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PRONAC 252462Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Musicando pelo Pará com o Quinteto Caxangá

CAMILA CRISTINA RIBEIRO ALVES 93553005220
Solicitado
R$ 703,0 mil
Aprovado
R$ 703,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (4)
Belém ParáCanaã dos Carajás ParáMarabá ParáParauapebas Pará

Resumo

O presente projeto tem a intenção de realizar uma circulação artistica e educativa musical do Quinteto Caxangá. O projeto é composto por diversas atividades como apresentações musicais, oficinas e palestras. O grupo é oriundo da cidade de Belém e pretende divulgar o seu trabalho de música instrumental em cidades de outras regiões do estado do Pará. Todas as atividades do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuita.

Sinopse

O projeto Musicando pelo Pará com o Quinteto Caxangáé pretende ser uma circulação de atividades artísticas e arte educativas com foco na linguagem musical. O projeto vai percorrer cidades dos estados do Pará realizando palestras, oficinas de formação e aprimoramento de músicos e musicistas. Nas apresentações musicais o quinteto apresenta o repertório dos seus dois álbuns o Caxangando e Tranzamazônica, além de outras músicas de grandes compositores brasileiros. Todas as atividades do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuita e a classificação etária das atividades do projeto é livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - Relizar uma circulação musical e educativa musical do Quinteto Caxangá em cidades do Estado do Pará. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 04 (quatro) apresentações musicais do Quinteto Caxangá - Realizar 04 (quatro) oficinas de educação musical - Realizar 04 (quatro) palestras sobre produção musical

Justificativa

Muito se fala nos meios de comunicação de massa e redes sociais sobre a pujança e riqueza das manifestações artísticas do Estado do Pará. Entretanto, muitos dos territórios, regiões e municípios deste estado ainda há uma carência significativa de possibilidades e oportunidades de acesso e fruição de bens culturais em especial daqueles que não se enquadram ou fazem parte dos mercados e produtos de setores econômicos como o de entretenimento e também de comunicação e cultura de massa. Dito isso, certamente se pode dizer, evidentemente que ainda de maneira preliminar, que em grande medida o projeto aqui proposto já encontra motivos suficientes e gerais para sua legitimação e justificativa. Contudo, não seria razoável se apegar apenas a elementos genéricos e gerais do que diz respeito ao acesso e disponibilização de bens culturais no Estado do Pará. Diante deste contexto tão adverso o presente projeto não teria nem de longe condições de superar essas discrepâncias e adversidades. Porém, a sua concepção, aprovação e execução certamente se apresenta como uma oportunidade e uma possibilidade de levar a algumas localidades importantes do território paraense um conjunto de atividades em que boa parte das comunidades por onde este pretende percorrer raramente acessam ou até mesmo já acessaram alguma vez na vida. Isso porque o projeto pretende apresentar um conjunto de atividades que envolvem apresentações de música instrumental e atividades educativas musicais e que evidentemente são produtos e bens culturais, e que a partir das nossas experiências enquanto músicos, musicistas e grupo, ocorrem predominantemente em todo o país e sobretudo na Região Norte do Brasil se forem por meio de recursos e projetos provenientes de leis de incentivos a cultura, tal como a Lei 8.313/1991. Evidentemente que a elaboração e execução de um projeto fundamentado na Lei 8.313/1991 não é uma tarefa fácil, porém confiamos em todo um trabalho ao qual o grupo vem realizando ao longo de sua existência e que certamente reúne condições e qualidades importantes para a sua realização. Isso porque ao longo dos anos o Quinteto Caxangá, que é formado pelas musicistas Camila Alves (Violão de 7 Cordas) e Sara Moraes (Violino) e pelos músicos João Marcos Palheta (Clarinete), Igor Sampaio (Cavaco) e Tomaz Menezes (Pandeiro), em 2017 o grupo foi premiado no edital Pauta Livre da Fundação Cultural do Pará, e apresentou no teatro Margarida Schivasappa o show intitulado "Forró Brasil". Em 2021, como resultado de aprovação no edital emergencial da Lei Aldir Blanc promovido pela SECULT-PA (Secretaria de Estado de Cultura do Pará) o Quinteto lançou seu primeiro videoclipe, intitulado O Coco Ralado. O Coco Ralado é uma composição autoral de um dos integrantes do grupo, o clarinetista João Marcos Palheta. Também em 2021, o Quinteto Caxangá participou do Festival de Choro da Casa do Gilson, e ganhou o prêmio de melhor regional de choro, interpretando duas músicas de seus integrantes: O Coco Ralado, de João Marcos Palheta, e Um Banquinho, um clarinete e um violão, de Camila Alves. O Quinteto Caxangá já gravou e lançou em todas as plataformas digitais dois EP’s um em 2019 "Caxangando" e recentemente em 2025 lançou o "Tranzamazônica. Os repertórios destes álbuns reúnem um misto de ritmos brasileiros, com a predominância de composições de membros do próprio grupo como também de autores consagrados como Ronaldo Silva e Sebastião Tapajós. Tendo em vista do lançamento do nosso mais recente registro fonográfico que ainda permeia em nós uma grande felicidade e empolgação é que nos lançamos no desafio de elaborar este projeto a fim de apresentar e difundir em outras cidades de nosso estado o nosso trabalho musical que é predominantemente instrumental e também promover atividades educativas, formativas como oficinas e palestras. E como dito anteriormente projetos desta natureza raramente encontram apoio, incentivo e mesmo oportunidades de trabalho com autonomia artística e estética em setores e agentes mercadológicos de produção e distribuição de bens culturais de massa, a partir daí que a aprovação e realização deste projeto se faz justa e legitima. Além de que também tem a intenção de percorrer localidades em que o acesso a bens culturais é muito mais complicado do que a cidade onde vivemos. Entretanto, para que esse projeto se realize é de fundamental importância um apoio e um incentivo oriundo dos mecanismos e de legislações nacionais de fomento a cultura tal como a Lei 8.313/1991 e seus regulamentos mais específicos. Evidentemente que respeitando a todos os parâmetros e requisitos legais em especial os inerentes as legislações de incentivo à cultura como a Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 e o Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023. Nesse sentido o projeto fora elaborado atentando minuciosamente para o enquadramento em finalidades da legislação mencionada como por exemplo as que constam nos Incisos I, II, III, IV, VII e IX do Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 conforme a seguir in verbis: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Certamente essas finalidades serão cumpridas mediante o atendimento também de objetivos contidos na alínea "C", do Inciso II do Artigo 3º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 que nas suas devidas proporções a presente proposta se enquadra, a medida em que pretende fazer: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Diante destes elementos históricos, institucionais, artísticos e legais colocados não nos resta dúvida que a proposta é viável e interessante do ponto de vista local, regional e nacional em diversos aspectos como: o artístico, o social e o econômico. Na sua realização serão estabelecidas muitas boas conexões, sejam elas locais, globais, reais ou virtuais. Além de que surgirão excelentes oportunidades de trabalho, conhecimento, entretenimento, pois acima de tudo pretende ser um projeto de promoção e oportunidade de acesso a bens culturais que boa parte do público alvo certamente não tem. Contudo, para a realização deste projeto os incentivos culturais e fiscal são fundamentais e é nesse diapasão que confiamos e esperamos a sua aprovação e realização.

Estratégia de execução

Durante a execução do projeto haverão deslocamentos e possivelmente deslocamentos por meios rodoviários ou aéreos das equipes de produção, comunicação e artistas. Os nomes dos possíveis beneficários de passagens aéreas e terrestres ainda não estão definidos e diante disto ao longo da execução do projeto estes serão no tempo cabível informados.

Especificação técnica

O projeto consiste em circulação de atividades artísticas e arte educativas do Quinteto Caxangá por cidades do estado do Pará. Dentre as atividades do projeto estão a realização de palestras, oficinas e apresentações musicais. Em cada cidade que o projeto ocorrer será ministrada 01 (uma) oficina para pessoas maiores de 12 (doze) anos, sobre processos criativos em práticas de conjunto, a carga horária das oficinas é de 08 (oito) horas. As palestras terão carga horária de 04 (quatro) horas, nesta atividade serão debatidas questões da saúde de profissionais das artes e ocorrerão 01 (uma) em cada cidade que o projeto ocorrer. Quanto às apresentações musicais estas terão uma duração entre 50 (cinquenta) e 90 (noventa) minutos em cada cidade que o projeto ocorrer haverá 01 (uma) apresentação, o público previsto dessas apresentações está detalhado no plano de distribuição do projeto onde o acesso e a participação do público serão totalmente gratuitos inclusive nas demais atividades do projeto.

Acessibilidade

1. Apresentação Musical - Produto Principal1.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.1.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidos tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais.1.3 Itens na planilha orçamentária: Locação de estruturas metálicas, cadeiras, banheiros tipo PNE; Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, bombeiros civis.2. Palestras2.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.2.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante a realização das palestras.2.3 Itens na planilha orçamentária: Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, monitores.3. Oficinas2.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.2.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante a realização das oficinas.2.3 Itens na planilha orçamentária: Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, monitores.

Democratização do acesso

Conforme visto nos objetivos específicos, no plano de distribuição e na sinopse do projeto todas as atividades serão disponibilizadas à comunidade de maneira gratuita, além de garantir medidas de acessibilidade, segurança, conforto e sustentabilidade para todos. Entretanto, para além disso a fim de ampliar o acesso por meio das medidas de sua democratização conforme exige a - INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, em especial nos incisos IV e V do Artigo 47 que estabelece a: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; No que concerne a contrapartidas sociais todas as atividades do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuita

Ficha técnica

CAMILA CRISTINA ALVES – COORDENADORA GERALProprietária da empresa proponente. Bacharel em direito e técnica em violão, violonista, educadora musical e produtora cultural, foi professora substituta de violão clássico e popular no conservatório Carlos Gomes entre os aos de 2012 e 2014, foi professora de música entre os anos de 2012 - 2014 e oficineira de violão popular da Fundação Curro Velho e Casa da Linguagem entre os anos de 2014-2016 – advogada civil, consumerista, constitucional e administrativo, professora de violão da Fundação Carlos Gomes, projeto Música e Cidadania 2018, participou no projeto Música na Estrada, shows e oficina de violão brasileiro 2021. Produtora da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz entre os anos de 2021-2022. Violonista dos grupos Charme do Choro e Quinteto Caxangá. Será a diretora de produção do projeto. ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES – PRODUÇÃO EXECUTIVAEstudou Gestão Empresarial na Universidade da Amazônia, atuou em empresas de produção e execução de eventos entre os anos de 2007 a 2019 (Alvo Eventos e Servicos LTDA - CNPJ: 83.331.009/0001-02 -; Castrus Servicos de Produções e Locações LTDA - CNPJ: 09.382.697/0001-87; e W. Alves da Costa LTDA - CNPJ raiz: 13.689.408) CNPJ: 09.382.697/0001-87) desempenhando atividades de administração de recursos materiais, financeiros e humanos. no ano de 2020 fundou a empresa 40.116.009 ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES a fim de atuar no ramo de produção cultural e eventos. também foi servidora pública temporária nas áreas de tributação e assessoramento político nas prefeituras de Parauapebas e Curionópolis no Estado do Pará. Atou na coordenação do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a coordenadora geral do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a produtora executiva do projeto. JANAINA LOPES AMORIM - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Jornalista de formação, atualmente é doutoranda em comunicação pela Universidade Federal do Pará, foi por sete anos assessora de comunicação da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Governo do Estado do Maranhão realizando atividades como: elaboração de matérias, acompanhamento de entrevistas e de outras agendas, como de vistorias e entrega de obras, com cobertura para as redes sociais e para a imprensa, com textos e fotografias. Planejamento estratégico da comunicação. Atuou também como produtora de jornalismo na TV Difusora Sul em Imperatriz Maranhão. Em 2021 recebeu o I Lugar no Mulheres Cientistas da FAPEMA na categoria Dissertação de Mestrado, possui especialização em Assessoria de Comunicação Empresarial e Institucional pela Universidade Federal do Maranhão. Foi diretora de comunicação dos projetos Marabá Jazz 2º Edição – (PRONAC 221608) e do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a diretora de comunicação do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a diretora de comunicação Projeto. JOÃO MARCOS PALHETA DE SOUSA – DIRETOR MUSICALIniciou seus estudos musicais aos 11 anos de idade, em 2009, em Vigia de Nazaré¬, cidade de forte tradição musical, localizada no interior do estado do Pará. Em 2012 ingressou na Fundação Amazônica de Música (FAM), em Belém, onde iniciou seus estudos técnicos com o professor Claudionor Amaral, bem como aulas em módulos com o professor Jairo Wilkens. Formou-se no curso de Bacharelado em música - clarinete do Instituto Estadual Carlos Gomes, na classe do professor Joel Barbosa, além de cursar módulos na turma de composição e arranjo do Prof. Sérgio Molina, como ouvinte. Recentemente foi condecorado pela Câmara Municipal de Vigia, recebendo o “Mérito Musical Alcemir Pinheiro”. Participou de diversos Master Classes com os professores: Guy Yehuda (USA/ISR) Jorge Montilla (VEN), Michel Lethiec (FRA), David Carter (USA), André Kerver (HOL), Paulo Sergio Santos (BRA), Jonathan Cohler (USA), Felix Alonso (CUBA), Diego Grendene (BRA), Ricardo Alves (PORT), Nailor Azevedo (Proveta) (BRA), Ovanir Buosi (BRA), João Moreira (PORT) Luiz Afonso Montanha (BRA) e Edmilson Nery (BRA). Já atuou sob a regência dos maestros Miguel Campos Neto (BRA/USA), Silvio Viegas (BRA), Neil Thomson (UK), Tobias Volkmann (BRA/ALE), Volhardt (ALE) e Constantine Orbelian (USA), Cecília Aragon (COL), Roberto Tibiriçá (BRA). Em sua experiência orquestral, integra o naipe de clarinetes da Orquestra Jovem Vale Música (OJVM), onde atua até os dias atuais e, com esta, já se apresentou nas mais importantes salas de concerto da America Latina, como Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Sala São Paulo. Já integrou o naipe da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e Orquestra Mozarteum Brasileiro, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), entre outras. João Marcos já participou de diversos festivais internacionais, foi artista convidado do III Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém, onde fez a estreia nacional da obra “Pendão da Esperança”, no Festival Internacional de Inverno da UFSM-RS, fez a estreia mundial da obra “Ventos do Vale”, a qual foi dedica para João Marcos. Será o diretor musical do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.