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O projeto "Tocando a Vida" oferecerá oficinas de iniciação musical para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, com aulas práticas de violão, flauta, pandeiro, violino, bateria e teclado. Serão realizados ensaios, apresentações públicas e a entrega de certificados. A proposta inclui aquisição de instrumentos, profissionais e material didático.
O projeto Tocando a Vida contempla um conjunto de produtos culturais voltados à formação musical de crianças e adolescentes, à difusão artística e ao fortalecimento da cultura como ferramenta de transformação social. 1. Oficinas de Musicalização (violão, flauta, pandeiro, teclado, bateria e violino)Resumo: Serão realizadas oficinas semanais de musicalização para 80 crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, divididos em quatro turmas (duas pela manhã e duas à tarde), durante 12 meses consecutivos. As oficinas terão duração de 1h30 cada, com 3 encontros por semana, totalizando cerca de 144 oficinas ao longo do projeto. Os conteúdos incluem noções básicas de teoria musical, prática instrumental e criação coletiva. Classificação Indicativa: Livre Formato: Presencial Acessibilidade: Conteúdo com recursos de Libras, audiodescrição e material impresso com fonte ampliada. 2. Ensaios AbertosResumo: Durante o processo formativo, serão realizados ensaios abertos à comunidade, com o objetivo de integrar os participantes com seus familiares, escolas e vizinhança. Os ensaios funcionarão como momento de socialização, ambientação de palco e aproximação entre os alunos e o público externo. Classificação Indicativa: Livre Formato: Presencial Acessibilidade: Intérprete de Libras e orientação para acolhimento de pessoas com deficiência. 3. Apresentações Musicais Públicas (4 eventos)Resumo: Serão organizadas quatro apresentações públicas com os alunos das oficinas, uma ao final de cada trimestre, em espaços acessíveis e com entrada gratuita. Os concertos serão momentos de culminância do aprendizado musical e valorização dos talentos locais, promovendo integração familiar, visibilidade artística e autoestima dos participantes. Classificação Indicativa: Livre Formato: Presencial, com transmissão online (híbrido) Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição, legenda descritiva e material de apoio em linguagem acessível. 4. Oficinas Paralelas (experimentação musical para a comunidade)Resumo: Durante os eventos culturais, serão oferecidas oficinas paralelas de experimentação musical para o público visitante. Essas oficinas rápidas permitirão que crianças, jovens e adultos da comunidade tenham contato com os instrumentos, incentivando o interesse pela música e democratizando o acesso à formação artística. Classificação Indicativa: Livre Formato: Presencial Acessibilidade: Equipe preparada para receber participantes com deficiência; uso de instrumentos adaptados e mediação acessível. 5. Produção de Cartilha Digital AcessívelResumo: Será elaborada uma cartilha digital com o registro metodológico do projeto, orientações sobre musicalização infantil e juvenil, depoimentos dos participantes e dicas de acessibilidade cultural. A cartilha será disponibilizada gratuitamente em formato PDF, com versões em fonte ampliada, leitura fácil e áudio. Classificação Indicativa: Livre Formato: Digital (online e offline) Acessibilidade: Audiodescrição, texto em leitura fácil, versão com contraste e fonte ampliada. 6. Vídeo Documental (curta-metragem)Resumo: Será produzido um documentário audiovisual com duração estimada de 10 a 15 minutos, registrando as atividades do projeto, os depoimentos de alunos, familiares, oficineiros e lideranças comunitárias, com foco nos resultados sociais, pedagógicos e culturais da proposta. O vídeo será distribuído gratuitamente via plataformas digitais e mídias locais. Classificação Indicativa: Livre Formato: Digital (plataformas de vídeo e mídias sociais) Acessibilidade: Legenda descritiva, tradução em Libras e versão com audiodescrição. 7. Relatórios Técnicos e de Prestação de ContasResumo: Serão elaborados relatórios técnicos, pedagógicos e financeiros para fins de acompanhamento, avaliação e prestação de contas do projeto junto ao Ministério da Cultura e aos patrocinadores. Tais documentos incluirão dados quantitativos e qualitativos das ações, com transparência e detalhamento. Classificação Indicativa: Não se aplica (uso institucional) Formato: Digital e impresso (para arquivamento legal) 8. Ações de Divulgação e Comunicação DigitalResumo: Durante todo o período de execução do projeto, serão veiculados conteúdos em redes sociais e plataformas digitais, com informações sobre as oficinas, eventos e resultados do projeto. Serão produzidos vídeos curtos, cards informativos, chamadas acessíveis em Libras e audiodescrição, ampliando o acesso às informações culturais para públicos diversos. Classificação Indicativa: Livre Formato: Digital (Instagram, Facebook, YouTube, site institucional) Acessibilidade: Conteúdo acessível com Libras, legendas e linguagem simples.
Objetivo Geral Promover a inclusão sociocultural de crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, por meio da educação musical, contribuindo para o desenvolvimento artístico, emocional e social dos participantes ao longo de 12 meses. Objetivos Específicos Realizar 3 oficinas semanais de iniciação musical durante 12 meses, atendendo 80 crianças e adolescentes, divididos em 4 turmas (2 pela manhã e 2 pela tarde), com aulas de 1h30 cada.Ensinar a prática de seis instrumentos musicais: violão, flauta, pandeiro, violino, bateria e teclado.Adquirir 30 instrumentos musicais e 80 kits de material didático para uso nas oficinas.Realizar 4 apresentações públicas, uma ao final de cada trimestre, com participação ativa dos alunos e abertas à comunidade.Emitir certificados de conclusão para os alunos que obtiverem no mínimo 75% de frequência nas atividades.Estimular a criatividade, a disciplina e o trabalho em equipe por meio de práticas musicais colaborativas e atividades integradoras.
O projeto Tocando a Vida nasce da necessidade urgente de ampliar o acesso à cultura musical para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, promovendo oportunidades de formação artística e desenvolvimento humano por meio da prática instrumental. A ausência de políticas públicas contínuas de formação cultural, aliada à escassez de recursos para iniciativas comunitárias de educação musical, justifica plenamente a busca por apoio via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura. A iniciativa será desenvolvida no Bairro Imperador, localizado no município de Castanhal, no estado do Pará, região Norte do Brasil, onde se observa um contexto de vulnerabilidade socioeconômica e restrito acesso a políticas públicas voltadas à cultura. Segundo dados do Atlas do Desenvolvimento Humano, o município apresenta um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 0,673, considerado baixo, refletindo desigualdades no acesso à educação, renda e qualidade de vida. Neste cenário, o projeto surge como uma resposta concreta para garantir direitos culturais às populações historicamente marginalizadas, oferecendo novas possibilidades de expressão, aprendizado e pertencimento. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se mostra essencial para viabilizar as ações propostas, garantindo a aquisição dos instrumentos musicais, a contratação de profissionais qualificados, o fornecimento de material didático, bem como a realização das oficinas e apresentações previstas. Trata-se de um projeto com forte caráter educativo, social e cultural, que se propõe a transformar a realidade de 80 crianças e adolescentes, oferecendo uma alternativa concreta de acesso à arte e à cidadania. O projeto se enquadra, especialmente, nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: Inciso I _ estimular a produção cultural e artística, promovendo o surgimento de novos valores na música;Inciso III _ preservar e difundir o patrimônio cultural brasileiro, valorizando manifestações culturais tradicionais por meio de instrumentos como o pandeiro e a flauta, conectados à identidade musical nacional;Inciso V _ apoiar atividades que assegurem o pleno exercício dos direitos culturais, possibilitando a todos o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício das práticas musicais;Inciso IX _ estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, formadores da identidade, da memória e da criatividade do povo brasileiro.Quanto aos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contribuirá diretamente para o alcance de diversos deles, entre os quais destacam-se: Inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Inciso VI _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso VIII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nações.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como o instrumento mais adequado para a execução do projeto Tocando a Vida, por permitir a articulação entre o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada, ampliando o impacto social e cultural da proposta. Trata-se de um investimento no presente e no futuro de jovens brasileiros, que, através da música, poderão exercer seus direitos culturais, descobrir talentos, fortalecer sua autoestima e contribuir para o enriquecimento da diversidade cultural do país. A música é, por natureza, uma linguagem universal que promove inclusão, expressão e transformação. Ao garantir o acesso a essa linguagem por meio de um projeto estruturado, com metas mensuráveis e compromisso social, cumpre-se o papel maior da Lei nº 8.313/91: democratizar o acesso à cultura e reconhecer sua centralidade na formação de cidadãos plenos, críticos e participativos.
O projeto Tocando a Vida vai além da proposta de formação musical tradicional: trata-se de uma ação cultural com forte impacto educacional, espiritual e comunitário, especialmente voltada para crianças e adolescentes cristãos, moradores do bairro Imperador, em Castanhal (PA), uma região marcada por desafios sociais e escassez de políticas públicas de incentivo à cultura de base. A seguir, são apresentadas informações complementares que enriquecem e reforçam a relevância da proposta: 1. A Música como Ferramenta de Evangelização e Formação IntegralA música, neste projeto, é compreendida como um instrumento de evangelização, integração e formação integral de crianças e adolescentes. Ao trabalhar com repertórios que exaltam a fé, os ensinamentos bíblicos e os valores cristãos, o projeto contribui para a construção de identidades saudáveis, fortalecendo a autoestima, o senso de missão, a disciplina e o respeito ao próximo. Além do aprendizado técnico dos instrumentos, os alunos são incentivados a refletir sobre o sentido da vida, do amor a Deus, da convivência fraterna e da solidariedade — temas que fortalecem o vínculo entre cultura e espiritualidade. 2. Fortalecimento dos Vínculos Familiares e ComunitáriosUm dos diferenciais do projeto é o envolvimento direto das famílias, igrejas e comunidades de fé locais. Os responsáveis serão convidados a participar ativamente das atividades, por meio de encontros, rodas de oração e eventos abertos. Isso fortalece os laços intergeracionais, promove o diálogo entre pais e filhos e amplia a rede de cuidado e acompanhamento dos adolescentes. Além disso, parcerias com igrejas locais de diferentes denominações cristãs permitirão o uso compartilhado de espaços e a promoção de ações conjuntas, como visitas musicais a templos, casas de acolhimento e espaços comunitários. 3. Sustentabilidade Cultural e Possibilidade de ContinuidadeEmbora o projeto tenha duração inicial de 12 meses, ele foi concebido com perspectiva de continuidade e replicação. Ao final do ciclo, parte dos instrumentos será doada à instituição parceira local, para que as oficinas possam ser mantidas com recursos próprios ou com apoio de novas parcerias públicas e privadas. Além disso, o projeto deixa como legado: uma cartilha metodológica para replicação do modelo;um acervo digital de vídeos e materiais;uma equipe comunitária formada, capaz de manter o acompanhamento dos jovens participantes após o encerramento do projeto. 4. Compromisso com a Inclusão, a Ética e a TransparênciaTodos os processos do projeto seguirão princípios de ética, transparência e inclusão. Os critérios de seleção dos alunos serão públicos, com prioridade para famílias de baixa renda, e respeitarão diversidade de gênero, etnia e necessidades específicas. A acessibilidade física e de conteúdo será assegurada em todos os produtos e eventos. A gestão administrativa e financeira contará com registro documental contínuo, garantindo total conformidade com as normas da Lei de Incentivo à Cultura. Relatórios parciais e final serão disponibilizados aos apoiadores, ao Ministério da Cultura e, de forma simplificada, à comunidade atendida. 5. Valorização da Cultura Local e Formação de LiderançasEmbora o foco do projeto seja a musicalização cristã, o repertório também incluirá canções com influências da cultura popular regional, como hinos cantados em ritmo de carimbó ou com arranjos inspirados na musicalidade amazônica. Isso valoriza a identidade local e aproxima os jovens de suas raízes culturais. O projeto também contribuirá para o desenvolvimento de lideranças juvenis cristãs, ao estimular o protagonismo dos participantes em apresentações, no apoio a eventos e no testemunho da fé através da arte. 6. Apoio Institucional e Mobilização VoluntáriaA proposta conta com o engajamento de lideranças comunitárias, educadores cristãos, oficineiros experientes e voluntários comprometidos com a missão do projeto. Muitos atuarão de forma gratuita ou com remuneração simbólica, demonstrando o caráter colaborativo e vocacional da iniciativa. A estrutura básica do projeto será sediada em espaço cedido por instituições religiosas da comunidade, com adequações simples para atender às exigências de acessibilidade e conforto. 7. Alinhamento com Políticas Culturais e Objetivos SociaisO projeto está em consonância com os objetivos da Lei nº 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura), em especial no que diz respeito à democratização do acesso, regionalização da produção cultural e apoio à formação artística de base. Além disso, contribui para o alcance de objetivos do Plano Nacional de Cultura, da Agenda 2030 da ONU (ODS 4, 10 e 16) e dos compromissos brasileiros com os direitos das crianças e adolescentes. O projeto Tocando a Vida reúne arte, fé, comunidade e inclusão social em uma ação transformadora que reconhece o potencial das crianças e adolescentes como protagonistas da cultura e da espiritualidade cristã. Trata-se de uma proposta com profundidade social e simbólica, que faz da música um canal de luz, esperança e cidadania.
1. Oficinas de Musicalização (violão, flauta, pandeiro, teclado, bateria e violino)Duração: 12 meses, com 3 oficinas semanais, totalizando aproximadamente 144 oficinas.Carga horária por oficina: 1h30 (uma hora e trinta minutos).Público-alvo: 80 crianças e adolescentes de 10 a 16 anos.Divisão de turmas: 4 turmas (2 pela manhã e 2 pela tarde), com 20 alunos por turma.Material didático e pedagógico: Apostilas com noções de teoria musical, partituras adaptadas, instrumentos musicais (violões, flautas, pandeiros, teclados, bateria eletrônica e violinos), folhas pautadas, cadernos de anotações e fichas de avaliação.Metodologia: O projeto pedagógico será baseado na musicalização como instrumento de formação cidadã. Utilizará abordagens lúdicas, práticas coletivas e princípios de inclusão, promovendo o desenvolvimento rítmico, melódico, cognitivo e social dos participantes.Equipe: Oficineiros com experiência em educação musical, acompanhados por assistentes pedagógicos e articuladores comunitários. 2. Ensaios AbertosQuantidade: 4 ensaios abertos (um a cada trimestre).Duração: Aproximadamente 2 horas cada.Espaço: Auditório comunitário ou espaço multiuso com palco, cadeiras e estrutura para recepção do público.Equipamentos: Caixa de som, microfones, cabos, iluminação simples, instrumentos musicais, púlpito para falas e banner do projeto.Objetivo pedagógico: Integrar a comunidade ao processo de aprendizado, promover o enfrentamento da timidez e desenvolver a expressão corporal e musical.Público estimado: 100 pessoas por evento.Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição (oral), espaços adaptados para PCDs. 3. Apresentações Musicais PúblicasQuantidade: 4 apresentações musicais públicas.Duração: Em média 1h30 por evento.Local: Espaços culturais ou praças públicas com estrutura adequada.Materiais e equipamentos: Palco, estrutura de som e iluminação, instrumentos musicais, figurinos simples, banner de identificação, folders explicativos.Classificação Indicativa: Livre.Objetivo pedagógico: Valorizar o processo formativo, promover visibilidade das ações culturais, incentivar a continuidade do aprendizado e fortalecer o protagonismo juvenil.Acessibilidade: Interprete de Libras, espaço reservado para cadeirantes, audiodescrição e material com fonte ampliada. 4. Oficinas Paralelas de Experimentação MusicalQuantidade: 4 oficinas (realizadas junto às apresentações públicas).Duração: 1 hora cada oficina.Público estimado: 25 a 30 pessoas por oficina (participação livre).Material utilizado: Instrumentos de percussão (pandeiros, agogôs, tambores), violões, flautas e teclados.Metodologia: Oficina interativa, com apresentação dos instrumentos, vivência rítmica e atividades lúdicas para sensibilização musical.Equipe: Oficineiros e monitores de apoio.Objetivo: Democratizar o acesso à música e estimular a curiosidade artística da comunidade. 5. Cartilha Digital Acessível – Tocando a VidaPaginação: Aproximadamente 20 páginas.Formato: PDF, com versão em fonte ampliada, áudio narrado e texto em leitura fácil.Conteúdo: Introdução ao projeto, metodologia de ensino, depoimentos dos participantes, boas práticas, fotos das oficinas, dicas de acessibilidade cultural, glossário musical básico.Design: Simples e intuitivo, com ícones de navegação, ilustrações e elementos visuais acessíveis.Distribuição: Gratuita, via e-mail, redes sociais, QR Codes e dispositivos USB para escolas e bibliotecas comunitárias. 6. Vídeo Documental (curta-metragem)Duração: 10 a 15 minutos.Formato: Full HD, com legendas descritivas, versão com audiodescrição e Libras.Conteúdo: Registro das oficinas, entrevistas com alunos e familiares, bastidores das apresentações, trechos de ensaios e mensagens das lideranças comunitárias.Objetivo: Registrar a memória do projeto, divulgar os resultados e inspirar novas ações culturais.Distribuição: Plataformas digitais (YouTube, Instagram, Facebook), eventos e escolas públicas.Equipe técnica: Videomaker, editor, intérprete de Libras e consultor de acessibilidade audiovisual. 7. Relatórios Técnicos e de Prestação de ContasFormato: Digital e impresso (PDF com anexos digitalizados).Conteúdo: Relatório técnico com descrição das atividades, metas alcançadas, indicadores sociais e fotos; relatório pedagógico com avaliação dos oficineiros e desempenho dos alunos; relatório financeiro com notas fiscais, recibos e planilhas.Periodicidade: Trimestral e final.Objetivo: Transparência, monitoramento e cumprimento das exigências legais. 8. Ações de Comunicação DigitalCanais utilizados: Instagram, Facebook, WhatsApp, YouTube.Produtos digitais: Cards informativos, vídeos curtos (até 2 minutos), depoimentos, chamadas para eventos, transmissões ao vivo.Periodicidade: Publicações semanais.Equipe: Assistente de comunicação e voluntários locais.Objetivo: Engajar o público, divulgar os resultados do projeto e garantir ampla visibilidade às ações culturais.Acessibilidade: Libras, legenda em todos os vídeos, textos alternativos em imagens e linguagem inclusiva.
1. Acessibilidade Física As oficinas do projeto ocorrerão em espaço adequado e adaptado, de modo a permitir a circulação segura e confortável de todos os participantes. As ações incluem: As entradas e circulações internas do espaço contarão com rampas que atendem às normas de acessibilidade, com inclinação adequada e piso antiderrapante.Haverá banheiros acessíveis, equipados com barras de apoio, pias e vasos sanitários em altura compatível com cadeirantes, respeitando a NBR 9050.Os ambientes serão organizados de forma que cadeiras de rodas possam circular sem restrições, garantindo o deslocamento com autonomia e segurança.Será implantada sinalização tátil nos pisos e placas com alto contraste e letras ampliadas para melhor visualização, especialmente por pessoas com baixa visão.Instalação de piso tátil direcional e de alerta para orientar pessoas com deficiência visual nos principais pontos do espaço (entrada, sala de aula, banheiros). 2. Acessibilidade de Conteúdo Além do acesso físico, o projeto adota medidas que garantam a compreensão e a participação plena dos beneficiários nas atividades musicais, respeitando diferentes formas de comunicação. Entre as ações previstas estão: A presença de intérprete de Língua Brasileira de Sinais será garantida em momentos-chave do projeto, como apresentações públicas, reuniões com os responsáveis e atividades pedagógicas, quando necessário.Os conteúdos utilizados nas oficinas (apostilas, partituras e orientações) serão produzidos em versão ampliada e em Braille, conforme a necessidade dos alunos.As apresentações públicas contarão com audiodescrição para permitir que pessoas com deficiência visual compreendam os elementos visuais da cena, como movimentações e expressões.Todo conteúdo audiovisual produzido pelo projeto (vídeos de apresentações, bastidores, oficinas) incluirá legenda descritiva, favorecendo o acesso de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Antes das apresentações públicas, serão oferecidas visitas sensoriais para pessoas com deficiência visual, para que possam explorar os instrumentos musicais por meio do tato e da escuta, criando uma vivência mais imersiva da experiência musical.A equipe estará preparada para adaptar metodologias e materiais de ensino conforme o perfil dos alunos, promovendo inclusão pedagógica. Compromisso Social A proposta reconhece que o acesso à cultura passa, necessariamente, por medidas de equidade. Nesse sentido, a acessibilidade é tratada como um eixo estruturante do projeto, e não como uma etapa isolada. As práticas inclusivas farão parte da formação da equipe pedagógica, dos processos de planejamento e das estratégias de monitoramento e avaliação, garantindo que todas as ações do projeto estejam alinhadas com a promoção da cidadania cultural. Ao atender crianças e adolescentes em uma região de baixo IDHM, como o Bairro Imperador, em Castanhal – PA, o projeto reafirma sua responsabilidade social ao buscar romper barreiras de exclusão não apenas econômicas, mas também físicas, sensoriais e comunicacionais, permitindo que a arte e a música sejam vivenciadas em sua plenitude por todos os corpos, vozes e experiências.
O projeto Tocando a Vida tem como princípio central a democratização da cultura, entendida como direito de todos e dever do Estado e da sociedade civil. Por isso, todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente à comunidade, com ênfase em grupos em situação de vulnerabilidade social, especialmente crianças e adolescentes moradores do Bairro Imperador, no município de Castanhal (PA) — localidade com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM 0,673). A democratização do acesso será garantida por meio de duas frentes principais: (1) a distribuição e disponibilização gratuita dos produtos culturais gerados pelo projeto; e (2) a realização de atividades abertas e de acesso ampliado, presenciais e online, visando atingir um público mais amplo e diverso. 1. Distribuição e Acesso aos Produtos da PropostaOs produtos culturais previstos no projeto serão oferecidos de forma inteiramente gratuita à população. Dentre eles, destacam-se: Serão ofertadas 3 oficinas semanais ao longo de 12 meses, atendendo 80 crianças e adolescentes em 4 turmas (2 pela manhã e 2 à tarde), com aulas de 1h30 cada.Serão realizadas 4 apresentações públicas (uma a cada trimestre), com entrada franca, em espaços comunitários ou culturais acessíveis, com divulgação aberta para a comunidade local e escolar.Serão produzidos vídeos curtos e documentais sobre o processo de aprendizagem e os resultados artísticos dos alunos, que serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais, canais de vídeo e plataformas públicas de cultura.Será produzida uma cartilha digital ilustrada, contendo informações sobre os instrumentos trabalhados, metodologias de ensino utilizadas e relatos dos alunos. Essa publicação será distribuída gratuitamente em formato PDF, com versões acessíveis para pessoas com deficiência visual (áudio e texto em letras ampliadas).Não haverá comercialização de nenhum produto artístico ou pedagógico do projeto. Toda a produção cultural gerada terá uso não comercial, com finalidade exclusivamente educativa, formativa e de difusão cultural comunitária. 2. Medidas Complementares de Acesso AmpliadoCom o objetivo de ampliar o público beneficiado e garantir o maior alcance possível das ações do projeto, serão implementadas as seguintes medidas: Antes de cada apresentação pública, haverá ensaios abertos nos próprios espaços de realização das oficinas, permitindo que familiares, vizinhos e a comunidade em geral acompanhem o processo de preparação dos alunos, de forma espontânea e interativa.Oficinas paralelas de experimentação musical: Durante os eventos de apresentação, serão realizadas oficinas rápidas e abertas de experimentação musical para o público visitante, com duração de 30 a 40 minutos, permitindo que pessoas de todas as idades tenham contato direto com os instrumentos utilizados no projeto.As apresentações e eventos do projeto serão transmitidos ao vivo pelas redes sociais da entidade proponente, além de ficarem disponíveis posteriormente em canal de vídeo gratuito (como o YouTube), com legendas e audiodescrição, garantindo o acesso de pessoas com deficiência e de público de outras regiões.Parcerias com escolas públicas e espaços comunitários: Haverá articulação com escolas da rede pública local, conselhos tutelares e associações comunitárias para garantir que os estudantes de escolas próximas possam participar das oficinas, assistir às apresentações e interagir com os produtos culturais gerados.Todo o conteúdo será documentado e disponibilizado como memória viva do processo cultural, com o objetivo de inspirar e orientar outras iniciativas similares, ampliando o legado do projeto além do tempo de sua execução. A proposta compreende que a democratização do acesso cultural vai além da gratuidade: ela envolve acessibilidade, descentralização, representatividade e diversidade de meios. Por isso, o projeto Tocando a Vida busca eliminar barreiras geográficas, econômicas, físicas e comunicacionais, aproximando o fazer musical da realidade de crianças e adolescentes que, historicamente, foram excluídos das oportunidades formais de acesso à arte. Ao combinar atividades presenciais com ferramentas digitais, e ao promover ações formativas e interativas com caráter coletivo, o projeto contribui para a construção de uma cultura mais participativa, inclusiva e cidadã, em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura) e com os compromissos sociais assumidos pela instituição proponente.
O projeto Tocando a Vida contempla um conjunto de produtos culturais voltados à formação musical de crianças e adolescentes, à difusão artística e ao fortalecimento da cultura como ferramenta de transformação social. 1. Tatiane de Jesus Pinheiro Xavier CoqueFunção no Projeto: Coordenadora Geral (atividade voluntária) Atividades: Tatiane será responsável pela coordenação geral do projeto. Atuará no acompanhamento técnico e pedagógico das atividades, articulação com parceiros locais, mobilização da comunidade e supervisão das oficinas. Irá coordenar o cronograma de execução, garantir a organização administrativa e pedagógica, acompanhar a equipe técnica e realizar reuniões de monitoramento com os oficineiros. Também será responsável pela elaboração dos relatórios técnicos e pela interlocução com o Ministério da Cultura, bem como pela supervisão das ações de acessibilidade e democratização de acesso. Currículo Resumido: Educadora social e mobilizadora cultural, com atuação em projetos sociais voltados à infância e adolescência em situação de vulnerabilidade. Tem experiência na gestão de projetos comunitários com foco em educação, cultura e inclusão. Participou da organização de eventos culturais em bairros periféricos e possui forte vínculo com lideranças comunitárias de Castanhal. 2. Francisco Xavier Coque FilhoFunção no Projeto: Assistente Administrativo e de Comunicação Atividades: Francisco será o responsável pelo acompanhamento administrativo do projeto, controle financeiro, prestação de contas, organização de documentos e apoio logístico. Irá realizar o controle de frequência dos alunos, organizar os cadastros, gerir o uso dos materiais e instrumentos e dar suporte na comunicação com os responsáveis dos participantes. Atuará também na cobertura fotográfica e audiovisual dos eventos e oficinas, cuidando das redes sociais e da divulgação institucional do projeto. Currículo Resumido: Técnico em Administração e produtor cultural, com experiência em suporte logístico e administrativo em iniciativas socioculturais. Trabalhou em ações educativas voltadas ao público jovem, com foco em comunicação popular e produção de conteúdo para redes sociais. Tem atuação em coletivos culturais e de juventude da região nordeste do Pará. 3. Elaine Suellen Dias de AlmeidaFunção no Projeto: Articuladora Comunitária e Apoio Pedagógico Atividades: Elaine será responsável pela articulação com escolas públicas, conselhos tutelares, organizações da sociedade civil e serviços de proteção à criança e ao adolescente. Também irá atuar na mobilização das famílias, organização de reuniões de acompanhamento pedagógico e apoio aos oficineiros nas atividades de integração com os alunos. Participará da organização dos eventos de apresentação pública e das ações de oficinas paralelas e ensaios abertos. Currículo Resumido: Educadora popular, com trajetória na promoção de direitos da infância e da juventude. Atua em projetos sociais no município de Castanhal, com foco em educação integral, cultura e cidadania. Tem experiência em articulação institucional e comunitária, além de trabalhos com formação cidadã e inclusão social de adolescentes. 4. Maria Cleidiane Moura de SouzaFunção no Projeto: Apoio de Acessibilidade e Inclusão (atividade voluntária) Atividades: Maria Cleidiane irá colaborar com o planejamento e acompanhamento das ações de acessibilidade, apoiando a implementação de medidas como: presença de intérprete de Libras nos eventos, audiodescrição nos vídeos e organização do conteúdo acessível em cartilha digital. Participará da produção de materiais inclusivos e dará suporte ao público com deficiência durante oficinas e apresentações públicas. Currículo Resumido: Educadora com formação complementar em acessibilidade e inclusão social. Atuou em projetos voltados para a educação especial e inclusão de pessoas com deficiência. Tem experiência em elaboração de materiais adaptados, atendimento pedagógico especializado e articulação com entidades ligadas à pessoa com deficiência. Equipe Técnica Complementar (a ser contratada com recursos do projeto):Oficineiros de Música (mínimo de 2 profissionais): Responsáveis pelas oficinas de violão, flauta, pandeiro, teclado, bateria e violino. Serão selecionados com base em experiência comprovada no ensino musical e atuação em projetos socioculturais.Intérprete de Libras: Profissional qualificado que acompanhará os eventos públicos e fornecerá interpretação em tempo real para pessoas surdas.Consultor de Acessibilidade: Técnico responsável por supervisionar a adequação do espaço e dos conteúdos às normas de acessibilidade, garantindo atendimento às exigências da Lei Brasileira de Inclusão.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.