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O projeto Conexão Tambor realiza ações educativas e culturais em quatro territórios brasileiros — Amapá, Amazonas, Minas Gerais e Rio de Janeiro — conectando saberes tradicionais do Marabaixo, Boi-Bumbá, Congado e Samba. Por meio de oficinas, rodas de conversa, apresentações e publicações, promove a valorização da ancestralidade, a salvaguarda do patrimônio imaterial e a cultura regenerativa. O projeto contempla ações acessíveis, gratuitas e de impacto formativo, com foco na inclusão e no fortalecimento das comunidades locais.
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Oficinas de Formação Cultural (Instrumentos, Dança e Artes Visuais)16 Oficinas gratuitas de caráter prático e vivencial, ministradas por mestres e artistas convidados nas quatro localidades do projeto (AP, AM, RJ, MG). As oficinas abordam os saberes e fazeres do Marabaixo, Boi-Bumbá, Congado e Samba, promovendo o intercâmbio entre culturas afro-indígenas e a formação de agentes multiplicadores da memória e tradição. Formato: presencial | Duração por oficina: 3h | Classificação: Livre. Seminário e Painel: Ancestralidade e Resistência Cultural4 Painel temático realizado em cada residência cultural, com duração de 120 minutos, reunindo mestres, pesquisadores e artistas populares para refletir sobre a ancestralidade como força de resistência, criação e pertencimento. Promove diálogo entre tradição e contemporaneidade, com acessibilidade e entrada gratuita. Formato: presencial, com mediação cultural e intérprete de Libras. Classificação: Livre. Roda de Debate: Patrimônio Cultural e Antirracismo4 Roda de conversa realizada em cada território, com ênfase na preservação do patrimônio cultural imaterial e sua conexão com os direitos culturais e o enfrentamento ao racismo. Participam mestres, educadores, estudantes e representantes comunitários. Formato: presencial, com 2 horas de duração. Classificação: Livre. Livro – “Conexão Tambor: Ancestralidade, Ritmos e Cultura Regenerativa”Publicação bilíngue, impressa e digital, com aproximadamente 200 páginas, em formato 31 x 31 cm. Reúne ensaios, registros fotográficos e textos autorais sobre as tradições e experiências do projeto. A obra valoriza o patrimônio imaterial e as culturas afro-indígenas, apresentando conteúdo acessível com audiodescrição e versão digital. Classificação: Livre. Audiolivro AcessívelVersão sonora do conteúdo principal do livro, com narração profissional e trilhas sonoras produzidas a partir dos tambores das quatro culturas envolvidas. Disponível em plataforma digital, com acesso gratuito. Classificação: Livre. Jornadas Bem Viver + Diário GwatahAtividade interativa realizada durante cada residência, onde participantes registram vivências, práticas regenerativas e experiências sensoriais em uma plataforma digital gamificada. Os 12 melhores registros serão premiados e divulgados. Formato: digital + presencial | Classificação: Livre. Apresentação Musical Conexão Tambor (Encerramento)Espetáculo musical gratuito realizado ao final de cada residência, reunindo apresentações dos quatro tambores em formato de cortejo e palco. As apresentações exploram os ritmos, cantos e narrativas de cada tradição, com fusões criativas entre elas. Duração: 1h por apresentação | Formato: presencial e aberto ao público. Classificação: Livre.
Objetivo Geral Promover o intercâmbio cultural entre quatro expressões tradicionais brasileiras — Marabaixo (AP), Boi Bumbá (AM), Samba (RJ) e Congado (MG) — como estratégia de valorização da ancestralidade afro-indígena, fortalecimento do patrimônio imaterial e fomento à educação patrimonial, antirracista e regenerativa nos territórios envolvidos. Objetivos Específicos Realizar 4 residências artísticas imersivas nos estados do Amapá, Amazonas, Minas Gerais e Rio de Janeiro, reunindo mestres e praticantes das quatro manifestações culturais envolvidas.Oferecer 16 oficinas formativas presenciais, sendo 4 em cada localidade, abordando instrumentos, danças, cantos e artes visuais tradicionais, promovendo a troca de saberes entre gerações e territórios.Realizar 4 painéis públicos sobre ancestralidade e resistência cultural, reunindo mestres da cultura, pesquisadores e artistas convidados, com duração média de 90 minutos.Conduzir 4 rodas de debate sobre patrimônio cultural e enfrentamento ao racismo, com duração de 2h, como espaço de escuta e formulação coletiva com a comunidade local.Produzir e distribuir 200 cartilhas pedagógicas com conteúdos acessíveis sobre os tambores e suas histórias, voltadas para os participantes, educadores e instituições culturais.Promover 4 Jornadas Bem Viver durante as residências, estimulando práticas integradas de autocuidado, convivência comunitária e registro sensível no Diário Gwatah.Premiar 12 registros autorais realizados nas jornadas (3 por residência) como forma de reconhecer a participação criativa e o olhar sensível sobre as práticas vivenciadas.Desenvolver e disponibilizar conteúdo didático na plataforma digital Gwatah, com foco em educação patrimonial, diversidade cultural e sustentabilidade.Organizar 4 apresentações musicais abertas ao público, como culminância de cada residência, com fusões criativas entre os ritmos do Marabaixo, Boi Bumbá, Congado e Samba.
O projeto Conexão Tambor nasce da urgência de valorizar e salvaguardar quatro expressões culturais afro-indígenas fundamentais do Brasil — o Marabaixo (AP), o Boi-Bumbá (AM), o Congado (MG) e o Samba (RJ) — tradições que resistem há séculos, sustentadas por comunidades que, historicamente, enfrentam processos de invisibilização, racismo estrutural e falta de acesso a políticas públicas consistentes. Tais manifestações, além de expressarem identidades coletivas e modos de vida, têm papel ativo na formação de sujeitos, territórios e saberes, contribuindo diretamente para o fortalecimento da memória, da diversidade cultural e da coesão social. No entanto, sua continuidade exige o reconhecimento como patrimônios vivos e o fomento à sua transmissão intergeracional. O projeto propõe um modelo integrado de educação patrimonial, regeneração cultural e intercâmbio entre territórios, por meio de oficinas, residências artísticas, painéis, rodas de debate, apresentações públicas e publicações. Com isso, promove acesso gratuito à cultura, fomenta práticas sustentáveis e estimula o protagonismo de mestres, jovens e comunidades tradicionais. O uso do mecanismo de Incentivo à Cultura da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é fundamental para viabilizar um projeto dessa amplitude, que atua em quatro estados distintos, mobiliza ações formativas gratuitas e distribui amplamente seus produtos culturais. O incentivo fiscal é a única via capaz de articular financiamento com contrapartidas sociais, educativas e territoriais profundas, garantindo a democratização do acesso à cultura e a valorização da diversidade brasileira. Enquadramento Legal _ Art. 1º da Lei 8.313/91 O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º: I _ Facilita o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promove a regionalização da produção cultural com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ Apoia, valoriza e difunde manifestações culturais e seus criadores;IV _ Protege expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;V _ Salvaguarda modos de criar, fazer e viver das comunidades tradicionais;VI _ Preserva bens imateriais do patrimônio cultural brasileiro;VIII _ Estimula a produção de bens culturais formadores de memória e conhecimento;IX _ Prioriza o produto cultural originário do País.Objetivos Culturais _ Art. 3º da Lei 8.313/91 A proposta atinge os seguintes objetivos previstos no Art. 3º: I _ Valoriza a cultura nacional em suas diversas matrizes;II _ Estimula a expressão cultural de diferentes comunidades;III _ Viabiliza a expressão cultural em todas as regiões, com difusão nacional;V _ Amplia o acesso da população à fruição e produção cultural;VI _ Fomenta a cidadania cultural, a acessibilidade e a diversidade;VII _ Fortalece cadeias produtivas e arranjos locais da cultura;VIII _ Incentiva a cultura de povos indígenas e comunidades tradicionais;IX _ Apoia ações de caráter inovador ou experimental;X _ Utiliza plataformas digitais para ampliar o alcance cultural;XI _ Valoriza festejos e bens culturais imateriais;XII _ Qualifica recursos humanos para produção e difusão culturais;XIV _ Estimula a valorização de artistas, mestres da cultura e técnicos locais;XV _ Integra cultura e educação como estratégia de transformação social.
O projeto Conexão Tambor propõe uma atuação inovadora no campo da cultura popular e da educação patrimonial ao conectar quatro territórios culturalmente diversos e potentes, com foco na valorização de expressões afro-indígenas como motores de regeneração cultural, social e ambiental. Trata-se de uma iniciativa transversal, que articula cultura, educação, memória e sustentabilidade, com práticas inclusivas, acessíveis e territorializadas, sendo construído em modelo de coordenação compartilhada entre instituições locais, fortalecendo arranjos produtivos e redes de cooperação já existentes. Entre os diferenciais do projeto, destacam-se: A abordagem pedagógica intergeracional, com mestres e aprendizes atuando lado a lado em oficinas e processos de cocriação;A integração entre atividades presenciais e digitais, com uso da plataforma Jornada Gwatah como ferramenta formativa e de registro afetivo;A produção de conteúdos acessíveis e multiplataformas, como cartilhas e livro bilíngue, que terão ampla distribuição gratuita em escolas públicas, bibliotecas e redes culturais;A atuação afirmativa na promoção da diversidade cultural e combate ao racismo estrutural, conforme diretrizes da legislação cultural vigente.O projeto conta ainda com o envolvimento de profissionais com ampla experiência em gestão cultural, salvaguarda do patrimônio imaterial e produção artística, incluindo mestres reconhecidos, produtores premiados, educadores e pesquisadores. Todos os territórios envolvidos possuem histórico de realização de ações culturais relevantes, o que garante a viabilidade e a profundidade da execução. Além do impacto sociocultural direto, Conexão Tambor visa contribuir com a formulação de metodologias replicáveis, que poderão ser adotadas por outras iniciativas de cultura popular e educação patrimonial em nível nacional, promovendo um legado ampliado para além da execução do projeto.
Produto: Livro – “Conexão Tambor: Ancestralidade, Ritmos e Cultura Regenerativa”· Formato: 31 x 31 x 3 cm · Número de páginas: Aproximadamente 200 páginas · Material: o Miolo: papel offset 120g/m² ou reciclado de alta gramatura o Capa: cartão supremo 300g/m² com laminação fosca e verniz localizado · Encadernação: Capa dura ou brochura costurada · Acabamento: Impressão colorida (policromia 4x4) · Tiragem: 2.000 exemplares · Edição Acessível: Versão digital em PDF com audiodescrição e texto alternativo para imagens · Conteúdo: Ensaios, registros fotográficos e textos de memória e identidade cultural. · Projeto editorial com curadoria especializada e equipe de design, revisão e tradução (inglês, espanhol e francês). Produto: Audiolivro Acessível· Formato: Arquivo digital MP3/streaming · Duração aproximada: 120 minutos · Narração: Profissional, com trilha sonora original baseada nos tambores do projeto · Acessibilidade: Descrição de imagens e leitura integral do conteúdo do livro · Distribuição: Gratuita em plataforma online e integrável à Jornada Gwatah Produto: Oficinas Formativas (16 oficinas, sendo 4 em cada território)· Duração de cada oficina: 3 horas · Carga horária total: 48 horas (16 oficinas x 3h) · Participantes por oficina: Até 50 pessoas · Conteúdo: o Oficina 1: Instrumentos e ritmo (práticas musicais e construção) o Oficina 2: Dança e expressividade corporal (ritual, roda e desfile) o Oficina 3: Artes visuais e memória (figurino, adereços, estandartes) o Oficina 4: Acessível e voltada a idosos e PcDs (metodologia inclusiva) · Material pedagógico: Cartilhas, instrumentos didáticos, recursos visuais e táteis · Acessibilidade: Intérprete de Libras, materiais táteis, linguagem simplificada, monitores inclusivos Produto: Painel – Ancestralidade e Resistência Cultural· Duração: 90 minutos · Formato: Mesa-redonda com 3 a 4 convidados por edição · Total: 4 painéis (1 por território) · Participação: Mestres da cultura, pesquisadores e artistas convidados · Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição e ambiente sensorial adaptado Produto: Roda de Debate – Patrimônio Cultural e Antirracismo· Duração: 2 horas · Total: 4 rodas (1 por território) · Público-alvo: Jovens, educadores, mestres e comunidade local · Metodologia: Diálogo aberto, escuta ativa e registro coletivo · Acessibilidade: Libras, ambiente sensorial adaptado, linguagem acessível Produto: Cartilha Pedagógica (material de apoio)· Tiragem: 200 exemplares · Formato: A4, 32 páginas, impressão 4x4 · Conteúdo: Apresentação dos quatro tambores, glossário cultural, textos acessíveis e atividades educativas · Distribuição: Gratuita aos participantes, escolas públicas e bibliotecas · Acessibilidade: Linguagem simplificada, versão em áudio e fonte ampliada Produto: Jornada Bem Viver + Diário Gwatah (Plataforma Digital)· Formato: Plataforma interativa online (app/web) · Funcionalidade: Registro de experiências sustentáveis, culturais e subjetivas durante as residências · Recursos: Fotos, textos, áudios, vídeos e mapas afetivos · Acessibilidade: Layout responsivo, navegação simplificada e conteúdos acessíveis · Premiação: 12 melhores registros (3 por território) reconhecidos em evento público Produto: Apresentações Musicais Conexão Tambor (Encerramento por território)· Duração: 1 hora por evento · Total: 4 apresentações públicas (1 por localidade) · Formato: Cortejo, roda e palco, com apresentação dos quatro tambores · Conteúdo: Repertório tradicional e fusões contemporâneas · Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição, áreas adaptadas e sinalização acessível · Entrada: Gratuita, em espaços públicos com acessibilidade arquitetônica
O projeto Conexão Tambor assegura plena acessibilidade em suas ações, garantindo o direito à participação cultural de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Serão adotadas medidas de acessibilidade física e de conteúdo para 100% das atividades e produtos culturais, respeitando as exigências da Instrução Normativa MINC nº 23/2025. Produto: Residências Artísticas (AP, AM, MG, RJ)· Acessibilidade Física: Escolha de espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada e circulação acessível. · PcD Visuais: Audiodescrição ao vivo das atividades e contextos culturais (instrumentos, danças, roupas, rituais). · PcD Auditivos: Intérpretes de Libras presentes durante toda a programação; vídeos de apoio com legendas descritivas. · PcD Intelectuais: Monitores treinados, espaços sensoriais tranquilos e linguagem acessível para TEA e deficiências cognitivas. Produto: Oficinas de Instrumentos, Dança e Artes Visuais· Acessibilidade Física: Espaços amplos e planos, com rampas, banheiros acessíveis e sinalização tátil. · PcD Visuais: Materiais pedagógicos táteis, descrição verbal das ações e mediação sensorial com uso de sons e texturas. · PcD Auditivos: Presença de Intérpretes de Libras e disponibilização de vídeos com legendas; linguagem de apoio visual. · PcD Intelectuais: Equipe inclusiva preparada para adaptar dinâmicas e conteúdos; linguagem simplificada e recursos interativos. Produto: Painéis e Rodas de Debate· Acessibilidade Física: Realização em locais com plena acessibilidade arquitetônica (rampas, elevadores, banheiros adaptados). · PcD Visuais: Audiodescrição dos ambientes e conteúdos; materiais complementares em áudio digital. · PcD Auditivos: Intérprete de Libras em tempo integral e legendagem ao vivo (quando tecnicamente possível). · PcD Intelectuais: Apoio de monitores, uso de linguagem acessível e ambientes sensoriais de acolhimento para participantes com TEA. Produto: Premiação Jornada Cultural Bem Viver· Acessibilidade Física: Eventos realizados em locais acessíveis, com rampas, sinalização e banheiros adaptados. · PcD Visuais: Audiodescrição da premiação, com foco nos critérios, resultados e homenagens. · PcD Auditivos: Intérprete de Libras durante toda a cerimônia. · PcD Intelectuais: Comunicação simplificada, entrega de materiais em linguagem acessível. Produto: Apresentação Musical de Encerramento (Conexão Tambor)· Acessibilidade Física: Shows em locais públicos com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização e piso tátil. · PcD Visuais: Audiodescrição ao vivo das apresentações e elementos cênicos; apoio de guias sensoriais. · PcD Auditivos: Interpretação simultânea em Libras para todas as músicas e falas no palco. · PcD Intelectuais: Monitores especializados, zonas de baixa estimulação sensorial e conteúdos adaptados com recursos visuais e lúdicos. Essas medidas estarão previstas no orçamento detalhado do projeto e garantidas com apoio da equipe de produção, acessibilidade e mediação cultural, assegurando inclusão plena, respeito à diversidade e democratização do acesso à cultura em todos os territórios do projeto Conexão Tambor. Medidas de acessibilidade por produto, garantindo inclusão de todos os públicos para o projeto Conexão Tambor e atividades relacionadas: Produto: Residências Artísticas (Amapá, Amazonas, Rio de Janeiro e Minas Gerais) · Acessibilidade Arquitetônica: opção por locais com rampas de acesso e banheiros acessíveis nas áreas de circulação. · Acessibilidade para PcD Visuais: Audiodescrição das atividades e obras expostas, com explicações detalhadas das tradições, instrumentos e danças. · Acessibilidade para PcD Auditivos: Disponibilização de intérprete de Libras durante toda as atividades das residências e exibição de legendas em vídeos explicativos. · Acessibilidade para PcD Intelectuais: Presença de monitores treinados para facilitar a participação, com espaços sensoriais e materiais interativos, especialmente para TEA (Transtorno do Espectro Autista). Produto: Oficinas de Instrumentos, Dança e Artes Visuais · Acessibilidade Arquitetônica: opção por locais com rampas de acesso e áreas amplas adaptadas para cadeirantes. · Acessibilidade para PcD Visuais: Utilização de recursos táteis nos instrumentos e nos objetos visuais; audiodescrição para cada etapa da oficina. · Acessibilidade para PcD Auditivos: Intérprete de Libras e, quando possível, vídeos legendados para apoio visual das técnicas ensinadas. · Acessibilidade para PcD Intelectuais: Monitores e instrutores com formação inclusiva para adaptação do conteúdo e métodos interativos. Produto: Painéis de Discussão sobre Ancestralidade e Resistência Cultural · Acessibilidade Arquitetônica: opção por locais com locais com acessibilidade total (rampas, elevadores e banheiros adaptados). · Acessibilidade para PcD Visuais: Audiodescrição dos painéis e apresentação de informações adicionais em formato de áudio. · Acessibilidade para PcD Auditivos: Intérpretes de Libras em tempo integral e legendas ao vivo para apresentações e debates. · Acessibilidade para PcD Intelectuais: Monitores inclusivos e ambientes tranquilos com espaços adaptados para TEA, com acompanhamento sensorial e explicações adaptadas. Produto: Premiação Jornada Cultural Bem Viver · Acessibilidade Arquitetônica: opção por locais com acessibilidade em todas as atividades da Jornada Gwatah. · Acessibilidade para PcD Visuais: Audiodescrição nas atividades. · Acessibilidade para PcD Auditivos: Intérprete de Libras para toda a atividades. · Acessibilidade para PcD Intelectuais: material didático simplificado para acompanhamento. Produto: Apresentação Musical Conexão Tambor · Acessibilidade Arquitetônica: opção por locais com Rampas, banheiros acessíveis e sinalização em todo o espaço do Show aberto ao público. · Acessibilidade para PcD Visuais: Audiodescrição das apresentações artísticas e do ambiente, além de guias especializados para visitas. · Acessibilidade para PcD Auditivos: Intérprete de Libras para todas as apresentações. · Acessibilidade para PcD Intelectuais: Monitores treinados para auxiliar e áreas sensoriais dedicadas para pessoas com TEA, com informações acessíveis e atividades interativas simplificadas.
O projeto Conexão Tambor assegura a democratização do acesso por meio da oferta gratuita de todas as atividades formativas e apresentações culturais realizadas nas quatro localidades contempladas (AP, AM, MG e RJ). Os produtos resultantes do projeto, como o livro impresso e digital acessível, o documentário audiovisual e os materiais pedagógicos serão amplamente distribuídos e disponibilizados para públicos diversos, com prioridade para escolas públicas, bibliotecas, mestres da cultura e centros culturais comunitários. Formas de distribuição e acesso gratuito:· Livro: Tiragem de 2.000 exemplares, com distribuição gratuita de 1.500 unidades para instituições públicas, mestres, participantes e bibliotecas comunitárias. Versão digital acessível disponibilizada gratuitamente na internet. · Cartilhas educativas: Impressão e distribuição de 200 unidades durante as oficinas, com versão digital gratuita. · Plataforma digital: A hospedagem dos materiais no site da Jornada Gwatah amplia o alcance nacional e permanente dos conteúdos produzidos. Medidas de Ampliação de Acesso (conforme Art. 28 da IN MINC nº 23/2025):· II – Transporte gratuito para participantes e público local nas residências culturais, com vans adaptadas para PcDs, mobilidade reduzida e pessoas idosas. · IV – Disponibilização online dos registros audiovisuais das oficinas, painéis, rodas de debate e apresentações culturais em plataforma digital própria e redes sociais. · V – Captação e veiculação de imagens das atividades por meio de parcerias com redes públicas de TV e comunicação comunitária (quando viável tecnicamente). · VII – Ações culturais voltadas a públicos específicos, com destaque para pessoas idosas e com deficiência, garantidas por meio de oficinas inclusivas, atividades sensoriais e acessibilidade comunicacional plena. Além disso, todas as apresentações musicais de encerramento terão entrada gratuita, sendo realizadas em espaços públicos, com infraestrutura acessível e medidas de acolhimento. As atividades terão interpretação em Libras, audiodescrição, mediação sensorial e ambientes acolhedores, promovendo o acesso efetivo e seguro para todos os públicos.
Proponente: Instituto Amazônia Criativa – CNPJ: 23.895.185/0001-45 Sede: Macapá – Amapá Atuação do Proponente no Projeto O Instituto Amazônia Criativa é responsável pela gestão geral, técnica e financeira do projeto, desde o planejamento até a prestação de contas. Suas atribuições incluem: Coordenação pedagógica e execução de todas as etapas do projeto;Articulação com patrocinadores, comunidades e parceiros locais;Supervisão das ações de acessibilidade e contrapartidas sociais;Curadoria e acompanhamento da produção dos produtos culturais (residências, oficinas, livro, Jornadas Gwatah).Todas as ações são desenvolvidas em parceria com as coordenações locais dos estados envolvidos, em modelo de gestão compartilhada e territorializada. Coordenação Compartilhada por Território Amapá – Instituto Amazônia Criativa Coordenação da residência cultural do Marabaixo, articulação com mestres quilombolas e organização das oficinas, apresentações e visitas aos bens culturais locais. Rio de Janeiro – Academia Brasileira de Artes Carnavalescas – ABAC Coordenação da residência do Samba, articulação com escolas de samba e artistas locais, curadoria das ações formativas e atividades de encerramento. Amazonas – Instituto Cultural Ajuri Coordenação da residência do Boi-Bumbá em Parintins, articulação com os bois Garantido e Caprichoso, oficinas culturais e produção artística. Minas Gerais – GWATAH Soluções Regenerativas Coordenação da residência do Congado, mobilização das guardas e mestres, integração com práticas regenerativas e produção do conteúdo para a Jornada Gwatah. Principais Profissionais Envolvidos Milton Cunha – Diretor Artístico e Mestre de Cerimônia (RJ) Carnavalesco, comentarista, cenógrafo e pesquisador da cultura carnavalesca, com reconhecimento nacional e internacional. Susanne Farias – Produtora Executiva Fundadora da Duas Telas Produtora Cultural, responsável pela gestão de grandes eventos culturais no Amapá e pelo planejamento estratégico do projeto. Manoel Marcos Moura (Marcos Moura) – Coordenador do Amazonas Multiartista premiado, educador social, produtor e presidente do Instituto Ajuri. Destaque em projetos de cultura afro-amazônica e vencedor do Prêmio Rodrigo Melo Franco/IPHAN 2023. Daiane Fiuza – Produtora Cultural (MG) Especialista em produção executiva e estratégias de comunicação, com atuação nos campos do audiovisual, música e literatura infantojuvenil. Prof. Josimar Azevedo – Coordenador Pedagógico Doutor em Teologia, com trajetória em projetos de educação patrimonial, turismo cultural e salvaguarda do patrimônio imaterial. Mestres e Mestras Participantes Laura do Marabaixo (AP): Referência no Ciclo do Marabaixo, com atuação nacional e internacional.Tom Nascimento (MG): Cantor, compositor, escritor e educador com foco em relações étnico-raciais e educação musical.Sérgio Pererê (MG): Artista multi-instrumentista e compositor, com trajetória reconhecida na música popular e ancestralidade afro-brasileira.Nilce Chaves (RJ): Porta-bandeira, dançarina e coreógrafa com trajetória internacional e atuação em escolas de samba e oficinas de formação.Aldione Sena (RJ): Referência como instrutora de passistas e rainhas do samba, com mais de 50 anos de carreira.Outros Grupos e Colaboradores Ajuri Amazon Music (AM): Grupo de música tradicional e afro-amazônica, com repertório baseado no Boi-Bumbá e outras expressões amazônicas, com turnês internacionais.Duas Telas Produtora Cultural (AP): Responsável pela infraestrutura e produção técnica no estado do Amapá.GWATAH Soluções Regenerativas (MG): Responsável pela integração do projeto com as práticas de cultura regenerativa e economia circular.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.