas;Estimular a participação da comunidade escolar, ampliando o impacto das ações para além dos estudantes diretamente envolvidos;Desenvolver um relatório técnico-pedagógico com avaliação qualitativa das ações desenvolvidas, mensurando seus resultados educacionais e culturais.
A realização do projeto "Histórias da Floresta" por meio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é essencial para garantir sua gratuidade e capilaridade junto às escolas públicas de Manaus. A proposta se enquadra nos incisos I (incentivo à formação artística e cultural), II (fomento à difusão de bens culturais) e III (valorização das expressões culturais regionais) do Art. 1º da referida lei. Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º, especialmente os incisos I (democratização do acesso aos bens culturais), II (valorização da cultura brasileira), IV (estímulo à produção cultural independente) e V (formação artística e cultural). Em um território marcado por grandes distâncias e desigualdades no acesso a equipamentos culturais, a proposta assume relevância ao utilizar o cinema como ferramenta de leitura crítica da realidade e promover ações artísticas que valorizam os saberes e fazeres locais. A ausência de produção audiovisual e o foco em atividades formativas presenciais com reinterpretação simbólica fazem com que o projeto se encaixe no campo da arte-educação, com caráter pedagógico e territorializado. A mediação cultural, a contextualização regional e o uso de materiais simples, naturais e acessíveis tornam o projeto viável e potente do ponto de vista formativo. A Lei de Incentivo à Cultura é a via adequada para o financiamento desta ação, pois permite alcançar comunidades escolares de baixa renda, manter a gratuidade integral das atividades e produzir materiais de qualidade com distribuição gratuita. O incentivo também permite remunerar adequadamente os profissionais envolvidos e garantir estrutura técnica e logística, assegurando a qualidade e o impacto das atividades culturais propostas. Dessa forma, o projeto não apenas promove o acesso à cultura, mas também atua diretamente na formação crítica e na valorização das identidades amazônicas, contribuindo de maneira efetiva para a diversidade cultural brasileira.
• O projeto não possui fins lucrativos, e todos os conteúdos terão licença livre para fins educacionais. • Os filmes exibidos serão previamente licenciados ou de domínio público. • A metodologia de avaliação inclui aplicação de questionários, reuniões com educadores e análise qualitativa do impacto. • O projeto valoriza práticas sustentáveis e fornecedores locais para reduzir impacto ambiental. A proposta prevê replicabilidade, com possibilidade de expansão para outros municípios.
Sessões de filmes: 20 exibições com duração média de 60 a 90 minutos, em formato digital, com licenciamento regularizado;Oficinas de reconto: 20 encontros de 3h cada, com atividades de criação artística e simbólica;Caderno pedagógico: Publicação impressa com 40 páginas, ilustrada, contendo relatos das experiências, propostas metodológicas e exemplos de produções escolares;Acessibilidade: Intérprete de Libras, material em fonte ampliada, linguagem acessível.
O projeto contempla acessibilidade física e de conteúdo: Física: • Escolha de locais acessíveis nas escolas parceiras (salas com rampas, banheiros adaptados); • Transporte com acessibilidade para equipe técnica e participantes com mobilidade reduzida. Conteúdo: • Sessões com intérprete de Libras; • Legendas descritivas nos vídeos produzidos; • Caderno pedagógico com versão em alto contraste e fonte ampliada; • Linguagem clara, direta e acessível nos materiais de apoio; • Visitas sensoriais e contato tátil com equipamentos audiovisuais durante as oficinas.
Todas as atividades serão gratuitas e voltadas a estudantes e professores de escolas públicas de Manaus, especialmente em bairros periféricos. Os produtos finais (documentário e caderno pedagógico) serão disponibilizados online, gratuitamente. Outras medidas: • Distribuição impressa do caderno pedagógico às escolas; • Compartilhamento do vídeo-documentário em redes sociais; • Oficinas práticas abertas à comunidade escolar; • Rodas de conversa temáticas como forma de ampliação do diálogo; • Registro audiovisual das atividades com divulgação digital contínua.
• Coordenador Geral: Adriana Gomes Batista - Responsável pela supervisão e gestão do projeto; • Produtor Cultural: Moacyr Ferreira - Responsável pelo planejamento das ações em campo e logística; • Educador Audiovisual: João Bastista - Aplicação das oficinas com foco em filmagem com celular; • Mediador de Debates: Adélia Gomes Félix - Condução das rodas de conversa após os filmes; • Editor de Vídeo: Cláudio Gomes Félix - Montagem do documentário e vídeos das oficinas; • Designer Gráfico: Alice Lorena costa - Criação da identidade visual e do caderno pedagógico; • Intérprete de Libras: Rayssa Nara Guimarães da Silva - Responsável pela acessibilidade comunicacional nas sessões; • Consultora Pedagógica: Érika Cássia da Silva Tavares - Pedagoga, especialista em psicopedagogia, com mais de 10 anos de experiência em projetos sociais; • Apoio Técnico e Logístico: Élia Marques Martelet - Montagem técnica e suporte durante as ações; • Contador: Sérgio Murilo Félix - Responsável pela prestação de contas.
PROJETO ARQUIVADO.