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PRONAC 252364Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plaza Suite

GUILHERME WEBER PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 4,32 mi
Aprovado
R$ 4,32 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-02-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (6)
Brasília Distrito FederalVitória Espírito SantoGoiânia GoiásPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê a montagem e circulação da comédia teatral Plaza Suíte, onde três diferentes casais, interpretados pelos mesmos atores, vivem situações carregadas de humor.

Sinopse

A clássica comédia de Neil Simon, de 1968, é um retrato de três casamentos em um mesmo quarto de hotel, a suíte 719 do Plaza, onde os mesmos dois atores interpretam um casal diferente em cada uma das três cenas. Na primeira, Karen e Samuel, um casal cujo relacionamento está se encaminhando para o ato final, se encontram na mesma suíte em que passaram a lua de mel para comemorar aniversário de vinte e três anos de união. Este conto irônico sobre um casamento em frangalhos é seguido pelo encontro de um famoso produtor de cinema que após três casamentos fracassados convida uma namorada de infância, agora uma dona de casa suburbana, para sua suíte; entre muitas gargalhadas o breve encontro se mostra destinado a uma estadia prolongada. Na última cena, Norma e Rogério brigam para tentar convencer a filha, trancada no banheiro, a comparecer ao próprio casamento no salão do hotel. A hilaridade absurda do retrato destes três casais ocupando sucessivamente a mesma suíte, a sagacidade dos diálogos e a comicidade das situações fazem desta peça um marco da comédia nova iorquina e um clássico universal.

Objetivos

Objetivo Geral Este projeto prevê a montagem e circulação da comédia teatral Plaza Suite, de Neil Simon, em nova versão brasileira contemporânea, promovendo o acesso à cultura, o fortalecimento da cena teatral nacional e a valorização de clássicos da dramaturgia internacional, com circulação em cidades brasileiras e ações de formação de plateia. O nome Neil Simon é uma grife de ouro da comédia e sempre foi uma das presenças mais constantes nas marquises da Broadway. Suas peças, segundo o The New York Times, contribuíram para redefinir o humor nas comédias românticas. Nascido e criado em Nova Iorque, em 1927, Simon cresceu durante a grande depressão. A crise financeira da época causou uma profunda tensão no casamento de seus pais, e o jovem buscou refúgio na comédia. O riso servia como um bálsamo para ele, e suas peças, que giram em torno de pessoas comuns e seus problemas de relacionamento são quase autobiográficas. Em sua introdução à coleção "A Comédia de Neil Simon", o dramaturgo escreveu sobre um incidente em seu então jovem casamento, quando sua esposa atirou nele uma costeleta de vitela congelada em uma discussão. "Um sorriso cruzou meu rosto", escreveu ele, registrando o total absurdo da situação. Este momento se encaixaria perfeitamente em todas as suas peças e ele fez daquela costeleta congelada inspiração para os ângulos cômicos dos casamentos e famílias que criou para os palcos e telas ao longo de décadas. "Plaza Suíte" parece ter recebido toda e energia deste arremesso de vitela nos diferentes e hilários retratos de casamentos encenados, sejam eles de muitos anos ou nascidos ali, aos olhos do público. A peça se tornou, desde sua estreia, em 1968, um desejo e um desafio para atores ao redor do mundo. A diferença dos personagens de cada história, criados para serem interpretados pelos mesmos atores, a variedade de gêneros de comédia sugerida para cada situação e o ritmo imposto às cenas é uma receita que tem criado verdadeiros banquetes para atores e espectadores. Na sua estreia na Broadway a peça teve dois atores icônicos do teatro americano, George C. Scott e Maureen Stapleton. Em 1970 a peça estreou no Brasil com Fernanda Montenegro e Jorge Dória como protagonistas, no teatro do Hotel Copacabana Palace. A mais recente montagem da peça trouxe aos palcos de Nova Iorque e Londres o casal estelar Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick, em um sucesso arrasador, chamada pelo jornal London Theatre "a comédia que precisamos para levantar nossos espíritos." SOBRE A MONTAGEM Desde 1970 Plaza Suíte não tem uma montagem profissional no Brasil. Para esta nova versão, uma tradução foi especialmente feita e a adaptação não tenta atualizar a trama, conservando o brilhantismo do original, mas torna as citações à cultura americana arquetípicas, deixando as situações possíveis de acontecer em qualquer hotel de luxo de uma grande cidade, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo. O cenário, clássico gabinete, e os figurinos, divertidos e luxuosos, são sempre uma atração a parte em qualquer montagem da peça no mundo e aqui terão esta proposta mantida; uma festa para os olhos dos espectadores que se tornam "voyeurs" dos acontecimentos de uma suíte sem a quarta parede. A cada nova cena a suíte está pronta para um novo embate de gargalhadas, como se o serviço de quarto tivesse acabado de passar por ali. A trilha sonora desta versão será selecionada de clássicos do jazz, criando o clima sofisticado do hotel e pontuando as intervenções com todo o charme do gênero. Irving Berlin, Duke Ellington e Cole Porter são alguns dos mestres que ecoarão na nossa suíte 719. Esta montagem de "Plaza Suíte" será também uma homenagem a nossa maior atriz, Fernanda Montenegro, que viveu com todo o seu talento os três papéis femininos na estreia brasileira deste clássico em 1970. Fotos da atriz em cenas da peça, ao lado dos atores Jorge Dória e Sandra Brea, do acervo do Arquivo Nacional, estarão expostas no saguão do teatro e no programa do espetáculo como um exercício de preservação da memória e presente para os espectadores. Também em display em tamanho natural no saguão do teatro estará, como parte do tributo, as fotos coloridas de divulgação que Montenegro fez na época, usando os figurinos de suas personagens. Com esta iniciativa, o projeto prevê ampliar o acesso ao teatro por meio da oferta de ingressos gratuitos ou a preços populares, assegurando que públicos diversos, incluindo estudantes, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social, possam participar da experiência teatral. Objetivos Específicos - Realizar a montagem da peça Plaza Suite, de Neil Simon, com elenco composto por quatro atores — sendo dois protagonistas que se revezam nos papéis centrais — em uma nova adaptação que respeita o texto original, mas dialoga com o contexto cultural contemporâneo. - Conduzir um período de ensaios intensivos de dois meses, com equipe artística e técnica dedicada à construção da linguagem cênica, cenografia, figurinos, iluminação e demais elementos que compõem a identidade visual e dramatúrgica do espetáculo.Estrear e manter uma temporada de três meses na cidade do Rio de Janeiro, com apresentações de sexta a domingo, totalizando 36 sessões abertas ao público. - Realizar uma segunda temporada de três meses em São Paulo, também com 36 apresentações distribuídas entre sextas, sábados e domingos, ampliando o alcance da obra para o público paulista. - Promover a circulação interestadual do espetáculo, com apresentações em quatro capitais brasileiras — Porto Alegre (RS), Vitória (ES), Brasília (DF) e Goiânia (GO) — com duas sessões por cidade, totalizando oito apresentações itinerantes.

Justificativa

A remontagem da comédia Plaza Suite, do consagrado dramaturgo Neil Simon, no Brasil, justifica-se tanto pelo histórico de sucesso da obra quanto por seu potencial de renovado impacto cultural e comercial junto ao público brasileiro. Lançada originalmente na Broadway em 1968, Plaza Suite teve 1.097 apresentações e consolidou-se como uma das mais longevas e bem-sucedidas peças da carreira de Simon. A relevância da obra foi amplamente reconhecida pela crítica, tendo sido premiada com o Tony Award de Melhor Direção e indicada em outras categorias importantes, como Melhor Peça e Melhor Atriz Principal, além de ter vencido o Outer Critics Circle Award como Melhor Peça da Broadway no mesmo ano. Sua estrutura inovadora — composta por três atos independentes que exploram diferentes facetas dos relacionamentos amorosos, todos ambientados na mesma suíte de hotel — permite versatilidade cênica e potencial criativo para os artistas envolvidos, além de oferecer ao público uma experiência cômica, crítica e afetiva, com situações universalmente reconhecíveis. Ao longo das décadas, Plaza Suite teve diversas montagens internacionais bem-sucedidas, incluindo temporadas no Reino Unido, França, Japão, Argentina e Estados Unidos — com destaque para o recente revival da Broadway (2022), que teve sessões esgotadas, e sua recente transferência para o West End (2024), também marcada pelo sucesso de público. No Brasil, a peça já conta com um histórico de acolhida calorosa. A montagem de 1970, protagonizada por Fernanda Montenegro e Jorge Dória, no teatro do Copacabana Palace (RJ), é lembrada como um marco da dramaturgia cômica no país, demonstrando que o texto de Simon ressoa profundamente com o público nacional. Desde então, Plaza Suite teve outras montagens em português, especialmente nas décadas de 80 e 90, mantendo-se viva na memória do teatro brasileiro. A nova proposta de trazer Plaza Suite de volta aos palcos brasileiros se apoia nesse legado e visa apresentá-lo a uma nova geração, com uma abordagem atualizada, respeitando sua essência cômica e seu olhar sensível sobre os dilemas conjugais e humanos. Além de reforçar os laços do teatro brasileiro com os clássicos universais, esta produção visa fomentar a formação de plateia, promover o intercâmbio cultural e reafirmar a importância da dramaturgia internacional no nosso circuito artístico. NOTA DO DIRETOR Neil Simon sempre foi um dos meus dramaturgos favoritos; sempre me fascinou seu talento para extrair comédia das mais diferentes situações. Em Plaza Suíte são instantâneos de casamentos em vários estados de desordem, e Simon os explora em busca de todas as risadas possíveis. Seu olhar para os personagens que enfrentam a passagem do tempo é afiado, hilário mas também crucialmente sincero e entre as risadas temos a desorientação de rever uma lembrança do passado em carne e osso; afinal, quem nunca enfrentou uma crise de relacionamento, mesmo que com seu pet? Igualmente, o publico aqui se relaciona também com os temas universais de desconfiança, ciúme, questionamento sobre o que poderia ter sido, escalada social, incerteza, tentação e a familiaridade que gera desprezo. Universalidade é o motivo pelo qual as peças de Shakespeare ainda ressoam. Simon também consegue fazer isso e na mesma suíte. Para esta encenação, três estilos contrastantes de humor cênico serão usados na direção, a comédia doméstica, a comédia romântica e a farsa de quarto, com um tipo de comédia física que poderia vir de Goldoni e das suítes de hotel do sétimo andar da Veneza do século dezoito. Parafraseando uma fala do terceiro ato, "ah, claro, nós xingamos e gritamos, mas isso não significa que não estamos felizes, não é?" Essa pergunta é uma espécie de linha de fundo de Plaza Suíte: o que torna um relacionamento feliz? Relacionamentos comprometidos são o mesmo que relacionamentos felizes? Fazer-se feliz é realmente o objetivo final? A peça nos faz estas perguntas e rindo vamos dissecando estas perguntas que ainda hoje podem nos ajudar a viver melhor. Guilherme Weber

Especificação técnica

Espetáculo teatral com cerca de 100 minutos

Acessibilidade

Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em teatro que tenha medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço selecionado para realização da temporada será aquele que dispuser de ferramentas como rampa e/ou elevador, banheiros adaptados, sinalização adequada, lugar reservado na plateia para cadeirantes, obesos e cães guia, estacionamento com vagas reservadas, entre outros, para facilitar o acesso. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Teremos intérprete de LIBRAS diariamente. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá programa em braille disponível para consulta, contendo informações sobre o conteúdo do espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá treinamento da equipe para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A palestra e a oficina serão realizadas em espaços plenamente adaptados para portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados serão aqueles que dispuserem de ferramentas como: rampa, elevador, banheiros adaptados, entre outras. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Por se tratar de conteúdo de explanação oral, o conteúdo é automaticamente acessível para cegos e pessoas com baixa visão. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Teremos intérprete de LIBRAS presente na palestra e na oficina. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá treinamento da equipe para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos.

Democratização do acesso

Conforme instrução normativa vigente, haverá distribuição gratuita de 10% do total de ingressos com caráter social, educativo ou de formação artística, atendendo especialmente a ONGs, escolas públicas e demais instituições de reconhecido trabalho social. Haverá ainda mínimo de 20% de ingressos comercializados ao preço máximo de R$ 50. Em atenção ao artigo 47 da IN 23/2025, realizaremos uma ação extra: Uma oficina de direção cênica com o diretor do espetáculo Guilherme Weber. Em atenção ao artigo 49 da IN 23/2025, realizaremos uma palestra em São Paulo com objetivo de sensibilizar estudantes para a dramaturgia e para a comédia de Neil Simon, com o tema “Rir para Entender a Vida: O Teatro e a Escrita de Neil Simon”. A palestra terá acesso 100% gratuito, com 500 vagas e 3h de duração.

Ficha técnica

Texto de Neil Simon Tradução, adaptação e direção: Guilherme Weber Cenografia: Natália Lana Figurinos: Karen Brusttolin Iluminação: Beto Bruel Visagismo: Emi Sato Produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles Coordenação Administrativa - Leticia Napole Guilherme Weber / Luiz Guilherme Beuchamp Weber ME (proponente) Ator, diretor, produtor, roteirista, tradutor e curador. Fundou, junto com Felipe Hirsch, a “Sutil Companhia de Teatro”, com a qual criou e produziu alguns dos mais importantes espetáculos teatrais das décadas de noventa e dois mil no país. Produtor, junto com Felipe Hirsch, da “TAO Produções”, empresa que produzia a Companhia, a empresa manteve a Sutil em funcionamento profissional por vinte e três anos ininterruptos e recebeu os principais prêmios de teatro do Brasil. “A Vida é Cheia de Som e Fúria”, “Avenida Dropsie”, “Educação Sentimental do Vampiro” e “Não Sobre o Amor” foram alguns dos icônicos espetáculos produzido pela Tao para a Sutil Companhia de Teatro. Em carreira solo Guilherme Weber fundou a empresa “Para Todos Produções”, que produziu, junto com a Bananeira Filmes o longa metragem “Deserto” com Lima Duarte, filme que ganhou os prêmios de Melhor Direção no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, Melhor Filme Estangeiro no Catalina Film Festival, Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília e Melhor Fotografia do Sindicato de Fotógrafos de Portugal. A Para Todos prepara para 2026 a produção de dois novos espetáculos teatrais, “Descalços no Parque” de Neil Simon, com Larissa Manoela e “Plaza Suíte” de Neil Simon, com Claudia Raia. Natalia Lana é uma das cenógrafas mais importantes da cena teatral contemporânea brasileira. Nascida em Curitiba, ela vem se destacando há mais de uma década na criação de espaços cênicos que dialogam de maneira inovadora com a dramaturgia, os corpos em cena e o imaginário do público. Principais trabalhos:Colabora frequentemente com o diretor Marcio Abreu e a Companhia Brasileira de Teatro, criando cenografias impactantes e delicadas em espetáculos como: "Esta Criança" "Por que não vivemos?" "Preto" (espetáculo elogiado pela crítica, em que a cenografia propunha um espaço cênico quase metafísico). Trabalhou em produções marcantes no Festival de Teatro de Curitiba, onde seus cenários foram frequentemente apontados como elementos-chaves das montagens. Assinou cenários para espetáculos dirigidos por nomes como Christianne Jatahy, Felipe Hirsch e Diego Fortes, sempre imprimindo sua identidade autoral. Também colabora em projetos de ópera e shows musicais, onde expande suas criações para grandes espaços. Premiações e reconhecimentos: Vencedora do Prêmio Shell de Teatro, na categoria Cenografia. Troféu Gralha Azul (Paraná) em diversas edições, na categoria Cenografia. Indicações ao Prêmio Cesgranrio de Teatro. Participou de residências artísticas e projetos de intercâmbio com companhias da França e Alemanha, levando a cenografia brasileira para o exterior. Reconhecida em 2023 com uma homenagem especial no Festival de Curitiba, pelo conjunto da obra e contribuição ao teatro contemporâneo. Beto Bruel é conhecido por sua sensibilidade e precisão na criação de atmosferas cênicas por meio da luz. Sua iluminação é muitas vezes citada como parte essencial da dramaturgia, ajudando a contar a história e a criar estados emocionais potentes no palco. Ele possui um olhar artístico refinado e uma técnica impecável, sendo um dos grandes mestres da iluminação teatral no Brasil. Principais trabalhos:Trabalhou intensamente com o Grupo de Teatro FATO, de Curitiba. Colaborou com diretores como Maurício Tavares, Felipe Hirsch, Paulo Autran, Nadja Naira e Márcio Abreu. Participou de grandes festivais, como o Festival de Teatro de Curitiba, onde diversas montagens com sua assinatura luminotécnica foram apresentadas e premiadas. Também atuou em projetos de ópera, dança e espetáculos internacionais.Prêmios:Prêmio Shell de Teatro na categoria Iluminação (ele foi vencedor e também indicado em várias edições). Troféu Gralha Azul, um dos mais importantes prêmios do Paraná, que ele conquistou diversas vezes ao longo da carreira. Homenagens no Festival de Teatro de Curitiba, inclusive com a criação de sessões especiais destacando seu trabalho e influência. Diversas menções honrosas em festivais nacionais e internacionais. Karen Brusttolin é uma figurinista, stylist e designer brasileira reconhecida por seu trabalho tanto no teatro, cinema e televisão, quanto na moda. Nascida em Santa Catarina, radicada no Rio de Janeiro, ela construiu uma carreira marcada pela elegância, criatividade e apuro estético, transitando com facilidade entre o palco, a tela e o universo fashion. Principais trabalhos:Atuou em teatro, cinema, TV, moda e publicidade, com projetos premiados e de grande repercussão. Foi figurinista de filmes brasileiros de destaque, como: “O Animal Cordial” (2017), dirigido por Gabriela Amaral Almeida — um thriller psicológico onde o figurino ajudava a criar a tensão e o desconforto dramático. “Simonal” (2019), dirigido por Leonardo Domingues, cinebiografia de Wilson Simonal, onde o figurino teve papel fundamental na recriação das décadas de 1960 e 1970 com autenticidade e estilo. Na televisão, participou da criação de figurinos para séries e programas de grande alcance, incluindo produções para a Globo, GNT e Netflix. No teatro, trabalhou em diversas montagens com diretores de renome, como Debora Dubois, Márcio Abreu e Christiane Jatahy, colaborando na criação de figurinos que complementam a estética contemporânea das encenações. Premiações e reconhecimentos: Prêmio de Melhor Figurino no Festival de Gramado por “O Animal Cordial” (2018). Indicações a prêmios de figurino no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Reconhecimento em festivais internacionais pela criação de figurinos em filmes exibidos fora do Brasil. Atua também como professora convidada e palestrante, participando de debates e mesas sobre figurino no cinema e teatro contemporâneo. Bruna Dornellas Formada em Comunicação Social/RTV na FAESA, pós graduada em Gestão em Produção Cultural pela Estácio de Sá e MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Produtora cultural atuante há 18 anos, realizou a produção local de grandes espetáculos, entre eles: Paixão com Nathalia Timberg; Surto; Shirley Valentine com Betty Faria; Ensina-me a Viver com Glória Menezes e Arlindo Lopes; Vermelho com Antônio Fagundes; Bethânia e as Palavras; Caixa Preta com Tais Araújo; Meu Passado não Me Condena com Fernanda Souza; Incêndios com Marieta Severo; Bibi Histórias e Canções; Romance com Marisa Orth; Relações Aparentes com Vera Fischer e Tato Gabus; Uma Shirley Qualquer com Susana Vieira; Minha Mãe é uma Peça com Paulo Gustavo; O Escândalo de Philippe Dussaert com Marcos Caruso; Minha Vida em Marte com Monica Martelli; O Último Capítulo com Mariana Xavier e Paulo Mathias Jr. Desde 2007 atua também como diretora de produção e idealizadora de projetos teatrais, tendo realizado mais de 20 projetos neste período, dentre eles “Através da Iris”, de Cacau Hygino – homenagem a nova-iorquina Iris Apfel, interpretada por Nathalia Timberg;“Misery” da obra de Stephen King, com Mel Lisboa e Marcello Airoldi; “Três Mulheres Altas” (Three Tall Women) deEdward Albee, com Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill; “Gargalhada Selvagem” (Laughing Wild) deChristopher Durang, com Alexandra Richter e Rodrigo Fagundes, dentre muitos outros. Wesley Telles Formado em Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV pela FAESA e possui pós-graduação em Gestão e Produção Cultural pela Estácio do Rio de Janeiro. Ao longo de sua trajetória profissional, acumulou experiência em diversas áreas do audiovisual e da produção cultural. Atuou como monitor na Rádio FAESA, além de programador e editor de áudio. Participou como monitor do projeto Ecocidadania, patrocinado pela Petrobrás, que tinha como objetivo implementar a linguagem dos veículos Rádio e TV em escolas carentes. Produziu diversos espetáculos, como “Back to Beckett”, “Nosferatu” e “Metrópolis”, todos dirigidos por Marcelo Ferreira. Trabalhou também como assistente de produção do filme “Manada”, dirigido por Luiza Lubiana. Como diretor de fotografia e câmera, colaborou no vídeo “Uma surpresa para Daphne”, dirigido por Camila Luz, premiado como melhor ficção no Festival Nacional de Vídeos Universitários (REC). Foi produtor, câmera e editor do programa Casa & Estilo, exibido no Canal 14 (GTV), entre fevereiro e julho de 2006. Atuou ainda como assistente de produção do 2° Festival Nacional de Teatro de Vitória. Assinou a direção, produção, roteiro e edição do documentário “Bibi in Cena”, sobre Bibi Ferreira, e também foi diretor, produtor e editor dos vídeos em homenagem aos homenageados da 3ª e 4ª edições do Festival Nacional de Teatro. Coordenação Administrativa - Leticia Napole / Vianapole Arte e Comunicação Atuando nas áreas de produção cultural e gestão financeira de projetos culturais incentivados, completa 25 anos produzindo eventos e artistas como: Circo Internacional da China, Bienal de Dança do Mercosul, Polônia Carioca (Varsóvia e Rio de Janeiro), Skol Stage, Mostra Rio de Esculturas Monumentais, entre outros. Entre os clientes atendidos como consultoria em leis de incentivo, estão: o SESI-ES, produtoras como Chaim Produções (RJ/SP) e Galharufa (RJ), e festivais de diversos segmentos artísticos como o Foto Rio - Festival Internacional de Fotografia (RJ), Paraty em Foco (RJ), Rock Horror in Rio Film Festival (SP/RJ), Tiradentes em Cena (MG), Santo Antônio das Artes (MG), Cena Brasil Internacional (RJ), Circuito Brasileiro de Teatro (DF), entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.