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PRONAC 252350Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ECOARTE: NO RITMO DA RECICLAGEM

PATUBATE MOVIMENTO E SONS LTDA
Solicitado
R$ 435,9 mil
Aprovado
R$ 435,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-10
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Brasília Distrito FederalOuro Preto Minas GeraisSanta Luzia ParaíbaChapecó Santa CatarinaÁguas de Chapecó Santa Catarina

Resumo

O projeto EcoArte: No Ritmo da Reciclagem propõe a criação de instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis, promovendo educação ambiental, expressão artística e inclusão social de adolescentes em situação de vulnerabilidade. Por meio de oficinas práticas e vivências musicais, os participantes construirão seus próprios instrumentos e aprenderão noções básicas de ritmo, percussão e composição. Ao final do projeto, serão realizadas apresentações públicas, incentivando o protagonismo juvenil e a conscientização da comunidade sobre sustentabilidade e reaproveitamento criativo.

Sinopse

DAS OFICINAS: Os participantes da oficina não precisam ter nenhum conhecimento prévio de música. Criado por Fred Magalhães, professor de musicalização, o método utilizado pelo PATUBATÊ nas oficinas permite que todos, sem exceção, aprendam música. A dinâmica das oficinas desenvolve as habilidades motoras e as percepções sensoriais dos participantes. A enorme riqueza musical brasileira é explorada durante a Oficina. Sambas, Afoxés, Cirandas, Maracatus, são alguns dos ritmos que os participantes terão contato. O envolvimento das alunas e alunos, começa uma semana antes da realização das Oficinas, quando seriam instruídas a captar todo tipo de material reciclável que poderá ser utilizado como instrumento de percussão, para a garantia de vaga na Oficina. (Garrafas PET, tampinhas de garrafa de refrigerante, latas de refrigerantes e sucos, embalagens diversas, utensílios e objetos sem utilidade em casa, etc.). A Oficina acontece em 09 horas de trabalho. É dividida em duas partes. Na primeira, os participantes são instigados a construir seus instrumentos musicais. Dessa forma, experimentam as diversas sonoridades que diferentes objetos podem oferecer. Trabalham a criatividade para transformar a matéria-prima reciclável em instrumento musical, com timbres aproximados aos instrumentos convencionais. Em seguida, começa a iniciação à música com a percussão corporal, jogos rítmicos e pesquisa de sons tirados do cotidiano. Nesta fase, os alunos conhecem ritmos e dinâmicas musicais para, posteriormente, passar para o instrumento que criaram. De forma individual, o aluno aprende a tocar o instrumento para que, em seguida, seja inserido no grupo e desenvolva o senso de prática de conjunto, em um ambiente de integração social. O trabalho de integração das sonoridades e timbres diferentes produzidos pelos participantes representa parte importante do trabalho que, desta forma, realça a necessidade de se ouvir mutuamente. Atividades: Estudo de diferentes gêneros musicais brasileiros; Apreciação de músicas brasileiras e estrangeiras; Jogos rítmicos com material reciclável; Pesquisa de sons tirados do cotidiano; Brincadeiras rítmicas do folclore brasileiro; Desenvolvimento dos elementos da música; Composição de ritmos a partir do conhecimento adquirido dos gêneros aprendidos; Exploração e composição de sons tirados do próprio corpo e de material reciclável; Execução dos ritmos dos gêneros musicais aprendidos. Utilização do método de musicalização “O Passo”, de Lucas Ciavatta (RJ) Durante a oficina, os músicos do PATUBATÊ apresentam aos alunos um pouco da história da música e dos gêneros musicais brasileiros. Traz a origem dos ritmos como Samba, Baião, Ijexá, Xote, Samba-reggae e Ciranda e fazem fusões com ritmos como Funk, Rock, Hip Hop, música erudita e ritmos locais. Todo este conteúdo é tratado na prática, utilizando os instrumentos musicais confeccionados pelos alunos com material reciclável. - Gêneros musicais brasileiros (histórico e origen): Ijexá, Batucada de Samba, Samba Enredo, Baião e Samba Reggae. - Fusões com Música Eletrônica. - Utilização de instrumentos musicais feitos a partir de material reciclável. - Brinquedos Rítmicos Folclóricos. - Ritmos dos gêneros musicais estudados ( Percussão). - Sustentabilidade e Ecologia. DO SHOW após as oficinas, os alunos ensaiam e junto com o Grupo Patubatê, atuam com uma música durante o Show DAS PALESTRAS As palestras tem o foco em disseminar a importância da Cultura, dos comportamentos humanos e da relação da educação com a arte e a cultura

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover a inclusão social, o desenvolvimento artístico e a educação ambiental de adolescentes em situação de vulnerabilidade, por meio da construção de instrumentos musicais com materiais recicláveis e da prática musical coletiva. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar oficinas de construção de instrumentos musicais e musicalização a partir de material reciclado em 5 cidades, para a população em geral, priorizando adolescentes em vulnerabilidade social e alunos de escolas públicas. Oficinas com 9h de duração cada. - Realizar 5 apresentações do Grupo Patubatê em parceria com alunos formados nas oficinas, com 2h de duração - Realizar 5 palestras de formação cultural para professores da rede pública com 1h30min de duração

Justificativa

Em contextos de vulnerabilidade social, muitos adolescentes enfrentam a ausência de oportunidades educativas e culturais significativas, o que contribui para a exclusão social e o distanciamento de práticas saudáveis de convivência. Ao mesmo tempo, a crise ambiental atual exige ações criativas e educativas voltadas para a sustentabilidade. O EcoArte: No Ritmo da Reciclagem surge como uma resposta inovadora a esses desafios, unindo arte, educação e meio ambiente. O projeto oferece um espaço seguro, criativo e acolhedor, onde os adolescentes podem expressar suas emoções, desenvolver habilidades e refletir sobre o cuidado com o planeta. A construção de instrumentos com materiais recicláveis proporciona uma experiência concreta de reaproveitamento, reforçando valores como responsabilidade, cooperação e respeito. A música, por sua vez, atua como uma poderosa ferramenta de inclusão e transformação social, despertando talentos e criando vínculos comunitários. Além disso, o projeto tem potencial de impacto coletivo, pois envolve escolas, famílias, educadores e a comunidade local, promovendo a conscientização ambiental e o engajamento social de forma sensível e participativa. Dada sua natureza educativa, social e cultural, o EcoArte: No Ritmo da Reciclagem se configura como um projeto de relevante interesse público, sendo essencial o apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente diante das dificuldades de financiamento enfrentadas por ações culturais voltadas a populações em situação de vulnerabilidade. Enquadramento legal _ Lei nº 8.313/91Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet: Art. 1º, inciso I _ Estímulo à produção cultural independente;Art. 1º, inciso VI _ Apoio à difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 1º, inciso IX _ Estímulo à ampliação do acesso da população aos bens culturais.Além disso, contribui para o cumprimento dos seguintes objetivos do Art. 3º: Art. 3º, inciso I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Art. 3º, inciso III _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3º, inciso IV _ Priorizar o apoio aos projetos culturais cujos produtos, bens e serviços resultantes sejam acessíveis ao público em geral, em especial aos segmentos de menor renda;Art. 3º, inciso V _ Valorizar a diversidade étnica e regional.A utilização do mecanismo de incentivo fiscal se mostra, portanto, não apenas legítima, mas fundamental para a viabilização do projeto e para garantir sua abrangência social e cultural, promovendo inclusão, sustentabilidade e cidadania por meio da arte.

Estratégia de execução

DAS OFICINAS 9h de duração com 3h de construção de instrumentos e 6h de musicalização, som e ritmo; DO SHOW 2h de duração, sendo que uma música é tocada juntamente com os alunos das oficinas; DAS PALESTRAS 1h30min de duração

Acessibilidade

PRODUTO: OFICINA ACESSIBILIDADE FÍSICA: as oficinas acontecem em praças públicas e/ou pátios de escolas, abertas e rentes ao chão ou em caso de chuva, em ginásio s de escolas que por força de Lei já são acessiveis. Haverá espaço nas primeiras fileiras para pessoas com necessidades específicas e banheiros adaptados; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Haverá intérprete de Libras nas oficinas fornecidas pelas próprias escolas e audiodescrição feita pelos oficineiros PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os shows acontecem em praças públicas e/ou pátios de escolas, abertas e rentes ao chão ou em caso de chuva, em ginásio s de escolas que por força de Lei já são acessiveis. Haverá espaço nas primeiras fileiras para pessoas com necessidades específicas e banheiros adaptados; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Haverá intérprete de Libras no palco fornecida pelas próprias escolas e audiodescrição feita pelo protocolo; PRODUTO PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: as PALESTRAS acontecem em auditórios das escolas que por força de Lei já são acessiveis. Haverá espaço nas primeiras fileiras para pessoas com necessidades específicas e banheiros adaptados; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Haverá intérprete de Libras no palco fornecidas pelas próprias escolas e audiodescrição feita pela palestrante

Democratização do acesso

A proposta “EcoArte: No Ritmo da Reciclagem” tem como princípio central a democratização da cultura, promovendo o acesso gratuito e facilitado às atividades e aos resultados do projeto para a população, especialmente em territórios de maior vulnerabilidade social. Forma de distribuição dos produtos: Os produtos resultantes do projeto — apresentações musicais e instrumentos construídos pelos adolescentes — não serão comercializados. As apresentações serão gratuitas e abertas ao público, realizadas em espaços comunitários, escolas públicas, praças e centros culturais acessíveis. Os instrumentos permanecerão com os adolescentes participantes, como forma de valorização do seu trabalho e estímulo à continuidade do aprendizado musical. Além disso, será produzido um registro audiovisual do processo e das apresentações, com acesso público e gratuito por meio de plataformas digitais. Medidas de ampliação de acesso: Apresentações públicas gratuitas em comunidades, escolas e eventos locais, com foco em acessibilidade territorial e social.Ensaio aberto antes da apresentação final, permitindo que familiares, educadores e a comunidade acompanhem o processo de aprendizagem.Oficinas paralelas e itinerantes de curta duração abertas à comunidade, voltadas à construção simples de instrumentos e noções básicas de ritmo, com prioridade para crianças, jovens e educadores locais.Transmissão ao vivo ou gravação das apresentações por meio de redes sociais ou plataformas de vídeo, garantindo acesso remoto para pessoas que não possam comparecer presencialmente.Material educativo digital (em formato PDF ou vídeo) com instruções sobre como construir instrumentos recicláveis, a ser disponibilizado gratuitamente no site do projeto ou parceiros.Essas estratégias visam garantir que o acesso à cultura não esteja restrito aos participantes diretos, mas se estenda à comunidade como um todo, promovendo inclusão, pertencimento e replicabilidade da experiência.

Ficha técnica

PROPONENTE: GRUPO PATUBATÊ: (Função no projeto: Ministrar as oficinas e realizar o show) O Grupo de música instrumental a partir de sucata, surgiu em Brasilia, DF, em 1999. Mistura percussão Brasileira com melodias eletrônicas, produzindo um som sustentável a partir de sucatas. O Grupo ministra oficinas em escolas e entidades há mais de 12 anos. o GRUPO É COORDENADO por Fred Magalhães ( Frederico Magalhães Batista): baterista, percussionista, ator, diretor artístico, coordenador musical, compositor, arranjador e professor de Educação Artística. Formado em Bateria pela Escola de Música de Brasília( CEP-EMB) e cursou Licenciatura em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Criador e idealizador do Grupo PATUBATÊ, que há 25 anos desenvolve a pesquisa na construção de novos instrumentos ( timbres ) a partir de material reciclável, atua no mercado da música com Shows, Oficinas, Palestras e Workshops e apresenta uma forma inovadora na “Arte de Reciclar Pessoas!” INSTITUTO HUMANIZA: (função no projeto: coordenação técnica): O Instituto Humaniza nasceu em 2011 com a MISSÃO de humanizar em defesa de um mundo melhor para todos através de projetos, programas e treinamentos, utilizando recursos de leis de incentivos fiscais, editais e doações. Ao longo de sua atuação a instituição desenvolveu diversos projetos sociais, culturais, esportivos, educacionais, ambientais, etc. Através da Lei de Incentivo à Cultura citam-se alguns projetos do Instituto Humaniza: Reconstruindo o Futuro parte executado pelo PIC e parte pela Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, Gera Ação: A Energia da Arte, Sabe o Lixo? Virou Arte!, Lapidando Talentos, Inspirando Talentos, Rodeio Artístico Nacional de Abdon Batista e Celeiro da Poesia, Mais Cultura Mais Prevenção, Natal Mágico, FÉ CONCÓRDIA - Arte e Cultura aliadas com a Fé, Tertulhão Cultural, e Encontro de Gaiteiros, Músicos do Contestado, etc. Nesse sentido, a entidade atua na elaboração e execução de projetos culturais próprios, bem como no assessoramento técnico e artístico de proponentes junto a diferentes mecanismos de incentivos fiscais. Conta com os seguintes profissionais à disposição para a coordenação técnica do projeto; PALESTRANTE: MAGNA REGINA TESSARO BARP: (Função: palestrante) Pedagoga com especialização em Educação, Mestrado na área das Ciências Humanas pela UNOESC, MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, Técnica em Contabilidade pelo CNEC, Psicanálise Clínica (teórica). Palestrante nas áreas de Cultura, Educação, Comunicação, Autoconhecimento e desenvolvimento de equipes há mais de 15 anos. Atua na formação de professores e agentes culturais há mais de 20 anos; é Empreendedora individual e empreendedora social. É Produtora Cultural desde 2004 e Presidente do Instituto Humaniza; Escritora com 8 obras publicadas e Participante do Projeto Autor Presente da Secretaria de Estado da Cultura (RS). Premiada no Projeto Trajetórias Culturais da Secretaria de Estado da Cultura em 2021. Professora Universitária da UNOESC, FAE e IDEAU (graduação e pós graduação) por mais de 12 anos. Idealizadora de diversos projetos, onde atuou como coordenadora e palestrante em diversas palestras de formação cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.