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PRONAC 252524Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PROJETO DE CIRCULAÇÃO NACIONAL - MORTES ARDENTES, PAIXÕES ENTERRADAS

ADELVANE NEIA DE LIMA
Solicitado
R$ 498,4 mil
Aprovado
R$ 498,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Jacarezinho
Início
2025-05-17
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Jacarezinho Paraná

Resumo

O projeto tem como objetivo realizar a circulação nacional do espetáculo Mortes Ardentes, Paixões Enterradas, uma tragicomédia de palhaçaria protagonizada por Adelvane Néia e Silvia Leblon, sob a direção e dramaturgia de Rhena de Faria. A peça conta a história de duas palhaças veteranas que se veem diante da morte e da necessidade de reencontro com a vida por meio da arte. O espetáculo trata de temas como a amizade, a ressurreição simbólica pela arte, o envelhecimento, a loucura e a morte, utilizando o humor e a emoção como ferramentas de reflexão. A circulação contemplará 25 apresentações e 5 ações formativas (oficinas e debates) nas capitais Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Com 60 minutos de duração, o espetáculo já passou por cidades do Paraná e festivais nacionais e internacionais. O projeto visa ampliar o acesso ao teatro, democratizar a palhaçaria feminina e fortalecer os vínculos entre artistas e públicos diversos.

Sinopse

Espetáculo Teatral – Mortes Ardentes, Paixões Enterradas Tipo: Peça teatral (tragicomédia de palhaçaria) Assunto: Amizade, morte, velhice, arte, loucura e ressurreição simbólica Classificação indicativa: 10 anos Sinopse:Mortes Ardentes, Paixões Enterradas é um espetáculo cômico-dramático que aborda temas profundos da vida através da linguagem da palhaçaria feminina. Em uma apresentação fatídica, a palhaça Spirulina simula sua morte de forma tão convincente que a própria Morte vem buscá-la. Sua parceira Margarida precisa então desenterrá-la para retomar o espetáculo. No entanto, ambas têm versões conflitantes sobre o que realmente aconteceu. A peça é uma homenagem à amizade, ao reencontro e à capacidade da arte de restaurar o sentido da vida. Protagonizado por Adelvane Néia e Silvia Leblon, com direção de Rhena de Faria, o espetáculo é sensível, engraçado e poético. Oficina – Comicidade Feminina e a Poética da Palhaçaria Tipo: Oficina presencial de formação artística Assunto: Iniciação à linguagem da palhaçaria com ênfase na comicidade feminina Classificação indicativa: 16 anos Resumo: Oficina voltada a jovens e adultos interessados na arte do palhaço, com enfoque nas práticas criativas da palhaçaria feminina. A atividade propõe jogos cênicos, escuta corporal, improvisação, uso do nariz vermelho e criação de cenas. Conduzida por artistas com mais de 30 anos de experiência, a oficina proporciona um mergulho na construção de personagens cômicas a partir da singularidade de cada participante. Roda de Conversa – Entre Mortes e Riso: Memórias de Atrizes Palhaças Tipo: Roda de conversa com mediação Assunto: Reflexões sobre a trajetória de mulheres na palhaçaria e no teatro brasileiro Classificação indicativa: Livre Resumo: Espaço de diálogo entre artistas e público sobre os bastidores do espetáculo, os desafios enfrentados pelas mulheres palhaças ao longo de suas carreiras e a importância do riso como ferramenta de resistência e cuidado. A conversa inclui relatos biográficos, trocas de experiências e reflexões críticas sobre envelhecimento, arte e permanência na cena. Material de Apoio Pedagógico – Palhaçaria e Ressignificação do Trágico Tipo: Caderno digital (PDF) Assunto: Teatro, palhaçaria, envelhecimento, práticas educativas e memória cênica Classificação indicativa: Livre Resumo: Material complementar distribuído gratuitamente ao público participante das ações formativas, contendo textos introdutórios sobre a palhaçaria feminina, processos criativos do espetáculo, imagens e sugestões pedagógicas para educadores e artistas. O caderno também traz reflexões sobre como o riso pode ressignificar a dor e transformar o trágico em poesia. Minidocumentário – Mortes Ardentes em Circulação Tipo: Produto audiovisual (documentário de curta duração) Assunto: Circulação do espetáculo, bastidores, depoimentos, impactos territoriais Classificação indicativa: Livre Resumo: Registro audiovisual da circulação do espetáculo nas cinco capitais brasileiras, reunindo cenas de apresentações, bastidores, oficinas, entrevistas com público e equipe. O documentário mostra o processo de encontro entre o espetáculo e os territórios visitados, com ênfase na escuta sensível e nos impactos afetivos e culturais da proposta. O vídeo será disponibilizado online gratuitamente. Debate – Teatro, Morte e Envelhecimento: Linguagens da Resistência Tipo: Atividade reflexiva pós-espetáculo (com mediação) Assunto: Temas abordados na obra sob a perspectiva sociocultural e artística Classificação indicativa: 14 anos Resumo: Após uma das sessões do espetáculo, o debate promove a escuta ativa do público e a mediação de reflexões sobre a velhice, a morte e a presença do corpo maduro em cena. Participam artistas do elenco e convidados locais, como pesquisadores, ativistas culturais, profissionais da saúde ou educação. O objetivo é abrir espaço para troca de percepções e construção coletiva de sentidos.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a circulação nacional do espetáculo Mortes Ardentes, Paixões Enterradas, ampliando o acesso do público ao teatro de palhaçaria, fortalecendo a presença da comicidade feminina nos palcos e estimulando a reflexão sobre temas como envelhecimento, amizade, arte e finitude, por meio de apresentações e ações formativas em diferentes capitais brasileiras. Objetivos Específicos Realizar 25 apresentações do espetáculo em cinco capitais brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Oferecer 5 ações formativas (oficinas, rodas de conversa ou debates), promovendo o intercâmbio entre artistas e público local. Ampliar o acesso ao teatro em espaços públicos e culturais, fomentando a descentralização da produção artística. Valorizar e difundir a palhaçaria feminina, evidenciando o protagonismo de artistas mulheres com mais de 30 anos de trajetória. Estimular a formação de plateia para a linguagem do clown, principalmente em territórios onde o acesso à palhaçaria é reduzido. Abordar temas sensíveis como morte, velhice, amizade e saúde mental a partir de uma perspectiva poética e bem-humorada. Fortalecer a trajetória da Cia Humatriz Teatro, incentivando sua circulação fora do eixo regional do Paraná. Gerar registro audiovisual e fotográfico da circulação, contribuindo para a memória e divulgação do espetáculo. Estabelecer parcerias com instituições culturais e educativas locais para potencializar o impacto pedagógico e social do projeto. Avaliar os resultados da circulação por meio de instrumentos de escuta e retorno do público, como formulários, debates e registros críticos.

Justificativa

O projeto Mortes Ardentes, Paixões Enterradas propõe a circulação nacional de um espetáculo de palhaçaria protagonizado por duas das mais relevantes artistas da comicidade feminina no Brasil: Adelvane Néia e Silvia Leblon, com direção e dramaturgia de Rhena de Faria. Com mais de três décadas de trajetória cada uma, essas criadoras desenvolvem, neste espetáculo, uma abordagem inovadora sobre temas profundos e universais como envelhecimento, amizade, loucura, morte e renascimento simbólico pela arte, por meio de uma estética cômica sensível, acessível e profundamente humana. A montagem propõe uma tragicomédia envolvente, que aposta na força do riso como veículo de reflexão e afeto. Trata-se de uma iniciativa que se enquadra nos termos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 (Lei Federal de Incentivo à Cultura), que estabelece como fundamento o apoio a projetos que estimulem e valorizem as manifestações culturais e artísticas nas áreas de artes cênicas, visuais, música, literatura, patrimônio cultural e demais expressões da cultura nacional. O presente projeto se insere diretamente na área das artes cênicas, mais especificamente no campo do teatro e da palhaçaria, com recorte voltado à valorização da produção artística feminina, da trajetória de artistas maduras, e da circulação nacional como ferramenta de ampliação de acesso à cultura. Para sua execução, propõe-se a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), por meio da qual empresas poderão aportar recursos com abatimento fiscal, contribuindo de forma direta com o desenvolvimento da cultura brasileira. A utilização desse mecanismo se justifica plenamente diante do perfil do projeto: uma obra original, com relevante histórico artístico e social, concebida fora do eixo hegemônico (nasceu em Jacarezinho/PR), com objetivo de democratizar o acesso à produção teatral de qualidade e promover a formação de plateia por meio de ações formativas e reflexivas. A proposta prevê a realização de 25 apresentações em cinco capitais brasileiras (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador), além de cinco ações formativas (oficinas, rodas de conversa e debates), voltadas à formação de público, ao intercâmbio cultural e à reflexão crítica sobre temas ligados à arte, gênero e envelhecimento. As ações formativas fortalecerão o vínculo com cada território visitado, ampliando o impacto do espetáculo e estimulando o envolvimento comunitário. O projeto também contempla diversos objetivos culturais previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, com destaque para os seguintes incisos: Inciso I _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: o espetáculo valoriza a palhaçaria feminina como bem simbólico e propõe reflexão poética sobre temas como morte, amizade e velhice, preservando e difundindo um saber artístico transmitido entre gerações;Inciso II _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela dinâmica do processo civilizatório nacional: o projeto valoriza o protagonismo feminino, a cultura das palhaças brasileiras e as vozes de artistas veteranas, reconhecendo a diversidade etária e de gênero na produção cultural;Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: o projeto dá visibilidade a criadoras de diferentes regiões do país, promovendo uma circulação nacional que rompe barreiras geográficas e simbólicas;Inciso IV _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: a palhaçaria é uma expressão do patrimônio cultural imaterial, e este espetáculo atua como meio de preservação e reinvenção desse saber;Inciso VII _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: o projeto nasceu no interior do Paraná, com artistas locais e nacionais, e circulará por diferentes regiões do país, promovendo trocas inter-regionais e valorizando a descentralização da cultura;Inciso X _ Estimular a criação, a difusão e a fruição dos bens culturais: por meio das apresentações públicas e ações formativas, o projeto promove o acesso, o envolvimento crítico e o diálogo direto com a comunidade.Além de atender diretamente aos objetivos legais, o projeto se diferencia por valorizar a maturidade artística, o que ainda é raro nos palcos brasileiros. A montagem reúne artistas com mais de 30 anos de experiência, trazendo à cena o corpo maduro como território criativo e potente, em contraponto à invisibilização social frequentemente imposta às mulheres idosas. A palhaçaria aqui assume função poética e política: rir da morte é, também, resistir à exclusão simbólica. O espetáculo já passou por diversos festivais e circuitos culturais importantes, como o FENATA, IX EIMPA, Aldeia SESC, EnCena (PR), e eventos internacionais como o Encontro Internacional de Palhaços de Vila do Conde e a mostra Gargalhadas na Lua (Lisboa/PT), o que demonstra sua capacidade de comunicação universal e excelência artística. A proposta inclui, ainda, ações de documentação, divulgação e memória, com cobertura fotográfica, audiovisual e produção de materiais para redes sociais e plataformas digitais. Serão realizados registros das apresentações e atividades formativas, além de sistematização de depoimentos e retorno do público, fortalecendo o impacto e a perenidade do projeto. Em termos logísticos, o espetáculo tem cenografia adaptável, iluminação técnica precisa e figurinos leves, sendo adequado a diferentes formatos de palco (italiano ou semi-arena) e de infraestrutura cultural. A equipe de produção é experiente, já tendo realizado temporadas e circulações em diferentes regiões do Brasil e do exterior, o que assegura a viabilidade do cronograma e a qualidade da execução. Por fim, a execução deste projeto por meio da Lei nº 8.313/91 reafirma o papel da cultura como instrumento de transformação social, inclusão, diálogo, memória e sensibilização. Trata-se de uma obra que transcende o entretenimento e convida o público a rir, pensar e se reconhecer na arte do outro. O incentivo fiscal, nesse contexto, torna-se uma ponte fundamental entre a produção cultural independente e o acesso democrático da sociedade aos bens culturais. Assim, Mortes Ardentes, Paixões Enterradas se apresenta como uma ação relevante, necessária e profundamente alinhada às diretrizes da Política Nacional de Cultura, promovendo circulação, formação, diversidade, memória e transformação por meio do teatro e da palhaçaria

Estratégia de execução

O projeto Mortes Ardentes, Paixões Enterradas reúne um conjunto de atributos que reforçam sua relevância artística, social e simbólica, muitos dos quais se tornam ainda mais significativos diante do atual contexto cultural brasileiro. Um dos grandes diferenciais da proposta é a presença em cena de duas artistas mulheres com mais de 30 anos de trajetória cada uma, reafirmando a potência criativa da maturidade artística feminina em um campo ainda marcado pela juventude como valor predominante. Trata-se de um gesto político e poético que promove representatividade etária e de gênero nos palcos, com profundidade cênica e rigor estético. Além disso, o espetáculo foi concebido e estreado no interior do Paraná, e agora propõe um movimento inverso ao habitual: do interior para os grandes centros, valorizando a produção artística descentralizada e ampliando as possibilidades de circulação de obras criadas fora do eixo Rio-São Paulo. A proposta reforça a importância da interiorização da cultura e da redistribuição dos investimentos no setor artístico, promovendo intercâmbio e reconhecimento de diferentes territórios culturais do país. Outro aspecto relevante é o diálogo entre gerações e territórios proporcionado pelas ações formativas, que não apenas formam plateias, mas estimulam a escuta, a troca e a mobilização de afetos. A articulação com redes comunitárias, coletivos culturais e instituições públicas amplia o alcance do projeto, promovendo o direito à cultura como um bem comum. Por fim, a proposta se compromete com ações robustas de acessibilidade e democratização, com sessões acessíveis em Libras e audiodescrição, materiais digitais inclusivos e parcerias com instituições voltadas a pessoas com deficiência, reafirmando seu compromisso com a inclusão e a diversidade como valores estruturantes do fazer cultural. PLANO DE COMUNICAÇÃO Criação de identidade visual do projeto Desenvolvimento de logotipo e padrões gráficos específicos da circulação 2026; Aplicação nos materiais impressos, digitais, vídeos e sinalização. Assessoria de imprensa Elaboração de press-releases por cidade; Envio para rádios, TVs, jornais, revistas, portais culturais e blogs locais; Mediação de entrevistas com as artistas e equipe criativa. Gestão de redes sociais Criação de cronograma semanal de publicações no Instagram, Facebook e YouTube; Postagens com bastidores, trechos do espetáculo, depoimentos do público e curiosidades; Conteúdo com linguagem acessível e inclusiva (legendas, Libras e descrição de imagens). Parcerias com comunicadores populares e coletivos de mídia local Apoio de rádios comunitárias, mídias periféricas e grupos culturais para divulgação em território; Envio de materiais personalizados para cada cidade, com releases, cards e chamadas de vídeo. Campanhas geolocalizadas Impulsionamento pago de publicações em redes sociais por cidade, segmentado por perfis culturais, faixa etária e localização; Anúncios com chamada para as apresentações e oficinas gratuitas. Material gráfico e impresso Criação de cartazes, folders e faixas com identidade visual padronizada; Distribuição em equipamentos públicos, escolas, bibliotecas, CRAS, ONGs e centros culturais. Criação e manutenção de site oficial Página com informações completas sobre o projeto, agenda, equipe, acessibilidade e materiais de imprensa; Versão acessível (compatível com leitores de tela, navegação simplificada, Libras e audiodescrição de imagens). Produção audiovisual Vídeos de chamadas, registros das apresentações, clipes com depoimentos do público; Minidocumentário final sobre o processo de circulação e seus impactos. Registro fotográfico profissional Captura de imagens em todas as cidades, com foco em cenas do espetáculo, atividades formativas, bastidores e público presente; Seleção de fotos para relatórios, divulgação e acervo da companhia. Relatórios de retorno institucional Apresentação de clippings, dados de engajamento, registros e visibilidade em mídia; Entregas exclusivas para patrocinadores com plano de branding, fotos, menções e alcance estimado. EQUIPE ENVOLVIDA Coordenadora de Comunicação: responsável pelo plano geral, estratégia e validação dos materiais; Social Media: criação de conteúdo e gestão das redes sociais; Designer gráfico: desenvolvimento de identidade visual, arte final dos materiais; Videomaker e fotógrafo: produção audiovisual e fotográfica; Assessora de imprensa: relacionamento com a mídia e clipping; Produtores locais (por cidade): apoio à distribuição dos materiais e mobilização territorial; Tradutores e acessibilitadores: produção de versões em Libras, legendas e audiodescrição. INDICADORES DE DESEMPENHO Número de seguidores, curtidas, comentários e compartilhamentos nas redes sociais; Alcance estimado das campanhas geolocalizadas; Quantidade de matérias e inserções na imprensa; Volume de materiais impressos distribuídos por cidade; Acessos e tempo médio de navegação no site oficial; Participação do público nas ações formativas; Retorno qualitativo: depoimentos, enquetes e formulários de percepção do público.

Especificação técnica

Espetáculo Teatral – Mortes Ardentes, Paixões Enterradas - Duração: 60 minutos - Formato: Tragicomédia teatral em palco italiano ou semi-arena - Classificação indicativa: 10 anos - Elenco: 2 atrizes (Adelvane Néia e Silvia Leblon) - Técnicos: Operador de luz, operador de som, contrarregragem - Material cênico: cenário desmontável, figurinos, elementos cômicos e adereços - Iluminação: projetada para ambientes com estrutura técnica básica - Som: trilha original operada via computador e mesa de som - Necessidades técnicas: 10x8m de palco, 4 horas de montagem, 2 horas de desmontagem Oficina – Comicidade Feminina e a Poética da Palhaçaria - Duração: 3 horas (em único dia) - Participantes: até 25 pessoas por turma - Espaço: sala ampla, com cadeiras, espelhos ou tatame (opcional) - Materiais: aparelho de som, quadro ou flipchart, impressos de apoio - Projeto pedagógico: jogos cênicos, dinâmicas corporais, improvisações, construção de linguagem cômica e escuta coletiva. Metodologia baseada em pedagogias do riso, comicidade decolonial e protagonismo criativo. Roda de Conversa – Entre Mortes e Riso: Memórias de Atrizes Palhaças - Duração: 90 minutos - Formato: bate-papo com mediação + perguntas do público - Participantes: atrizes do espetáculo e convidados locais - Equipamentos: microfone sem fio, cadeiras, água, espaço silencioso e acessível - Material de apoio: banner com identidade visual, bloco de anotações, gravação em áudio (opcional) Material de Apoio Pedagógico – Palhaçaria e Ressignificação do Trágico - Formato: caderno digital (PDF) acessível - Paginação: 20 a 30 páginas - Conteúdo: textos reflexivos, imagens, propostas pedagógicas, referências bibliográficas - Design: diagramado com acessibilidade para leitores de tela, fonte ampliada, linguagem simples - Circulação: via e-mail, QR Code nos eventos, redes sociais e site oficial Minidocumentário – Mortes Ardentes em Circulação - Duração: 8 a 10 minutos - Formato: vídeo digital HD (formato mp4) - Conteúdo: registros de apresentações, oficinas, bastidores e depoimentos - Captação: câmera profissional, áudio direto e entrevistas - Edição: com trilha sonora original, legendas e versão com audiodescrição - Exibição: redes sociais, YouTube, site do projeto e parceiros institucionais Debate – Teatro, Morte e Envelhecimento: Linguagens da Resistência - Duração: 60 minutos - Formato: mesa redonda ou conversa com mediação pós-espetáculo - Participantes: equipe do espetáculo e convidados da cidade - Espaço: auditório ou foyer do teatro - Equipamentos: microfone de mão, cadeira para todos os participantes, ponto de apoio para mediador

Acessibilidade

A acessibilidade é um eixo estruturante do projeto Mortes Ardentes, Paixões Enterradas, não apenas como exigência legal, mas como um compromisso ético, estético e político com a democratização do acesso à cultura. O projeto busca assegurar que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou sociais, possam usufruir, compreender e participar plenamente das ações propostas. Para isso, serão implementadas ações de acessibilidade física, comunicacional, atitudinal e metodológica, promovendo ambientes culturais mais inclusivos e diversos. Acessibilidade FísicaMapeamento prévio dos espaços de apresentação nas cinco capitais (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador), garantindo que todas as salas e teatros selecionados possuam estrutura adequada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, sinalização tátil e vagas de estacionamento reservadas.Reserva de assentos preferenciais nas plateias para pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, pessoas idosas, gestantes ou com crianças de colo.Organização do público e da equipe de apoio para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência física ou visual até seus assentos, com prioridade no ingresso e recepção assistida.Acessibilidade nos bastidores, com estrutura adaptada para a equipe técnica e convidados com deficiência ou mobilidade reduzida, caso necessário. Acessibilidade ComunicacionalSessões com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais): ao menos uma apresentação por cidade contará com intérprete de Libras posicionado de forma visível ao público. A atuação da intérprete será ensaiada previamente com a equipe artística, respeitando o ritmo e a estética do espetáculo.Audiodescrição ao vivo: uma das apresentações em cada cidade será acompanhada por audiodescrição simultânea, viabilizando o acesso ao espetáculo por pessoas com deficiência visual. A audiodescrição será produzida por profissional qualificado e realizada com o uso de equipamentos de rádio frequência e fones individuais.Material de divulgação acessível: os folders, cartazes e conteúdos digitais contarão com versões em PDF acessível, vídeos com Libras, legendas em português e audiodescrição, conforme os princípios do desenho universal.Sinopse em Libras e em áudio disponível no site e nas redes sociais do projeto, possibilitando que as pessoas possam se informar previamente sobre o espetáculo.Presença de legenda eletrônica simultânea (closed caption), sempre que for possível do ponto de vista técnico, em apresentações gravadas e/ou online, com destaque para cenas-chave do espetáculo. Acessibilidade AtitudinalCapacitação da equipe técnica, produção e recepção com foco na acessibilidade e no atendimento humanizado, respeitoso e inclusivo a pessoas com deficiência. Serão realizados treinamentos em parceria com profissionais da área da inclusão, abordando temas como o uso correto da terminologia, atitudes inclusivas, condução de cadeirantes, comunicação com surdos e cegos, entre outros.Eliminação de barreiras atitudinais durante todas as etapas do projeto, promovendo uma cultura organizacional inclusiva e sensibilizada. A equipe se compromete a tratar com respeito e equidade todos os públicos, valorizando a diversidade e reconhecendo as especificidades de cada pessoa.Estímulo ao protagonismo das pessoas com deficiência, especialmente nas ações formativas, rodas de conversa e oficinas, onde serão convidados(as) educadores, artistas e especialistas com deficiência, para ampliar as vozes e vivências dentro do projeto. Acessibilidade Metodológica e ProgramáticaAções formativas adaptadas: todas as oficinas, palestras e rodas de conversa do projeto contarão com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, material de apoio em formato acessível (braille, digital acessível, fonte ampliada), descrição oral de dinâmicas, entre outros, conforme as necessidades do público inscrito.Inscrição inclusiva para oficinas: o formulário de inscrição online será elaborado em versão acessível para leitores de tela e contará com a opção de envio de vídeo ou áudio para pessoas com dificuldade de escrita. Também será disponibilizado canal de atendimento via WhatsApp com atendimento acessível.Disponibilização prévia de roteiro adaptado do espetáculo, mediante solicitação, para pessoas com deficiência intelectual ou múltipla, de modo a facilitar a compreensão da proposta artística e o acompanhamento da narrativa durante a apresentação.Adaptação de dinâmicas em oficinas presenciais, respeitando os limites, ritmos e modos de expressão de cada participante, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência.Material didático acessível para as atividades pedagógicas, em diferentes formatos, como: vídeos legendados e com Libras, PDFs com fonte ampliada, descrições textuais de imagens e apoio sonoro. Promoção de Acessibilidade SocialGratuidade em todas as ações do projeto, incluindo apresentações e oficinas, com prioridade de vagas para pessoas com deficiência, estudantes da rede pública, pessoas idosas, povos indígenas, pessoas negras, LGBTQIA+, em situação de vulnerabilidade social e de territórios periféricos.Parcerias com instituições e coletivos locais, como centros de referência para pessoas com deficiência, escolas inclusivas, ONGs, conselhos municipais e grupos de acessibilidade, para identificar, convidar e articular o público-alvo, garantindo que as ações do projeto cheguem às comunidades que mais precisam.Divulgação direcionada a públicos com deficiência por meio de redes sociais inclusivas, mailing de instituições de referência e veículos especializados em inclusão cultural. Avaliação e Monitoramento da AcessibilidadeFormulário de avaliação acessível para coleta de percepções do público com deficiência, permitindo que possam registrar suas experiências, críticas e sugestões para melhoria das ações de acessibilidade.Relatório de acessibilidade ao final do projeto, com sistematização das práticas adotadas, avaliação dos resultados, depoimentos de participantes com deficiência e planejamento de melhorias para futuras ações.Acessibilidade como eixo transversal em todos os contratos, termos de referência, processos de produção e comunicação do projeto, assegurando que o compromisso com a inclusão seja constante, coerente e estruturado.

Democratização do acesso

O projeto Mortes Ardentes, Paixões Enterradas tem como um de seus princípios fundadores a democratização do acesso à cultura, entendida não apenas como acesso físico aos bens culturais, mas também como participação ativa, crítica, sensível e criativa nos processos artísticos. Em um país marcado por desigualdades históricas, garantir o direito à fruição e à criação cultural é também garantir cidadania plena. Por isso, o projeto se propõe a romper barreiras geográficas, econômicas, sociais e simbólicas, ampliando o alcance do espetáculo e das ações formativas junto a públicos diversos, periféricos e muitas vezes invisibilizados pelas políticas culturais tradicionais. As ações de democratização do acesso se desdobram em diferentes eixos: descentralização territorial, gratuidade, mobilização comunitária, parcerias estratégicas, ações formativas inclusivas, diálogo intergeracional e diversidade de públicos. A seguir, detalhamos as principais ações estruturantes do projeto nesse campo: Descentralização Geográfica e TerritorialA circulação do espetáculo contempla cinco capitais brasileiras de diferentes regiões (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador), com ações em espaços culturais públicos, como teatros municipais, centros culturais, arenas e espaços alternativos, garantindo que o projeto chegue a locais de grande circulação e acessibilidade.Dentro de cada cidade, a equipe de produção realizará um mapeamento de territórios periféricos e equipamentos culturais descentralizados, com o objetivo de realizar apresentações e ações formativas fora do circuito centralizado dos grandes teatros.O projeto prioriza parcerias com instituições que atuam em territórios populares, comunidades tradicionais, ocupações culturais, coletivos artísticos locais e redes comunitárias. Acesso Gratuito e Inclusivo100% das ações do projeto são gratuitas, incluindo todas as 25 apresentações do espetáculo e as 5 atividades formativas (oficinas, rodas de conversa e debates). Não haverá cobrança de ingressos ou qualquer tipo de taxa de inscrição.Serão reservadas vagas prioritárias para pessoas com deficiência, população negra, indígenas, LGBTQIA+, idosos, jovens da rede pública de ensino, mulheres em situação de vulnerabilidade, moradores de regiões periféricas e comunidades tradicionais.Haverá uma política de reserva de grupos, garantindo que escolas, ONGs, coletivos culturais, projetos sociais e centros comunitários possam organizar a ida de seus participantes às apresentações, com apoio da produção para logística e recepção.Parcerias com Redes Locais e Coletivos PopularesEm cada cidade, a equipe do projeto estabelecerá parcerias com instituições culturais, sociais e educacionais locais, como centros culturais públicos, associações de bairro, coletivos de cultura periférica, redes de bibliotecas, grupos de mulheres, redes de educação popular, centros de juventude, universidades públicas, centros de referência de assistência social (CRAS), conselhos municipais de cultura, entre outros.As parcerias permitirão mobilização conjunta dos públicos, além da troca de saberes e práticas culturais entre a equipe do projeto e os territórios que recebem as ações.Estão previstas ações de escuta e construção coletiva, como rodas de conversa com lideranças locais, levantamento de demandas culturais da comunidade e produção de registros com depoimentos de participantes. Formação de Plateias e Ações PedagógicasAs ações formativas – oficinas, rodas de conversa e debates – têm como foco a formação de novos públicos, aproximando as pessoas do universo da palhaçaria, do teatro e da comicidade feminina, desmistificando a linguagem e incentivando a expressão artística como direito.As oficinas serão conduzidas de forma horizontal, afetiva e acolhedora, valorizando a escuta, a troca de experiências e os saberes locais. Serão adaptadas conforme o perfil dos grupos atendidos (jovens, idosos, mulheres, pessoas com deficiência, etc.).O projeto também prevê a produção e distribuição de materiais pedagógicos e de sensibilização, como cadernos com textos acessíveis sobre o espetáculo, a trajetória das artistas, referências da palhaçaria feminina e reflexões sobre arte, envelhecimento e vida.Estratégias de Comunicação Popular e AcessívelA comunicação do projeto será pensada para atingir públicos diversos, com linguagem simples, visual acessível, materiais bilíngues (Português e Libras), e divulgação em redes comunitárias, rádios populares, pontos de cultura e escolas públicas.As redes sociais do projeto trarão conteúdos específicos voltados à educação cultural, como vídeos com bastidores, depoimentos das artistas, histórias das comunidades visitadas, entrevistas com parceiros locais e reflexões sobre o fazer artístico.Serão produzidos materiais digitais acessíveis e impressos, distribuídos de forma gratuita em equipamentos públicos e com apoio dos parceiros locais. Fomento à Diversidade Cultural e à RepresentatividadeO projeto tem como eixo central a valorização da palhaçaria feminina e o protagonismo de artistas mulheres maduras, o que o coloca em diálogo com as lutas por equidade de gênero e de geração no campo cultural.Nas ações formativas e nos debates, serão convidados/as mediadores e mediadoras de diferentes territórios e identidades, fortalecendo a pluralidade de vozes e perspectivas.A escolha das cidades contempla diferentes regiões do Brasil, ampliando o acesso à produção artística que nasceu no interior do Paraná e vem conquistando reconhecimento nacional e internacional, promovendo a descentralização do circuito artístico.Diálogo com as Políticas Públicas de Cultura e Direitos HumanosO projeto se articula com os princípios das Políticas de Cultura Viva, da Política Nacional de Cultura, da Lei Brasileira de Inclusão (nº 13.146/2015) e da própria Lei de Incentivo à Cultura (nº 8.313/91), em especial no que se refere à democratização do acesso, à promoção da diversidade cultural, ao respeito aos direitos culturais e à valorização dos saberes populares e tradicionais.Em cada cidade, será feito um levantamento dos planos e conselhos de cultura, com o objetivo de aproximar o projeto das políticas públicas locais e contribuir com os processos de formulação participativa de ações culturais. Produção de Memória e Devolutiva para os TerritóriosA circulação do projeto será acompanhada por uma equipe de documentação e registro audiovisual, com foco na memória afetiva das apresentações e das interações com os territórios.Ao final da circulação, será produzido um relatório público de devolutiva, com fotos, depoimentos, resultados, aprendizados e propostas colhidas nas ações formativas. Esse material será enviado para os parceiros locais, instituições culturais e educacionais, bem como disponibilizado online de forma aberta e gratuita.Está prevista ainda a criação de um minidocumentário com os bastidores da circulação e o impacto do projeto nos diferentes territórios, como ferramenta de sensibilização, formação e multiplicação de práticas.

Ficha técnica

Criação: Adelvane Néia, Rhena de Faria e Silvia Leblon Atuação: Adelvane Néia (Margarida) e Silvia Leblon (Spirulina) Direção e Dramaturgia: Rhena de Faria Direção Musical e Trilha Sonora: Tonho Costa Vozes na Música Tema: Adelvane Néia, Silvia Leblon e Tonho Costa Preparação Vocal: Silvana Stein Preparação Corporal: Thamires Teixeira Cenário: César Almeida Iluminação: Bárbara Lamounier Figurino: Adelvane Néia Costura: Ateliê ByLu e Diva Operação de Som: Gabriele Christine Operação de Luz: Neguitim Contrarregragem: Thamires Teixeira Fotografia: Diogo Luiz Produção Executiva: Renan Bonito (CNX Produções) Realização: Humatriz Teatro Minibiografias Adelvane Néia:Palhaça, atriz e diretora com mais de 30 anos de trajetória na palhaçaria feminina. Fundadora da Cia Humatriz Teatro, foi precursora da comicidade feminina no Brasil. Criadora de espetáculos como 'A-MA-LA', 'Me Declaro Viva' e 'Desfazer A-ma-la'. Atua também como formadora, com oficinas ministradas em diversos estados e fora do país. Silvia Leblon:Atriz-palhaça com carreira iniciada nos anos 1960. Atua em teatro, cinema e televisão. Desenvolveu o premiado solo 'Spirulina em Spathódea', dirigido por Ricardo Puccetti. É referência na comicidade feminina, com circulação nacional e internacional, e ministra oficinas de palhaçaria desde 2000. Rhena de Faria:Atriz, diretora e improvisadora. Integrante da Cia do Quintal por 13 anos, premiada nacional e internacionalmente. Foi diretora de espetáculos como 'Mary e os Monstros Marinhos', 'Bagagem' e 'O Muro de Sam'. Professora de improvisação com vasta atuação em SP e exterior. Tonho Costa:Músico, compositor e diretor musical. Responsável por trilhas originais para teatro e cinema. Atuante na cena cultural do Paraná e colabora em diversos projetos artísticos com abordagem autoral. Silvana Stein:Atriz, palhaça e preparadora vocal. Atua em teatro e palhaçaria com ênfase em processos de escuta, voz e respiração cênica. Colabora com companhias de diferentes regiões do Brasil. Thamires Teixeira:Artista da cena com atuação em performance corporal, contrarregragem e preparação física. Participa de grupos teatrais independentes e atua também como técnica de palco. César Almeida:Cenógrafo e artista visual com trabalho reconhecido em companhias do Paraná. Desenvolve cenografias funcionais e sensíveis para teatro adulto e infantil. Bárbara Lamounier:Iluminadora cênica com experiência em espetáculos teatrais, dança e performance. Desenvolve projetos de iluminação poética e experimental. Renan Bonito:Produtor cultural e diretor da CNX Produções. Atua na gestão de projetos culturais, com experiência em editais, circulação e logística de espetáculos nacionais. Edward Fão: Planejamento Estratégico/Captação de recursos. Produtor cultural e gestor com experiência em planejamento estratégico de projetos artísticos, elaboração de cronogramas, orçamentos e captação de recursos. Atua também com mediação institucional e desenvolvimento de políticas culturais .

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.