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PRONAC 252378Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Paredes que Falam: Cultura na Escola

PARADOXA GESTAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 400,0 mil
Aprovado
R$ 400,0 mil
Captado
R$ 150,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

37.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Bernardo do Campo
Início
2026-05-02
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Projeto de criação de grafites no ambiente escolar de quatro escolas municipais de São Paulo que participam do programa Escola Aberta sobre direitos humanos. As ações contarão com oficinas de artísticas para os alunos e seus familiares e curso online sobre direitos humanos para professores e gestores com doação de livros para as escolas que versam a temática.

Sinopse

GRAFITES: Serão desenvolvidos 16 grafites com temáticas sobre Direitos Humanos, sendo 4 grafites por escola participante do projeto. Para tanto, Alexandre Travassos fará a curadoria de 8 artistas que desenvolvem grafites em São Paulo. E eles, juntamente com as diretorias de cada instituição, definirão o tema que pautará as artes. Todas elas serão criadas nas áreas de convivência das escolas. Os trabalhos realizados das paredes também serão digitalizados e as fotos serão disponibilizadas à Secretaria Municipal da Educação (SME) e à Escola para que sejam aplicadas em atividades futuras, de forma que cada trabalho artístico se torne de fato parte da identidade da comunidade escolar e novas práticas e relações pedagógicas possam ser concebidas a partir delas. OFICINAS: Serão oferecidas 16 oficinas que serão realizadas aos finais de semana, quando as escolas estão abertas para a comunidade. Serão 4 oficinas por escola, as quais serão destinadas aos alunos e suas famílias. As oficinas serão de pintura em tela com tinta guache sobre direitos humanos. A proposta é relacionar as oficinas aos grafites que serão produzidos pelos artistas nas escolas. Todas as pinturas realizadas pelas crianças e seus responsáveis, serão exibidas nos pátios das escolas, visando a sensibilização para o tema e a ativa participação da comunidade. As oficinas serão ministradas por oficineiros arte-educadores e contarão com a participação dos artistas. Almeja-se atender 720 crianças a partir de 6 anos nas oficinas. CURSO PARA PROFESSORES: Curso Online sobre Direitos Humanos para Professores da Rede Municipal de Educação de São Paulo Ministrante: Isabel Lorch Roth Duração: 4 encontros (1 encontro por semana) Formato: Online Objetivos do Curso: Promover a compreensão dos Direitos Humanos e sua importância no contexto educacional para que os professores possam desenvolver práticas pedagógicas que integrem a temática nas atividades escolares a partir das pesquisas desenvolvidas por Isabel Lorch Roth. Também serão doados exemplares do livro "Você, eu, todos nós… Direitos humanos e um futuro comum" para a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, que fará a distribuição entre as escolas e bibliotecas municipais. Como o curso será online, professores de outras unidades escolares poderão participar. Ademais, o alcance será ainda mais amplo, geograficamente e temporalemente, pois o curso ficará gravado e disponível na internet.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Produzir grafites em quatro Escolas Municipais de Ensino Fundamental que fizeram parte do projeto piloto Escola Aberta da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME), parceira entre escola e comunidade que visa ocupar criativamente o espaço escolar aos finais de semana com atividades educativas, culturais e esportivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Selecionar áreas na escola, juntamente com a direção da escola para serem desenvolvidas as pinturas;Selecionar 2 artistas por escola que tenham relação com as instituições, entre os nomes já pensados apresentamos: Feione, Chira, Evol, Mia, Rene Muniz e Willian Pimentel;Execução de 4 grafites por escola, totalizando 16 trabalhos artísticos no projeto;Doação de 12 exemplares de "Você, eu, todos nós _ Direitos humanos e um futuro comum", livro da pesquisadora Isabel Roth para as bibliotecas municipais de São Paulo e para cada uma das 4 escolas do projeto;Registro fotográfico dos 16 trabalhos artísticos do projeto para a criação de arquivos digitais das obras;Digitalizar os 16 grafites criados pelos artistas e fornecer esse material à Secretaria Municipal de Educação (SME) e às Escolas.

Justificativa

A parceria junto a essas escolas visa atender a comunidade escolar e todo o seu entorno. O projeto Escola Aberta da prefeitura de São Paulo atende aos finais de semana e no período de férias escolares os alunos que já frequentam as unidades, mas também seus familiares, ex-alunos e vizinhos das imediações. A iniciativa já consolidou esse elo entre escola e comunidade com engajamento desses agentes e da direção escolar. Por isso, a escolha pelas escolas que participaram do piloto do Escola Aberta é uma garantia que o presente projeto alcançará de forma efetiva as comunidades, sendo uma oportunidade de sensibilizar e propor reflexões, por meio da arte, sobre direitos humanos. A partir desse panorama de comprometimento, parte-se de duas premissas ao desenvolver o projeto: a criação de um ambiente escolar mais humanizado e acolhedor por meio de propostas artísticas e o empoderamento dos professores e comunidade escolar através do estudo sobre direitos humanos. Primeiramente, o espaço da escola deve ser um lugar acolhedor e prazeroso para que se garanta o processo de aprendizagem e seja evitada a evasão escolar. Contudo, o ambiente escolar de escolas públicas nem sempre é convidativo. As arquiteturas das escolas elencadas, por exemplo, foram construídas no período da ditadura militar durante os anos 1970 e 1980, momento em que muitas construções públicas foram realizadas como recurso de controle, vigilância e adestramento. Michel Foucault, filósofo francês, teve papel decisivo para interpretar as relações de poder em espaços arquitetônicos. Segundo ele, muitas instituições educacionais adotaram o projeto arquitetônico como modelo do sistema prisional. De forma prática, isso significa que internado não consegue saber se de fato está sendo vigiado a todo momento, uma vez que o vigilante está sempre em posição privilegiada, podendo ter a visão do conjunto das movimentações das pessoas no espaço sem ser visto, similaridade entre a organização espacial das prisões e das escolas, da sala de aula e da cela. É claro que não é apenas a arquitetura que exerce esse controle e adestramento. A depender das práticas da gestão escolar e dos processos de ensino-aprendizagem instituídos é possível mitigar essa relação. Ações que promovem o engajamento dos alunos e da comunidade escolar estão alinhados nesse sentido, por isso o projeto em questão propõe a realização de grafites como uma forma de ressignificação desses espaços, ornamentando as estruturas das escolas com propósito reflexivo e de maneira dialógica ao envolver toda comunidade no processo. A escolha da temática dos grafites será feita pela própria escola e os artistas terão momentos específicos de conversas junto à comunidade para compartilharem sobre os processos criativos e investigações sobre direitos humanos na produção do trabalho artístico. Sucede-se também o protagonismo dos alunos nas oficinas artísticas com a elaboração de trabalhos sobre direitos humanos e a exibição do resultado no ambiente escolar, a sensibilização dos professores e diretores sobre temáticas de direitos humanos versando respeito e acolhimento em qualquer situação, além do reconhecimento de quais direitos devem ser assegurados a todos almejando conscientização e autonomia das pessoas alcançados pelo projeto. Considerar as comunidades que estarão envolvidas é de suma importância e a escolha pela temática em direitos humanos como fio condutor do projeto está alinhada a elas. As escolas selecionadas estão em distritos que apresentaram índices desfavorecidos na pesquisa do Mapa da Desigualdade - estudo que há mais de uma década reúne indicadores temáticos, em áreas como saúde, educação, moradia, transporte, segurança, renda e direitos humanos de cada região da cidade de São Paulo. Os distritos das escolas que serão atendidas pelo projeto são Guaianazes, Campo Limpo, São Miguel e Marsilac, os quais estão na posição 76º, 87º, 63º e 48º, respectivamente, no ranking geral de um total de 96 distritos paulistanos, revelando a necessidade de avanços que podem ser galgados por meio da sensibilidade e conscientização de quais direitos não devem ser revogados a ninguém. Segundo o Programa Nacional de Direitos Humanos do governo federal uma das formas das pessoas compreenderem sobre o valor da vida humana e a importância do respeito aos direitos humanos é a educação. O projeto ao alinhar ações educativas através da arte acredita na construção de perspectivas que promovem criatividade, inovação e pensamento crítico que são essenciais para o desenvolvimento de igualdade e responsabilidade social e garantia de direitos humanos. O projeto também é importante para os artistas que atuarão, pois irá gerar renda para essa classe, além de instigar suas poéticas à luz das temáticas de direitos humanos que é fundamental para uma sociedade mais justa e igualitária. Justifica-se conforme o artigo Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E conforme o artigo 3 da lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

GRAFITES: 16 artes Desenvolvidas nas paredes das áreas de convivência de 4 escolas municipais de São Paulo OFICINAS: 16 oficinas de pintura 2 horas de duração de cada oficinas Materiais: tela 20x30 cm; tinta guache; godês; pincéis; aventais CURSO PARA PROFESSORES: Estrutura do curso online que será exibido no YouTube criado exclusivamente para o projeto. Encontro 1: Introdução aos Direitos Humanos Conteúdo: Conceitos fundamentais de Direitos Humanos; história e evolução dos direitos. Encontro 2: Direitos Humanos e Diversidade Conteúdo: Direitos humanos em relação à diversidade cultural, étnica e de gênero. Encontro 3: Direitos Humanos na Prática Pedagógica Conteúdo: Metodologias de ensino que incorporam os Direitos Humanos; elaboração de projetos escolares. Encontro 4: Avaliação e Reflexão Conteúdo: Avaliação das aprendizagens; discussão sobre como aplicar os conhecimentos adquiridos.

Acessibilidade

Produto: Grafites Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: As escolas que receberão a exposição já estão preparadas para receber visitantes PcD. Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual: serão produzidas 16 obras táteis dos grafites criados pelos artistasMedida de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Serão contratados intérpretes de libras para a fala dos artistas sobre o processo de produção dos trabalhos e direitos humanosMedida de acessibilidade atitudinal: Serão contratados tradutores de português/espanhol para os eventos de fala dos artistas sobre o processo de produção dos grafites e direitos humanos, uma vez que muitas dessas escolas contam com famílias de imigrantes latinos americanos. Produto: Curso online para professores e gestores escolares sobre direitos humanos Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual: os profissionais que irão ministrar o curso se autodescreverão oralmente no início de cada encontro. Além disso, será utilizada a plataforma do Youtube, a qual é compativo com leitores de tela para computadores e celulares;Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Serão contratados intérpretes de libras para tradução simultânea.

Democratização do acesso

A escolha por eleger as escolas do plano piloto do programa Escola Aberta como sedes do projeto visa a garantia em atender as comunidades do entorno escolar, isso porque a Secretaria de Educação diagnosticou a ativa participação da comunidade. Segundo Liegen Rodrigues, gestora de projetos da Secretaria e encarregada por coordenar o referido programa, cada escola recebeu em torno de 500 pessoas por final de semana. Ademais, cada uma das unidades escolares conta com média de 750 alunos, que têm potencial de participarem das atividades junto com os seus familiares.

Ficha técnica

Paradoxa Gestão Cultural - Coordenação e produção executivaA Paradoxa Gestão Cultural é uma produtora que atua a partir do potencial transformador da cultura. Seu objetivo é desenvolver a autonomia dos agentes do mercado cultural, por meio de movimentação estratégica e bem delineada. A produtora trabalha principalmente com a escrita, captação de recursos e execução de projetos, além de gerenciar espaços culturais. Com sua experiência, a Paradoxa já realizou mais de 100 projetos e eventos culturais. As sócias da produtora são Letícia Suárez Victor e Vitória Pecora. Letícia é Historiadora formada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, com graduação sanduíche em História da Arte na Université Sorbonne – Paris IV. Mestra em Museologia pela USP, com pesquisa no Museu da Imigração do Estado de São Paulo e no Musée Nationale de l’Histoire de l’Immigration de Paris. Participou da extensão universitária Repensar el Museo na Universidad Complutense de Madrid, premiada pela bolsa Santander Universidades. Tem experiência em gestão, produção, pesquisa e consultoria de equipamentos culturais, como o Museu do Ipiranga, OMA Galeria e o Ateliê Casa Sete. Vitória é Graduanda em Marketing e experiência em Filosofia, com ênfase na área de Estética e Teoria Crítica pela Universidade Federal do ABC. Possui oito anos de experiência no mercado de artes visuais. Atuou nas áreas de gestão, produção e comunicação da Pinacoteca de São Bernardo, OMA Galeria, e Ateliê Casa Sete, além de projetos institucionais, como no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, Caixa Cultural de Salvador, Museu de Arte do Rio de Janeiro e Centro Cultural dos Correios de São Paulo. Já produziu mais de 100 exposições, eventos e projetos e gerenciou a participação da OMA Galeria em feiras de arte nacionais e internacionais. Alexandre Travassos - CuradorAlexandre Travassos de Carvalho é produtor cultural e empreendedor, com carreira marcada pela inovação e pelo desenvolvimento de projetos que integram arte, tecnologia e impacto social. Formado em Economia, com especializações em Branding e Marketing, Alexandre iniciou sua trajetória em grandes instituições financeiras, mas logo se direcionou para o desenvolvimento de iniciativas no terceiro setor e em startups. Sua habilidade em captação de recursos, desenvolvimento de negócios e criação de parcerias estratégicas o levou a liderar projetos relevantes, como a reestruturação do Instituto Se Toque, onde promoveu ações de educação para a saúde que beneficiaram milhares de crianças em escolas públicas. Além disso, Alexandre desempenhou papéis-chave em outras iniciativas, como a gestão de marketing e negócios na MUZER, uma startup dedicada à educação musical por meio de jogos e plataformas digitais. Como sócio e produtor executivo do projeto @casa_nft, foi o responsável por transformar uma mansão prestes a ser demolida em um vibrante espaço de arte temporária, reunindo mais de 70 artistas para criar uma coleção que transcendeu o físico, sendo eternizada em formato digital. Sob sua liderança, o projeto não apenas democratizou a arte, mas também se tornou um ponto central para o debate sobre a aplicação de novas tecnologias no processo criativo. Sua experiência inclui também a criação e gestão de estratégias de captação de recursos e desenvolvimento institucional em várias organizações, sempre com foco na inovação e no impacto social. Atualmente, Alexandre continua a expandir sua atuação na @casa_nft e em outros projetos, contribuindo para fortalecer o diálogo entre arte, tecnologia e educação, além de criar novos modelos de sustentabilidade cultural e apoiar organizações em suas estratégias de crescimento. Renato Castanho - Produtor audiovisualTem mais de 30 anos de experiência na produção de documentários, publicidade, web séries e programas de TV, com mais de 800 projetos realizados. Como Produtor Executivo, se destaca em projetos complexos, especialmente aqueles apoiados por leis de incentivo à cultura, como a Lei do Audiovisual e FSA. Renato também oferece consultoria para produtoras e desenvolvimento de projetos para TV e cinema. Renato atua como diretor de cenas e diretor de fotografia, com trabalhos realizados em mais de 75 países. Ele fundou a Expedição Filmes em 1992 e lidera a produtora em projetos exibidos globalmente, em canais como AXN, Discovery e Globo. A empresa realiza produções sob demanda para plataformas como VoD, cinema e TV, incluindo grandes campanhas publicitárias para marcas como Red Bull e Ford. Também tem experiência em operações internacionais de turismo e é conhecido por seu compromisso com causas ambientais e sociais. Em 2021, ele produziu e apresentou a série "Expedicionários do Brasil" no Canal OFF, resgatando histórias indígenas e afrodescendentes. Roberto Fonseca De Almeida Sobrinho - Fotógrafo É fotógrafo com mais de 20 anos de experiência. Atua desde 2009 na Retrato - Produtora de Imagem, especializada em retratos e na documentação de grafites. Tem formação em Publicidade pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e certificação em Fotografia pela Panamericana Escola de Arte e Design, também atuou como produtor gráfico no Banco de Eventos. Seu compromisso social inclui trabalho voluntário como produtor de vídeo no TETO - Brasil e fotógrafo no Projeto Quixote, focando em causas de empoderamento e alívio à pobreza. Isabel Lorch Roth - Consultora pedagógica Filha de artista plástico e de arquiteta que enveredou pelo terceiro setor. Trabalha com sustentabilidade e responsabilidade social. Influenciada por eles, passou boa parte de sua adolescência querendo estudar artes plásticas, até que descobriu que o que mais a impactava nos seus artistas favoritos era a capacidade que tinham de comunicar, de maneira criativa e instigante, reflexões sociais e posicionamentos políticos. Assim, acabou decidindo estudar Relações Internacionais. Desde então, pesquisa temas relacionados com Direitos Humanos, com foco em violência de Estado e conflitos sociais. Nos últimos anos, desenvolveu, como curadora, projetos culturais e educativos voltados à promoção dos Direitos Humanos, da diversidade e da democracia. Essas ações envolveram mais de 50 mil crianças e adolescentes e centenas de educadores, em sete estados brasileiros. Atualmente, é gestora cultural e articuladora de parcerias no terceiro setor.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$150.001,00 em 17/04/2026.