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O projeto visa a produção de um EP de músicas performadas por Diana Bahia. Além disso, será realizada uma apresentação musical da cantora. Ambos os produtos se enquadram na categoria Música Regional Mineira.
APRESENTAÇÃO MUSICAL Classificação Indicativa Etária: Livre.
OBJETIVO GERAL Produzir e lançar o EP autoral Delicadeza, com músicas inéditas de compositores mineiros, e registrar em vídeo o show de lançamento, valorizando a diversidade cultural por meio de uma proposta musical experimental que une sons digitais, instrumentos acústicos e improvisação vocal, com ampla divulgação em plataformas digitais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS APRESENTAÇÃO MUSICAL -Realizar 01 apresentação musical regional (repertório autoral com forte influência da música popular mineira, em especial do movimento Clube da Esquina). A proposta traz uma fusão entre essas referências e elementos contemporâneos, reafirmando a identidade cultural do estado e valorizando sua diversidade musical), performada por Diana Bahia. O show terá cerca de 50 minutos e público de 100 pessoas. CD - Gravar um EP de músicas autorais de compositores mineiros e performadas pela cantora Diana Bahia. O compilado terá 05 faixas e será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais (Youtube, Spotify, Deezer, etc). Espera -se receber 1700 ouvintes nas diferentes plataformas.
A música brasileira é resultado de um encontro cultural entre matrizes africanas, indígenas e europeias. Ao longo dos séculos, essas influências se entrelaçaram e deram origem a uma expressão artística única, profunda e plural. Dentro desse panorama diverso e dinâmico, Minas Gerais se destaca como um território singular, onde tradição, inovação e sensibilidade se unem na construção de uma identidade musical autêntica. O Estado tem uma paisagem sonora marcada por suas montanhas, rios e cidades históricas. Essa geografia interiorana, distante do mar, moldou uma musicalidade introspectiva, poética e sensível, que se reflete tanto nas composições quanto na maneira mineira de interpretar o mundo. A musicalidade mineira, portanto, é mais do que estilo: é uma linguagem que comunica o sentimento de pertencimento e a profundidade da cultura local. Este projeto se insere nesse contexto ao propor uma obra autoral que homenageia e atualiza a tradição musical de Minas Gerais. A proposta apresenta composições inéditas que dialogam com elementos contemporâneos da MPB, do jazz e do pop, sem perder a conexão com as raízes afetivas e culturais do Estado. A ideia central é traduzir a mineiridade por meio de novas sonoridades, capazes de respeitar o passado e dialogar com o presente. A intérprete Diana Bahia, com mais de duas décadas de atuação na cena musical mineira, lidera este projeto como uma síntese de sua trajetória artística e afetiva. Sua voz e sensibilidade são o fio condutor de uma proposta que vai além da performance: é também uma celebração da memória coletiva e da força dos compositores regionais. Ao reunir canções de diferentes parceiros, ela constrói uma narrativa sonora que une gerações e perspectivas diversas. O projeto homenageia compositores como Cláudio Faria (in memoriam), Rodolfo Mendes, Cristiano Salazar e Alex Alano. Cada um desses nomes representa uma vertente importante da produção musical de Minas, contribuindo com obras de forte identidade e apelo emocional. Suas composições serão revisitadas com novos arranjos, que atualizam a estética sem romper com a essência original. escolha por esses artistas reforça o caráter autoral e regional da proposta. Ao mesmo tempo, evidencia o compromisso com a valorização da produção cultural mineira em sua pluralidade e profundidade. Trata-se de um gesto de reconhecimento e continuidade, que dá visibilidade a criadores muitas vezes invisibilizados pelo mercado tradicional. A proposta também se fundamenta na valorização da música regional mineira como um bem cultural simbólico e identitário. A sonoridade de Minas é marcada por elementos únicos, como o lirismo, a melodia melancólica e a fusão entre tradição popular e sofisticação harmônica. Esses elementos estão presentes de forma orgânica nos produtos artísticos gerados por este projeto. A influência do movimento Clube da Esquina é especialmente relevante neste trabalho. Nascido em Belo Horizonte nos anos 1960, o Clube representou uma revolução estética ao fundir a música popular com o erudito, o jazz e a canção regional. Artistas como Milton Nascimento, Lô Borges e Beto Guedes criaram uma linguagem musical singular, que expressa de maneira sensível e profunda a alma mineira. Essa estética reverbera na proposta atual, que assume a mineiridade como matéria-prima criativa. O projeto não busca apenas homenagear o passado, mas também dar continuidade a essa herança sonora, atualizando-a com os recursos e desafios do presente. As composições refletem essa fusão entre memória e invenção, entre o local e o universal. Além da riqueza artística, o projeto possui um forte apelo social e cultural. A produção do EP e a gravação do show em formato de DVD mobilizarão uma ampla rede de profissionais da música e da cultura. Isso gera oportunidades de trabalho e visibilidade em um contexto ainda delicado para o setor cultural brasileiro. Ao unir tradição e inovação, sons acústicos e digitais, e ao incorporar a improvisação vocal como elemento expressivo, o projeto propõe uma escuta mais sensível e poética. O álbum, intitulado Delicadeza, sintetiza esse espírito: propõe o cuidado, a empatia e a sutileza como respostas artísticas ao mundo contemporâneo. Trata-se de um convite à pausa e à contemplação por meio da música. A difusão do conteúdo por meio de plataformas digitais como Spotify, Deezer e YouTube amplia significativamente o alcance do projeto. A gravação do show e o registro audiovisual em alta qualidade garantem a perenidade da proposta como um produto cultural de excelência. Dessa forma, o projeto não apenas celebra a trajetória de Diana Bahia, mas também fortalece o patrimônio musical mineiro. A iniciativa contribui para a preservação, atualização e circulação da cultura sonora de Minas em âmbito local e nacional. Ao mesmo tempo, fortalece o papel da mulher artista no cenário musical e abre espaço para novos diálogos entre gerações. A proposta reafirma que a música de Minas continua viva, pulsante e indispensável ao entendimento da identidade brasileira. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3o da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O projeto se insere no campo da música regional: A proposta se fundamenta na valorização e na difusão da música regional mineira, reconhecida como uma das expressões culturais mais autênticas e representativas do Brasil. A musicalidade de Minas Gerais é marcada por uma sonoridade própria, nascida da geografia interiorana, da ausência do mar, da força simbólica do Jequitinhonha e do Velho Chico, e da poesia que emana das montanhas e das cidades históricas. Essa paisagem sonora molda um sentimento de pertencimento que é parte essencial da identidade mineira — sensível, introspectiva, plural e profundamente enraizada na cultura popular. O projeto apresentado tem como base essa mineiridade sonora, não apenas como inspiração, mas como matéria-prima artística. Os produtos gerados refletem diretamente essa identidade cultural, resultando em criações que traduzem o jeito mineiro de sentir, falar, tocar e cantar. São obras que carregam no ritmo, na harmonia e na escolha dos temas, traços inequívocos da tradição musical do Estado. A influência do movimento Clube da Esquina é central nesse processo. Nascido na década de 1960 em Belo Horizonte, o Clube representou uma síntese inovadora de diversas referências — do jazz ao erudito, do regional ao internacional — criando uma linguagem musical única, que carrega com sensibilidade a alma mineira. Artistas como Milton Nascimento, Lô Borges e Beto Guedes eternizaram essa estética sonora que, até hoje, reverbera na produção musical contemporânea e inspira as novas gerações de músicos mineiros. Assim, ao destacar e valorizar essa herança, o projeto não apenas contribui para a preservação da memória musical do Estado, mas também reafirma sua relevância e atualidade, promovendo a identidade mineira como elemento vivo, criativo e em permanente diálogo com o presente. Fonte: Governo de Minas Gerais. Música em Minas Gerais. Disponível em: https://www.mg.gov.br/pagina/musica
APRESENTAÇÃO MUSICAL E EP Faixas a serem cantadas. • ADEUS(Rodolfo Mendes-Claudio Faria-Marcos Martino) • DAMA-DA-NOITE(Rodolfo Mendes-Claudio Faria) • DANÇA DOS NEGROS(Cristiano Salazar) • DAR(Rodolfo Mendes-Alex Alano) • LEOA(Cristiano Salazar) Faixa bônus ( na Apresentação Musical): • TUDO É VOCE ("ALL THE GOOD THINGS")(Rodolfo Mendes- Paulinho Pedra Azul- Diana Bahia (English version)
PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Todas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei no 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público. As apresentações ocorrerão em áreas abertas, adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica.- Banheiros químicos acessíveis para PcD.- Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades e os profissionais da equipe que poderão auxiliá-las. Item na planilha: Custos de Divulgação. ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDO (APRESENTAÇÃO MUSICAL) Para PcD Visual:Audiodescrição do espetáculo acessada por QR code, garantindo que deficientes visuais possam entender as ações no palco.Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Auditiva:Intérprete de Libras presente em todas as sessões do show.Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Intelectual/ Autistas/ Congêneres:Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conformenecessário durante o show.Item na planilha: Custos de Divulgação. PRODUTO: EP AUTORAL (ONLINE)ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICONão se aplica, considerando que o projeto consiste na produção e distribuição digital de um EP, sem atividades presenciais abertas ao público. Ainda assim, todas as etapas presenciais internas da produção (como gravações em estúdio) seguirão as diretrizes da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e da norma NBR 9050, garantindo acesso e participação plena de profissionais com deficiência, caso necessário. ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDO (EP ONLINE)Para PcD Visual: As letras das músicas serão disponibilizadas em arquivos de texto acessível, compatíveis com leitores de tela (como NVDA ou JAWS), e em formato digital (.PDF ou .TXT) com estrutura simples e clara.Imagem de capa do EP com descrição textual alternativa (alt text) nos canais de divulgação. Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Auditiva: Todas as faixas do EP contarão com suas respectivas letras disponibilizadas em formato digital, possibilitando o acompanhamento do conteúdo por pessoas com deficiência auditiva. Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Intelectual/Autistas/Congêneres: As letras das canções serão adaptadas em formato com fonte ampliada e contraste adequado, priorizando clareza e legibilidade. Item na planilha: Custos de Divulgação. DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá:Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas comdeficiências intelectuais e congêneres.Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos. Item na planilha: Custos de Divulgação. INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃO A divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos. Item na planilha: Custos de Divulgação.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 46 da IN MINC no 23/2025. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 47 da IN MINC no 23/2025, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
Diana Bahia - Proponente e Coordenadora Geral Diana Bahia é cantora, intérprete e compositora com sólida formação acadêmica e artística. Graduada e pós-graduada em Ciências Biológicas pela UFMG, concluiu seu doutorado na Universidad de Barcelona. Paralelamente à carreira acadêmica, dedicou-se intensamente à música, estudando violão, canto e expressão corporal com renomados profissionais como Eládio Pérez-González e Meire Armendani (in memoriam). Integrou a Oficina de Improvisação Vocal da Fundação de Educação Artística (FEA), coordenada por Eduardo Guimarães Alvares, e participou do grupo Antes Arte do que Tarde, com apresentações na Sala Ceschiatti do Palácio das Artes. Em Barcelona, cursou canto, harmonia e arranjo vocal no Talleur de Músics, tendo como mestres Vicens Martín e Errol Woisk, e realizou o curso “O Tao da Voz” com Stephen Chun-Tao Cheng. Com mais de 20 anos de atuação, apresentou-se em importantes espaços culturais de Belo Horizonte e Barcelona, como o Jamboree Jazz Club, além de participar de festivais de música em Minas Gerais, onde foi premiada como melhor intérprete. Gravou jingles comerciais de grande alcance, como o da Casa Mineira, veiculado por mais de 15 anos nas rádios Alvorada e Guarani. Em sua trajetória, dividiu o palco com grandes músicos mineiros como Claudio Faria (in memoriam), Rodolfo Mendes, Adriano Campagnani, Beto Guedes, Flávio Venturini, entre outros, destacando-se por sua voz marcante e interpretação emotiva que conecta o público às raízes da música popular brasileira. A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico- financeira. Por ser funcionária pública, atuará de forma VOLUNTÁRIA. Juliana é gestora cultural com experiência na elaboração, coordenação, captação de recursos e produção de projetos culturais em Minas Gerais. Graduada em Engenharia Elétrica pela PUC-MG, especializou-se em Produção e Gestão Cultural no curso ministrado por Rômulo Avelar, no Cine Horto, baseado no livro O Avesso da Cena. Em 2008, fundou a empresa Mais Cultura, por meio da qual coordenou e executou diversas iniciativas, como o projeto "Libra", em parceria com a CUFA, e projetos ligados ao Estúdio Bemol para descoberta e promoção de novos talentos musicais. Entre suas realizações destacam-se a produção do CD "Segredos", da dupla sertaneja Valdeci e Valdeir, a coordenação da revista Ideia de Imagens com Dudude Herrmann, e a gestão do projeto “Tambor de Ideias”, com participação de Tizumba, realizado para a Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais. Ao longo dos anos, atuou com importantes nomes e instituições da cena cultural mineira, como Elza Cataldo, Fernando Pacheco, MUSICOOP e Ralfo Matos. Trabalhou ainda na produção de eventos como as “Quartas Culturais” na Faculdade Pitágoras, na publicação do livro Creme e Castigo, de Walter Navarro, e na peça teatral Açaí e Dedos, com apoio da Rede Globo Rio de Janeiro. Entre 2013 e 2018, participou de projetos diversos, como Mineiros na Copa, Arte & Grafite, Favelacult, Sambeiro, Festa Portuguesa e a Mostra Udigrudi Mundial de Animação, além de colaborar na criação do game cultural "Quiz Cultz", lançado nas plataformas digitais. Desde 2015, integra o projeto Cena Vestida, ao lado de Guto Muniz e Silma Dornas, reafirmando seu compromisso com a valorização da arte e da cultura por meio de ações integradas e inovadoras. Adriano Campagnani - Coordenação Musical e contrabaixo Adriano Campagnani é baixista, compositor, arranjador e diretor musical com quase 30 anos de carreira e formação em música. Estudou com mestres como Giovanni Mendes, Carlos Kater (UFMG) e Amauri Angelo, com quem aprofundou seus conhecimentos em harmonia funcional. Reconhecido pela versatilidade e excelência técnica, Adriano já participou de turnês e gravações com grandes nomes da música brasileira e internacional, como Toninho Horta, Flávio Venturini, Chico César, Beto Guedes (cuja banda integra há mais de duas décadas), além de artistas como Nguyen Lê, Cheyenne Elliott, Marku Ribas, Jesuton, Donavon Frankenreiter, Wilson Sideral, Juarez Moreira, Chico Amaral, Celso Adolfo, e bandas como Kid Abelha, Jota Quest e Sagrado Coração da Terra. Em carreira solo, apresentou-se em festivais de destaque, como o La Plata Jazz Festival (Argentina), e lançou três álbuns autorais: Adriano Campagnani I (2005), Galápagos (2011), com participações internacionais como Uriah Duffy (ex-Whitesnake), e Instrumental das Esquinas (2018), que contou com colaborações de ícones da música mineira como Lô Borges, Toninho Horta, Wilson Sideral e Flávio Venturini.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.