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O Projeto Artípicus _ Edição Semestral é uma iniciativa especial de 6 meses, focada no ensino de artes para pessoas com deficiência (PCDs) de todos os tipos. Este projeto oferece uma série de oficinas nas áreas de teatro, música, dança e artes visuais. Destinado a indivíduos com deficiências físicas, sensoriais, intelectuais e múltiplas, o projeto visa promover a inclusão, o desenvolvimento artístico e o bem-estar emocional dos participantes. A Edição Semestral foi concebida como uma fase piloto, com a intenção de implementar metodologias adaptadas e práticas inclusivas, proporcionando um ambiente seguro e acolhedor para que cada aluno possa explorar seu potencial artístico. Além disso, o projeto visa estabelecer uma rede de apoio que possibilite sua expansão, promovendo ações de inclusão e ampliando a visibilidade dos participantes no cenário cultura
O Projeto Artípicus – Escola Atípica de Artes (Edição Semestral para Alunos PCDs) é uma iniciativa inclusiva e terapêutica que oferece uma escola de artes voltada exclusivamente para pessoas com deficiência (PCDs) de todos os tipos. Com oficinas de teatro, música, dança e artes visuais, o projeto promove o desenvolvimento artístico e emocional dos participantes, integrando práticas artísticas e atendimentos psicológicos. O foco é proporcionar um ambiente seguro e acolhedor, respeitando as necessidades individuais de cada aluno, sejam elas físicas, sensoriais, intelectuais ou múltiplas. O projeto se destina a pessoas neurodivergentes e com deficiência, em situação de vulnerabilidade social, garantindo o acesso à cultura e ao fortalecimento da autoestima. Além disso, oferece bolsas sociais para 50% dos participantes, garantindo que a inclusão cultural seja acessível a todos. Ao final de cada semestre, o projeto realiza eventos culturais, com apresentações e exposições de arte, nas quais os alunos são protagonistas, celebrando suas conquistas e promovendo a visibilidade da arte inclusiva. O Projeto Artípicus é uma poderosa ferramenta de transformação social, onde a arte se torna um meio de expressão, acolhimento e fortalecimento para pessoas com deficiência, criando um impacto positivo nas suas vidas pessoais, sociais e culturais.
Objetivo Geral Implantar uma escola de artes com abordagem inclusiva e terapêutica, promovendo o desenvolvimento humano de pessoas com deficiência de todos os tipos, por meio da arte e do acolhimento psicossocial, com foco no protagonismo de alunos PCDs. Objetivos Específicos - Oferecer oficinas semanais de teatro, dança, música e artes visuais com enfoque educativo e terapêutico, adaptadas para cada tipo de deficiência. - Realizar atendimentos psicológicos individuais e em grupo, com foco no bem-estar emocional dos alunos PCDs.- Proporcionar um ambiente cultural acessível, acolhedor e adaptado às necessidades dos alunos PCDs. - Formar vínculos sociais, fortalecer a autoestima e desenvolver a autonomia dos participantes. -Oferecer 50% das vagas gratuitas por meio de bolsas sociais para alunos PCDs. - Realizar dois eventos culturais abertos ao público, com protagonismo dos alunos PCDs.
O Projeto Artípicus propõe a criação de uma escola de artes inclusiva e terapêutica com foco na acessibilidade cultural e na promoção da saúde mental, por meio da oferta de oficinas artísticas (teatro, música, dança e artes visuais) para pessoas neurodivergentes (Pcds) e em situação de vulnerabilidade social. A proposta do projeto visa democratizar o acesso à cultura e promover a inclusão, oferecendo um espaço seguro e acolhedor para o desenvolvimento artístico e emocional dos participantes. Em relação à questão da mensalidade e bolsas sociais, o projeto adota uma estratégia híbrida, visando garantir a acessibilidade cultural e social, ao mesmo tempo em que sustenta a viabilidade financeira do projeto. Para isso, 50% dos alunos receberão bolsas sociais no valor de R$200,00 mensais, e os outros 50% pagarão uma mensalidade de R$150,00 por mês, garantindo um equilíbrio entre o caráter inclusivo e a sustentabilidade financeira. 1. Acesso à Cultura e Inclusão SocialA arte é uma poderosa ferramenta de transformação social e promoção da saúde mental, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade social e neurodivergentes, como aquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Considerando o contexto de crescente sofrimento psíquico e exclusão social enfrentado por esse público, o projeto visa garantir a democratização do acesso à cultura, propondo um modelo acessível e inclusivo para as populações mais marginalizadas. 2. Modalidade de Bolsas SociaisA concessão de bolsas sociais é um dos principais pilares do projeto, com o objetivo de garantir que 50% dos alunos possam participar gratuitamente das oficinas e atividades oferecidas, recebendo também uma ajuda de custo de R$200,00 mensais para auxiliar nas despesas com transporte, alimentação e materiais necessários para a permanência no curso. A ajuda de custo não se configura como uma compensação financeira, mas como uma assistência essencial para garantir que os alunos em vulnerabilidade social possam acessar e participar ativamente do projeto sem que questões econômicas sejam um impeditivo. Essa estratégia de bolsas e ajuda de custo visa a inclusão plena de alunos que, de outra forma, poderiam ser excluídos de oportunidades culturais e educativas devido à falta de recursos financeiros. A seleção dos alunos para as bolsas sociais será feita com base em critérios de vulnerabilidade social, necessidade econômica e a priorização de públicos historicamente marginalizados (como pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+ e com deficiência). 3. Mensalidade para 50% dos AlunosPara garantir a sustentabilidade financeira do projeto e ao mesmo tempo manter o compromisso com a acessibilidade, os outros 50% dos alunos contribuirão com uma mensalidade de R$150,00 por mês. Este valor foi cuidadosamente definido para ser acessível, considerando o público-alvo, e para cobrir parcialmente os custos operacionais do projeto. A cobrança da mensalidade está em conformidade com a proposta de manter a equidade no acesso à cultura, com o valor definido como razoável para o público que pode pagar, permitindo o equilíbrio financeiro necessário para a continuidade e expansão das atividades. Mesmo os alunos pagantes terão acesso aos mesmos benefícios culturais e terapêuticos oferecidos aos bolsistas, garantindo que todos, independentemente da situação financeira, se beneficiem de uma formação artística e emocional de alta qualidade. 4. Sustentabilidade e ViabilidadeA implementação de bolsas sociais e a cobrança de mensalidade para 50% dos alunos proporcionam uma combinação equilibrada entre inclusão social e sustentabilidade financeira, o que é essencial para a viabilidade de longo prazo do projeto. Além disso, o valor arrecadado com as mensalidades será parcialmente destinado à manutenção dos custos operacionais, como salários da equipe pedagógica e artística, materiais para as oficinas, logística dos eventos culturais e outras despesas relacionadas à execução do projeto. A complementação de custos através das mensalidades permite que o projeto se mantenha financeiramente viável, sem comprometer a qualidade das atividades oferecidas, e ao mesmo tempo amplia seu alcance, oferecendo oportunidades culturais inclusivas para um número significativo de participantes.
A edição semestral do Projeto Artípicus representa um passo estratégico para a consolidação de um modelo inovador de formação artística e acolhimento terapêutico. Com foco na inclusão, na saúde mental e na expressão criativa, o projeto articula arte e cuidado de forma sensível, acessível e potente. A iniciativa oferece um piloto replicável, de baixo custo e alto impacto, que contribui para a democratização da cultura e o fortalecimento da cidadania. Expectativa de Alunos e Bolsas Sociais Número Total de Alunos O projeto contará com 240 alunos no total, divididos em 12 grupos (3 faixas etárias x 4 módulos), sendo 20 alunos por grupo. Bolsas Sociais 50% dos alunos (120 alunos) receberão bolsas de R$150,00 por mês para ajuda de custo. O valor das bolsas será destinado para ajudar com transporte, alimentação e materiais necessários, garantindo que o acesso ao projeto seja viável para alunos em vulnerabilidade social.Distribuição das Bolsas: Faixa Etária 1 (7 a 15 anos): 50% de 80 alunos = 40 alunos com bolsaFaixa Etária 2 (16 a 24 anos): 50% de 80 alunos = 40 alunos com bolsaFaixa Etária 3 (acima de 25 anos): 50% de 80 alunos = 40 alunos com bolsa Total de alunos com bolsa: 120 alunos receberão a bolsa de R$150,00 por mês. Objetivo da bolsa: Apoiar com transporte, alimentação e materiais para garantir a participação plena no projeto.Com a concessão das bolsas sociais, o Projeto Artípicus visa promover a inclusão cultural e social, proporcionando aos alunos de famílias em situação de vulnerabilidade econômica a oportunidade de participar das oficinas de forma gratuita, sem que questões financeiras sejam um obstáculo. Essas bolsas também são um apoio para o desenvolvimento pessoal e artístico dos alunos, incentivando a continuidade da participação no projeto e o envolvimento nas atividades artísticas e terapêuticas oferecidas. Valor de Mensalidade para os Alunos Pagantes (50%) Valor da mensalidade: R$ 150,00 por mês por aluno. Justificativa: Este valor é acessível, mas ao mesmo tempo, ajuda a cobrir uma parte dos custos operacionais do projeto, garantindo sua continuidade,sem sobrecarregar financeiramente os participantes que podem pagar. Isso contribui para os custos do projeto, ajudando a financiar as atividades e garantindo que 50% dos alunos, em situação de vulnerabilidade social, possam ser beneficiados pelas bolsas sociais. Essa mensalidade mantém a proposta inclusiva e acessível, ao mesmo tempo que viabiliza o funcionamento sustentável do projeto.
a) Oficinas Artísticas Adaptadas: Teatro Terapêutico: Atividades adaptadas para estimular a expressão corporal, improvisação e construção de personagens. Foco na autoconsciência, autodescoberta e fortalecimento emocional. A metodologia será ajustada para diferentes tipos de deficiência, incluindo deficiência intelectual, física e sensorial. Dança Contemporânea/Expressiva: Aulas adaptadas de dança, com foco no movimento e na expressão corporal. Serão utilizados métodos de dança terapêutica para promover a consciência corporal e autoestima. Música e Musicoterapia: Aulas adaptadas de canto, instrumentos musicais e experimentação sonora. A música será utilizada como ferramenta de relaxamento, expressão e interação social para os alunos PCDs. Artes Visuais Terapêuticas: Oficinas adaptadas de pintura, escultura e desenho. Através de formas de expressão emocional, alunos com diferentes tipos de deficiência poderão explorar sua criatividade e desenvolvimento motor. b) Ações Culturais e Apresentações: Eventos culturais ao final de cada semestre, com apresentações públicas de teatro, dança e exposições de arte, com acessibilidade total: audiodescrição, legendas, materiais táteis e interpretação em LIBRAS. 1. Metodologia do Projeto Abordagem Interdisciplinar: O projeto integra as áreas de arte, educação e saúde mental, oferecendo atividades práticas de teatro, dança, música e artes visuais, aliadas a atendimentos psicológicos e ações terapêuticas. Inclusão e Acolhimento Terapêutico: A metodologia é estruturada para garantir o atendimento inclusivo, com práticas que respeitam as necessidades específicas de pessoas neurodivergentes (como TEA e TDAH) e em situação de vulnerabilidade social. Adaptação e Personalização: As oficinas e atendimentos são adaptados às características individuais dos participantes, com uma abordagem sensível às particularidades cognitivas, emocionais e sensoriais de cada um.Equipe Capacitada: Profissionais especializados em arte-educação, psicologia e mediação terapêutica estarão presentes para garantir a qualidade das atividades e dos atendimentos. 2. Infraestrutura e Acessibilidade Acessibilidade Física: O projeto será executado em um local acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, com adequação de ambientes e sinalização.Acessibilidade Comunicacional: Será oferecida linguagem simples e adaptada, com materiais didáticos acessíveis e apoio individualizado para quem necessitar de recursos de comunicação alternativos.Acessibilidade Sensorial e Neurodivergente: As oficinas serão ajustadas quanto ao ritmo e ao ambiente, utilizando materiais sensoriais e permitindo pausas para regulação emocional, com iluminação ajustável e fones abafadores, por exemplo.Espaços Adaptados: O ambiente de convivência será acolhedor e versátil, com mobiliário que atenda às necessidades de todos os participantes. 3. Atividades e Oficinas Oficinas de Teatro Terapêutico: Visam o desenvolvimento da expressão corporal, improvisação e a construção de personagens para autoconhecimento e fortalecimento emocional.Oficinas de Dança Contemporânea/Expressiva: Focadas na consciência corporal e autoestima, utilizando elementos de dança terapia e ritmos diversos.Oficinas de Música e Musicoterapia: Aulas de canto e instrumentos, com uso da música como ferramenta de relaxamento, expressão e interação social.Oficinas de Artes Visuais Terapêuticas: Trabalhos com pintura, escultura e desenho, que estimulam a expressão emocional e o desenvolvimento motor. 4. Eventos e Apresentações Exposições e Espetáculos: O projeto culmina em dois eventos culturais, com apresentações públicas de teatro, dança e exposições de arte, protagonizadas pelos alunos. Esses eventos serão acessíveis, com recursos como legendas, audiodescrição e materiais táteis.Espaços Alternativos: Os eventos serão realizados em espaços alternativos e descentralizados, buscando atingir públicos que tradicionalmente não têm acesso a esses tipos de manifestação cultural.
O Projeto Artípicus adota a acessibilidade como princípio transversal em todas as suas ações, garantindo inclusão plena para participantes com deficiência, neurodivergência e em situação de vulnerabilidade social. As estratégias incluem: Acessibilidade física e estrutural : Realização das oficinas em local acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Adequação dos ambientes com sinalização visual, tátil e sonora quando necessário.Espaços de convivência adaptados com mobiliário versátil e acolhedor. Acessibilidade comunicacional : Utilização de linguagem simples, inclusiva e adaptada nos materiais didáticos.Apoio individualizado para participantes com dificuldades de comunicação verbal. Acessibilidade sensorial e neurodivergente Adaptação do ritmo das oficinas às necessidades sensoriais dos alunos neurodivergentes (TEA, TDAH, etc.).Disponibilização de fones abafadores, materiais com diferentes texturas e iluminação ajustável em sala de aula.Espaço de regulação emocional, silencioso e acolhedor para pausas durante as atividades. Modalidade de Bolsas Sociais A modalidade de bolsas sociais será mantida, garantindo que 50% dos alunos PCDs recebam uma bolsa de R$200,00 mensais para ajudar com transporte, alimentação e materiais, e os outros 50% contribuirão com uma mensalidade de R$150,00 por mês. A seleção de alunos para as bolsas sociais será baseada em critérios de vulnerabilidade social, priorizando pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade econômica.
O Projeto Artípicus tem como compromisso central a democratização do acesso à cultura e às artes, com foco na inclusão de públicos historicamente marginalizados. As ações implementadas para garantir esse acesso são: Gratuidade e Bolsas Sociais Mais de 50% das vagas são destinadas a pessoas em vulnerabilidade social.Processo seletivo com critérios sociais claros, priorizando famílias de baixa renda, participantes neurodivergentes e moradores de territórios periféricos.Apoio com bolsa-alimentação, materiais e transporte para garantir permanência.Territorialização Públicos Prioritários Crianças, adolescentes e adultos neurodivergentes (TEA, TDAH, dislexia etc.).Mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência.Famílias com baixa escolarização ou com histórico de exclusão cultural. Acesso Ampliado à Produção Cultural Realização de eventos culturais abertos ao público com entrada franca.Exposições acessíveis e apresentações públicas em espaços alternativos e descentralizados.
Coordenador Geral - Guga Sabatiê Psicólogo, musicoterapeuta, educador e artista, Guga Sabatiê desenvolve um trabalho interdisciplinar que une saúde mental e expressão artística, com foco na inclusão, escuta e transformação social. Formado em Psicologia pela Universidade IBMR, Guga tem como principal abordagem a integração entre a arte e os saberes da psicologia, promovendo vivências terapêuticas e criativas. Como musicoterapeuta, atuou na conceituada Casa Verde, núcleo de saúde mental localizado no Rio de Janeiro, referência em atendimento psicossocial. Também trabalhou na clínica Affect, especializada em saúde mental de jovens, onde utilizou recursos artísticos como ferramentas de escuta, expressão e cuidado. Seu trabalho se destaca por articular a música, o teatro e o cuidado clínico em ambientes que promovem acolhimento e autonomia. Em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro, idealizou e coordenou o projeto Transformarte, que ofereceu oficinas de arte para mais de 180 famílias, reforçando seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e ao cuidado. Há um ano, Guga ministra aulas de teatro para jovens e adultos com Síndrome de Down na Universidade Estácio de Sá, dentro do projeto Reunir, da Sociedade de Síndrome de Down (SSD). Através desse trabalho, promove o desenvolvimento da autonomia, da criatividade e das relações interpessoais por meio do fazer teatral. Coordenador de Produção - Patricia Mahet Produtora Executiva e Diretora com mais de 20 anos de experiência na Indústria Audiovisual. Ao longo da minha trajetória, atuei por 10 anos na Rede Globo, participando de programas icônicos como Vídeo Show, Caldeirão com Huck e Domingão com Huck. No cinema, produzi cinco longas-metragens, incluindo Anjo Negro (2024), distribuído pela Europa Filmes, e A Noa - A Nova Onda Apocalipse (2023), que está na Amazon Prime e Apple TV. Coordenação Pedagógica - Márcia Cristina Mais de 20 anos de experiência em áreas como relações públicas, marketing, turismo, ouvidoria, liderança e coaching. Mestre em Gestão e Estratégia em Negócios pela Universidade Federal Rural do RJ e possui MBA em Gestão de Turismo, Hotelaria e Entretenimento pela FGV/EBAPE. Sua carreira inclui funções como professora universitária, coordenadora de cursos de pós-graduação e tutora de projetos socioeducativos, impactando positivamente mais de 5.000 pessoas. Além disso, Marcia tem experiência no Exército Brasileiro, onde foi oficial e liderou projetos de comunicação social, além de atuar em programas de excelência gerencial e iniciativas sociais para pessoas em vulnerabilidade. Ela também foi ouvidora geral e relações públicas no Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado do RJ, e tem experiência significativa na organização de eventos de grande porte, como congressos e seminários.
PROJETO ARQUIVADO.