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PRONAC 252415Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Insurgencia semantica. Pela autonomia da construção de si.

FRANZ GALVAO COSTA PIRAGIBE
Solicitado
R$ 445,5 mil
Aprovado
R$ 445,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Conceição do Mato Dentro Minas Gerais

Resumo

O projeto "Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos" propõe a construção participativa de mapas culturais, históricos e afetivos das comunidades quilombolas de Três Barras, Buraco e Cubas, em Conceição do Mato Dentro/MG. Através de oficinas e georreferenciamento popular, serão produzidos uma publicação digital e impressa com cartografias sociais, registros fotográficos e narrativas que reafirmam os sentidos insurgentes do território.

Sinopse

Sinopse da Obra Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos é um projeto cultural de cartografia social quilombola que propõe a escuta, o registro e a representação simbólica dos territórios de Três Barras, Buraco e Cubas, em Conceição do Mato Dentro/MG. Desenvolvido a partir de oficinas comunitárias, mapeamentos afetivos e narrativas orais, o projeto resulta em uma série de produtos culturais voltados para a valorização da memória coletiva, da identidade quilombola e da construção autônoma do discurso sobre o território. Livro Publicação bilíngue (português e linguagem acessível) com mapas afetivos, fotos, depoimentos e narrativas produzidas pelos próprios moradores. O livro será distribuído gratuitamente em versão impressa e digital acessível (com recursos de leitura ampliada, audiodescrição e transcrição). Curso de Cartografia Social Quilombola Formação presencial e gratuita destinada a jovens e lideranças quilombolas, com foco em leitura crítica do território, práticas de escuta comunitária e metodologias de mapeamento coletivo. O curso tem carga horária de 20 horas e classificação indicativa livre. Oficinas Participativas Conjunto de encontros realizados nas três comunidades quilombolas, com atividades voltadas ao resgate da oralidade, memória e identificação simbólica dos espaços. A metodologia estimula o protagonismo dos participantes e articula escuta, desenho, caminhada territorial e escrita coletiva. Seminário de Encerramento com Lançamento Público Evento gratuito e aberto à comunidade, com exibição do documentário do processo, rodas de conversa, visita sensorial ao material final e entrega pública do livro. Transmitido online, com acessibilidade em Libras, legenda descritiva e audiodescrição. Documentário Audiovisual Filme de média-metragem (30 min) com classificação indicativa livre, composto por registros do processo formativo, depoimentos, imagens das comunidades e bastidores das oficinas. O documentário será distribuído online com recursos de acessibilidade (audiodescrição, legendas e Libras), e exibido em sessões públicas em escolas e espaços culturais.

Objetivos

Objetivo Geral Promover o fortalecimento da identidade quilombola e da memória coletiva das comunidades de Três Barras, Buraco e Cubas, localizadas em Conceição do Mato Dentro/MG, por meio da cartografia social participativa, como instrumento de autonomia semântica, valorização territorial e registro histórico-cultural. Objetivos Específicos Realizar oficinas comunitárias voltadas à escuta, à memória e à construção coletiva de mapas sociais.Identificar e registrar locais de relevância histórica, cultural, espiritual e ambiental nas comunidades envolvidas.Produzir mapas mentais e cartografias georreferenciadas a partir da vivência e dos trajetos dos moradores.Coletar e sistematizar depoimentos orais, expressões linguísticas e saberes tradicionais presentes nas comunidades.Desenvolver uma publicação, em formato digital e impresso, contendo os resultados da cartografia social e os registros narrativos.Estimular o protagonismo comunitário na defesa de seus territórios, frente a ameaças externas como a especulação imobiliária e a mineração.Contribuir para a valorização das práticas culturais quilombolas e para a difusão do conhecimento territorial sob uma perspectiva insurgente e descolonial.

Justificativa

Justificativa As comunidades quilombolas de Três Barras, Buraco e Cubas, situadas no município de Conceição do Mato Dentro/MG, representam territórios de resistência e memória historicamente negligenciados pelo poder público e ameaçados por empreendimentos de mineração, especulação imobiliária e pressões socioculturais externas. Embora reconhecidas pela Fundação Palmares desde 2011, essas comunidades ainda enfrentam invisibilidades estruturais que comprometem a continuidade de seus modos de vida, práticas culturais e relações ancestrais com a terra. Neste contexto, o projeto "Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos" surge como uma resposta coletiva e crítica à necessidade de registrar, cartografar e reafirmar os sentidos atribuídos pelos próprios moradores aos seus territórios. Por meio da cartografia social participativa, busca-se produzir não apenas mapas físicos, mas também narrativas simbólicas, afetivas e políticas, que expressem os múltiplos significados que as comunidades atribuem a seus espaços, trajetórias e práticas. A proposta também se fundamenta na perspectiva de que a produção cultural e a edição de registros comunitários constituem, por si só, processos de aprendizagem. A experiência do proponente, Franz Galvão Piragibe, enquanto pesquisador, escritor e mestre em educação, com a dissertação intitulada A edição como processo de aprendizagem, sustenta a ideia de que editar, registrar e compartilhar histórias e territorialidades é uma prática pedagógica emancipadora. Nesse sentido, o ato de mapear coletivamente os sentidos de um território não apenas documenta uma realidade, mas também fortalece a autonomia narrativa e política de seus sujeitos. Mais do que uma ferramenta técnica, a cartografia aqui proposta é um instrumento de insurgência semântica. Ela atua no sentido de contribuir para a reconstrução de uma identidade quilombola emancipada — ou ainda em processo de alforria — dos estereótipos e narrativas coloniais que historicamente foram imputadas a esses povos. O ato de mapear-se e significar-se de forma autônoma cria a possibilidade de que sujeitos historicamente submetidos a um lugar passivo na linguagem — muitas vezes definidos por outros — passem a se autodefinir a partir de seus próprios sentidos, memórias e afetos. Libertam-se, assim, dos estereótipos arbitrariamente impostos por olhares não quilombolas e constroem suas margens partindo, não da exclusão, mas de seu lugar de afeto, ancestralidade e luta. Ao estimular a escuta, a oralidade, a memória e a produção coletiva de conhecimento, o projeto contribui para a valorização da identidade quilombola, para o fortalecimento da organização comunitária e para a construção de instrumentos autônomos de defesa de direitos territoriais e culturais. Além disso, a proposta dialoga com diretrizes nacionais e internacionais sobre os direitos dos povos e comunidades tradicionais, configurando-se como uma ação cultural de relevância pública, social e epistêmica.

Estratégia de execução

Capacidade Técnica para Realização do Projeto Franz Galvão Piragibe, proponente do projeto Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos, é escritor, editor, roteirista e mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ampla experiência em projetos culturais, educativos e editoriais voltados à valorização de saberes periféricos, quilombolas e indígenas. É autor da dissertação A edição como processo de aprendizagem, que fundamenta metodologicamente a proposta aqui apresentada, articulando práticas editoriais com pedagogias emancipatórias. Possui histórico de atuação em comunidades tradicionais, liderando ações de escuta, sistematização de saberes e produção de material cultural de circulação pública e educativa. Sua experiência como editor e articulador de conteúdos literários, visuais e audiovisuais o qualifica para coordenar todas as etapas do projeto, da formação inicial à publicação e distribuição dos produtos. A condução será compartilhada com uma equipe técnica composta por profissionais com vivência direta em territórios quilombolas, produção gráfica, audiovisual e formação crítica, garantindo competência técnica e responsabilidade política no trato com os sujeitos envolvidos. Equipe Técnica (10 integrantes) Franz Galvão Piragibe – Coordenador Geral, Formador e Editor do Produto Responsável pela curadoria do conteúdo, formação em cartografia social crítica e coordenação editorial do livro. Atua também como responsável pela integridade ética e metodológica do projeto.Jorge Gabriel Gomes Simões – Articulador Comunitário e Coformador Geógrafo, mestre e doutorando, com histórico de atuação nas comunidades quilombolas de Três Barras, Buraco e Cubas. É o principal elo entre o projeto e os territórios envolvidos.Gilmara Miranda – Formadora Artística e Mediadora das Oficinas Criativas Educadora, arte-educadora e artista popular, atuará na condução das dinâmicas expressivas e na mediação visual dos mapas afetivos e narrativas gráficas.Tatiane Campos – Geógrafa e Especialista em Territórios Quilombolas Integra a formação metodológica com foco nos direitos territoriais, legislação quilombola e cartografia de resistência. Responsável também por relatar tecnicamente os processos.Acir Piragibe – Designer Gráfico e Diretor de Arte da Publicação Ilustrador e designer, será responsável pela identidade visual do projeto, diagramação do livro, adequação gráfica à acessibilidade e elaboração dos mapas finais.Josh Silva – Documentarista e Diretor Audiovisual Responsável pela captação de imagem e som ao longo do projeto, edição do documentário e adaptação acessível do produto final em formato audiovisual.Revisora de Texto e Tradutora Acessível (nome a confirmar) – Revisão textual, transcrição e versão acessível do conteúdo Profissional especializada em revisão com foco em linguagem acessível, será responsável por adaptar os textos para leitura fluida e compatibilidade com recursos como leitores de tela.Editor de Audiodescrição (nome a confirmar) – Produção de roteiros descritivos e sonorização acessível Responsável pela elaboração dos roteiros de audiodescrição do documentário e do material digital, em diálogo com a equipe pedagógica e artística.Produtora Executiva (nome a confirmar) – Logística, Contratos e Orçamento Gerencia prazos, pagamentos, prestação de contas e interface institucional com parceiros e fornecedores. Garante o cumprimento das etapas operacionais do projeto.Educadora Quilombola Local (a ser indicada pela associação) – Mediadora Comunitária e Referência Local Pessoa indicada pelas próprias comunidades, atuará como cofacilitadora nas oficinas e no acompanhamento pedagógico com foco na continuidade das ações após o encerramento formal do projeto.

Especificação técnica

1. Livro – “Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos” Formato: Livro impresso e versão digital acessível Tiragem: 500 exemplares impressos + 1 versão digital em PDF Páginas: Aproximadamente 120 páginas Dimensões: 17 x 24 cm (fechado) Capa: Capa colorida em papel cartão 300g, com orelhas, plastificação fosca e impressão em 4x0 cores Miolo: Papel offset 90g, impressão em 4x4 cores Conteúdo: Introdução teórica sobre cartografia social e território quilombolaDepoimentos das comunidades de Três Barras, Buraco e CubasMapas mentais e afetivos produzidos coletivamenteFotografias do processo e do territórioTextos produzidos nas oficinas e narrativas geopoéticas Versão Acessível (digital):PDF com descrição de imagens (audiodescrição textual)Contraste de cores e fontes legíveis (mínimo corpo 12, fonte sans serif)Versão com leitura em voz sintetizada (voz natural)Transcrição integral em TXT Distribuição: Gratuita para escolas públicas, bibliotecas, associações quilombolas e plataformas abertas. 2. Documentário – “Insurgência dos Sentidos” Duração: 30 minutos Formato: Média-metragem documental Resolução: Full HD (1920x1080) Captado em: Câmeras DSLR e equipamentos semiprofissionais Áudio: Microfones lapela, boom e gravadores digitais Formato de Exibição: MP4 (codec H.264, áudio estéreo 48kHz)Arquivo principal com e sem legendas Conteúdo:Registros audiovisuais das oficinas e visitas domiciliaresEntrevistas com moradores, lideranças e facilitadoresRegistro das caminhadas territoriais e momentos simbólicosCaptação de paisagens, expressões culturais e saberes locais Recursos de Acessibilidade:AudiodescriçãoTradução em LibrasLegenda descritiva e com identificação de locutores Exibição:Sessões públicas nas comunidades e escolasPlataforma online gratuita e canal institucionalDisponibilização para circuitos de cineclube, festivais e espaços educativos Classificação Indicativa: Livre 3. Curso de Cartografia Social Quilombola Formato: Presencial, com oficinas distribuídas em ciclos formativos Carga Horária Total: 20 horas (divididas em 5 encontros de 4 horas) Público-Alvo: Jovens, lideranças e moradores das comunidades quilombolas de Três Barras, Buraco e Cubas Número de Participantes: até 30 por comunidade Temas Abordados: Introdução à cartografia social e à memória como linguagemIdentidade quilombola e autonomia narrativaTécnicas de mapeamento afetivo e georreferenciamento popularOralidade, narrativa e escrita de siProdução coletiva de mapas e organização simbólica do território Materiais Didáticos:Cartilhas, cadernos de apoio, mapas em branco, materiais de desenhoRecursos visuais ampliados e linguagem acessívelInterpretação em Libras quando solicitado Certificação: Emissão de certificado de participação pela equipe realizadora Local de Realização: Espaços comunitários acessíveis (escolas, igrejas ou centros quilombolas)

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto contempla ações específicas para garantir a participação plena e o acesso de pessoas com deficiência, considerando tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo. Acessibilidade Física: As atividades presenciais serão realizadas em espaços comunitários que atendam, total ou parcialmente, às exigências de acessibilidade física. Quando necessário, serão realizadas adaptações temporárias, como instalação de rampas móveis, reorganização do mobiliário e sinalização visual, tátil e de contraste. A equipe de produção realizará visitas técnicas para assegurar que os espaços sejam acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes ou com deficiência visual. Acessibilidade de Conteúdo: Os conteúdos produzidos pelo projeto serão concebidos de forma a garantir compreensão ampla e participação ativa de públicos diversos. Estão previstas medidas como tradução em Libras para vídeos, audiodescrição de imagens e mapas, legendas descritivas, transcrição textual e versão dos textos com leitura ampliada e alto contraste. Além dessas estratégias técnicas, o projeto propõe uma abordagem ampliada de acessibilidade semântica. Os processos de edição textual e narrativa não serão conduzidos exclusivamente por especialistas externos, mas contarão com a participação direta dos próprios moradores quilombolas. Isso significa que a revisão, o trato do discurso e a forma de endereçamento da obra serão construídos em diálogo com os sujeitos do território, garantindo que os conteúdos finais não apenas sejam acessíveis tecnicamente, mas também compreensíveis e representativos dentro do universo de sentidos e linguagens das próprias comunidades. Essa escolha metodológica reposiciona o ato de editar como um processo menos técnico e mais social, no qual a acessibilidade é construída desde o princípio, a partir da escuta, do reconhecimento da oralidade, da diversidade de repertórios e da partilha de sentidos. Ao fomentar a construção coletiva da linguagem, o projeto fortalece o acesso simbólico e discursivo à obra — uma dimensão central para comunidades historicamente marginalizadas dos processos de representação.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso O projeto “Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos” será distribuído de forma gratuita, tanto em sua versão impressa quanto digital, priorizando a circulação nos próprios territórios quilombolas e em espaços de educação pública, bibliotecas comunitárias, centros culturais e universidades. A publicação final — contendo mapas, registros narrativos, depoimentos e cartografias sociais — será disponibilizada em PDF acessível no site institucional da equipe realizadora, bem como em redes sociais e plataformas abertas de acesso ao conhecimento. Parte da tiragem física será entregue diretamente às lideranças e escolas das comunidades envolvidas, assegurando o retorno efetivo do material ao território que o originou. O conteúdo será também apresentado em eventos públicos em Conceição do Mato Dentro e outras cidades, com apoio de rodas de conversa e mediações culturais. Como estratégia de ampliação do acesso, o projeto prevê a realização de ao menos um lançamento público com mediação e visita sensorial, voltado à escuta comunitária e experimentação dos materiais produzidos. Também serão realizadas oficinas paralelas com estudantes da rede pública de ensino e lideranças jovens, fomentando o uso da cartografia social como metodologia crítica e pedagógica. Para ampliar o alcance, será promovida ainda a transmissão online de um seminário de encerramento com convidados e convidados das próprias comunidades, discutindo o processo, os resultados e os desafios enfrentados. Essas estratégias visam não apenas ampliar o acesso ao conteúdo final, mas sobretudo garantir que os sentidos produzidos ao longo do projeto reverberem dentro e fora do território, fortalecendo a circulação autônoma de saberes e o reconhecimento das vozes quilombolas como produtoras legítimas de cultura, conhecimento e memória.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA DO PROJETO Autonomia Semântica: a Insurgência dos Sentidos Proponente / Coordenação Geral Franz Galvão Piragibe Articulação Comunitária Jorge Gabriel Gomes Simões Formação e Mediação Artística Gilmara Miranda Formação em Geografia Quilombola Tatiane Campos Direção de Arte e Projeto Gráfico Acir Piragibe Direção Audiovisual e Documentarista Josh Silva Edição e Curadoria Pedagógica Franz Galvão Piragibe Revisão e Acessibilidade de Conteúdo Profissional a confirmar (com experiência em linguagem acessível e revisão crítica) Audiodescrição e Tradução de Acessibilidade Profissional a confirmar (com experiência em roteiros descritivos e inclusão comunicacional) Produção Executiva Profissional a confirmar (com experiência em produção cultural, orçamentos e logística) Mediação Comunitária Quilombola Educadora quilombola local (indicada pela Associação Quilombola de Três Barras, Buraco e Cubas)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.