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O projeto propõe um circuito de 8 oficinas gratuitas de artes visuais para adolescentes e jovens de organizações de inclusão social e universidades públicas do Centro-Oeste, ministradas por artistas de Goiás e do Mato Grosso do Sul. Cada uma das ações contará com 15 vagas, com reserva de vagas afirmativas e auxílio de participação para jovens em situação de vulnerabilidade, além de um material didático que será disponibilizado digitalmente. O projeto prevê, ainda, a realização de uma exposição coletiva em Goiânia, centrada nas noções de deriva e deslocamento territorial.
* "Iniciação à Encadernação Manual" - Maria Angélica ChiangEm um cotidiano cada vez mais digital, cresce a necessidade de experiências analógicas e táteis. A encadernação artesanal se apresenta como um caminho para desacelerar, escutar-se e exercitar a criatividade. A oficina oferece um espaço para o resgate do fazer manual como prática de cuidado e expressão.FAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO * "Curso Livre: Branquitude e Arte Brasileira" - Rafael DantasApesar dos avanços nas discussões sobre arte e diversidade no Brasil, os debates em torno da branquitude ainda ocupam um espaço marginal na formação de artistas, educadores e pesquisadores em Artes Visuais. A crítica à branquitude, mais do que denunciar o racismo, propõe uma reflexão profunda sobre os mecanismos de poder que estruturam o campo da Arte e sua historiografia. Este curso visa preencher essa lacuna por meio de uma abordagem crítica que una fundamentos teóricos dos Estudos Críticos da Branquitude e reflexões práticas sobre o sistema das artes no Brasil. Ao trazer esse debate para jovens artistas e estudantes da região Centro-Oeste, o curso contribui para a descentralização das discussões e a construção de uma formação crítica, antirracista e plural.FAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO * "Pintura e oralidade: Modos de Contar" - Elias de AquinoInvestigaremos aproximações possíveis entre a pintura e a oralidade, com focona compreensão das particularidades de uma e outra na construção denarrativas perpetuadas. Cada participante será instigado a valer-se de noçõescomo repetição e transformação aplicadas à sua própria biografia, visandoconstruir modos especulativos de perpetuação ou subversão de ficçõesindividuais através da pintura.CUFA, Aparecida de Goiânia - GO * "AKà [Cabeça] - Estudos Visuais em Esculturas" - Raique MouraA oficina “AKÔ surge da necessidade de oferecer um espaço para jovens explorarem suas potencialidades artísticas de forma livre e experimental. Inspirada no termo guarani kaiowá “AKÔ (cabeça), a proposta é conectar o universo criativo de cada participante com materiais e técnicas acessíveis. Ao trazer elementos do trabalho autoral do facilitador, a oficina também fomenta a valorização da identidade e do olhar pessoal na arte.CUFA, Aparecida de Goiânia - GO * "Produção de Tintas Naturais com Terra - Cor, Território e Criação" - Glayson ArcanjoA oficina propõe a redescoberta dos pigmentos naturais como meio artístico acessível, ecológico e culturalmente potente. Produzir tinta a partir da terra permite que os participantes se conectem ao território, compreendam saberes ancestrais e desenvolvam suas expressões criativas com materiais sustentáveis.CUFA, Corumbá - MS * "Performance e Rachaduras Autoficcionais" - Ana ReisA performance é uma prática artística que se encontra na fronteira entre linguagens artísticas e modos de fazer arte, trazendo atravessamentos íntimos entre artista/criador e histórias pessoais, uma vez que é através e com o corpo que a performance acontece, em estado latente de presença. Os materiais autobiográficos e autoficcionais são aqui utilizados como forma de provocar e potencializar os arquivos e repertórios dos participantes, instigando as percepções sobre como a estrutura social e política nos afeta e está presente nos corpos. Através dos processos de criação em arte, buscamos recriar essas matérias de vida, gerando pequenas rachaduras neste sistema/mundo, formas de resistência micropolítica em ações, que instauram novas presenças, reconstruindo narrativas. UEMS, Turma do curso de Dança, Campo Grande - MS * "Cesta Básica de Performance: Materiais que nos convocam" - Cássia NunesA oficina “Cesta Básica de Performance – Materiais que nos Convocam” parte do trabalho autoral da artista Cássia Nunes, desenvolvido desde 2021, para propor uma experiência formativa em performance arte com estudantes universitários. O encontro articula referências teóricas, compartilhamento de trajetória, experimentação prática e partilha de processos, tomando como ponto de partida a ideia de uma “cesta básica” composta por materiais que atravessam e provocam o campo da performance contemporânea. Cada participante será convidado a montar sua própria cesta, a partir de objetos trazidos de casa, que serão ativados por meio de ações performáticas individuais e coletivas.UFGD, Turma do curso de Artes Cênicas, Dourados - MS * "Cola aqui!" - Jocy JuniorO ato de recortar, juntar, compor e colar imagens é uma forma de exercitar o pensamento. Ao folhear revistas, livros e jornais, nos debruçamos sobre um fluxo de imagens que não controlamos. É em meio a esse acaso que vamos encontrando imagens que nos saltam aos olhos e fazendo relações entre elas. Nossos interesses, nossas memórias, nossos gostos, nossas ideias, nossos ideais, nossas imaginações, nossas criatividades... tudo isso entra em cena na produção de uma colagem. A construção de sentidos não é, entretanto, pré-determinada e linear: a cada novo encontro, nossas ideias vão sendo transformadas, podendo se aprofundar, se expandir ou mudar completamente de rota. As escolhas que fazemos indicam o acionamento de um pensamento que ao mesmo tempo é poético, estético e crítico.UFMS, Turma do curso de Artes Visuais, Campo Grande - MS
Objetivo Geral:Promover a formação artística e o intercâmbio cultural entre jovens do Centro-Oeste, por meio de ações formativas gratuitas em artes visuais, realizadas nos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, com foco na inclusão e valorização da diversidade. Difundir o conhecimento de maneira ampliada, através de materiais pedagógicos de cada oficina que serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais. Estimular, além da formação educativa, a fruição artística e formação de público através de exposição coletiva que será realizada em Goiânia e terá como centro a temática que norteia todo o projeto: a Deriva territorial, e sua potência catalisadora de criação e vitalidade no processo artístico. Objetivos Específicos: - Realizar 8 ações formativas em artes visuais, sendo 4 no estado de Goiás e 4 no estado de Mato Grosso do Sul, com emissão de certificado pelas instituições parceiras. As oficinas são: • "Iniciação à Encadernação Manual" - Maria Angélica ChiangFAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO • "Curso Livre: Branquitude e Arte Brasileira" - Rafael DantasFAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO • "Pintura e oralidade: Modos de Contar" - Elias de AquinoCUFA, Aparecida de Goiânia - GO • "AKÃ [Cabeça] - Estudos Visuais em Esculturas" - Raique MouraCUFA, Aparecida de Goiânia - GO • "Produção de Tintas Naturais com Terra - Cor, Território e Criação" - Glayson ArcanjoCUFA, Corumbá - MS • "Performance e Rachaduras Autoficcionais" - Ana ReisUEMS, Turma do curso de Dança, Campo Grande - MS • "Cesta Básica de Performance: Materiais que nos convocam" - Cássia NunesUFGD, Turma do curso de Artes Cênicas, Dourados - MS • "Cola aqui!" - Jocy JuniorUFMS, Turma do curso de Artes Visuais, Campo Grande - MS - Oferecer, em cada ação, 15 vagas para jovens, totalizando 120 participantes ao longo do projeto. - Garantir, em cada ação, a reserva de 5 vagas para pessoas negras, indígenas e/ou trans/travestis em todas as ações realizadas, totalizando 40 jovens contemplados por ações afirmativas raciais e de gênero, mediante demanda. - Garantir ainda a reserva de 2 vagas para pessoas com deficiência, totalizando 16 jovens contemplados por ações afirmativas anti-capacitistas, mediante demanda. - Conceder 3 auxílios de participação no valor de R$ 300,00 em cada ação formativa, destinados a jovens em situação de vulnerabilidade social com comprovação via inscrição no CadÚnico ou justificativa de ausência de comprovação com autodeclaração, totalizando 24 jovens contemplados com o auxílio. - Estimular a circulação de artistas visuais entre os dois estados, promovendo o intercâmbio de experiências culturais e pedagógicas entre Goiás e Mato Grosso do Sul. - Realizar as atividades em universidades e organizações de inclusão social, promovendo o acesso democrático à formação artística. - Disponibilizar, digitalmente e de forma gratuita, os chamados "mapas": materiais pedagógicos em formato de manual PDF, em que cada artista trará provocações e sugestões de atividades/experimentações artísticas inspiradas na sua própria oficina. - Inaugurar em Goiânia, gratuitamente, uma exposição coletiva com até 10 artistas de MS e GO selecionados via processo curatorial, com o objetivo de difundir não apenas processos de formação pedagógica, mas também viabilizar a fruição artística e a formação de público de artes visuais.
O projeto "Deriva" propõe um circuito de ações formativas gratuitas em artes visuais para jovens de Goiás e Mato Grosso do Sul, com foco na inclusão social, no intercâmbio cultural e na descentralização da formação artística. A justificativa da proposta baseia-se na histórica escassez de iniciativas formativas em artes visuais realizadas com recursos da Lei Rouanet nesses estados, especialmente quando comparada à maior incidência de projetos em áreas como música e artes cênicas. Embora essas áreas também enfrentem desigualdades territoriais no acesso ao financiamento público, apresentam números significativamente mais expressivos que os das artes visuais, evidenciando a necessidade de correção dessa assimetria. A abrangência interestadual da proposta, contemplando cinco cidades entre Goiás e Mato Grosso do Sul, visa fortalecer o intercâmbio cultural por meio da circulação de artistas e saberes. A execução das atividades será realizada em universidades públicas e organizações de inclusão social, com foco em jovens vinculados à rede pública de ensino superior ou atendidos por projetos sociais, priorizando aqueles em situação de vulnerabilidade e pertencentes a grupos historicamente marginalizados, como negros, indígenas, pessoas trans/travestis e pessoas com deficiência. Para incentivar a participação de jovens em situação de vulnerabilidade social, o projeto prevê, em cada oficina, a oferta de três vagas com auxílio de R$ 300,00, mediante comprovação via CadÚnico ou autodeclaração justificada. O intercâmbio previsto no projeto, que trará artistas de Goiás para ações no Mato Grosso do Sul, e vice-versa, é uma estratégia concreta de valorização de recursos humanos locais e fomento a redes de cooperação cultural na região Centro-Oeste. Além de estimular a profissionalização e formação continuada em artes visuais, a proposta atua diretamente na democratização do acesso à cultura, no fortalecimento da diversidade e no desenvolvimento de políticas de inclusão por meio da arte. Diante disso, a proposta se justifica como pertinente ao uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91, atendendo aos seguintes dispositivos legais: Art. 1º, incisos I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais), II (promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais), III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores), IV (proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional) e IX (priorizar o produto cultural originário do País). Também atende ao Art. 3º, inciso I, alíneas "c" (instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos) e "d" (estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica ou em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes). O uso da Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, indispensável para viabilizar uma proposta de formação gratuita, com abrangência regional, foco em públicos periféricos e impacto direto na profissionalização de jovens na área cultural. Sem esse mecanismo, seria inviável garantir gratuidade, deslocamentos interestaduais de artistas, ações afirmativas e o auxílio financeiro para jovens vulneráveis. O projeto busca responder a uma demanda urgente por maior democratização no acesso à formação e fruição artística, especialmente em contextos onde a oferta cultural é limitada. Embora as oficinas representem o núcleo da proposta, reconhece-se que sua realização presencial impõe barreiras, como a limitação no número de participantes. Para mitigar esse desafio, propõe-se a disponibilização digital dos "Mapas" — materiais pedagógicos elaborados pelos oficineiros com propostas exclusivas de experimentação artística — como forma de ampliar significativamente o alcance e a permanência dos conteúdos gerados. Essa estratégia reforça o compromisso do projeto com a ampliação do acesso e a formação continuada em arte. Complementarmente, a realização de uma exposição em Goiânia visa garantir que o projeto não se restrinja apenas à dimensão formativa, mas também promova espaços de fruição e diálogo com a produção artística contemporânea no Centro-Oeste.
É minha intenção que essa proposta, simbolicamente, esteja associada ao projeto "Naus 2024", que desenvolvi no ano passado, e que foi fomentado pelo Fundo de Investimentos Culturais do Mato Grosso do Sul. O projeto Naus foi um projeto de pesquisa e residência artística em artes visuais que, a partir de uma residência de 6 artistas no município de Corumbá/MS e dos trabalhos/experimentações desenvolvidas por eles, fomentou 3 exposições de arte que foram inauguradas nas cidades de Corumbá, Dourados e Campo Grande, e que juntas mobilizaram mais de 400 pessoas. Após a finalização desse projeto, ressignifiquei o Naus: para além de uma ação passada, o transformei em uma plataforma de divulgação de projetos culturais que venho articulando no campo das artes visuais. É evidente que a proposta de "Deriva" é autônoma, inédita e independente de ações anteriormente desenvolvidas por mim. Ainda assim, gostaria de utilizar as plataformas digitais do projeto Naus para difundir e divulgar as ações realizadas por essa proposta, caso aprovada. ORGANIZAÇÃO DAS PASSAGENS (PARA AÇÕES EM GOIÁS): * AVIÃO (INTERESTADUAL): 1. Elias de Aquino MS > GO (Ida / Para fazer a produção das ações e para ministrar sua ação própria) 2. Maria Angélica Chiang MS > GO (Ida / Para ministrar sua ação) 3. Maria Angélica Chiang GO > MS (Volta) 4. Rafael Dantas MS > GO (Ida / Para ministrar sua ação) 5. Rafael Dantas GO > MS (Volta) 6. Raique Moura MS > GO (Ida / Para ministrar sua ação) 7. Raique Moura GO > MS (Volta) 8. Elias de Aquino GO > MS (Volta / Ao final de todas as ações em GO) * ÔNIBUS (INTERMUNICIPAL): 1. Elias de Aquino - Goiânia > Aparecida de Goiânia (Ida / Ação ministrada em Aparecida de Goiânia) 2. Elias de Aquino - Aparecida de Goiânia > Goiânia (Volta) 3. Raique Moura - Goiânia > Aparecida de Goiânia (Ida / Ação ministrada em Aparecida de Goiânia) 4. Raique Moura - Aparecida de Goiânia > Goiânia (Volta) 5. Elias de Aquino - Goiânia > Aparecida de Goiânia (Ida / Produção p/ ação de Raique Moura em Aparecida de Goiânia) 6. Elias de Aquino - Aparecida de Goiânia > Goiânia (Volta) ORGANIZAÇÃO DAS PASSAGENS (PARA AÇÕES EM MATO GROSSO DO SUL): * AVIÃO (INTERESTADUAL): 1. Glayson Arcanjo GO > MS (Ida / Para ministrar sua ação) 2. Glayson Arcanjo MS > GO (Volta) 3. Ana Reis GO > MS (Ida / Para ministrar sua ação) 4. Ana Reis MS > GO (Volta) 5. Cássia Nunes GO > MS (Ida / Para ministrar sua ação) 6. Cássia Nunes MS > GO (Volta) 7. Jocy Junior GO > MS (Ida / Para ministrar sua ação) 8. Jocy Junior MS > GO (Volta) * ÔNIBUS (INTERMUNICIPAL): 1. Glayson Arcanjo - Campo Grande > Corumbá (Ida / Ação ministrada em Corumbá) 2. Glayson Arcanjo - Corumbá > Campo Grande (Volta) 3. Karen Freitas - Campo Grande > Corumbá (Ida / Produção p/ ação de Glayson Arcanjo em Corumbá) 4. Karen Freitas - Corumbá > Campo Grande (Volta) 5. Cássia Nunes - Campo Grande > Dourados (Ida / Ação ministrada em Dourados) 6. Cássia Nunes - Dourados > Campo Grande (Volta) ** As viagens interestaduais que não possuem deslocamentos entre municípios são para as ações que acontecerão nas capitais - Campo Grande e Goiânia. ---------------- ÁREA PLANO DE DIVULGAÇÃO No campo de preenchimento, o sistema continua informando que há quantidade de vagas reservadas para patrocinadores e divulgação. Reitero que, para as oficinas, todas as 15 vagas de cada ação serão preenchidas via processo seletivo através de inscrição por formulário, totalizando 120 vagas gratuitas para público. Da mesma forma, para a exposição e material pedagógico digital, não há reserva para divulgação ou patrocinadores também - visto que a exposição terá entrada livre, e o material poderá ser acessado e baixado livremente. A quantidade para a exposição (350 ingressos) e para o Material pedagógico das oficinas (100 exemplares cada, totalizando 800) correspondem a uma previsão de público esperado, e não a uma definição literal de quantidades (pois não haverá, realmente, ingressos ou exemplares, tendo em vista que o acesso será livre em ambos os casos).------------------Documentação:NÃO É POSSÍVEL anexar proposta curatorial ou museográfica da exposição a ser desenvolvida, ação secundária do projeto, tendo em vista que tais informações dependerão do processo de pesquisa, seleção de artistas e escrita curatorial. Esse processo se dará posteriormente à aprovação do projeto, tendo em vista que o salário do curador compreende justamente esse serviço.
AS INFORMAÇÕES COMPLETAS DAS OFICINAS ESTARÃO ANEXADAS EM DOCUMENTAÇÃO COMPLEMENTAR, POR FALTA DE CARACTERES PARA PREENCHIMENTO. MARIA ANGÉLICA CHIANG Projeto de Oficina 1: Encadernação Artesanal – Reconexão com o Fazer Manual Local de Realizaçao: FAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO 1. Objetivos Geral: Promover a reconexão com o mundo físico por meio do fazer manual, utilizando a encadernação artesanal como forma de expressão e autocuidado. Específicos: • Ensinar princípios e técnicas básicas da encadernação artesanal. • Estimular a criatividade e a autonomia dos participantes. • Criar um espaço de desaceleração e escuta através da confecção manual. • Produzir três cadernos brochurinha com variações de costura e capas. 2. Justificativa Em um cotidiano cada vez mais digital, cresce a necessidade de experiências analógicas e táteis. A encadernação artesanal se apresenta como um caminho para desacelerar, escutar-se e exercitar a criatividade. A oficina oferece um espaço para o resgate do fazer manual como prática de cuidado e expressão. 3. Carga Horária 8 horas totais (sugestão: 2 encontros de 4h ou 1 encontro intensivo) 4. Público-alvo e Critérios de Seleção Público: Jovens e adultos a partir de 16 anos, com ou sem experiência prévia em trabalhos manuais. Critérios: Interesse em práticas manuais, disponibilidade para participação integral e motivação para desenvolver projetos autorais. 5. Metodologia de Ensino A oficina será desenvolvida com abordagem prática e participativa. A cada etapa, o grupo será conduzido em demonstrações ao vivo, com momentos de experimentação individual e coletiva. A condução será sensível ao ritmo do grupo, priorizando o aprendizado através do fazer, da troca e da escuta. 6. Conteúdos a Serem Ministrados • Introdução à encadernação artesanal • Noções de ergonomia e cuidado com as mãos • Técnicas básicas de costura manual (brochura simples, brochura com variação, costura cruzada) • Acabamentos e criação de capas • Discussão sobre usos criativos do caderno (diário, desenho, escrita livre, etc.) 7. Materiais Didáticos a Serem Usados • Papel (diversas gramaturas) • Linha de costura e agulhas • Estiletes, réguas, dobradeiras • Tecido, papel decorado e papelão para capas • Cola branca, pincéis e materiais de acabamento 8. Profissionais Envolvidos • Arte-educador(a) especializado(a) em técnicas de encadernação artesanal • Assistente de oficina (opcional, para apoio técnico e organização) • Coordenação pedagógica (caso inserida em programa maior) —------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ RAFAEL DANTAS Título do curso: Branquitude e Arte BrasileiraLocal de Realizaçao: FAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO Carga horária:6 horas (divididas em dois encontros de 3 horas ou um encontro intensivo de 6 horas) Justificativa:Apesar dos avanços nas discussões sobre arte e diversidade no Brasil, os debates em torno da branquitude ainda ocupam um espaço marginal na formação de artistas, educadores e pesquisadores em Artes Visuais. A crítica à branquitude, mais do que denunciar o racismo, propõe uma reflexão profunda sobre os mecanismos de poder que estruturam o campo da Arte e sua historiografia. Este curso visa preencher essa lacuna por meio de uma abordagem crítica que una fundamentos teóricos dos Estudos Críticos da Branquitude e reflexões práticas sobre o sistema das artes no Brasil. Ao trazer esse debate para jovens artistas e estudantes da região Centro-Oeste, o curso contribui para a descentralização das discussões e a construção de uma formação crítica, antirracista e plural. Objetivo Geral:Analisar de forma crítica os modos como a branquitude organiza a produção, circulação e legitimação da Arte Brasileira, promovendo a ampliação das discussões antirracistas no campo da arte contemporânea. Objetivos Específicos:Compreender os fundamentos teóricos dos Estudos Críticos da Branquitude aplicados ao campo das artes; Identificar os mecanismos institucionais de produção e manutenção da branquitude nas artes visuais brasileiras; Discutir conceitos emergentes como “arte branco-brasileira” e “branco-tema”; Estimular o pensamento crítico sobre práticas curatoriais, artísticas e educacionais a partir de uma perspectiva antirracista; Incentivar a produção artística e intelectual que questione e desestabilize a hegemonia branca nas artes. Público-alvo e critérios de seleção:Jovens entre 18 e 29 anos, prioritariamente estudantes de universidades públicas, integrantes de coletivos culturais ou vinculados a organizações de inclusão social dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul. Será priorizada a participação de pessoas negras, indígenas, trans/travestis e pessoas com deficiência. MARIA ANGÉLICA CHIANG Projeto de Oficina 1: Encadernação Artesanal – Reconexão com o Fazer Manual Local de Realizaçao: FAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO 1. Objetivos Geral: Promover a reconexão com o mundo físico por meio do fazer manual, utilizando a encadernação artesanal como forma de expressão e autocuidado. Específicos: • Ensinar princípios e técnicas básicas da encadernação artesanal. • Estimular a criatividade e a autonomia dos participantes. • Criar um espaço de desaceleração e escuta através da confecção manual. • Produzir três cadernos brochurinha com variações de costura e capas. 2. Justificativa Em um cotidiano cada vez mais digital, cresce a necessidade de experiências analógicas e táteis. A encadernação artesanal se apresenta como um caminho para desacelerar, escutar-se e exercitar a criatividade. A oficina oferece um espaço para o resgate do fazer manual como prática de cuidado e expressão. 3. Carga Horária 8 horas totais (sugestão: 2 encontros de 4h ou 1 encontro intensivo) 4. Público-alvo e Critérios de Seleção Público: Jovens e adultos a partir de 16 anos, com ou sem experiência prévia em trabalhos manuais. Critérios: Interesse em práticas manuais, disponibilidade para participação integral e motivação para desenvolver projetos autorais. 5. Metodologia de Ensino A oficina será desenvolvida com abordagem prática e participativa. A cada etapa, o grupo será conduzido em demonstrações ao vivo, com momentos de experimentação individual e coletiva. A condução será sensível ao ritmo do grupo, priorizando o aprendizado através do fazer, da troca e da escuta. 6. Conteúdos a Serem Ministrados • Introdução à encadernação artesanal • Noções de ergonomia e cuidado com as mãos • Técnicas básicas de costura manual (brochura simples, brochura com variação, costura cruzada) • Acabamentos e criação de capas • Discussão sobre usos criativos do caderno (diário, desenho, escrita livre, etc.) 7. Materiais Didáticos a Serem Usados • Papel (diversas gramaturas) • Linha de costura e agulhas • Estiletes, réguas, dobradeiras • Tecido, papel decorado e papelão para capas • Cola branca, pincéis e materiais de acabamento 8. Profissionais Envolvidos • Arte-educador(a) especializado(a) em técnicas de encadernação artesanal • Assistente de oficina (opcional, para apoio técnico e organização) • Coordenação pedagógica (caso inserida em programa maior) —------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ RAFAEL DANTAS Título do curso: Branquitude e Arte BrasileiraLocal de Realizaçao: FAV-UFG, Turma do curso de Artes Visuais, Goiânia - GO Carga horária:6 horas (divididas em dois encontros de 3 horas ou um encontro intensivo de 6 horas)
Para a acessibilidade, serão adotadas ações técnicas, comunicacionais e estruturais que respeitem as especificidades de cada caso. A cada oficina, a equipe de produção se reunirá previamente para analisar as inscrições de pessoas com deficiência e, a partir dessa análise, planejar em conjunto com os artistas e parceiros locais as estratégias específicas de inclusão necessárias para cada ação. Essa abordagem caso a caso garante que as soluções adotadas sejam pertinentes e eficazes, evitando ações pouco funcionais. O projeto prevê, de acordo com a demanda de cada oficina: - Escolha irrevogável de espaços com acessibilidade arquitetônica adequada, garantindo fácil circulação para pessoas com mobilidade reduzida, observação de piso tátil, presença de banheiros adaptados, assentos para pessoas obesas, e verificação prévia da existência de elevadores quando os espaços não forem térreos. Quando não houver elevador disponível, todas as atividades ocorrerão em andares térreos; - Disponibilização de intérprete de Libras, conforme a demanda de participantes surdos sinalizada na inscrição; - Contratação de profissional de apoio, caso a demanda identifique participantes com deficiência intelectual, visual ou múltipla que requeiram acompanhamento individualizado; - Materiais de divulgação com acessibilidade comunicacional, garantindo que todos os vídeos com áudio sejam legendados e todas as imagens gráficas contenham audiodescrição em texto alternativo acessível; - Contratação de consultor especializado em acessibilidade para acompanhar o planejamento e execução de cada oficina, assessorando a equipe técnica e artística nas decisões relacionadas às adaptações necessárias. Além disso, o projeto reserva, em cada oficina, duas vagas para pessoas com deficiência, mediante demanda, como ação afirmativa anticapacitista, totalizando 16 vagas ao longo do circuito. A alocação do valor destinada à acessibilidade está prevista para custear profissionais, serviços e adaptações específicos para cada caso. Todos os materiais gráficos de divulgação das inscrições nas oficinas enfatizarão que é prevista a inclusão de participantes com deficiência auditiva, deficiência visual, obesidade, deficiência intelectual, neurodivergência ou mobilidade reduzida, assim como as ações afirmativas destinadas a estas pessoas. Além disso, o projeto se compromete com a linguagem simplificada na criação dos "Mapas", garantindo a participação de consultor especializado em acessibilidade juntamente aos artistas no processo de desenvolvimento do conteúdo do material, visando facilitar o acesso a pessoas com dificuldades de leitura ou deficiência intelectual. Com isso, o projeto assegura o compromisso ético e legal com a inclusão e diversidade de pessoas com necessidades historicamente negligenciadas.
Primeiramente, todas as ações formativas do projeto e outros bens culturais resultantes dele serão 100% gratuitos, sem cobrança de qualquer valor de inscrição, aquisição ou participação, o que já configura uma ação contínua de democratização do acesso. O projeto também estabelece a reserva de vagas afirmativas em cada oficina, com 5 vagas destinadas a pessoas negras, indígenas e/ou trans/travestis, 2 vagas destinadas a pessoas com deficiência, além de 3 vagas com auxílio financeiro de R$ 300,00 para jovens em situação de vulnerabilidade social, mediante comprovação via CadÚnico ou autodeclaração justificada, totalizando 24 auxílios ao longo do circuito e 80 vagas afirmativas ao todo. O formulário de inscrição será simplificado, acessível e amplamente divulgado, com linguagem clara e amigável, visando incentivar a inscrição. Todas as ações ocorrerão em espaços públicos de ensino e inclusão social, como nos cursos de artes das universidades públicas UFGD (Dourados/MS), UFMS (Campo Grande/MS), UEMS (Campo Grande/MS) e UFG (Goiânia/GO), fortalecendo o acesso gratuito e institucionalizado à formação cultural. É destacável ainda que todos os atuais coordenadores dos cursos que receberão ações já foram contatados e expressam apoio à realização das ações. Além disso, o projeto prevê realizar oficinas também em territórios periféricos, especialmente em unidades da CUFA – Central Única das Favelas, em cidades do interior de Goiás e Mato Grosso do Sul. A CUFA é uma organização reconhecida nacionalmente por atuar com juventudes periféricas, promovendo cultura, cidadania e inclusão social. Essa parceria permitirá que as ações do projeto cheguem a públicos ainda mais vulnerabilizados e geograficamente afastados dos centros urbanos. O projeto também se compromete, sob demanda identificada na inscrição, a contratar profissional pedagoga com experiência em infâncias para atuar como cuidadora, garantindo que mães com filhos pequenos possam participar das oficinas mesmo sem rede de apoio familiar. Essa medida amplia o acesso de mulheres em situação de cuidado, reconhecendo as barreiras invisíveis que limitam sua participação cultural. Por fim, como parte das ações acessíveis, o projeto prevê a documentação e publicação online das atividades formativas, com recursos de acessibilidade como legendagem e descrição de imagens.
O dirigente/proponente, Elias Brandão de Aquino, assume a função de diretor de produção do projeto, coordenando o andamento da produção dos agentes e a distribuição das demandas produtivas. Além disso, o dirigente também ministra uma das oficinas que compõe o plano de ações formativas do projeto. - Elias Brandão de Aquino: Diretor de produção, oficineiroElias de Aquino é produtor cultural, curador e artista visual graduando no curso de Artes Visuais da UFMS, em Campo Grande (MS). Inicia, em 2023, seu trabalho com produção executiva nas exposições Petrolatum e Gênese, projetos contemplados por lei de incentivo municipal de Dourados (MS) em que também atuou na escrita, curadoria e enquanto artista integrante das mostras. Entre trabalhos notáveis, se destacam a escrita de projeto e curadoria da exposição "Inventário", individual de Daiane Lucio contemplada no edital de fomento cultural do Sesc RJ, e o programa de residência artística Naus, incentivado pelo fundo de investimentos culturais do Mato Grosso do Sul, do qual assina proponência, produção artística, mediação e curadoria das exposições estaduais viabilizadas pelo projeto. atualmente, trabalha como produtor executivo do projeto de pesquisa e curadoria Complexo das Artes Goianas, de Cássia Nunes, em que também participou da escrita. - Kim Matos: Coordenação PedagógicaArtista visual, técnica em Comunicação Visual e Audiovisual – CEPEF, formada em Artes Visuais - Licenciatura pela UFMS, pós-graduada em Cinema e Linguagem Audiovisual - Universila, mestranda em Estudos Culturais - UFMS. Realizou projeto “Arte do Mato” com apoio da Lei Paulo Gustavo 2023/2025. Possui projeto independente há 06 anos, “Alumia Ateliê - oficinas de arte e pintura online e presencial” onde leciona aulas aula de artes para adultos e crianças desde 2019. Além disso, é professora de Artes em escola integral na rede Municipal de Campo Grande - MS. Recentemente em 2024 foi artista convidada para a exposição do projeto NAUS - Horizonte Circular em Corumbá - MS. Também em 2024, lançou o primeiro livro como escritora convidada Okán- Antologia do Axé. Realizou sua exposição individual "ALUMIA em Manifestação" no SESC Cultura MS em 2023, articulando 04 ações formativas abertas ao público e visitas guiadas. Viaja pelo interior do estado no projeto “Arte Interior” levando exposições de arte com oficinas de arte-educação para jovens e adultos 2022. Contemplada pela lei Aldir Blanc com o projeto “Transmutarte - arte em transmutação “ oficina online durante pandemia para 50 participantes de 23 estados Brasil - 2022. Propõe projetos de artes nas escolas públicas de Campo Grande MS em tempo complementar contraturno - Escola Municipal Sulivan Silvestre 2017. Participou da comissão organizadora do XXVII CONGRESSO NACIONAL DA FEDERAÇÃO DE ARTE/EDUCADORES DO BRASIL em 2017. - Jade Wendling: Produção executivaVasta experiência em elaboração de projetos, captação de recursos, produção executiva e prestação de contas. Atualmente, trabalha na Sesi Cultura MS, onde desempenha funções de planejamento estratégico de captação de recursos para a cultura do estado, abertura do mercado de recursos incentivados junto a grandes empresas, presta consultoria para proponentes parceiros e para colaboradores das empresas nas áreas de responsabilidade social e relacionamento com a comunidade. Jade também desenvolve alinhamento de contrapartidas junto aos proponentes e seus patrocinadores, auxilia na entrega do relatório final dos projetos, elabora apresentações comerciais, qualifica leads, realiza reuniões e desenvolve fluxo de vendas. Com formação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Jade tem se destacado nos temas terceiro setor, cultura e descentralização de recursos incentivados. Ela é a primeira captadora de recursos do Sistema S do estado. Ao longo de sua carreira, Jade tem contribuído significativamente para pesquisas e consultorias sobre o terceiro setor, cultura e relacionamento com a comunidade, publicando artigos e participando de conferências sobre esses temas. Além disso, Jade tem experiência como produtora executiva em projetos aprovados na Lei Aldir Blanc, demonstrando sua capacidade de gerenciar e executar projetos culturais de grande impacto. - Raquel Stainer Charão: ProdutoraARTISTA, AGENTE TERRITORIAL DE CULTURA REPRESENTANTE DE DOURADOS/MS, LICENCIADA EM ARTES CÊNICAS PELA UNIVERSIDADEFEDERAL DA GRANDE DOURADOS E PRODUTORA CULTURAL ATUANTE DESDE 2017. TRABALHO ATIVAMENTE COM ARTE E CULTURA, ATRAVÉS DE PRODUÇÕES INDEPENDENTES E VINCULADOS A GRUPOS DA REGIÃO DO ESTADO. SOU MEMBRA FUNDADORA DO PONTO DE CULTURA VIVA: PRODUÇÕES 13 - Karen Freitas: ProdutoraKaren Freitas é artista multilinguagens com ampla atuação nas áreas de audiovisual, teatro e fotografia. Com uma trajetória marcada pela atuação no elenco de espetáculos como Arte de Quinta (2016-2017), Lápide Inconclusa em Quarta-feira de Cinzas (2018-2019), Ópera do Malandro (2019) e Do Bem Amado (2019) do grupo Fulano diTal, também se destacou na direção de documentários como Diário da Favela: Mulheres (2020), Diário da Favela: Lideranças Femininas (2021), Flores de Bálsamo (2021) e Deus te Salve, João! (2023). No campo da produção, atuou na equipe de Manifesto (2021) e EmFrente! (2021), além de ser responsável pela produção executiva do projeto Escambo Erê do grupo de teatro Ubu e pela produção e cenografia do espetáculo A Fabulosa História do Guri-Árvore (2019). Recentemente, trabalhou com fotografia e vídeo na exposição Imprevisto (2025). Karen é graduada em Licenciatura em Artes Visuais pela UFMS (2024). - Thales Garcia: Assistente de ProduçãoProdutor Cultural | Técnico de Montagem | VendedorProfissional versátil com experiência em produção cultural, montagem de exposições,gestão de espaços e vendas. Forte habilidade em organização, atendimento ao cliente eliderança. Experiência em projetos culturais com acessibilidade, gerenciamento financeiro eoperação de negócios em diferentes setores.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.