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PRONAC 252480Autorizada a captação total dos recursosMecenato

GEORGE E O JAERDINEIRO

PANENKA REALIZACOES CULTURAIS E ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 329,9 mil
Aprovado
R$ 329,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-02
Término
2026-08-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Texto teatral onde a música aparece como suporte da narrativa. Não se trata de um musical. Menos ainda, um musical que conte a história do ex-Beatle George Harrison, embora a tangencie. Nosso George (em português) é um homem comum, um jardineiro, que teve infância e juventude marcadas pela luta por visibilidade e pelo amor de sua mãe, disputando a paixão fanática desta pelo músico britânico George Harrison. Fisicamente parecido com George Harrison, o nosso George cresce sem uma identidade clara, sempre à sombra do comportamento, da fama e do espaço que o guitarrista ocupa na vida de sua mãe e, consequentemente e de forma doentia, na sua própria. George é um personagem teatral, com estrutura psicológica carregada de espectros de diferentes emoções que, por constituírem a gama dos sentimentos humanos, vão ao encontro de um público amplo, porque se apresenta como um espelho dos conflitos existenciais. O conflito de George tangencia um debate bastante atual, em tempos de redes virtuais, que trata da influência, sobre os sujeitos, da ampla exposição a imagens e narrativas que, muitas vezes, mascaram e distorcem a percepção da realidade, afetando a noção de pertencimento e a autoestima, porque estimulam uma comparação constante entre os indivíduos, criando uma necessidade de validação externa, que resulta no afastamento dos sujeitos de si mesmos. No repertório, optamos exclusivamente por composições de George Harrison conhecidas do público, a maioria de sua carreira solo, e 4 compostas por ele como integrante do The Beatles. I Need You This Song Give Me Love All Those Years Ago Here Comes The Sun While My Guitar Gently Weeps Love Comes To Everyone Something My Sweet Lord Marwa Blues _ Instrumental Guitarra Love Comes for Everyone My Sweet Lord No papel solo, Gedivan de Albuquerque, ator, compositor, cantor e diretor com mais de 40 anos de carreira, que, com feições parecidas com a de George Harrison, empresta ao nosso drama leve uma divertida e despretensiosa verossimilhança.

Sinopse

George (pronúncia em português) é um jardineiro, um sujeito comum que, além de ter as feições parecidas, teve toda a sua vida atrelada, atropelada, invadida, apossada pela existência de George Harrison, em razão do fanatismo de sua mãe pelo artista, obstinação com a qual ela preenchia o vazio, a infelicidade e a falta de sentido de sua vida. Agora maduro, ele olha pra trás, revê a sua trajetória, que foi sempre orientada pelos movimentos e pelas músicas do guitarrista pop britânico, buscando encontrar o seu próprio eu; perdoar o desafeto de sua mãe; se libertar da sombra de George e aceitar a simplicidade e unicidade de sua existência. Sua aceitação de si, porém, não é totalmente dissociada do artista, já que ele só aceita sua condição de jardineiro após saber que também George Harrison terminou seus dias quase como um (jardineiro). Entre composições de George Harrison, George vai reavaliando e narrando sua própria história, mesclada de fatos que contextualizam o que acontecia no Brasil de seu tempo – e de sua mãe - e a trajetória do ex-Beatle George Harrison. Executadas pelo próprio ator-solo e por 5 músicos, as canções expressam os sentimentos do personagem, funcionando como elo e ancoragem para sua narrativa.

Objetivos

- Abordar, de forma diversa, o tema da rejeição, do autoconhecimento e da autoaceitação; - Contar uma história de superação, utilizando as composições de George Harrison; - Aproximar admiradores da obra de George Harrison da dramaturgia teatral; - Apresentar uma montagem que entretenha, emocione e provoque reflexão; - Fomentar trabalho e renda para uma gama de profissionais da arte;

Justificativa

A arte existe como forma de expressão das necessidades, crenças, desejos, sonhos e histórias da humanidade, e as representações artísticas oferecem elementos que facilitam a compreensão de nossa história, em cada período. A arte é o registro da existência e da visão de mundo de quem a produz, por isso, ela é dinâmica, viva e, sempre, única e, assim, pode representar e/ou criar identificação com diferentes sujeitos, dialogando com suas próprias experiências de fruição da vida, o que, por si só, já justificaria qualquer proposta de arte, já que sempre haverá um grupo de indivíduos abertos para desfrutá-la. Narrando sua própria história de alienação e desconhecimento de si, nosso personagem, George, estimula uma reflexão crítica sobre a nossa contemporaneidade. Em um tempo de influenciadores e seguidores, nosso projeto apresenta um personagem tipicamente teatral, que, como tal, carrega, e traz à luz, sentimentos, vicissitudes e contradições comuns a todos nós, seres humanos, funcionando como espelho de nós mesmos, mensageiros sobre uma sociedade, e um tempo. Nesse sentido, o projeto cumpre tarefas primordiais do Teatro, como: (i) servir como um espelho da cultura, refletindo valores, costumes e questões sociais de uma determinada época; (ii) um espaço de reflexão sobre temas fundamentais, incentivando a conscientização, a discussão e a crítica social, e (iii) um veículo de transformação social, na medida em que a conscientização que ele desperta, é capaz de promover a empatia e a compreensão entre diferentes grupos e, em última análise, contribuir para mudanças individuais e coletivas, portanto, sociais.

Acessibilidade

Considerando as características do projeto e o valor solicitado, bem como o fato de, no momento desta inscrição, o espaço para as apresentações ser ainda desconhecido, a produção se compromete com as seguintes ações de acessibilidade: i) Comunicacional: Participação, um dia por semana, de um profissional de Língua Brasileira de Sinais – Libras, contabilizando 8 sessões, do total de 32 apresentações. ii) Atitudinal: contratação de equipe para auxílio no deslocamento e acomodação de PcD;

Democratização do acesso

Será disponibilizada uma cota de ingresso (de acordo com a capacidade do teatro) para ações públicas de democratização dos bens culturais produzidos e formação de plateia, como o Programa Passaporte Cultural, por exemplo, da Secretaria de Estado de Cultura do RJ, entre outros. Apresentações gratuitas para estudantes seguidas de debate sobre o tema que permeia a peça e que pode ser articulado com a questão do uso das redes sociais hoje.

Ficha técnica

DRAMATURGIA – MÁRCIA SANTOS Cientista Política (UniRio). Mestra em Sociologia Política (IUPERJ/Candido Mendes). Bacharel em Artes Cênicas (UniRio). Autora do musical RÁDIO QUITANDA, espetáculo em homenagem aos 80 Anos do Palácio Quitandinha, em Petrópolis, hoje Centro Cultural Sesc Quitandinha, que acaba de receber o Prêmio Artes Cênicas 2024 da Academia Petropolitana de Letras. Autora do monólogo AS PESSOAS - Prêmio Sesc Artes Cênicas 2022. Autora de Joãosinho e Laíla – Prêmio Shell de Teatro 2023 (Melhor Ator). DIREÇÃO – ÉDIO NUNES Como Ator, Cantor, Bailarino, Coreógrafo e Diretor Teatral. Participou de mais de 130 montagens teatrais, ao longo de mais de 34 anos de carreira. Premiações e Indicações: 2024- Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator por Professor Samba 2024 – Indicado ao Prêmio APTR pela Direção de Movimento de Professor Samba CBTJ 2017 – Melhor Coreógrafo por O Choro de Pixinguinha CBTJ 2015 – Melhor Coreógrafo por Forró Miudinho CBTJ 2014 – Melhor Coreógrafo por Sambinha FESTART RJ 2014 – Melhor Direção por Satã, o Show de Madame ARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL – MÁRCIAH LUNA CABRAL Cantora, atriz, bailarina, Bacharel em Música Popular Brasileira ( Arranjo) pela UNIRIO, Licenciatura Plena em Música UCAM, com especialização em Arteterapia em Educação e Saúde e MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4 .0 PUCRS, teve os primeiros contatos a música na escola em Praga, na Tchecoslováquia, onde viveu parte da sua infância. Atuou em EVITA, no papel principal, no antigo Palace em Moema - SP. Fez Porgy and Bess, um musical, cantando as principais árias da ópera dos irmãos Gershwin. Cantou no Festival Internacional de Jaz z da Cidade do México. Foi convidada para cantar no Festival Internacional de Jazz da Cidade do México na Sala Silves tre Revueltas do Centro Cultural Ollin Yoliztli. ATOR – GEDIVAN DE ALBUQUERQUE Escreveu e dirigiu espetáculos ligados à área educativa no Museu Benjamin Constant desde 2007; participou de diversas montagens, dentre as quais Papa Highirte, de Oduvaldo Vianna Filho. Direção: Nelson Xavier; Chapetuba Futebol Clube, de Oduvaldo Vianna Filho. Direção: Roberto Bomtempo; Mattogrosso, de Gerald Thomas e Philip Glass. Direção: Gerald Thomas; O Arquiteto e o Imperador das Assíria, de Fernando Arrabal. Direção: Jorginho de Carvalho; Ladrão que rouba ladrão, de Dario Fo. Direção Giani Ratto; Vampíria, de Tacus. Direção: Carlos Gregório; Em Tv: Vários Casos Verdade e alguns especiais, além de participações em novelas da Globo. Programas na TVE, atual Canal Brasil. Participou integralmente de duas novelas de As Aventuras do Tio Maneco, de Flavio Migliaccio. TV BANDEIRANTES (Capitães da Areia, direção Walter Lima Jr.) MANCHETE (Novela Amazonia Parte II e alguns. De 2007 em diante - Tv Record (participação em diversas novelas. As mais recentes foram Amor sem Igual e Gênesis) Cinema (de 2012 em diante) O Incrível Caso de Flavia Cordeiro. Help, O Ventriloquista, O Tolo Acordou às três, Calma, Anne Frank, A Teia, Futebol, Meu Deus Meu Dedo. Etc... o mais recente O Homem e a Encruzilhada (como ator, compositor e cantor. ILUMINAÇÃO – FERNANDA MANTOVANI Sua última indicação a prêmio foi o Shell 2023 pelo espetáculo “Caim" de José Saramago, com Henry Pagnocceli. Foi indicada ao CEBETIJ pelo espetáculo O Príncipe Poeira e a flor da cor do coração, com direção de Saulo Sisnando; ao Shell de 2016 pelo projeto de luz de “Missa para Clarice”, com direção de Eduardo Wotzik. Em 2012 foi indicada ao PRÊMIO SHELL e ao PRÊMIO APTR por seu projeto de luz para o espetáculo “Breve Encontro”, também de Eduardo Wotzik. E em 2014 pelo prêmio Zilka Salaberry, foi indicada com a luz do espetáculo “A hora do Poço ou a boca do céu” em parceria com Tiago Mantovani e com direção de Fabiano Boechat. FIGURINOS – WANDERLEY GOMES Cenógrafo, Figurinista e Ator 2022 – Prêmio Shell de Melhor Figurinista por Vozes Negras 2022 - Prêmio APTR de Melhor Figurinista por Vozes Negras 2022 – Ator em Joãosinho e Laíla, no palel de Joãosinho Trinta 2020 – Prêmio Shell de Melhor Figurinos por Oboró – Masculinidades Negras. 2019 -Prêmio Obumtu de Melhor Figurinos por Oboró – Masculinidades Negras. 2016/2017 - Cenário/Figurinos de Mogli, O Musical. Texto e Direção Matheus Brito. 2016 – Indicado ao Prêmio Shell Rj pelos figurinos de Else de Arthur Schnitzler. CENOGRAFIA – DORIS ROLLEMBER Doutora em Teatro pelo PPGAC - UNIRIO, possui graduação em Arquitetura - UFRJ. É autora do livro As asas do inventor. Considerações a partir da obra de José Manuel Castanheira. Caleidoscópio Edição e artes gráficas, S.A. Lisboa, Portugal. A publicação foi lançada no Festival de Almada, Portugal em 2022. Curadora Adjunta da Representação Brasileira na Quadrienal de Praga 2015. Foi também a autora do projeto Expográfico da Representação Brasileira. Participou como artista convidada da Quadrienal de Praga 2011 com a cenografia Fábulas Dançadas de Leonardo da Vinci. A Mostra nacional ganhou o Triga de Ouro, prêmio máximo da Quadrienal de Praga. Foi expositora da Mostra World Stage Design 2013 em Cardiff com a maquete-objeto Grafismos a partir da obra cenográfica de mesmo nome. Recebeu o Prêmio Shell em 2019 por A última aventura é a morte. Também indicada para os Prêmios Cesgranrio, Botequim Cultural e APTR pela mesma cenografia. Ganhou o prêmio de Direção de Arte no CINEPE 2021 pelo longa metragem Lima Barreto ao terceiro dia. PREPARAÇÃO VOCAL – JORGE MAIA ATOR, CANTOR, FONOAUDIÓLOGO, MÚSICO, COMPOSITOR E PREPARADOR VOCAL. Atualmente faz parte do elenco do Musical A Cor Purpura com direção de Tadeu Aguiar. Personificou dois lendários compositores/sambistas, Geraldo Pereira no espetáculo Geraldo Pereira, um Escurinho Brasileiro, de Ricardo Hoffstetter e Mestre Candeia em É samba na veia, é Candeia, de Eduardo Rieche . Atuou nos musicais A Gaiola das Loucas com o personagem Jacob, Beijo no Asfalto Musical, dirigido por João Fonseca. Participou de diversos musicais como: o premiadíssimo O Homem de la Mancha, dirigido e adaptado por Miguel Falabella e Theatro Muzical Brazileiro II de Luiz Antônio Martinez Correa e Marshall Netherlands, Metralha e , Crioula, a dama do swing, de Stella Miranda, Gota D´agua, de Chico Buarque, Noel - Feitiço da Vila de Andrea Fernandez, South American Way, de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa, Otelo da Mangueira - adaptação de Gustavo Gasparani para o Otelo de Shakespeare. DESIGNER GRÁFICO – RÔMULO MEDEIROS Formado em artes cênica e designer gráfico, de 2010 a 2018 fez parte da equipe do Festival do Rio, como designer e diagramador do catálogo Rio Market (área de negócios do Festival). Há muitos anos faz a diagramação de projetos para a Migdal Filmes e outras produtoras de cinema. Nos últimos anos participou como designer de cartazes para alguns espetáculos teatrais. Hoje faz parte da equipe de arte da série Matches, criando mockups e designer para compor a estética da série. FOTOGRAFIA – CLÁUDIA RIBEIRO Tem formação em fotografia pelo Senac em 1986/1987. Cursou Photoshop pelo Senac 2008 Cursou fotografia de estúdio na Abaf (2003) Fotografou centenas de peças no RJ, incluindo da Cia dos Atores, Os Privilegiados, Intrépida Trupe, Cia 151, e muitas outras. Fez exposição de fotos de teatro infantil no Teatro do Jóquei, em 2004; Foi a fotógrafa do livro “A Teatralidade do Humano” de Ana Lucia Pardo. Suas fotos estão presentes no livro “A Dramaturgia de Luz” de Paulo Cesar Medeiros, "Na Cia dos Atores"(da Cia dos Atores) e vários outros livros de teatro. Participou da exposição Abujamra Presente, em São Paulo (2018). Tem mais de mil fotos publicadas em diversas mídias de divulgação de peças de teatro entre 1984/2023.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.