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Casa de Forró é um espetáculo teatral dançante de resgate a memória dos migrantes nordestinos que vieram em busca da felicidade num movimento de êxodo rural do norte/nordeste para o sudeste através da narrativa da saga de sertanejos que criaram casas de forró que foram importantes centros de sociabilidade, diversão e cultura, proporcionando aos migrante a possibilidade de relembrar, reviver e se reconhecer através da música e da dança. Com um elenco de atores muito talentoso e experientes, o espetáculo ainda conta a participação e direção musical do artista baiano Gereba.
Apresentações Teatrais: realização de duas temporadas, sendo a primeira em São Paulo/SP composta por 12 apresentações, sendo uma delas seguidas de bate papo com o público e uma outra acompanhada por um Intérprete em Libras e 01 temporada em Salvador/BA composta pela realização de 03 apresentações, sendo 01 delas seguidas de bate papo e participação de um Intérprete em Libras; Gratuidade de Ingresso: 50% dos ingressos de cada uma das 15 apresentações serão gratuitos, garantindo através de parcerias com Secretarias de Educação que estudantes do Ensino Médio e EJA tenham acesso a atividade cultural em diferentes camadas da população; Bate Papo: uma apresentação realizada em cada uma das cidades: Salvador e São Paulo serão seguidas de um bate papo entre o público presentes nas apresentações e a equipe do espetáculo a fim de possibilitar a criação de reflexões imediatas para o que os espectadores acabaram de vivenciar, estimulando um diálogo sobre a estética e signos teatrais, memória e história; Apresentações com Intérprete em Libras: Uma apresentação em cada uma das cidades será acompanhada por profissionais responsáveis por traduzir o espetáculo teatral apoiando a Lei no 10.436 reconhecida em 2002 como meio legal de comunicação e expressão no Brasil. Classificação Indicativa Etária: Indicado para a partir de 12 anos.
Objetivo GeralPermeado por muito forró, os artistas do espetáculo convidam o público através da encenação a reviverem momentos importantes, bem como experimentarem a dança e a música dos bailes do forró, espaços de encontro dos conterrâneos, que atuou como estratégia de territorialização da cidade de São Paulo para o migrante que estava vivenciando uma nova realidade social ocasionada pelas profundas mudanças, dificuldades de inserção econômica e superação de preconceitos, resultado da transferência de vida do nordeste para o sudeste.A encenação busca reviver a trajetória de homens e mulheres fundadores e frequentadores das casas de forró, que estavam muito distantes de suas terras natais e experienciavam no espaço um universo de estímulos sonoros, visuais e corporais e um território de saudade que criava um pequeno intervalo na dura rotina do cotidiano trabalhista e nas inúmeras carências do migrante nordestino. Os espaços culturais atuaram como processo mestiço de ressignificação da vida para os migrantes em adaptação ao novo ambiente urbano. Ao abordar esse recorte, propiciamos falar de muitas cidades e seus contrastes, mas principalmente, é falar de cidades que possuem recordações e memórias dos movimentos migratórios nordestinos. Assim, trazer a cena elementos que possam refletir os aspectos sociais, político, econômico e cultural, deste recorte é possibilitar diferentes olhares entre o abstrato e o concreto. Também é rastrear, observar, analisar, constatar e questionar a construção e emersão dos símbolos, dos diversos discursos e das subjetividades, as relações de poder, as tensões sociais, as delimitações objetivas e subjetivas das múltiplas experiências cotidianas de homens e mulheres que foram protagonistas tanto no palco como nos salãões de baile dos forrós.Ao fortalecer e valorizar a raízes culturais do migrante, possibilita-se elucidar circunstâncias de um Nordeste, que ainda hoje sofre com abordagens preconceituosas, piadas e ridicularizações praticados por pessoas que desconhecem a importância cultural, política e histórica dos migrantes.O resgate destas memórias, busca trazer à tona as vozes de muitos sertanejos que já não estão aqui para lutar por sua história, daí a importância da coletividade no suporte da memória, pois, as pesquisas para o projeto se sustentaram nas vozes das testemunhas que vivenciaram as experiências, frequentadores dos bailes e artistas. Objetivo específico • Gerenciar os agendamentos, produção de ações do projeto e iniciar a contratação dos profissionais que ainda não constam na Ficha Técnica (assistente de produção, técnicos de som e luz, designer gráfico, cenotécnicos, equipe de filmagem, fotógrafos e produtor local de BA);• Realizar as reservas de voos e hospedagens em Salvador/BA para os 12 integrantes da equipe, sendo: 06 atores, Gereba, 01 Técnico de Som, 01 Técnico de Luz, 02 cenotécnicos e 01 produtor; • Iniciar o contato com as Secretarias de Educação para organização da participação dos estudantes durante as temporadas;• Reuniões com a equipe criativa: cenógrafo, figurinista, aderecista, visagista e iluminador para alinhamento da estética do espetáculo para na sequência dar início ao trabalho de produção;• Confecção de Banner/Backdrop;• Confecção de 8.000 Programa em formato de libreto de Cordel;• Realização de ensaios e encontros com o núcleo artístico e artistas convidados para montagem das cenas; • Realizar encontros do núcleo artístico, artistas convidados e equipe criativa;• Contratação dos profissionais para os serviços de Assessoria de Imprensa tradicional e das mídias digitais para as cidades de São Paulo/SP e Salvador/BA;• Contratação de spots de rádio para as cidades de São Paulo/SP e Salvador/BA;• Contratação de espaços em jornal para as cidades de São Paulo/SP e Salvador/BA;• Realizar uma temporada de 12 apresentações na cidade de São Paulo, sendo que 50% dos ingressos serão gratuitos e destinados a parceria que será firmada junto a Secretaria de Educação, buscando possibilitar que estudantes do Ensino Médio e EJA participem da atividade; • Realização de 01 (uma) das sessões seguida de bate papo;• Realização de 01 (uma) das sessões com um Intérprete em Libras; • Gravação em vídeo do espetáculo;• Fotografar o espetáculo;• Realizar uma temporada de 03 apresentações na cidade de Salvador/ BA, sendo que 50% dos ingressos serão gratuitos e destinados a parceriao que será firmada junto a Secretaria de Educação, buscando possibilitar que estudantes do Ensino Médio e EJA participem da atividade; • Fotografar o espetáculo;• Realização de 01 (uma) das sessões seguida de bate papo;• Realização de 01 (uma) das sessões com um Intérprete em Libras; • Gerar empregos na área cultural, especificamente na área teatral. • Reunir junto ao Contador e a Assessoria de Imprensa documentos para finalizar a Prestação de Contas, que certifiquem a conclusão de todas as etapas do projeto.
A parceria com a Lei de Incentivo é fundamental por estar alinhada, se enquadrar e encontrar-se bem fundamentada em alguns incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, quando propõe a promoção e estímulo à regionalização da produção cultural e artística brasileira ao valorizar os recursos humanos e conteúdos locais ao abordar o tema da migração nordestina para o sudeste, possibilitando que se elimine a correlação feitas às figuras estereotipadas às figuras do "cangaceiro" ou do "cabra-macho", propiciando reflexões que evidenciam toda a multiplicidade e complexidade dos personagens reais que ergueram a cidade de São Paulo, assim como muitas outras cidades do país. O texto dramatúrgico busca ultrapassar uma visão superficial ao reconhecer a complexidade das questões migração nordestina, incorporando uma perspectiva que valoriza a voz e as experiências dos sertanejos possibilitando assim, um espaço de discussão e reflexão sobre a interseção entre identidade, cultura, história e memória dos migrantes. O espetáculo levará à cena o ajuntamento de uma comunidade migrante nordestina em torno da celebração e da saudade, repetindo os rituais festivos do Nordeste envolvendo a religiosidade cristã católica, as datas festivas, a música, a dança e a culinária, dessa forma, incindindo diretamente no artigo que trata do apoio, valorização e difusão de um conjunto das manifestações culturais.A dramaturgia ao apresentar a saga dos sertanejos, representa a experiência de vida de outros muitos migrantes, exaltando a corporeidade nordestina, a inserção artística, cultural e social, se entrelaçando com a realidade de imigrantes e outros corpos que habitavam um mesmo espaço, resultando na formação identitária encontrada atualmente nas grandes cidades, assim, também contempla um dos artigos da lei que aponta para a proteção de aspectos das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.O forró foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil e ao ser protagonista neste projeto com a representação da casa de forró que atuou como centro de acolhimento e assistência social e cultural, ressignificando a existência e criando os laços de pertencimento que garantiram a sobrevivência de muitos sertanejos desassistidos que chegaram à cidade em busca de uma vida melhor, se relacionando com o artigo que aponta para a preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.O ato teatral que transita entre o trágico e o cômico irá reproduzir aspectos do espaço de sociabilidade das casas de forró entendido como memória de um momento histórico quando a presença da mão-de-obra migrante nordestina foi fundamental para o processo de urbanização e industrialização da cidade de São Paulo a partir da década de 1940, valorizando a difusão de bens culturais de valor universal, assim como também aos formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.A disponibilização de 50% de ingressos gratuitos que serão encaminhados aos estudantes, resultado das futuras parcerias junto as Secretarias de Educação contribuirá para facilitar aos jovens estudantes os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O primeiro exodo migratório nordestino para o sudeste ocorreu a partir da década de 1930, trazendo os sertanejos para morarem, na maioria das vezes, em regiões periféricas das cidades, onde eram abrigadas fábricas, bairros de imigrantes, residências de operários, vilas e cortiços. Essas periferias existiam sob diferentes estruturas, não contempladas com o desenvolvimento moderno, não sendo assim, beneficiadas pela modernidade com opções de lazer, processos de urbanização e saneamento básico. Ainda hoje, os territórios periféricos abrigam uma grande quantidade de família descendentes destes nordestinos e a viabilização da produção, montagem e realização de duas temporadas de apresentações do espetáculo musical que apresenta aos que deconhecem a rica temática artística, cultural e histórica contribui para a formação de novos públicos que poderão se reconhecer na temática proposta no projeto.
Um site do núcleo teatral Grupo Permanente de Pesquisa será criado a fim de apresentar o processo de montagem e produção do espetáculo “Casa de Forró", assim como informações sobre o repertório do núcleo, página para contatos e outros processos de divulgação dos trabalhos artísticos. Acreditamos que o site poderá reunir as informações em um só lugar. Além disso, será possível publicar conteúdos úteis para mostrar todas a ações desenvolvidas. A centralização das informações pode solidificar a credibilidade do trabalho do núcleo.Com um site, fortaleceremos nossa comunidade e possibilitará a conexão com outras pessoas que possam e interessar pelos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo Permanente de Pesquisa, buscando um melhor engajamento, assim como a criação de um espaço que permita o compartilhamento de experiências com as obras do núcleo, opiniões e expansão da nossa rede de contatos junto ao projeto.Diferente de outras plataformas digitais, o site permitirá que personalizemos os elementos das páginas, como o esquema de cores e a tipografia, adequando o conteúdo ao nosso público-alvo, integrando-o, futuramente, com nossas mídias sociais. O design e a personalização do site também farão muita diferença no resultado através de cores que combinem e atraiam, layout limpo e intuitivo e imagens de alta qualidade que pode trazer maior confiabilidade ao trabalho do núcleo.Entendemos que atualmente, quando se precisa de alguma informação, ou se quer aprofundar uma pesquisa, a internet é a primeira opção. Com o avanço da tecnologia, ter um site é extremamente importante e garantirá maior visibilidade de nossas atividades. Também será possível receber feedbacks do público e, a partir dos comentários dos visitantes.
Insira detalhamento técnico de todos os produtos: paginação, duração, material, projeto pedagógico O espetáculo musical CASA DE FORRÓ com duração apox. de 90 minutos traz encenação estruturada em cenas que transitam entre o drama e a comédia apresentando aspectos da viagem dos nordestinos ao sudeste num período de alto índice migratório e ainda, após a chegada ao sudeste, as estratégias de sobrevivência, a diversidade cultural e os sonhos de prosperidade que acompanhavam os migrantes. O primeiro êxodo migratório nordestino para o sudeste ocorreu a partir da década de 1930, trazendo os sertanejos para morarem, na maioria das vezes, em regiões periféricas das cidades, onde eram abrigadas fábricas, bairros de imigrantes, residências de operários, vilas e cortiços. Essas periferias existiam sob diferentes estruturas, não eram contempladas com o desenvolvimento moderno, não sendo assim, beneficiadas pela modernidade com opções de lazer, processos de urbanização e saneamento básico. Assim a dramaturgia contextualiza esse recorte apresentando as proximidades do bairro Brás, periferia da cidade de São Paulo, onde se desenvolve parte da ação desde o final da década de 1960, passando pela década de 1970, até o final dos anos 80. Este bairro foi uma das áreas de grande concentração de nordestinos em São Paulo. Explica-se, tal fato, por representar o Brás historicamente, a primeira porta de entrada da cidade: lá que se encontrava a Estação do Norte (atualmente estação Roosevelt), bem como a antiga hospedaria do Imigrante - que a partir da década de 1930 passou a receber em maior número os migrantes nacionais. A fim de garantir que o público tenha uma participação ativa, a ambientação será produzida em um espaço diferente dos tradicionais palcos teatrais onde serão realizadas as duas temporadas. Nesse sentido, a escolha do espaço não convencional para uma apresentação teatral, propõe uma maior aproximação do público à poética da encenação, buscando um público coprodutor da narrativa, contribuindo para reflexões sobre questões sociais prementes através dos elementos ficcionais e reais e promovendo a ampliação do olhar sobre as diferentes realidades históricas que convivem numa mesma cidade. Portanto, esse é um trabalho que não deve correr o risco de engessamento ou cristalização. A ocupação do espaço será acompanhada por técnicos e especialistas responsáveis por garantir a segurança dos artistas, do público e do uso de equipamentos técnicos, coordenados por profissionais experientes na área de direção técnica e engenharia de segurança e atuarão também no atendimento a normas técnicas de segurança para a equipe e para o público. Para a ocupação de um espaço não convencional, cerne do projeto, serão dedicadas todas as precauções necessárias com envolvimento de equipes altamente qualificadas. Como já exposto, o projeto é precedido por uma fase investigativa em que foram realizados estudos para criação do texto e num período seguinte, quando foram incorporadas colaborações criativas resultado de experimentações com os atores e a direção musical e em que foram realizadas algumas experimentações cênicas focadas no espaço identificado como ideal e específico. Dentro do escopo apresentado neste projeto, estão previstos, ao longo de 6 meses: - período de ensaios: quando serão retomadas, repensadas e ressignificadas as experimentações. Além disso, novos elementos cênicos e dramatúrgicos poderão ser desenvolvidos, levando em consideração as ideias que são o ponto de partida da dramaturgia. O momento de produção, montagem e criação envolve de forma direta, indistinta, intensa e exclusiva o trabalho de toda a equipe artística, técnica e de produção, de forma horizontal e indissociável. Tudo ocorre ao mesmo tempo e no mesmo espaço, todas as funções estarão em diálogo sem que haja uma hierarquia que determine distâncias. A estreia e as temporadas de 15 apresentações ao público são partes fundamentais e conclusivas. Devido às adequações para os espaços, iremos trabalhar com uma lotação de até 250 espectadores por sessão, totalizando aproximadamente 3.750 espectadores. Concentraremos ações voltadas a transformar um espaço não-teatral em um lugar que abrigará um espetáculo com a presença de público. Portanto, dotar o espaço com as condições necessárias relativas aos aparatos técnicos. Já que a proposta artística possui grande potencial de atração do público, graças ao interesse gerado pela pesquisa do núcleo teatral Grupo Permanente de Pesquisa e do músico Gereba que atuam conjuntamente na propagação de aspectos da cultura popular, as ações de comunicação e divulgação, parte integrante do projeto, são entendidas como ações interligadas e conectadas às estratégias que potencializam o alcance do público que se reconheça e tenha interesse pela temática da memória, história, ressignificação de espaços e linguagens artísticas integradas. Desta forma, para que a divulgação do espetáculo alcance uma métrica adequada, a comunicação irá se desdobrar em diferentes etapas e estratégias, como: compartilhamento do processo e pesquisa, publicação de textos, making-off, fotos, depoimentos, registros de encontros e ensaios abertos, além de extratos de cenas do espetáculo.
O espetáculo é concebido para acontecer em espaços diversos nas cidades propostas neste projeto (São Paulo e Salvador) possibilitando ao público uma experiência sensorial durante os aproximadamente 90 minutos de duração do espetáculo. Diversos motivos, torna-se irrenunciável essa condição de também espaços não convencionais para a realização do trabalho, o primeiro é conjugar o desafio de ocupar outro espaço que não sejam os tradicionais espaços destinados as apresentações teatrais, que estão muito distantes da realidade socio cultural para o público ao qual o espetáculo se destina e a outra, está apoiada na proposta de amplitude, a fim de buscar outras dimensões artísticas. Para a realização das apresentações nestes espaços não convencionais serão tomadas medidas para dotarem os espaços com as condições de acessibilidade adequadas, bem como aparatos técnicos, de luz e som que garantam a qualidade das apresentações, bem como atenção as normas técnicas estabelecidas e alvarás de acordo com as normas vigentes, acessibilidade física para o acesso de pessoas com deficiência (PCD), sinalização e rotas de fuga, equipe de segurança. Uma sessão em cada uma das cidades, totalizando duas apresentações, terão a participação de um Intérprete de Libras. A encenação visa criar com o público um vínculo de reconhecimento de sua própria cultura se utilizando de elementos cenográficos, composições plásticas dos figurinos e elementos de cena, complementados com a imaginação ativa, para criar uma ambientação que busque provocar uma cumplicidade que transcenda o individual e alcance o coletivo.
O projeto do Grupo Permanente de Pesquisa prevê a realização de ensaios, montagem e produção do espetáculo musical que conta a estória de sertanejos que migraram para o sudeste do país e fundaram um centro de convivência de migrantes, alcançando projeção dentro da cidade, despertando, em meados da década de 1970, a curiosidade de outros segmentos sociais mais favorecidos, turistas e artistas, que faziam deste espaço território de contato com a cultura dos populares na cidade de São Paulo.O músico baiano Gereba juntamente com o elenco do espetáculo serão responsáveis pela parte musical e realizarão na cidade de São Paulo uma temporada de 12 (doze) apresentações e outras 03 (três) apresentações em Salvador (BA)."Casa de Forrró" será a 9ª (nona) produção do núcleo teatral Grupo Permanente de Pesquisa e a 4ª (quarta) em parceria com o músico Gereba em cena e/ou na direção musical. As montagens teatrais buscavam efetivar um projeto de formação de público em temáticas ligadas a cultura popular. Todas as 15 apresentações terão ingressos a preços populares e 50% dos ingressos gratuitos destinados as parcerias com a Secretarias de Educação, buscando possibilitar que estudantes do Ensino Médio e EJA participem da atividade.Uma sessão em cada uma das cidades, totalizando duas apresentações, acontecerão um bate papo com o público após as apresentações entre a equipe artística e o público visando refletir sensivelmente junto aos participantes aspectos da narrativa que apesar da ludicidade e poesia proposta na encenação é baseada em fatos, resultado das investigações do processo da pesquisa estética do núcleo.
FICHA TÉCNICA Texto e Direção: Telma DiasDireção Musical: GerebaCenografia: Telmo RochaMáscaras e Adereços: Uberê GuelêFigurino: Carla DomCriação de Luz: Alexandre ZulluVisagismo: Selma NascimentoPreparação Corporal: Thiago BritoPreparação Vocal: Sandro SabbasPreparação Percussiva: Daniel PuertoricoElenco:Alysson Salvador Arthur NascimentoGerebaLu VittiPablo MouraSilvia Ferreira William Amaral PRINCIPAIS CURRICULUNS TELMA DIAS - Dramaturga, diretora teatral e gestora cultural desenvolve sua trajetória profissional há mais de 40 anos em projetos na área das Artes Cênicas. Há alguns anos ministra aulas de teatro para crianças e atuou em diversos projetos. Desde 2001 é responsável pela direção, dramaturgia e produção de todos espetáculos que fazem parte da trajetória do núcleo teatral Grupo Permanente de Pesquisa: Show Musical “Vinte”; "Um Rap para Teodora”; Snegurochka, A Cidade e as Serras" - (Adaptação da obra de Eça de Queiroz); Mariazinha da Câmara Cascudo; Dom Quixote - (Adaptação da obra de Miguel de Cervantes); A Lenda do Quebra-Nozes; Sertão Sertões São e Sonho de uma Noite de Verão - (Adaptação da obra de William Shakespeare); além de produção direção e coreografia de grupos e Cias como: Cia Maria Bonita, Pessoa Produções, CPC UMES e Cia Articularte. Parceria de produção com a Caixa Cultural São Paulo com os espetáculos do Grupo dos Dez de Belo Horizonte: “Galanga, Chico Rei” e “Madame Satã” e do grupo Nois de Teatro FO – Ceará com "Todo Camburão tem um pouco de Navio Negreiro". É a criadora do projeto de formação para profissionais na Educação “A Cena na Sala” e atualmente, atua como Coordenadora de Teatro na EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística) da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. GEREBA BARRETO - O forrozeiro nasceu em Monte Santo, na Bahia e trocou o sertão baiano por São Paulo, mas levou suas raízes no coração, prova disso são seus trabalhos profissionais realizados no Brasil e no Exterior, sempre valorizando a cultura nordestina como a criação do grupo “Trovadores Urbanos” e “Serenata a Domicílio”.Entre 1996 e 2001, reuniu mais de 100 artistas novos de todo o Brasil, para dar oportunidade a novos talentos, que se apresentaram no Teatro Denoy de Oliveira, no Bexiga, em São Paulo, e resultou na gravação de seis CDs. Ainda em São Paulo, comemorou o centenário de Canudos e coordenou o projeto em comemoração aos 50 anos do Baião.No Carnaval de Salvador ele também inovou, lançando o Carnaforró, em 1986, introduzindo, no reinado de Momo, a cultura sertaneja e levando o rei do Baião, Luiz Gonzaga, a cantar em cima de um trio (TRIO CARNAFORRÓ) Com seu grupo Bendegó, lançou o primeiro disco solo foi Gereba – Bendegó (1973), depois Te Esperei (1985), após lançou cinco discos e tem suas composições gravadas por diversos artistas, seguindo com “Cantando com a Plateia” – Tom Zé e Gereba (1990), Gereba convida (1993) com a participação de 13 vozes femininas, dentre elas Cássia Eller, Ná Ozzetti, Vânia Bastos e Cida Moreira. dentre outros. Em teatro, foi diretor musical de três espetáculos do Grupo Permanente de Pesquisa: Sertão Sertões São, A Lenda do Quebra-Nozes e Dom Quixote. DANIEL PUERTORICO – Percussionista experiente, produtor cultural e capoeirista, cursou Música e Percussão Popular na ULM - Universidade Livre de Música Tom Jobim e Percussão Erudita na Fundação das Artes de São Caetano do Sul é Pós-graduado em Arte Educação. Foi Colaborador no Circuito de improvisação Livre de São Paulo, núcleo artístico com formações, intercâmbios com músicos europeus no CCSP para a fomentação da cena de improvisação livre na cidade, também na Escola Livre de Dança de Santo André como educador de ritmos brasileiros para as turmas de danças e atuou com Coordenador de Música da EMIA – Escola Municipal de Iniciação Artística da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e como artista educador atua na ONG Veteranos, Camp SBC e Quarteirão da Música. ALYSSON SALVADOR – Ator, músico e compositor, começou com o violão a sua história nas artes. Seu trabalho, sempre voltado à música popular brasileira, tem como influência desde a bossa de Tom Jobim ao baião de Luiz Gonzaga e ainda passeia por vários estilos musicais brasileiros, como samba, samba-rock, maracatu, congado mineiro. Desde 2011 vem tocando, atuando e assinando os arranjos em musicais de temática negra (Cia. Burlantins-MG, montagens do Dir. João das Neves, entre outros. Desde meados dos anos 2000 tem participado de atividades em espetáculos musicais e teatrais, algumas detalhadas a seguir. Formação: ● 2009-2012 Universidade Bituca de Música Popular Brasileira Curso: Música (Bacharelado) Canto com a Prof. Ana Taglianetti Violão com o mestre Gilvan de Oliveira Arranjo e composição com o mestre Ian Guest ● 2006-2017 Universidade Uni-BH Curso: Publicidade e Propaganda. LU VITTI - Atriz com 30 anos de experiência em espetáculos teatrais e musicais (adulto e infantil), apresentando-se no circuito SESC de São Paulo (capital e interior), Teatro Pedro II (Ribeirão Preto), Teatro Oficina de São Paulo, entre outros. Atuou em diversas mídias, incluindo minissérie de televisão, vídeos no YouTube e Shows musicais. Trabalhou com renomados diretores do teatro brasileiro como José Celso Martinez Corrêa, Roberto Vignati, Hélio Cícero, Mário Bortoloto e Marcos Loureiro e foi protagonista do musical infantil Mariazinha Da Câmara Cascudo, do folclorista Luís Câmara Cascudo, com o Grupo Permanente de Pesquisa em temporadas no SESC Pinheiros, no Teatro Ressurreição e no Teatro Paulo Eiró. Como cantora realizou sua primeira Turnê na Europa, em dois festivais: em Viena e Amsterdam, participou no Brazilian Day, em Estocolmo Suécia.
PROJETO ARQUIVADO.