Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 252370Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mauricio Tizumba - Circulação Umbanda

ASSOCIACAO BURLANTINS
Solicitado
R$ 1,38 mi
Aprovado
R$ 1,38 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-08-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (6)
Vitória Espírito SantoBelo Horizonte Minas GeraisItabirito Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisBelém ParáMangaratiba Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto consiste na circulação do show Umbanda, do artista belo-horizontino Mauricio Tizumba. O trabalho aponta para a relação do cantor a Umbanda, mesclando músicas tradicionais com o repertório do cantor e outras interpretações. O álbum foi, recentemente, lançado em Belo Horizonte e este projeto consiste na viabilização de sua circulação. Em cada cidade serão realizadas uma oficina e um show. Todas ações gratuitas, abertas e realizadas em espaços públicos.

Sinopse

SOBRE O SHOW Em Umbanda, o cantor e compositor belorizontino Mauricio Tizumba borra os limites ocidentais entre o sagrado e o profano, mostrando que o corpo que canta, toca e dança está em oração. Esta obra apresenta novos modos de cantar, performar e sentir a música, retornando à totalidade do corpo a sensibilidade musical. Assim, é um disco que chama o corpo e coloca esse corpo em contato com outros corpos, tanto os presentes quanto os da ancestralidade. O disco apresenta um tom mais intimista que ajuda a aproximar o sagrado à terra. Contando com Mauricio Tizumba no violão e percussões e Everton Coroné em outro violão, o disco/show se torna uma reverência à ancestralidade. É Coroné, multi-instrumentista, compositor e produtor musical, foi responsável pelos arranjos das músicas. Em muitos bairros de Belo Horizonte e em todas as regiões da cidade centros de Umbanda existiam. Levado pela mãe, Mauricio Tizumba andou pelo Aparecida, pelo Parque Riachuelo, pelo Ermelinda e pelo Nova Esperança e outros. Foi na Umbanda que o artista começou a se formar, junto ao congado, ainda na infância. Ali ele aprendeu a cantar primeiro para Exu, o que cuida das encruzilhadas: aprendeu a se comunicar e falar. Falar e cantar é um dos meios para abrir os caminhos. Esse trabalho é uma homenagem e uma celebração de um percurso que começou há mais de cinco décadas, pensando na Umbanda como um locus especial em que se cruzam vários saberes e sabores, várias descobertas e segredos, vários aprendizados e encontros. A Umbanda, muito sagrada para todo povo de fé de Minas Gerais, já que ela que abriu caminho para o Candomblé, se apresenta nesse disco como disparador artístico para articular música, corpo e memória. Nesse sentido, esse trabalho é um importante registro em tempos em que a cultura afro-brasileira é cada vez mais perseguida. Quando Mauricio Tizumba canta para Exu, ele canta para as águas doces das cachoeiras, o bem que a água faz pro corpo e também para a terra, água que corta essa terra para encontrar o mar. Quando canta para Xangô, Tizumba fala de justiça nesse nosso mundo tão injusto. Quando canta para Iansã, canta a força da natureza e os ventos. Quando canta para Iemanjá, ele canta a beleza e a saúde que vem do mar. Quando canta para Nanã, canta o respeito ao mais velho e à sabedoria. Quando canta para os Erês, canta para a criança, a renovação, para o que está chegando. Nesse cantar de Umbanda de Mauricio Tizumba se percebe uma aproximação forte com a natureza e esse disco, além de ser pensado como uma celebração de ancestralidade, ele é também uma reflexão sobre a ecologia. Nesse sentido, o trabalho também é importante para se pensar a relação da humanidade com o meio onde vive, assunto cada vez mais urgente e que pode encontrar em outras cosmovisões respostas que precisamos urgentemente. SOBRE A OFICINA Com a gunga no pé, os escravizados fugidos eram mais facilmente descobertos. Ressignificado como instrumento de resistência, a gunga convoca a ancestralidade negra que lutou por liberdade, e tornou-se importante elemento de identidade, utilizado pelas guardas de moçambique. Os participantes irão se aproximar do sentido do instrumentos e colocar em prática sua dança-reza.

Objetivos

Obejtivo geral: Realização de circulação do show Umbanda, do artista belo-horizontino Mauricio Tizumba. O trabalho aponta para a relação do cantor a Umbanda, mesclando músicas tradicionais com o repertório do cantor e outras interpretações. O álbum foi, recentemente, lançado em Belo Horizonte e este projeto consiste na viabilização de sua circulação. Em cada cidade serão realizadas uma oficina e um show. Todas ações gratuitas, abertas e realizadas em espaços públicos. Obejtivos específicos: Realizar seis apresentações de música regional (show Umbanda) com o artista Mauricio Tizumba; Realizar seis oficinas de gunga com o artista Mauricio Tizumba.

Justificativa

Em primeiro lugar, a inscrição deste projeto no Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, se deu em função de uma possibilidade de captação do projeto, via esse mecanismo. Acreditamos ainda que a Lei Rouanet é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada para realização de projetos culturais. Assim, consideramos que a finalidade do projeto está em consonância com o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e se enquadra, especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Considerando que a principal finalidade do projeto é viabilizar apresentações culturais, o mesmo se enquadra no seguinte inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Show de gravação do álbum Herança pode ser visto em: https://youtu.be/EZkXX7fb10s?si=Yn_gdv7qRV71Jell

Especificação técnica

Não é o caso.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:O projeto vai contratar banheiros químicos adaptados e reservará espaço para para cadeirantes, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:O projeto irá contratar profissional de audiodescrição que estará presente nos shows. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:O projeto irá contratar intérprete de libras que estará presente nos shows. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:O projeto irá contratar monitores treinados para auxiliar esse público nos shows.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto, artísticas e formativas, serão gratuitas e abertas. Conforme art. 28 da IN nº 01/2023 do MinC, o projeto vai: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

O proponente realizará os serviços de Coordenação geral e Coordenação de Produção. Para tal, receberá pelas rubricas de Coordenação geral e Coordenador de Produção. Sendo que o trabalho abrange a responsabilidade pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto. MAURICIO TIZUMBA - DIRETOR MUSICAL, DIRETOR ARTÍSTICO, CANTOR E MÚSICO - Ator, compositor, cantor, multi-instrumentista, diretor musical e capitão de congado, Mauricio Tizumba estabeleceu em suatrajetória artística – que começou quando ainda era criança, na extinta TV Itacolomi – diálogo entre diversas linguagens eentre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro-brasileira e afro-mineira. Formado pelo TeatroUniversitário da Universidade Federal de Minas Gerais e transitando pelo cinema, pela TV e pelo teatro, atuou em 28espetáculos, sendo 25 musicais, entre eles, a trilogia de João das Neves: “Bituca”, com músicas de Milton Nascimento, e“Besouro Cordão de Ouro” e “Galanga Chico Rei”, com músicas de Paulo César Pinheiro (a experiência deste último sedesdobrou em álbum homônimo, o sexto da carreira, criado em parceria com Sérgio Santos). Antes de Galanga Chico Rei(2015), no entanto, Tizumba lançou os seguintes álbuns: 1981 - Compacto Marasmo; 1988 - LP Caras e caretas; 1993 -LP Cirandar com o Paiaço Frajola; 1999 - CD Patrimônio da alegria, com a Bat Caverna; 1999 - CD África Gerais; 2003 -CD Mozambique; 2006 - CD Tambor Mineiro, com o Bloco Tambor Mineiro; 2008 - CD Rosário embolado, com o GrupoTambor Mineiro; 2010 - CD e DVD Mauricio Tizumba no mercado. ELIAS GIBRAN - COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E GESTOR - É pós-graduado em Formulação e Monitoramento de Projetos Sociais, pela UFMG e tem graduação em Gestão de Organização do Terceiro Setor (Processos Gerenciais), pela UEMG. É gestor e produtor cultural e, em 2005, criou a Napele Produções Artísticas. Trabalhou em projetos relacionados à culturas tradicionais e populares, em produções teatrais, em produção de livros e discos, festivais de teatro e de música. É um dos idealizadores da coleção Arte e Teoria. Foi um dos diretores do filme Viamão (2023) e também é escritor. ALEXANDRE TAVERA - COORDENAÇÃO TÉCNICA E CENÓGRAFO - Artista plástico, figurinista e cenógrafo, Alê Tavera foi coordenador de arte-educação do Museu Inimá de Paula e responde pela criação de exposições como Reinado de Chico Calu Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos e 35 anos de Cultura Hip Hop em BH, no Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Seu trabalho autoral tem na relação entre cidade e sujeito a principal fonte de pesquisa e experimentação. MARIANA MISK - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO E DESIGNER - Sócia criadora da OESTE (antiga Lab Design). Professora da Escola de Design da UEMG há 25 anos, Mariana é uma das grandes personalidades do design gráfico de Belo Horizonte, reconhecida tanto por sua atuação na docência quanto por seus trabalhos editoriais que já foram premiados no iF Design Awards e no Red Dot Communication Design. Tem trabalhos publicados no Anuário do Clube de Criação de Minas gerais (2004 e 2005), nos Catálogos da Bienal Brasileira de Design, promovida pela Associação de Designers Gráficos do Brasil (2014 e 2017) e projetos premiados internacionalmente no iF Design Awards (2017), no Red Dot Communication Design (2016) e no Prêmio Lusófonos de Criatividade (2016). SILVIA BATISTA - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - Com ampla experiência na gestão administrativo-financeira de projetos culturais, incluindo orientação sobre a legislação vigente e prestação de contas, Silvia Batista trabalha com importantes grupos e artistas do cenário cultural mineiro e nacional, como o Grupo Teatral Espanca!, a Cia de Teatro Luna Lunera, a Quick Cia de Dança e a Cia MaÌ?rio Nascimento. Foi responsável pela gestão administrativo-financeira do Grupo Galpão de 1997 a 2007, e de quase oitenta projetos dos mais diversos agentes culturais, nas áreas de música, teatro, dança e circo, inscritos nas leis municipal, estadual e federal de incentivo à cultura.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.